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26 outubro, 2025

Nova era nas armas leves: Taurus lança, em 2025, linha completa de suas principais pistolas em .38 TPC

 


*LRCA Defense Consulting - 26/10/2025

A Taurus Armas S.A. oficializou o lançamento do novo calibre .38 TPC (Taurus Pistol Caliber) para suas principais linhas de pistolas vendidas no Brasil, como G2C, GX2, G3 e GX4, consolidando uma inovação que responde diretamente às necessidades do mercado civil brasileiro e à evolução regulatória do setor. Este calibre foi desenvolvido em parceria estratégica com a CBC, líder em munições, trazendo novos padrões de potência, controle e adequação legal a armas de uso permitido, especialmente pensadas para defesa pessoal, familiar e patrimonial.​​

O calibre .38 TPC: inovação nacional
Criado para estar dentro do limite de energia para armas de uso permitido (407 joules), o .38 TPC possui média de 400 joules, cerca de 40% superior ao .380 ACP, superando a performance balística, inclusive em munições expansivas, e igualando-se às exigências do Protocolo do FBI, com penetração controlada de 14,5 polegadas. Uma das principais virtudes é o recuo significativamente menor — até 28% inferior ao tradicional 9mm — tornando o disparo mais confortável, a recuperação da linha de mira mais rápida e o controle melhor para tiros sequenciais.​

G2C, GX2, G3 e GX4: pistolas versáteis no novo calibre
Os modelos que já lideravam vendas, como G2C, GX2, G3 e GX4, passam a oferecer versões em .38 TPC, além do tradicional .380 ACP (GX4 Carry). São pistolas compactas e leves, com alta capacidade de disparos, reconhecidas por fácil manuseio, ótima precisão e segurança, cada vez mais procuradas por civis que buscam defesa de sua família e propriedade.​


Novos lançamentos Taurus em .38 TPC:

  • Pistola GX2
  • Pistola GX4 Carry (também em .380 ACP);
  • Pistola G3 T.O.R.O.
  • Pistola TX9 (disponível no final do ano)
  • Pistola 1911, modelo Standard e Officer (disponibilidade comercial para o segundo semestre de 2026)
  • Revólver Taurus RT385 (primeiro revólver em .38 TPC)​

Importância para o cidadão brasileiro
A chegada do .38 TPC às pistolas mais populares da Taurus marca um salto qualitativo, sobretudo para quem busca uma arma leve e confiável para defesa pessoal. O controle de recuo permite disparos mais precisos mesmo sob estresse; a potência balística superior eleva o grau de proteção sem transgredir limites legais para uso civil. Além disso, o conforto no porte e no uso, aliado a plataformas reconhecidas por confiabilidade, favorece tanto o cidadão comum quanto profissionais da área de segurança privada e atiradores esportivos. O calibre também é indicado para mulheres e pessoas idosas, que geralmente buscam armas com menor recuo e fácil domínio.​



Perspectivas e impacto no mercado
Esta aposta permite à Taurus se firmar como inovadora no segmento brasileiro, ampliando o portfólio simultaneamente com a atualização da legislação de CACs e maior valorização da defesa do cidadão. O novo calibre oferece melhor custo-benefício e adaptabilidade à realidade do Brasil, democratizando acesso à tecnologia e segurança efetiva com produtos prontos para uso civil, policial e esportivo.​

A expansão do calibre .38 TPC nas plataformas G2C, GX2, G3, GX4, TX9 e 1911, além do Revólver Taurus RT385, é, sem dúvida, um dos acontecimentos mais relevantes do mercado brasileiro de armas leves em 2025, trazendo mais potência, controle e segurança ao cidadão que busca proteção eficiente, moderna e amparada pela legislação vigente.

04 setembro, 2024

CBC lança linha de munições para o calibre .38 TPC


*LRCA Defense Consulting - 04/09/2024

Após o novo calibre .38 TPC estar totalmente liberado pela Polícia Federal, os processos de aquisição junto ao SINARM já estão sendo retomados de maneira célere.

Nesse ínterim, a CBC está lançando uma linha específica para o novo calibre, possibilitando que os usuários disponham de munição para treinamento e para uso normal, além de uma linha premium.

.38TPC LPC Polymatch 124gr
A .38TPC LPC Polymatch 124gr, por exemplo, é uma munição exclusiva para treinamento que prolonga a vida útil da armas.

Seu projétil é revestido por quatro camadas de polímero especial, sendo carregada com peso de projétil adequado para proporcionar recuo e precisão similares às munições operacionais. 

