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05 abril, 2024

Exército e Embraer celebram contrato para atualização do radar SABER M60


*LRCA Defense Consulting - 05/04/2024

No dia 03 de abril de 2024, durante a LAAD Security & Defence 2024, o Exército Brasileiro, representado pela Diretoria de Fabricação, e a empresa Embraer celebraram o contrato de Atualização Tecnológica do Radar SABER M60, revigorando a parceria estratégica entre as duas instituições e reforçando o objetivo de fortalecer a Base Industrial de Defesa.

A iniciativa surge da urgente necessidade de recuperação de radares atualmente indisponíveis para emprego, devido ao avanço da tecnologia de componentes eletrônicos em relação à época do seu desenvolvimento, impossibilitando a utilização de métodos tradicionais de manutenção.

A atualização não apenas equipara suas características às de um sistema novo, mas também proporciona uma série de benefícios adicionais no seu desempenho operacional, além de aumentar significativamente sua vida útil e reduzir seus custos de manutenção, trazendo, como consequência, substancial economia de recursos no ciclo de vida desse material.

Prestigiaram o evento diversas autoridades, destacando: o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, Gen Ex Achilles Furlan Neto, o Comandante Logístico, Gen Ex Flavio Marcus Lancia Barbosa, o Diretor de Fabricação, Gen Div Tales Eduardo Areco Villela e o Comandante de Defesa Antiaérea do Exército e Gerente do Programa Estratégico Defesa Antiaérea, Gen Bda Marcos José Martins Coelho.

Esta parceria entre a Diretoria de Fabricação e a empresa Embraer representa um grande estímulo ao capital intelectual nacional e ao desenvolvimento de potencialidades tecnológicas no país. Ao unir esforços com uma empresa renomada, o Exército Brasileiro não apenas moderniza suas capacidades de defesa, mas também fortalece suas relações com a BID.

*Com informações da Diretoria de Fabricação do Exército Brasileiro (via LinkedIn)

04 abril, 2024

Na FIDAE 2024, Embraer foca no emprego de meios aéreos na proteção da Amazônia e soberania de fronteiras

 


*LRCA Defense Consulting - 04/04/2024

O emprego de meios aéreos na proteção da Amazônia e soberania de fronteiras será o tema de um fórum organizado pela Embraer na FIDAE - Feira Internacional do Ar e Espaço, em Santiago, no Chile. O debate ocorrerá no dia 10 de abril, às 10h, no centro de conferências da exposição, que acontece no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez. 

O fórum reunirá representantes de forças armadas e especialistas do setor que irão discutir os desafios e soluções tecnológicas que têm contribuído com o planejamento estratégico, tático e operacional na região. 

“A FIDAE é o maior evento da indústria aeroespacial e de defesa na América Latina e, portanto, uma excelente oportunidade para discutir temas de extrema relevância para a região, como a proteção da Amazônia e a soberania de fronteiras”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer. “Além disso, será uma grande satisfação apresentar os produtos e serviços de alta tecnologia da Embraer para potenciais clientes e parceiros da América Latina”.  

A FIDAE, principal exposição bienal aeroespacial, de defesa e segurança da América Latina, acontece entre os dias 9 e 14 de abril. A Embraer terá entre seus destaques a exibição das aeronaves A-29 Super Tucano e o KC-390 Millenium, da Força Aérea Brasileira (FAB), que tem exercido importantes missões, principalmente na região amazônica. O A-29 Super Tucano é líder mundial em sua categoria e na América do Sul compõe a frota das Forças Aéreas do Brasil, Chile, Equador e Colômbia. A FAB também opera uma frota de KC-390 que acumula mais de 11.500 horas de voo, demonstrando uma produtividade excepcional na categoria. 

A Embraer também irá expor o E195-E2, o jato comercial de corredor único mais econômico e silencioso do mundo, que mostrará pela primeira vez na FIDAE sua pintura Tech Eagle. A aeronave tem realizado aparições internacionais e a pintura impressionante reflete as características de alta tecnologia e o excelente desempenho. Como uma águia, o E2 voa de forma eficiente e silenciosa.

03 abril, 2024

Embraer conquista o prêmio de Fabricante do Ano no Air Transport Awards 2024


*LRCA Defense Consulting - 03/04/2024

Na cerimônia de premiação deste ano para os Air Transport Awards, que ocorreu próximo ao Air Transport Symposium de 2024, em Ekali, Atenas, Grécia, em 17 de março, com a participação de líderes do setor, a Embraer foi distinguida com o prêmio Manufacturer of the Year (Fabricante do Ano).

Os Air Transport Awards são prêmios internacionais de e para a indústria do transporte aéreo, ofertados por uma parceria entre a Hermes – Air Transport Organisation e a ATN – Air Transport News.

Os prêmios anuais são concedidos a organizações, empresas e líderes da indústria de transporte aéreo, sendo um reconhecimento à excelência e às conquistas do setor de aviação.

O prêmio de Fabricante do Ano foi recebido por Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, que assim se pronunciou:

“Ao recebermos o prêmio de Fabricante do Ano, é um momento para refletir sobre a emocionante jornada da EMBRAER pelos altos e baixos da indústria da aviação. A nossa resiliência é demonstrada não apenas na superação destes obstáculos, mas também em emergirmos mais fortes, com uma carteira de pedidos que ultrapassa os níveis pré-pandemia e mais do que duplicando as entregas de E2 no ano passado – uma aeronave que é 10% mais eficiente em termos de combustível do que o seu rival mais próximo. Esses marcos são uma prova da força e das sinergias que desfrutamos em nossas unidades de negócios: Aviação Comercial, Defesa, Jatos Executivos, Serviços e EVE (eVTOLs). Juntos, eles formam a base da nossa estratégia, posicionando a EMBRAER para um crescimento sustentado. Este prêmio é um reconhecimento do trabalho árduo e da dedicação da nossa equipe e reafirma o nosso compromisso com a inovação, a sustentabilidade e a liderança da indústria da aviação para uma nova era de crescimento e oportunidades.” 

OGMA, da Embraer, está às vesperas de inaugurar megaprojeto que poderá triplicar suas vendas

 

*LRCA Defense Consulting - 03/04/2024

Em seu perfil em uma mídia social, a OGMA, uma empresa da Embraer sediada em Portugal, postou hoje a seguinte mensagem: "Nas próximas semanas, a OGMA tornará realidade a nova Pratt & Whitney GTF Engine Unit, um projeto muito importante, estratégico e relevante para o presente e futuro da empresa".

Trata-se de um trabalho de construção que começou na sede da OGMA em Alverca, perto de Lisboa, ainda em meados de 2023, constituindo-se em uma nova instalação para manutenir os motores turbofan (GTF) com engrenagens Pratt & Whitney (P&W).

Com inauguração prevista para o segundo trimestre de 2024, suas duas linhas de construção e verificação serão inicialmente encarregadas de manutenir os PW1100Gs usados ​​para alimentar os narrowbodies da família Airbus A320neo. A etapa faz parte de um esforço da P&W para aumentar a capacidade global de manutenção da GTF, que atualmente também inclui a expansão de sua própria capacidade em Columbus, na Geórgia, e a capacidade do PW1900G para a instalação da rede GTF MRO na Polônia este ano.

