A LRCA Defense Consulting é uma entidade sem fins lucrativos que se dedica a produzir e divulgar notícias e análises sobre as Empresas de Defesa. Não somos jornalistas e nem este é um blog jornalístico.
O estrondoso sucesso da edição 2024 da Shot Fair Brasil, realizada pela primeira vez, acertadamente, no Distrito Anhembi em São Paulo (SP), de 03 a 06 de julho, e a maciça adesão dos lojistas ao novo calibre .38 TPC já estão se configurando como o grande divisor de águas para o mercado brasileiro de armas leves e munições nos últimos anos.
Em mais uma das várias entrevistas que concedeu no evento, além da palestra que realizou, o CEO Global da Taurus Armas S.A., Salesio Nuhs, desta feita no canal de Samuel Cout, trouxe a público outras novidades relevantes além das já divulgadas na matéria publicada ontem (06) sob o título "Em entrevista, CEO da Taurus faz importantes revelações sobre as estratégias da empresa".
Exportações Com relação às exportações de armas e munição nesse novo calibre, para além dos Estados Unidos, Salesio afirmou que Itália, Argentina, México e Guatemala já fizeram pedidos, pois também têm restrições legais e a novidade seria totalmente adequada para os respectivos mercados. Porém, tais pedidos só serão despachados quando o mercado brasileiro estiver já abastecido, o que não ocorrerá agora, dada à grande quantidade de pedidos feitos por lojistas brasileiros na Shot Fair.
GX4 e G3c já homologadas Tratando sobre outras armas no novo calibre, o CEO declarou que mais duas do portfólio da Taurus, a pistola microcompacta GX4 e a compacta G3c, já se encontram homologadas e que, em breve, estarão disponíveis aos consumidores brasileiros e internacionais.
Menor custo, permanente e motivo de orgulho para o Brasil Salesio deixou claro que é um compromisso pessoal o fato de as armas e a munição no calibre .38 TPC terem um custo menor que as no calibre 9mm.
Afirmou ainda que este novo calibre, intermediário entre o .380 e o 9mm, veio para ficar e se tornará um motivo de orgulho para o Brasil, que passará a ter um calibre desenvolvido aqui mas de uso também no mercado mundial, como foram S&W, Makarov, Magnun, Winchester, Remington, FN, SIG, Luger e tantos outros no mundo. Além disso, segundo ele, foi feito um grande investimento para desenvolver e concretizar a iniciativa, não sendo lógico e nem justo para com os 119 mil acionistas da empresa tirá-lo de linha posteriormente.
A GX4 poderá se constituir em um grande
sucesso de vendas nos EUA, semelhante ou ainda maior que suas "irmãs
mais velhas", G2c, G3 e G3c.
*LRCA Defense Consulting - 23/05/2021 (atualizada às 22h32)
No dia 19, a Taurus Armas lançou, simultaneamente no mercado americano e no brasileiro, sua nova e revolucionária arma, a pistola microcompacta GX4. O lançamento se deu após três anos de um intenso trabalho, sendo a primeira arma totalmente concebida e desenvolvida pelo Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia BR/EUA (CITE) da empresa.
O lançamento causou uma grande expectativa no Brasil e nos EUA. Neste último país - maior mercado mundial para armas leves (de porte e portáteis) - diversos conceituados experts e publicações especializadas haviam recebido a arma para testes, em uma grande ação de marketing da Taurus. Assim, ainda no dia 19 e no seguinte, a Internet foi inundada com avaliações técnicas sobre a GX4, todas trazendo elogios à arma e à empresa. Veja algumas:
Até às 20h30 (no Brasil) do dia 19, o controle de mídia da Taurus registrou 266 mil visualizações somente nos vídeos que foram divulgados no Instagram, Facebook e Youtube da empresa.
A arma A GX4 - chamada de "cereja do bolo" da linha G - não é uma continuidade dessa linha, mas sim uma complementação dela, com diversos aperfeiçoamentos e novas soluções tecnológicas que a situam num patamar premium. Desenvolvida para ser "um divisor de águas" para a multinacional
gaúcha, a arma passa a ocupar um novo, importante e até então inexplorado nicho de mercado para a companhia: o segmento das
microcompactas, estimado pela Taurus em cerca de 40% do mercado de
pistolas nos EUA.
