A LRCA Defense Consulting é uma entidade sem fins lucrativos que se dedica a produzir e divulgar notícias e análises sobre as Empresas de Defesa. Não somos jornalistas e nem este é um blog jornalístico.
Da Dir. p/ a Esq.: 1° Ten Ivan Tharcio Santos Rios - Chefe da Seção de Indústria; Michele Mascari - Responsável da Qualidade T&A Brasil; Diego Dias - Coordenação Técnica T&A Brasil; Fabio Sianga; Cel Carlos Eduardo Brugiolo - Chefe da Divisao de Controle; Cap Bernardo Camargo da Silva - Adjunto da Seçãoo de Estudos Técnicos; e Cap Thimounier 2ª RM-SP
*LRCA Defense Consulting - 05/10/2021
Em 04 de outubro, a T&A Brasil recebeu ontem a Visita Técnica de Auditoria (VTA) da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército Brasileiro, em cumprimento ao termo de responsabilidade assinado pela empresa para exercer as funções de Organismo de Certificação Designado (OCD).
O objetivo da atividade foi realizar a avaliação dos processos de certificação já conduzidos pela T&A, além de se constituir em uma oportunidade ímpar para a transmissão de
orientações e compartilhamento de lições aprendidas, possibilitando ainda a
constatação, por parte da DFPC, da qualidade do trabalho desenvolvido
pela T&A e uma oportunidade para a transmissão de orientações e compartilhamento de melhores práticas.
"Ficamos felizes com o resultado positivo da VTA e com os elogios efetuados pela DFPC à T&A. Isso demonstra que estamos no caminho certo", declarou Fábio Sianga.
A procura por armas de fogo nos Estados unidos segue bastante aquecida, como mostra o número do NICS - National Instant Criminal Background System Checks referente a setembro de 2021, hoje divulgado, que totalizou 2.626.389 consultas para aquisição de armas.
Excetuando-se
o ano recorde e atípico de 2020, o número do mês passado supera todos
os meses de agosto desde 1999, mesmo com os EUA se encontrando em
período de verão, o que tradicionalmente diminui a demanda. Na mesma
linha, o somatório dos primeiros oito meses de 2021 já é 7,4% maior que o de todo o ano de 2019.
Projeções As
projeções mais conservadoras indicam que os 12 meses de 2021 poderão ser 35% superiores a 2019 e
apenas 3,5% inferiores do recorde absoluto de 2020.
No entanto, como pode ser visto no 4T20 e de anos anteriores, a tendência é que o número cresça bastante nesses três últimos meses de 2021, podendo aí atingir ou até mesmo superar o recorde histórico do ano passado.
Em qualquer uma das hipóteses, o fato significa que
a demanda por armas de fogo permanece muito aquecida entre os americanos.
Com o foco de criar produtos eficientes e cada vez mais sustentáveis, a WEG forneceu equipamentos para auxiliar no aumento de eficiência e de produção da metalúrgica Bocaiuva – RIMA Industrial S.A, localizada em Minas Gerais. O pacote contempla motor, inversor e centro de controle de motores.
Neste fornecimento, o motor WEG da linha Master, carcaça 500, 1.500 cv, 4.160 V, 8 polos, 60 Hz será responsável pelo acionamento do exaustor do sistema de despoeiramento do forno. O equipamento se destaca pela flexibilidade do seu projeto elétrico e mecânico, resultando em um produto com alto padrão de rendimento, adequando às normas internacionais e alinhado com as tendências mundiais. Além disso, o motor é intercambiável com outro motor já existente, possibilitando assim a troca ou remanejamento de motores em eventual necessidade.
O motor será integralmente comandado pelo inversor WEG MVW3000, que controlará todas as funções necessárias para a carga, sendo que a modulação adequada de velocidade será responsável por considerável economia de energia satisfazendo o objetivo principal do cliente. O inversor WEG MVW3000 foi desenvolvido para acionar, proteger e monitorar aplicações de todos os tipos, incluindo as mais complexas e de elevadas potências, por exemplo, grandes máquinas de mineração acionadas por um ou múltiplos motores em divisão de carga.
Constituído de componentes de última geração, aliados à sua engenharia fortemente focada no desempenho e robustez, o inversor garante excelente operação do sistema e máxima disponibilidade de máquina ao usuário, atendendo os mais altos padrões de qualidade esperados pela indústria no mundo.
Este fornecimento reforça a expertise e qualidade dos produtos WEG para o segmento de metalurgia. Além disso, a escolha por equipamentos WEG disponibiliza ao cliente toda a assistência técnica e atendimento pós-vendas, trazendo maior confiabilidade operacional dos equipamentos.
Da Esq. p/a Dir.: Carlos Muchinski, Lamberto Ramenzoni e Rubens Molena (Dodo)
*LRCA Defense Consulting - 04/10/2021
No final de semana de 01 a 03 de outubro, o Brasil, representado pela equipe composta por Rubens Molena (Dodo), Lamberto Goy Ramenzoni e Carlos Rafael Muchinski, atletas patrocinados Taurus & CBC, conquistaram pelo segundo ano consecutivo, a vitória do Match das Nações na modalidade Tiro à Hélice! O evento ocorreu no clube Somontes em Madri, Espanha.
