Pesquisar este portal

Mostrando postagens com marcador 1T23. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1T23. Mostrar todas as postagens

18 maio, 2023

Taurus busca expandir vendas internacionais na FEINDEF, na Espanha


*LRCA Defense Consulting - 18/05/2023

A Taurus, multinacional brasileira e maior vendedora de armas leves no mundo, está presente na Feira Internacional de Defesa e Segurança - FEINDEF, importante evento de Defesa e Segurança realizado em Madri, na Espanha, entre os dias 17 e 19 de maio de 2023.

Na abertura oficial, o estande da Taurus recebeu a visita de representantes da Guarda Civil e do Exército da Espanha, da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD), além de diversas outras autoridades.

Esta é a 3ª edição da feira e a previsão de público é de mais de 100 delegações internacionais ao longo dos três dias de exposição.

Dando continuidade a estratégia da Taurus, a participação da fabricante no evento é uma oportunidade para expandir as vendas internacionais e gerar mais negócios para o Brasil. Além de ampliar relacionamentos com governos, militares e a indústria de defesa e segurança, assim como conhecer as novidades no setor e expor/compartilhar as tecnologias e inovações que estão sendo desenvolvidas pela companhia.

A Taurus é pioneira na área de segurança e defesa no mundo a adotar a pauta ESG (sigla em inglês para “ambiental, social e governança corporativa”) e a divulgar um Relatório de Sustentabilidade, visando trazer impactos positivos para a sociedade, para o meio ambiente e para os negócios. 

A empresa vem investindo muito no desenvolvimento de novos produtos, com a utilização de materiais inovadores, tecnologia incorporada e processos eficientes de produção, assim como na capacitação das pessoas, tornando o portfólio da marca ainda mais completo e em linha com as mais avançadas soluções tecnológicas do mundo, preparado para atender a todas as necessidades dos consumidores.


Portfólio de produtos
Na FEINDEF, a Taurus apresenta o seu amplo portfólio de produtos que são sucesso no cenário nacional e internacional, além de diversos lançamentos.

Os visitantes encontram em exposição, no segmento de pistolas, a premiada microcompacta GX4, que conquistou o cobiçado prêmio Handgun of the Year 2022 da revista norte-americana GUNS & AMMO, e a nova pistola GX4 XL T.O.R.O (Taurus Optic Ready Option), versão que permite receber miras ópticas e que compõe a inovadora plataforma modular de pistolas Taurus.

A marca expõe também as conceituadas pistolas TS9, TH9 e suas versões compactas, além da família G3, entre elas a G3 T.O.R.O, G3 Tactical e a compacta G3c.

Na linha de armas longas, estão expostos modelos reconhecidos mundialmente, como as diversas versões do fuzil Taurus T4, no calibre 5.56 com cano de 14,5”, 11,5” ou 7,5”, e no calibre .300BLK com cano de 9”. A empresa expõe também o novo fuzil T10, considerado o mais leve do mercado, com apenas 3,96 kg (sem o carregador) e 4,12 kg (com o carregador).

A Taurus apresenta ainda as primeiras versões de sua linha de supressores (ou silenciadores) de alto desempenho e multicalibre, voltada para a melhor performance dos profissionais de operações táticas e especiais, entre eles os modelos ST M210 e ST M183.

Serviço:
FEINDEF 2023 – Feira Internacional de Defesa e Segurança
Data: 17 a 19 de maio de 2023.
Local: IFEMA MADRID – Avda. del Partenón, 5. Madrid – Espanha.
Localização do estande da Taurus: C12 – pavilhão 8.
Mais informações em www.feindef.com/index.php/es/

17 maio, 2023

Após trimestre "fora da curva", Taurus voltará à normalidade muito positiva, afirma CEO


*LRCA Defense Consulting - 17/05/2023

Em lives com a Sara Invest, com a Eleven Financial Research e com a BM&C News (hoje, vídeo abaixo), o CEO Global da Taurus tranquilizou os investidores, os lojistas e os colaboradores da empresa, explicando a conjuntura que levou o 1T23 a ser, nas suas palavras, "um trimestre fora da curva" e afirmando que os próximos trimestres retornarão à normalidade muito positiva que é característica da empresa.

Primeiro trimestre de 2023
Houve parada total de 18 dias em janeiro, devida às primeiras férias coletivas de 30 dias que a empresa concedeu, motivada pela implantação  de um novo SAP e pela necessidade de diminuição dos estoques nos EUA. Assim,  a produção foi menor, mas ainda igual ao 4T22. Obviamente, isso resultou, por consequência, em uma menor margem bruta.

