Pesquisar este portal

Mostrando postagens com marcador SisGAAZ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SisGAAZ. Mostrar todas as postagens

07 novembro, 2026

Marinha ativa centro que cruza dados de navios em 40 milhões de km² do Atlântico Sul

Instalado no COMPAAz, o IFC Atlântico Sul reúne Marinha, Polícia Federal, Receita Federal e parceiros estrangeiros para antecipar riscos em uma área quase sete vezes maior que a Amazônia Azul


*LRCA Defense Consulting - 07/11/2026 -  18h40

A Marinha do Brasil ativou, em 3 de novembro, no Rio de Janeiro, o Centro Internacional de Fusão de Informações do Atlântico Sul (IFC Atlântico Sul, da sigla em inglês Information Fusion Center). Instalada nas dependências do Comando de Operações Marítimas e Proteção da Amazônia Azul (COMPAAz), a estrutura vai cruzar dados de instituições brasileiras e estrangeiras para identificar embarcações com comportamento suspeito, pesca ilegal, extração não autorizada de recursos e ameaças a plataformas de petróleo, cabos submarinos e rotas de navegação. A área de interesse do centro soma cerca de 40,3 milhões de km², quase sete vezes a extensão da Amazônia Azul, que tem aproximadamente 5,7 milhões de km².

A cerimônia foi presidida pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e reuniu integrantes do Almirantado, representantes de marinhas de países da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS), diplomatas e autoridades civis. Múcio classificou a ativação como "um passo importantíssimo e corajoso" e afirmou que a iniciativa interessa não só ao País, mas a toda a região, além de permitir que o litoral brasileiro seja mais bem protegido do que foi até hoje. O primeiro diretor do IFC é o contra-almirante Luciano Calixto de Almeida Junior, que acumula a função com o comando do COMPAAz.

Dados isolados, quadro único 
A lógica de um centro de fusão é simples de enunciar e difícil de executar: a posição, a identidade, a rota ou o histórico de um navio podem parecer irrelevantes quando observados separadamente, mas ganham outro significado quando confrontados com informações de outras organizações. Segundo a Marinha, o funcionamento do IFC se apoia em três pilares (fusão de dados, integração entre parceiros e cooperação) e conta com uma sala operacional equipada com estações de trabalho e sistemas de integração e visualização de dados, além de sala de reuniões e espaço destinado a representantes estrangeiros.

Calixto destacou que o valor do centro estará nos produtos que ele vai gerar: boletins periódicos, relatórios, estudos analíticos e acompanhamento sistemático do ambiente marítimo do Atlântico Sul, a serem compartilhados com parceiros nacionais e internacionais. Essas análises poderão orientar o emprego de navios, aeronaves e equipes de fiscalização, concentrando meios escassos onde houver maior necessidade. O IFC não substitui as autoridades responsáveis pelo controle marítimo nem pela repressão a ilícitos; sua função é produzir conhecimento e aproximar os órgãos competentes.

Um modelo já testado em outros oceanos 

O conceito não é inédito. Singapura opera desde 2009 um centro do gênero, voltado ao Estreito de Malaca e ao Mar do Sul da China, que se tornou referência internacional e, segundo a imprensa especializada, inspirou o modelo brasileiro. A Índia ativou em 2018 o IFC para a Região do Oceano Índico, e a França mantém em Brest o MICA Center, dedicado à segurança marítima. Na outra margem do Atlântico Sul, os países do Golfo da Guiné estruturam desde 2013, com base no Código de Conduta de Yaoundé, uma rede de centros regionais de coordenação para enfrentar a pirataria, os sequestros de tripulações e a pesca ilegal.

É nesse ponto que o centro brasileiro encontra sua razão estratégica. O Atlântico Sul concentra rotas pelas quais passa a maior parte do comércio exterior do País, as reservas do pré-sal, novas fronteiras de exploração de petróleo e áreas com potencial de minerais críticos. Ao mesmo tempo, os principais desafios de segurança da região, como os ilícitos no Golfo da Guiné, a pesca predatória e o tráfico de drogas por via marítima, ignoram fronteiras e exigem cooperação entre as duas margens, exatamente o espaço político ocupado pela ZOPACAS. 

Quem já participa 
A Receita Federal e a Polícia Federal já atuavam no IFC antes da ativação formal. Entre 30 de setembro e 1º de outubro, militares e servidores da Receita foram capacitados no COMPAAz para usar a plataforma IORIS, ambiente digital seguro de comunicação, coordenação e compartilhamento de informações desenvolvido no âmbito do EU CRIMARIO (European Union Critical Maritime Routes), programa da União Europeia voltado às rotas marítimas críticas. Em 1º de outubro, a Marinha assinou um Memorando de Entendimento com o programa, formalizando a cooperação.

