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20 novembro, 2019

Exército Brasileiro padroniza o emprego do Rádio TPP-1400 da Imbel

https://www.forte.jor.br/2019/11/20/exercito-brasileiro-padroniza-o-emprego-do-radio-tpp-1400/


FORTE - Forças Terrestres - 20/11/2019

A Portaria nº 313-EME, de 2 de dezembro de 2015, publicada no Boletim do Exército nº 50, de 11 de dezembro de 2015 aprovou a padronização do Rádio Transceptor Portátil Pessoal TPP-1400 produzido pela Indústria de Material Bélico do Brasil, em decorrência do Parecer da Comissão Especial encarregada dos estudos para a padronização de materiais de uso da Força Terrestre.

O TPP-1400 foi desenvolvido para atender às necessidades de pequenos grupos em operações militares, policiais, de segurança pública ou privada, ideal para as comunicações de curta distância, mesmo nos mais desafiadores ambientes urbanos. Além de possibilitar comunicação digital entre os membros da equipe, todas as transmissões são criptografadas, garantindo a segurança das informações e integridade dos usuários. Pode ser alimentado tanto pelas baterias Li-Ion inteligentes recarregáveis CB-2352i quanto por pilhas alcalinas convencionais.

Veja a íntegra aqui.

18 novembro, 2019

Agência Enfoque analisa os nove primeiros meses da Taurus Armas


Destaques para o lucro bruto, lucro líquido, receita líquida e Ebidta nos 9M19


O portal financeiro Acionista.com.br publicou ontem (18) uma análise dos nove primeiros meses da empresa Taurus Armas. Com origem na Agência Enfoque, os dados lançam uma luz mais aprofundada e bastante positiva sobre o desempenho da empresa nesse período.


Receita líquida consolidada: 16,7% superior ao registrado no 9M18
Nos 9M19, a Taurus Armas apresentou crescimento da receita líquida consolidada quando comparada a igual período do ano anterior, com aumento da receita da venda de armas tanto no mercado interno quanto no mercado externo. A receita de R$ 242,3 milhões no 3T19, 26,0% superior ao 3T18, levou o acumulado nos nove primeiros meses de 2019 a somar R$ 727,4 milhões, montante 16,7% superior ao registrado no 9M18. Contribuiu para o desempenho o ganho cambial ao contabilizar em moeda nacional as vendas realizadas no exterior.

Lucro bruto: melhor resultado bruto da história da Taurus para esse período
Com aumento da receita nos três primeiros trimestres do ano em relação a iguais períodos de 2018, ao mesmo tempo em que se manteve o firme gerenciamento sobre os custos e se obteve os resultados das medidas realizadas no âmbito do processo de reestruturação realizado na Companhia, o lucro bruto totalizou R$ 256,3 milhões nos 9M19, superando em 8,5% o desempenho registrado no mesmo período do ano anterior. Assim como ocorreu no acumulado de janeiro a julho de 2019, o desempenho dos nove meses também é o melhor resultado bruto da história da Taurus para esse período, sendo gerado quase que exclusivamente pela operação armas.

Margem bruta: em linha com a expectativa da administração
A margem bruta nos nove primeiros meses do ano foi de 35,2%, desempenho que, ainda que 2,7 p.p. inferior ao registrando nos 9M18, está alinhado com a expectativa da administração de que a rentabilidade se estabilize em faixa próxima aos 35%. A redução da margem é explicada pela realização de promoções no mercado norte-americano, realizadas pela Taurus em decorrência da sazonalidade típica do período de férias nos EUA, acompanhando as promoções realizadas também por outras marcas de destaque no mercado.

Despesas com vendas: evolução de 17,6%
As despesas com vendas somaram R$ 87,5 milhões nos 9M19, com evolução foi de 17,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Parte desse aumento está relacionado às despesas variáveis que acompanham o aumento das vendas, além de maiores esforços de marketing, com ações no sentido de reforçar o reconhecimento da marca no Brasil e no exterior e outras despesas extraordinárias registradas no 3T19.

Despesas gerais e administrativas: estáveis
As despesas gerais e administrativas se mantiveram praticamente estáveis na comparação do acumulado entre janeiro e setembro de 2019 e 2018, apresentando redução de 0,2% no período. O desempenho é explicado pela redução de R$ 6,1 milhões ou 16,3% nesse grupo de despesas no 3T19, quando comparado ao 3T18.