Não aconteceu um aumento real de despesas operacionais, mas injunções conjunturais com relação ao 1T22 que impossibilitam uma comparação direta entre os trimestres. Além de a variação cambial ter pesado, a partir de agora não deverá se repetir a variação com despesas financeiras. Foi um trimestre totalmente atípico, com injunções extraordinárias de mercado que não devem acontecer nos próximos, afirmou o principal executivo da empresa.

Salesio comentou que em virtude das inovações em maquinários, digitalização e racionalização de processos, a Taurus praticamente acabou com o oneroso 3º turno, possibilitando também diminuir a mão de obra e ainda manter uma produção similar a do quarto trimestre de 2022.

Apesar de o resultado do 1T23 ter decepcionado os investidores, o CEO afirmou que a empresa está sólida, continua gerando caixa, diminuiu seu endividamento e levou a alavancagem para meros 0,15x, tendo estratégias bem definidas para os próximos trimestres.

Expectativas para os demais trimestres
Salesio informou que a cadeia de lojistas no Brasil está sem estoques, que foram sobrecomprados (antecipação de compras) no final do ano com receio do novo governo que entraria. Na última semana de maio, deverá ser publicado um decreto definitivo sobre armas e munições, o que trará maior segurança ao mercado. Após isso, novas compras voltarão a ser efetivadas buscando fechar o hiato ocorrido e seguir em uma nova normalidade, haja vista que as autorizações já concedidas estão pendentes e o calibre 9mm está e deverá ser mantido, fato este que é muito significativo.

Em virtude da nova conjuntura nacional, o mercado americano - maior do mundo para armas leves - será prioritário, voltando a ser alvo de vendas próximas a 80% da produção brasileira.

A equipe de inteligência de mercado da Taurus prevê que, nos EUA, a demanda de 2023 será muito parecida com a de 2020. No entanto, hoje a empresa se encontra em outro patamar, já que tem preço médio de US$ 250,00 (US$ 150,00 em 2020), maior portfólio, armas com maior valor agregado e maior participação no mercado (market share).

A estratégia da companhia com relação ao aumento na produção de revólveres está se mostrando muito acertada, haja vista que os consumidores dos EUA estão comprando muito esse tipo de arma. Com isso, a Taurus  dobrou a produção de revólveres no ano, passando de 700 para quase 1400 armas por dia.

Segundo Salesio, está previsto um reajuste de preços para o mercado nacional em meados deste ano, a fim de adequá-los à variação do IGPM.

O CEO da Taurus revelou que o programa de recompra de ações e o pagamento de novos dividendos serão aprovados na próxima reunião do Conselho de Administração. Esta Consultoria acredita que se esta for ordinária (Art. 25 do Estatuto), provavelmente será em meados de junho; se for extraordinária, poderá ocorrer a qualquer momento.


Índia
Com relação à Índia,  os executivos informaram que a joint venture já foi oficialmente efetivada pelo governo do país, ou seja, a burocracia societária está finalizada e a Taurus já é oficialmente sócia do Grupo Jindal, faltando agora somente as duas últimas licenças necessárias. Assim que forem liberadas, a empresa já começará a produzir.

A megalicitação de fuzis está em pleno andamento, com a entrega de uma completa documentação em 02 de maio, apresentada em quase 900 páginas.  Entre agosto e setembro, haverá demonstração com uma arma já contendo 40% de componentes fabricados no país. Salesio acredita que várias das 14 outras empresas deverão ser desclassificadas na fase de análise documental (até o início de junho), por não terem a infraestrutura e/ou as condições técnicas necessárias. O certame deverá ser finalizado no último trimestre do ano.

A empresa também já prospectou licitações para o mercado policial que totalizam quase 200 mil armas, entre fuzis, submetralhadoras e pistolas. Estas são também muito importantes, pois há condições de obter melhores margens.

Arábia Saudita
No que diz respeito ao novo negócio na Arábia Saudita, Salesio explicou que o processo deverá ser semelhante à parceria realizada na Índia, ou seja, por meio de transferência de tecnologia. Informou também que, recentemente, uma delegação saudita veio a São Leopoldo conhecer e testar alguns produtos Taurus e que tudo foi muito bem sucedido, não podendo tecer maiores comentários sobre o assunto por uma questão de sigilo comercial.

