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03 janeiro, 2025

WEG atinge dois mil geradores fornecidos ao cliente Vestas do Brasil Energia Eólica


*LRCA Defense Consulting - 03/01/2025

A WEG celebra a expressiva marca de dois mil geradores fornecidos para a Vestas um dos componentes vitais das turbinas produzidas pela empresa dinamarquesa, fortalecendo ainda mais sua contribuição para o setor de energia limpa no Brasil. Os equipamentos, desenvolvidos para operar nas torres eólicas Vestas, estão instalados em diversos parques eólicos espalhados pelo país, evidenciando o compromisso compartilhado das duas empresas com a sustentabilidade e o avanço da matriz energética renovável no Brasil.

Este marco é resultado da confiança contínua da Vestas na capacidade da WEG, destacando a forte sinergia entre as duas empresas desde o início da parceria. "O fornecimento de dois mil geradores é um marco significativo na nossa trajetória com a Vestas, reforçando a qualidade dos nossos produtos e a eficiência do trabalho conjunto", ressalta João Paulo Gualberto da Silva, Diretor Superintendente da WEG Energia.

O relacionamento entre as empresas que reflete o compromisso mútuo em garantir a excelência em cada etapa do processo, em que a qualidade, desempenho e dedicação são os pilares que sustentam essa colaboração. Os resultados obtidos até aqui são um motivo de orgulho para todos na WEG, e os inspiram a continuar sua jornada em busca de inovação e melhoria contínua.

Essa parceria motiva a WEG a seguir oferecendo produtos e serviços de alta qualidade, sempre focados na satisfação do cliente e em atender aos mais elevados padrões de excelência.   
 

13 setembro, 2023

Petrobras e WEG firmam parceria para construir o maior aerogerador do Brasil

A Petrobrás investirá R$ 130 milhões no projeto, que já está em andamento pela WEG


*Petronotícias - 13/09/2023

Cumprindo a promessa de seu presidente, Jean Paul Prates, a Petrobras leva de volta a companhia em direção à geração de energia elétrica. A empresa acertou uma parceria com a WEG, empresa brasileira global de equipamentos eletroeletrônicos, e as duas assinaram uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento conjunto de um aerogerador onshore de 7 megawatts (MW), o primeiro desse porte – e maior – a ser fabricado no Brasil. 

Esse projeto representa um marco importante para a Petrobras, porque aumentará  o seu conhecimento em tecnologia de energia eólica, além de contribuir para impulsionar a transição energética no Brasil, em parceria com uma empresa que se destaca em inovação pelo desenvolvimento de soluções em eficiência energética, energias renováveis e mobilidade elétrica. O aerogerador terá 220 metros de altura do solo até a ponta da pá – equivalente à altura de seis estátuas do Cristo Redentor – e 1.830 toneladas de peso – correspondente ao peso de cerca deeolica 1660 carros populares ou 44 Boeings 737.

Investimento de R$ 130 milhões no projeto
A Petrobrás investirá R$ 130 milhões no projeto, que já está em andamento pela WEG. O acordo abrange o desenvolvimento de tecnologias para a fabricação dos componentes do aerogerador – adequados às condições eólicas do país – bem como a construção e testes de um protótipo, com contrapartidas técnicas e comerciais para a Petrobras. A WEG prevê que o equipamento poderá ser produzido em série a partir de 2025.

Além de seu papel na expansão da energia eólica onshore nacional, o desenvolvimento desse aerogerador de 7 MW trará impacto positivo para o futuro da energia eólica offshore no Brasil, segundo Prates: “À medida que a Petrobras acumula experiência e conhecimento na produção de aerogeradores de alta capacidade em terra, pavimenta o caminho para o desenvolvimento de aerogeradores de maior porte, que serão utilizados nos tomasquimprojetos de geração offshore. Nessa jornada, a transição para a energia eólica offshore oferece oportunidades para explorar o vasto potencial eólico no litoral do país”. O acordo alavanca ainda o desenvolvimento de aerogeradores de última geração.

