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07 novembro, 2021

Taurus participará de quatro lives sobre os resultados do 3º trimestre


*LRCA Defense Consulting - 07/11/2021

A Taurus Armas S.A. está convidando seus acionistas, analistas, clientes, fornecedores e o público em geral para as quatro lives onde seu CEO Global, Salesio Nuhs, e seu CFO/DRI, Sergio Sgrillo Filho, comentarão e detalharão os resultados do terceiro trimestre de 2021 (3T21), que serão divulgados no dia 09 de novembro.

Todas as lives acontecerão no dia 10, de acordo com o seguinte cronograma:

BM&C News: às 08 horas.

  • Resultado 3T21;
  • Capacidades produtivas Novos mercados;
  • Fábricas Brasil e Estados Unidos;
  • Joint Venture;
  • Endividamento; 
  • Perspectiva para 2021;
  • Mercado Brasileiro, Americano e mundo;

Eleven Financial: às 10 horas.

  • Resultados do 3T21e seus comparativos;
  • Desempenho das vendas e momento de mercado no 3T21 e expectativas;
  • Capacidade produtiva, novos produtos e investimentos;
  • Endividamento e posição de caixa;
  • Parcerias estratégicas.

Exame Invest: às 14 horas.

  • Resultados do 3T21;
  • Perspectivas para o mercado;
  • Projetos de investimentos.

Nord Research: às 15h30.

  • Resultado3T21;
  • Perspectiva para 2021 e 2022 – produção e novos produtos;
  • Estados Unidos;
  • Brasil;
  • Joint Venture - atuais e futuras;
  • Competição no mercado Brasileiro - aprovações, facilidade de acessar esse mercado;
  • Vendas América Latina.


14 agosto, 2020

Em lives com a Eleven e com a Suno, Taurus explica seus sucessos e traz novas e importantes informações

 

 
*LRCA Defense Consulting - 14-08-2020

Consolidando a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2020 ontem (13), o Presidente e CEO Global da Taurus Armas S.A., Salesio Nuhs (que hoje comemora 30 anos no grupo CBC), e o Diretor Financeiro (CFO) da empresa, Sérgio Sgrillo, participaram de duas lives hoje, a primeira com Carlos Daltozo, da Eleven Financial, e o segundo com Carlo Cauti, da Suno Research.

As informações trazidas por ambos complementaram e foram além do informado no press release relativo ao balanço, sendo de grande relevância para se entender o excepcional processo de turnaround que a Taurus está tendo desde 2017. 

Salesio e Sérgio trouxeram novas e importantes informações relativas a: reestruturação da empresa, pagamento da dívida, produção nos EUA e no Brasil, demanda nos EUA, pedidos em carteira nos EUA, projeto do revólver mais barato do mundo, joint venture (JV) na Índia e joint venture com uma empresa brasileira.

Segue uma síntese do que os executivos comentaram.

Resultados trimestrais/semestrais
- A empresa já vinha apresentando bons resultados desde 2018 e vem num crescendo, mas os deste trimestre podem ser considerados “fora da curva”, tanto pela expressividade dos números como pelo que representam para o futuro da empresa.

- A empresa quebrou agora cinco recordes: Ebitda, Margem Bruta, Volume de Produção, Volume de Vendas e Receita.

- A Margem Bruta foi de excepcionais 42,4% (2017: 13%), tornando a Taurus referência no mercado mundial de armas nesse quesito.

- A Margem Ebitda (de 25%) teve um salto gigantesco, com mais de 10 pontos percentuais, sendo também referência no mercado mundial de armas nesse quesito.

- Este semestre consolidou a Taurus como empresa geradora de caixa: 72 milhões.

- A Taurus alcançou um novo patamar operacional e consolidou seu turnaround.

Algumas razões para os sucessos conquistados
- O cenário que proporcionou esses excelentes resultados foi a reorganização operacional com mudanças estruturais, que possibilitou resultados constantes, estáveis e crescentes. O 2T20 teve 28% de aumento de produção sobre o 2T19.

- A prioridade estratégica nº 1 da companhia é o mercado brasileiro; a nº 2 é os EUA por ser, disparado, o maior mercado mundial de armas leves e onde a Taurus uma unidade produtiva; a nº 3 são os contratos policiais e militares no resto do mundo.

- A Taurus reagiu muito bem à alta demanda nos EUA e no Brasil, pois se preparou para esse crescimento quase que exponencial.

- Foi criado o Centro de Engenharia Integrada Brasil/USA. Isso possibilitou robustez e agilidade para garantir qualidade e lançar novos produtos. 46% da receita vem de novos produtos (desenvolvidos nos últimos dois anos), algo difícil no segmento (lançamento de 56 produtos novos).

