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12 outubro, 2019
Programa do míssil ar-ar A-Darter atinge maturidade
Poder Aéreo - Forças Aéreas, Indústria Aeronáutica e de Defesa - 12/10/2019
O míssil ar-ar de curto alcance guiado por infravermelho A-Darter (SRAAM – Short-Range Air-to-Air missile), desenvolvido em conjunto pela África do Sul e pelo Brasil e co-financiado por suas respectivas forças aéreas, acabou sendo uma conquista impressionante, com números de desempenho além do que muitos acreditavam que a parceria poderia produzir.
Como míssil de quinta geração, com alcance máximo superior a 20 km, velocidade máxima em torno de Mach 3, um sensor infravermelho de imagem de duas cores (SWIR & MWIR), com uma taxa de varredura de 120º, ângulo de visão de 180º e reconhecimento de alvo, padrões de varredura selecionáveis no cockpit, excelente rejeição a reflexos e chaff, mecanismo de foguete com pouca fumaça e extrema agilidade dos controles de vetor de empuxo, permitindo girar a mais de 80 g, o míssil A-Darter está na mesma classe que os mísseis como o AIM-9X, ASRAAM, IRIS-T, MICA e Python 5.
Além disso, apenas alguns outros países, EUA, Reino Unido, França, Alemanha, China, Rússia, Japão e Israel conseguiram projetar e colocar em prática um SRAAM de quinta geração nessa classe.
Veja a íntegra da reportagem aqui.
11 outubro, 2019
No FIB 2019, Ministro fala sobre conquistas da Base Industrial de Defesa
Pelo Twitter do Palácio do Planalto, o Ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, apresentou no Fórum de Investimentos Brasil 2019, um País de base industrial estratégica sólida. Entre as conquistas do setor, estão o KC 390, o caça Gripen e um novo submarino.
09 outubro, 2019
CBC vence licitação internacional e fornecerá munições para a PM de SP
Defesa - Agência de Notícias: 09/10/2019
A Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) se consagrou vitoriosa no pregão internacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, realizado na última terça-feira (8), para aquisição de munições calibre 12 BALOTE KNOCK DOWN (RIFLED SLUG) e munições calibre 12 CH-SG HI-IMPACT (BUCKSHOT 9 PELLETS), sendo 175.000 cartuchos de cada um dos modelos.
As munições são recomendadas para uso policial em situações em que se faz necessário maior poder de defesa. A alta performance dos Cartuchos Knock Down é resultante de sua configuração especialmente desenvolvida para atingir o máximo em desempenho, com maior estabilidade, velocidade e energia em tiros de longa distância.
As munições são recomendadas para uso policial em situações em que se faz necessário maior poder de defesa. A alta performance dos Cartuchos Knock Down é resultante de sua configuração especialmente desenvolvida para atingir o máximo em desempenho, com maior estabilidade, velocidade e energia em tiros de longa distância.
Época Negócios - 08/10/2019
Airway - 08/10/2019
Uma cooperação científica e tecnológica entre a Embraer e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), nas áreas de robótica e inteligência artificial, resultou no primeiro teste de uma aeronave autônoma no Brasil. Um Legacy 500 taxiou sozinho pela pista de testes da empresa em Gavião Peixoto, interior de São Paulo. Assista ao vídeo do teste.
O conjunto de navegação por sensores e imagem conduziu a aeronave pela pista de decolagem, área de táxi e pátio de forma independente, sem auxilio externo. Um piloto acompanhou a operação, da cabine de comando, para assumir o controle em caso de imprevisto.
Veja a íntegra de Época Negócios aqui e a de Airway aqui.
07 outubro, 2019
Indústria de Armamentos: falta de isonomia tributária e regulatória pode levar empresas a abandonar o Brasil
Análise prospectiva
Compilação e análise: LRCA Consulting – 07/10/2019 (atualizado em 08 Out)
Em sua live semanal no dia 03, o presidente Jair
Bolsonaro afirmou que o decreto editado nessa semana para regulamentar o acesso
a armas de fogo, ao flexibilizar as regras de importações de armas, acabou com
um monopólio, ressaltando ser este o fim da "restrição de importação
por similaridade", ou seja, a proibição de comprar no exterior um
armamento semelhante a um que já esteja no Brasil.
— É quebra do
monopólio. Também nós desburocratizamos o processo, e quem pode adquirir vai
poder importar. Então, você, cidadão comum, você pode comprar uma arma no
Brasil, vai poder comprar fora do Brasil.
Frente ao fato, as quatro associações e um sindicato que
representam as empresas da BID – Base Industrial de Defesa e Segurança do
Brasil emitiram uma nota conjunta à imprensa
no dia seguinte (04):
Importação sem isonomia fiscal e
regulatória na área de defesa e segurança ameaça empregos e soberania
A BID – Base Industrial de Defesa e Segurança
do Brasil gera 60 mil empregos diretos, 240 mil empregos indiretos e é
responsável por 3,7% do PIB nacional. No entanto, diante de uma série de acontecimentos
recentes, entendemos que essa Base está sob ameaça o que pode colocar em riscos
uma indústria geradora de empregos altamente qualificados, que gera altos
valores em tributos e que promove o desenvolvimento tecnológico, pesquisa e
inovação em nosso País.
