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20 agosto, 2026

Fuzileiros Navais buscam, por meio de encomenda tecnológica, sistema de comando para enxames de drones

Instrumento previsto na Lei da Inovação permite ao Corpo de Fuzileiros Navais contratar diretamente o desenvolvimento de uma solução ainda inexistente no mercado, capaz de coordenar múltiplos drones, fundir dados de sensores em tempo real e sugerir alvos ao comandante 


*LRCA Defense Consulting - 20/08/2026

O Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), ramo de infantaria naval da Marinha do Brasil (MB), vai contratar o desenvolvimento de um sistema integrado de comando e controle (C2) dedicado à operação coordenada de enxames de drones. A informação foi revelada pelo BDB Sentinel, serviço de inteligência do Brazil Defense Brief (BDB), e ainda não constava, até o fechamento desta matéria, de comunicação oficial da Marinha ou de outras fontes de imprensa especializada.

Segundo a publicação, o novo sistema deverá contar, entre outras capacidades, com fusão de dados em tempo real e funções de suporte à decisão para auxiliar na sugestão de alvos, um conjunto de atribuições que ultrapassa o simples controle de voo de aeronaves não tripuladas e aproxima o projeto de uma arquitetura de comando e controle propriamente dita.

A encomenda tecnológica 
O instrumento escolhido pelo CFN para essa contratação chama-se ETEC (Encomenda Tecnológica), previsto no art. 20 da Lei nº 10.973/2004, a Lei da Inovação, e regulamentado pelo Decreto nº 9.283/2018. Diferentemente de um pregão ou de uma licitação convencional, a ETEC é voltada à contratação de pesquisa e desenvolvimento de produtos, processos ou serviços que envolvam risco tecnológico e cuja aplicação prática ou cujos resultados ainda não estejam disponíveis no mercado.

Na prática, o instrumento reconhece que o CFN não encontrou, entre soluções já prontas, um produto que reunisse as capacidades desejadas de forma sistêmica, e assume parte do risco de desenvolver, em conjunto com a Base Industrial de Defesa, uma solução sob medida. O Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN) já recorreu a esse mesmo tipo de contratação em outros projetos recentes, o que indica familiaridade crescente da Força com esse modelo de aquisição.

O que muda com o enxame 
A distinção entre operar vários drones e operar um enxame é conceitual antes de ser técnica. No primeiro caso, cada aeronave depende de um operador dedicado. No segundo, um único operador comanda uma missão e o próprio sistema distribui tarefas entre os drones, coordenando posição, deslocamento, sensores e objetivos, algo que já é realidade em sistemas de controle de enxame empregados por outras forças armadas ao redor do mundo.

A menção a fusão de dados e a sugestão de alvos indica que o objeto da ETEC pode ir além de um software de controle de voo. Em um cenário de emprego típico, em que diferentes drones do enxame poderiam detectar o mesmo contato sob ângulos e sensores distintos (óptico, térmico, de movimento), caberia ao sistema central correlacionar essas informações, eliminar duplicidades e apresentar ao comandante uma situação consolidada, com uma lista de contatos priorizados. A decisão sobre o emprego da força, porém, permaneceria humana; autonomia de navegação e de coordenação de enxame não se confunde com autonomia de decisão de ataque.

Um antecedente na própria força 

O CFN já opera uma arquitetura de C2 própria, o SIC2CFN (Sistema Integrado de Comando e Controle do Corpo de Fuzileiros Navais), fornecido pela israelense Elbit Systems e adquirido no âmbito do PROADSUMUS, programa estratégico voltado a restabelecer e ampliar a capacidade expedicionária da Força. O SIC2CFN é organizado em quatro módulos, gestão do campo de batalha, artilharia, comunicações e guerra eletrônica, e foi concebido para prover C2 a um Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais em nível de Unidade Anfíbia.

