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11 novembro, 2025

Primeira operação do software de tráfego aéreo da Eve Air Mobility marca avanço da mobilidade aérea urbana no Brasil

Imagem meramente representativa

*LRCA Defense Consulting - 11/11/2025

A Eve Air Mobility deu mais um passo rumo à consolidação da Mobilidade Aérea Avançada (AAM) ao realizar, em parceria com a startup brasileira Revo, a primeira operação real de seu software de gerenciamento de tráfego aéreo urbano, o Vector. O teste ocorreu durante o Grande Prêmio de São Paulo de 2025, evento que serviu como campo de prova para o sistema em um ambiente de alta complexidade operacional.

Durante o fim de semana do GP, o Vector foi utilizado pela equipe da Revo para coordenar as rotas e pousos de helicópteros no autódromo de Interlagos. O software, desenvolvido com arquitetura modular e escalável, iniciou suas operações com o Módulo de Operações em Solo e Vertiportos — voltado à gestão de heliportos de alta demanda. A próxima etapa, prevista para 2026, será o lançamento do Módulo de Operações de Frota, que integrará helicópteros e eVTOLs a uma mesma plataforma de controle dinâmico.

De acordo com o CEO da Eve, Johann Bordais, o projeto representa mais do que um avanço tecnológico: trata-se de um salto de maturidade operacional. “Operações reais nos fornecem dados valiosos que aceleram a evolução do Vector e nos aproximam de soluções confiáveis e ágeis para clientes no mundo todo”, afirmou o executivo.

A Revo foi pioneira no uso do sistema, após treinamentos conjuntos com a equipe da Eve. Para o CEO da empresa, João Welsh, o teste é o início de uma nova fase para a mobilidade aérea paulistana. “Após introduzirmos voos sob reserva em poucos minutos, estamos prontos para um novo capítulo. Em grandes eventos como o GP de São Paulo, os eVTOLs despontam como alternativa segura, sustentável e eficiente”, destacou.

A parceria entre as duas companhias reforça a estratégia da Eve de construir um ecossistema completo de UAM — desde aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical até sistemas de controle e suporte. O Vector foi concebido com foco na automação e em serviços orientados por dados, visando garantir segurança e eficiência nas operações de baixa altitude.

Em junho de 2025, a Revo assinou um acordo que prevê a aquisição de até 50 eVTOLs da Eve e o acesso ao portfólio completo de serviços da companhia, configurando uma solução integrada do tipo turn-key. A aliança planeja acelerar a adoção da mobilidade aérea elétrica e conectada no Brasil, com foco em hubs urbanos e comerciais a partir de 2026.

A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer listada na Bolsa de Nova York sob os códigos EVEX e EVEXW, combina mentalidade de startup com a solidez de mais de meio século de expertise aeroespacial brasileira. A empresa aposta na união entre inovação, automação e sustentabilidade para liderar a transição global rumo a uma nova era da aviação urbana.

 

21 janeiro, 2025

Eve, da Embraer, e JetSetGo firmam acordo para gerenciamento de tráfego aéreo urbano na Índia


*LRCA Defense Consulting - 21/01/2025

A Eve Air Mobility - empresa controlada pela Embraer - e a JetSetGo, uma empresa de fretamento de aeronaves privadas e propriedade fracionada sediada em Nova Déli, firmou um acordo para explorar e avançar o uso do Vector, a solução agnóstica de software para gerenciamento de tráfego aéreo urbano (Urban ATM) da Eve, na Índia. O anúncio, feito durante a Conferência Bharat Mobility AAM hoje, torna a JetSetGo o 14º cliente do Vector e seu segundo cliente na Índia, à medida que o interesse pela solução continua a crescer globalmente. 

O software de Urban ATM da Eve é um elemento fundamental para a implementação e escalabilidade da Mobilidade Aérea Urbana (UAM). A tecnologia oferece soluções para provedores de serviços de navegação aérea, autoridades urbanas, operadores de frotas e vertiportos, além de outros stakeholders no ecossistema de UAM. A solução engloba coordenação de voos de UAM, suporte à automação da área operacional dos vertiportos, gerenciamento do fluxo do espaço aéreo e gestão de conformidade. 

