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22 março, 2022

Embraer exibirá E195-E2 de última geração na Wings India

 


*Financial Express, por Huma Siddiqui  - 22/03/2022

A Cooperação em Defesa é um elemento importante da parceria estratégica entre Brasil e Índia. O governo do Brasil possui um Plano de Ação para sua parceria com a Índia em que defesa e segurança são os componentes centrais.

Em interação exclusiva com o Financial Express Online, o embaixador brasileiro André Aranha Corrêa do Lago disse:“A Embraer – empresa da qual os brasileiros se orgulham – é a 3ª maior produtora de jatos de passageiros do mundo”, disse o embaixador brasileiro André Aranha Corrêa do Lago.

A empresa está participando do  WINGS INDIA 2022 – maior evento da Ásia sobre Aviação Civil (Aviação Comercial, Geral e Executiva), em Hyderabad no final desta semana.

Segundo o enviado do Brasil, “tenho certeza de que a empresa está interessada em explorar oportunidades de negócios na Índia, já que este país é o maior mercado de aviões para as próximas décadas”.

De acordo com nota da empresa, o maior avião comercial da Embraer, o E195-E2 (indicativo de chamada PR-ZIQ) estará na Wings India 2022 como parte de sua turnê de demonstração pelo país.

Ele mostrará uma impressionante pintura 'TechLion' que cobre toda a fuselagem da aeronave, esta aeronave é o maior membro da família de E-Jets de nova geração, os E-Jets E2. Ele é projetado para acomodar até 146 passageiros em sua assinatura dois por dois assentos.

Raul Villaron, vice-presidente da Embraer Aviação Comercial da Ásia-Pacífico, afirma: “O cenário da aviação da Índia está em um ponto de virada e agora é o momento para as companhias aéreas se reposicionarem para um crescimento sustentável”.

Segundo ele, o E195-E2, oferece um baixo custo por assento, tornando-o muito competitivo com os grandes aviões de fuselagem estreita que são predominantes na Índia.

Esta é uma aeronave perfeita para companhias aéreas que estão aproveitando a conectividade para cidades de Nível II e Nível III.

Índia: joint venture da CBC e SSS Defense se tornará operacional ainda este ano


*Financial Express, por Huma Siddiqui - 22/03/2022 (atualizado às 16h26)

A Cooperação em Defesa é um elemento importante da parceria estratégica entre Brasil e Índia. O governo do Brasil possui um Plano de Ação para sua parceria com a Índia em que defesa e segurança são os componentes centrais.

Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) Brasil, o segundo maior fabricante de munições do mundo, já está na Índia e trabalhando com Stumpp Schuele & Somappa India (SSS Defence).

Em interação exclusiva com o Financial Express Online, o embaixador André Aranha Corrêa do Lago disse: “Pouquíssimas pessoas sabem que a CBC é a segunda maior produtora de munição do mundo. Assim como em outras joint ventures, saudamos a parceria entre empresas privadas brasileiras e indianas, especialmente em uma área crítica como a defesa. A joint venture entre a CBC e a SSS Defense vem progredindo bem. Pelo que fui informado, a produção na fábrica de Anantapur, Andhra Pradesh, está programada para começar em meados de 2022. As perspectivas são positivas e a iniciativa conjunta pode ser ampliada já em 2025.”

Até agora, nenhuma empresa indiana do setor privado fabricou munição de nível militar para as armas pequenas. Sob a joint venture com a empresa brasileira, os planos são para fabricar várias munições para diferentes calibres, incluindo 9 mm, 7,62×39 mm, 7,62×51 mm, .338 Lapua e 12,7 mm. Estes serão tanto para o mercado doméstico (militar e policial) quanto para exportação para um terceiro país.

Além disso, outra empresa brasileira, Taurus Armas SA, se associou à Jindal Defense para a fabricação de armas pequenas.

Oficiais da Marinha do Brasil na Índia
Na semana passada, uma delegação brasileira de três membros liderada pelo Almirante Flávio Augusto Viana Rocha, Secretário Especial (Assuntos Estratégicos), Presidência e Assessor da Presidência do Brasil, visitou a Sede do Comando Naval Ocidental.