Law Enforcement (agências de aplicação da lei americanas)
O CEO afirmou que 2023 é ano em que a Taurus entrará no mercado de Law Enforcement nos EUA, possivelmente pela aquisição ou parceria com uma empresa do país que já tenha tradição nesse mercado. A empresa pretende disputar as licitações com armas longas (T4 e T10) e curtas (plataforma TS9 e plataforma GX4). Observou também que as agências costumam trocar suas armas a cada 7,5 anos, o que proporciona ótimas oportunidades em licitações frequentes, pois existem muitas agências no país.

Novos lançamentos
Com visível entusiasmo, Salesio anunciou que a Submetralhadora SMG - uma inovadora e disruptiva arma com grafeno, nióbio, polímero de fibras longas, Cerakote Graphene, sem parafusos e de peso diminuto - será lançada no 2º semestre, com possibilidade de revolucionar o mercado mundial desse tipo de arma.

MIM, terrenos e capacetes

Até o final de 2023, a empresa produzirá 50% do composto MIM que necessita para injetar suas armas (hoje já é 20% nacional e 80% europeu). Além de uma grande economia de custos, isso representa o domínio da tecnologia de produção e a total independência em relação aos dois únicos produtores mundiais do produto.

Dos dois grandes terrenos em Porto Alegre que estão à venda (fábrica antiga), um deles já teve concluída a descontaminação do solo/água, o que deverá facilitar sua alienação.

A fábrica de capacetes continua em stand by para venda por uma boa proposta. No entanto, como é lucrativa, foi reincorporada à contabilidade da empresa e assim ficará até ser alienada.

Finalizando, o CEO Global da Taurus afirmou que 2023 será um ano desafiador, mas pleno de novas oportunidades, que o 1T23 foi realmente "fora da curva" e que os próximos trimestres retornarão à normalidade muito positiva que é característica da empresa.

15 maio, 2023

Taurus: queda no lucro, margem bruta elevada, vendas maiores que antes da pandemia e excelentes perspectivas


*LRCA Defense Consulting - 15/05/2023

A Taurus Armas S. A. divulgou hoje seus números referentes ao 1T23, trazendo resultados em linha com os esperados por analistas, haja vista a indefinição do mercado doméstico no período e a estabilização no mercado americano, mesmo que em patamares superiores à época pré-pandemia.

Vendas superiores ao 4T22 e ao período pré-pandemia
Em suas duas unidades industriais, no Brasil e nos EUA, a empresa produziu o total de 331 mil armas no trimestre, volume 42,4% inferior ao verificado no mesmo trimestre de 2022, mas superior em 0,9% ao volume registrado no 4T22.

Como reflexo dessas condições, o volume de vendas da Taurus no 1T23, de 352 mil unidades de armas, diminuiu 31,9% em relação a igual período do ano anterior e 17,1% ante o 4T22, principalmente em razão das vendas no mercado doméstico, que foram impactadas pela indefinição com relação à regulamentação sobre armas no País nesse trimestre.

No mercado norte-americano, o volume de vendas de armas diminuiu em 23,8% quando comparado ao 1T22, mas se manteve basicamente estável (redução de -0,3%) ante o trimestre imediatamente anterior.

No entanto, quando consideramos o volume de vendas do mesmo período de 2019, antes do início do “boom” da demanda nos EUA (pandemia, eleições e distúrbios civis), as vendas do 1T23 apresentam alta de 2,3%.

Redução no lucro causada pelas condições do mercado
Em armas & acessórios, a receita operacional líquida teve evolução negativa de 34,4% no 1T23 ante igual trimestre do ano anterior, e é resultado do menor volume de vendas. A receita de capacetes foi R$ 21,1 milhões, inferior em 4,1% à registrada no 1T22, enquanto que a receita proveniente da venda de M.I.M. foi de R$ 4,3 milhões, o que indica alta de 59,3%, no mesmo período de comparação. No trimestre, o preço médio de vendas foi de R$ 1.215,00.

A menor receita líquida registrada no 1T23 ante o 1T22 se refletiu na redução de 47,3% do lucro bruto, que totalizou R$ 176,4 milhões no 1T23. Mesmo assim, a margem bruta foi de 38,9%, mantendo bom nível de rentabilidade.

O lucro líquido foi de R$ 35,4 milhões no trimestre, ante R$ 195,0 milhões em igual trimestre de 2022 e de R$ 121,0 milhões no 4T22. O resultado do 1T23 foi impactado pelas condições de mercado, com consequente redução das vendas, principalmente no mercado nacional, e da receita operacional, com menor diluição de custos e despesas.