“Mais do que nunca, a transição para fontes de energia renovável é fundamental para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e para construir um futuro mais sustentável e justo para a Petrobras e para as futuras gerações. Nossa parceria com a WEG é a prova do nosso compromisso com essa causa”, disse o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobrás, Maurício Tolmasquim.

Já o  diretor superintendente de Energia da WEG, João Paulo Gualberto da Silva, explicou que “por meio desta parceria com a Petrobras, estamos unindo experiências, recursos e conhecimentos para impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento nacional de aerogeradores, reforçando o compromisso da WEG com a geração de energia renovável e desenvolvimento de tecnologia nacional de ponta”.

Para lembrar, a WEG é uma empresa global de equipamentos eletroeletrônicos, que atua no setor de bens de capital com foco em motores, redutores e acionamentos elétricos, geradores e transformadores de energia, produtos e sistemas para eletrificação, automação e digitalização. Com operações industriais em 15 países e presença comercial em mais de 135 países, a companhia possui mais de 40 mil colaboradores distribuídos pelo mundo. Em 2022 a WEG atingiu faturamento líquido de R$ 29,9 bilhões, destes 50,3% proveniente das vendas realizadas fora do Brasil.
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WEG e Petrobras firmam parceria para desenvolvimento do maior aerogerador de energia eólica do país

*LRCA Defense Consulting - 14/09/2023

Além de seu papel na expansão da energia eólica onshore nacional, o desenvolvimento desse aerogerador de 7 MW trará impacto positivo para o futuro da energia eólica offshore no Brasil. “À medida que a Petrobras acumula experiência e conhecimento na produção de aerogeradores de alta capacidade em terra, pavimenta o caminho para o desenvolvimento de aerogeradores de maior porte, que serão utilizados nos projetos de geração offshore. Nessa jornada, a transição para a energia eólica offshore oferece oportunidades para explorar o vasto potencial eólico no litoral do país”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

O acordo alavanca ainda o desenvolvimento de aerogeradores de última geração. “Esse projeto é um degrau crucial em direção ao desenvolvimento de uma nova geração de equipamentos de energia eólica offshore, que têm grande potencial de expansão no litoral brasileiro. A experiência que ganharemos com o desenvolvimento desses aerogeradores nos ajudará a explorar mais as oportunidades dos nossos recursos eólicos, contribuindo para a diversificação de nossa matriz energética e a redução de nossa pegada de carbono”, comentou o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos José Travassos.

“Mais do que nunca, a transição para fontes de energia renovável é fundamental para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e para construir um futuro mais sustentável e justo para a Petrobras e para as futuras gerações. Nossa parceria com a WEG é a prova do nosso compromisso com essa causa”, enfatizou o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

“Por meio desta parceria com a Petrobras, estamos unindo experiências, recursos e conhecimentos para impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento nacional de aerogeradores, reforçando o compromisso da WEG com a geração de energia renovável e desenvolvimento de tecnologia nacional de ponta”, explicou o diretor superintendente de Energia da WEG, João Paulo Gualberto da Silva.


06 julho, 2023

WEG anuncia acordo com a 2W Ecobank para autoprodução de energia eólica


*LRCA Defense Consulting - 06/07/2023

A WEG S.A.  e a 2W Ecobank S.A. oficializaram hoje um acordo para autoprodução de energia conjunta nos Parques Eólicos Anemus, I, II e III, localizados no município de Currais Novos, no Estado do Rio Grande do Norte.

Com contratos de compra de energia de aproximadamente R$ 970 milhões, com duração de 20 anos e início a partir de janeiro de 2024, a iniciativa garantirá 30 MW médios de energia renovável para as operações industriais da WEG na modalidade de autoprodução por equiparação.

“Estamos muito contentes em participar em mais este processo de geração de energia renovável com tecnologia e inovação. A nossa experiência como fabricantes de soluções para geração de energia renovável, e particularmente energia eólica neste caso, vai garantir ainda mais sustentabilidade para as nossas operações. Reforçamos assim os nossos compromissos e mostramos também que estamos prontos para ser o parceiro das empresas em suas jornadas de descarbonização”, enfatiza Daniel Marteleto Godinho, Diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da WEG.