Para o delegado da Polícia Federal Alexandre Custódio Neto, o intercâmbio de informações "num ambiente de força-tarefa" é decisivo no combate aos ilícitos. Ele lembrou que experiências anteriores com forças integradas, nas quais cada instituição leva suas bases de dados e sua especialidade para um mesmo espaço, já ampliaram a eficácia de investigações e operações de repressão.

Do lado africano, o comandante da Marinha da Namíbia, contra-almirante Sacheus Randy Gonteb, avaliou que o centro representa um avanço para a segurança marítima dos países da região, ao ampliar o conhecimento sobre as embarcações que operam em suas águas. A imprensa especializada aponta Uruguai, Argentina, Senegal, Camarões, Congo, Nigéria e Angola entre os possíveis participantes, mas a Marinha ainda não divulgou quais países já mantêm intercâmbio regular com o centro. A proposta também foi apresentada a parceiros estrangeiros no segundo Simpósio para Procuradores sobre Crimes Marítimos, realizado em Lisboa nos dias 7 e 8 de outubro, com representantes de 17 países. 

Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz)

Sensores nacionais e as fragatas Tamandaré 
O IFC se articula com o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), que integra sensores, plataformas, bases de dados e instituições. Enquanto o SisGAAz fornece a infraestrutura nacional de monitoramento, o novo centro acrescenta a dimensão cooperativa e internacional do trabalho. A arquitetura técnica dessa integração não foi detalhada publicamente.

Um elo direto com a Base Industrial de Defesa está nas fragatas da classe Tamandaré. Os planos da Marinha preveem que quatro sistemas instalados nesses navios possam enviar dados ao centro, o que transformaria os novos escoltas em fontes ativas de informação para o quadro marítimo do Atlântico Sul. A preparação do IFC também deixou rastros administrativos: em 19 de agosto, o Comando da Marinha abriu contratação de materiais de identificação visual com os nomes COMPAAz e IFC Atlântico Sul.

O que ainda não se sabe 
A extensão de 40,3 milhões de km² corresponde à área de interesse da cooperação, e não a uma área sob jurisdição brasileira ou sob vigilância integral e permanente. Os comunicados oficiais tampouco informam o efetivo dedicado ao centro, seus custos, a relação de países que compartilham dados regularmente, os protocolos para tratamento de informações sensíveis, os indicadores de desempenho ou o eventual uso de inteligência artificial nas análises. A presença de delegações estrangeiras na cerimônia demonstra articulação diplomática, mas não comprova, por si só, intercâmbio operacional contínuo.

A ativação marca, portanto, o início de uma capacidade, não sua plenitude. O teste do IFC Atlântico Sul virá nos próximos meses, quando se verá se os boletins e alertas prometidos chegam a tempo de orientar navios, aeronaves e equipes de fiscalização, e se os parceiros estrangeiros alimentam o sistema com regularidade. É dessa rotina, mais do que da solenidade, que dependerá a pretensão brasileira de se firmar como polo regional de segurança marítima no Atlântico Sul. 

16 dezembro, 2025

Marinha impulsiona Projeto Radar Gaivota com parceria tecnológica estratégica da Embraer e FDTE

Embraer e FDTE firmam primeiro contrato de desenvolvimento científico com a Base Industrial de Defesa voltado ao Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul

Engenheiro Fábio Henrique Caparica Santos, Vice-Presidente de Contratos e Propostas da Embraer, defendeu a soberania tecnológica

*LRCA Defense Consulting - 16/12/2025

A Marinha do Brasil deu um passo histórico no fortalecimento da soberania tecnológica nacional ao promover, no dia 3 de dezembro de 2025, a cerimônia de assinatura do primeiro contrato de desenvolvimento científico e tecnológico do Setor de Ciência, Tecnologia e Inovação com a Base Industrial de Defesa voltado ao Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz).

O acordo, realizado pela Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), marca uma aliança estratégica entre a Embraer e a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) para o desenvolvimento de tecnologia de ponta aplicada à vigilância costeira brasileira.

Contrato e seus objetivos
O contrato prevê a implementação de um software de processamento de sinal que será embarcado no Radar Gaivota de Vigilância Costeira. Este radar atuará como sensor do SisGAAz e integrará uma rede de radares de vigilância que serão distribuídos ao longo de toda a costa brasileira, fortalecendo significativamente a capacidade de monitoramento das águas jurisdicionais do país.

O radar está sendo desenvolvido no âmbito do projeto da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) do SisGAAz - fase 2, representando um investimento significativo em autonomia tecnológica na área de defesa.