A Indústria de Defesa de qualquer País tem seu
sucesso estruturado em três pilares básicos, a saber; investimento estatal em
desenvolvimento e encomendas tecnológicas, aquisições de produtos de Defesa
pelas Forças Armadas e órgãos de Segurança Pública e, sobretudo, de
Exportações. Neste sentido, a Estratégia Nacional de Defesa objetiva
institucionalizar em nosso país uma Política de Estado que favoreça a
consolidação da Base Industrial de Defesa Nacional, com vistas a garantia da
Soberania e projeção de Poder regional.
A excepcionalidade das regras da Organização
Mundial de Comércio –OMC, quanto à adoção pelos Estados Nacionais de Políticas
que favoreçam e protejam o desenvolvimento de sua Base Industrial de Defesa,
corrobora as decisões dos países de que a Indústria de Defesa deve ser
considerada de alto valor estratégico e, em razão disso, protegida e
incentivada.
Decisões em Políticas Públicas que favoreçam
importações generalizadas, sem a correspondente contrapartida de aquisições de
produtos brasileiros por terceiros países ou, que em encomendas tecnológicas
não garantam transferência de tecnologias, podem se constituir em avassaladora
ameaça para a sobrevivência da BID, com consequências negativas para a economia
e para garantia da Soberania.
Cabe aqui frisar também o problema da falta de
isonomia fiscal e regulatória: os importados são isentos de tributos contra uma
pesada carga tributária do produto nacional; a homologação dos produtos
estrangeiros importados em território nacional tem sido flexibilizada, com a
não observância das mesmas regras exigidas das empresas brasileiras.
A Base Industrial de Defesa e Segurança
entende que as indústrias estrangeiras são bem-vindas para produzir, gerar
empregos e concorrer em pé de igualdade com as que já estão estabelecidas no
país, de forma a proporcionar maior competividade tanto econômica quanto de
qualidade. No entanto, abrir o mercado com regras desiguais é condenar o Brasil
à desindustrialização e ao colonialismo tecnológico.
SIMDE –
Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa; ABIMDE – Associação
Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança; ANIAM –
Associação Nacional das Indústrias de Armas e Munições; ABRABLIN – Associação
Brasileira de Blindagem; APCE – Associação Brasileira de Produtos Controlados
Políticas
tributárias e regulatórias favorecem somente importações
Para ilustrar o problema, esta consultoria toma o exemplo da
Taurus Armas S.A., que, além de ser uma grande empresa de capital aberto que
tem seus dados e notícias amplamente divulgados pela mídia especializada e pela
imprensa em geral, é a empresa mais afetada pelas novas normas e pelas
discrepâncias tributárias e regulatórias.
Sendo uma companhia global, a maior fabricante de armamento
leve da América Latina e uma das maiores do mundo exporta 85% de sua produção
para mais de 100 países e, assim, está absolutamente preparada para enfrentar a
concorrência no Brasil e no exterior, pois compete com as maiores empresas de
armas nos mercados de exportação e, por este motivo, não tem razão alguma para
temer qualquer tipo de concorrência no Brasil, desde que haja isonomia
tributária e regulatória.
Uma simulação permite entender melhor a questão tributária.
Quando um cidadão compra uma arma, 70% do valor final são impostos e 30% é o valor do
produto. Numa arma que custa R$ 4200,00 no Rio de Janeiro, os impostos federais
e estaduais (IPI, PIS/CONFINS e ICMS) totalizam R$ 2.940,00. Subtraindo-se do restante o
frete de R$ 265,00 que a empresa paga, o valor que esta recebe é de apenas R$ 995,00,
por um produto que custou R$ 4200,00 ao consumidor.
Quando a arma é importada, não sofre a maior parte dessa
carga tributária, criando uma concorrência desleal e predatória com os fabricantes locais.
Hoje, as leis beneficiam unilateralmente as exportações de
armas para o Brasil e este tende a ser o sistema preferencial para as empresas
estrangeiras, já que não há vantagem nenhuma para virem se instalar aqui, pois
seriam tão penalizadas como a Taurus o é. Além disso, as empresas que exportam
para cá não geram empregos e divisas para o País.
Quanto à
questão regulatória (certificação de qualidade), para homologar um produto, se
não tiver mais nada na fila, a Taurus alega demorar de 18 a 24 meses para obter
a certificação junto aos órgãos competentes. Como a empresa tem hoje
mais de 100 novos produtos na fila, pela média dos últimos tempos iria demorar muitos
anos até homologar todos, o que significa expressivas perdas em oportunidades
de negócios, em competitividade e em inovação.
Claro que
isso é apenas uma perspectiva, pois certamente os órgão governamentais irão criar
mecanismos para agilizar o processo, como homologar laboratórios independentes
e simplificar o mecanismo, por exemplo. Caso contrário, em condições de acirrada concorrência com outras não dependentes desse processo, nenhuma empresa
sobreviveria a esse gargalo regulatório.