Os parques eólicos Anemus I, II e III contam com 33 aerogeradores modelo AGW147/4.2 da WEG. Juntos eles totalizam 138,6 MW de capacidade instalada.

“Esse contrato marca a estreia da 2W Ecobank no fornecimento de energia renovável no modelo de contrato de autoprodução já com uma parceria de expressivo volume de energia. Esse tipo de sinergia é muito importante, pois, além dos benefícios financeiros, é um contrato com a natureza e a sociedade, de geração de uma energia 100% limpa e renovável por muitos anos”, diz Claudio Ribeiro, CEO da 2W Ecobank.

O acordo entre as empresas ainda depende do cumprimento de condições precedentes, dentre elas o aval das autoridades brasileiras.

WEG e Alupar fecham acordo para autoprodução de energia eólica


*LRCA Defense Consulting - 06/07/2023

A WEG S.A. anunciou hoje a assinatura de um acordo vinculante com a Alupar, empresa especializada em geração e transmissão de energia elétrica, para autoprodução de energia utilizada em operações da WEG no Brasil.

Localizado no município de Jandaíra, no Rio Grande do Norte, no complexo Eólico Agreste Potiguar, o parque eólico AW Santa Régia (EAP II) terá capacidade instalada de 37,8 MW, garantia física de 21,7 MW médios, e vai operar com nove aerogeradores WEG modelo AGW 147 com potência nominal de 4,2 MW.

O acordo prevê a entrega anual de cerca de 15 MW médios, que serão utilizados em operações fabris da WEG na modalidade de autoprodução por equiparação, por um período de 18 anos. Hoje, essa energia responde por aproximadamente 30% do consumo dessas operações. O início do suprimento de energia para as fábricas será a partir de janeiro de 2024, com contratos de compra de energia estimados em R$ 460 milhões no decorrer do período do contrato.

“Estamos reforçando o nosso compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em nossas operações industriais e contribuir na transição energética. Acreditamos que esse é um caminho importante para as empresas em suas jornadas de descarbonização”, enfatiza Daniel Marteleto Godinho, Diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da WEG.

O parque eólico AW Santa Régia está localizado no mesmo complexo eólico do parque AW São João, que conta com outros seis aerogeradores da WEG. Ambos os parques estão em implantação e totalizarão 63 MW de capacidade instalada, conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O acordo entre as empresas ainda depende do cumprimento de condições precedentes, dentre elas o aval das autoridades brasileiras.

01 agosto, 2022

Em julho, parques eólicos do Nordeste voltaram a bater recorde na geração de energia


*LRCA Defense Consulting - 01/08/2022

O Nordeste é o maior responsável pela produção de energia limpa do país. E neste mês de julho, o conjunto de parques eólicos instalados nos Estados da região voltaram a bater recorde na geração de energia. Os dados são do Operador Nacional do Sistema Elétrico, ONS.

Segundo o órgão, no último dia 8 de julho, as turbinas eólicas produziram 14.167 megawatts de energia, que equivalem a mais de 123% da demanda de todo o Nordeste. Esse montante é suficiente para suprir o consumo de energia dos nove estados da região por minuto, sobrando ainda 23,2% para exportar para o restante do país.

O Nordeste também atingiu o primeiro recorde de geração instantânea de energia solar em 2022. No dia 12 de julho, foi registrada a geração instantânea de 2.963MW, montante equivalente a 27,5% da demanda de todo o subsistema Nordeste daquele minuto.

O mês de julho no Nordeste é conhecido como safra dos ventos, com rajadas mais fortes no litoral da região, impulsionando, assim, a produção de energia eólica. Por isso, o ONS não descarta a possibilidade de que outros recordes sejam alcançados já nas próximas semanas.

A versão mais recente do Boletim Mensal do Ministério de Minas e Energia aponta que a participação da energia eólica na matriz energética brasileira deverá aumentar de 10,6% em 2021 para 11,9% este ano, sendo a maior fonte de energia depois da hidráulica.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica, são 805 parques instalados no Brasil, sendo 708 deles no Nordeste, com mais de 8.200 torres instaladas na região.