Forte geração de caixa e Ebitda superior ao período pré-pandemia
A eficiência operacional da Taurus se confirma ao verificar que a rentabilidade bruta da Companhia, com margem de 38,9%, continua se mantendo à frente da obtida por empresas norte-americanas do setor que divulgam seus resultados, já que também têm suas ações listadas em bolsa de valores. No 1T23, a margem bruta da Ruger foi de 25,8% e Smith & Wesson, considerando o trimestre de novembro/22 a janeiro/23, de 32,4%.

A geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado no 1T23 foi de R$ 65,3 milhões, resultado 73,0% inferior ao apurado no mesmo trimestre de 2022. Ainda assim, a Companhia mantém sua característica de forte geradora de caixa.

Considerando o primeiro trimestre dos últimos anos, o Ebitda ajustado do 1T23 foi inferior apenas aos registrados nos anos de 2020 e 2021, período no qual o mercado, especialmente nos EUA, maior mercado mundial de armas, estava com demanda atípica e extremamente aquecida.

Menor endividamento e alavancagem inexpressiva de apenas 0,15x
No 1T23, a dívida bruta bancária da Taurus foi reduzida em R$ 59,2 milhões, totalizando R$ 429,0 milhões ao final de março. Ao mesmo tempo, a Companhia seguiu ampliando sua posição de caixa e aplicações financeiras, que era de R$ 334,8 milhões em 31/03/2023, superior em 1,9% ante o saldo registrado no encerramento do exercício de 2022. Assim, o endividamento bancário líquido em 31/03/2023 era de R$ 94,2 milhões, tendo sido reduzido em 40,9% (R$ 65,4 milhões) ao longo do 1T23.

A forte geração de caixa dos últimos anos permitiu a contínua redução do saldo da dívida, ao mesmo tempo que financiava a operação e os investimentos voltados para modernização e crescimento dos negócios. Com isso, atualmente a Taurus apresenta perfil financeiro bastante confortável, com baixo endividamento. Tomando por base o Ebitda dos últimos 12 meses encerrados em 31/03/23, o grau de alavancagem financeira era de 0,15x ao final do 1T23.

Perspectivas para 2023
Apesar de os números do trimestre não serem muito empolgantes, dadas às condições do mercado, a Taurus tem excelentes perspectivas para o ano em curso.

Índia
Em 2 de maio, foi entregue a proposta para a licitação do Ministério da Defesa da Índia de 425 mil fuzis, maior licitação de fuzis já realizada no mundo. Segundo informações desse Ministério, além da Taurus, outras 14 empresas se candidataram e as documentações serão avaliadas no prazo de 30 dias.

Ainda na Índia, além dos 425 mil fuzis que estão sendo licitados com a participação da Taurus, a empresa informou anteriormente que foi prospectada a possibilidade de mais de 44 mil armas táticas e 90 mil pistolas, existindo ainda outras oportunidades de mais de 55 mil armas.

Arábia Saudita
Juntamente com a CBC, a Taurus poderá fechar em breve um grande negócio na Arábia Saudita, passando a fornecer seus produtos para um dos maiores compradores de armas do mundo e utilizando esse país como base de exportação para mercados hoje inacessíveis para ambas.


Law Enforcement nos EUA
A Taurus hoje se apresenta como uma empresa sólida com modelo de gestão consolidada e focada no futuro, perseguindo sempre se manter como a maior fábrica de armas leves do mundo, seja por crescimento da demanda, pela sua competência de rapidamente se adaptar às tendências, ou por meio de aquisições e parcerias, principalmente focando o mercado de “law enforcement”, uma estratégia para acessar novo nicho de mercado nos EUA e a entrada em outros mercados policiais no resto do mundo.

Em março, em live realizada com a SaraInvest, o CEO Global da empresa, Salesio Nuhs, e seu CFO, Sérgio Sgrillo Filho, foram quase enfáticos ao afirmar que, neste ano, a Taurus buscará uma parceria, joint venture ou gestão de operação com uma empresa americana que já tenha tradição em Law Enforcement, a fim de facilitar o ingresso nesse enorme mercado, tanto nos EUA como no resto do mundo. Acessoriamente e em termos de novidade, os executivos comentaram que isso também será uma opção premium para o consumidor civil que busca utilizar as armas de uso policial, o que representa outro mercado totalmente novo.