"O acordo simboliza o comprometimento da Eve com o mercado indiano e estamos entusiasmados em colaborar com a JetSetGo na gestão do tráfego aéreo urbano da região, afirma Luiz Mauad, Vice-Presidente de Serviços ao Cliente na Eve. "Diante dos desafios da produtividade em grandes centros urbanos, agravados pelo persistente problema de congestionamento, a mobilidade aérea urbana surge como uma alternativa promissora. Essa solução tem potencial para mitigar tais questões e ainda proporcionar conexões eficientes com regiões que atualmente enfrentam dificuldades de acesso. Nesse contexto, a solução de Urban ATM da Eve se destaca como um elemento chave, possibilitando o transporte seguro e ágil em áreas de alta densidade populacional no futuro." 

"A mobilidade aérea tem o potencial transformador de remodelar a vida urbana, tornando as viagens mais rápidas, limpas e eficientes, ao mesmo tempo que enfrenta os crescentes desafios das cidades modernas. Na JetSetGo, estamos comprometidos em impulsionar essa mudança na Índia por meio da nossa colaboração com a Eve", afirma Kanika Tekriwal, CEO e co-fundadora da JetSetGo. "Ao aproveitar a inovadora plataforma Vector, nosso objetivo é possibilitar a operação contínua e segura de aeronaves eVTOL no futuro. Esta tecnologia é essencial para lidar com problemas como congestionamento de tráfego, horas perdidas, poluição do ar e a necessidade de soluções de viagens ecológicas. Além disso, buscamos garantir que as soluções de UAM sejam silenciosas, seguras e amplamente aceitas pelas comunidades. Por meio dessas inovações, pretendemos melhorar a vida urbana e posicionar a Índia como líder global no futuro da aviação." 

Como parte do acordo, as duas empresas colaboram na promoção da mobilidade aérea urbana na Índia enquanto a JetSetGo explora novas oportunidades nesse setor. Fomentar o potencial dessa nova forma de transporte inclui preparar o espaço aéreo para viagens, além da produção e certificação das aeronaves elétricas de decolagem e aterrissagem vertical (eVTOL).

04 novembro, 2024

Eve, OHI e Revo colaboram para desenvolver ecossistema de mobilidade aérea urbana e concluem simulação de gerenciamento de tráfego aéreo no Brasil


*LRCA Defense Consulting - 04/11/2024

A Eve Air Mobility, a Revo, uma plataforma brasileira focada em Mobilidade Aérea Avançada (AAM), e sua empresa controladora, Omni Helicopters International Group (OHI), concluíram recentemente uma simulação de tráfego aéreo urbano em São Paulo. A iniciativa faz parte de uma parceria estratégica para impulsionar o desenvolvimento do ecossistema de AAM na metrópole. 

A simulação ocorreu no centro de controle de operações da Revo em São Paulo, utilizando os helicópteros da Revo e o Vector da Eve, software destinado ao Gerenciamento de Tráfego Aéreo Urbano. Durante a semana de 21 de outubro, o Vector simulou o gerenciamento e monitoramento de operações de veículos elétricos de decolagem e pouso vertical (eVTOL) em ambiente urbano. Foram considerados diferentes cenários, como atrasos na partida e no destino, restrições de espaço aéreo e clima, além de desvios de rota para locais alternativos de pouso. O objetivo principal da iniciativa foi validar novos serviços de gerenciamento de tráfego, essenciais para garantir a segurança e confiabilidade das operações de eVTOLs, tanto no início das operações quanto em casos de uso intensivo em larga escala. 

Além disso, a Eve e a Revo têm trabalhado em conjunto para incentivar a colaboração entre os principais envolvidos no ecosistema de AAM, visando desenvolver práticas exemplares para operações de eVTOL, protocolos de gerenciamento aéreo e manuseio em solo. A cidade de São Paulo, conhecida por ter o maior número de operações de helicóptero do mundo, surge como um campo fértil para a revolução dos eVTOLs no transporte de uma das cidades mais populosas e congestionadas do planeta. 