Fonte: agenciabrasil.ebc

11 julho, 2022

Transformadores e Reatores WEG são fornecidos para parque eólico no norte da Colômbia


*LRCA Defense Consulting - 11/07/2022

O fornecimento de quatro transformadores e seis reatores com tensão em 500kV será realizado na região norte da Colômbia no segundo semestre de 2022. Os equipamentos projetados e fabricados pela WEG, foram customizados para atender a aplicação do cliente, desde as etapas de orçamento, produção, inspeção final, transporte, incluindo a montagem e comissionamento no jobsite.

Os equipamentos chegarão ao país através do porto de Brisa, e irão compor um dos maiores parques eólicos da colômbia, com capacidade total de geração de 492MW. 

Com esse empreendimento, a WEG reforça a sua presença no mercado internacional, contribuindo com o crescente incremento da matriz energética na Colômbia, país que busca cada vez mais soluções voltadas a sustentabilidade, e relacionadas as de fontes de energias renováveis.

A WEG possui processos verticalizados e disponibiliza soluções completas em subestações em regime turn-key, soluções móveis, transformadores e reatores até 550 kV, os quais são referência de confiabilidade, qualidade e alto desempenho.

10 abril, 2022

Brasil já é o sexto país no mundo com mais energia eólica


*LRCA Defense Consulting - 10/04/2022

Ações federais como reduções de impostos constantes no setor e investimentos, como o uso facilitado do BNDES, resultam em expansão do setor eólico no Brasil.

Com 21,5 gigawatts de potência instalada e recorde de expansão de capacidade de energia elétrica a partir das fontes eólicas em 2021, o Brasil subiu no ranking mundial do Global Wind Energy Council.

O documento traz o país como o sexto no mundo com mais energia eólica. Nas primeiras colocações do ranking com maiores capacidades totais instaladas “onshore” estão China, Estados Unidos, Alemanha, Índia e Espanha.

Há 10 anos, o Brasil estava em 15º lugar no levantamento, saindo de 1 gigawatt de potência instalada em 2011 para 21,5 gigawatts em janeiro de 2022. A capacidade instalada é mais do que suficiente para abastecer 28,8 milhões de casas e beneficiar 86,4 milhões de habitantes.

Ainda de acordo com o relatório, a fonte eólica é a segunda maior em geração de energia do Brasil, atrás apenas da hidrelétrica, gerada a partir da água, que responde por cerca de 54% de toda a energia do Brasil. As usinas eólicas já respondem por 11% da matriz energética brasileira.

Medidas federais garantiram, ainda, recorde de expansão da capacidade instalada de energia elétrica a partir de fonte eólica em 2021. A perspectiva é de mais expansão para o setor, com cerca de 5,5 gigawatts de usinas eólicas em construção. As estimativas são de que 2,95 gigawatts entrarão em operação ao longo de 2022.

O documento do Global Wind Energy Council também aponta o Brasil como um dos cinco principais mercados do mundo para novas instalações. Neste quesito o país está junto com a China, os Estados Unidos, o Vietnã e o Reino Unido.

Fonte renovável e de baixo impacto ambiental, a energia eólica garante baixos teores de emissões de gases e tem recebido apoio do Governo Federal. O Decreto nº 10.946, editado em janeiro deste ano, trouxe avanços para o setor.

O texto dispõe sobre o aproveitamento dos recursos naturais para geração de energia elétrica offshore a partir do vento que sopra em alto-mar, onde a velocidade é maior e mais constante.

Na quarta-feira (06/04), o Governo Federal lançou o Plano Decenal de Expansão de Energia 2031. O documento mostra as perspectivas do crescimento do setor de energia brasileira para os próximos dez anos e prevê investimentos para o setor da ordem de R$ 3,2 trilhões até 2031.