O revestimento de polímero do projétil Polymatch proporciona menor aquecimento e atrito no cano da arma, quando comparado com projéteis encamisados, estendendo, assim, a vida útil da arma.

A confiabilidade da munição original de fábrica e seu excelente custo-benefício, possibilitam treinamento constante.

Quando compara às munições com projéteis de chumbo convencionais, apresenta redução de emissão de fumaça e menor acúlo de chumbo na arma. 

.38TPC Gold Hex Expo 124gr)
Com geometria especial, aliado à altíssima velocidade, o projétil Gold Hex oferece excelente expansão e elevada transferência de energia, o que garante alto desempenho e a perfeita equação entre expansão e penetração ideal.

Em teste realizado em gelatina balística com a munição .38 TPC Gold Hex, esta apresentou 14,5” de penetração, dentro do intervalo de 12” a 18”, que é o especificado como ideal pelo Protocolo do FBI, considerando a efetividade necessária em situações de defesa, com mínima possibilidade de transfixação. 

As munições Gold Hex CBC têm desempenho premium e estão disponíveis em diversos calibres para revólver e pistolas.

.38TPC Bonded 124gr

Devido ao processo tecnológico de fabricação, o projétil Bonded possui camisa metálica e núcleo de chumbo soldados, evitando sua fragmentação no disparo e garantindo resultados uniformes e manutenção de trajetória, mesmo em disparos indiretos.

Com excelente desempenho no Protocolo do FBI, apresenta resultado superior em expansão, poder de parada, precisão e penetração.
.38TPC ETOG 124gr
A munição ETOG (Encamisado Total Ogival), também conhecida como FMJ (Full Metal Jacket) são de chumbo revestido, com objetivo de unir características de densidade e dureza de metais diferentes. O projétil possui boa penetração e é não expansivo.
 





Calibre .38 TPC é finalmente regulamentado pela Polícia Federal


*LRCA Defense Consulting - 04/09/2024

Finalmente, foi publicada hoje a Portaria Conjunta-C Ex/DG-PF nº 3, que formaliza a inclusão do .38 TPC - Taurus Pistol Caliber, dentre os calibres de uso permitido.

A partir de agora, as armas no novo calibre já podem ser registradas também no SINARM, haja vista que, no SIGMA, os registros estavam ocorrendo normalmente, desde o lançamento do .38 TPC.
 
Embora o produto já estivesse devidamente testado, homologado e apostilado, como de uso permitido, a Polícia Federal entendeu ser necessária esta portaria, publicada hoje.
 
Assim, os processos de aquisição junto ao SINARM podem ser, imediatamente, retomados.

Abaixo, estão os anexos que listam os calibres de uso permitido para armas curtas e longas:




02 setembro, 2024

CBC lança a munição de desempenho premium Gold Hex no calibre .38 TPC


*LRCA Defense Consulting - 02/09/2024

O calibre .38 TPC, desenvolvido pela Taurus em parceria com a CBC, conta agora também com a Munição Gold Hex (.38TPC Gold Hex Expo 124gr).

Com geometria especial, aliado à altíssima velocidade, o projétil Gold Hex oferece excelente expansão e elevada transferência de energia, o que garante alto desempenho e a perfeita equação entre expansão e penetração ideal.

Em teste realizado em gelatina balística com a munição .38 TPC Gold Hex, esta apresentou 14,5” de penetração, dentro do intervalo de 12” a 18”, que é o especificado como ideal pelo Protocolo do FBI, considerando a efetividade necessária em situações de defesa, com mínima possibilidade de transfixação. 

As munições Gold Hex CBC têm desempenho premium e estão disponíveis em diversos calibres para revólver e pistolas.


 


07 julho, 2024

Em nova entrevista, CEO da Taurus divulga mais informações relevantes; Shot Fair já se mostra um divisor de águas


*LRCA Defense Consulting - 07/07/2024

O estrondoso sucesso da edição 2024 da Shot Fair Brasil, realizada pela primeira vez, acertadamente, no Distrito Anhembi em São Paulo (SP), de 03 a 06 de julho, e a maciça adesão dos lojistas ao novo calibre .38 TPC já estão se configurando como o grande divisor de águas para o mercado brasileiro de armas leves e munições nos últimos anos.