As novas instalações da OGMA irão aumentar lentamente a atividade, partindo de um nível inicial de cerca de 25 motores por ano. Espera-se que isso aumente para cerca de 200 unidades anualmente após seis ou sete anos de operação, diz a empresa.

Ela observa que, como o PW1100G é um motor maior e mais complexo do que a variedade de produtos Rolls-Royce para os quais já fornece suporte MRO em Alverca, cada exemplo levará inicialmente cerca de 100 dias para ser preparado. No entanto, sua meta é reduzir isso para cerca de 65 dias.

Sede da OGMA em Alverca, Portugal

"Este é de longe o projeto mais importante que assumimos”
“Em abril de 2024 estaremos prontos para apresentar o primeiro motor [PW1100G] – isso mudará a OGMA”, disse Paulo Monginho, CEO da empresa portuguesa, no ano passado. Ele observou que o investimento na empresa, apoiado pela Embraer, controladora majoritária da especialista em MRO, é de € 74 milhões (US$ 79,5 milhões).

Os planos atuais preveem que suas instalações incluam, em 2025, a manutenção do PW1900G, que equipa os jatos regionais 190-E2 e 195-E2 da Embraer, e potencialmente também, mais tarde, o PW1500G do A220. A OGMA já é um fornecedor de manutenção autorizado para a PW1100G, e Monginho afirmou: “Também estamos a trabalhar com a P&W para adicionar reparações complexas”.

“Depois da industrialização do [Embraer] KC-390 há alguns anos, este é de longe o projeto mais importante que assumimos”, disse Monginho em maio de 2023. Recorde-se que a unidade de aeroestruturas da OGMA fabrica e monta as principais peças para o transporte tático de fabricação brasileira, inclusive para o cano principal da fuselagem.

Triplicar as vendas
A OGMA acredita que pode triplicar as vendas expandindo sua oferta ao incluir motores Pratt & Whitney, vendo o novo empreendimento como muito lucrativo para o seu centro de manutenção autorizado, com um valor potencial de 500 milhões de euros por ano, quando a instalação atingir a plena capacidade. 

“Se você ficar por lá, verá novos hangares, novas instalações como limpeza, pintura e testes não destrutivos”, disse Carlos Naufel, presidente e CEO de serviços e suporte da Embraer, ao público em dezembro de 2023. “Não estamos criando algo para ficar ocioso e esperar, mas vamos crescer à medida que o negócio cresce, então há um enorme potencial.” 

Durante o período do seu contrato com a Pratt & Whitney, a empresa prevê que continuará a expandir as suas instalações para atender à procura. “O negócio global do GTF é um projeto de quase 15 bilhões de euros”, disse Naufel. “É um contrato de muito longo prazo em termos de fluxos de receita.”

Com mais de 100 anos de experiência, a OGMA é reconhecida na indústria aeronáutica por oferecer uma vasta gama de serviços de manutenção de aviação de defesa, aviação civil e executiva, motores e componentes. Como Centro de Manutenção Autorizado da Embraer, Lockheed Martin, Rolls-Royce e Pratt & Whitney, a empresa é um dos mais importantes fornecedores de serviços de MRO para clientes de todo o mundo, tanto militares como civis.

*Com informações de Flight Global, AIN Online e Sasatimes News.

Avibrás: Empresa Estratégica de Defesa?


*LinkedIn, por André Luís Vieira - 02/04/2024

"Edgar, le Brésil n'est pas un pays sérieux" (frase atribuída ao embaixador brasileiro Carlos Alves de Souza Filho e dita ao jornalista Luís Edgar de Andrade, à época correspondente do Jornal do Brasil em Paris).

Diante de desafios regulatórios e orçamentários cada vez mais dependentes de ciclos políticos absolutamente ideologizados, o mercado interno para tecnologias de emprego dual se apresenta incapaz de preservar sua base de indústrias tecnológicas.

Se, do ponto de vista estritamente societário, as relações de "livre mercado" permitem a licitude de aquisições, fusões e incorporações entre empresas e grupos econômicos, do ponto de vista estratégico, assistir passivamente que empresas estratégicas sejam transferidas ao controle estrangeiro, só reforça a miopia institucional a qual nos encontramos aprisionados há décadas.

Como rememorado, empresas de grande potencial técnico-científico, tais como Mectron, Omisys, Optoeletrônica, Aeroeletrônica e Engesa vivenciaram destinos correlatos. O processo de desarticulação das capacidades em tecnologias críticas instaladas no País segue a lógica habitual. Circunstâncias diferentes. Mesmas razões.

E para quem não se apercebeu, além de parte significativa de domínio tecnológico sobre o acervo de capacidades dissuasórias do Exército Brasileiro, calcado sobre o sistema Astros, a Avibrás vinha desenvolvendo protótipos patrocinados pela FINEP, visando o reposicionamento do programa aeroespacial brasileiro.

Diante disso, restam alguns questionamentos. Qual país dotado de pretensões internacionais abre mão de sua indústria vocacionada para tecnologias críticas? Estamos fadados à atividades de P&D apenas para melhorar a exploração e produção de commodities? Estamos confinados ao conceito de país usuário/importador de tecnologias, enquanto espécie de neocolonialismo? E mais. Seria a autonomia tecnológica, traçada como um dos objetivos primordiais da PND, apenas retórica?

A sinergia entre as políticas públicas de defesa e de ciência e tecnologia é crucial para o desenvolvimento socioeconômico nacional. Não enxergar isso, é persistir na miopia institucional que nos mantém vassalos das economias mais modernas. O motivo? Simples. Enquanto o mercado internacional de commodities preserva os fundamentos econômicos mais próximos ao conceito teórico de concorrência perfeita, o mercado internacional de tecnologia apresenta as bases para a busca de novos mercados, mediante a integração com as cadeias globais de valor.

A colaboração e integração entre agentes da inovação são fundamentais para promover o transbordamento tecnológico do país e fortalecer suas capacidades tecnocientíficas. Em vista disso, políticas públicas devem efetivamente desempenhar seu papel na criação de um ambiente institucional propício para essa colaboração, promovendo a harmonização de preferências e coordenando ações conjuntas em busca da inovação.

A atuação estratégica do Estado como indutor da inovação, conforme a literatura mais abalizada, é essencial para definir áreas prioritárias de P&D e criar os instrumentos para o seu fomento. Portanto, a colaboração entre instituições científicas e tecnológicas civis e militares, a indústria e a universidade, se torna crucial para uma abordagem multidimensional na consolidação de um robusto sistema nacional de inovação.

Assim, o país poderia alcançar uma posição de destaque no cenário internacional, garantindo, ao mesmo tempo, sua soberania tecnológica e promovendo seu desenvolvimento econômico e social.

Entretanto, ao que parece, seguimos na contramão das tendências internacionais, justamente por nos manter apegados ao regime cartorial e patrimonialista da Torre do Tombo, no qual empresa estratégica é só aquela que alimenta a sanha do populismo arrecadatório, mediante fartos dividendos públicos.

*André Luís Vieira é advogado especializado em contratos complexos.

