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15 abril, 2026

Taurus RPC: o touro brasileiro que balança o mercado americano de PDW

A maior vendedora de armas leves do mundo chega ao NRAAM 2026 com uma arma de origem militar... e um nome civil



*LRCA Defense Consulting - 15/04/2026

No dia 14 de abril de 2026, sob os holofotes do NRAAM (National Rifle Association Annual Meeting), em Houston, a Taurus Armas realizou aquele que pode ser seu lançamento mais ambicioso no mercado americano: a RPC - Raging Pistol Carbine. A arma, uma PDW (Personal Defense Weapon) em calibre 9x19mm, chegou para disputar um segmento em forte expansão nos EUA e, ao mesmo tempo, para provar que a gigante brasileira está madura para jogar no tabuleiro militar global.

A recepção foi imediata. O lançamento da RPC rapidamente figurou entre os conteúdos mais lidos no American Rifleman, publicação oficial da NRA, enquanto portais especializados como o Guns.com e o Rifle Configurator declararam estar "ansiosos para colocar as mãos na arma para uma revisão", sinal inequívoco de que o mercado americano notou o novo produto. 

A tática comercial: arma militar com nome civil
O movimento da Taurus no mercado americano não é improvisado. A empresa adota uma estratégia clássica e eficaz: desenvolver um produto sob rigorosos protocolos militares e lançá-lo no varejo civil com identidade esportiva e de defesa pessoal, adaptando-o às normas federais americanas.

A RPC é uma pistola de grande formato (large-format pistol) semiautomática de ação retardada por roletes, em calibre 9 mm. Nos EUA, é comercializada como pistola civil, sem coronha nativa, com coronha dobrável opcional da Strike Industries, enquadrando-se na categoria Title I sem necessidade de registro como rifle de cano curto (SBR). O preço de US$ 939,99 (sem coronha) e US$ 1.098,99 (com coronha) posiciona a RPC aproximadamente US$ 200 abaixo da Springfield Armory Kuna, sua concorrente mais direta no segmento de ação retardada por roletes.

O nome "Raging Pistol Carbine" reforça o apelo civil e esportivo. Por baixo, porém, reside uma submetralhadora desenvolvida e testada conforme padrões NATO, capaz de operar em regime automático nas versões militares. Essa dualidade permite à Taurus disputar contratos militares globais ao mesmo tempo em que capitaliza seu domínio no varejo civil americano, onde já concentra mais de 82% de sua produção vendida.

 

Características técnicas: compacta, leve e pioneira
O destaque técnico central da RPC é seu sistema de ação retardada por roletes (roller-delayed blowback), uma raridade no segmento de carabinas em calibre de pistola (PCC). Dois roletes travam em reentrâncias na extensão do cano e precisam recuar para dentro antes que o ferrolho possa se mover para trás, retardando a ação e distribuindo o impulso de recuo ao longo de um período mais longo. O resultado prático é uma plataforma de disparo mais plana. A RPC deve manter a mira mais estável durante disparos rápidos do que uma PCC convencional de blowback direto.

Esse é exatamente o sistema que consagrou a HK MP5 como referência mundial em submetralhadoras. Junto com a Springfield Armory Kuna, a RPC é uma das poucas opções com ação retardada por roletes disponíveis no mercado americano.

As especificações técnicas revelam uma plataforma pensada para uso intensivo:

  • Calibre: 9x19mm.
  • Cano: 4,5 polegadas com sistema de troca rápida, rosqueado em 1/2x28 TPI para supressores e outros acessórios.
  • Receptor: liga de alumínio aeroespacial, anodizado e com acabamento Cerakote; chassi interno de aço.
  • Carregadores proprietários em polímero, com capacidade padrão de 32 munições; versões de 20 e 10 tiros também disponíveis; dois carregadores inclusos em cada arma.
  • Trilho Picatinny M1913 em toda a extensão superior para montagem de ópticas; guarda-mão com slots M-LOK para acessórios; trilho Picatinny vertical traseiro.
  • Três pontos QD para fixação de alça; empunhadura compatível com AR-15 com sobremoldagem em borracha.
  • Controles totalmente ambidestros: seletor de segurança, ferrolho e liberação de carregador bilaterais, além de alavanca de carregamento não recíproca e reversível.
  • Sem parafusos na estrutura, um inovação mundial da Taurus, pioneira na indústria.