Ebidta: recorde para a Taurus tomando por base o período de janeiro a setembro
Considerando os 9M19, o Ebidta (sigla em inglês para receita antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 114,8 milhões, com margem de 15,8%. O desempenho é superior ao registrado nos 9M18 em 18,0% em termos de valor e em 0,2 p.p. em termos de margem e, assim como ocorreu na avaliação do primeiro semestre de 2019, é recorde para a Taurus tomando por base o período de janeiro a setembro. Evidencia o avanço do desempenho da Companhia o fato que, nesses primeiros nove meses de 2019, o Ebitda já representa 99,0% daquele acumulado nos doze meses de 2018 (Ebitda ajustado de R$ 116,0 milhões). O crescimento das vendas, levando ao aumento da receita, e a maior diluição das despesas operacionais contribuíram positivamente para essa evolução positiva no período.

Lucro líquido: revertido o resultado negativo de R$ 44,6 milhões dos 9M18
Como resultado do aumento da receita, redução das despesas operacionais e das despesas financeiras, a Taurus registrou lucro líquido de R$ 21,3 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2019, revertendo o resultado negativo de R$ 44,6 milhões dos 9M18. Também contribuiu para o lucro líquido obtido nos 9M19, o resultado positivo de R$ 1,0 milhão gerado pela operação de capacetes que está à venda e, portanto, é classificada como ‘operação descontinuada.

O resultado do 3T19 reduziu o lucro líquido acumulado em 2019 pela Companhia em R$ 26,4 milhões, sendo esse resultado negativo do trimestre explicado pelos seguintes fatores: (i) aumento das despesas financeiras líquidas em decorrência da variação positiva da moeda norte-americana em relação ao Real de 8,2% no trimestre, uma vez que a maior parcela da dívida é cotada em dólares; (ii) menor lucratividade da operação norte-americana em função das condições do mercado local e promoções realizadas; e (iii) aumento das despesas operacionais, com o registro de despesas extraordinárias.

Dívida: redução de R$ 11,2 milhões no período
Em 30/09/2019 a Companhia registrava dívida bruta de R$ 895,5 milhões o que, considerando a posição de caixa e aplicações financeiras na data, representava dívida líquida de R$ 868,1 milhões. Comparado à posição da dívida líquida no encerramento do exercício de 2018, houve redução de R$ 11,2 milhões no período.

*Título secundário e subtítulos: LRCA Consulting

Parceria com a CBC poderá favorecer a Taurus Armas em licitação na Índia - análise prospectiva


*LRCA Consulting - 17/11/2019

Em 2018, o exército indiano realizou uma grande licitação internacional para adquirir um moderno fuzil de precisão destinado a seus atiradores de elite (snipers). No entanto, essa licitação foi adiada em virtude de nenhuma das 20 empresas concorrentes oferecer a respectiva munição.

No bojo de uma análise prospectiva, embora os termos da licitação indiana para o estabelecimento de uma fábrica de armas nesse país (especialmente fuzis 5.56mm e pistolas 9mm) dentro do programa "Make in India" não sejam de domínio público, a estreita parceria entre a Taurus Armas e sua controladora CBC – Companhia Brasileira de Cartuchos poderá se constituir em um fator de peso se uma exigência semelhante estiver presente no certame, pois a CBC poderia fornecer toda a munição necessária nesses e em outros calibres, seja através de exportação, seja montando também um fábrica na Índia.

A parceria CBC & Taurus
Em fevereiro de 2015, após a aprovação do CADE, a CBC – Companhia Brasileira de Cartuchos – passou a exercer seus direitos como controladora da Forjas Taurus (hoje Taurus Armas), resultado de um movimento que teve início em 2014 com a compra de ações da companhia e, posteriormente, com um processo de aumento de capital.

Com este fato, a Taurus começou a contar com o suporte de uma poderosa e experiente parceira, além de ter acesso direto e privilegiado à imensa rede de países e organizações que são clientes dessa empresa global. A gama abrangente de produtos da CBC é exportada para mais de 130 países, atendendo às necessidades dos mercados militar, policial e comercial.

A empresa é hoje uma das maiores fornecedoras de munição para a OTAN e forças aliadas em todo o mundo, tendo sua sede e três unidades de produção no Brasil (onde são feitos os produtos Magtech), duas fábricas na Europa - MEN na Alemanha e Sellier & Bellot na República Tcheca - e uma subsidiária em Minnesota - Magtech USA, que atua como distribuidor mestre para o mercado dos EUA. 

A CBC é considerada uma das maiores corporações de munição do mundo, com uma experiência combinada de mais de 300 anos na fabricação de calibres pequenos e médios. Juntas, as operações da companhia empregam mais de 3.500 trabalhadores qualificados e produzem mais de 1,7 bilhão de cartuchos de munição a cada ano.