Taurus vence mais duas ações judiciais contra demandas irresponsáveis, infundadas e inverídicas

 


*LRCA Defense Consulting - 03/04/2024

Duas ações judiciais que tramitavam perante a Comarca de Camboriú (SC) e alegavam supostos defeitos em pistola de fabricação da TAURUS foram julgadas totalmente improcedentes. 

Em ambos os processos, o magistrado levou em consideração o laudo técnico pericial que apontou inexistir qualquer defeito no armamento. 

As inúmeras ações judiciais que estão sendo vencidas pela TAURUS reestabelecem a verdade sobre a qualidade dos produtos e punem os que demandaram de forma irresponsável com acusações infundadas e inverídicas feitas contra a empresa no passado.

Rifle sniper e outras novidades são os destaques da CBC na LAAD 2024

Rifle de precisão da CBC Ranger Pro


*LRCA Defense Consulting - 03/04/2024

A Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), Empresa Estratégica de Defesa com quase 100 anos de atuação no mercado nacional e internacional, líder mundial em munições e tradicional fabricante de armas longas, está na LAAD Security & Defence 2024 expondo seu amplo portfólio de produtos e novidades para os mercados de segurança, militar e civil. 

A exposição, maior e mais importante na área de Segurança e Defesa da América Latina, acontece de 2 a 4 de abril de 2024, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. 

A LAAD Security & Defence reúne mais de 150 marcas expositoras de 20 países, cerca de 38 mil visitantes e delegações oficiais de mais de 35 países, com perspectivas otimistas em relação às possibilidades de novos negócios, parcerias e networking. Organizada pela Creative Events Brazil Exibições, o evento conta com o apoio de órgãos de segurança federais, estaduais e municipais, do Ministério da Defesa, das Forças Armadas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

Munições Frangíveis SinterFire
Na ocasião, a Companhia Brasileira de Cartuchos, principal expositora e com um dos maiores estandes em conjunto com a Taurus, apresenta com exclusividade e destaque as novas munições Frangíveis produzidas com projéteis SinterFire, empresa norte-americana que agora faz parte do Grupo CBC Global Ammunition. 

A SinterFire, fundada em 1998 e em constante inovação, localizada na Pensilvânia, produz os projéteis frangíveis sem chumbo mais utilizados no mundo, fabricados com uma composição exclusiva de cobre e estanho e um processo de tratamento térmico desenvolvido pela própria empresa. Os projéteis frangíveis desintegram-se em pequenas partículas após o impacto com superfícies rígidas, reduzindo, assim, a possibilidade de ricochete. 

Rifle de precisão da CBC Ranger Pro
Outra novidade em exposição é o rifle de precisão da CBC Ranger Pro, voltado aos profissionais do setor de segurança pública e projetado especialmente para atender as demandas do ambiente policial. 

O rifle CBC .308 Win Ranger Pro possui capacidade de 5 cartuchos, opcionais de cano de 24” ou 18”, acabamento em Cerakote® Armor Black ou Desert Sand, coronha em alumínio, além de receptáculo e cano em Aço Inox. Conta com almofada com ajuste de altura, soleira ajustável, monopé integrado (apoio traseiro) e empunhadura padrão Aftermarket. Construído com materiais de alta resistência, o armamento incorpora tecnologia de ponta para garantir que cada disparo seja controlado, alcançando precisão Sub-MOA, padrão exigido pelos atiradores de elite de grupos de operações especiais. 

Seu design ergonômico, ferrolho com trancamento de 3 slugs e acionamento de 60°, oferece conforto e manuseio otimizado. Com handguard padrão M-LOK e trilho Picatinny para instalação de acessórios, oferece flexibilidade para personalização, permitindo a adaptação às necessidades específicas de cada operação, seja em situações de resposta rápida em áreas urbanas, patrulhamento de fronteiras ou operações táticas de longo alcance.

Além destes novos produtos, a CBC expõe na LAAD 2024 mais de 60 armas longas nacionais e importadas, com destaque para as espingardas Pump Military Tungsten, Khan Mace Tactical e Khan Mace Force, e mais de 130 modelos de munições entre diferentes calibres e configurações de projéteis. 

A CBC oferece a mais abrangente gama de munições, do calibre .22LR aos médios calibres. O portfólio inclui série de produtos premium, desenvolvidos com tecnologia própria para as necessidades mais específicas.

Munições Bonded, Pro Shock e NTA
Entre as principais munições comercializadas no mercado estão as munições Bonded, que apresentam excelente desempenho nos testes do Protocolo FBI, e a nova geração de munições expansivas Pro Shock, que possui design de projétil desenvolvido com uma técnica construtiva especial, oferecendo desempenho balístico superior. Em munições de treinamento, estarão em exibição as munições NTA (Non Toxic Ammunition), que não gera gases ou resíduos tóxicos durante o disparo, pois possui projétil totalmente encapsulado, pólvora química sem fumaça e mistura iniciadora livre de metais pesados. 

Munições especiaisde alta tecnologia
Outras munições de alta tecnologia CBC apresentadas são a 5,56 e 7,62 IR Tracer – com traço visível apenas com óculos de visão noturna e a 5,56 SAT – nova geração de munições com desempenho equivalente ao calibre 7,62. Estas munições atendem às especificações da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), o que coloca a CBC nas mesmas condições dos principais fabricantes mundiais de munições de Defesa. Também estarão em exposição as munições premium 5,56 OTM e .223 Polymer Tip. 

Munições de alta precisão
Na categoria de munições de alta precisão, o destaque fica com a série SNIPER 1 CBC, composta pelos calibres .223 Rem, .308 Win e .50 BMG.

Munições 5,56 e 7,62 Expansivas
Ainda na linha de munições, a CBC apresenta na LAAD produtos em desenvolvimento que serão lançados no mercado futuramente, como as munições 5,56 e 7,62 Expansivas. Serão produtos destinados a forças especiais que operam em ambientes de Close-Quarters Combat. Por esse fator, faz-se necessário o emprego de munições com projeteis que não possuam a capacidade de transfixar alvos, a fim de minimizar risco colateral.

Ao centro, Fabio Mazzaro, presidente da CBC, e Salesio Nuhs, presidente da TAURUS, com Rafael Gradin, Gerente Executivo de Vendas e Marketing da TAURUS, Paulo Ricardo Gomes, Diretor Comercial e de Marketing da CBC, Fernando Salm, Vice-Presidente de Vendas Internacionais e Marketing da CBC, e João Sanchez, Gerente de Negócios Institucionais da CBC

Cartuchos antidistúrbio
A Companhia também exibe aos visitantes os cartuchos antidistúrbio nas versões curta, média e longa distância. Carregados com bagos de polietileno de alta densidade ou de borracha, são indicados para utilização em situações de garantia da lei e ordem por instituições de segurança pública. 

E apresenta os novos cartuchos antidistúrbio carregados com um único projétil e destinados ao controle de distúrbios a média (10m a 20m) e longa (20m a 30m) distância. Estes cartuchos apresentam excelentes resultados nos testes de precisão à distância de 20 metros, sendo ideais para a dissuasão de invasores de áreas públicas ou privadas, desordens em vias públicas e motins em penitenciárias, por exemplo.