Desenhada
no calibre 9mm, sua capacidade é de 12 cartuchos (11 no carregador e um na
câmara), podendo ainda usar um carregador estendido de 13 cartuchos, aumentando assim a
capacidade total para 14 tiros. Além da maleta de transporte, a arma vem com dois carregadores, um coldre para porte velado de Kydex IWB, uma correia com cadeado para arma e um chaveiro especial que pode ser utilizado para desmontagem da pistola.
Em termos de acessórios, no site americano da Taurus já está disponível uma grande diversidade de coldres, miras de trítium, red dots, extensão de carregador (Pinky) e diversos outros, todos desenhados especialmente ou perfeitamente adaptados para a arma.
Além disso, a GX4 também terá uma versão TORO (pronta para óptica), tal como a G3, G3c e TX22. Segundo o seu CEO, a empresa já está em processo de importação de muitos desses acessórios, alguns dos quais podem ser conferidos abaixo:
Um negócio milionário Não bastasse ingressar em segmento ainda inexplorado (para a empresa) no maior mercado do mundo, oferecendo uma arma premium de alta qualidade, a Taurus cumpre a promessa de seu CEO Global, Salesio Nuhs: "no Brasil e nos EUA ninguém baterá a GX4 em preço e
qualidade. Será uma tremenda de uma novidade que vai possibilitar à Taurus aumentar seu market share nos EUA".
Realmente, ao sugerir o preço de US$ 392,00 para venda nas lojas, a multinacional brasileira não verá competidores num horizonte de, pelo menos, 100 dólares à frente, o que é uma enorme vantagem competitiva. Uma rápida pesquisa realizada ontem (22) no site da loja Palmetto State Armory mostra os preços praticados pelas cinco principais armas concorrentes: - Smith & Wesson M&P 9 Shield Plus: $549.99 - Glock 43X: $549.99 - Springfield Hellcat Micro Compact: $549.99 - Ruger Max-9: $599.99 - SIG Sauer P365 XL: $649.99
A "tremenda de uma novidade", como foi descrita pelo CEO da Taurus, provocou um número recorde de pedidos antecipados (backorder) de 160 mil armas, ainda há seis dias antes do lançamento. Estima-se que, até o dia de ontem, esse número já estivesse próximo a 200 mil armas. E com um detalhe: a maioria das lojas tem hoje a arma como out of stock (fora de estoque), estabelecendo lista de espera.
Detendo cerca de 15% do mercado americano de armas curtas (pistolas e
revólveres) e quarta mais vendida nesse mercado, é razoável esperar que,
com a introdução da GX4 nesse novo nicho, a Taurus venha a conquistar
preciosos pontos e aumentar seu market share nos EUA.
No Brasil, a GX4 irá estrear em grande estilo no binômio preço/qualidade, já que a
opção importada mais comum custa mais de R$
12.000,00, um valor muito alto para o consumidor médio brasileiro. A revolucionária arma teve seu preço de lançamento definido em R$ 6.390,00 para CACs, militares, policiais e outras categorias autorizadas a comprar direto do fabricante, em linha com a alta qualidade e com as características inovadoras que a arma embute. Nas lojas, o preço varia com a estratégia de cada lojista.
Considerando a histórica e cultural atração que os americanos têm por armas e por novidades que ofereçam um excelente binômio preço/qualidade, esta Consultoria acredita que a GX4 poderá se constituir em um grande sucesso de vendas nos EUA, semelhante ou ainda maior que suas "irmãs mais velhas", G2c, G3 e G3c. Caso este cenário se concretize, a expressão "divisor de águas" usada pelo CEO Global da Taurus estará absolutamente correta, pois a empresa poderá dar um salto em vendas e lucratividade.
A título de curiosidade, veja o comparativo em tamanho entre a GX4 e suas principais concorrentes nos EUA:
Taurus GX4 x SIG Sauer P365XL
Ruger Max-9 vs Taurus GX4
Taurus GX4 x Glock 43X
Taurus GX4 vs Sprigfield Hellcat
Taurus GX4 vs Smith & Wesson M&P 9 Shield Plus
No dia posterior ao lançamento, o portal especializado americano Guns.com publicou uma rápida e interessante análise sobre a arma.