Cerimônia reuniu lideranças das três hélices da inovação
A cerimônia de assinatura ocorreu nas instalações do InovaUSP, em São Paulo, e contou com a presença de autoridades representando o modelo "tripla hélice" da inovação - governo, indústria e academia. Entre os presentes estavam:

  • Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha
  • Engenheiro Fábio Henrique Caparica Santos, Vice-Presidente de Contratos e Propostas da Embraer
  • Professor Doutor José Roberto Castilho Piqueira, Diretor de Operações da FDTE
  • Professor Doutor Marcelo Knörich Zuffo, Diretor do InovaUSP
  • Vice-Almirante Carlos Henrique de Lima Zampieri, Diretor de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM)
  • Vice-Almirante Marcelo da Silva Gomes, Diretor de Gestão de Programas da Marinha (DGePM)
  • Contra-Almirante Marcos Fricks Cavalcante, Diretor do Centro Tecnológico da Marinha no Rio de Janeiro (CTMRJ)

A visão da Marinha: modelo tripla hélice em ação
O Contra-Almirante Fricks destacou a relevância tecnológica do acordo durante seu discurso: "Este contrato é uma iniciativa para a elevação do grau de maturidade tecnológica dos radares da família do Radar Gaivota, visando a sua completa produção pelo setor industrial brasileiro, representando uma materialização do modelo tripla hélice da inovação tecnológica proposta por Etzkowitz e Leydesdorff".

A declaração evidencia a estratégia da Marinha de não apenas desenvolver tecnologia, mas de criar um ecossistema de inovação sustentável que integre as capacidades das forças armadas, da indústria nacional e das instituições acadêmicas.

Embraer: compromisso com a soberania tecnológica
O Vice-Presidente de Contratos e Propostas da Embraer, Engenheiro Fábio Henrique Caparica Santos, agradeceu à Marinha pela confiança depositada na empresa e ressaltou os impactos estratégicos da parceria.

"O fortalecimento e a diversificação da área de Defesa e Segurança da Embraer estão alinhados com o desenvolvimento autônomo de capacidades críticas no País, visando atender às necessidades das Forças Armadas por soluções tecnologicamente avançadas e integradas, ao mesmo tempo em que preservam os interesses nacionais e a soberania", afirmou Caparica.

A declaração sublinha o papel da Embraer não apenas como fornecedora de tecnologia, mas como parceira estratégica no desenvolvimento de capacidades críticas de defesa, reduzindo a dependência tecnológica externa do Brasil.

FDTE: a ponte entre academia e defesa nacional
O Professor Doutor José Roberto Castilho Piqueira, Diretor de Operações da FDTE, expressou gratidão pela parceria histórica com a Marinha: "Para nós é uma honra trabalhar com a Marinha do Brasil. Sempre foi uma troca de experiências de muito valor no âmbito tecnológico".

A FDTE, fundação ligada à Escola Politécnica da USP, desempenha papel fundamental ao viabilizar a transferência de conhecimento acadêmico para aplicações práticas em defesa, demonstrando como a pesquisa universitária pode contribuir diretamente para a segurança nacional.

Assinatura do contrato entre FDTE e Embraer

InovaUSP: inovação pública impulsionando o setor privado
O Diretor do InovaUSP, Professor Doutor Marcelo Knörich Zuffo, destacou o compromisso institucional com o avanço tecnológico do país: "O compromisso de nós como Estado com a nação brasileira é devido. Nós não podemos fugir da nossa responsabilidade como inovadores. A inovação tem que estar em nosso sangue. É a inovação pública que permitirá a inovação privada".

A declaração de Zuffo enfatiza o papel das instituições públicas como catalisadoras da inovação no setor privado, criando as condições para que empresas brasileiras possam desenvolver tecnologias de ponta.

Visão de futuro: um Brasil que não para
Ao término da cerimônia, o Almirante de Esquadra Rabello projetou uma visão otimista sobre os impactos da iniciativa: "Começamos agora a impulsionar o Brasil e esse Brasil não para. O desafio é equalizar esse desenvolvimento pelo país e torná-lo cada vez mais próspero".

A fala do Diretor-Geral da DGDNTM revela a compreensão de que o desenvolvimento tecnológico em defesa tem efeitos multiplicadores sobre toda a economia, contribuindo para reduzir desigualdades regionais e impulsionar o desenvolvimento nacional.

Visita ao Laboratório de Micro-Ondas
Após a cerimônia oficial, os representantes da FDTE e da Embraer foram recebidos pela DGDNTM no Laboratório de Micro-Ondas de Potência e Fotônica (LaMP), onde puderam acompanhar uma apresentação das principais atividades e capacidades tecnológicas do laboratório.