Houve interação entre o Almirante Rocha e o Vice-Almirante Ajendra Bahadur Singh, Flag Officer Comandante-em-Chefe do Comando Naval Ocidental. A interação foi focada em desafios e estratégias de mitigação no domínio marítimo, bem como questões de interesse mútuo.

Convidando os navios da Marinha do Brasil quando implantados na Região do Oceano Índico (IOR), o FOC-in-C (Oeste) para visitar os portos indianos, ele também falou sobre os Estaleiros Indianos que estão bem equipados para ajudar no suporte técnico às unidades implantadas fora dos portos de origem por mais tempo.

Ele também destacou a visão do PM da SAGAR (Segurança e Crescimento para Todos na Região) – e a visão marítima da Marinha Indiana durante as discussões.

Mais sobre Plano de Ação
Como foi relatado anteriormente no Financial Express Online, isso foi assinado em 2020 durante a visita do presidente Jair Bolsonaro à Índia como convidado principal nas celebrações do Dia da República.

O país também manifestou interesse em participar de joint ventures no setor de defesa, pois tais colaborações ajudarão a chegar a outros países por meio de exportações.

Em uma interação anterior com o Financial Express Online, o embaixador da Índia no Brasil, Suresh K Reddy, mencionou a abordagem “Triple-Helix”. Essa abordagem já está sendo seguida no Brasil e está focada em P&D e inovação para todas as três Forças – Exército, Marinha e Aeronáutica.

Há muito espaço para as indústrias de defesa de ambos os lados trabalharem juntas, não apenas em joint ventures, mas também na parceria tecnológica.

Até agora, há apenas uma empresa indiana MKU, com sede em Kanpur, que está presente no Brasil. Possui diversos contratos de defesa com a Polícia Militar, Exército e Polícia Federal. Também conquistou outro grande contrato de fornecimento de cerca de 14.500 peças de coletes para a Polícia Militar do Estado de São Paulo e, para o Exército Brasileiro, o monóculo de visão noturna.

Embraer/Eve: consórcio conclui Conceito de Operações de mobilidade aérea urbana para a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido


*LRCA Defense Consulting - 22/03/2022

A Eve UAM, LLC (“Eve”), uma empresa da Embraer S.A. (“Embraer”), anunciou a conclusão do Conceito de Operações (CONOPS) para a integração do espaço aéreo para a Mobilidade Aérea Urbana (UAM) no Reino Unido. Liderado pela Eve, o Consórcio de Mobilidade Aérea é formado por empresas globais com experiência em  aviação, como a NATS, Aeroporto de Heathrow, Aeroporto London City, Skyports, Atech, Volocopter e Vertical Aerospace, que desenvolveram o projeto em parceria com o hub de Inovação da Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido (CAA) por meio do “sandbox”, um  ambiente regulatório experimental.

A iniciativa da CAA oferece às organizações ou consórcios a oportunidade de testar e selecionar a viabilidade de suas soluções inovadoras, ao mesmo tempo em que ajuda o regulador a moldar futuras normas de acordo com essas novas tecnologias e conceitos. Em janeiro de 2021, o Consórcio de Mobilidade Aérea do Reino Unido foi selecionado pela CAA para participar do Sandbox: Future Air Mobility Challenge. O objetivo foi desenvolver uma estrutura estratégica para definir projetos, procedimentos e infraestrutura do espaço aéreo de baixo nível e integrar, com segurança, novos tipos de operações de UAM em todo o território do Reino Unido.

O primeiro marco importante do projeto foi a compilação de um estudo de referência descrevendo os principais desafios regulatórios para viabilizar operações de mobilidade aérea urbana de emissão zero com segurança, eficiência e de forma escalonável, que gerou o documento Civil Aviation Publication 2272. O consórcio usou esse estudo de referência para identificar em quais áreas focar, de modo a garantir que os conceitos propostos considerem os critérios previamente alinhados com o regulador.