Rubens Molena (Dodo)
No final de semana anterior, de 25 a 26 de setembro, o atleta Rubens
Molena conquistou o primeiro lugar na "Copa S.M. el Rey 2021 Fan 32 –
Campeonato Del Mundo de Tiro de Hélices", em Madri, na Espanha.
Dodo
Molena, como é conhecido, foi o único atirador que conquistou a
pontuação 20/20 na disputa final, surpreendendo o cenário mundial da
modalidade.
Lamberto Ramenzoni
Ainda no dia 1º de outubro, Lamberto Ramenzoni sagrou-se campeão mundial com a pontuação 45/45, na Copa Presidente y Cto, na Espanha, onde competiu com 332 atiradores.
The Helix Shot (Tiro à Hélice)
Esta
modalidade do Tiro Esportivo consiste em lançar uma hélice em voo e
quebrá-la, ou pelo menos, separar a placa testemunha (branca) das pás
(laranja). É condição sine qua non que a referida testemunha permaneça dentro do cercado, que é uma área delimitada como um âmbito. Se a
testemunha branca cair fora desse carcado, mesmo que tenha saído das
lâminas, é considerada ruim ou falhou, como se não tivesse sido
quebrada.
A quadra é organizada com cinco máquinas duplas em frente a
uma estação central, com várias posições, e geralmente cada curva é
composta por nove hélices que são disparadas em três lotes de três. Cada uma pode
ser disparada até dois disparos e há duas instâncias onde o atirador
solicita: uma de aceleração onde as hélices começam a girar (ao dizer
“pronto”), e uma segunda fase de ejeção, quando a hélice é disparada da
lançadeira, ao comando de "puxar" ou "ir".
Ao contrário das placas
que voam em linha reta, como no Tiro ao Prato,as hélices o fazem em velocidades mais lentas,
mas de maneiras mais imprevistas, o que não torna mais fácil
acertá-las.
O patrocínio CBC e Taurus Mais uma vez, atletas patrocinados pela CBC e Taurus têm um excelente resultado em um campeonato de tiro esportivo.
Consideradas
entre as principais fabricantes de armas e munições do mundo, a CBC e a
Taurus investem fortemente em apoio ao esporte do tiro e oferecem ao
segmento um completo portfólio de produtos de alto desempenho e
qualidade.
Além de incentivarem o esporte e entidades
organizadoras, incluindo Confederações, Federações e Ligas, entre outras
entidades, e campeonatos em todo Brasil, atualmente, as empresas também
patrocinam diretamente cerca de 40 atletas em diversas modalidades e
categorias do Tiro Esportivo, de competidores consagrados a jovens
talentos.
O programa de patrocínios da CBC e da Taurus tem como
objetivo apoiar os atletas, oferecendo apoio e recursos de que eles
necessitam para atingir seu potencial máximo. Os patrocinados são
selecionados com base em suas jornadas, potencial e conquistas
esportivas. Além disso, o programa também tem como objetivo incentivar o
ingresso e formação de novos atiradores e jovens talentos.
Cada
vez mais em crescimento, o Tiro Esportivo possui tradição no País e
rendeu a primeira medalha olímpica para o Brasil. Em 1920, Guilherme
Paraense obteve a primeira medalha de ouro em Jogos Olímpicos. A
conquista ocorreu na Antuérpia, na modalidade “Tiro de Revólver”.
O Brasil tem interesse em comercializar equipamentos de defesa com os Emirados Árabes Unidos. Em entrevista concedida à imprensa, em Dubai, neste domingo (3), o vice-presidente brasileiro, Hamilton Mourão (PRTB), destacou que quer não apenas vender material para os árabes como também comprar deles.
Ele participou da abertura do fórum de economia sustentável da Amazônia Emirados Árabes-Brasil , que reuniu empresários, investidores e autoridades governamentais dos dois países.“Temos um protocolo entre os dois ministérios da Defesa que tem que avançar. É uma grande oportunidade para ambos os países, porque ambos produzimos produtos nessa área, produtos de grande valor. Então é uma área em que temos que sentar e conversar mais, para avançarmos nisso.
Blindados, Avibras e Embraer A ideia é, em quatro ou cinco anos, chegar à marca de US$ 5,6 bilhões na balança comercial entre os dois países, ou seja, o dobro do registrado em 2020. Entre as oportunidades para os Emirados Árabes está uma licitação para a compra de veículos blindados 8x8 que está em andamento no Brasil. Por outro lado, a indústria brasileira tem interesse em vender seus sistemas de lançamento múltiplo de foguetes.
Outra meta do Brasil é conseguir vendas de jatos da Embraer para companhias aéreas da região, que tem um mercado consolidado de aviação civil. Apenas nos Emirados Árabes, há duas grandes companhias aéreas com grande presença internacional, a Emirates e a Etihad, além de outras como Flydubai e Air Arabia.
“Existe uma expansão nessa região em termos do transporte aéreo. O próprio Brasil abriu nosso mercado de transporte aéreo para empresas estrangeiras, sem necessidade de ter um sócio brasileiro. Então, uma empresa que for se estabelecer no Brasil pode adquirir as aeronaves da Embraer. A Embraer também vai entrar nesse novo ramo do carro voador. É um amplo espaço que existe para haver um progresso”, afirmou o vice-presidente.