Nenhum desses quatro módulos é dedicado, hoje, a sistemas não tripulados. A eventual ETEC de enxame representaria, portanto, uma camada adicional e nova em relação à arquitetura de C2 já em uso pelo CFN, e não um simples aprimoramento incremental do sistema existente.

Sinais de aproximação com o Centro de Análises de Sistemas Navais 
Em janeiro de 2026, uma comitiva do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN), chefiada pelo Capitão de Mar e Guerra (FN) Alex Dantas Espírito Santo, visitou o Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV) para mapear oportunidades de cooperação em pesquisa, desenvolvimento e inovação. O CASNAV mantém, entre outros projetos, o Console de Imagens Táticas em Realidade Aumentada (CITRA), voltado hoje à consciência situacional marítima e à integração com o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), combinando imagens de câmeras com metadados de radares, sensores AIS e dados táticos.

Não há, até o momento, confirmação oficial de que o CITRA ou outra ferramenta do CASNAV venha a ser empregada na fusão de dados de um futuro enxame de drones do CFN; trata-se de uma hipótese de trabalho, e não de um fato estabelecido, ainda que a proximidade recente entre as duas organizações e a experiência acumulada do CASNAV em fusão de sensores tornem essa aproximação plausível.

Parte de um movimento mais amplo 
A ETEC surge em meio a uma sequência de investimentos do CFN em sistemas não tripulados. Em dezembro de 2025, a Força ativou o Esquadrão de Drones Táticos de Esclarecimento e Ataque no Batalhão de Combate Aéreo, no Complexo Naval da Ilha do Governador (RJ), reunindo drones multirrotor com sensores eletro-ópticos, infravermelhos e térmicos, além de plataformas de asa fixa. Em outra frente, o Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais desenvolve, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Robô Expedicionário, um sistema robótico teleoperado de reconhecimento voltado a ambientes de risco nuclear, biológico, químico e radiológico.

A Marinha também assinou, por meio do CFN, um protocolo de intenções com a Taurus para o desenvolvimento de sistemas de armas que incluem drones armados destinados às tropas anfíbias, enquanto a Base Industrial de Defesa avança em conceitos de enxame em outras frentes, como a proposta da XMobots de lançar até trinta aeronaves a partir de um contêiner de vinte pés. O eventual desenvolvimento de uma camada de C2 dedicada a enxames tende a costurar essas iniciativas dispersas em uma capacidade operacional integrada.

Um movimento visto também lá fora
O momento da revelação coincide com um movimento internacional na mesma direção. Cinco dias antes da publicação do BDB, a sul-coreana LIG D&A (LIG Nex1) anunciou o desenvolvimento de tecnologia de controle autônomo de formação para enxames de drones voltados a missões simultâneas de vigilância e reconhecimento, em parceria com a PABLO AIR, que já classifica sua própria tecnologia de controle de enxame no nível 4 de uma escala de autonomia que vai até o nível 5. O paralelo ilustra como o requisito descrito pelo BDB Sentinel está alinhado a uma das áreas tecnológicas mais disputadas atualmente entre as forças armadas de diferentes países.

O mais relevante na notícia revelada pelo BDB não é, portanto, o fato isolado de o CFN empregar drones, algo que a Força já faz, mas a intenção de desenvolver a camada de inteligência e coordenação capaz de transformar múltiplas plataformas não tripuladas dispersas em uma capacidade operacional única, sob comando de um só operador.

21 junho, 2026

XMobots apresenta conceito de sistema contentorizado para lançamento de enxames de drones

Solução baseada na plataforma Nauru 100D prevê lançamento coordenado de até 30 aeronaves para missões de vigilância, reconhecimento e ataque, colocando a indústria brasileira de defesa em sintonia com tendências observadas nos conflitos contemporâneos 

*LRCA Defense Consulting - 21/06/2026

Entre as novidades apresentadas durante o Drone Show Robotics 2026, uma das que mais despertaram interesse no setor de defesa foi o conceito de sistema contentorizado projetável da XMobots para emprego de enxames de sistemas aéreos não tripulados. Baseado na plataforma Nauru 100D, o sistema foi concebido para armazenar, transportar e lançar múltiplas aeronaves destinadas a missões de vigilância, reconhecimento e ataque coordenado.