A arma sai de fábrica pronta para óptica e supressor. Com munição subsônica e um supressor, o potencial silencioso da RPC é outro atributo frequentemente destacado pelos especialistas.

 

Protocolo militar: da fábrica ao campo de batalha
A RPC não é apenas uma carabina civil com estética tática. Projetada sob rigorosos protocolos militares, a arma foi desenvolvida para condições extremas: poeira, lama, temperaturas extremas e alto volume de disparos. Totalmente modular e ambidestra, traz um pioneirismo mundial da Taurus: não possui nenhum parafuso na parte estrutural.

A Taurus afirma que a RPC foi construída conforme especificações NATO, refletindo a experiência da empresa em contratos militares e policiais em todo o mundo. Disponível em duas configurações de regime de disparo, semiautomático ou automático (full auto), a versão militar plena funciona como uma submetralhadora compacta. Nos EUA, por exigência legal, a arma é comercializada exclusivamente em modo semiautomático.

Essa combinação coloca a RPC em posição privilegiada nas licitações internacionais. A submetralhadora RPC integra o portfólio Taurus Military Products, que também inclui a pistola TX9, os fuzis T4 e T10 e o drone armado TAS (Tactical Air Soldier), conjunto apresentado pela empresa no World Defense Show 2026, em Riade, Arábia Saudita.

A arma ideal para tripulações e ambientes urbanos
O tamanho reduzido e o alto poder de fogo tornam a RPC uma escolha lógica para missões onde uma pistola convencional é insuficiente e um fuzil é excessivo. Com coronha dobrável, o comprimento total cai para cerca de 12,2 polegadas, ou menos de 31 centímetros, um formato que cabe literalmente na mochila ou no compartimento lateral de uma viatura.

A compacidade da plataforma, combinada com a opção de coronha dobrável, faz da RPC uma arma dimensionada para transporte em mochila e armazenamento em veículo. Esse é exatamente o nicho operacional que a arma preenche com maestria: tripulações de viaturas, blindados, aeronaves e helicópteros, militares ou de segurança pública, onde o espaço é crítico e a velocidade de reação é determinante.

Em operações urbanas, o campo de batalha mais comum dos conflitos modernos, a RPC reúne os atributos necessários: compacidade para manobrar em corredores e veículos, 32 tiros disponíveis sem recarga, recuo controlado para disparos em movimento e ergonomia ambidestra para uso sob estresse. Para equipes táticas de segurança pública, o conjunto é ainda mais relevante: o sistema de retardo por roletes reduz significativamente o recuo durante os disparos, otimizando a controlabilidade mesmo em rajadas plenas.

 

A recepção nos EUA: elogios em cascata
O lançamento no NRAAM 2026 gerou repercussão imediata nos principais canais especializados dos Estados Unidos. Os elogios convergem em quatro pilares:

1. Recuo plano e controlabilidade: o comentário mais repetido nos fóruns e publicações especializadas é o chamado flatter recoil impulse, o impulso de recuo mais plano proporcionado pelo sistema de roletes. Nas fotos de ação distribuídas pela Taurus, é possível observar o estojo sendo ejetado com a mira ainda alinhada ao alvo, evidência visual do controle excepcional da plataforma.

2. Preço competitivo: a RPC é apontada como a alternativa mais acessível no segmento de ação retardada por roletes. A HK SP5 e a Springfield Armory Kuna são as únicas outras opções sérias nesse nicho, e ambas custam significativamente mais. Para um mercado altamente sensível ao preço, essa vantagem pode ser decisiva.

3. Design inovador e ergonomia completa: a construção leve e robusta, o design totalmente ambidestro e os recursos prontos para uso: trilhos M-LOK, Picatinny e cano rosqueado, foram destacados pelos especialistas do American Rifleman e do Guns.com. O fórum The High Road descreveu a RPC como "a very cool little 9mm" e enfatizou o potencial suprimido da plataforma.

4. Posicionamento de mercado certeiro: o segmento de PCCs em 9mm cresceu explosivamente nos últimos anos, mas a grande maioria das opções usa blowback direto. A Taurus está apostando que os atiradores querem a experiência de disparo dos sistemas retardados por roletes a um preço acessível, e a RPC entrega exatamente isso.