O plano do Governo Federal prevê que a capacidade instalada para geração de energia elétrica no Brasil chegue aos 275 gigawatts (GW) em 2031, com as fontes eólica e solar se destacando na matriz, que deve atingir o nível de renovabilidade de 83% em 2031.

08 janeiro, 2022

Fontes renováveis: Bolsonaro sanciona lei que prevê descontos até 2045 em micro e minigeração

Bolsonaro sanciona lei sobre energia solar com subsídios até 2045


*Portal R7 - 07/01/2022

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, nesta sexta-feira (7), projeto de lei que trata do marco regulatório para a geração distribuída de energia. O texto aborda o uso de fontes renováveis para produção energética, em especial solar e eólica, além de subsídios aos consumidores.

A proposta estabelece regras para a microgeração e a minigeração distribuída de energia e permite aos consumidores produzir a própria energia a partir de fontes renováveis, como: solar fotovoltaica, eólica, de centrais hidrelétricas e de biomassa.

De acordo com o marco, cria-se o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. Nesse sistema, a unidade consumidora pode injetar na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida, e ficar com crédito de energia para ser utilizado quando o consumo for superior à sua geração.

As novas regras de tarifação serão aplicadas gradualmente, prevendo dois regimes de transição: um aplicável aos consumidores que já possuem a geração distribuída e o outro àqueles que solicitarem adesão em até 12 meses a partir da publicação desta lei.

O projeto sancionado prevê a manutenção, até 2045, do desconto na conta de luz, que é concedido atualmente pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), para as unidades geradoras de energia que injetam na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida.

Já os consumidores do segundo grupo se submeterão a uma regra de transição que implicará a gradual redução dos benefícios até 2029. De acordo com o texto, a taxação será de 15% em 2023; de 30% em 2024; de 45% em 2025; de 60% em 2026; de 75% em 2027; e de 90% em 2028.

Segundo o Palácio do Planalto, o novo regime foi instalado para viabilizar o desenvolvimento equilibrado dessa forma descentralizada de produção de energia, evitando que os custos da utilização sejam repassados aos demais consumidores do mercado.

27 dezembro, 2021

WEG fornece transformador para novo parque eólico da EDF Renewables

WEG fornece transformador para novo parque eólico da EDF Renewables


*LRCA Defense Consulting - 27/12/2021

A WEG será uma das parcerias estratégicas no desenvolvimento do Parque Eólico Serra do Seridó, e responsável pelo fornecimento de um transformador de 300 MVA / 550 kV, um equipamento de alta performance com previsão de entrega no início de 2022. Equipamentos desta natureza, são projetados e fabricados para atender especificamente as características e condições de operação exigidas pelo empreendimento.

O Parque Eólico Serra de Seridó, primeiro empreendimento da EDF Renewables no estado da Paraíba, receberá R$ 1 bilhão em investimentos e terá capacidade instalada para geração de 242MW, o suficiente para suprir o consumo anual de cerca de 700 mil famílias brasileiras.

Mais uma vez, a expertise, a qualidade e a competência da WEG são reconhecidos e recompensados pelo mercado. Desta vez, por meio da confiança que a EDF Renewables depositou na empresa, para fabricar e entregar um equipamento que desempenharão um papel extremamente importante em mais esta planta de geração eólica.

Com mais esse fornecimento, a WEG comemora sua participação cada vez mais ativa na viabilização e no desenvolvimento do mercado de energias renováveis no Brasil.

05 novembro, 2021

PUCRS lança graduação pioneira com foco em energias renováveis

energias renováveis


*Notícias PUCRS - 03/11/2021

Nos últimos anos, a reestruturação da matriz energética mundial tem aumentado a demanda e a necessidade de energias renováveis. De acordo com dados da Agência Internacional de Energia, a geração de eletricidade a partir de fontes sustentáveis deve​ atender a 99% do aumento da demanda global de eletricidade nos próximos cinco anos, representando 33% da matriz energética até 2025.  

Essas mudanças tornam o mercado de geração e distribuição de energia mais flexível e complexo, aumentando a necessidade de profissionais altamente qualificados na área. Neste cenário, a PUCRS lança o primeiro curso de graduação presencial em Engenharia de Energias Renováveis no Sul do Brasil, que está com inscrições abertas para o Vestibular 2022.