Nova Micro 9 Taurus GX4: capacidade 11 + 1 e abaixo de $ 400
A Taurus quer enfrentar os grandes fabricantes com
sua nova micro pistola, projetada para oferecer o máximo de ocultação sem
sacrificar a capacidade ou a ergonomia - a GX4 .
Especificações à parte, a 11 + 1 9mm é do
tamanho das populares .380 "pistolas de bolso", usando um cano de
3,06 polegadas para chegar até um comprimento total máximo de 6,05
polegadas. A arma é fina, com pouco mais de uma polegada de largura e 4,4
polegadas de altura em sua parte mais alta. O peso descarregado é de 18,6
onças. Totalmente carregada com 12 cartuchos de JHPs de 147 grãos,
encontramos nossa arma de teste atingindo 23,9 onças na balança.
Comparada com outras micro 9s recentemente introduzidas,
como a Ruger MAX-9 , Sig Sauer
P365 , Smith & Wesson Shield Plus e Springfield Armory Hellcat, a GX4 é uma sósia no que diz respeito ao tamanho. Além disso, seus pentes nivelados
mantêm uma rodada extra sobre o compartimento em comparação ao da SIG ou ao da S&W,
ao mesmo tempo em que estão no mesmo nível da Springfield e um a menos do que a
Ruger.
Comparado ao já
popular modelo G3C da Taurus, que
possui uma capacidade 12 + 1, a GX4 é visivelmente mais curta e mais
leve. (Todas as fotos: Chris Eger / Guns.com)
O mesmo
pode ser dito quando comparado com uma das rainhas de longa data do mercado CCW de
9 mm, a Glock 43.
Ao contrário das outras quatro micro 9s no mercado, a GX4
atualmente não é oferecida em um formato pronto para ótica, embora deva ser
notado que a Taurus adicionou recentemente a série TORO à sua linha G3;
então, a possibilidade de uma GX4 com uma mira red dot no futuro não deve
ser descartada [Nota: a empresa já anunciou uma versão TORO - pronta para óptica].
Além disso, ao contrário de outras Micros por aí, a GX4 tem
um preço sugerido de US $ 392, o que atrapalha a concorrência. A coisa mais
próxima desse ponto de preço até agora é a Ruger MAX-9 com um preço sugerido de
$ 499, com as outras pistolas se situando em patamares superiores de preço, especialmente nos
modelos mais sofisticados.
A Taurus
GX4 é construída em uma estrutura interna de aço inoxidável com empunhadura de
polímero; a atenção foi dada para ter um perfil nivelado e sem obstáculos.
A arma usa um padrão agressivo de pontilhado ao longo da parte frontal da
empunhadura, dos painéis laterais, de toda a extensão da correia traseira, bem
como da parte dianteira do gatilho nas localizações do teclado.
A
correia traseira padrão está instalada, enquanto uma correia traseira de grande
expansão está incluída para quem procura uma posição de pulso mais elevada na
empunhadura. Observe o sistema de pino de remoção, em vez de uma alavanca,
bem como as serrilhas deslizantes dianteiras e traseiras.
A Taurus
GX4 sai de fábrica com dois carregadores embutidos com corpo de aço de 11
cartuchos.
Fabricado
pela Mec-Gar na Itália, eles têm orifícios de testemunho na parte traseira, um
seguidor laranja e uma placa de piso que fica nivelada com a parte inferior do
cabo da pistola. A Taurus oferece um carregador de 11 rodadas opcional com
extensão de dedo para aqueles que desejam uma pegada mais longa, bem como um
carregador estendido de 13 rodadas com uma manga de punho.
Em vez
de plástico, que costuma ser visto em muitas pistolas comercializadas para
transporte, a GX4 tem miras de aço com um ponto frontal branco e uma mira
traseira com entalhe quadrado escurecido ajustável por deriva que tem
serrilhados na parte traseira para minimizar o brilho. Elas usam um padrão
comum de pós-venda para fácil substituição de visores de trítio ou fibra
óptica.
Para resistir ao ambiente, a GX4 tem um cilindro de aço inoxidável com
tratamento DLC (Diamond-Like Carbon) preto acetinado, enquanto um revestimento
de nitreto de gás maximiza a dureza da superfície do ferrolho. Enquanto isso,
as peças de controle operacional têm um revestimento de Teflon e o batente de
deslizamento de aço tem sobremoldagem de polímero. As peças internas de
metal são niqueladas.