Ele destacou, no entanto, que o mercado é muito competitivo com forte presença das gigantes Boeing e Airbus, além da competidora direta da Embraer, a Bombardier. “É uma disputa que não é simples. Temos que ter uma condução muito boa nisso, não só no nível diplomático e governamental, mas também no nível econômico e comercial. A associação do ente público com o ente privado no sentido de que a gente tenha uma força efetiva para poder competir num mercado onde duas grandes empresas procuram controlar o mercado”.
Investimentos Mourão também aproveitou o encontro com empresários árabes para falar sobre oportunidades para investidores na Amazônia, tema que ele vem reforçando desde que chegou a Dubai, no último dia 30. Segundo ele, há, por exemplo, possibilidades de investimentos em infraestrutura de transportes e energia, não apenas na região amazônica, como em outros locais do país.
“Há um bom espaço para investimentos. E um investimento que trará um bom dinheiro para quem colocar dinheiro lá. Eu sei que os Emirados Árabes têm fundos admiráveis, com grande capacidade de investir em todo o mundo”, disse ele, complementando que árabes já têm investidos no Brasil cerca de 10 bilhões de dólares.
Energias alternativas Na coletiva de imprensa, o vice-presidente disse também que é preciso desburocratizar o marco energético brasileiro, para que se possa ampliar a geração de energia solar e eólica no país. “Ainda existe muita limitação para a questão da energia solar. Existem áreas no Brasil cuja vocação será a produção desse tipo de energia. No sertão nordestino, você pode criar ali fazendas de energia solar, onde a pessoa que possui aquela terra, que vive em uma condição extremamente limitada, terá ganhos para ele, para sua família e, ao mesmo tempo, vai ter produção de energia”, disse.
Segundo ele, esse tipo de geração poderia complementar o fornecimento de energia para o país em momentos como que o Brasil está vivendo, de redução da produção hidrelétrica devido à escassez de chuvas.
A Embraer recebeu sua maior encomenda de eVTOLs (sigla em inglês para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical, como é chamado oficialmente o “carro voador”) para o mercado brasileiro.
A fabricante de aviões deve entregar, a partir de 2026, até 100 unidades para a empresa de compartilhamento de aeronaves Avantto.
Antes desse acordo, a Embraer havia anunciado que a Helisul (de táxi aéreo) fez um pedido inicial de 50 veículos e que a Flapper (plataforma de aviação executiva) fechou contrato para operar até 25 unidades.
O valor dos negócios não foi divulgado.
Ainda longe de ter a tecnologia completamente desenvolvida e certificada pelas autoridades reguladoras, a Embraer - por meio de sua subsidiária Eve - já recebeu pedidos para entregar 735 eVTOLs em todo o mundo, além de ter criado seis parcerias para desenvolver a infraestrutura que será necessária para os “carros voadores” operarem.
Segundo o diretor executivo da Avantto, Rogerio Andrade, os eVTOLs encomendados deverão atender a toda a América Latina, mas é esperada uma demanda maior no Rio de Janeiro e, principalmente em São Paulo.
A própria Embraer estima, de modo “conservador”, que o mercado paulistano terá 500 aeronaves do modelo até 2035.
Apesar de hoje atuar na venda e na operação de aeronaves compartilhadas, a Avantto pretende trabalhar com o eVTOL como táxi aéreo. Ainda de acordo com Andrade, o preço das viagens deve diminuir conforme a empresa ganhar escala até chegar ao patamar próximo de uma corrida realizada por um Uber Black (serviço premium da Uber).
Para alcançar esse nível de preço, no entanto, será preciso que o eVTOL seja autônomo, ou seja, voe sem piloto, o que deve ocorrer em uma fase mais adiante.
O presidente da Eve, Andre Stein, afirma que preços mais acessíveis ao consumidor serão possíveis porque o custo de operação do “carro voador” deverá equivaler a 10% do de um helicóptero. “O eVTOL é um veículo que reduz gasto com combustível e manutenção, além de ser autônomo no longo prazo.”
A Avantto também deve participar do desenvolvimento da infraestrutura que receberá os pousos e decolagens dos “carros voadores”. Um dos investidores da companhia é a Rio Bravo, gestora de recursos que também tem investimentos no setor imobiliário e que poderá ajudar na definição de prédios que servirão como terminais de embarque de passageiros.
A encomenda da Avantto coloca a Eve entra as empresas de eVTOLs com mais pedidos até agora. A companhia brasileira perde apenas para a inglesa Vertical, que já anunciou ter recebido pedidos para entregar 1.350 aeronaves.
No total, os contratos da Vertical somam US$ 5,4 bilhões e foram fechados com empresas como American Airlines e Virgin Atlantic. A Vertical tem mais vantagem: promete entregar suas primeiras unidades em 2024.
A Embraer sempre foi cética em relação a prazos mais apertados por considerar que o processo de certificação não será rápido. Segundo o executivo, a companhia está adiantada em suas pesquisas quando se considera o prazo estabelecido para a entrega de suas primeiras unidades, 2026.
“Estamos avançados no desenvolvimento do software que vai na aeronave e voando em modelos de várias escalas. A expectativa é voar neste ano ainda um modelo 1:1.” Essa aeronave de teste deverá ser pilotada remotamente, explica Stein.
Tecnologia O “carro voador”, aeronave que vem sendo desenvolvida por dezenas de empresas em todo o mundo, não se assemelha ao usado pelos personagens do desenho Jetsons. O veículo está mais para um helicóptero, e seu uso será compartilhado - você não terá um eVTOL próprio. Mesmo assim, a tecnologia não deixa de ser revolucionária.