No ano de 2016, foi realizada uma cisão parcial da CBC e a transferência das ações de emissão da Taurus para a TaurusPar Participações S.A. (nova denominação da CBC Participações S.A.), que é a atual controladora com 52,67% do capital social da Taurus Armas S.A.

Saiba mais sobre a licitação do governo da Índia:
- Taurus Armas: avançam as tratativas para uma joint venture bilionária na Índia
- Taurus: joint venture na Índia poderá representar um negócio bilionário

17 novembro, 2019

Por um futuro ainda melhor para o setor de defesa nacional



*LRCA Consulting - 17/11/2019

Em entrevista à revista Tecnologia & Defesa, o presidente e CEO da Taurus Armas S.A. comenta sobre a Base Industrial de Defesa do Brasil e as precauções que o governo deve ter para fazer com que continue gerando empregos, divisas e soberania para o País.

"A Base Industrial de Defesa do Brasil (BID) gera 60 mil empregos diretos, 240 mil empregos indiretos e é responsável por 3,7% do PIB nacional.

O futuro, no entanto, é incerto. Independente do segmento de mercado em que atuamos, as perspectivas econômicas são sem dúvida complexas. Junto a isso, as mudanças relacionadas à legislação do segmento e novas regras para o comércio de produtos do setor podem ser medidas de política pública adotadas com boas intenções, mas podem gerar efeitos indesejados, com impacto negativo que supera os benefícios pretendidos.

Decisões em políticas públicas que favoreçam importações generalizadas, sem a correspondente contrapartida de aquisições de produtos brasileiros por outros países ou que em encomendas tecnológicas não garantam transferência de tecnologias podem se constituir em ameaça para a sobrevivência  da BID, com consequências negativas para a economia e para garantia da soberania.

Não se trata de protecionismo ou monopólio. Nossas indústrias de defesa são, em geral, altamente competitivas apesar das condições muitas vezes adversas que quem produz enfrenta no Brasil.

As indústrias estrangeiras são bem vindas para produzir, gerar empregos e concorrerem pé de igualdade com as que já estão aqui estabelecidas, de forma a proporcionar maior competitividade tanto econômica quanto de qualidade.

No entanto, abrir o mercado com regras desiguais, com falta de isonomia fiscal e regulatória, é condenar o Brasil à desindustrialização e ao colonialismo tecnológico.

Permitir esses desequilíbrios significa prejudicar a indústria nacional e favorecer as indústrias estrangeiras. É política industrial de defesa ao avesso.

Certamente, essa não é a pretensão do Governo Federal. Resta a expectativa de que as autoridades saberão compreender a importância para os interesses nacionais.

Em todo o mundo, nossos produtos tomam a vida das pessoas mais segura. É por isso que buscamos a excelência e investimos nisso recursos, talentos, inteligência e coração. Frente aos desafios que se apresentam, que nossa maior motivação seja a renovação diária, para que possamos trabalhar e esperar sempre por um futuro cada vez melhor".

Base Industrial de Defesa (BID) como Alternativa para o Desenvolvimento de Municípios e Regiões fora dos Grandes Centros Urbanos




Ciclos econômicos têm início, meio e fim. São conhecidas as histórias de cidades e regiões antes prósperas que se tornaram decadentes pela superação tecnológica alinhada à acomodação e a inércia. Felizmente, são presentes os exemplos de cidades que se reinventaram e impulsionaram não apenas o próprio desenvolvimento.

Um dos maiores desafios para municípios e para os agentes econômicos é encontrar novas vocações que permitam a atração de empresas e possam incentivar o desenvolvimento, criar oportunidades de negócio, gerar empregos bem remunerados, formar e reter talentos.

É nesse contexto que se insere o mercado de Defesa & Segurança que no mundo movimenta por ano mais de 1,8 trilhão de dólares e no Brasil mais de 200 bilhões de reais gerando no país mais de 60 mil empregos diretos e 240 mil indiretos. O salário médio de R$ 4.100,00, nas empresas atuantes nesse mercado, o que contrasta com a média nacional de R$ 1.943,00.

Esses mercados demandam, literalmente, do alfinete ao foguete. Vão muito além do armamento, passando por calçados, vestuários, alimentos e tudo aquilo que é consumido pelas Forças Armadas e de Segurança Pública.

Devemos pensar no efetivo militar (pessoas) e nas suas necessidades como um todo. Isso é o que se chama Economia de Defesa e movimenta mais de 6% do PIB nacional.

O efetivo das Forças Armadas no Brasil já supera os 330 mil militares que comem, vestem, trabalham, estudam, treinam, entre outras atividades que demandam aquisições e suporte.