O CONOPS foi desenvolvido como um estudo de caso centrado em Londres, transportando passageiros dentro de uma rede de vertiportos do Aeroporto de Heathrow (LHR) para o Aeroporto London City (LCY). O consórcio seguiu um processo rigoroso para desenvolver os conceitos, incluindo revisões interativas do hub de Inovação da CAA e uma ampla gama de especialistas no assunto, incorporando seus comentários ao documento final. Também aproveitou dados quantitativos derivados de simulações de modelagem computacional para apoiar seus conceitos propostos, bem como uma série de atividades de engajamento de partes interessadas para entender melhor as preocupações e necessidades destes públicos relacionadas às operações de UAM.

Frederic Laugere, líder de Serviços de Inovação da CAA do Reino Unido, disse: “A infraestrutura necessária para apoiar a futura implementação da Mobilidade Aérea Urbana será significativa e um elemento-chave para o sucesso deste novo setor. Os detalhes significativos neste relatório e seu cenário do mundo real significam que ele abre o caminho para tornar a mobilidade aérea urbana uma realidade.”

“Este CONOPS se concentra inicialmente nas soluções necessárias para enfrentar os desafios de curto prazo que possam impactar as operações comerciais iniciais. O estudo de Londres e o Conceito de Operação fornecem um exemplo tangível para a autoridade aeronáutica britânica entender melhor os objetivos da mobilidade aérea urbana e apoiar o desenvolvimento de regulamentações futuras. Nosso trabalho também indica o quão próspero será o mercado de voos de eVTOL no Reino Unido no futuro”, disse Andre Stein, co-CEO da Eve.

21 março, 2022

Em vídeo, Taurus mostra sua mais recente novidade: o fuzil T4 MLOK

 


*LRCA Defense Consulting - 21/03/2022

Após ter lançado fuzil T4 MLOK - sua mais recente novidade - no última dia 17, a Taurus Armas publicou hoje um vídeo no YouTube divulgando a arma, onde esta é mostrada em detalhes.

Saiba mais sobre o lançamento clicando nesta matéria: "Taurus traz mais uma novidade ao mercado e lança fuzil T4 MLOK"



Eve, da Embraer, programa seu Investor Day


*LRCA Defense Consulting - 21/03/2022

No dia 25 de Março, a Eve Air Mobility irá apresentar em um evento online - Investor Day - os principais aspectos das suas soluções de Mobilidade Aérea Urbana. 

Para saber mais, salve esta data para assistir ao vivo (o evento terá transmissão apenas em inglês):

Projeto EASy: Embraer amplia parcerias em tecnologias de voo autônomo


*LRCA Defense Consulting - 21/03/2022

Em um intenso processo de aceleração do futuro da aviação autônoma, a Embraer anunciou hoje novas parcerias tecnológicas com empresas líderes globais especializadas em inovações na área de sistemas autônomos.

Os acordos são parte do Projeto EASy (Embraer Autonomous System), iniciativa da companhia em sistemas autônomos que utiliza processos experimentais ágeis para o desenvolvimento de soluções que viabilizarão a aviação autônoma do futuro.      

As empresas americanas Near Earth Autonomy, Iris Automation e Ansys, a suíça Daedalean e a brasileira Motora.ai estão trabalhando com a Embraer para acelerar a criação de tecnologias que transformam a mobilidade aérea futura, em linha com a estratégia da Embraer de estabelecer sólidas parcerias no ecossistema global de inovação. As companhias atuarão juntas em inovação aberta para desenvolver e avaliar diversas novas tecnologias de voo autônomo em ambiente de simulação e em condição reais de voo.

“Temos trabalhado intensamente para co-criar o futuro da aviação em ampla colaboração com importantes parceiros tecnológicos. É uma satisfação ter a Near Earth Autonomy, Iris Automation e Daedalean contribuindo com seus conhecimentos e experiência, a Ansys com suas tecnologias de simulação, e a Motora que traz agilidade e flexibilidade em integração de software para somar ao nosso projeto de pesquisa,” disse Maurilio Albanese Novaes Junior, Head de Desenvolvimento Tecnológico da Embraer.