Uma das principais diferenças entre o eVTOL e helicópteros ou aviões é que ele será elétrico. Sem usar combustível de aviação, o impacto ambiental e o custo para operá-lo são reduzidos.
As aeronaves também estão sendo criadas para ser menos complexas que os helicópteros e, elétricas, demandarão menos manutenção, o que as torna mais baratas.
No caso dos helicópteros, a manutenção corresponde a 30% dos custos de operação. Mais acessíveis, os eVTOLS poderão ter a mesma popularidade dos aviões comerciais, dizem especialistas.
Outra vantagem de ter motor elétrico é que ele torna a aeronave é mais silenciosa. Isso fará com que um maior número de “carros voadores” possa operar em grandes centros urbanos sem gerar poluição sonora.
Os projetos preveem ainda vários sistemas redundantes nos eVTOLs. Assim, caso haja algum problema com uma peça ou um software, haverá algo semelhante para substituí-lo. Assim, especialistas afirmam que o “carro voador” deverá ser mais seguro do que os helicópteros.
SÃO PAULO (Reuters) – A Eve Urban Air Mobility, empresa da Embraer, recebeu pedido de até 100 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), afirmou a assessoria de imprensa da Embraer neste domingo.
O pedido foi feito pela Avantto, uma empresa com sede no Brasil, com entregas programadas para começar em 2026.
A frota da Avantto já conta com diversos tipos de aeronaves, incluindo os jatos executivos Phenom 300 e Phenom 100 da Embraer, conforme informações em seu site.
A encomenda foi noticiada pela primeira vez neste domingo pelo jornal O Estado de S.Paulo, citando o presidente-executivo da Avantto, Rogério Andrade.
Nem o jornal nem a Embraer citaram o valor do pedido.
Este é o maior pedido já recebido pela Eve de um cliente no Brasil, disse a assessoria da Embraer. No geral, a unidade tem pedidos envolvendo 735 eVTOLs, acrescentou.
Esta é a segunda vez em menos de um mês que a Embraer Eve anuncia um grande pedido eVTOL. Em 23 de setembro, a Eve disse que a Bristow encomendou até 100 eVTOLS, com entregas previstas para começar em 2026.
No dia 28 de setembro, o Secretário de Justiça e Sistema Penal e Socioeducativo (SJSPS), Mauro Hauschild, e o Superintendente dos Serviços Penitenciários, José Giovani Rodrigues de Souza, realizaram uma visita técnica às instalações da fábrica da Taurus, em São Leopoldo (RS).
Na ocasião, foram recepcionados pelo CEO Global da empresa, Salesio Nuhs, que, na linha de produção, demonstrou aos visitantes as potencialidades e qualidade do amplo portfólio de produtos Taurus.
Em uma visita guiada nas dependências da fábrica, os integrantes puderam acompanhar o desenvolvimento das peças e componentes das armas, bem como os novos armamentos produzidos pela empresa.
Pistola TS9 RA (ambidestra)
As autoridades realizaram manuseio e disparos com as pistolas TS9 RA (ambidestra), G2c e com a microcompacta GX4, além dos modelos inéditos que estão em fase de homologação como o fuzil T4 no calibre .300 BLK e o revólver modelo 460.
Fizeram parte da comitiva visitante o secretário adjunto, Cel PM Egon Kvietinski, o diretor do Departamento de Segurança e Execução Penal (DSEP), Vagner Cogo, o responsável pelo setor de material bélico da Susepe, Jeferson Pavanelo, e os assessores de assuntos institucionais da SJSPS, Jonathan Silva e César Kurtz.
Considerando-se que os visitantes representam o alto escalão administrativo e técnico da SJSPS e da Susepe, é razoável supor que tenham ido conhecer e testar especificamente as pistolas TS9 RA e G2c, visando uma futura aquisição da primeira para uso em serviço e, da segunda, para backup e/ou uso velado.
Comitiva da SJSPS e da Susepe conheceu a linha de montagem da Taurus
Fuzil T4 Recentemente, a Secretaria da Administração Penitenciária do Governo do Estado do Rio
Grande do Sul adquiriu 30 novos fuzis Taurus semiautomáticos
modelo T4 para reaparelhamento bélico da Superintendência dos Serviços
Penitenciários (Susepe) do Estado, sendo que, em julho deste ano, já havia comprado 20 fuzis T4 e 150 espingardas CBC Pump Military de calibre 12, com as armas sendo distribuídas por todo sistema prisional gaúcho, bem como aos Grupos de Intervenção Regional da Susepe.
No dia 27 de setembro, o Projeto Amazônia Conectada (PAC) foi lançado no município de São Gabriel da Cachoeira (AM). A iniciativa promove conectividade na região amazônica por meio de ligações de fibra óptica. A ação foi acompanhada pelo Comandante do Exército Brasileiro, General de Exército Paulo Sérgio, por videoconferência.
De acordo com o General Paulo Sérgio, o projeto contribui para a integração da Amazônia brasileira. “Facilita muito a missão da Força na faixa de fronteira, na defesa da Pátria, na conexão com a ponta da linha, com os Pelotões Especiais de Fronteira, assim como na ajuda da Mão Amiga da Força nas comunidades ribeirinhas e nas terras indígenas”.