O
problema é que a agilização desse processo não é algo que vá acontecer no curto
prazo, diferentemente das importações, que começarão tão logo o Decreto passe a
surtir seus efeitos. O resultado tende, assim, a vir em total detrimento da empresa
brasileira.
Se uma
empresa vier fabricar armas no Brasil, terá o mesmo problema regulatório. No
entanto, as empresas que exportam para o País não precisam passar por nenhuma
homologação, o que torna a concorrência estrangeira ainda mais predatória, pois
elas conseguem, em seus países de origem, certificar novos produtos com muito
mais agilidade e rapidez.
Logística
pós-venda: um diferencial de peso
Um fato sobejamente conhecido neste mercado é a falta de
mentalidade de manutenção de grande parte dos consumidores normais brasileiros
e, até mesmo, de algumas entidades de segurança pública, fazendo com que as
armas apresentem problemas diversos por falta de manutenção preventiva
periódica e/ou após o uso diário em serviço. Segundo um documento do Comando
Logístico do Exército, de 2016, “Em algumas instituições de segurança existe
deficiência de política/gestão de manutenção preditiva, preventiva ou corretiva”
das armas.
Isso fez
com que a Taurus passasse a investir pesadamente na qualificação dos armeiros das
entidades de segurança pública e privada, bem como na de sua equipe de
representantes capilarizada por todo o país, procurando difundir a mentalidade
de manutenção.
Além
disso, a empresa oferece ao consumidor uma ampla e ágil rede de distribuidores,
pontos de venda e assistência técnica treinada em todo o território nacional,
além de uma equipe de instrutores credenciados e peças de reposição rapidamente
acessíveis, fazendo com que, no médio prazo, a empresa tenha vantagens difíceis
de superar por qualquer futura concorrência que venha, realmente, a se
estabelecer no território nacional, fabricando aqui suas armas e gerando
empregos e divisas para o Brasil.
Orgulho de ser uma empresa brasileira
Fundada em 1939 e sediada em São
Leopoldo-RS, a Taurus é uma das empresas brasileiras que mais exportou em 2018 no Estado.
Foram mais de 715 mil armas, entre revólveres, pistolas, fuzis,
submetralhadoras e espingardas exportados pela Taurus Brasil, totalizando mais
de U$ 132 milhões de dólares. A empresa contribuiu com a economia nacional
arrecadando R$ 155,2 milhões em impostos e gerando milhares de empregos.
"Make in Brasil" ou
"Make outside Brazil"?
Por mais que a posse de armas seja flexibilizada, é difícil
imaginar no Brasil a mesma liberdade encontrada nos EUA. Isto torna o nosso mercado
interno muito pequeno, o que faz com que uma indústria de
armamentos não se viabilize apenas no País.
Com 85%
da produção brasileira exportada, o movimento estratégico da empresa vai no
sentido de diversificar a presença internacional e depender menos dos EUA, país
que importa US$ 1 bilhão em armas por ano de diversos fornecedores mundiais. A
Taurus está mudando sua fábrica da Flórida para a Geórgia. Em parceria com o
governo local, está investindo US$ 42 milhões na unidade, o que a fará dobrar
sua capacidade nesse país.
A empresa
gaúcha é a líder mundial na fabricação de revólveres e a quarta marca mais
vendida nos EUA. A pistola G2c, produzida em São Leopoldo, é a mais vendida nos
Estados Unidos. No mundo, são 2 milhões de unidades comercializadas.
Desde o
começo do ano, a Taurus está participando de uma licitação internacional do
governo da Índia para, em sistema de joint venture com uma empresa
global do ramo siderúrgico indiano e dentro do conceito “Make in India”,
montar uma grande fábrica nesse país e passar a fornecer fuzis e pistolas para
abastecer o seu imenso mercado militar, paramilitar, policial e de segurança
privada.
Assim,
possuindo uma moderna fábrica nos EUA - maior mercado mundial para armamentos
leves - e com possibilidade de montar outra com todo o apoio do governo
indiano, a Taurus, apesar de todo o orgulho em ser brasileira, de empregar
milhares de brasileiros e de gerar divisas para o País, continua sendo uma
empresa privada de capital aberto e, como tal, necessita ser lucrativa e
remunerar seus acionistas, merecendo um tratamento isonômico do País para o
qual tanto contribui. Caso contrário, não haverá mais motivos para permanecer
no Brasil, podendo se transferir integralmente para o exterior, de onde poderia
exportar seus produtos para cá em condições mais vantajosas.
Ao fim e
ao cabo, caberá ao Brasil decidir se quer manter uma grande Empresa Estratégica
de Defesa que é fundamental para a segurança e para a autonomia do pais no
setor, que gera mais de 5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos, além de
milhões de dólares em exportações, ou se irá permitir que políticas tributárias
e regulatórias equivocadas façam com que a empresa acabe deixando o País.
Ou seja,
enquanto a Índia fomenta o "Make in Índia", o Brasil irá
permitir o "Make outside Brazil"?