Esta visita técnica demonstra a transparência da Marinha em compartilhar suas capacidades tecnológicas com parceiros estratégicos, facilitando a sinergia necessária para o desenvolvimento de soluções integradas.

Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz)
O SisGAAz é um sistema estratégico que visa monitorar, de forma contínua e integrada, as Águas Jurisdicionais Brasileiras e as áreas internacionais de responsabilidade do país. A Amazônia Azul corresponde a aproximadamente 4,5 milhões de quilômetros quadrados - uma área equivalente a cerca de metade do território continental brasileiro.

O sistema integrará uma rede de sensores terrestres e marítimos, centros de comando e controle, e recursos de monitoramento aéreo e ambiental, proporcionando ao Brasil capacidade efetiva de controlar sua mobilidade estratégica e responder prontamente a ameaças, emergências ou desastres ambientais.

Radar Gaivota: tecnologia nacional de ponta
O Projeto Radar Gaivota representa anos de desenvolvimento pela Marinha do Brasil, com foco na criação de capacidade nacional de produção de radares de vigilância costeira. A família de radares Gaivota está sendo desenvolvida para atender tanto necessidades de vigilância costeira quanto de busca de superfície em plataformas embarcadas.

A elevação do grau de maturidade tecnológica destes radares, objetivo central do contrato firmado, permitirá que o setor industrial brasileiro domine completamente o ciclo de produção, desde o projeto até a fabricação, reduzindo vulnerabilidades estratégicas e criando oportunidades de exportação futura.

Impactos para a Base Industrial de Defesa
O acordo celebrado marca mais um passo relevante no fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID) brasileira e na consolidação de parcerias estratégicas da Marinha com o setor científico e tecnológico nacional.

Ao desenvolver capacidades críticas em território nacional, o Brasil:

  • Reduz dependência de fornecedores externos em áreas sensíveis
  • Cria empregos altamente qualificados em engenharia e tecnologia
  • Desenvolve conhecimento que pode ter aplicações civis
  • Fortalece sua posição negociadora em cooperações internacionais
  • Garante autonomia para modernização e manutenção de sistemas críticos

Modelo de desenvolvimento para outros setores
A parceria entre Marinha, Embraer e FDTE estabelece um modelo que pode ser replicado em outros setores estratégicos. A integração entre as necessidades operacionais das forças armadas, a capacidade de produção industrial da Embraer e o conhecimento acadêmico canalizado pela FDTE cria um ciclo virtuoso de inovação.

Este modelo de "tripla hélice" permite que pesquisas acadêmicas encontrem aplicações práticas, que a indústria desenvolva novos produtos com menor risco tecnológico, e que as forças armadas obtenham soluções customizadas para suas necessidades específicas.

Contexto internacional e soberania tecnológica
Em um cenário internacional marcado por crescentes restrições à transferência de tecnologias sensíveis, o desenvolvimento de capacidades autônomas em vigilância e defesa torna-se cada vez mais crítico. O Projeto Radar Gaivota insere-se neste contexto como afirmação da capacidade brasileira de desenvolver tecnologias de ponta sem depender de licenças ou autorizações externas.

A soberania tecnológica em sistemas de defesa garante ao país não apenas autonomia operacional, mas também liberdade de ação na política externa, sem restrições impostas por fornecedores de equipamentos críticos.

Perspectivas futuras
Com a assinatura deste primeiro contrato voltado ao SisGAAz entre a Base Industrial de Defesa e o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação, abre-se caminho para novas parcerias e projetos. A implementação do software de processamento de sinal no Radar Gaivota de Vigilância Costeira é apenas o primeiro passo de um programa mais amplo que visa equipar o Brasil com capacidade completa de monitoramento de suas águas jurisdicionais.

Os próximos desafios incluem a produção em escala dos radares, sua integração efetiva ao SisGAAz, o treinamento de pessoal para operação e manutenção, e a criação de uma cadeia de fornecedores nacionais capaz de sustentar o programa a longo prazo.

Desenvolvimento tecnológico autônomo
A cerimônia de 3 de dezembro de 2025 representa mais do que a assinatura de um contrato - simboliza o compromisso do Brasil com seu desenvolvimento tecnológico autônomo e com a proteção efetiva de seu território marítimo. A parceria entre Marinha, Embraer e FDTE demonstra que o país possui as capacidades institucionais, industriais e acadêmicas necessárias para alcançar a soberania tecnológica em áreas críticas.

Como afirmou o Almirante Rabello, "esse Brasil não para". O Projeto Radar Gaivota e o SisGAAz são provas concretas de que o país está no caminho certo para garantir sua segurança e soberania através da ciência e da tecnologia. 

Postagem em destaque