A proposta representa um avanço significativo em relação ao uso tradicional de drones táticos individuais. Instalado em um contêiner padrão de 20 pés, o sistema pode ser transportado por diferentes meios logísticos (rodoviário, ferroviário, aéreo ou marítimo) e deslocado rapidamente para áreas de interesse operacional.

Segundo informações divulgadas pela empresa, a configuração apresentada prevê o lançamento de até 30 drones em uma única operação. Desse total, três seriam empregados em missões de inteligência, vigilância, aquisição e reconhecimento de alvos (ISTAR), enquanto os demais atuariam em funções ofensivas.

Conceito de sistema contentorizado projetável da XMobots para emprego de enxames de drones (Créditos: @Defence360)

Guerra de enxame
O conceito se insere em uma das principais tendências observadas nos conflitos recentes: o uso de enxames de drones para ampliar a consciência situacional e saturar sistemas defensivos adversários.

Nesse modelo de operação, aeronaves de reconhecimento são lançadas inicialmente para identificar objetivos, transmitir informações em tempo real e atualizar a situação tática. A partir desses dados, os drones de ataque podem ser direcionados contra alvos previamente selecionados, atuando de forma coordenada.

A lógica é simples: em vez de depender de uma única plataforma de alto valor, emprega-se um conjunto de aeronaves menores e mais numerosas, aumentando a resiliência da missão e impondo desafios adicionais aos sistemas de defesa antiaérea.

Especialistas apontam que esse tipo de abordagem ganhou relevância após os conflitos na Ucrânia, no Oriente Médio e no Cáucaso, onde drones de baixo custo passaram a desempenhar papel central em operações de reconhecimento e ataque de precisão.

Mobilidade e flexibilidade

Um dos aspectos mais interessantes do sistema apresentado pela XMobots é sua arquitetura contentorizada.

Ao concentrar armazenamento, preparação, alimentação elétrica e lançamento em um único módulo transportável, o conceito reduz a necessidade de infraestrutura especializada e facilita a dispersão dos meios no terreno.

Em tese, o sistema poderia ser deslocado rapidamente para bases avançadas, áreas remotas ou pontos estratégicos, permanecendo em condição de emprego imediato.

Essa característica também amplia as possibilidades de integração com operações terrestres, navais e de proteção de infraestruturas críticas.

Evolução do Nauru 100D
A iniciativa deriva do Nauru 100D, sistema aéreo não tripulado apresentado pela XMobots para missões táticas de vigilância e reconhecimento.

A plataforma possui capacidade de decolagem e pouso vertical (eVTOL), sensores eletro-ópticos e infravermelhos, além de recursos de inteligência artificial para rastreamento automático de pessoas, veículos e outros alvos de interesse.

Com baixa assinatura acústica e reduzida necessidade de infraestrutura para operação, o Nauru 100D foi concebido para atender demandas de forças militares, órgãos de segurança pública e missões de monitoramento estratégico.

O novo conceito amplia significativamente o escopo da plataforma ao incorporar a possibilidade de operações em enxame e missões ofensivas coordenadas.

Brasil acompanha tendências globais
A apresentação ocorre em um momento de transformação acelerada no setor de defesa.

Nos últimos anos, países como Rússia, Ucrânia, Israel, Turquia, Estados Unidos, China e Irã investiram pesadamente em drones de ataque, munições vagantes e sistemas autônomos capazes de operar em grupos coordenados.

Ao apresentar uma solução com características semelhantes, a XMobots sinaliza a intenção de posicionar a indústria brasileira em um segmento de elevado valor tecnológico e crescente demanda internacional.