Em outra live da mesma época, desta feita com a equipe da Eleven Financial Research, Salesio Nuhs, com bastante entusiasmo, explicou o posicionamento da companhia com relação ao enorme e promissor mercado americano de Law Enforcement, onde ela ainda não atua. No final de sua explanação sobre o assunto, Salesio afirmou que "já, já a gente vai ter novidades nesse segmento".


Primeira empresa estratégica de defesa ESG
Em prestigiada live ocorrida no dia 02 de maio e transmitida ao vivo no YouTube, a Taurus Armas S.A. apresentou o seu 1º Relatório de Sustentabilidade e promoveu um painel abordando o tema ESG. Na oportunidade, a empresa comunicou seus esforços e conquistas em relação à gestão social, ambiental e de governança, ou seja, na consolidação de suas ações quanto à pauta ESG.

A divulgação do relatório ESG celebra uma nova etapa na história da companhia, em que a Taurus se consolida como a primeira empresa estratégica de defesa ESG.  

Na visão do CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, a pauta ESG é uma ação estratégica, que traz impactos positivos para a sociedade, para o ambiente e para os negócios, e irá agregar nos resultados da companhia, com ganhos como: reduções nos resíduos e nos consumos de energia e de água, redução dos custos e aumento da produtividade por meio da capacitação dos profissionais e de ambientes revitalizados.

Além da imensa gama de benefícios proporcionados pelo comprometimento da Taurus com a pauta ESG, o fato poderá destravar o investimento de grandes fundos internacionais que tenham como objetivo investir em empresas com tal qualificação.

Dividendos complementares e recompra de ações
Na AGO realizada em 28/04/2023 foi aprovada a criação de reserva estatutária no valor de R$ 304.701.727,29, com várias finalidades, entre as quais a de possibilitar um programa de recompra de ações no âmbito do Plano de Outorga de Ações e a distribuição de dividendos a qualquer momento. A AGO também deu plenos poderes para o Conselho de Administração deliberar, quando julgar interessante, sobre recompra de ações e pagamentos mais frequentes de dividendos.

Como é bastante provável que, dos R$ 304 milhões, uma parcela seja destinada ao Programa de Recompra de Ações, esta Consultoria estima que o valor dos dividendos complementares, a serem pagos ainda neste ano, possa se situar entre R$ 1,50 e R$ 1,80.



 





Taurus fará duas lives de resultados no dia 16


*LRCA Defense Consulting - 15/05/2023

No dia 16/05 o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, e o CFO Sergio Sgrillo participam de uma rodada de lives sobre os resultados do 1T23. Acompanhe a programação:

08h00 - Canal da Sara Invest

09h30 - Canal da Eleven

Entre os assuntos que serão tratados, estarão:
- Resultados do 1T23 e seus comparativos;
- Desempenho das vendas e momento dos mercados no 1T23 e expectativas;
- Capacidade produtiva, novos produtos e investimentos;
- Mercados de atuação Brasil, Estados Unidos e Outros;
- Joint Venture na Índia;
- Endividamento e posição de caixa;
- Relatório ESG; e
- Parcerias estratégicas.




04 maio, 2023

Embraer: embora com prejuízo 13,2% maior no 1T23, Ebtida Ajustado e Receita Líquida têm alta de 18,7% e 21%

 


*LRCA Defense Consulting - 04/05/2023

A Embraer divulgou hoje seus resultados referentes ao 1º trimestre de 2023 (1T23), trazendo números negativos e positivos.

Na ala negativa, os destaques são para o Prejuízo Líquido Ajustado de R$ 466,9 milhões, ante perdas de R$ 412,3 milhões no mesmo período do ano passado, representando uma alta de 13,2% no prejuízo da empresa no período (R$ 0,50 por ação ante R$ 0,23 no 1T22), bem como para Dívida Líquida, que cresceu 4,8% devido ao fluxo de caixa livre negativo em virtude da preparação para maior número de entregas no segundo semestre, com forte influência do crescimento dos estoques no valor de R$ 3.711 milhões durante o 1T23.

Na ala positiva, destaque para a receita líquida de R$ 3,726 bilhões no período, representando uma forte expansão ante os R$ 3,076 bilhões de igual período de 2022. O crescimento de 21% foi decorrente do melhor mix de entregas na Aviação Comercial e do forte crescimento em Defesa e Serviços. Destaque também para o Ebitda Ajustado, que foi de R$ 53,9 milhões no trimestre, crescendo em relação aos R$ 45,4 milhões no mesmo período de 2022, o que representou alta de 18,72%.