O Presidente do Processamento de Dados do Amazonas (PRODAM), Lincoln Nunes da Silva, destacou a ação. “Hoje estamos atendendo a escolas e hospitais, levando o conhecimento, a esperança e a oportunidade de garantir que o homem do interior tenha o acesso que temos na capital. Na área da educação, por exemplo, temos o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM) instalado em sete municípios, temos hospitais funcionando e temos a Universidade do Estado do Amazonas, que recentemente foi ligada no município de São Gabriel da Cachoeira”, concluiu.
Já o Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Furlan, reiterou o fato de o projeto ser uma ferramenta que vem facilitando o comando e controle, as comunicações com as Forças e, principalmente, ajudando a sociedade.
Projeto Amazônia Conectada As fibras ópticas do PAC já beneficiam uma série de serviços no estado do Amazonas. A chamada Rede Vitória Régia (RVR) interliga as cidades via cabos ópticos lançados nos leitos dos rios. Os cabos estabelecem canais de transmissão de dados em alta velocidade, beneficiando tanto as organizações militares das Forças Armadas como a sociedade. Aproximadamente 1,9 mil quilômetros de cabos ópticos já foram instalados, conectando dez cidades do interior. Ao longo das infovias do Rio Negro, foram interligados os municípios de Novo Airão, Vila de Moura, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira. Ao longo do Rio Solimões, foram interligadas as cidades de Iranduba, Manacapuru, Coari e Tefé.
Em julho de 2021, o Exército Brasileiro estabeleceu um Acordo de Cooperação com o Governo do Estado do Amazonas, que, por intermédio do Processamento de Dados do Amazonas S/A (PRODAM), expandirá as redes metropolitanas para conectar órgãos públicos (de todas as esferas), escolas e hospitais à Rede Vitória Régia, o que ampliará a implementação de políticas públicas no interior do estado do Amazonas.
Atualmente, seis hospitais estão conectados à RVR e usufruem de serviços de telemedicina, inclusive com consultas com médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, além de dez instituições de ensino fundamental, médio e técnico, e outras instituições, como o Tribunal de Justiça do Amazonas, o Tribunal Regional Eleitoral, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Polícia Militar do Amazonas.
O projeto destaca-se pelo seu caráter dual e pela complementariedade entre os interesses da Defesa e a aplicação para a sociedade brasileira. A rede de comunicações estabelecida pelo PAC, além de proporcionar ao Exército e às demais Forças Armadas meios modernos de comando e controle, permite que outros órgãos da administração pública federal, estadual e municipal possam implementar políticas públicas em localidades antes não beneficiadas e, consequentemente, a inclusão digital de milhares de famílias que passaram a contar com a capacidade provida pela nova infraestrutura, o que contribui para o progresso de toda a sociedade.
Dentre a série de serviços digitais que podem ser providos por uma rede de dados de alta velocidade e oferecidos à população do interior do estado do Amazonas, merecem destaque a internet, a telemedicina, o ensino a distância, a segurança pública, o trânsito e o turismo.
Em parceria com a Unisinos, empresa oferece a seus colaboradores o curso
Master Business Engineering (MBE) em Engenharia de Produção e Sistemas
Taurus
Universidade do Vale do Rio do Sinos - UNISINOS
*LRCA Defense Consulting - 02/10/2021
A Taurus, Empresa Estratégica de Defesa e uma das principais fabricantes de armas leves do mundo, segue com foco na formação dos seus colaboradores e está com um novo programa educacional.
Desta vez, a empresa vai desenvolver e qualificar seus talentos por meio do Programa Educacional de Excelência em Pesquisa e Inovação (PROET). As aulas do Master Business Engineering (MBE) em Engenharia de Produção e Sistemas Taurus iniciaram em 17 de setembro de 2021, na Unisinos - Universidade do Vale do Rio do Sinos, em São Leopoldo (RS).
O curso simulará em sala de aula demandas reais dos profissionais da companhia. Cada participante será estimulado a desenvolver um projeto de melhoria contínua em produtos ou processos, sob supervisão dos gestores da Taurus. As aulas acontecerão às sextas-feiras, das 18h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h, ao longo de 18 meses.
Após a conclusão do MBE, os colaboradores terão plenas condições de se tornarem experts em criar e executar estratégias de produção. O programa possuía vagas limitadas e o processo seletivo foi interno – exclusivo a colaboradores Taurus que possuem curso superior completo e estão, no mínimo, há dois anos na empresa.
A inciativa possibilitará a implementação de uma cultura organizacional de aprendizagem que traz benefícios tanto para a empresa quanto para os colaboradores. O desenvolvimento das pessoas impactará positivamente nos planos de crescimento da Taurus e na promoção da competitividade, com o aprimoramento dos processos e das habilidades dos profissionais.
A estratégia da empresa é fortemente baseada na formação das pessoas, à exemplo do programa realizado no Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/EUA (CITE) para capacitar engenheiros de produtos e processos. Atualmente, o CITE conta com mais de 100 engenheiros, formados e em formação. O novo programa educacional vai fomentar ainda mais este movimento de capacitação e investimento em pessoas iniciado pela companhia em 2018.