06 outubro, 2019
Brasil desenvolve míssil de longo alcance capaz de atingir países da América do Sul
Por Redação DefesaTV -5 de outubro de 2019 12:45
Segundo o site Jane’s Defence Weekly, o Brasil está desenvolvendo um míssil de longo alcance capaz de ser lançado do ar e atingir alvos a 300 Km de distância, ou seja, a maioria dos países da América do Sul com exceção do Chile.
Fabricado pela empresa Avibras Aeroespacial, a arma tem alto poder de destruição (carrega uma ogiva de 200 kg). Trata-se de uma versão do míssil de cruzeiro terra-ar AV-MTC, que integra o programa estratégico do Exército Brasileiro, o Sistema de Foguetes de Artilharia ASTROS 2020.
O desenvolvimento do míssil AV-MTC de superfície deve ser concluído até dezembro de 2020, após oito anos de estudos e testes. Um lote de produção do míssil está programado para ser adquirido em 2021, informou o general José Júlio Dias Barreto, gerente de projetos do Astros 2020.
Segundo estimativas do site, o míssil deva pesar aproximadamente 1.100 kg, tem 45 cm de diâmetro, 5.430 metros de comprimento, velocidade de cruzeiro de 1.044 km /h, alcance superior a 300 km e erro circular de probabilidade de 30 metros.
Já o míssil lançável do ar, cujo projeto foi batizado como MICLA-BR, deverá ter as mesmas características, com motor de foguete sólido de dois estágios, um motor subsônico e orientação por GPS. O novo armamento deverá equipar os novos caças Gripen da Força Aérea Brasileira.”
(Com informações do jornal Gazeta do Povo)
05 outubro, 2019
Brasil terá estratégia internacional de inserção de produtos de Defesa
InfoRel - 04/10/2019
O Comitê Gestor que irá desenvolver o projeto setorial de fomento às exportações, encabeçado pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), reuniu-se pela primeira vez nesta quarta-feira, 2, com representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE) e o Secretário de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa, Marcos Degaut, quando foram estabelecidos os quatro objetivos para o período 2019-2020.
Um dos objetivos do projeto é desenvolver e implementar plataformas de inserção (para empresas que ainda não são exportadoras), e de consolidação exportadora (para empresas intermediárias e avançadas em exportação). A APEX informou que as plataformas deverão envolver monitoramento de mercado, aproveitamento da participação em feiras, além de ações continuadas e integradas em mercados-chave.
Outro objetivo é executar, de forma estruturada e integrada, um plano de promoção internacional do setor de economia de defesa de curto prazo (dois anos), coordenado pela ABIMDE-APEX, com o envolvimento dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.
Além disso, o projeto setorial também tem o foco de inserir empresas não exportadoras no mercado internacional, por meio de ações de qualificação e preparação. Por fim, o plano também estabelece como objetivo a integração das empresas do projeto na execução do plano de promoção na agenda do setor em médio e longo prazos.
O Ministério da Defesa informou que o escopo do programa atual foi desenhado em conjunto entre a APEX e as empresas filiadas à ABIMDE durante o primeiro semestre de 2018 e assinado recentemente, em 2019. Por conta da esperada dinâmica dos mercados internacionais, a priorização de ações, como a de países-alvo, precisa ser sempre acompanhada e aperfeiçoada, sendo essa uma função do comitê gestor, que é também integrado por representantes da APEX, ABIMDE e dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.
Ficou definido que, para alcançar os objetivos estabelecidos, o Comitê Gestor adotará como estratégia: a diversificação da atuação internacional, abrindo novos mercados na América Latina, África e Oriente Médio; e a ampliação da participação em mercados já consolidados, explorando novas oportunidades em freiras e missões comerciais, contando com inteligência comercial ativa e com iniciativas antes, durante e pós-eventos. A estratégia também contempla a ampliação de portfólio de produtos e do número de mercados atendidos, além da exploração do uso dual das tecnologias (quando possível).
A estratégia ainda passa pelo estabelecimento de parcerias estratégicas e joint-ventures, para incrementos tecnológicos e ampliação de portfólio na América Latina, além de monitoramento mais próximo de oportunidades no mercado externo e por meio de proximidade aos adidos militares.
Um dos objetivos do projeto é desenvolver e implementar plataformas de inserção (para empresas que ainda não são exportadoras), e de consolidação exportadora (para empresas intermediárias e avançadas em exportação). A APEX informou que as plataformas deverão envolver monitoramento de mercado, aproveitamento da participação em feiras, além de ações continuadas e integradas em mercados-chave.
Outro objetivo é executar, de forma estruturada e integrada, um plano de promoção internacional do setor de economia de defesa de curto prazo (dois anos), coordenado pela ABIMDE-APEX, com o envolvimento dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.
Além disso, o projeto setorial também tem o foco de inserir empresas não exportadoras no mercado internacional, por meio de ações de qualificação e preparação. Por fim, o plano também estabelece como objetivo a integração das empresas do projeto na execução do plano de promoção na agenda do setor em médio e longo prazos.