O trabalho conjunto permite a Embraer avançar em produtos inovadores, conforme sua busca continua por eficiência e sustentabilidade, como já ocorre no desenvolvimento do eVTOL, o veículo elétrico de decolagem e pouso na vertical, desenvolvido pela Eve, a empresa de Mobilidade Aérea Urbana, da Embraer.   

20 março, 2022

EUA: Taurus GX4 é uma das principais escolhas da revista Shoot On para 2022


*LRCA Defense Consulting - 20/03/2022

Em matéria deste mês, assinada por Avery Skipalis, a conceituada revista especializada americana Shoot On analiza seis pistolas microcompactas no calibre 9mm disponíveis nos EUA: Springfield Hellcat, Taurus GX4, Glock 43X, Sig Sauer P365, Smith & Wesson CSX e Mossberg MC2sc.

No subtítulo, a revista comenta que "As 9mm microcompactas de hoje oferecem todo o desempenho e apresentam as demandas de atiradores sérios em uma pistola compatível com EDC (transporte velado/oculto). Aqui estão as nossas principais escolhas para 2022".

Na matéria, a pistola Taurus GX4 é a segunda arma a ser exibida. Seu preço nos EUA está 157 dólares menor que o da mais barata seguinte (Glock 43X) e 437 dólares distante da mais cara (Sig Sauer P365).

Nas duas fotos com pessoas que ilustram a matéria, a arma portada é a pistola Taurus GX4, sendo que, em uma delas, a autora Avery Skipalis aparece atirando com ela.

Marcha das Micro 9s

*Shoot On,  09/03/2022

A próxima da lista é uma arma de micro orçamento da Taurus. 

A Taurus GX4 oferece excelente ocultação a um preço que não fará com que você faça uma segunda hipoteca da casa. Seu preço sugerido de $ 392,42 a torna uma excelente opção para indivíduos com orçamento apertado, como estudantes universitários. A GX4 tem uma capacidade de carregador de 11+1 e inclui dois carregadores.

Pessoalmente, nunca me importei com os gatilhos das pistolas de polímero da Taurus, mas o gatilho de face plana da GX4 está muito melhorado. Saudamos o gatilho aprimorado com braços abertos, especialmente em uma microcompacta.

Mesmo que esta seja uma oferta de orçamento, ela ainda possui recursos como um lançamento de carregador reversível para acomodar atiradores canhotos. As linhas nítidas e o design chamam sua atenção imediatamente. As serrilhas de deslizamento dianteiras e traseiras em ângulo complementam as linhas afiadas que delineiam a textura da aderência. A parte inferior do punho tem cortes de alívio para ajudar a remover carregadores presos teimosos, caso seja necessário.

A Taurus adotou a abordagem prática em relação às miras, mas está no mesmo nível do preço. Está incluída uma mira frontal de ponto branco com uma mira traseira escurecida serrilhada. As serrilhas são um toque agradável para ajudar a evitar o brilho.

Recentemente, a Taurus adicionou a GX4 TORO (Taurus Optic Ready Option) à sua linha com um preço sugerido de $ 468,18.

[Confira nossas análises do GX4 e GX4 TORO ]

 

*Avery Skipalis
Avery Skipalis é a proprietária da Skip's Tactical Solutions, uma organização que se concentra em capacitar mulheres, homens e crianças para garantir que ninguém mais se torne vítima. Ela é bacharel em Justiça Criminal e obteve sua experiência com armas de fogo nas forças armadas dos EUA, onde é instrutora de armas de fogo há mais de 13 anos. Avery também é um instrutora certificada NRA Rifle/Pistol e GLOCK Advanced Armorer. Ela frequentou várias escolas de tiro avançado nos EUA. Avery reside na Flórida com o marido e dois filhos. Ela atualmente serve na Força Aérea dos Estados Unidos e adora compartilhar sua paixão com os outros. Ela tem um canal no YouTube chamado "Skip's Tactical Solutions".

idD assina Memorando de Entendimento com Embraer e ETI


*idD Portugal Defence - 15/03/2022

A Embraer, a idD Portugal Defence e a ETI assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para uma potencial colaboração estratégica relacionada com o treino e simulação, para produtos de Defesa e de dupla utilização. As áreas abrangidas incluem o desenvolvimento e inovação de tecnologias de Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Realidade Mista e Análise de Dados.