Em mais uma das várias entrevistas que concedeu no evento, além da palestra que realizou, o CEO Global da Taurus Armas S.A., Salesio Nuhs, desta feita no canal de Samuel Cout, trouxe a público outras novidades relevantes além das já divulgadas na matéria publicada ontem (06) sob o título "Em entrevista, CEO da Taurus faz importantes revelações sobre as estratégias da empresa".

Exportações
Com relação às exportações de armas e munição nesse novo calibre, para além dos Estados Unidos, Salesio afirmou que Itália, Argentina, México e Guatemala já fizeram pedidos, pois também têm restrições legais e a novidade seria totalmente adequada para os respectivos mercados. Porém, tais pedidos só serão despachados quando o mercado brasileiro estiver já abastecido, o que não ocorrerá agora, dada à grande quantidade de pedidos feitos por lojistas brasileiros na Shot Fair.

GX4 e G3c já homologadas
Tratando sobre outras armas no novo calibre, o CEO declarou que mais duas do portfólio da Taurus, a pistola microcompacta GX4 e a compacta G3c, já se encontram homologadas e que, em breve, estarão disponíveis aos consumidores brasileiros e internacionais.

Menor custo, permanente e motivo de orgulho para o Brasil
Salesio deixou claro que é um compromisso pessoal o fato de as armas e a munição no calibre .38 TPC terem um custo menor que as no calibre 9mm. 

Afirmou ainda que este novo calibre, intermediário entre o .380 e o 9mm, veio para ficar e se tornará um motivo de orgulho para o Brasil, que passará a ter um calibre desenvolvido aqui mas de uso também no mercado mundial, como foram S&W, Makarov, Magnun, Winchester, Remington, FN, SIG, Luger e tantos outros no mundo. Além disso, segundo ele, foi feito um grande investimento para desenvolver e concretizar a iniciativa, não sendo lógico e nem justo para com os 119 mil acionistas da empresa tirá-lo de linha posteriormente.

 



06 julho, 2024

Em entrevista, CEO da Taurus faz importantes revelações sobre as estratégias da empresa


*LRCA Defense Consulting - 06/07/2024

Em entrevista ao Portal do Atirador, realizada ontem (05) durante a Shot Fair Brasil 2024, o CEO Global da Taurus Armas S.A., Salesio Nuhs, revelou grandes novidades sobre o assunto do momento para a empresa: o novo calibre .38 TPC.

Apesar de este ter sido desenvolvido em virtude das restrições políticas do atual governo brasileiro ao calibre 9mm, a Taurus e a CBC fizeram "do limão, a limonada" e criaram um novo e promissor negócio para as duas empresas, em mais uma demonstração da característica de antifragilidade que as permeia.

Salesio explicou que o calibre .38 TPC não foi criado para substituir o 9mm, já que em algum momento do futuro ele retornará; a empresa conta com isso e continua lutando por seu retorno no cenário nacional. 

Explicou que se trata de um novo calibre que veio para ficar e que é quase tão potente quanto o 9mm, mas com muito menos recuo, o que o torna cobiçado por quem gosta de uma arma mais "mansa", mas sem perda de eficiência para defesa ou tiro esportivo, como é o caso de uma grande parte do segmento feminino e de pessoas de mais idade nos Estados Unidos.

O CEO Global da Taurus revelou que o calibre .38 TPC possui dimensões únicas, o que possibilitou à Taurus iniciar o processo de registro no SAAMI (Sporting Arms and Ammunition Manufacturer’s Institute), associação que engloba as principais empresas de armas dos Estados Unidos e fornece padrões técnicos de segurança e confiabilidade para a indústria bélica local, para que o novo calibre passe a compor os padrões técnicos do instituto. Com esse registro, qualquer empresa americana poderá produzir armas compartimentadas nesse calibre, que também poderá ser fabricado pelas indústrias de munição locais.

Salesio Nuhs revelou ainda que a Taurus e a CBC já têm contratos de exportação de armas e munição para países que também possuem restrições legais relativas ao calibre 9mm, mas que só serão atendidos após o mercado nacional ter sido devidamente abastecido.

Por fim, o CEO afirmou que em breve, tão logo aconteça o registro do novo calibre no SAAMI e o mercado brasileiro esteja abastecido, o portfólio .38 TPC será lançado nos Estados Unidos e em outros países onde exista demanda, tanto por aspectos relacionados a características técnicas, como também por questões regulatórias.


Saiba mais:
- Armas, calibre .38 TPC e novos negócios são algumas das novidades da Taurus & CBC na Shot Fair Brasil

09 junho, 2024

Com novo calibre, mercado interno pode retornar com força para Taurus e CBC no 2º Sem.