O Ministério da Defesa informou que o escopo do programa atual foi desenhado em conjunto entre a APEX e as empresas filiadas à ABIMDE durante o primeiro semestre de 2018 e assinado recentemente, em 2019. Por conta da esperada dinâmica dos mercados internacionais, a priorização de ações, como a de países-alvo, precisa ser sempre acompanhada e aperfeiçoada, sendo essa uma função do comitê gestor, que é também integrado por representantes da APEX, ABIMDE e dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.
Ficou definido que, para alcançar os objetivos estabelecidos, o Comitê Gestor adotará como estratégia: a diversificação da atuação internacional, abrindo novos mercados na América Latina, África e Oriente Médio; e a ampliação da participação em mercados já consolidados, explorando novas oportunidades em freiras e missões comerciais, contando com inteligência comercial ativa e com iniciativas antes, durante e pós-eventos. A estratégia também contempla a ampliação de portfólio de produtos e do número de mercados atendidos, além da exploração do uso dual das tecnologias (quando possível).
A estratégia ainda passa pelo estabelecimento de parcerias estratégicas e joint-ventures, para incrementos tecnológicos e ampliação de portfólio na América Latina, além de monitoramento mais próximo de oportunidades no mercado externo e por meio de proximidade aos adidos militares.
04 outubro, 2019
O Futuro da Base Industrial de Defesa é tema de debate na FIESP
Na segunda-feira, 30, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), participou de encontro com o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), Brigadeiro Raul Botelho, para discutir o futuro, os avanços e os desafios da Base Industrial de Defesa brasileira.
Botelho também participou da reunião plenária do Departamento de Defesa e Segurança, realizada em parceria com o Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (Simde) e da qual participaram diretores da Fiesp e especialistas da área.
Ele discorreu sobre a atuação, as atribuições e a relação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas com a indústria de Defesa e mostrou-se alinhado com o esforço da FIESP em aproximar as Forças Armadas da indústria. Também reconheceu o setor como estratégico para o desenvolvimento nacional. “Sou um otimista dos empresários, visto a camisa deste país e acredito muito nas empresas e na base de Defesa do Brasil”, afirmou.
O Departamento de Defesa e Segurança da FIESP desenvolve e promove ações em prol da segurança privada e pública, que visem assegurar as atividades industriais e à proteção da sociedade, além de atuar na promoção das polícias, oferecendo cursos variados por meio do Senai-SP, e desenvolvendo consultorias técnicas sobre ações de gestão, sem custo para o Estado.
Durante sua carreira de 45 anos dedicados à vida militar, o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Raul Botelho assumiu o comando, a chefia e a direção de diferentes organizações da Força Aérea Brasileira (FAB), e as funções de Observador Militar da Organização das Nações Unidas (ONU) em Moçambique, assessor na Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais do Gabinete de Segurança Institucional da presidência da República, representante do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, em Washington.
Botelho também participou da reunião plenária do Departamento de Defesa e Segurança, realizada em parceria com o Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (Simde) e da qual participaram diretores da Fiesp e especialistas da área.
Ele discorreu sobre a atuação, as atribuições e a relação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas com a indústria de Defesa e mostrou-se alinhado com o esforço da FIESP em aproximar as Forças Armadas da indústria. Também reconheceu o setor como estratégico para o desenvolvimento nacional. “Sou um otimista dos empresários, visto a camisa deste país e acredito muito nas empresas e na base de Defesa do Brasil”, afirmou.
O Departamento de Defesa e Segurança da FIESP desenvolve e promove ações em prol da segurança privada e pública, que visem assegurar as atividades industriais e à proteção da sociedade, além de atuar na promoção das polícias, oferecendo cursos variados por meio do Senai-SP, e desenvolvendo consultorias técnicas sobre ações de gestão, sem custo para o Estado.
Durante sua carreira de 45 anos dedicados à vida militar, o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Raul Botelho assumiu o comando, a chefia e a direção de diferentes organizações da Força Aérea Brasileira (FAB), e as funções de Observador Militar da Organização das Nações Unidas (ONU) em Moçambique, assessor na Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais do Gabinete de Segurança Institucional da presidência da República, representante do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, em Washington.
03 outubro, 2019
WEG fornecerá sistemas para primeiro caminhão 100% elétrico do Brasil
MoneyTimes - 03/10/2019
A WEG (WEGE3) será a fornecedora de sistemas para o novo caminhão 100% elétrico desenvolvido pela Volkswagen, informou a empresa por meio de comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira (02).
A empresa ficará responsável pelo fornecimento do sistema Powertrain, formado por um motor elétrico mais um inversor de frequência. Além disso, também fornecerá motores elétricos e inversores para sistemas auxiliares.
Consórcio
A companhia participará do e-Consórcio, modelo de negócios que prevê a criação de um ecossistema voltado à mobilidade elétrica.
Sob a coordenação da Volkswagen, as empresas dividirão a responsabilidade pelo desenvolvimento da cadeia de valor, em especial a montagem de caminhões elétricos dentro do complexo da montadora em Resende, Rio de Janeiro.
A empresa ficará responsável pelo fornecimento do sistema Powertrain, formado por um motor elétrico mais um inversor de frequência. Além disso, também fornecerá motores elétricos e inversores para sistemas auxiliares.