Mais do que uma nova aeronave, o sistema representa uma mudança de paradigma: a transição de operações centradas em plataformas individuais para arquiteturas distribuídas, nas quais dezenas de veículos cooperam para cumprir uma mesma missão.

Próximos passos
Apesar da repercussão positiva entre os participantes do evento, diversos detalhes permanecem sob sigilo. 

Como o sistema é, por enquanto, um conceito tecnológico que está em fase de avaliação de interesses e captura de requisitos, ainda não tem previsão de desenvolvimento. Por este motivo, a empresa não divulgou informações sobre os sistemas de comunicação utilizados, o nível de autonomia das aeronaves, a resistência a ações de guerra eletrônica ou o cronograma para eventual produção em série.

Mesmo assim, a solução já figura entre os projetos mais promissores apresentados pela indústria nacional de defesa nos últimos anos.

Caso alcance maturidade operacional, o sistema contentorizado baseado no Nauru 100D poderá representar um marco para a capacidade brasileira de desenvolver e empregar tecnologias de guerra em enxame, um dos campos mais dinâmicos e estratégicos da moderna guerra não tripulada.
 

05 outubro, 2025

EUA testam com sucesso tecnologia que neutraliza enxame de drones em segundos

 

*LRCA Defense Consulting - 05/10/2025

A Epirus, empresa norte-americana especializada em guerra eletrônica, alcançou um marco tecnológico significativo com o seu sistema de micro-ondas de alta potência, o Leonidas, comprovado como uma solução eficaz contra enxames de drones em testes recentes realizados em Indiana, Estados Unidos. Durante uma demonstração exclusiva para autoridades norte-americanas e aliados, o sistema neutralizou com sucesso 61 drones em tempo real, atingindo 100% de eficácia, inclusive derrubando 49 deles simultaneamente através de um único pulso eletromagnético.

Tecnologia e inovação do Leonidas
Diferente das armas convencionais que usam projéteis, o Leonidas emite feixes de micro-ondas de alta potência que sobrecarregam a eletrônica dos drones, causando perda de controle e queda. O sistema possui destacada versatilidade operacional, capaz de selecionar e atingir alvos específicos sob comando, além de operar em múltiplas direções simultaneamente. Um teste notório demonstrou a possibilidade de direcionar a queda controlada de drones para zonas seguras definidas por software, o que reforça a precisão e segurança do equipamento em operações reais.

Batizado em homenagem ao rei espartano Leônidas I, o Leonidas utiliza tecnologias avançadas baseadas em semicondutores de nitreto de gálio (GaN), que garantem maior durabilidade, menor peso e consumo reduzido de energia em comparação com dispositivos mais tradicionais. O sistema é também software-driven, o que permite discriminar entre drones inimigos e drones aliados em operação na mesma área, otimizando a resposta tática.

Avanços recentes e investimentos robustos
A primeira geração do Leonidas foi desenvolvida em 2022, com a Epirus investindo intensamente em pesquisa e desenvolvimento internos. Em julho de 2025, a empresa apresentou a versão Leonidas Generation II, que promete mais que o dobro do alcance e letalidade do modelo inicial na mesma configuração compacta.

Desde 2023, a Epirus firmou contratos com o exército dos EUA que ultrapassam US$ 66 milhões e, em março deste ano, captou mais US$ 250 milhões em rodada de investimentos, totalizando mais de US$ 550 milhões em financiamentos para aprimorar e expandir a produção do sistema.

Contexto estratégico global e demandas modernas
O uso crescente de drones em guerras assimétricas representa um desafio crescente nas áreas de defesa e segurança. Drones são baratos, difíceis de detectar e podem ser usados em enxames para sobrecarregar defesas convencionais. O Leonidas se posiciona como uma resposta tecnológica de ponta para neutralizar esse tipo de ameaça de maneira rápida, precisa e com menor custo operacional, tanto em campos de batalha quanto em proteção de infraestruturas críticas militares e civis, bases aéreas, quartéis-generais, centros de comando, aeroportos, portos e estádios.