 

*LRCA Defense Consulting - 09/06/2024

O novo calibre .38 TPC, lançado agora pela Taurus & CBC, é de uso permitido e adequado ao mercado brasileiro. A novidade vem preencher a lacuna deixada pelo calibre 9mm, que se tornou restrito, e tende a conquistar a preferência dos cidadãos e desportistas que, independente de posições pessoais de qualquer tipo, necessitam adquirir armas de uso permitido que sejam adequadas às respectivas necessidades de defesa pessoal e/ou ao tiro esportivo, sem uma perda sensível da eficácia que o 9mm poderia proporcionar.

O novo calibre apresenta velocidade superior e energia 40% maior, em comparação com o calibre .380 AUTO (que atinge apenas 256 joules), nas munições expansivas, podendo atingir até 407 joules de potência, o que está dentro dos limites estabelecidos pelo novo decreto do Governo Federal para armas de calibre permitido, atendendo aos interesses de cidadãos comuns e de desportistas.

Tiro Prático, defesa pessoal e público feminino
O .38 TPC também oferece também uma percepção de recuo reduzida em comparação com o calibre 9mm, proporcionando maior conforto e controle de tiro. Essa característica é fundamental em competições esportivas que demandam precisão do atirador, como o IPSC (Tiro Prático). O novo calibre apresenta um recuo até 28% menor, possibilitando disparos subsequentes com rápida recuperação da mira e aumento da precisão.

Sua performance e controle de recuo o tornam ideal também para situações de defesa pessoal onde haja necessidade de disparos rápidos e precisos. Além disso, tais características são do agrado do público feminino que, normalmente, prefere uma arma eficaz, pequena e com recuo menos acentuado.

A munição .38 TPC também atende aos requisitos do Protocolo do FBI, que mede a capacidade de penetração balística e que contribui para a seleção de munições ideais ao uso policial e militar. Em teste comparativo com a munição .380 Auto Gold Hex, o calibre .38 TPC apresentou 14,5” de penetração, dentro do intervalo especificado no Protocolo do FBI em testes a distâncias de 12” a 18”.

Mercado interno pode retornar com força
Em 2021, a Taurus vendeu 372 mil armas no mercado interno e, no ano seguinte, o total foi de 366 mil armas, volumes que contribuíram para que tivesse os seus melhores resultados históricos.

Em 2023, com a total ausência de legislação, que foi postergada ao máximo pelo governo, a Taurus teve um ano praticamente perdido em termos de vendas internas ao mercado civil, restringindo-se apenas ao mercado institucional, com vendas de 81 mil unidades. No primeiro trimestre de 2024, com a permanência da maior parte das indefinições, inclusive com a suspensão da portaria para PMs, CBM e GSI,  as vendas ao mercado interno ainda foram tímidas, com cerca de 11 mil unidades, sendo compensadas por um forte aumento das vendas nos EUA e para outros países em relação ao quarto trimestre de 2023.

Porém, a situação começou a mudar de forma positiva. Primeiro, foi liberada a lista de calibres permitidos, fato que foi seguido pela normatização da caça ao javali e por três portarias do Exército que regulamentaram a aquisição de armas por militares das Forças Armadas, por CACs e, mais recentemente, por integrantes das Polícias Militares, Corpos de Bombeiros Militares e GSI.

Ainda faltam as portarias que regulamentarão a aquisição de armas por policiais civis e policiais penais (estaduais e federais), bem como por outras polícias e pelos integrantes das Guardas Civis Municipais.

Somando-se todos os universos citados acima (exceto as GCM), chega-se um total de cerca de 1,5 milhão de consumidores que novamente poderão passar a adquirir as armas que desejarem, desde que estejam amparados pela legislação.

Demanda reprimida

É necessário levar em conta que, no mercado interno, há uma imensa demanda reprimida representada pelo "ano perdido" de 2023 e pelo 1T24, que deverá ser satisfeita neste ano, especialmente no segundo semestre com o lançamento do novo calibre .38 TCP e das novas armas nele compartimentadas.

Estimativas feitas por integrantes do mercado mostram que tal demanda reprimida pode alcançar cerca de 150 mil novos Certificados de Registro (CR) e de 300 mil CACs (já com CR) aguardando autorizações para aquisição de produtos controlados de uso permitido.

Esse enorme represamento de vendas totaliza aproximadamente 450 mil itens, acreditando-se que boa parte deles seja referente à aquisição de novas armas.