De acordo com o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, nos próximos anos, os colaboradores vão passar por inúmeras transformações e oportunidades desencadeadas pela quarta revolução industrial na qual a empresa está avançando. A formação por meio do Programa de Capacitação em Pesquisa e Inovação Taurus será um dos alicerces fundamentais que buscam garantir sustentação para o desenvolvimento de novos negócios e para a excelência de produtos e processos.
A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e da equipe técnica do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), localizados em São José dos Campos (SP), promoveu nesta sexta-feira (01/10), o primeiro ensaio de Tiro em Banco do Motor-Foguete S50. Trata-se de um projeto 100% nacional, com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações por meio de sua autarquia vinculada, a Agência Espacial Brasileira (AEB) e da empresa pública Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). A empresa Avibras Indústria Aeroespacial S/A é responsável pela execução do projeto.
O evento contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes; do Diretor-Geral do DCTA, Tenente-Brigadeiro do Ar Hudson Costa Potiguara; do Diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço, Brigadeiro do Ar César Augusto O'Donnell Alván, além de representantes das organizações que atuam no projeto, bem como Oficiais-Generais da FAB, Comandantes, Diretores e Chefes de Organizações Militares.
Para o Ministro, este é um momento histórico para o Brasil e de comemoração. “Pensando no Programa Espacial Brasileiro é como se estivéssemos, agora, ascendendo ao segundo estágio. Graças ao esforço de muita gente, temos a possibilidade de melhorar o Programa Espacial e esperar muitas novidades pela frente”, disse.
O S50 é o maior Motor-Foguete já fabricado no Brasil, com 12 toneladas de propelente sólido, e com tecnologias inovadoras para o Programa Espacial Brasileiro, como o uso de fibra de carbono para a produção do envelope-motor, o que o torna mais leve e eficiente. O Tenente-Brigadeiro Potiguara comentou a importância do ensaio. “Este momento é histórico e significativo para o Programa Espacial Brasileiro. A nação brasileira tem que se orgulhar disso. Por vários anos temos buscado o início desse estabelecimento, de um círculo completo de lançamento, e começamos com a produção do motor S50. A partir de agora estamos a alguns passos do nosso VLM [Veículo Lançador de Microssatélites], quando poderemos orbitar cargas de até 50 quilos", afirmou.
O sucesso deste ensaio é fundamental para que o Brasil possa avançar nas fases finais de desenvolvimento do motor S50, que permitirá ao País novas capacidades em termos de produção de veículos suborbitais e lançadores de microssatélites. O Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1) é um Projeto Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB) e visa ao desenvolvimento de um VLM em parceria com o Centro Aeroespacial Alemão.
O Diretor do IAE, Brigadeiro O'Donnell, comentou sobre o ensaio. “A partir deste momento podemos caminhar com mais firmeza e segurança rumo aos objetivos do Programa Espacial Brasileiro. Esse trabalho vem sendo realizado há alguns anos e os preparativos iniciaram há seis meses, envolveu dezenas de profissionais e 32 equipes de trabalho”, esclareceu o Oficial-General.
O ensaio do primeiro teste de queima em ponto fixo do motor é resultado de um trabalho complexo e desafiador, que conta com o profissionalismo de técnicos e engenheiros do IAE e da empresa contratada. O Gerente do Projeto VLM-1, Major Engenheiro Rodrigo César Rocha Lacerda, comemora o sucesso do ensaio. “Essa campanha marca um trabalho muito intenso ao longo de anos, envolvendo o IAE e a Avibras. Esse sucesso é fundamental para que possamos avançar no nosso Programa Espacial Brasileiro”, finalizou o Oficial.
A ZNANO, empresa brasileira fundada em 2021 com foco no desenvolvimento de produtos de nanotecnologia e Grafeno, tem atuação nacional e internacional e é pioneira em soluções customizadas com esse revolucionário produto, oferecendo o que há de mais atual em conhecimento nesse segmento e operando em cooperação com importantes centros de pesquisas no mundo todo.
Com o objetivo de democratizar o acesso ao produto nacionalmente, a companhia está oportunizando às empresas que fabricam produtos nanoestruturados, a utilização do insumo como alternativa para melhorias no processo produtivo, perfomance do produto, redução de custos entre outras vantagens que o material fornece.
Assim, sua loja está disponibilizando, para compra online, a versão de 1kg do Masterbatch ZPG, fornecido na forma de pellets, nos seguintes polímeros: PP, PEAD, PEBD, PVC, PET, PMMA, PS, EVA, ABS e PA.
Para grandes volumes, é necessário contatar a empresa por telefone ou por e-mail.
A WEG recebeu, no 29 de setembro, o prêmio de campeã na categoria Mecânica no anuário "Valor 1000" do jornal Valor Econômico. Essa é a oitava vez que a empresa é a campeã em seu setor.
A pesquisa, desenvolvida pelo Valor em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da EAESP/FGV-SP, utiliza a receita líquida como parâmetro para o ranking e adota critérios atuais de medida de desempenho, como o Ebitda e a gestão do endividamento, além de outras medidas de desempenho contábil e financeiro.
Para Harry Schmelzer Jr., Presidente da WEG, o ano de 2020 foi muito desafiador, mas a capacidade de se adaptar às mudanças sem perder a essência foi um dos principais atributos para a saúde e estabilidade da Companhia. “Estou orgulhoso, em nome dos nossos colaboradores, por termos conseguido reagir rapidamente, atendendo ao mercado e ao mesmo tempo sendo solidários durante a pandemia. O aprendizado na China, onde a WEG tem quatro fábricas, permitiu antecipar ações de enfrentamento da pandemia, entre elas a adoção de protocolos de segurança para os 33,4 mil colaboradores e a reconversão industrial para produção de ventiladores pulmonares e álcool gel”, enfatiza o executivo.