O MoU inclui a oportunidade de expandir e aumentar o relacionamento de longo prazo entre a Embraer e a ETI para o desenvolvimento dos produtos de treino da Embraer, para o A29 Super Tucano, entre outros programas. Nesse contexto, as duas empresas já discutem as potenciais oportunidades.

A Embraer e a ETI colaboram há muitos anos e cada empresa trará a expertise específica necessária para realizar pesquisa e desenvolvimento a serem aplicados em tecnologias avançadas e produtos de treino inovadores. Este MoU é mais um passo importante nesta relação de longo prazo.

Jindal Stainless, parceira da Taurus na Índia, está contratando veteranos das Forças Armadas

 

*LRCA Defense Consulting - 20/03/2022

Em postagem da semana passada em suas mídias sociais, a megaempresa indiana Jindal Stainless, parceira da Taurus na joint venture (JV) Jindal Taurus Defence System PVT. LTD. divulgou que "está encantada" em anunciar que está procurando contratar veteranos das Forças Armadas Indianas (Exército, Marinha, Força Aérea) como parte ativa de sua organização.

A empresa ressalta que esta é uma chance onde os veteranos indianos poderão "ajudar a construir uma nação inoxidável com sua experiência incomparável".

Os veteranos interessados podem se candidatar a diferentes cargos nas áreas de Operações de Plantas, Funções de Apoio e Manutenção nas fábricas Jajpur e Hisar.

Hisar
A planta fabril da Jindal Stainless localizada na cidade de Hisar, estado Haryana, é uma das maiores da Índia.

Nessa cidade também está em vias de conclusão a novíssima fábrica da joint venture Jindal Taurus Defense, estabelecida entre a multinacional brasileira e a indiana Jindal Defence & Aerospace, subsidiária do Grupo Jindal. 

Objetivos
Esta Consultoria julga razoável supor que essas contratações tenham, como um dos objetivos principais, o fornecimento de mão de obra de confiança para a planta da JV, haja vista que tal fato poderá, além da contratação de veteranos militares para trabalhar em uma fábrica de armas indiana, gerar uma repercussão psicológica muito positiva entre os próprios veteranos, nas Forças Armadas e no governo indiano, contribuindo assim com os objetivos da nova empresa.

19 março, 2022

Air France está planejando uma grande encomenda de aeronaves da Embraer para sua subsidiária Hop


*Los Echos - 18/03/2022

Faz muito tempo que não ouvimos notícias tão boas da Hop. Após anos de reestruturação, a subsidiária regional da Air France pôde finalmente encontrar uma perspectiva real para o futuro, na forma de um grande pedido de aviões.

De acordo com nossas informações, a administração da Air France e da Hop de fato se engajou em discussões informais com representantes do pessoal, sobre um possível pedido de 35 a 50 Embraer 190-E2, a última versão remotorizada do jato regional brasileiro, cuja versão anterior equipe já a Hop. Trata-se de um investimento potencial de 2 a 3 mil milhões de dólares a preço de tabela, para o grupo Air France, já empenhado na renovação da sua frota de médio curso, com o Airbus A220, e da sua subsidiária low-cost Transavia France .

Um investimento em condições
À semelhança das encomendas anteriores da Air France e da Transavia, contudo, a direcção da Air France está condicionando a compra destas aeronaves à aceitação pelas diferentes categorias de colaboradores - pilotos, comissários e pessoal de terra - de novas medidas de segurança. custos de contratação. As negociações formais devem começar nos próximos dias, para tentar chegar a um acordo. A decisão final pode vir no decorrer do verão.

Questionada sobre suas intenções, a Air France se recusou a comentar essa informação, mas não a negou. "O grupo Air France está constantemente estudando as necessidades de frota de suas empresas", disse um porta-voz.