No entanto, a demanda reprimida não se limita apenas aos calibres permitidos, haja vista que os militares, policiais militares, bombeiros militares, integrantes do GSI (ativos e inativos) e, principalmente, os CACs podem agora adquirir armas de calibres restritos (Ex.: Atirador nível 3 até 04 armas; Caçador até 02 armas), desde que respeitados os demais parâmetros previstos na nova legislação.

Um outro dado a considerar é que dificilmente as empresas estrangeiras irão adaptar suas armas para o novo calibre brasileiro, dado ao custo, ao mercado de um único país e ao alto valor de uma arma importada, acessível a poucos.

Com relação às indústrias e lojas, a tendência é que as vendas de armas e munições no mercado interno aumentem de forma significativa a partir de agora, dada à enorme demanda reprimida em todo o ano de 2023, contemplando, principalmente, os produtos lançados nesse novo calibre, como as pistolas G2c T.O.R.O. e GX4 T.O.R.O., ambas prontas para óptica.

G2c T.O.R.O tem importantes melhorias
A G2c, arma mais vendida no mundo em sua categoria, é uma arma compacta, ergonômica, leve e de pronto emprego. Sua armação é em polímero de alta resistência, ferrolho em aço carbono e acabamento fosco.

No calibre .38 TPC, a pistola conta com importantes melhorias com relação à versão em 9mm, como ferrolho com ranhuras frontais para um manuseio otimizado e gatilho de 3ª geração, que otimiza a performance, a segurança e a ergonomia de tiro. Além disso, é equipada com o inovador e exclusivo Taurus Optic Ready Option (T.O.R.O.) sistema intercambiável de placas adaptadoras, possibilitando ao consumidor instalar a maioria das miras ópticas disponíveis no mercado, evitando gastos com customização.

A G2c possui comprimento total de 158,7mm; altura total de 129,1mm; largura de 32,1mm; pesa aproximadamente 600 gramas e tem cano de 3,26”, sendo excelente para porte velado/oculto.

GX4 Carry Graphene T.O.R.O. - a "joia da coroa"
A GX4 Carry Graphene T.O.R.O., arma mais premiada no mercado norte-americano, agora, está disponível no inovador calibre .38 TPC.

A arma, equipada com o sistema Taurus Optic Ready Option (T.O.R.O.), tem capacidade de 15 disparos no calibre .38 TPC em ação Striker Fire, cano de 3,7” revestido com DLC (Diamond Like Carbon) e trilho Picatinny para acoplamento de acessórios.

Assim como outros modelos da série, a GX4 Carry Graphene T.O.R.O. vem com backstraps intercambiáveis e diversos dispositivos de segurança, como a trava do percussor, a trava de gatilho e o indicador de munição na câmara. Também possui a opção de prolongador dos carregadores, comercializado separadamente.

A pistola GX4 Carry Graphene T.O.R.O. .38 TPC tem peças injetadas em Grafeno e acabamento em Cerakote® Graphene, tecnologia exclusiva da Taurus que aumenta a durabilidade do equipamento.

É também um modelo ideal para porte velado pelas suas dimensões: 6,55” de comprimento total; 5,18” de altura; e apenas 1,11” de largura, além de grande capacidade de fogo.


Saiba mais:

- Calibre .38 TPC: a estratégia antifrágil da Taurus e da CBC

06 junho, 2024

Taurus e CBC lançam armas e calibre inédito para atender à nova legislação brasileira

O novo calibre .38 TPC é de uso permitido e adequado ao mercado brasileiro, com velocidade superior e energia até 40% maior em comparação com o calibre .380 AUTO, apresentando ainda melhor custo-benefício e menor recuo que o 9mm


*LRCA Defense Consulting - 06/06/2024

A Taurus e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), líderes mundiais em seus segmentos, seguem inovando, superando os desafios, e criam, com exclusividade, um novo calibre para o mercado brasileiro: o .38 TPC (Taurus Pistol Caliber).

A novidade foi desenvolvida pelo Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil Estados Unidos da Taurus (CITE), em conjunto com o Centro de Inovação da CBC. Esta parceria foi fundamental para atender às demandas do mercado no Brasil, considerando o atual cenário e as necessidades do segmento.

Vantagens sobre o .38 AUTO e 9mm
O calibre .38 TPC apresenta velocidade superior e energia até 40% maior em comparação com o calibre .380 AUTO nas munições expansivas, podendo atingir até 407 joules de potência, o que está dentro dos limites estabelecidos pelo novo decreto do Governo Federal para armas de uso permitido.