"Essa simulação reforça nosso compromisso em trazer os voos de eVTOL para áreas metropolitanas, oferecendo às comunidades uma alternativa de transporte segura, sustentável e eficiente", afirma Johann Bordais, CEO da Eve. "Estamos satisfeitos em contar com a Revo nessa iniciativa para estimular o mercado de mobilidade aérea urbana na maior cidade da América Latina." 

"Nos vemos como um provedor de soluções de mobilidade aérea, com inovação em nosso DNA. Como líderes na América Latina em transporte offshore, pretendemos ser pioneiros na adoção de novas tecnologias e modelos de helicópteros", diz Jeremy Akel, CEO da OHI. "Recentemente, contribuímos para a história da aviação no Brasil com o primeiro e mais longo voo civil não tripulado para uma plataforma offshore, coexistindo no espaço aéreo com outras aeronaves. Isso demonstra que temos a experiência e a visão para ajudar a moldar o futuro da mobilidade aérea." 

"Os eVTOLs são o futuro da mobilidade aérea. Eles tornarão os voos mais sustentáveis e facilmente disponíveis. Para tornar isso realidade, devemos desenvolver o ecossistema e a infraestrutura necessária", comenta João Welsh, CEO da Revo. "Demos o primeiro passo há pouco mais de um ano, iniciando um processo acelerado de aprendizado com helicópteros para liderar essa transição. A colaboração precoce entre líderes do setor, reguladores, urbanistas, desenvolvedores de infraestrutura e comunidades locais ajudará a garantir que os principais desafios sejam abordados de maneira holística, e continuaremos a desenvolver o ecossistema nos próximos meses. Estamos comprometidos em criar um futuro onde os voos urbanos serão seguros, mais democráticos e neutros em carbono." 

A simulação e o desenvolvimento do ecossistema de AAM em São Paulo complementam a carta de inteção de compra da Revo para até 50 eVTOLs da Eve. Além disso, a Revo terá acesso ao Eve TechCare, um portfólio completo de serviços para eVTOLs, e ao software Vector. 

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‘GPS dos ares’ que será utilizado em carros voadores deve chegar ao mercado em 2025
O software de gestão de tráfego aéreo, desenvolvido em uma parceria entre a Eve e a Revo, está em fase de simulações

*Exame, por Roberta Crepaldi - 04/11/2024

 indústria de mobilidade aérea urbana deu mais um passo em direção à criação dos evTOLS, veículos elétricos popularmente chamados de ‘carros voadores’. A Eve, da Embraer, em parceria com a Revo, da Omni Helicopters International Group (OHI), está desenvolvendo o Vector, um software de gestão de tráfego aéreo, que será primordial para um melhor funcionamento dos evTOLS.

A previsão, segundo Alice Altíssimo, vice-presidente de Programas, Estratégia Corporativa e Tecnologia de Informação da Eve, é que o produto chegue ao mercado na segunda metade de 2025.

Espera-se, em um futuro não tão distante, que a demanda por helicópteros cresça e o espaço aéreo fique limitado. Analogamente a um sistema de GPS (mas dos céus), o Vector chega para automatizar e interligar rotas de aeronaves, oferecendo uma solução para os desafios atuais de coordenação no espaço aéreo urbano, que ainda depende em grande parte de comunicação manual entre operadores e helicópteros.

“Para mais helicópteros nos ares é preciso existir todo um ecossistema. E uma parte muito importante é o tráfego aéreo. Hoje, já é super difícil. Agora imagina em um mundo com muito mais ativos aéreos como os eVTOLs? O Vector será crucial”, comenta João Welsh, CEO da Revo, em encontro com jornalistas.

O desenvolvimento do Vector está em andamento desde 2017 e contou com parcerias internacionais, como a Civil Aviation Safety Authority (CASA), da Austrália, e a CAA (Civil Aviation Authority), de Londres, onde a Eve começou a testar os conceitos operacionais. Agora, no Brasil, os testes operacionais do Vector já estão em curso no Brasil - mas ainda em forma de simulação.

Hoje, há sistemas de radar e tecnologia ADS-B (Automatic Dependent Surveillance-Broadcast), que permitem que as aeronaves "vejam" umas às outras no ar e transmitam suas posições e altitudes em tempo real. No entanto, essa tecnologia ainda depende da comunicação ativa e muitas vezes exige intervenção manual, tanto dos pilotos quanto dos controladores.