Uma estratégia global com braço civil americano
O lançamento da RPC no NRAAM 2026 não é um episódio isolado. É parte de um movimento estratégico maior. Em fevereiro de 2026, a Taurus participou do World Defense Show em Riade apresentando seu portfólio militar expandido e firmou, simultaneamente, um Protocolo de Intenções com o Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil para o desenvolvimento de novos sistemas de armas leves e coletivas. No horizonte, a possível aquisição da fabricante turca Mertsav ampliaria o portfólio da empresa para metralhadoras leves e pesadas nos calibres 5,56mm, 7,62mm e .50 BMG.

No varejo americano, a estratégia é consolidar presença em um mercado que já absorve mais de 82% da produção da Taurus. Se a RPC se mostrar confiável no campo, a Taurus terá criado o sistema retardado por roletes mais acessível do mercado americano, e estará bem posicionada tanto no segmento civil quanto em contratos militares e policiais.

A "pequena notável" chegou fazendo barulho. Compacta, precisa, modular e com preço competitivo, a Taurus RPC não é apenas mais um lançamento no NRAAM, mas sim a declaração de que o touro brasileiro está pronto para disputar o topo também no segmento de armas coletivas e PDW. Os próximos meses de análises e vendas dirão se ela se torna o novo padrão de referência. 



21 setembro, 2023

Carabina T9 MLOK: a próxima novidade da Taurus em 9mm e canos de 5,5 e 8 polegadas

Carabina Taurus T9 com cano de 8" (imagem meramente ilustrativa)

*LRCA Defense Consulting - 20/09/2023

Ainda neste semestre a Taurus agregará mais uma importante arma tática ao seu consistente portfólio: a carabina T9 MLOK em calibre 9x19m, uma arma de design moderno no padrão AR-15 e fabricada em polímero que estará disponível em duas versões de tamanho de cano, uma com 5,5 e outra com 8 polegadas. 

Com capacidade de 32 tiros, a novidade chegará para se apresentar como uma alternativa de peso para os mercados policiais e militares brasileiro e internacional.

A versão de 5,5" pesa apenas 2,292kg (sem carregador) e 2,419kg (com carregador), enquanto que a de 8" tem peso de 2,582kg (sem carregador) e 2,714kg (com carregador).

A T9 possui coronha retrátil, miras rebatíveis e removíveis flip-up e é totalmente ambidestra (retém do ferrolho, retém do carregador, seletor de tiro e alavanca de manejo). 

Estará disponível também nas versões "automática/semiautomática", para forças militares (e policiais, em alguns casos), e "semiautomática" para a maioria das forças policiais e de segurança, além de CACs e outros segmentos autorizados a realizar a aquisição.

As demais características são:
- Comprimento total: 655mm com coronha retraída e 735mm com coronha estendida (versão com cano de 8");
- Altura total: 228mm com carregador (versão com cano de 8");
- Largura: 67mm (versão com cano de 8");
- Guarda-mão padrão MLOK para acoplamento de acessórios e trilho Picatinny;
- Material superior e inferior: alumínio 7075 anodizado duro;
- Acoplamento padrão para trilhos “Picatinny” (MIL STD 1913);
- Ação: blowback / percussor flutuante;
- Acabamento: preto fosco.

Carabina ou fuzil?
A palavra “carabina” tem origem na palavra francesa “carabinier”, que significa "carabineiro" ou, por extensão, “fuzileiro”. O primeiro uso da palavra carabineiro foi para descrever a Batalha de Neerwinden, em 1693. Nessa época, os soldados usavam mosquetes mais longos. No entanto, estes eram mais difíceis de usar a cavalo. Como resultado, foi criado um rifle mais curto e leve. Os avanços na tecnologia permitiram que essas armas mais curtas se tornassem mais precisas ao longo do tempo. Hoje, os militares americanos usam carabinas, como a M4, para combate aproximado.

Carabinas com calibre de pistola são uma subcategoria desse tipo de arma, caracterizando-se por serem leves, semiautomáticas (via de regra) e possuírem câmara para cartuchos de pistola. Os especialistas acreditam que tais armas se originaram no Velho Oeste americano, onde cowboys e homens da lei muitas vezes carregavam um rifle leve e um revólver que usava o mesmo calibre de munição, o que era mais eficiente e mais prático.