Consórcio
A companhia participará do e-Consórcio, modelo de negócios que prevê a criação de um ecossistema voltado à mobilidade elétrica.
Sob a coordenação da Volkswagen, as empresas dividirão a responsabilidade pelo desenvolvimento da cadeia de valor, em especial a montagem de caminhões elétricos dentro do complexo da montadora em Resende, Rio de Janeiro.
DESAER - Projeto ATL 100 Avança
A DESAER assinou duas cartas de intenção de compra com clientes do Brasil e do exterior.
Defesanet - 03/10/2019
A DESAER DESENVOLVIMENTO AERONÁUTICO, após ter finalizado a construção do Mockup do ATL-100 e de tê-lo exposto na LABACE em São Paulo em agosto último, avançou muito a fase de desenvolvimento do ATL 100 que vem seguindo o seu cronograma desde do início.
Este é um momento importante desta fase de desenvolvimento, pois o projeto já começa a mostrar a “cara” ATL-100 e suas principais características, além de iniciar o detalhamento dos primeiros indicativos técnicos de performance, etc.
Foi justamente da LABACE que a DESAER firmou com o Grupo AGS Logística sua primeira carta de intenção de compra e venda de 2 unidades do ATL-100 cargo, com opção de mais 3 unidades.
Confira a íntegra da reportagem aqui.
Conheça a história da DESAER aqui.
02 outubro, 2019
Aquisição de 51% da V2COM reforça estratégia de diversificação da Weg, afirma XP
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| “Este é mais um importante passo para a entrada da Weg nos novos nichos de mercado que serão demandados pela expansão da Indústria 4.0, conectividade e IoT”, disse diretor |
MoneyTimes - 02/10/2019
O anúncio de aquisição de 51% da V2COM feita pela Weg (WEGE3) nesta quarta-feira (2) é considerada positiva pela XP Investimentos. Segundo a corretora, a transação está “em linha com a estratégia de crescimento e diversificação” da companhia.
Especializada em IoT (Internet of Things) e soluções de telemedição para sistemas de energia elétrica, a V2COM foi fundada em 2002 e possui um quadro de funcionários composto por 56 pessoas. Em 2018, a empresa apresentou um faturamento de R$ 37 milhões.
“Este é mais um importante passo para a entrada da Weg nos novos nichos de mercado que serão demandados pela expansão da Indústria 4.0, conectividade e IoT”, disse Manfred Peter Johann, diretor da WEG Automação, em nota ao mercado.
O valor da aquisição não foi anunciado.
A XP mantém recomendação neutra para a Weg, com preço-alvo por ação de R$ 19,70. A perspectiva de crescimento para a companhia nos próximos 12 meses é negativa, com queda de 18,7%.
xxxxxxxxxxx
Weg compra empresa de 'internet das coisas'
Weg compra empresa de 'internet das coisas'
Estadão - 02/10/2019
A Weg assinou nesta quarta-feira acordo para aquisição de 51% do capital social da V2COM, empresa especializada em Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e soluções de telemedição para sistemas de energia elétrica e Smart Grid (rede elétrica inteligente). O valor da operação ou a forma de pagamento não foram divulgados.
No início da semana, a Weg tinha anunciado uma parceria com a FuelTech para conversão de motores a combustão em elétricos. Em setembro, a empresa também tinha adquirido o controle da PPI-Multitask, especializada em indústria 4.0, por valores também não divulgados.
Fundada em 2002, a V2Com é voltada à área de energia, tem sede em São Paulo (SP) e uma fábrica de hardware em Florianópolis (SC). No segmento de concessionárias de energia elétrica, a V2COM possui sob seu monitoramento ativos que totalizam mais de 30GW de potência instalada. A empresa também está à frente de acordos com provedores internacionais para projetos utilizando a tecnologia 5G no Brasil e em 2018 faturou R$ 37 milhões.
Em comunicado ao mercado, a Weg disse que o valor da aquisição não representa investimento relevante para a empresa.
A Weg assinou nesta quarta-feira acordo para aquisição de 51% do capital social da V2COM, empresa especializada em Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e soluções de telemedição para sistemas de energia elétrica e Smart Grid (rede elétrica inteligente). O valor da operação ou a forma de pagamento não foram divulgados.
No início da semana, a Weg tinha anunciado uma parceria com a FuelTech para conversão de motores a combustão em elétricos. Em setembro, a empresa também tinha adquirido o controle da PPI-Multitask, especializada em indústria 4.0, por valores também não divulgados.
Fundada em 2002, a V2Com é voltada à área de energia, tem sede em São Paulo (SP) e uma fábrica de hardware em Florianópolis (SC). No segmento de concessionárias de energia elétrica, a V2COM possui sob seu monitoramento ativos que totalizam mais de 30GW de potência instalada. A empresa também está à frente de acordos com provedores internacionais para projetos utilizando a tecnologia 5G no Brasil e em 2018 faturou R$ 37 milhões.
Em comunicado ao mercado, a Weg disse que o valor da aquisição não representa investimento relevante para a empresa.