A GX4 é
enviada em uma maleta de transporte com alça, contendo ainda dois carregadores de 11 cartuchos, manual do usuário e uma correia com cadeado para arma.
Até
agora, passamos por 100 rodadas sem problemas e encontramos o gatilho para
quebrar em 90 graus, com muito pouca recepção e uma tração de 6 libras em
média; portanto, fique atento para uma revisão completa nos próximos dias. Mostrado aqui com um coldre DeSantis Inside
Heat IWB que se ajusta como uma luva.
Segundo afirmou o CFO da Taurus em live recente, "os resultados de 2021 serão ainda melhores que os de 2020".
*LRCA Defense Consulting - 21/03/2019
O dia 19 de março ficará marcado na história empresarial recente do País, pois foi nele que a Taurus Armas surpreendeu a maioria dos analistas e acionistas, divulgando os balanços do 4T20 e o de 2020 com números de causar espanto e inveja a qualquer boa empresa nacional ou internacional. Como afirmou uma analista: foi um verdadeiro "turnaround de livro".
Recordes na receita, lucro bruto, margem bruta, Ebitda e em sua margem; dívida equacionada e, principalmente, retorno ao Patrimônio Líquido Positivo após cinco anos, com antecipação de quase um ano frente ao previsto e sem precisar se desfazer da fábrica de capacetes e do terreno em Porto Alegre, são apenas alguns dos fatos que caracterizaram o balanço.
Além disso, a empresa tem backorders (pedidos firmes em carteira) de 2,3 milhões de armas, significando cerca de 18 meses de produção já garantida. Com isso, a Taurus afirma que poderá aumentar em cerca de 30% (no mínimo) as vendas e o Ebitda em 2021. Segundo afirmou seu CFO em live recente, "os resultados de 2021 serão ainda melhores que os de 2020".
Para relembrar e consolidar tais números, segue um vídeo do canal BM&C News, divulgado no dia 19, onde o analista Alex André, da Sara Invest, apresenta e disseca os principais números, características e projeções da Taurus:
Assuntos importantes off topic Cabe ressaltar, porém, algumas informações off topic, ou seja, não presentes no balanço, que são relevantes para o futuro da empresa:
1. O mercado de carregadores - uma das peças fundamentais da arma - está extremamente aquecido, acompanhando o de armamento leve, e a margem de lucro por peça é muito grande. Para os EUA, só no 1T21 já foram vendidos mais carregadores que em todo o ano de 2020. A Taurus espera estar produzindo 7.000 carregadores/dia em abril e cerca de 10.000 por dia em junho, com um detalhe: os carregadores produzidos pela joint venture com a Joalmi tem qualidade superior aos utilizados anteriormente, incluindo os importados. A previsão é que a produção já se dê em São Leopoldo no final do ano, dentro do Projeto Estratégico Condomínio.
2. O grande terreno de 26.000 m2 em área nobre de Porto Alegre está muito próximo de ser comercializado, havendo várias incorporadoras interessadas, haja vista o aquecimento do mercado da Capital gaúcha para imóveis de padrão médio/alto.
3.
Os 12.412 fuzis T4 vendidos para as Filipinas e as 4.500 pistolas TH9
vendidas para Burkina Faso serão contabilizados no balanço do 2T21,
inflando-o substancialmente em cerca de R$ 40 milhões, pelos cálculos
desta Consultoria.
4. A estratégia de imposto diferido (mecanismo que permite pagar o imposto só quando o lucro é creditado) implementada pela empresa, mostrou-se de grande acerto e irá impactar positivamente a geração do caixa nos próximos balanços.
5. Tão logo a situação de pandemia permita, a empresa enviará à Índia uma grande equipe acompanhada de 10 unidades de cada um desses tipos de armas: Fuzil T4 em três versões, três tipos de pistola e um de submetralhadora (metralhadora de mão), para serem analisados pelas Forças Armadas indianas visando futuras aquisições. A Taurus, por meio de sua JV com a Jindal Defense, mudou o foco anterior, que era o de, no primeiro ano, só produzir armas para uso civil, passando agora a ênfase total para o mercado militar e de segurança. Com isso, as 30 mil armas previstas serão destinadas ao mercado dos EUA. Para começar, já estará participando de uma grande licitação de 93.985 fuzis CQB (uso em combate aproximado) aberta pelo Exército indiano, onde competirá com seus fuzis T4 5,56mm, após testes que serão feitos quando as armas chegarem na Índia. Como mais um ponto positivo, a pandemia impediu também que, por enquanto, outras empresas passassem a produzir no país, no âmbito do Programa Make in India.