SERVIÇO:

LAAD Security & Defence 2024 – Feira Internacional de Segurança e Defesa

Data: 02 a 04 de abril de 2024.

Horário da Exposição: Dia 02 e 03/04, das 10h às 18h. Dia 04/04, das 10h às 17h.

Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387. Santos Amaro – São Paulo.

Localização do estande CBC/TAURUS: D-10.

Mais informações sobre a LAAD e credenciamento em https://www.laadexpo.com.br/

02 abril, 2024

Taurus expõe amplo portfólio de armas e pré-lançamentos com exclusividade na LAAD 2024

Ao centro, Fabio Mazzaro, presidente da CBC, e Salesio Nuhs, presidente da TAURUS, com Rafael Gradin, Gerente Executivo de Vendas e Marketing da TAURUS, Paulo Ricardo Gomes, Diretor Comercial e de Marketing da CBC, Fernando Salm, Vice-Presidente de Vendas Internacionais e Marketing da CBC, e João Sanchez, Gerente de Negócios Institucionais da CBC

*LRCA Defense Consulting - 02/04/2024

A Taurus, Empresa Estratégica de Defesa e umas das principais fabricantes de armas do mundo, está na LAAD Security & Defence 2024 expondo seu amplo portfólio e pré-lançamentos com exclusividade, reforçando a forte capacidade tecnológica e de inovação em oferecer produtos de ponta para os mercados de segurança, militar e civil. 

A exposição, maior e mais importante na área de Segurança e Defesa da América Latina, acontece de 2 a 4 de abril de 2024, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. 

A LAAD Security & Defence reúne mais de 150 marcas expositoras de 20 países e cerca de 38 mil visitantes e delegações oficiais de mais de 35 países, com perspectivas otimistas em relação às possibilidades de novos negócios, parcerias e networking. A exposição conta com o apoio de órgãos de segurança federais, estaduais e municipais, do Ministério da Defesa, das Forças Armadas e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

Durante os três dias do evento, a Taurus, principal expositora e com um dos maiores estandes em conjunto com a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), exibe mais de 160 modelos entre revólveres, pistolas e armas táticas. 

Tecnologia M.I.M.: um novo centro de negócios da Taurus
Expõe também, pela primeira vez em uma feira do setor, a tecnologia M.I.M. (Metal Injection Molding) e um composto, que é a matéria prima do M.I.M., desenvolvido pela Taurus, que irá mitigar a dependência de fornecedor externo e ampliar a autossuficiência da Companhia, além de permitir a venda para terceiros em diferentes negócios e mercado, sendo um novo centro de negócios da Taurus.

Pré-lançamentos e novidades
A Taurus, que investe constantemente em tecnologia e inovação, apresenta aos visitantes com exclusividade na LAAD 2024 três pré-lançamentos: a carabina T9 MLOK 8”; a pistola TS9 T.O.R.O. e a versão compacta TS9c T.O.R.O., contemplando pioneiros materiais em sua composição.

Com o objetivo de atender a um crescente nicho de mercado, o de atiradores que desejam incluir miras ópticas em suas armas, seja para uso militar, policial, para defesa pessoal, para lazer ou para competições esportivas, a Taurus desenvolveu a pistola TS9 e a compacta TS9c, em calibre 9mm, na inovadora versão T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option). Este sistema proporciona maior flexibilidade aos usuários e elimina a necessidade de gastos adicionais com customização, permitindo facilmente o acoplamento das principais miras ópticas disponíveis no mercado. As pistolas têm três opções de acabamento: Cerakote® Graphene, Diamond-Like Carbon (DLC) e Teniferizado (Tenox).

A consagrada pistola TS9 conta agora com todos os benefícios destas pioneiras tecnologias Taurus, que garantem maior resistência e durabilidade à arma. Os revestimentos exclusivos em Cerakote® Graphene, Diamond-Like Carbon (DLC) ou Carbono Teniferizado (Tenox) proporcionam ao produto menor desgaste e maior proteção contra corrosão.

Outra novidade da Taurus é a carabina T9 MLOK 8”, a primeira da marca em calibre 9mm e com cano de 8 polegadas. A carabina T9 é uma ótima opção para o mercado policial e militar, sendo ideal para uso tático em situações de curta distância nos meios urbanos e rurais. É também indicada para a prática de tiro esportivo, por oferecer ao atirador conforto e maior controle sobre a arma, devido ao seu baixo peso e menor recuo. 

Com design moderno na plataforma AR, a novidade é fabricada em alumínio 7075 anodizado duro, proporcionando leveza e resistência, com acabamento em preto fosco e cano em aço. Possui carregador com capacidade de 32 disparos, compatível com outros modelos do mercado, em polímero fosco ou transparente, que permite a visualização das munições.

O guarda-mão (handguard) no padrão MLOK (Modular Lock), proporciona melhor ergonomia, além de ser mais fino, leve e adaptável às necessidades de cada aplicação, permitindo a montagem de acessórios como o usuário desejar.

As novidades fazem parte da estratégia da Taurus de oferecer novos produtos ao mercado e tornam o portfólio da companhia ainda mais completo, preparado para atender a todas as necessidades dos consumidores e instituições policiais e militares brasileiras.

Além destes pré-lançamentos, a Taurus expõe outros produtos pioneiros, desenvolvidos no seu Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos (CITE).

Pistolas
Na linha de pistolas, destaque para a inovadora família de produtos com acabamento em Cerakote® Graphene, entre eles: TH 380 e a versão compacta TH 380c, em calibre .380 AUTO; GX4 XL e GX4 CARRY GRAPHENE, da série GX4, premiada nos Estados Unidos como Best Value Handgun, pela Ballistic Magazine, e como Handgun of the Year, pela Guns and Ammo Magazine. 

Além da série G3 de pistolas semiautomáticas no calibre 9mm, que inclui a G3 e a versão compacta G3c com acabamento em Tenox. 

A Taurus exibe também a TH10, uma pistola no calibre 10mm, inédito no mercado brasileiro, e a TH45, primeira pistola da Taurus no clássico calibre .45 ACP com armação em polímero de alta resistência, sendo a evolução da já conhecida pistola 845. Os dois modelos possuem cano de 4,25”, são 100% ambidestras, e possuem acabamento Carbono Tenox. 

Revólveres
Já na categoria de revólveres, os visitantes poderão conferir os modelos da série Raging Hunter, entre eles o RT 38H, no calibre .38 SPL, com capacidade de 5 munições, cano de 5,12” e acabamento Duo Tone, além de modelos especialmente desenvolvidos para o mercado de caça e lazer, como o Taurus 460H, com o potente calibre .460 S&W Magnum, e o RT 627, no calibre .357 MAG. 

Para os consumidores apaixonados por armas clássicas, estará em exposição o revólver Single Action Imperador, inspirado no famoso revólver Single Action. Este modelo ficou muito conhecido pelos filmes do velho oeste e foi utilizado pelo Exército norte-americano no século 19. O Single Action Imperador é um revólver de ação simples com duas opções de empunhadura, em madeira ou polímero, dois tamanhos de cano, versão com 4,75” e 5,47”, duas opções de calibres, .38 SPL e .45 COLT, e acabamento em Cerakote® Graphite Black. 