A formação, que integra o portfólio de cursos da Escola Politécnica, promove o estudo em energias limpas e sustentáveis e tem como objetivo, contribuir na criação e desenvolvimento de soluções inovadoras e não poluentes. Os profissionais formados serão capazes de dimensionar, gerir e analisar sistemas de energia em modalidades como hídrica, eólica, solar, bioenergética e de hidrogênio, além de realizar a gestão de energia e de eficiência energética.

“Precisamos ter uma matriz energética mais diversa, apostando em combustíveis renováveis, e ampliar a eficiência, evitando o desperdício. É essencial percebermos que a população mundial está consumindo mais energia, porém os recursos são finitos. É uma conta que não dará certo se não houver mudanças na forma em como geramos e consumimos energia”, ressalta o professor Odilon Duarte, coordenador do curso. 

Aprendizado na prática desde o início
A graduação em Engenharia de Energias Renováveis possui disciplinas atualizadas em relação às novas tendências do mercado e acesso a uma infraestrutura de excelência, tornando a formação acadêmica mais completa e inovadora.

Entre os diferenciais do currículo, estão disciplinas de Redes Elétricas Inteligentes, Eficiência Energética e Métodos Inovativos de Produção de Energia, que preparam os alunos e alunas para conceber e executar estudos de planejamento da expansão das fontes renováveis em sistemas de geração, distribuição e armazenamento de energia.

Desde o início do curso, os estudantes contam com aulas práticas e acesso a laboratórios especializados com equipamentos atuais e que permitem desenvolvimento de diferentes atividades. Entre esses espaços estão o Núcleo de Tecnologia em Energia Solar (NT-Solar), o Centro de Demonstração em Energias Renováveis (CEDER), e os laboratórios de Energia Eólica; Eficiência Energética; de Conversão Eletromecânica de Energia; de Motores e Combustíveis Alternativos e Computacional da Engenharia. 

Laboratório NT-Solar, energias renováveis
Núcleo de Tecnologia em Energia Solar é um dos principais centros de pesquisa na área / Foto: Bruno Todeschini


O NT-Solar é o único centro de Pesquisa & Desenvolvimento na América Latina projetado para desenvolver e caracterizar células solares e módulos fotovoltaicos em escala piloto, sendo um grande diferencial para a formação e a carreira de alunos e alunas. Desde a sua inauguração, foram executados 43 projetos de P&D. Entre os resultados do NT-Solar também estão a célula solar com maior eficiência desenvolvida no Brasil, a planta piloto de células solares e módulos fotovoltaicos e o registro de oito patentes junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

“A PUCRS conta com toda a infraestrutura necessária para fornecer o melhor aprendizado aos alunos e alunas. Temos mais de 38 laboratórios disponíveis na Escola Politécnica, e destes, 12 são voltados para energias renováveis, muitos contam, inclusive, com reconhecimento internacional. Ou seja, já temos in loco toda a estrutura para a aplicação dos estudos”, comenta Duarte.

Acesso à pesquisa e internacionalização
Garantir energia limpa e acessível para todos é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Entre as metas da ONU para esse objetivo estão, até 2030, ampliar o acesso à pesquisa e tecnologias de energias renováveis e eficiência energética.

Engajada nesse propósito, a Universidade proporciona aos alunos e alunas diferentes possibilidades de aproximação com a pesquisa científica já ao longo da graduação, como o IntegraPós, além de programas de formação continuada alinhados às necessidades do mercado e da sociedade. 

Melhor universidade privada do Sul do País segundo o Mistério da Educação (MEC), a PUCRS reúne Programas de Pós-Graduação (PPGs) reconhecidos nacional e internacionalmente pela excelência. Com nota 5 na Avaliação Quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de Materiais da Escola Politécnica oportuniza o desenvolvimento de diferentes linhas de pesquisa integradas com os estudos da Engenharia de Energias Renováveis.