Então quando um avião irá cruzar o caminho de um helicóptero, é necessário que um operador de uma torre, de forma manual, se comunique com o piloto solicitando um estado de espera para retornar ao voo. Esse movimento gera custos e emissões de gás carbônico. Com o Vector, será possível uma economia de até 50% em combustível em rotas curtas com o Vector.

“Em um voo de 8 minutos, se há quatro paradas, 50% do combustível é jogado fora. Isso tudo é custo, é CO2 que está sendo emitido nesse tempo de espera. O Vector vai entrar para termos ganhos de produtividade e de escalabilidade”, diz Altíssimo.

Durante a semana do dia 21 de outubro, até 10 voos de dois helicópteros foram monitorados por dia no centro de controle de operações da Revo em São Paulo (conhecida por ter o maior número de operações de helicóptero do mundo) para validar a capacidade do Vector em analisar atrasos nas partidas, restrições do espaço aéreo e clima.

O objetivo final é que ele consiga sugerir rotas alternativas que otimizem as viagens das aeronaves. E, de acordo com Altíssimo, a ideia é que o Vector também seja compatível com outros veículos aéreos para além dos eVTOLs.

“O software vai poder ser usado em outros lugares do mundo. Estamos, inclusive, colaborando com a Federal Aviation Administration (FAA) e a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) para que possamos trazer todos os regulamentos necessários”, afirma a vice-presidente.

Isso porque, para poder ser comercializado, será necessário um avanço na regulamentação. “Embora o que já desenvolvemos (no caso, a simulação) não precise de autorização regulatória, as próximas fases do Vector vão envolver essa regulação” destacou a equipe técnica. No Brasil, tudo irá depender da aprovação do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

E quando estiver em campo, a Revo deseja sair na frente. “Queremos ser a primeira companhia aérea com eVTOLs e o Vector do mercado”, enfatiza o CEO. Além de promover a sinergia com o DNA brasileiro da Eve, o software, ao tornar as operações escaláveis, contribui diretamente para a meta da Revo de democratizar o preço do transporte aéreo urbano.

“Em termos de economia, é muito cedo para falar disso. Mas a longo prazo, a equação faz sentido, e vai existir redução de custo nesta operação, o que vai permitir um serviço aberto a mais pessoas”, comenta Welsh.

A média de uma viagem em São Paulo, atualmente, é de US$ 450 por pessoa incluindo o serviço completo com concierge. “Analisamos diminuir em quatro vezes. Lá fora, custa US$ 100, mas isso exige um processo, ainda não dá para dizer que seria factível”, diz o CEO da Revo.

Dentre as 2.900 mil cartas de intenção de compra de eVTOLs de 30 clientes em 13 países, o que representa um potencial de US$ 14,5 bilhões em receita, a Revo possui 50 pedidos. E a ideia, segundo Wesh, é operar de forma mista a frota de helicópteros da Revo, com os ‘carros voadores’.

Recentemente, a Eve obteve um financiamento de US$ 50 milhões do Citibank para o desenvolvimento dos eVTOLs. Este montante incorporou o também aporte de US$ 95,6 milhões, proveniente de um conjunto de empresas industriais globais e investidores financeiros, anunciado em julho de 2024.

A Eve também firmou um contrato de R$ 500 milhões para uma linha de crédito com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dando continuidade à parceria iniciada em 2022, quando o órgão aprovou uma também linha de crédito de R$ 490 milhões para o desenvolvimento do programa eVTOL.

Agora, os novos recursos visam financiar a construção de uma fábrica em Taubaté (SP), cidade em que a Embraer já está instalada, para a produção de até 480 aeronaves por ano.

19 março, 2024

Eve Air Mobility apresenta o Vector e fornece atualizações sobre o desenvolvimento de software ATM urbano


*LRCA Defense Consulting - 19/03/2024

A Eve Air Mobility, uma empresa da Embraer, divulgou hoje no Airspace World em Genebra o nome de seu software Urban Air Traffic Management (Urban ATM) e forneceu atualizações no desenvolvimento da solução.