Com dimensões únicas, o .38 TPC também oferece recuo reduzido em comparação com o calibre 9mm, proporcionando maior controle durante o tiro. Essa característica é fundamental em competições esportivas que demandam precisão do atirador, como o IPSC (International Practical Shooting Confederation). O novo calibre apresenta um recuo até 28% menor, possibilitando um segundo disparo com rápida recuperação da mira e aumento da precisão.

Protocolo do FBI
Além disso, a munição .38 TPC expansiva atende a requisitos do rigoroso Protocolo do FBI que, entre outros aspectos, mede a capacidade de penetração, visando contribuir com a seleção de munições ideais ao uso policial. Em teste realizado em gelatina balística com a munição .38 TPC Gold Hex, esta apresentou 14,5” de penetração, dentro do intervalo de 12” a 18”, que é o especificado como ideal pelo Protocolo do FBI, considerando a efetividade necessária em situações de defesa, com mínima possibilidade de transfixação.

Todos esses benefícios do .38 TPC estarão disponíveis nas plataformas de pistolas Taurus já consagradas, inicialmente nos modelos G2c T.O.R.O e GX4 Carry Graphene T.O.R.O, e nas diferentes configurações do portfólio de munições CBC, com versões treinamento e operacional, nos projéteis Polymatch, Ogival ETOG, expansivos Bonded e Gold Hex, elevando ainda mais a experiência de tiro dos consumidores com um novo calibre.

Com sistema de percussor lançado Striker Fire, as novas pistolas G2c T.O.R.O e GX4 Carry Graphene T.O.R.O no calibre .38 TPC possuem a mesma capacidade de disparos dos modelos correspondentes da série em calibre 9mm.

G2c T.O.R.O tem importantes melhorias
A G2c, arma mais vendida no mundo, é uma arma compacta, ergonômica, leve e de pronto emprego. Sua armação é em polímero de alta resistência, ferrolho em aço carbono e acabamento fosco. No calibre .38 TPC, a pistola conta com importantes melhorias com relação à versão em 9mm, como ferrolho com ranhuras frontais para um manuseio otimizado e gatilho de 3ª geração, que otimiza a performance, a segurança e a ergonomia de tiro. Além disso, é equipada com o inovador e exclusivo Taurus Optic Ready Option (T.O.R.O.) sistema intercambiável de placas adaptadoras, possibilitando ao consumidor instalar a maioria das miras ópticas disponíveis no mercado, evitando gastos com customização. A G2c possui comprimento total de 158,7mm; altura total de 129,1mm; largura de 32,1mm; pesa aproximadamente 600 gramas e tem cano de 3,26”.

GX4 Carry Graphene T.O.R.O.

A GX4 Carry Graphene T.O.R.O. compõe o portfólio da 3ª geração de pistolas com acabamento em Cerakote® Graphene, tecnologia exclusiva da Taurus que aumenta a resistência e a durabilidade do equipamento. Subcompacta de alta capacidade, com empunhadura Full Size, tem carregador de 15 disparos, cano de 3,7” revestido com DLC (Diamond Like Carbon) e trilho Picatinny para acoplamento de acessórios. Assim como outros modelos da premiada série, a GX4 Carry Graphene T.O.R.O. .38 TPC vem com backstraps intercambiáveis, para melhor ajuste de empunhadura, de acordo com o tamanho da mão do atirador. Possui 166,5mm de comprimento total; 131,7mm de altura; 28,3mm de largura e pesa apenas 593 gramas.

Os dois modelos de armas contam com diversos dispositivos de segurança, como a trava do percussor, a trava de gatilho e o indicador de munição na câmara.

Vendas exclusivas por meio das lojas revendedoras
As novas munições e pistolas 38 TPC (Taurus Pistol Caliber) são comercializados exclusivamente nas lojas revendedoras do segmento (https://taurusarmas.com.br/pt/como-comprar/lojistas ou https://www.cbc.com.br/lojas).

Para informações sobre a linha completa de produtos acesse o site da Taurus (https://taurusarmas.com.br/pt/produtos/) e da CBC (https://www.cbc.com.br/).

31 dezembro, 2023

Calibre .38 TPC: a estratégia antifrágil da Taurus e da CBC

 

*LRCA Defense Consulting - 31/12/2023

No setor brasileiro de armas leves, munições e acessórios, a realidade que passou a imperar - à revelia da vontade da indústria, do comércio de bens/serviços e dos consumidores - é o novo arcabouço de normas legais representado pelos calibres oficialmente permitidos, pelas Portarias 164 e 166,  e pela autorização para controle de javalis, cujo último ato foi publicado no dia 27 deste mês.