Para atender as demandas de um mercado cada vez mais exigente e globalizado, a PUCRS também conta com projetos e ações voltadas para a internacionalização, formando profissionais com competências multiculturais. Os programas de mobilidade acadêmica da Universidade possuem parcerias e acordos de cooperação com mais de 100 instituições estrangeiras, expandindo as oportunidades de vivências internacionais.

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Célula desenvolvida pelo NT-Solar / Foto: Bruno Todeschini


Corpo docente qualificado
Entre os diferenciais da graduação de Engenharia de Energias Renováveis está o conjunto de docentes que atuam na área da energia em diversos setores da sociedade. Muitos dos professores e professoras também são pesquisadores/as vinculados ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) nas áreas de energia ou de materiais, legitimados para proporcionar uma formação de excelência.

Integração com o mercado de trabalho
O Brasil é o segundo país com o maior número de empregos em energias renováveis, com mais de um milhão de vagas, segundo dados da Agência Internacional de Energia Renovável. Ao todo, o mercado chegou a 12 milhões de oportunidades na área em 2020, sendo 32% ocupadas por mulheres. A agência também estima que o setor de energia renovável pode representar 38 milhões de empregos em 2030.

Coordenador do curso, Odilon Duarte salienta a aproximação da Universidade com o mercado de trabalho: “Estamos diante de uma das profissões do futuro e nossos/as estudantes com certeza serão muito bem recebidos pelo mercado, com possibilidades de estágios já nos primeiros semestres. A PUCRS é uma universidade com reconhecimento e destaque na área, o que contribuirá ainda mais para que alunos e alunas tenham oportunidades ao longo da carreira”.

A Universidade também conta com serviço de apoio e orientação profissional gratuito para estudantes, que disponibiliza consultorias para planejamento de carreira e mentorias com profissionais do mercado, além de workshops e oficinas sobre diferentes temas.

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Painéis solares instalados no  Centro de Demonstração em Energias Renováveis da PUCRS / Foto: Bruno Todeschini


Multidisciplinaridade e empreendedorismo
Ao longo da graduação, os estudantes terão disciplinas que integram a Agência Experimental de Engenharia, que propõe a construção de projetos multidisciplinares e possibilita o contato com professores/as, alunos e alunas de diferentes cursos da Escola Politécnica.  

Os projetos são desenvolvidos com foco na solução de problemas reais, encontrados na sociedade e no mercado, e poderão ser testados e colocados em prática ao longo do curso. “Os/as estudantes irão utilizar os conhecimentos da graduação para propor inovações. Por exemplo, poderemos ter a construção de um novo modelo de carro elétrico, integrando diferentes engenharias”, comenta Duarte.  

Com os caminhos de empreendedorismo e inovação da PUCRS, alunos e alunas também podem transformar ideias em negócios, independentemente da fase de maturação do seu projeto. No Track Startup estão reunidas mais de 20 possibilidades integradas com diferentes áreas, como o Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) e o Laboratório Interdisciplinar de Empreendedorismo e Inovação (Idear).

11 outubro, 2021

Instalações solares em residências crescem 2.000% no Brasil

 Fatura reduzida e a valorização da SUA RESIDÊNCIA


*Conexão Política - 10/10/2021

O Brasil tem uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo. Cerca de 48% dela é composta de fontes renováveis. A média mundial está em 14%.

Os dados foram apresentados neste domingo (10) pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo César Domingues, durante entrevista ao programa Brasil em Pauta.

Segundo ele, quando se fala em eletricidade os números são ainda maiores: 85% da matriz de eletricidade brasileira são renováveis contra apenas 20% da média mundial.

Domingues acrescentou que, apesar de o Brasil ainda ser muito dependente de hidrelétricas (85% de energia elétrica têm fonte hídrica), o país vem diversificando a matriz. No que se refere a energia solar, o Brasil já tem 10 gigawatts de capacidade instalada.

“Isso equivale a 70% da capacidade instalada de Itaipu”, disse. De acordo com ele, em três anos houve um aumento de 200% na energia solar centralizada (usinas solares). Já quando se fala em energia solar distribuída (painéis em telhados) o crescimento é de 2.000%.