6. Dentro das diretrizes iniciais que desde 2018 viabilizaram o "turnaround de livro", a empresa prossegue com sua estratégia de manter um controle rígido de custos e de redução de despesas, mesmo em momentos de excelentes resultados, como o atual. Este é um dos motivos que faz com que seus produtos tenham uma expressiva margem de lucro e possam ser oferecidos por um valor que nenhuma outra empresa internacional consegue igualar.
7. A revolucionário pistola microcompacta GX4, a ser lançada no início de maio (não mais em abril) simultaneamente no Brasil e nos EUA, será um "divisor de águas" para a empresa, passando a disputar um mercado estimado em 40% nos EUA e de quase 100% no Brasil, já que não há similar nacional e as importadas são absurdamente caras. Seu lançamento está previsto para ser feito dentro de uma grande ação de marketing, similar ao de um novo modelo de iPhone. É de lembrar que o lançamento da G3c em 2020 suscitou enormes filas nas calçadas e o estoque inicial se esgotou em poucas horas.
Atração de grandes investidores nacionais e internacionais Salesio
Nuhs, CEO Global da Taurus Armas, afirmou ao jornal Valor Econômico que o Patrimônio Líquido negativo registrado desde 2015 era um
obstáculo para que fundos de investimento adquirissem ações da Taurus, devido às
restrições de seus estatutos sociais. “Nem os mais otimistas analistas apostavam na reversão desse patrimônio líquido ainda em 2020. Foi nossa maior conquista”.
O fato de voltar a ter Patrimônio Líquido positivo tem importantes e consequentes
implicações que poderão fazer uma grande diferença para o futuro da companhia:
possibilidade de investimento em suas ações por grandes
fundos e gestoras de capital nacionais e internacionais, até então impedidos
de fazê-lo;
acesso a financiamentos nacionais e internacionais
em condições vantajosas;
eventuais aquisições e/ou novas joint ventures
estratégicas;
pagamento de dividendos anuais aos acionistas
(35% pelo Estatuto), após serem acertadas as dívidas de exercícios anteriores ainda pendentes;
e, por que não, listagem de seus títulos em uma bolsa de
valores norte-americana.
Vale lembrar que, no dia 22 de janeiro, durante uma hora, o CFO e IRO da Taurus
Armas, Sérgio Sgrillo, e o CEO da Taurus USA, Bert Vorhees, pela primeira vez na história, apresentaram
a empresa a investidores institucionais americanos durante o webinar
Lake Street Capital Markets Virtual Outdoor Day, capitaneado pelo Lake Street Capital, um conhecido Banco de Investimentos americano focado em companhias em crescimento.
O evento visou apresentar
empresas de capital aberto do mercado de Outdoor (armas, munições e
produtos para esportes ao ar livre). Entre as sete grandes empresas presentes, a
Taurus foi a única sediada fora dos Estados Unidos a ser
convidada.
No
webinar, os dois dirigentes da Taurus detalharam a empresa aos
investidores, incluindo as perspectivas para 2021
(crescimento, novos mercados e inovação), além de responder perguntas do
moderador e de participantes, durante e na sequência da apresentação.
No
entender desta Consultoria, a apresentação da empresa no evento - primeira grande
vitrine da Taurus Armas perante o bilionário mercado de capitais americano e junto às grandes empresas do setor, consubstanciada agora pelos formidáveis resultados apresentados em seu último balanço, pela impressionante carteira de pedidos firmes que possui e, principalmente, pela reversão do Patrimônio Líquido para a condição de positivo em tempo recorde, pode ter representado um marco na
história da empresa junto aos grandes investidores americanos.
Por outro lado, e por motivos semelhantes, a Taurus Armas também deverá passar a ser olhada com novos olhos pelos grandes investidores institucionais e privados nacionais, haja vista estes terem maior facilidade para acompanhar a empresa, inclusive pessoalmente.