A Taurus também expõe o modelo RT 605 com o inovador sistema T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option), que faz parte da primeira linha de revólveres do mundo prontos para receber mira óptica. E modelos da linha de revólveres Taurus da marca Rossi, reconhecidos por suas características clássicas e técnicas de fabricação modernas, entre eles o RP63, RM64 e RM66

Além disso, a empresa mostra para o público especializado sua consagrada linha de armas táticas, com destaque para o fuzil T10 semiautomático de precisão em calibre .308 Win/7,62x51 com cano de 20”.


SERVIÇO:


LAAD Security & Defence 2024 – Feira Internacional de Segurança e Defesa

Data: 02 a 04 de abril de 2024.

Horário da Exposição: Dia 02 e 03/04, das 10h às 18h. Dia 04/04, das 10h às 17h.

Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo.

Localização do estande TAURUS/CBC: D-10.

Mais informações sobre a LAAD e credenciamento em https://www.laadexpo.com.br/

Avibras: um ativo fundamental para a Austrália se contrapor à China no Indo-Pacífico


*LRCA Defense Consulting - 02/04/2024

A provável aquisição da Avibras pela australiana DefendTex, divulgada oficialmente por ambas as empresas em nota publicada hoje, não é apenas uma simples operação comercial, revestindo-se de uma natureza geopolítica tão estratégica que a torna fundamental para que a Austrália pule diversos estágios e possa desenvolver uma defesa eficaz, em termos de mísseis, contra a crescente e ameaçadora presença chinesa no Indo-Pacífico.

De maneira simplista, até alguns anos atrás, o expansionismo da Rússia e, principalmente, da China na região do Indo-Pacífico contava com um cinturão protetor formado pela Índia, pela Coreia do Sul e, em menor grau (na época), pelo Japão, além dos meios militares dos Estados Unidos presentes nesses países e em outras bases espalhadas pela região.

Hoje, com a guerra na Ucrânia, a Rússia está parcialmente contida pelo conflito em si, pelos países da OTAN e por outros que lhe são próximos. 

No entanto, a China está aumentando significativamente seu potencial militar, principalmente em meios aéreos, navais e de mísseis, possibilitando que possa atingir facilmente qualquer um dos três países citados ou as bases americanas na região do Indo-Pacífico.

Como será visto no estudo compilado abaixo, a Austrália, seguramente situada a uma distância bem maior da China e contando com uma grande extensão territorial, sentia-se protegida pelos acordos de defesa que tem com os EUA e Reino Unido, pouco investindo em sua indústria de defesa.

Em um curto espaço de tempo, a situação se modificou drasticamente, com a China se expandindo, militar e politicamente, para países insulares existentes entre ela e a Austrália, tornando este país cada vez mais vulnerável aos meios militares aéreos, navais e de mísseis chineses, incluindo agora os mísseis de médio alcance e a força aérea.

Frente ao problema e temendo não poder contar com uma efetiva proteção dos EUA e Reino Unido, a Austrália está empenhada em corrida frenética para dispor de seus próprios meios de defesa, incluindo submarinos nucleares, caças de última geração, mísseis e outros equipamentos militares avançados.

Avibras e DefendTex: uma solução estratégica para a Austrália
É dentro desse cenário que a aquisição da Avibras pela australiana DefendTex pode ser entendida, pois é uma empresa "pronta" que produz mísseis de cruzeiro e seu sistema lançador. A propósito, o alcance do AV-MTC 300 é de 300 Km apenas para exportação, pois pode ser configurado para muito mais.

Além disso, a Avibras desenvolveu também motores de foguetes, como o S50, que é o motor principal do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1) brasileiro, o qual também pode ser reconfigurado para uma utilização em mísseis de médio e longo alcance. Isso sem contar uma excelente solução C4ISTAR (Comando, Controle, Comunicações, Computadores, Informação/Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvo e Reconhecimento) e outros projetos de ponta.

A DefendTex é uma pequena empresa de defesa australiana que possui apenas 60 funcionários diretos e 120 indiretos. Seu principal escopo produtivo está na fabricação de pequenos e eficientes drones militares (D40, D81 e DefendTex 155), veículos terrestres não tripulados (UGV), pequenos veículos marítimos não tripulados, coletes balísticos e gel de pimenta não letal, além de formulação e fabricação de pirotecnia, propelentes e HE (alto explosivo). 

Porém, é na tecnologia e na pesquisa que a DefendTex tem seu grande diferencial, o que a fez ser merecedora de grande incentivos do governo nos últimos anos.

Segundo sua própria definição "A DefendTex é reconhecida como uma das empresas de tecnologia de defesa mais inovadoras da Austrália, atendendo aos mercados globais de defesa. Suas principais capacidades são Pesquisa e Desenvolvimento, Engenharia, Fabricação, Testes e Avaliação e Comercialização para plataformas terrestres, marítimas e aeroespaciais. A DefendTex possui instalações de última geração para produzir tecnologia de armas líder mundial. Os serviços de engenharia e design continuam a ser um motor da evolução da empresa, juntamente com uma extensa equipe altamente adepta do desenvolvimento estruturado de produtos. Os recursos de design da DefendTex trouxeram vários produtos revolucionários ao mercado, transformando ideias em tecnologia sólida".

Motor de Detonação Rotativo (RDE) em testes

Uma destas tecnologias de defesa, totalmente revolucionária, está sendo desenvolvida juntamente com a RMIT University, The University of Sydney e Universitat der Bundeswehr. Trata-se do primeiro Motor de Detonação Rotativo (RDE) totalmente fabricado por manufatura aditiva da Austrália. Um combustor RDE não apenas não contém partes móveis, mas também opera em uma forma de combustão com ganho de pressão que o diferencia dos motores de foguete tradicionais, com um aumento de eficiência associado de 10-20%. Se tudo continuar dando certo, o RDE permitirá à Austrália desempenhar um papel fundamental nesta nova tecnologia a nível internacional. Embora a tecnologia tenha o potencial de revolucionar a propulsão de foguetes (e mísseis), voo de alta velocidade e geração de energia terrestre, ainda pressupõe um longo caminho até estar operacional.

Em 2021, a DefendTex e seus parceiros receberam US$ 3 milhões em financiamento para produzir o primeiro foguete impulsionador impresso em 3D da Austrália. Travis Reddy, CEO da DefendTex afirmou: “A nova abordagem de fabricação aditiva permitirá redução de custos, de desperdício e maior capacidade de resposta para acesso ao espaço, permitindo a produção doméstica de propulsores de foguetes comerciais, o que se traduz em acesso ao espaço acessível para a indústria espacial emergente da Austrália. A DefendTex usará o financiamento para se juntar à indústria e parceiros de pesquisa para resolver a lacuna de capacidade da indústria espacial australiana, onde não há foguetes propulsores de fabricação nacional disponíveis comercialmente para lançamento na Austrália".

Pelo seu pequeno porte e aparente carência de recursos financeiros suficientes para adquirir a Avibras e fazer os aportes necessários, esta Consultoria acredita que a DefendTex tenha, em sua retaguarda, a sustentação de fundos de defesa governamentais (como o Australian Government Future Fund, um fundo soberano da Austrália) ou até mesmo um grade grupo privado australiano.