Hoje, em termos internacionais e para fins militares, carabinas e fuzis são armas semelhantes (via de regra), diferindo apenas no tamanho do cano. Sendo este menor que 16 polegadas, é chamada de carabina e, acima disso, de fuzil (também, via de regra). Só que, para este fim, ambas dispõem de seletor para regime de tiro semiautomático e automático. Um exemplo são as CQB Carbines (carabinas para combate aproximado), que são objeto da megalicitação em que a Taurus está concorrendo na Índia com seu fuzil T4 5,56mm, para fornecer até 425.000 unidades às Forças Armadas desse país.

Entretanto, no Brasil, por uma questão apenas tradicional, o termo "carabina" passou a se referir a armas longas, via de regra nos calibres 9mm ou .40, com regime de tiro apenas semiautomático (intermitente, ou por ação do gatilho). Já as armas longas que possuem seletor para semiautomático e automático (rajadas) passaram a ser designadas como "fuzil".

Nos EUA,  as carabinas com calibre de pistola são chamadas de PCC (pistol caliber carbine), podendo ser encontradas nos calibres 9mm, .40 S&W, .45 ACP, 10mm, .357 Magnum/.38 Special, .45 Colt, .44 Magnum e outros. Via de regra, são semiautomáticas.

Defesa pessoal/patrimonial e tiro esportivo
Sem dúvida, é uma grande conveniência ter carabinas e pistolas disparando a mesma munição. Além disso, para prática de tiro, a munição 9mm é bem mais barata que a de um fuzil de calibre mais potente.

Quando comparada a uma pistola, uma carabina proporcionará um aumento significativo na precisão e no alcance, especialmente em situações de alto estresse. Ter um raio de visão maior próximo ao olho também faz uma grande diferença. Além disso, a maioria dos usuários comuns encontrará uma precisão muito superior com uma carabina escorada no ombro do que com uma pistola ou revólver.

Se comparada a uma arma mais longa (um fuzil de assalto, por exemplo), em cenários de defesa em ambientes internos que exijam manobrabilidade em áreas apertadas, como ao redor de portas, corredores e escadarias, bem como em densos terrenos externos, a carabina é mais curta, mais flexível e mantém um ótimo poder fogo, além de também ser precisa, mais controlável e ter um recuo muito menor.

Embora o som de um disparo 9mm não seja agradável, não será tão ensurdecedor quanto atirar com um fuzil ou espingarda de alta potência em ambientes fechados. O flash menor também permite uma maior concentração no ambiente ou no alvo. Além disso, a carabina têm muito mais espaço em trilho do que as pistolas, possibilitando montar lanternas, lasers, punhos dianteiros e outros acessórios, o que pode melhorar significativamente a eficácia do tiro.

Para a prática de tiro esportivo, a carabina é uma das opções mais confortáveis, devido ao baixo peso, ao menor recuo e ao maior controle do atirador sobre a arma, além da economia no custo da munição, sendo uma arma excelentes para iniciantes. Nos EUA, as competições específicas de carabinas têm crescido muito nos últimos anos, estando abertas a competidores de quase todos os níveis de habilidade e bolso, haja vista que para entrar no esporte não é preciso gastar milhares em armas, óticas, equipamentos e munições.

Forças de segurança e policiais
A carabina T9 em calibre 9mm pode vir a ser a opção mais acertada para as forças de segurança (polícias, escolta, etc.), haja vista que estas têm o uso primordial da arma em engajamentos à curta distância nos meios urbanos e rurais, não necessitando da potência, do alcance, do poder de parada e da excessiva penetração de munições como a do calibre 5,56 ou superior. Além disso, é mais prática e mais leve para o transporte em viaturas, por exemplo.

Law Enforcement
Nos Estados Unidos, a carabina de 9 mm está substituindo rapidamente a espingarda calibre 12 em muitas áreas da aplicação da lei, porque contém mais munição, acerta com mais facilidade e tem recuo insignificante.

Assim, a carabina Taurus T9 virá agregar mais uma tecnológica e moderna opção ao portfólio de armas táticas da empresa, juntando-se às pistolas TS9 e GX4 e aos fuzis T4 e T10 para disputar as licitações do cobiçado mercado de Law Enforcement dos EUA, onde a Taurus pretende estar em breve.