Conheça o fuzil brasileiro que equipa a Polícia Real de Omã e que poderá também estar na Índia
Adotado, desde o segundo semestre de 2017, como arma padrão pela Polícia Real de Omã, que importou 10 mil unidades, o Fuzil T4 produzido pela Taurus Armas S.A. em São Leopoldo-RS é um dos atuais carros-chefes da empresa para os mercados policial e militar do Brasil e do exterior.
A arma participa, atualmente, de uma grande e milionária licitação internacional que está sendo realizada pelo governo da Índia para adquirir cerca de 360 mil fuzis para equipar suas forças policiais e militares. A Taurus participa através de uma joint venture com uma grande empresa indiana do ramo siderúrgico. A conclusão da licitação tem previsão de ser anunciada em novembro. Caso vença, será estabelecida uma fábrica na Índia para a produção desta e de outras armas, com foco no mercado local e também no internacional, o que representará uma nova era para a empresa gaúcha que, desde 2017, realiza uma completa reengenharia em seus processos e, num verdadeiro turnaround, passou a ser lucrativa e a ter excelentes perspectivas.
No Brasil, o T4 é utilizado com sucesso pelas polícias militares e civis de diversos Estados. Recentemente, venceu uma licitação internacional para equipar a Polícia Civil do Estado de São Paulo.
O fuzil Taurus T4 é baseado na consagrada plataforma M4/M16, amplamente empregada pelas forças militares em todo o mundo e principalmente pelos países membros da OTAN, por ser considerada uma arma extremamente confiável, leve, de fácil emprego e manutenção.
Além disso, tem alta performance, confiabilidade, segurança e é fabricado com materiais de última geração, sendo adaptado para permitir o uso de uma vasta gama de acessórios. O modelo possui trilho para acessórios integrado ao upper receiver para o acoplamento de aparatos de mira. A coronha telescópica do fuzil permite ao usuário mais conforto e facilidade de manuseio.
Podendo ser ajustada em até seis posições, adequa-se perfeitamente a qualquer usuário. Possui, também, um quebra-chamas, seguindo os rigorosos padrões STANAG, e apresenta empunhadura ergonômica para assegurar melhor grip no momento do disparo, promovendo assim maior precisão e segurança.
O T4 está disponível em três versões. Uma de 11,5” de cano com guarda-mão com quad-rail (quatro trilhos para acessórios) e duas versões com guarda-mão em polímero de alta resistência com canos de 11,5” e 14,5”.
As diferenças estão, principalmente, no comprimento de cano, peso e modos de disparo disponíveis em cada um. As versões com 11,5” de comprimento de cano possuem modos de disparo semiautomático, auto e safe. Estes modelos possuem um comprimento total de, no máximo, 811mm (com coronha completamente estendida) e, no mínimo, 716mm (com coronha completamente retraída).
Já o modelo com cano de 14,5” possui somente o modo de disparo semiautomático e safe. Esta versão é ligeiramente mais pesada que o modelo de 11,5”, tendo comprimento total de, no máximo, 870mm (com coronha completamente estendida) e, no mínimo, 787mm (com coronha completamente retraída). (Com informações de Tecnodefesa e da Taurus)
Bolsonaro libera militares e policiais de exame para comprar arma pessoal
Entre as principais mudanças, policiais e militares não precisam mais passar por exames para renovar autorização de armas pessoais
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) editou na segunda-feira, 30, mais um decreto que regulamenta o acesso a armas de fogo e produtos controlados pelo Comando do Exército [Decreto 10.030/2019]. Entre as principais mudanças, policiais e militares não precisam mais passar por exames para renovar autorização de armas pessoais, acessórios antes proibidos foram liberados e se estabeleceu comunicação obrigatória de perda, furto, roubo ou extravio de armas em até 72 horas.
Publicada em edição extra do Diário Oficial da União, a nova regulamentação revoga o Decreto 3.665, do ano 2000, e o Decreto 9.493, de 2018, que tratam de fiscalização de produtos controlados, como armas, explosivos e munições. O texto altera, ainda, outros quatro decretos -- três deles de junho, já no governo Bolsonaro.
"O R-105, decreto do Exército, de 2000, organizava tudo sobre produtos controlados. Então se você queria saber o que pode de explosivo ou de arma estava lá. Agora, se um delegado tiver de prender alguém, por exemplo, vai ter de checar em uma série de decretos e mais uma portaria esparsa do Exército", diz o coordenador do Instituto Sou da Paz, Bruno Langeani. "Até dezembro, a gente tinha praticamente uma regulação só e, a partir de 2019, ficou uma bagunça generalizada."
O Sou da Paz analisou as mudanças promovidas pela regulamentação. Entre os pontos, destaca que policiais e militares não precisam mais cumprir uma série de requisitos tanto para adquirir quanto renovar arma de fogo pessoal. Antes, era necessária apresentar atestados como o de antecedentes criminais, capacidade técnica e aptidão e exame psicológico.
O regulamento também libera instituição pública de autorização prévia do Exército para compra de armas de uso permitido, o que, em tese, facilita acesso para categorias como guarda civil e bombeiro. Antes, Bolsonaro já havia aumentado o rol de armas consideradas permitidas, incluindo calibres como .40 e 9 mm.