Por fim, de lamentar é o fato de o Brasil não ter encontrado uma solução nacional para uma de suas principais empresas de defesa. Assim, como ainda não foram divulgados os termos do acordo que está sendo costurado, resta torcer fervorosamente para que, pelo menos, o patrimônio científico, criado e desenvolvido pelos engenheiros e técnicos da Avibras ao longo de mais de 60 anos, permaneça na propriedade do País.


A Austrália e a região do Indo-Pacífico*

O ambiente de segurança no Indo-Pacífico tornou-se cada vez mais volátil devido à rivalidade entre grandes potências. A última Revisão Estratégica de Defesa da Austrália afirma que “a defesa da Austrália reside na segurança coletiva do Indo-Pacífico”. Camberra estará empenhada em sustentar e reforçar o seu papel no Indo-Pacífico, particularmente para equilibrar a China.

A Austrália, que faz fronteira a oeste com o Oceano Índico e a leste com o Oceano Pacífico, e está muito próxima dos membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) ao norte, pode ser descrita como um país central na região do Indo-Pacífico.

Desde 2012, a ideia do Indo-Pacífico tornou-se um ponto de referência para os governos australianos definirem os interesses da política externa e de segurança do país. Ao longo do período pós-guerra, a Austrália procurou satisfazer as suas necessidades de segurança convencionais principalmente através do seu pacto de defesa mútua com os Estados Unidos (EUA), do Tratado de Segurança da Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos (ANZUS) de 1951, bem como o acordo de partilha de informações de sinais 'Five Eyes' com os EUA, o Reino Unido (UK), o Canadá e a Nova Zelândia. Por sua vez, este último é sustentado pelo Acordo Reino Unido / Estados Unidos da América (UKUSA) de 1946. No entanto, em termos dos seus interesses comerciais, a Austrália tem olhado cada vez mais para os mercados da Ásia e proporcionalmente menos para os tradicionais aliados ocidentais.

À medida que a China cresceu e se tornou mais assertiva, estabelecendo uma rivalidade estratégica com os EUA e os seus parceiros regionais, a Austrália começou a ter mais dificuldade em isolar os seus interesses comerciais das tensões geopolíticas regionais.

A recentemente forjada parceria de segurança e tecnologia “AUKUS” com os EUA e o Reino Unido reflete tanto o ritmo da mudança geopolítica no Indo-Pacífico como a centralidade duradoura dos EUA na estratégia de defesa da Austrália. Tendo inicialmente determinado que a falta de uma indústria nuclear civil nacional impedia a utilização de tecnologia de propulsão nuclear superior na frota submarina da Austrália, o atual governo reavaliou a sua estratégia de segurança e recalibrou os seus acordos de aquisição de defesa, com iniciativas e implicações diplomáticas potencialmente de longo alcance.

A Austrália considera-se a guardiã econômica e de segurança da região do Pacífico. Mas cada vez mais a China tem ambições de promover os seus interesses entre as nações insulares.

No início de janeiro, Nauru, uma pequena república do Pacífico, restabeleceu relações diplomáticas formais com a China depois de romper relações com Taiwan. O governo da Papua Nova Guiné, o vizinho mais próximo da Austrália, confirmou que está em conversações com a China sobre um potencial acordo de segurança e policiamento. Pequim assinou um pacto de segurança com as Ilhas Salomão, um arquipélago estrategicamente localizado a nordeste da Austrália, em 2021.

As atuais capacidades da Austrália no âmbito do modelo de “força equilibrada” são insuficientes para gerir ameaças maiores. Por esta razão, está ansiosa por prosseguir o desenvolvimento de mísseis e adquirir equipamento militar avançado. A revisão é um passo importante na avaliação das capacidades e no traçado de um rumo que conduza a Austrália a uma posição mais proeminente na arquitetura de segurança regional.

Pequim pode estar demasiado ocupada com objetivos mais amplos de autossuficiência , em áreas como o desenvolvimento de motores militares, para corresponder às capacidades dos EUA. A China goza de uma vantagem na produção de defesa, com a sua base industrial e cadeias de abastecimento regionais. Mas os controles de exportação e a estratégia coletiva aliada podem impedir a aquisição de tecnologias sensíveis e a montagem de equipamento militar de ponta num futuro próximo. Embora a consolidação do apoio logístico tenha aumentado as suas capacidades, o principal objetivo da China é o avanço na tecnologia de defesa, onde os Estados Unidos e os seus aliados têm atualmente uma vantagem.

O abrandamento econômico na China fez com que os seus jovens lutassem por emprego. Algumas análises concluem que a descida econômica de uma superpotência provoca repressões internas – e uma maior assertividade militar na sua vizinhança. A política chinesa pode ser motivada pela insegurança e desconfiança dos concorrentes no cenário mundial.

A postura da China pode ser agravada pela ameaça do aumento militar do Japão na Ásia Oriental e pelas suas consequências para o Estreito de Taiwan nos próximos anos. Num tal cenário, o reforço do poder militar da Austrália também pode ser percebido como uma ameaça hostil, convidando a reações adversas.

Em seu livro Caldeirão da Ásia , Robert Kaplan observa que a China vê o Mar da China Meridional como sua esfera de influência. Dadas as disputas territoriais na região, a China continua preocupada com a sua própria segurança. Aumentou o desenvolvimento militar para “projetar poder” no seu ecossistema de segurança imediato.

A maior preocupação para os países do Indo-Pacífico pode ser a utilização militar das características insulares recuperadas pela China no Mar da China Meridional. Estas instalações dão a Pequim uma vantagem militar indevida. Isto não é apenas preocupante para a Austrália devido à volátil relação bilateral, mas também preocupante para as Filipinas e a Indonésia, que são requerentes na disputa. As alegadas incursões em áreas disputadas por frotas pesqueiras chinesas, acompanhadas por navios militares, agravaram as tensões.

A exploração de bases estrangeiras pela China indica a projeção de poder militar fora dos seus territórios nacionais, incluindo o Sudeste Asiático. A possibilidade de uma base naval chinesa nas Ilhas Salomão abalou a Austrália e o Ocidente em 2022. A presença militar da China no Pacífico pode ser problemática por duas razões: permitirá atingir facilmente o território australiano e negará espaço marítimo à Austrália. Isto limita efetivamente o apoio militar dos Estados Unidos e do Japão em situações difíceis.

*Fontes:

- A visão estratégica da Austrália sobre o Indo-Pacífico - Think Tank Parlamento Europeu
- Austrália e a nova arquitetura de segurança do Indo-Pacífico - East Asia Forum
- Austrália desconfia das ambições de segurança da China no Pacífico - Voa News
 

Marinha e Embraer assinam acordo de parceria em inovação para desenvolver radares


*LRCA Defense Consulting - 02/04/2024

A Marinha do Brasil e a Embraer assinaram um acordo de parceria para apoio mútuo em pesquisa, desenvolvimento e inovação. O objetivo da cooperação é o desenvolvimento de Radares de Busca de Superfície embarcados e de Vigilância Costeira, com o incremento da atualização do Radar Gaivota X. A assinatura ocorreu hoje, durante a LAAD, em São Paulo. 