Nos quartéis encontraremos veículos que consomem combustíveis e lubrificantes e que demandam manutenção. As próprias estruturas físicas das organizações militares precisam ser construídas e mantidas. Tudo isso é negócio!

E percebam que nem abordei o desenvolvimento dos Projetos Estratégicos das áreas da defesa, segurança e aeroespacial e a renovação da frota das Forças Armadas e de Segurança que tem orçamento bilionário. Abordei apenas aquilo que de pronto já pode ser oferecido.

Embora exista o reconhecimento do potencial desse mercado é incipiente o conhecimento de como acessá-los, principalmente, fora dos grandes centros urbanos e eixos já estabelecidos.

Se de um lado há a busca de alternativas econômicas por parte de municípios e regiões, de outro lado existe a necessidade de desenvolvimento da Base Industrial de Defesa (BID) nacional como política de Estado, a melhoria do ambiente de negócio para a Iniciativa Privada e a absorção da mão de obra formada o que interessa às Instituições de Ensino Técnico e Superior. No meio do caminho todas essas necessidades se encontram.

Segundo fala recente do Secretário de Produtos de Defesa, Dr. Marcos Degaut, da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD), do Ministério da Defesa, das mais de mil empresas cadastradas como Empresa de Defesa no Brasil, só 1,7% trabalham com armas e munições.

Existem nos municípios fora dos grandes centros urbanos vocações e competências instaladas que são convergentes. Alguns deles já poderiam fazer negócios com as Forças Armadas e de Segurança. Mas falta a eles conhecimento sobre o que é e como funciona a BID.

Tenho trabalhado esse tema em muitos municípios e o tenho defendido junto à federações e associações industriais e empresariais. Também tenho dito que nós de "dentro da bolha " da BID temos que falar mais para fora dela. Sempre achei curioso e sintomático o fato de encontrar as mesmas pessoas, empresas e autoridades em feiras, eventos e congressos.

Mas devo reconhecer que essa ampliação tem acontecido, sobretudo, por causa dos eventos que agora acontecem em diferentes regiões como é o caso do Amazon Security & Defense Exhibition - ASDX em Belém no Estado do Pará e o SMART DEFESA que acontecerá no Centro-Oeste de Minas Gerais e percorrerá outras regiões e Estados.

Eis o nosso desafio e também está aí a oportunidade.

16 novembro, 2019

Pistola Taurus TX-22 é escolhida como uma das quatro melhores armas nos Estados Unidos


https://nationalinterest.org/blog/buzz/these-are-best-4-guns-2019-who-made-list-glock-sig-96536


*LRCA Consulting - 16/11/2019

A revista "The National Interest", em edição online de hoje (16), publica que a pistola Taurus TX-22 foi escolhida como uma da quatro melhores armas dos Estados Unidos em 2019.

As quatro armas serão destaque na National Shooting Sports Federation’s annual Shooting, Hunting, Outdoor Trade Show - SHOT Show, evento número um da indústria de armas de fogo na América.

Realizada todo mês de janeiro em Las Vegas, Nevada, a SHOT é um local onde a indústria de armas exibe suas novidades e projetos mais inovadores.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria.

14 novembro, 2019

Flagramos o protótipo da nova submetralhadora compacta da Taurus Armas!

http://tecnodefesa.com.br/flagramos-o-prototipo-da-nova-submetralhadora-compacta-da-taurus-armas/?fbclid=IwAR0FIt2LmOZs4xWcrfmDe0h6WM2sgpZGQzCjb-87WXZ6csUSgktLZnvddz8


Tecnodefesa - 14/11/2019

A Taurus está trabalhando em uma nova submetralhadora aparentemente em calibre 9 mm, de design completamente novo, e versões do seu fuzil T-4 no calibre .300 Blackout (BLK) com acabamento em Cerakote*, apresentando novas coronhas ergonômicas e placas do guarda mão táticas com trilhos picattiny integrados, em duas diferentes configurações de canos.

Flagradas nas ações de 80 anos da empresa (quando era proibido inclusive fotografar os protótipos) as novas armas chamaram bastante a atenção, especialmente a submetralhadora, compacta e com pistol grip estilo T-4 mais uma coronha bifilar retrátil em material plástico reforçado.

A parte superior da nova submetralhadora é bem reta, com trilhos picattiny incorporando massa e alça de mira compatível.

O cano do protótipo fotografado é pequeno, evidenciando a compacidade do projeto.

Travas/seletor de tiro, o retém de carregador e a alavanca de manejo estão do lado direito da nova submetralhadora.