Forças militares
Para as forças militares, a carabina T9 em calibre 9mm é ideal para uso por unidades de operações especiais e por outras tropas (ou elementos de tropas) que tenham necessidades semelhantes às das forças de segurança e policiais. Devido ao seu cano mais curto, pequeno tamanho e baixo peso, pode ser utilizada também por tripulações de aviões, de navios e de blindados como uma arma de defesa pessoal ou de pequenos grupos, mas com muito maior capacidade e precisão que a tradicional pistola.


02 setembro, 2022

Taurus traz para o Brasil a BM-F-9, uma carabina na plataforma AR-9mm da Brigade Manufacturing


*LRCA Defense Consulting - 02/09/2022

A Taurus está trazendo para o Brasil a carabina BM-F-9 Brigade 9" semiautomática, construída na plataforma AR-9mm e fabricada pela conceituada indústria norte-americana Brigade Manufacturing, principal fabricante americana de fuzis AR-15 de alta qualidade.

Precisa, robusta, com design compacto e funcional, a arma tem o conforto e a praticidade do calibre 9mm, além de Garantia e Assistência Técnica da Taurus. Seu cano é fabricado em aço inoxidável e os acabamentos em Cerakote Armor estão disponíveis nas cores Black, FDE e OD Green.

Como a carabina é fabricada nos Estados Unidos pela Brigade Manufacturing com logo e marca da Taurus, esta editoria questionou o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, sobre se o fato seria produto de uma nova joint venture ou de outro tipo de associação semelhante, ao que ele respondeu que a arma é uma iniciativa da empresa brasileira em parceria com a americana, mas que visa somente esse produto. Com isso, a Taurus pode disponibilizar aos seus consumidores uma arma 9mm na plataforma AR, enquanto não lança a sua revolucionária submetralhadora SMG (veja no final da matéria).

Excelente para defesa residencial e para a prática esportiva, a BM-F-9 Brigade tem regime de tiro semi-automático e opera no sistema por ação Blowback, vindo com três carregadores de 32 tiros fabricados em polímero transparente, permitindo a visualização das munições.

A arma traz miras rebatíveis (flip-up), coronha ajustável em seis posições e cano de 9" de comprimento, o que garante uma melhor manobrabilidade em qualquer ambiente. Seu raiamento é de seis raias à direita, com passo de 1:10”. Outro diferencial é que vem de fábrica com o guarda mão U-LOK tipo flutuante, que permite acessórios M-LOK e KEYMOD.





Características
Tipo Funcionamento: SEMI-AUTOMATICA
Quantidade Raias: 6
Sentido Raia: DIREITA
Tipo Alma: RAIADA
Calibre: 9x19mm
Tipo Acabamento: CERAKOTE FDE
Quantidade Canos: 1
Tamanho do Cano: 229mm
Número de Tiros: 32
Tipo de Carregador: BIFILAR
Tipo de Mira: FU - FLIP UP
Quantidade de Carregadores: 3
Altura (mm): 177,8
Altura (pol): 7,0
Largura (mm): 50,8
Largura (pol): 2,0
Comprimento Cano (pol): 9,0
Comprimento Total (mm):    711,2
Comprimento Total (pol): 28,0
Peso Arma (g): 2580
Peso Arma (Kg): 2,580

Submetralhadora Taurus SMG 9mm
Em desenvolvimento já há cerca de três anos, a nova submetralhadora da Taurus no calibre 9mm (SMG é um nome provisório) promete ser uma outra arma revolucionária, com possibilidades de obter grande sucesso nos mercados militar e de segurança do Brasil e do mundo, haja vista que, conforme a empresa, será a mais compacta e mais leve (2,5Kg) submetralhadora na categoria, já saindo de fábrica dotada de supressor de ruído (silenciador), acessório para o qual a Taurus recebeu a homologação recentemente e que também passará a produzir em breve.

25 julho, 2022

Índia poderá adquirir cerca de 420.000 fuzis CQB com produção local via Programa Make in India


*LRCA Defense Consulting - 25/07/2022

Além da oportunidade de venda imediata e direta de 93.895 fuzis CQB calibre 5,56x45 por meio de um processo licitatório chamado Fast Track Procedure (FTP - procedimento rápido) para o Exército Indiano, onde concorre com seu fuzil T4, a brasileira Taurus Armas poderá ser uma das empresas fornecedoras de mais 420.000 fuzis do mesmo tipo para essa força armada, tão logo seja iniciada a produção em sua unidade indiana Jindal Taurus, formada em joint venture com a Jindal Defence, o que está previsto para acontecer muito breve.