O Contra-Almirante (EN) Alexandre de Vasconcelos Siciliano disse: “Estamos orgulhosos de fazer parceria novamente com a Embraer. Este acordo consolida a continuidade de uma colaboração de longo prazo com um líder global em tecnologia que expandirá o leque de capacidades para a Marinha do Brasil cumprir suas missões. Nossa experiência no Radar Gaivota X será complementada pelas tecnologias de ponta e capacidades da Embraer, permitindo-nos compartilhar conhecimento e desenvolver soluções cooperativamente de ponta para o mercado global”. 

“Estamos muito satisfeitos em negociar esse novo acordo com a Marinha, instituição com a qual temos uma relação sólida e de longo prazo. Essa cooperação traz muitos avanços não apenas para a Marinha e para a Embraer, mas também para a Base Industrial de Defesa brasileira”, afirma Fábio Caparica, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios para América Latina da Embraer Defesa & Segurança. 

Os estudos da Marinha do Brasil e da Embraer abrangem a integração do Radar Gaivota X com o Sistema de Comando e Controle Georreferenciado (SisC2Geo) e com o Sistema de Consciência Situacional Unificada por Aquisição de Informações Marítimas (SCUA). A cooperação traz uma importante contribuição para ampliar tanto o alto conteúdo tecnológico dos Programas Estratégicos da Marinha quanto o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa, um dos principais objetivos da Estratégia Nacional de Defesa.

WEG consolida fornecimento de compensador síncrono nos Estados Unidos


 

*LRCA Defense Consulting - 02/04/2024

Os compensadores síncronos rotativos são amplamente utilizados para garantir a qualidade da energia elétrica em redes de transmissão. Eles desempenham um papel essencial ao fornecer ou absorver potência reativa de maneira dinâmica e suave, sem a necessidade de chaveamentos frequentes. Além disso, eles contribuem para a estabilização, recomposição do sistema e regulação de tensão, tornando-se peças fundamentais no funcionamento eficaz das redes de energia elétrica.

Nesse sentido a WEG está fornecendo mais um compensador síncrono para uma empresa do segmento de transmissão e distribuição de energia nos Estados Unidos. Trata-se de uma solução completa com compensador, transformador, sistema completo de controle e proteção, estrutura física para instalação do sistema, construção mecânica e elétrica, além de diversos sistemas e serviços auxiliares. O escopo de fornecimento "turnkey" da WEG será utilizado para apoiar operações de rede estáveis à medida que mais geração de energia renovável, baseada em inversores, é interligada à rede, ao mesmo tempo em que as centrais de produção de energia térmica mais antigas são descontinuadas.

A WEG utiliza ferramentas de projetos de última geração para fornecer compensadores síncronos rotativos que atendem a uma ampla faixa de características de desempenho para melhor apoiar operadores de rede, concessionárias de energia elétrica e usuários finais que enfrentam desafios de estabilidade. Essa abordagem garante a completa satisfação das necessidades de aprimoramento na qualidade da energia das empresas, contribuindo significativamente para a construção de um sistema elétrico mais estável e confiável.

O fornecimento do compensador síncrono para a empresa norte-americana representa um significativo passo para a WEG reforçar sua presença no mercado.

A aquisição gera melhorias substanciais na eficiência e confiabilidade da rede elétrica, o que é crucial para manter as operações que atendem a indústria, as empresas e as pessoas da região.

 

Avibras e australiana DefendTex estão próximas de um acordo, conforme nota

 

*LRCA Defense Consulting - 02/04/2024

Em nota publicada hoje, a Avibras Indústria Aeroespacial e a DefendTex comunicam que estão engajadas em discussões avançadas para viabilizar um potencial investimento voltado para a recuperação econômico-financeira da Avibras, com o objetivo de manter suas instalações fabris no Brasil, retomar as operações o mais rápido possível e garantir o cumprimento das obrigações contratuais com o governo brasileiro e outros clientes.
 
Ambas as empresas estão comprometidas e trabalhando diligentemente para finalizar os termos e condições específicas do investimento e manterão o mercado informado.

A DefendTex é uma empresa internacional de defesa com sede na Austrália e líder estabelecida em soluções de guerra assimétrica multidomínio. Fornecendo tecnologias de defesa líderes mundiais, as capacidades da DefendTex incluem armas guiadas de precisão, energéticas, fabricação de foguetes e munições de vadiagem. A DefendTex tem uma vasta experiência em pesquisa colaborativa, tendo comercializado tecnologias de defesa inovadoras. 

Confirmada a notícia publicada com exclusividade por esta Consultoria ainda em 29 de março último (sexta-feira) no Twitter e no LinkedIn, resta agora saber como ficarão as propriedades científicas criadas e desenvolvidas pelos engenheiros e técnicos brasileiros ao longo de mais de 60 anos e que resultaram em produtos de alta tecnologia, como o Sistema ASTROS, Míssil de Cruzeiro Tático AV-MTC 300, S50 - motor principal do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1) brasileiro, C4ISTAR e outros.

Com relação aos funcionários e contratos existentes, felizmente parece que a intenção é capitalizar a empresa e mantê-la funcionando no Brasil, garantindo assim os postos de trabalho e as obrigações contratuais.



01 abril, 2024

FBO da Embraer é reconhecido como melhor do Brasil e está entre os 20% melhores das Américas por 8 anos consecutivos


*LRCA Defense Consulting - 01/04/2024

O FBO da Embraer foi reconhecido como o melhor FBO do Brasil e classificado entre os 20% melhores das Américas por oito anos consecutivos, de acordo com a Pesquisa AIN FBO para 2024! Segundo Augusto Nunes, Head of FBO da Embraer, "Esta conquista é uma prova do trabalho árduo, dedicação e excelência de nossa incrível equipe. Seu compromisso em fornecer serviços inigualáveis e experiências excepcionais para nossos clientes realmente nos diferenciou na indústria da aviação".

Um operador de base fixa (Fixed-base operator - FBO) é uma organização que recebe o direito de um aeroporto de operar nele e fornecer serviços aeronáuticos, como abastecimento, hangaragem, amarração e estacionamento, aluguel de aeronaves, manutenção de aeronaves, instrução de voo e serviços similares.

O MRO & FBO da Embraer, sediado no aeroporto de Sorocaba, comemorou 10 anos de operação no dia 27 de março. A instalação é o centro de excelência da empresa em suporte de aeronaves, oferecendo serviços de reparos e manutenção, bem como suporte personalizado e expertise em serviços de hangaragem, atendimento aeroportuário 24h (sob demanda), portfólio de serviços de rampa, limpeza, melhoria de abastecimento, comodidades para tripulação e passageiros e instalações com recepção VIP e lounge privativo, salas de descanso, estacionamento e áreas de apoio para aeronaves Executivas, Comerciais e de Defesa & Segurança.

Em junho de 2022 foi realizada a expansão da unidade, tornando-a uma experiência ainda mais moderna, além da comodidade dos serviços do MRO Embraer no mesmo local.

A dedicação da equipe à qualidade e ao serviço personalizado garantem uma experiência consistente e excepcional reconhecida novamente pela edição 2024 da Pesquisa AIN como o melhor FBO do Brasil. 