Em vista das problemas trazidos pelas novas normas, vale lembrar que, no início dos anos 60 do século passado, a Marinha dos EUA popularizou uma "metodologia" que passou a balizar os planejamentos iniciais para qualquer atividade, sempre que persistissem dúvidas sobre o que fazer. Simbolizada pelo acrônimo KISS (keep it simple, stupid!), a expressão significa, em tradução direta e bem ao gosto americano, "mantenha o simples, estúpido!".  Ou seja, na dúvida, deve-se priorizar o que é mais simples de ser feito.

Assim, apesar da nova realidade imposta pelo governo brasileiro, algumas atividades "simples" são absolutamente necessárias:
- para o cidadão: continuar a adquirir armas, munições e acessórios para a defesa pessoal, da família e de seus bens;
- para os CACs: continuar a praticar a respectiva atividade nas melhores condições possíveis;
- para as empresas: continuar vendendo seus produtos e serviços, gerando empregos, lucros e divisas.

Para além do que é "simples", caberá à Associação Nacional das Indústrias de Armas e Munições (ANIAM), às federações e confederações esportivas, bem como aos representantes de todos os interessados nas Câmaras Municipais, nas Assembleias Legislativas e, principalmente, no Congresso Nacional, continuar na luta por flexibilizar as medidas relativas a calibres, tipos de armas, habitualidade, localização dos Clubes de Tiro e outras que foram engessadas de forma draconiana nas atuais normas.

Dentro das considerações acima, o primeiro fator a levar em conta é que dificilmente o calibre 9mm deixará de ser restrito neste governo, pois acredita-se que, para ele, esta não seja apenas uma questão técnica, mas sim ideológica. O segundo, é que, independente de ser melhor ou pior que os anteriores, agora existe um arcabouço legal a ser seguido, possibilitando que a "vida" continue, tanto para os cidadãos, como para os CACs e para as empresas. O terceiro, é que a luta continua...

A estratégia antifrágil da Taurus e da CBC
Certamente, não foi por falta de planejamento estratégico, flexibilidade e atenção às oportunidades que a Taurus e a CBC se tornaram duas das maiores empresas do mundo livre em seus respectivos setores.

Além de estarem ampliando vigorosamente a expansão geográfica de suas produções e vendas (EUA, Índia e Arábia Saudita), as duas indústrias, frente à nova situação no País, agiram com oportunidade e decidiram continuar a oferecer aos brasileiros a possibilidade de exercer seus direitos com relação às armas. Como empresas que são, decidiram também continuar a vender seus produtos para o mercado interno não institucional (cidadãos e CACs), tanto por este ser significativo em termos comerciais, quanto por ambas terem uma ligação afetiva e de responsabilidade para com ele.

Neste ponto, vale lembrar o conceito de antifragilidade, que consiste em uma característica pela qual as adversidades, especialmente as imprevistas ou não desejadas, tal como a realidade imposta hoje pelas novas normas, não são superadas apenas por atitudes reativas (que podem ser impensadas, não planejadas e até desastrosas, além de não produzirem muitos resultados positivos), mas pela chamada "aceitação estratégica". Neste caso, aceitar não significa permanecer resignado perante o problema, mas aceitar a realidade tal como ela se apresenta e não como gostaríamos que fosse, entendendo o contexto em torno de um imprevisto no menor prazo possível, aprendendo com isso e tomando as melhores decisões consequentes.

A questão aqui é perceber que certas coisas, depois que acontecem, provocam mudanças tão profundas que não há remédio que não seja se ajustar rapidamente, encarando o indesejável não como um problema, mas sim como uma oportunidade, mediante uma posição proativa e consciente, haja vista que a vida, o trabalho e os negócios seguidamente apresentam fatos novos, inesperados ou não desejados.

Assim, a estratégia antifrágil da Taurus e da CBC, frente à nova realidade dos calibres restritos, foi a de criar um novo calibre para o Brasil: o .38 TPC, que tem 40% mais de energia que o .38 (no limite permitido pela legislação) e potência suficiente para ser usado de forma eficiente na defesa pessoal e nas competições de Tiro Prático (IPSC). Como as duas empresas são as grandes patrocinadoras do esporte e o calibre TPC tem recuo e custos menores que o 9mm, com bons resultados finais, a tendência é que cada vez mais atletas adquiram armas nesse calibre, com ênfase nos atiradores dos níveis iniciais.