Segundo uma fonte indiana comentou ontem (24), há um plano para aquisição de 4,2 lakh (420.000) carabinas (fuzis CQB) a serem fabricadas na Índia. As estimativas iniciais sugerem que a alocação para o projeto será superior a Rs. 5.000 crores (US$ 650 milhões).

Segundo a mesma fonte, a produção de mais de 4 lakh de carabinas levará tempo. É por isso que há um plano de atribuição do contrato a dois fabricantes, sejam eles do setor privado ou do setor público. Isso significa que o L1 (a empresa com os melhores lances) pode chegar a fazer mais de 2 lakh de carabinas, mas a empresa L2 receberá o valor restante. Isso garantirá que as armas sejam entregues rapidamente. Uma decisão sobre a divisão de contratos se demorarem mais de 3 anos ainda não foi tomada, mas poderá ser nos próximos dias, o que também é algo a que as forças armadas são favoráveis.

A fonte afirmou ainda que a fabricação local de uma carabina foi discutida anteriormente. O argumento é simplesmente este: por que importar algo como uma carabina que não é muito high-tech. Por que não pode ser feito na Índia, mesmo colaborando com uma empresa estrangeira? Tal processo já foi iniciado com planos para a fabricação conjunta pela Índia e Rússia do fuzil de assalto AK-203 (Kalashnikov) em um distrito VIP em Uttar Pradesh. Um projeto semelhante para a carabina é totalmente possível e espera-se que o Ministério da Defesa tome uma decisão sobre isso muito em breve. 



11 agosto, 2020

Guarda Municipal de Cajamar é equipada com armas Taurus

 

  *Departamento de Comunicação e Imprensa / Pref. de Cajamar - 06/08/2020

No dia 06 de agosto, a Prefeitura Municipal de Cajamar, por meio da Secretaria de Segurança Urbana, realizou a inauguração do Centro de Controle Operacional (CCO).

Durante a inauguração da Central de Monitoramento, foi realizada a entrega de novos armamentos adquiridos da empresa Taurus Armas S.A.: 60 pistolas .40 e oito carabinas CTT 40, além de 116 novos coletes, 10 mil munições .40, 18 equipamentos de choque completo (capacete, joelheira, cotoveleira, caneleira e o escudo) e 181 novos uniformes.

Centro de Controle Operacional
A central do Sistema de Videomonitoramento que faz parte do Programa Muito + Segurança ficará localizada na sede da Secretaria de Segurança Urbana, no distrito do Polvilho.

O sistema inédito de monitoramento é todo modernizado e conta com mais de 100 câmeras de última geração, que possuem função giratória, com longo alcance, instaladas em pontos estratégicos da cidade. As imagens serão acompanhadas 24 horas, em tempo real.

Além das câmeras de vigilância, o novo sistema de segurança irá monitorar todas as áreas públicas da cidade, através das imagens enviadas pelos cinco totens que já estão em funcionamento, que conta com câmera speed dome, 360 graus com controle e zoom e mais de cinco câmeras fixas, com sistema completo de iluminação noturna e de áudio, que estão diretamente ligados ao Centro de Controle Operacional. Os totens possuem um botão comunicador onde o cidadão, numa situação emergencial, consegue acionar e conversar diretamente com um Guarda Municipal que estiver de plantão no CCO, para informar sobre a ocorrência com mais agilidade.

Os totens estão instalados nas principais entradas e saídas do município. Dois estão situados na Avenida Tenente Marques, no Polvilho, sendo um próximo da divisa de Cajamar com Santana de Parnaíba e um na rotatória do trevo da Margarida. O terceiro foi instalado no trevo do Guaturinho (entre a Avenida Prefeito Juvenal Ferreira e a José Marques Ribeiro), um na Avenida Jordano Mendes, ao lado da entrada do pontilhão, em Jordanésia, e o quinto está no trevo do Parque São Roberto (entre a Avenida Dr. José Leme Maciel e a Rua Cisalpinas).