Alguns acessórios, que antes eram proibidos, agora passam a ser de uso restrito. Essa lista inclui explosivos e quebra chama (dispositivo instalado na ponta da arma para esconder o fogo que sai no disparo).
Veja a íntegra aqui.
Publicada em edição extra do Diário Oficial da União, a nova regulamentação revoga o Decreto 3.665, do ano 2000, e o Decreto 9.493, de 2018, que tratam de fiscalização de produtos controlados, como armas, explosivos e munições. O texto altera, ainda, outros quatro decretos -- três deles de junho, já no governo Bolsonaro.
"O R-105, decreto do Exército, de 2000, organizava tudo sobre produtos controlados. Então se você queria saber o que pode de explosivo ou de arma estava lá. Agora, se um delegado tiver de prender alguém, por exemplo, vai ter de checar em uma série de decretos e mais uma portaria esparsa do Exército", diz o coordenador do Instituto Sou da Paz, Bruno Langeani. "Até dezembro, a gente tinha praticamente uma regulação só e, a partir de 2019, ficou uma bagunça generalizada."
O Sou da Paz analisou as mudanças promovidas pela regulamentação. Entre os pontos, destaca que policiais e militares não precisam mais cumprir uma série de requisitos tanto para adquirir quanto renovar arma de fogo pessoal. Antes, era necessária apresentar atestados como o de antecedentes criminais, capacidade técnica e aptidão e exame psicológico.
O regulamento também libera instituição pública de autorização prévia do Exército para compra de armas de uso permitido, o que, em tese, facilita acesso para categorias como guarda civil e bombeiro. Antes, Bolsonaro já havia aumentado o rol de armas consideradas permitidas, incluindo calibres como .40 e 9 mm.
Alguns acessórios, que antes eram proibidos, agora passam a ser de uso restrito. Essa lista inclui explosivos e quebra chama (dispositivo instalado na ponta da arma para esconder o fogo que sai no disparo).
Veja a íntegra aqui.
Taurus lança mais quatro modelos de armas no Brasil
Defesa - Agência de Notícias - 02/10/2019
A Taurus, que oferece o portfólio mais completo entre as empresas do setor, sendo a maior fabricante de revólveres do mundo e a quarta marca mais vendida no exigente mercado americano, dando seguimento ao plano de lançamento de novos produtos, está oferecendo ao mercado brasileiro mais quatro novos modelos de armas.
O premiado revólver Taurus Raging Hunter, escolhido por editores e pela equipe da American Hunter, da NRA Publications, como o American Hunter Handgun of the Year 2019, agora está disponível em novas versões no Brasil: RT357H com cano de 5 1/8″ polegadas e acabamento preto fosco, RT357H com cano de 5 1/8″ polegadas ou cano de 8 3/8″ polegadas, ambos no acabamento Dual Tone.
Além destes novos modelos, a Taurus está lançando a clássica pistola 1911, agora na versão Officer em calibre .45 ACP com cano de 3,5″ polegadas, o mais curto na linha Taurus 1911.
Confira detalhes das novidades aqui.
01 outubro, 2019
SC Expo Defense consolida integração entre indústria e Setor de Defesa
SC Expo Defense consolida integração entre indústria e Setor de Defesa
Defesa - Agência de Notícias - 01/10/2019
A Expo Defense, feira de tecnologias e produtos de defesa, foi realizada na Base Aérea de Florianópolis, de 27 a 29 de setembro, pelo Centro das Indústrias do Estado de Santa Catarina (CIESC). A feira apresentou produtos e tecnologias da indústria e projetos estratégicos das Forças, além de orientar os interessados em estabelecer parcerias com o segmento militar. Estiveram presentes o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, lideranças empresariais e autoridades militares.
O ministro da Defesa apresentou uma série de projetos no âmbito das Forças Armadas, para os quais a indústria brasileira tem potencial de fornecimento.
“Os projetos sofrem um pouco por causa da parte orçamentaria e essa é minha briga diária. A base industrial de defesa é outra preocupação, mas tenho tido resultados positivos. É um governo que entende de Defesa. Santa Catarina é muito importante nesse processo e tem perspectiva futura, talvez mais acentuada do que os outros estados. A tendência é ter mais empresas. O papel principal do Ministério é tirar os entraves, os gargalos e a burocracia excessiva”, declarou Azevedo e Silva.
Veja a íntegra aqui.
O ministro da Defesa apresentou uma série de projetos no âmbito das Forças Armadas, para os quais a indústria brasileira tem potencial de fornecimento.
“Os projetos sofrem um pouco por causa da parte orçamentaria e essa é minha briga diária. A base industrial de defesa é outra preocupação, mas tenho tido resultados positivos. É um governo que entende de Defesa. Santa Catarina é muito importante nesse processo e tem perspectiva futura, talvez mais acentuada do que os outros estados. A tendência é ter mais empresas. O papel principal do Ministério é tirar os entraves, os gargalos e a burocracia excessiva”, declarou Azevedo e Silva.
Veja a íntegra aqui.
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