Não se sabe a capacidade dos carregadores já que não obtivemos fotos do protótipo municiado.

A julgar pelo tamanho e disposição da janela de ejeção, a nova sub foi construída no calibre 9 mm ou em .40, mas isso é uma especulação, já que não obtivemos qualquer informação da Taurus, que preferiu não se pronunciar sobre as fotos.

http://tecnodefesa.com.br/flagramos-o-prototipo-da-nova-submetralhadora-compacta-da-taurus-armas/?fbclid=IwAR0FIt2LmOZs4xWcrfmDe0h6WM2sgpZGQzCjb-87WXZ6csUSgktLZnvddz8

*Cerakote é um revestimento de polímero + cerâmica. Pode ser aplicado em metais, em plásticos, polímeros e madeiras. A formulação exclusiva usada para o revestimento cerâmico aprimora várias propriedades de desempenho físico, incluindo resistência à abrasão/desgaste, resistência à corrosão, resistência química, resistência ao impacto e dureza. Os revestimentos cerâmicos utilizam tecnologia de ponta para superar qualquer revestimento competitivo em ambientes exigentes e aplicações do mundo real.

Veja mais fotos dos protótipos na matéria original em Tecnodefesa.

Taurus Armas: avançam as tratativas para uma joint venture bilionária na Índia



*LRCA Consulting - 14/11/2019

Em entrevista publicada hoje pelo Valor Investe, o presidente e CEO da Taurus Armas S.A. declarou estar com viagem marcada para a próxima semana para estudar uma possível joint venture na Índia para a construção de uma fábrica da Taurus.

"Está bastante avançada essa negociação. Não está concluída, mas a via está muito pavimentada, faltam detalhes. São culturas diferentes, legislação diferente, mas estamos caminhando. É um dos maiores consumidores de todos os produtos no mundo, pelo tamanho de sua população", diz Salesio.

Saiba mais sobre o assunto:

Resultados da Taurus nos nove primeiros meses do ano são positivos
Em balanço trimestral divulgado ontem, em que pese um lucro líquido negativo de R$ 26,4 milhões no último trimestre, outros indicadores trimestrais e os resultados consolidados do ano são positivos para a empresa.

A receita operacional líquida teve alta de 26% no trimestre, passando de R$ 192,3 milhões para R$ 242,3 milhões. Na análise do acumulado do ano, a alta foi de 16,7%, chegando em R$ 727,4 milhões.

A produção de armas nas fábricas brasileira e americana subiu 16,4%, para 334 mil unidades, especialmente com avanço na produção no Brasil, que respondeu por 77% do total.

As vendas cresceram 35% para 345 mil unidades. O principal crescimento foi na exportação, que passaram de 8 mil unidades para 22 mil unidades.

No Brasil, as vendas cresceram 32% para 33 mil unidades e, nos Estados Unidos, passaram de 286 mil unidades para 291 mil unidades.

O Ebitda cresceu 18,2%, passando de R$ 97,1 milhões para R$ 114,8 milhões. A margem foi de 15,8%.

A companhia conseguiu reverter o prejuízo de R$ 44,6 milhões nos primeiros nove meses do ano passado e reportou lucro de R$ 21,3 milhões em 2019.

“Os resultados dos nove meses de 2019 mostram evolução positiva em relação ao registrado no mesmo período de 2018, ano que tinha apresentado desempenho superior ao exercício anterior”, ressaltou Salesio Nuhs, CEO da Taurus. “O objetivo de melhorar os indicadores operacionais e financeiros vem sendo alcançado”.

Perspectivas para o último trimestre do ano
Ao comentar sobre as perspectivas para o próximo trimestre, Salesio comentou que a Taurus tem um horizonte promissor para a reta final do ano, pois será nesse período que serão contabilizadas as vendas e colhidos os frutos da combinação entre a "Semana do Brasil", período de descontos promovido pelo governo federal, e a flexibilização da posse de armas assinada por Jair Bolsonaro. Segundo a empresa, foram recebidos mais de 20 mil pedidos de armas na Semana do Brasil (de 6 a 15 de setembro), em que os produtos tiveram 20% de desconto.

"As vendas vêm aumentando no Brasil com o novo governo. Toda essa exposição na mídia aumenta a procura e os consumidores voltaram a confiar nos produtos Taurus", afirma o executivo.

Em dezembro, a Taurus deve inaugurar sua fábrica nos EUA, no estado da Geórgia, que deve dobrar sua capacidade produtiva no país e chegar a 800 mil armas por ano.