Capacidades de combate do caça Gripen para aprimorar a Força Aérea da Ucrânia


*Army Recognition - 31/03/2024

De acordo com informações relatadas pela equipe editorial do Army Recognition em 29 de março de 2024, a Suécia expressou abertura para potencialmente fornecer seus caças Gripen de última geração para a Ucrânia. Esta medida poderá marcar uma mudança fundamental no equilíbrio do poder aéreo na região. À luz deste anúncio, nos aprofundamos em uma análise aprofundada das capacidades avançadas de combate do Gripen.

Ao comparar estas capacidades com as aeronaves da era soviética atualmente em serviço na Força Aérea Ucraniana – nomeadamente, o Sukhoi Su-24, Su-25, Su-27 e MiG-29 – este artigo pretende destacar as vantagens estratégicas e melhoradas flexibilidade operacional que o Gripen poderia oferecer às forças de defesa aérea da Ucrânia.

O SAAB Gripen é uma prova do design moderno da aviação, oferecendo uma plataforma versátil capaz de realizar uma série de missões de combate e reconhecimento. Ao contrário da frota atual da Ucrânia, que inclui aeronaves especializadas em combate ar-ar (Su-27, MiG-29) ou em funções de ataque ao solo (Su-24, Su-25), o Gripen se destaca em ambas as áreas. Esta capacidade multifuncional garante que a Força Aérea Ucraniana possa executar diversas missões com um único tipo de aeronave, simplificando a logística, a manutenção e o treinamento de pilotos.

Uma das características de destaque do Gripen é seu conjunto de aviônicos de última geração. Equipado com radar AESA (Active Electronically Scanned Array), o Gripen oferece consciência situacional superior, permitindo detectar, rastrear e engajar múltiplos alvos a distâncias maiores e com maior precisão do que os radares das aeronaves atuais da Ucrânia. Esta vantagem tecnológica poderia aumentar significativamente a eficácia operacional da força aérea ucraniana, proporcionando uma vantagem crucial tanto em operações ofensivas como defensivas.

Juntamente com sua aviônica, as características de desempenho do Gripen, como sua alta relação empuxo-peso e design delta canard, proporcionam uma manobrabilidade excepcional. Essa agilidade permite que o Gripen se destaque em cenários de combate aéreo e evite ameaças de forma mais eficaz do que muitos de seus contemporâneos.

A capacidade multifuncional do Gripen é significativamente aumentada pela sua ampla gama de opções de armamento, permitindo-lhe transportar uma combinação de armas adaptadas aos requisitos da missão. Essa flexibilidade garante que o Gripen possa atacar vários tipos de alvos, desde aeronaves inimigas e forças terrestres até unidades navais e infraestrutura.

Mísseis ar-ar: Para missões de superioridade aérea, o Gripen pode ser equipado com uma variedade de mísseis ar-ar (BVR) e de curto alcance (AAMs). Isso inclui o AIM-120 AMRAAM para combates de longo alcance e o IRIS-T ou AIM-9 Sidewinder para encontros mais próximos. Essas armas permitem que o Gripen enfrente aeronaves inimigas a uma distância segura ou se defenda em combate corpo-a-corpo.

Munições Ar-Terra: As capacidades ar-terra do Gripen são apoiadas por uma extensa seleção de munições. Bombas guiadas com precisão, como a GBU-12 Paveway II, e armas distantes, como a AGM-65 Maverick, permitem que o Gripen atinja alvos terrestres com alta precisão, minimizando danos colaterais. Para missões que requerem efeitos de área, também pode transportar bombas não guiadas e munições cluster.

Armas anti-navio e de distanciamento: O Gripen pode ser equipado com mísseis antinavio, como o RBS-15, projetados para atacar embarcações navais a distâncias consideráveis. Além disso, armas isoladas como o Taurus KEPD 350 ou o AGM-158 JASSM permitem que o Gripen conduza missões de ataque profundo contra alvos de alto valor e bem protegidos pelas defesas aéreas inimigas.

Reconhecimento e Guerra Eletrônica: Além de armamentos cinéticos, o Gripen pode transportar cápsulas para guerra eletrônica e missões de reconhecimento. Esses pods aumentam sua capacidade de coletar informações e conduzir ataques eletrônicos, interrompendo as comunicações e os sistemas de radar inimigos.

Operando dentro de um orçamento limitado, a relação custo-benefício do Gripen é uma vantagem convincente para a Ucrânia. A aeronave apresenta custos operacionais e de manutenção mais baixos em comparação com os seus homólogos ocidentais e com os antigos jatos da era soviética no arsenal da Ucrânia. Além disso, o projeto do Gripen enfatiza a facilidade de manutenção e a capacidade de operar em pistas curtas e improvisadas, oferecendo alta flexibilidade operacional em zonas de conflito.

À medida que a Ucrânia se aproxima dos padrões da OTAN, a compatibilidade do Gripen com a tecnologia e os armamentos ocidentais se destaca. Ao contrário das aeronaves da era soviética, que requerem modificações substanciais para integrar armas e sistemas de comunicação compatíveis com a OTAN, o Gripen foi concebido desde o início para operar no âmbito da OTAN. Esta interoperabilidade facilitaria uma colaboração mais harmoniosa com as forças aliadas e agilizaria a transição da Ucrânia para uma postura de defesa mais orientada para o Ocidente.

As capacidades de combate multifuncionais do Gripen, sustentadas por seus aviônicos avançados, desempenho superior e opções versáteis de armamento, posicionam-no como uma plataforma altamente eficaz para alcançar a superioridade aérea e conduzir missões de ataque precisas. Sua capacidade de se adaptar a vários papéis de combate dentro de uma única surtida proporciona flexibilidade operacional, tornando o Gripen um recurso inestimável para as forças aéreas modernas que buscam manter o domínio no ar e apoiar efetivamente as operações terrestres e navais.

Índia: exportações de defesa atingiram “níveis sem precedentes”, diz Ministro da Defesa

Exportações de defesa atingiram o nível de Rs 21.083 milhões de rupias no ano financeiro de 2023-24, o que representa um “crescimento espetacular” de 32,5 por cento em relação ao ano fiscal anterior.


*Business Standard - 01/04/2024

O ministro da Defesa, Rajnath Singh, disse na segunda-feira que as exportações de defesa do país atingiram "níveis sem precedentes" e ultrapassaram a marca de Rs 21.000 crore pela "primeira vez" na história da Índia Independente.

“É um prazer informar a todos que as exportações de defesa indianas atingiram níveis sem precedentes e ultrapassaram a marca de Rs 21.000 crore pela primeira vez na história da Índia Independente!”, disse ele em um post no X.

O ministro da União também disse que as exportações de defesa da Índia, ao atingirem o nível de Rs 21.083 crore (US$ 2,5 bilhões) no ano financeiro de 2023-24, representa um “crescimento espetacular” de 32,5 por cento em relação ao ano fiscal anterior.

Durante uma interação com membros da diáspora indiana na Nigéria em Maio de 2023, o ministro da defesa enfatizou o foco do governo em 'Aatmanirbharta' (Índia autossuficiente) e o "progresso significativo" feito nas exportações de defesa nos últimos anos para alcançar o objetivo de "Faça na Índia, faça para o mundo".

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