O anuário, que circulou no dia 30, encartado na edição do dia do jornal Valor Econômico, trouxe o ranking das mil maiores companhias no país, com destaque às empresas campeãs em cada um dos 26 setores analisados.
A divisão de aviação agrícola da Embraer encerrou o mês de setembro com um acumulado de 50 aeronaves Ipanema EMB-203 vendidas no ano. Esse volume de negócios representa um crescimento de 100% em relação ao total registrado ao longo de 2020. A alta de pedidos é reflexo do desempenho favorável do agronegócio brasileiro e da confiança dos produtores e empresas aeroagrícolas em antecipar a demanda de 2022, que já responde por 30% das novas encomendas.
“O Ipanema é um grande aliado do agronegócio brasileiro ao refletir a eficiência, produtividade, economicidade e robustez, que fazem da aviação agrícola uma ferramenta essencial para o País”, disse Sany Onofre, head de aviação agrícola da Embraer. “Estamos bastante satisfeitos com os resultados obtidos este ano e, a cada nova entrega, aumenta o nosso entusiasmo com as projeções para os próximos anos”.
O protagonismo desse modelo na agricultura moderna combina alta tecnologia e tradição de uma aeronave que evolui, continuamente, para atender aos requisitos de alta produtividade e baixo custo operacional, principalmente, quando comparado a outros tipos de pulverizadores.
O mês de setembro também marcou a entrega da centésima aeronave do modelo 203, versão atual da tradicional família Ipanema, que incorpora as mais recentes inovações tecnológicas do segmento. A aeronave comemorativa foi entregue a um cliente da cidade de Tapurah, no Mato Grosso.
O Ipanema, desde 2005, é movido a etanol, se tornando o primeiro avião da Embraer certificado e produzido em série para voar com energia renovável, liderando uma ampla frente de atuação histórica da companhia em pesquisas e utilização de biocombustíveis na aviação. A aeronave é líder de mercado no segmento de pulverização aérea, com 60% de participação nacional e quase 1,5 mil unidades entregues.
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Internet of Military / Battlefield Things é uma rede de sensores em uniformes, equipamentos e outros dispositivos IoT que usam a computação em nuvem e de ponta
para criar uma força de combate coesa.(Foto:
Exército dos EUA, Internet of Battlefield Things (IoBT) Collaborative
Research Alliance (CRA) Opportunity Day, 27 de março de 2017.)
O futuro do combate militar está ganhando alta tecnologia, à medida que os cientistas criam uma Internet das Coisas para equipamentos de combate incorporados a uniformes biométricos para ajudar os soldados a identificar o inimigo, ter um melhor desempenho em batalha e acessar dispositivos e sistemas de armas usando computação de ponta veloz.
Recentemente, o Laboratório de Pesquisa do Exército dos Estados Unidos concedeu US $ 25 milhões à Alliance for Internet of Battlefield Things Research em Redes Inteligentes Orientadas a Objetivos em Evolução (IoBT REIGN) para desenvolver novas análises preditivas do campo de batalha.
Os pesquisadores dizem que um elemento-chave da IoBT / IoMT saudável é uma arquitetura de ponta forte que usa biometria, sensores ambientais e outros dispositivos conectados para enviar e receber dados rapidamente, permitindo que os militares respondam a situações potencialmente perigosas no campo de batalha.
O que é a Internet de Coisas Militares / Campo de Batalha (IoMT / IoBT)? A Internet das Coisas tem fortes aplicações militares, conectando navios, aviões, tanques, drones, soldados e bases operacionais em uma rede coesa que aumenta a consciência situacional, avaliação de risco e tempo de resposta. Também produzirá uma grande quantidade de dados.
“A Internet das Coisas do Campo de Batalha (IoBT) envolve a plena realização de detecção pervasiva, computação pervasiva e comunicação pervasiva (pervasivo: que se infiltra), levando a uma escala sem precedentes de informações produzidas por sensores em rede e unidades de computação”, diz uma nova pesquisa intitulada “Biometria Ubíqua Consciente do Contextono Limite das Coisas Militares” no IEEE Cloud Computing.
Espera-se que a indústria da Internet das Coisas chegue aos 50 bilhões até 2020. (Foto: Exército dos EUA, Internet of Battlefield Things (IoBT) Collaborative Research Alliance (CRA) Opportunity Day, 27 de março de 2017.)
“A integração de sinais de um conjunto diversificado e dinâmico de sensores, incluindo sensores estáticos de solo e sensores usados por soldados, representa um entre os vários desafios críticos enfrentados pela implementação de soluções de IoT em um campo de batalha”, afirmam os autores.
Na Internet of Military Things (IoMT) ou Internet of Battlefield Things (IoBT), os dispositivos de detecção e computação usados por soldados e incorporados em seus trajes de combate, capacetes, sistemas de armas e outros equipamentos são capazes de adquirir uma variedade de estática e biometria dinâmica, como rosto, íris, espaço periocular, impressões digitais, frequência cardíaca, marcha, gestos e expressões faciais.