Presidente Bolsonaro visitará a Índia em janeiro de 2020 - setores espacial e de defesa estão na pauta
Conforme anunciou o jornal India Blooms, em edição online de 13/11, o primeiro-ministro indiano Modi convidou o Presidente do Brasil para ser o único chefe de estado estrangeiro no Dia da República de 2020 (26 Jan). O Presidente do Brasil expressou sua prontidão e informou que uma grande delegação de empresários o acompanhará à Índia. Eles também discutiram outras áreas de cooperação, incluindo os setores espacial e de defesa.

 *Com informações de Valor Investe, India Blooms e Taurus Armas.

13 novembro, 2019

Exército assina o contrato do VBMT-LR com a Iveco



Tecnodefesa - 06/11/2019

No dia de hoje, 06 de outubro de 2019, as 11:00 hs, após uma longa gestação, o Exército Brasileiro (EB), assinou o contrato com a empresa IVECO Veículos de Defesa, no Salão de Honra do Estado-Maior do Exército (EME), em Brasília-DF, relativo à aquisição ao primeiro lote do programa VBMT-LR, composto por 32 viaturas, que deverão ser entregues em duas etapas, nos anos de 2020 e 2021.

As viaturas desse contrato serão produzidas na planta da IVECO na Itália, mas depois irão para a planta de Sete Lagoas-MG para receber a pintura padrão EB e integração dos sistemas de armas e comando e controle, e as negociações para a aquisição dos dois lotes restantes ainda estão em curso, mas espera-se que o contrato seja assinado em breve. Todo o gerenciamento desses contratos foi, e continuará sendo, efetuado pela Diretoria de Fabricação (DF), do EB, no Rio de Janeiro.

O EB ainda não escolheu o nome do LMV-BR, mas sabe-se que provavelmente será uma homenagem a uma tribo indígena brasileira.

Veja a íntegra aqui.

Megalicitação de pistolas: Taurus e outras empresas poderão entrar com recurso





LRCA Consulting - 13/11/2019

A Taurus Armas informou hoje que entrará com recurso na Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) contra os termos do edital que, na prática, inviabiliza sua participação no certame.

Matéria publicada na coluna "Painel" da Folha de São Paulo, no dia 10 de novembro, dá conta que o mercado de armas reagiu na última semana, depois que a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) lançou, na terça (05), um edital para a compra de quase 160 mil armas. Segundo fabricantes, o prazo oferecido, para o próximo dia 20, é curto demais para empresas entrantes se adequarem, o que pode restringir a competição. A maior queixa é o tempo exigido para a entrega de um relatório sobre a verificação de padrões internacionais de qualidade técnica das pistolas.

O documento, conhecido como AC225, tem custo de execução em torno € 450 mil e leva ao menos 45 dias para a realização do teste, além de outros 15 dias para cumprir outras etapas como tradução juramentada e registro no cartorário, segundo Antonio Vilas Boas, da fabricante croata HS Produkt no Brasil.

Marcelo Costa, representante da suíço-alemã Sig Sauer no Brasil, diz que vai enviar um pedido de reconsideração à Senasp. “É um prazo muito curto para providenciar toda a documentação de um edital tão grande, que vai levar o vencedor a ter enorme controle sobre o fornecimento de armas no país.”

Ainda conforme a Folha, a arma da Taurus está fora da nova licitação da Senasp por possuir uma trava de segurança adicional. “É de fundamental importância que as licitações realizadas no Brasil não tenham exigências descabidas para excluir a indústria nacional, o que neste caso não está existindo”, diz a empresa.

Contatado hoje por esta consultoria, Salesio Nuhs, Presidente e CEO da Taurus Armas S.A., afirmou que "Entraremos com recurso e vamos participar da licitação".

Observação: ao contrário do que publicou a Folha, o edital foi lançado no dia 04 de novembro e a abertura das propostas está prevista para o próximo dia 18.

Taurus Armas - os dois lados da moeda no balanço do 3º trimestre




Compilação: LRCA Consulting - 13/11/2019

A Taurus Armas (TASA3 e TASA4) reverteu o lucro líquido de R$ 48 milhões no terceiro trimestre de 2018 e apresentou prejuízo de R$ 26,4 milhões entre julho e setembro deste ano. O resultado líquido negativo é explicado pelo aumento das despesas financeiras líquidas devido à desvalorização de 8,2% da moeda brasileira em relação ao dólar, à menor lucratividade da operação americana e ao aumento das despesas operacionais.

Por outro lado, há vários indicadores positivos.

O resultado operacional cresceu 10%, para R$ 18,6 milhões.