Tais considerações também se aplicam aos cidadãos comuns que irão adquirir armas a partir de agora, pois além da potência e do preço, serão armas de calibre permitido, acessíveis a qualquer pessoa habilitada.

É relevante lembrar que a outra opção seria a Taurus e a CBC voltarem-se ainda mais para o mercado internacional, abandonado os cidadãos e CACs que necessitassem de armas mais modernas e calibres mais potentes que o .380. Felizmente, essa opção foi prontamente rejeitada pelas duas empresas.

Ou seja, trazendo o conceito de antifragilidade para um jargão bastante popular, em menos de um mês após a publicação da restrição dos calibres, as duas empresas souberam fazer do "limão" a "limonada", e na melhor forma possível para todos os fins e efeitos.

Em entrevista ao repórter Pedro Pligher, de Money Times, Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus, esclareceu a questão. “Houve muitos clientes se queixando de que não poderiam comprar uma G2c por conta do novo decreto”. Com a nova legislação, o calibre 9mm, usado na pistola, ficou restrito. “Mas agora poderão comprar a G2c no calibre .38 TPC”, afirma. Ele cita ainda que a nova munição possui algumas vantagens.

“Qual a grande vantagem desse calibre? Primeiro o recuo, pois é mais efetivo que o .380, mas com muito menos recuo (que o 9mm) e uma energia de impacto grande”, diz Salesio.

“Será um calibre mais barato que o do 9mm, na pistola e na munição”, diz. Segundo ele, "a redução deve ser de 5% em média”. Hoje, uma Taurus G2c 9mm na versão mais barata custa R$ 4.146,00 na loja online da Taurus. No novo calibre, deverá custar por volta de R$ 3.900,00.

Gráficos comparativos: Paulo Bedran (Instagram)
Os gráficos acima e os três textos entre aspas imediatamente abaixo foram extraídos de postagens efetuadas pelo Policial Federal e professor Paulo Elias Bedran Júnior,  em seu perfil no Instagram. Paulo Bedran foi um dos palestrantes na 1ª Conferência Internacional de Balística, realizada pela CBC de 06 a 08 de dezembro, onde discorreu sobre Balística Interna e Externa.

- "Pegue um estojo 9 mm Luger, corte cerca de 1 mm do seu comprimento e projete uma carga que não ultrapasse 407 joules de energia. Pronto, você tem um cartucho .38 TPC! Se for para apelidar o 38 TPC, mais justo seria chamá-lo de 9 mm Luger -P. O cartucho faz uso dos mesmos projéteis, tem o mesmo limite de comprimento, apenas está limitado a entregar não mais que 90% do desempenho do 9 mm Luger."

- "Como esperávamos, trata-se de estratégia das empresas envolvidas no projeto (Taurus e CBC) em apresentar uma opção de ferramenta para defesa mais eficaz e que, legalmente, se enquadre como PERMITIDO."

- "A linha .38 TPC contará com uma versão Bonded, equipada com projétil de 124 grains. A promessa é que esse projétil - em disparos diretos - penetre próximo de 14” na gelatina balística calibrada (10%), com expansão de, aproximadamente, 40% de seu diâmetro original, sem perda de massa. Resultados que, se comprovados, podem tornar o .38 TPC uma luz no fim desse túnel para os preteridos dos calibres restritos."

Efeitos comparativos em gelatina balística entre as munições 9mm 115 grs +P+, 9mm 124 grs +P, 9mm 147 grs +P e 38 TPC 124 grs bonded mostrados por um palestrante na 1ª Conferência Internacional de Balística

Um outro dado a considerar é que dificilmente as empresas estrangeiras irão adaptar suas armas para o novo calibre brasileiro, dado ao custo, ao mercado de um único país e ao alto valor de uma arma importada, acessível a poucos.

Portanto, esta Consultoria acredita que a estratégia da Taurus e da CBC, além de evidenciar a antifragilidade das duas companhias, possibilitará que cidadãos comuns, CACs e empresas continuem a exercer seus direitos e atividades relativos ao setor, da melhor forma possível dentro da nova realidade.

Com relação às indústrias e lojas, a tendência é que as vendas de armas e munições no mercado interno aumentem de forma significativa a partir de agora, dada à enorme demanda reprimida em todo o ano de 2023, contemplando, principalmente, produtos nesse novo calibre, tão logo estejam disponíveis.

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