- Foi realizada uma reorganização da distribuição a nível global, principalmente nos EUA, onde a Taurus passou a ter uma nova imagem. A empresa passou a ter estrutura e postura agressiva nos EUA, onde a demanda está enorme. Este somatório proporcionou um aumento significativo na sua participação no mercado americano, conquistando uma importante fatia de 15%. Houve um aumento de vendas no 2T de 34%.

- A empresa tem agora grande flexibilidade e agilidade na capacidade de produção, por conta da nova estrutura operacional que dispõe no Brasil e nos EUA (a americana é uma réplica da estrutura operacional daqui).

Fábrica da Geórgia
- A fábrica americana está produzindo hoje 2.000 armas/dia.  O objetivo inicial era produzir 4.000 armas/dia até o final do ano, mas a meta está sendo revista e deverá ser aumentada em breve.

- Uma das linhas de produção da G2c (transferida recentemente para os EUA) começará a produzir lá 250 armas/dia e chegará 1000 armas/dia no final do ano. Uma linha de produção da TS9 também já está lá.

- Essas duas linhas de produção foram transferidas, mas mantém a mesma rentabilidade que tinham no Brasil.

- Nos EUA, muitas pessoas estão adquirindo a primeira arma e a Taurus é vista como uma ótima opção para essa compra, pois agrega qualidade e custo acessível.

- A grande demanda nos EUA fez com que a empresa tenha cinco meses à frente de pedidos em carteira.

Fábrica de São Leopoldo
- No Brasil, a Taurus está produzindo 5.200 armas/dia, mas já está com tudo planejado para ampliar esta produção no segundo semestre.

- Com a flexibilização das normas brasileiras, a Taurus agora pode comercializar todo seu portfólio de armas e calibres no Brasil, o que acontece pela primeira vez em 80 anos.

- Havia e há uma grande demanda reprimida no Brasil, o que justifica o grande incremento de vendas que está havendo no mercado nacional.

- O carro-chefe é a plataforma G. A G2c é a pistola mais vendida no mundo e no Brasil, mas o fuzil T4 é a arma mais desejada aqui. A enorme demanda por este fuzil está fazendo com que seja a única arma que está com prazo de 90 dias para entrega, mesmo com a produção sendo aumentada semanalmente.

Revólver mais barato do mundo
- O projeto do  revólver mais barato do mundo está com seu desenvolvimento adiantado. Há um processo de patente em curso e, em breve, poderão ser anunciadas novidades.

Joint ventures com o Jindal Group (Índia) e com uma grande empresa do setor automotivo
- A fábrica na Índia está pronta e, neste semestre, haverá a transferência das linhas de produção para lá. A unidade produtiva deverá ser inaugurada no final de janeiro ou no início de fevereiro de 2021.

- A Taurus quer ser a primeira fábrica não estatal na Índia a produzir armas para o mercado civil, já a partir de fevereiro de 2021.

- O conceito de instalar uma fábrica na Índia com transferência de tecnologia (através de uma JV) não vai se prender só a esse país (um claro indicativo de que a iniciativa poderá se estender a outros países).

- A joint venture com uma grande empresa do setor automotivo será anunciada antes de setembro e surpreenderá positivamente o mercado. O parceiro tem grande capacidade tecnológica e está agregando muito à engenharia da Taurus.

Endividamento
- O compromisso que a empresa assumiu consigo mesma foi o de desalavancar sua dívida.

- O reescalonamento/parcelamento da dívida de curto prazo deu segurança de caixa à empresa na situação de pandemia.

- O objetivo estratégico do reescalonamento foi não depender de evento extraordinário (venda de ativos, subscrição) para desalavancar a companhia.

- Assim, a ideia é, até 2022, pagar 40% da dívida somente com recursos próprios (geração de caixa). As vendas futuras da fábrica de capacetes e do terreno em Porto Alegre, bem como o resultado da subscrição dos bônus, irão cooperar para esse desalavancamento.

- Foi tirada a pressão de cima do caixa. Os ativos (fábrica de capacetes e terreno) serão negociados no momento mais favorável à empresa.

- A fábrica de capacetes é um ativo atrativo, rentável, gerador de caixa e está se recuperando muito bem. No próximo momento, a tendência é haver fundos de investimento e outras empresas procurando ativos atrativos e rentáveis e, então, a venda poderá ser feita a bom preço.

- A situação atual está muito confortável. A empresa tem 108 milhões em caixa e só precisa pagar 75 milhões nos próximos 12 meses. Com isso, pode focar seus esforços em questões operacionais. 



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