No vídeo acima, a empresa de simulação de engenharia ANSYS, que recebeu um contrato federal de US $ 413.624 este ano do Comando de Contratação do Exército dos EUA para a atualização e manutenção do software Enterprise Level Fluent, ilustra como o soldado conectado à IoT funciona no campo de batalha.
“Tais dispositivos também podem ser capazes de coletar dados de contexto operacional. Esses dados coletivamente podem ser usados para realizar autenticação adaptativa ao contexto in-the-wild e monitoramento contínuo da condição psicofísica do soldado em uma arquitetura de computação de ponta dedicada”, escrevem os pesquisadores Aniello Castiglione e Michele Nappi da Universidade de Salerno, Kim-Kwan Raymond Choo da University of Texas San Antonio, e Stefano Ricciardi da University of Molise.
Por que a computação de ponta é crítica para IoMT / IoBT A chave para uma arquitetura de borda de som é o sincronismo de frações de segundo. O número de sensores conectados e a grande quantidade de dados que devem ser processados podem sobrecarregar rapidamente o sistema.
É por isso que os pesquisadores recomendam uma arquitetura equipada com filtros de dados inteligentes, regulação de dispositivo de borda e atualizações de infraestrutura de rede para aumentar a largura de banda máxima.
Representação esquemática da arquitetura de computação de ponta multibiométrica com reconhecimento de contexto, fornecendo monitoramento biométrico em nível de campo de batalha de recursos humanos e desbloqueio adaptativo ao contexto e controle de armas, veículos e outros equipamentos.
“A IoBT envolve a realização completa de detecção pervasiva, computação pervasiva e comunicação pervasiva, levando a uma escala sem precedentes de informações produzidas pelos sensores em rede e unidades de computação. Integrar sinais de um conjunto diversificado e dinâmico de sensores, incluindo sensores de solo estáticos e sensores usados por soldados, representa um entre os vários desafios críticos enfrentados pela implementação de soluções de IoT em um campo de batalha”, escrevem os autores.
Identificando o inimigo Na guerra assimétrica, nem sempre é fácil identificar os combatentes inimigos. Eles podem aparecer como civis ou acessar bases militares restritas com um crachá roubado.
Agora, os sensores podem escanear íris, impressões digitais e outros dados biométricos para identificar indivíduos que possam representar um perigo. A computação de borda permite, por exemplo, que as impressões digitais de uma arma ou bomba sejam enviadas para a rede e usadas para identificar um combatente instantaneamente. Também pode confirmar a identidade de um alvo para que um atirador possa matá-lo.
“A quantidade geral de informações coletadas por um amplo conjunto de dispositivos heterogêneos conectados à Internet implantados no campo de batalha do futuro pode possivelmente fazer a diferença em termos de vantagem estratégica.”
“Foi proposto um paradigma baseado em contexto para melhorar a precisão da autenticação de pessoas por meio de um único identificador, como facial, marcha, impressão digital, gestos, além de explorar múltiplas biométricas. Outras aplicações conhecidas incluem o reconhecimento de atividades e a análise do comportamento do usuário com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços prestados por uma rede de dispositivos localizados no ambiente circundante ”, escrevem os autores.
Monitorando o estado físico e mental dos soldados A biometria não se limita apenas a identificar combatentes. Sensores embutidos em uniformes militares e capacetes podem enviar informações a um centro de comando sobre a condição física de um soldado, ajudando-o a sobreviver a ataques inimigos letais.
Por exemplo, pilotos sob condições da força G ou soldados expostos a produtos químicos tóxicos podem receber assistência.
“A biometria baseada no contexto pode contribuir para realizar plenamente o potencial da IoBT, aumentando as informações disponíveis trocadas entre os vários tipos de dispositivos com aspectos físicos complementares (frequência cardíaca, temperatura corporal ou distribuição térmica, etc.) e dados comportamentais do usuário (padrões corporais dinâmicos, padrões de fala, etc.), úteis para inferir as condições fisiológicas e emocionais dos soldados em campo, que podem ser valiosos para a avaliação de situações críticas e atividades de decisão”, afirmam os autores.
Sincronizando soldados com sistemas de armas e outros dispositivos A computação de ponta pode ajudar os soldados a obter acesso a veículos e sistemas de armas, bem como monitorar as condições do campo de batalha por meio, por exemplo, de drones conectados.
“As informações de contexto também podem ser valiosas para alcançar a otimização de desempenho e adaptação operacional de sistemas biométricos que implementam autenticação / monitoramento de usuário onipresente em arquiteturas de hardware móvel (em dispositivos IoMT e IoBT que podem funcionar como uma arma cibernética móvel e inteligente). Neste cenário, os dados de contexto também podem incluir informações sobre o ambiente ou terreno circundante, as condições de iluminação, o estado físico do soldado (por exemplo, coletados por meio de sensores embutidos no traje de combate) e a atividade em andamento (em movimento ou em repouso, como um franco-atirador esperando silenciosamente que um alvo se apresente), e assim por diante ”, dizem os autores.
*Sobre Lori Cameron Lori Cameron é redatora sênior das publicações e plataformas de mídia digital da IEEE Computer Society, com mais de 20 anos de experiência em redação técnica. É professora de inglês em meio período e vencedora de dois prêmios LA Press Club de 2018. Entre em contato com ela em l.cameron@computer.org .