A receita operacional líquida teve alta de 26% no trimestre, passando de R$ 192,3 milhões para R$ 242,3 milhões. Na análise do acumulado do ano, a alta foi de 16,7%, chegando em R$ 727,4 milhões.

A produção de armas nas fábricas brasileira e americana subiu 16,4%, para 334 mil unidades, especialmente com avanço na produção no Brasil, que respondeu por 77% do total.

As vendas cresceram 35% para 345 mil unidades. O principal crescimento foi na exportação, que passaram de 8 mil unidades para 22 mil unidades.

No Brasil, as vendas cresceram 32% para 33 mil unidades e, nos Estados Unidos, passaram de 286 mil unidades para 291 mil unidades.

O Ebitda, que mede a geração de caixa da empresa, caiu 18,2% e atingiu R$ 19,9 milhões entre julho e setembro. A margem Ebitda caiu 5 pontos percentuais e fechou em 8,2%.

Já entre janeiro e setembro, o Ebitda cresceu 18,2%, passando de R$ 97,1 milhões para R$ 114,8 milhões. A margem foi de 15,8%.

A companhia conseguiu reverter o prejuízo de R$ 44,6 milhões nos primeiros nove meses do ano passado e reportou lucro de R$ 21,3 milhões em 2019.

“Os resultados dos nove meses de 2019 mostram evolução positiva em relação ao registrado no mesmo período de 2018, ano que tinha apresentado desempenho superior ao exercício anterior”, ressaltou Salesio Nuhs, CEO da Taurus. “O objetivo de melhorar os indicadores operacionais e financeiros vem sendo alcançado”.

*Com informações de Valor Invest, Money Times e Taurus Armas

BTG Pactual adquire 5,24% das ações preferenciais da Taurus Armas S.A.


*LRCA Consulting - 13/11/2019


O BTG Pactual anunciou, em carta endereçada à empresa no dia 11, que adquiriu 2.626.998 ações PN (TASA4) da Taurus Armas S.A., representando 5,24% do total de ações preferenciais da companhia. A operação foi realizada no dia 07 de novembro e o objetivo é "a mera realização de operações financeiras", sem pretender "alterar a composição do controle, da estrutura administrativa ou atingir qualquer participação acionária em particular".

O BTG Pactual esclareceu ainda que a aquisição foi realizada pelos fundos geridos pela administradora de recursos.


12 novembro, 2019

Eleven Financial destaca o excepcional turnaround vivenciado pela Taurus Armas


*LRCA Consulting - 12/11/2019

Em minucioso e detalhado relatório produzido pela Eleven Financial e divulgado no dia 04 de novembro, os analistas Flávia Ozawa, Odilon Costa e Carlos Daltozo avaliam que a Taurus passa por uma profunda mudança operacional e financeira nos últimos anos, iniciado com a entrada da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) como controlador, em 2015.

Desde então, a companhia conseguiu melhorar seu processo produtivo. A automatização do processo produtivo na unidade de São Leopoldo (RS), resultou maior uniformidade dos produtos e controle sobre a qualidade.

A mudança da localização da fábrica nos Estados Unidos, de Miami para Bainbridge, Geórgia, é vista pelos analista da Eleven como um catalisador para os papéis da Taurus.

A ênfase do relatório está no excepcional turnaround (volta por cima) experimentado pela empresa a partir de 2017.

Confira aqui o Relatório da Eleven Financial.

(Com informações de MoneyInvest)

04 novembro, 2019

Análise: Ministério da Justiça faz megalicitação para compra de 160 mil pistolas



*Compilação e análise: LRCA Consulting - 04/11/2019

O Ministério da Justiça anunciou hoje a abertura de uma megalicitação visando adquirir 160 mil pistolas no calibre 9 milímetros. As armas serão distribuídas para as forças de segurança nos estados, além de alguns órgãos federais. A compra pode beirar a quantia de 500 milhões de reais.

A síntese da licitação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) foi publicada no Diário Oficial da União e no portal Comprasnet desta data, onde também pode ser baixado o edital completo. As propostas poderiam a ser entregues a partir hoje e a abertura será no dia 18 de novembro.

O edital prevê cinco lotes de armas, um para cada região do país, sendo que cada arma terá de vir acompanhada de maleta e quatro carregadores, de acordo com a seguinte distribuição:
- Região Norte: 21.192;
- Região Nordeste: 37.525;
- Região Centro-Oeste 33.676;
- Região Sudeste 31.000;
- Região Sul 34.558.

Edital prevê uma espécie de isonomia competitiva entre empresas nacionais e estrangeiras
A maior licitação brasileira para a compra de pistolas procura corrigir a falta de isonomia competitiva das indústrias nacionais quanto à questão tributária que incide sobre estas e que não grava os produtos importados.