O Vector será uma solução de software agnóstica projetada para enfrentar com segurança os desafios exclusivos de tráfego aéreo e gerenciamento de rede das operações atuais e futuras de Mobilidade Aérea Avançada (AAM), com foco em operadores de frota e vertiportos e futuros provedores de serviços para AAM, incluindo Provedores de Serviços de Navegação Aérea (ANSP). A empresa está avançando em direção a uma versão operacional do software que os clientes podem testar e testar para ajudar no progresso do mercado.

“Os voos de aeronaves elétricas de decolagem e pouso verticais (eVTOL) se tornarão um meio de transporte estabelecido para comunidades em todo o mundo. Eve espera as primeiras entregas e entrada em serviço já em 2026 e tem enfrentado os desafios do espaço aéreo e da gestão do tráfego aéreo (ATM) para apoiar a introdução e o crescimento do mercado de forma harmonizada e segura. A Vector agilizará as operações de AAM desde o primeiro dia, coordenando todas as partes interessadas envolvidas para melhorar a segurança, otimizar o desempenho e maximizar o uso de recursos”, disse Johann Bordais, CEO da Eve.      

O Vector permitirá que os eVTOLs sejam integrados a outras aeronaves voando em espaço aéreo urbano de baixo nível desde o primeiro dia de operações e fornecerá a automação necessária para permitir a escalabilidade do mercado de Mobilidade Aérea Urbana (UAM).

Até o momento, a Eve possui 14 (quatorze) clientes da solução, incluindo operadores de frota, vertiportos e provedores de gerenciamento de espaço aéreo e fluxo. Com o Vector, as operadoras de eVTOL tornarão suas operações mais eficientes; a vertiports gerenciará a disponibilidade de recursos com todas as partes interessadas da operação envolvidas; e ANSPs e Provedores de Serviços (PSU) para UAM otimizarão o espaço aéreo e a rede de tráfego aéreo para todos os usuários.

Em novembro de 2023, a Eve fez parceria com a Flexjet para conduzir uma simulação para validar e refinar os recursos do Vector em condições de cenário real e compreender melhor a viabilidade comercial e as aplicações do software. A simulação ocorreu no Reino Unido e envolveu 18 voos em oito aeródromos, exercitando 26 rotas diferentes com locais de pouso alternativos para testar a funcionalidade do plano de voo em espera. A equipe também testou atrasos na partida e no destino com impactos nos voos de chegada, cancelamentos de voos devido a restrições de espaço aéreo e meteorológicas, e emergências durante o voo, incluindo pedidos de locais de aterragem alternativos.

A simulação Eve-Flexjet encontrou lacunas entre os sistemas ATM atuais e aqueles necessários para apoiar as operações UAM desde o primeiro dia, como a falta de integração entre a frota e os sistemas do operador vertiport para coordenar os voos eVTOL com segurança e eficiência. Portanto, a Eve está priorizando o desenvolvimento de serviços que atendam a essas lacunas, incluindo planejamento de voo integrado com espaço aéreo e disponibilidade de recursos vertiportos; gerenciamento de locais alternativos de pouso integrados ao planejamento de voo para suportar as limitações de resistência das aeronaves elétricas; e gestão de conformidade para informar as partes interessadas quando os voos se desviam do seu plano e podem afetar outros voos.

“Os despachantes de voo são responsáveis ​​por quase todos os aspectos de uma operação, o que requer ampla capacidade de tomada de decisão e rastreamento. Os serviços ATM urbanos podem apoiar estas atividades na preparação para operações AAM através de maiores níveis de automação e uma visão integrada das informações relevantes ligadas a um voo específico. A Eve tem incorporado ativamente recursos, incluindo feedback recebido através de testes de usuários, no Vector para garantir que o valor de seus serviços seja traduzido diretamente para os usuários finais”, acrescentou Brenden Hedblom, chefe de soluções de gerenciamento de tráfego da Eve.

À medida que o Vector amadurece, a Eve continua a buscar oportunidades adicionais para testar a solução com seus clientes e parceiros. Testá-lo em cenários do mundo real é a melhor maneira de garantir que os serviços forneçam o valor ideal. A empresa espera avançar este ano para uma versão operacional do software que os clientes possam testar e testar para ajudar a avançar o mercado e preparar o ecossistema UAM para as operações iniciais.

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