Outra fonte de energia que vem crescendo no Brasil é a eólica. Já são mais de 700 usinas instaladas em todo o país. Hoje, a energia proveniente dos ventos é responsável por 11% da matriz energética brasileira.

29 junho, 2021

Primeiro gerador de energia eólica brasileiro funcionará em julho

aerogerador energia eolica imagem destaque pixabay


*Monitor do Mercado - 28/06/2021

O primeiro gerador de energia eólica desenvolvido no Brasil vai começar a funcionar em julho. O aerogerador fica no municípío de Tubarão, em Santa Catarina.

Segundo a Weg, empresa responsável pela produção da maior parte das peças, o gerador tem capacidade para atender uma cidade com mais de 10 mil residências e é resultado de um projeto de pesquisa de 10 anos liderado pela Agência Nacioanl de Energia Elétrica (Aneel).

A empresa que ficou responsável pela conclusão da montagem do equipamento foi a Engie, que iniciou os testes do aerogerador neste mês.

De acordo com o portal de notícias CNN ainda não há prazo definido para que o gerador seja conectado ao Sistema a Interligado Nacional.

O gerador tem capacidade de 4,0 MW até 4,4 MW de potência instalada, variando conforme a disponibilidade de vento, e, em plena atividade, pode vir a atender uma cidade com 10.200 moradias populares, com consumo de até 150kWh/mês.

28 fevereiro, 2021

WEG prevê forte onda de investimentos em eólicas


*Canal Energia - 25/02/2021

A fabricante de equipamentos WEG tem a expectativa que nos próximos anos haverá um robusto ciclo de investimentos na fonte eólica no Brasil. Em teleconferência de resultados realizada nesta quinta-feira, 25 de fevereiro, o Diretor Administrativo e Financeiro e de Relações com Investidores, André Rodrigues, revelou que a empresa tem direcionado os esforços para o desenvolvimento da nova máquina de 4,2 MW. Caso a onda de investimentos se confirme, o executivo vê impacto direto na carteira de pedidos. “O trabalho agora é para capturar essas oportunidades nesse segmento”, explicou.

A WEG fechou contrato de fornecimento de 43 desses aerogeradores para a Aliança Energia, o que vai trazer receitas nos anos de 2021 e 2022. Segundo o Gerente de Relações com Investidores, André Menegueti Salgueiro, o discurso do presidente norte-americano Joe Biden em prol das renováveis é positivo, embora o país já invista bastante na área nos últimos anos. A WEG também atua na América do Norte na área de renováveis e, segundo Salgueiro, tem uma posição de mercado. “Estamos investindo para continuar atendendo esse segmento tanto nos Estados Unidos quanto no México”, avisa.

Ainda de acordo com Salgueiro, os resultados na América do Norte por meio da WEG Transformers USAM vem sendo positivos, com crescimento acima da média, o que motiva mais investimentos. “Estamos construindo uma terceira planta para abrir mais espaço para renováveis, mas também para o mercado de transformadores industriais, um mercado que a WEG ainda não endereça nos EUA”, promete.

Rodrigues alertou sobre um eventual gargalo na produção causado por problemas em importações que envolvem a China e o transporte de navios, que veio se desenhando desde o fim do ano passado. Para debelar esse gargalo, a WEG aumentou os estoques, o que não a deixou em situação complicada. “O que está chegando chega com atraso, mas temos um nível  de estoque que nos permite operar sem comprometer as entregas dos clientes”, salienta.

Na mobilidade elétrica brasileira, Rodrigues vê avanço nos pontos de recarga, com a efetivação de parcerias entre agentes público e privados. “Isso é um negócio que vai criar boas oportunidades para a WEG no futuro”, frisa. A WEG faz parte de um consórcio que envolve a MAN e a Volkswagen Caminhões e Ônibus para a fabricação do primeiro caminhão leve 100% elétrico do Brasil. A primeira entrega está programada para o segundo trimestre de 2021.

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