Junto com o lançamento deste sistema, a administração municipal anunciou um conjunto de melhorias que vem executando para reforçar a segurança do município que inclui o início do funcionamento do novo Posto Avançado da GCM em Cajamar-Centro, reforma das bases já existentes do Ponunduva e do Polvilho, troca de viaturas, sistema GPS nas viaturas para localização e agilidade das ocorrências e integração do trânsito com a Guarda Municipal trabalhando em conjunto.

Centro de Monitoramento inaugurado nesta quinta-feira na sede da Secretaria Municipal de Segurança Urbana.

A inauguração foi realizada de maneira simbólica para evitar aglomerações, durante a apresentação do novo sistema, foram entregues novos equipamentos de segurança para a equipe da GCM. A partir de agora, o efetivo terá mais armamentos contendo 60 pistolas .40 TAURUS; 8 carabinas .40 TAURUS; 116 novos coletes; 10 mil munições .40; 18 equipamentos de choque completo (capacete, joelheira, cotoveleira, caneleira e o escudo) e 181 novos uniformes. Cada GCM recebeu 2 pares de kit com duas calças, duas camisetas, coturno, cinturões táticos e o colete.

O Programa Muito + Segurança também reforçou o canil da Guarda Civil Municipal que atua no combate às drogas, com a chegada de mais três cães da raça Pastor Alemão.

Sistema Detecta
Para completar o pacote de ações executadas pelo Programa Muito + Segurança o município de Cajamar também está integrado ao Sistema Detecta do Governo do Estado de São Paulo. Um sistema de monitoramento inteligente desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública que unifica as informações do estado, realizando o controle através do uso de câmeras de vigilância com a tecnologia OCR, que tem a função de fazer a leitura da placa dos veículos, com objetivo de inibir atos ilícitos e identificações por onde tais veículos circulam.

Em Cajamar já existem 15 câmeras com essa tecnologia, instaladas em pontos estratégicos. As informações do sistema são enviadas diretamente para o Centro de Controle Operacional (CCO), que realiza a leitura de placas de veículos, na entrada e saída do município. Quando um veículo que foi envolvido em alguma ocorrência ilícita passar diante das câmeras do Sistema Detecta, de imediato é emitido um alerta para a central, como a existência de registro de roubo/furto, entre outros crimes, localizados no histórico de ocorrências, através dos dados da placa. 

Prefeito Danilo Joan, vereador Fabiano Galvão, Secretário de Segurança Urbana Edmilson José Padovani, do comandante da Guarda Municipal, Cássio Gonçalves, é Toninho Braz um dos fundadores da Guarda Municipal de Cajamar.


10 agosto, 2019

Mais um lote de pistolas Striker é aprovado pela Polícia Nacional das Filipinas


A Polícia Nacional das Filipinas, uma das mais exigentes do mundo, acaba de aprovar mais um grande lote de pistolas Striker modelo TS9, em calibre 9mm, fabricadas pela Taurus.
As armas passaram por um dos mais rigorosos testes de avaliação, incluindo teste de resistência de 20.000 disparos, onde as amostras foram plenamente aprovadas, atendendo os requisitos da Norma NATO AC-225.
O resultado comprova a qualidade, confiabilidade e a resistência da Striker TS9, especialmente desenvolvida para o mercado policial e militar.
Este é o quarto lote de pistolas fornecido pela Taurus para a corporação filipina, de um grande contrato no qual a companhia venceu no final de 2018.
Sobre a Taurus
A Taurus é uma Empresa Estratégica de Defesa, com 80 anos de história e reputação sólida. Sediada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, emprega cerca de 2.000 pessoas no país e exporta para mais de 100 países. A companhia é a líder mundial na fabricação de revólveres e uma das maiores produtoras de pistolas do mundo, além de ser a quarta marca mais vendida no exigente mercado norte americano. A empresa já recebeu dezenas de prêmios em reconhecimento pelo seu elevado padrão de qualidade e inovação, como o “Handgun of the Year”, considerado a premiação mais importante da indústria de armas dos Estados Unidos. A Taurus possui um portfólio completo de produtos composto por revólveres, pistolas, submetralhadoras, fuzis, carabinas, rifles e espingardas, atendendo os mercados militar, policial e civil.

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