Vozes da indústria e impacto futuro
Andy Lowery, CEO da Epirus, classificou o teste como um “momento decisivo” para as operações de guerra eletrônica e para a defesa americana, destacando o sistema como a única solução capaz de enfrentar enxames, em um combate conhecido como “one-to-many fight” (um contra muitos). O sistema está sendo integrado em plataformas móveis, como veículos blindados Stryker, e versões compactas para operações especiais e marítimas já foram apresentadas.

Especialistas afirmam que a demonstração abre um novo capítulo na corrida por tecnologias de defesa antimicrodrones, fundamental para manter a superioridade nas futuras operações militares de alta intensidade e segurança doméstica.

30 janeiro, 2025

Modirum | Gespi revela o SISU AI - o futuro do enxame autônomo de drones


*LRCA Defense Consulting - 30/01/2025

No atual campo de batalha em rápida evolução, onde a tecnologia impulsiona o ritmo da mudança, a Modirum | Gespi está remodelando a defesa com o SISU AI, um sistema de sistemas de última geração, orientado por IA, projetado para revolucionar as operações autônomas de UAV. Representando um Novo Estilo de Defesa, o SISU AI integra perfeitamente software e hardware avançados em terra, mar e ar, oferecendo capacidades inigualáveis ​​para a defesa moderna.

Uma nova visão para a tecnologia de defesa
À medida que os conflitos mudam para operações centradas em rede, o futuro da defesa está na fusão inteligente de capacidades tradicionais com tecnologias de ponta. Essa mudança requer adaptabilidade, velocidade e inovação, que estão no cerne da estratégia da Modirum Gespi.

Ao combinar sistemas alimentados por IA, drones autônomos e tecnologias de integração de última geração, a Modirum | Gespi oferece uma abordagem equilibrada para dissuadir e defender contra ameaças emergentes. Com seus recursos avançados, a SISU AI define um novo padrão para a excelência em defesa moderna.

SISU AI : Inteligência Autônoma para o Campo de Batalha Moderno
No coração do SISU AI está o Locust Swarm, um sistema de software agnóstico de UAV, baseado em IA, que permite que os UAVs operem como unidades coordenadas. Este sistema executa missões de forma autônoma – mesmo em ambientes com GNSS negado. Seu design modular integra plataformas de UAV, sensores avançados e munição para dar suporte a missões críticas, incluindo:

  • ISR (Inteligência, Vigilância e Reconhecimento): identificar e reportar alvos de interesse.
  • Ataque de precisão: neutralizar alvos de alto valor com precisão milimétrica.
  • Avaliação de danos de batalha (BDA): confirmar o sucesso da missão por meio de análise de vídeo em tempo real.

O SISU AI oferece uma interface web intuitiva. Essa interface facilita o planejamento, o controle e a execução da missão, preenchendo a lacuna entre operadores humanos e a IA para uma tomada de decisão ideal. Mesmo em ambientes contestados, o SISU AI garante a continuidade e a eficácia da missão ao fazer a transição para o modo de navegação negada por GNSS.


Moldando o futuro da defesa
SISU AI incorpora a integração inteligente de capacidades de defesa tradicionais e tecnologias de próxima geração, garantindo excelência operacional em todos os domínios — terrestre, marítimo, aéreo e digital. Essa abordagem orientada à inovação e centrada na rede posiciona a Modirum | Gespi na vanguarda da defesa moderna.

A empresa convida governos, parceiros de defesa e líderes da indústria a colaborar na redefinição do sucesso da missão. Segundo ela, "Juntos, vamos moldar o futuro da defesa, entregando soluções resilientes, adaptáveis ​​e superiores para enfrentar os desafios do século XXI".

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