Ainda na ala positiva, destaque para a entrega de 15 jatos no período, sendo sete aeronaves comerciais e oito jatos executivos (seis leves e dois médios), bem como para a Carteira de Pedidos Firmes (Backlog), com um tototal de US$ 17,4 bilhões, valor estável comparado ao primeiro trimestre de 2022, porém com maior participação da Aviação Executiva e de Serviços & Suporte.

Receita e Margem Bruta
A receita consolidada de R$ 3,7 bilhões no 1T23 representou um aumento de 21,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, decorrente de melhor mix de entregas na Aviação Comercial, forte crescimento na Defesa (+57% comparado ao 1T22) e Serviços & Suporte (+20% em relação ao 1T22). A receita total da Companhia encerrou o trimestre de acordo com o planejado.

- Aviação Comercial registrou crescimento de receita de 21,1% ano a ano para R$ 1.034,1 milhões devido a uma entrega adicional no 1T23 e mais entregas do E2 e menos entregas do 175E1. A margem bruta reportada de 0,1% contra 11,2% no 1T22, mostra uma redução devido aos benefícios pontuais ocorridos no 1T22 e mix de produtos, incluindo a curva de aprendizado e desenvolvimento de novas configurações.

- Aviação Executiva teve receita de R$ 453,7 milhões, a receita foi de US$ 87,1 milhões, estável em relação ao mesmo período do ano anterior devido a mudanças no mix de entregas de jatos leves. A margem bruta do 1º trimestre foi de -0,4% em comparação com 18,5% no 1º trimestre de 2022 devido ao mix de aeronaves e não recorrência de benefícios pontuais do ano passado.

- Defesa & Segurança teve receita de R$ 507,5 milhões, 57,0% maior na comparação com o mesmo período de 2022 devido a maior reconhecimento de receita para o C-390. Margem bruta reportada de 24,8% contra 12,1% reportada no 1T22 principalmente explicada por melhores acordos comerciais em reposição aos antigos.

- Serviços & Suporte reportou receita de R$ 1.694,7 milhões, representando um crescimento de 20,4% comparado ao 1T22 devido ao crescimento nas vendas conforme planejado pela Companhia. Margem bruta de 27,1% acima dos 26,9% reportados no 1T22 por conta de melhor eficiência empresarial e performance de serviços MRO.

Confira aqui a íntegra dos resultados divulgados pela empresa: https://bit.ly/3ATvPT3

26 abril, 2023

Entregas da Embraer crescem no 1T23 e pedidos firmes somam US$ 17,4 bilhões


*LRCA Defense Consulting - 26/04/2023 (atualizada às 14 horas)

A Embraer (NYSE: ERJ; B3: EMBR3) entregou 15 jatos no primeiro trimestre de 2022, sendo sete comerciais e oito executivos (seis leves e dois médios). Esse volume representa um crescimento de 7%, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Em 31 de março, a carteira de pedidos firmes totalizava US$ 17,4 bilhões.

O período foi marcado pela confirmação de que, pelo 11º ano consecutivo, a série Phenom 300 da Embraer se mantém como o jato leve mais vendido do mundo, de acordo com a General Aviation Manufacturers Association (GAMA). A Embraer entregou 59 jatos da série Phenom 300 em 2022 e acumula mais de 700 aeronaves entregues desde a sua entrada em serviço. A versão aeromédica (MEDEVAC), o Phenom 300MED, recebeu o Certificado de Tipo Suplementar (STC, na sigla em inglês) da Federal Aviation Administration (FAA), agência reguladora dos Estados Unidos, e da European Aviation Safety Agency, equivalente da União Europeia.

No segmento de Serviços & Suporte, a Embraer anunciou a assinatura de um contrato de serviços com a Força Aérea das Filipinas (PAF, na sigla em inglês) para apoiar a frota de A-29 Super Tucano do país. O acordo fornecerá suporte a mais de 200 componentes do A-29. A empresa também revelou três novos clientes para uso do Beacon, plataforma de coordenação de manutenção que conecta recursos e profissionais para o retorno mais rápido das aeronaves ao serviço.

Air New Zealand e Embraer assinaram acordo de colaboração para programas de aeronaves sustentáveis de próxima geração, ampliando o número de integrante do Grupo Consultivo Energia da Embraer. A Embraer Defesa & Segurança realizou exposição do seu portfólio de produtos e soluções inovadoras nos mercados europeu, asiático e no Oriente Médio, antes dos recentes anúncios realizados na LAAD, a principal feira de defesa e segurança da América Latina. 



Postagem em destaque