Para ilustrar o problema, esta consultoria toma o exemplo da Taurus Armas S.A., que é a empresa mais afetada pelas discrepâncias tributárias.

Sendo uma companhia global, a maior fabricante de armamento leve da América Latina e uma das maiores do mundo exporta 85% de sua produção para mais de 100 países e, assim, está absolutamente preparada para enfrentar a concorrência no Brasil e no exterior, pois compete com as maiores empresas de armas nos mercados de exportação e, por este motivo, não tem razão alguma para temer qualquer tipo de concorrência no Brasil, desde que haja isonomia tributária.

Uma simulação permite entender melhor a questão tributária. Quando um cidadão compra uma arma, 70% do valor final são impostos e 30% é o valor do produto. Numa arma que custa R$ 4200,00 no Rio de Janeiro, os impostos federais e estaduais (IPI, PIS/CONFINS e ICMS) totalizam R$ 2.940,00. Subtraindo-se do restante o frete de R$ 265,00 que a empresa paga, o valor que esta recebe é de apenas R$ 995,00, por um produto que custou R$ 4200,00 ao consumidor.

Quando a arma é importada, não sofre a maior parte dessa carga tributária, criando uma concorrência desleal e predatória com os fabricantes locais.

Hoje, as leis beneficiam unilateralmente as exportações de armas para o Brasil e este tende a ser o sistema preferencial para as empresas estrangeiras, já que não há vantagem nenhuma para virem se instalar aqui, pois seriam tão penalizadas como a Taurus o é. Além disso, as empresas que exportam para cá não geram empregos e divisas para o País.

Frente a esse fato, o edital prevê, em seu item 7.11, que "As propostas de preço apresentadas por licitantes estrangeiros ou seus respectivos representantes, somente para fins de julgamento, deverão ser acrescidas dos gravames consequentes dos mesmos tributos que oneram exclusivamente os licitantes estabelecidos no Brasil quanto à operação final de venda, conforme § 4° do artigo 42 da Lei n° 8.666, de 1993". 

O item 7.12 esclarece que "Serão considerados gravames, para efeito de comparação das propostas, conforme previsto no art. 42, § 4° da Lei 8.666/93, no que se aplicar, os percentuais correspondentes ao Imposto de Importação (I.I.), ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), PIS e COFINS".

Logística pós-venda: um diferencial de peso para a Taurus
A megalicitação também se preocupa com a logística pós-venda, haja vista que não adianta adquirir um produto barato se a empresa vendedora não puder oferecer suporte, manutenção e assistência técnica em todas as regiões onde as armas estarão em serviço.

Assim, o item 9.9 prevê que "A licitante deverá emitir declaração informando que disponibilizará infraestrutura de suporte e assistência técnica em âmbito nacional no momento de avaliação da proposta, sob pena de desclassificação".

Um fato sobejamente conhecido neste mercado é a falta de mentalidade de manutenção de grande parte dos consumidores normais brasileiros e, até mesmo, de algumas entidades de segurança pública, fazendo com que as armas apresentem problemas diversos por falta de manutenção preventiva periódica e/ou após o uso diário em serviço. Segundo um documento do Comando Logístico do Exército, de 2016, “Em algumas instituições de segurança existe deficiência de política/gestão de manutenção preditiva, preventiva ou corretiva” das armas.

Isso fez com que a Taurus passasse a investir pesadamente na qualificação dos armeiros das entidades de segurança pública e privada, bem como na de sua equipe de representantes capilarizada por todo o país, difundindo maciçamente a mentalidade de manutenção.

Além disso, a empresa oferece ao consumidor uma ampla e ágil rede de distribuidores, pontos de venda e assistência técnica treinada em todo o território nacional, além de uma equipe de instrutores credenciados e peças de reposição rapidamente acessíveis.

Conclusões
Os termos do edital, ao estabelecerem uma forma de isonomia competitiva entre os possíveis concorrentes nacionais e estrangeiros, com base legal na proteção cautelar prevista na Lei 8.666/93, tornam o certame mais justo, haja vista o preço unitário vir a refletir um valor real, ganhando a empresa que oferecer o menor possível.

Por outro lado, ao ser estabelecido a obrigatoriedade de as propostas oferecerem "infraestrutura de suporte e assistência técnica em âmbito nacional" - requisito absolutamente indispensável para o melhor zelo com o bem público - esta consultoria entende que a Taurus Armas, caso concorra, já entrará no certame com uma vantagem dificilmente igualada ou superada por qualquer possível concorrente internacional.

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