17% de economia de combustível
Tal ordem, entretanto, não seria usual para a Hop. Mesmo limitada a 35 aeronaves, possibilitaria a renovação de toda a sua frota - atualmente reduzida a cerca de trinta E170 e E190 Embraer, a maioria com mais de 20 anos - ao reduzir o consumo de combustível e as emissões de CO2 em 17%, de acordo com com os compromissos ambientais do grupo. Também possibilitaria trazer um sorriso aos funcionários que foram bastante testados pelos sucessivos cortes realizados em sua empresa.

Mesmo antes da crise da Covid, o último plano de reestruturação resultou numa redução de 40% da atividade da Hop’s operada por conta e sob a marca Air France, com uma frota reduzida de 69 para 32 aeronaves. O último plano de saída voluntária, validado em julho de 2021, resultou em 1.007 demissões em uma força de trabalho de 2.400 pessoas em 2020.

Durante a finalização deste plano, a direção da Air France reafirmou, no entanto, a necessidade de o grupo manter uma empresa regional que abasteça seus hubs em Roissy-CDG e Lyon. Para acalmar as preocupações, a Air France se comprometeu a permanecer como acionista majoritária da Hop até pelo menos março de 2026, com o bônus adicional de ter a garantia de não reduzir a frota para menos de 29 aeronaves. Isso sugeriu aquisições de aviões.

Garantias até 2026

Paradoxalmente, o período é bastante favorável para a compra de aeronaves, pelo menos para quem pode pagar. A crise da Covid testou severamente as companhias aéreas regionais, assim como as vendas da Embraer, que só conseguiu entregar 48 jatos regionais em 2021 e 44 em 2020, ante 89 em 2019. O suficiente para permitir que a Air France negociasse um bom desconto, pois, com a Airbus para o A220.

Minifoguetes de 40 milímetros lançados por pequenos drones: uma nova preocupação para a segurança militar e civil

 


*LRCA Defense Consulting - 19/03/2022

A indústria turca de defesa é, atualmente, uma das que mais cresce no mundo, tanto no segmento de armas para o combate em terra e no mar, como no de soluções aéreas, como drones, helicópteros e aviões.

Além de prever o lançamento de um caça multitarefa para 2023, os turcos estão se notabilizando pela produção de drones de combate eficazes e de custo relativamente baixo.

O conflito bélico que envolveu o Azerbaijão e a Armênia foi uma das mais recentes demonstrações de sua tecnologia aérea, onde os drones turcos Bayraktar TB2 do primeiro, juntamente com mísseis israelenses antiradiação com uso de Inteligência Artificial, simplesmente colocaram fora de combate boa parte dos blindados, da artilharia e da defesa antiaérea armênia.

Bayraktar TB2

Este veículo não tripulado, de acordo com o site da empresa, tem uma envergadura de asa de 12 metros, capacidade para 700 kg ao descolar, sendo que pode levar 150 kg de armas. A altitude operacional é de 18.000 pés (5.500 metros). É utilizado, desde 2014, pelas Forças Armadas da Turquia e pela Polícia Nacional Turca. Atualmente, mais de 250 Bayraktar estão a serviço da Turquia, Qatar, Azerbaijão e Ucrânia.

E é nesse último país que os cerca de 50 drones Bayraktar TB2 adquiridos pela Ucrânia estão se notabilizando por sua atuação contra os blindados, artilharia e comboios de tropas russas que invadiram o país. Este fato, além de consagrar a aeronave, mostra que há sérias falhas na defesa aérea russa, o que é uma surpresa para muitos observadores, já que os russos afirmavam que os seus sistemas mais avançados de guerra eletrônica, detecção por radar e de defesa aérea conseguiriam detectar e neutralizar este drone, de forma a não ser uma ameaça para as forças no terreno.

Drone armado turco Songar dispara minifoguetes de 40mm
Apesar de os drones de combate maiores já estarem em uso por diversos exércitos do mundo, com muitos já estando integrados às forças de ataque e/ou defesa, o uso de pequenos drones não-suicidas de ataque - ou seja, que podem atacar, retornar, serem rearmados e voltar ao combate - ainda é uma novidade em desenvolvimento.

O drone armado turco SONGAR, por exemplo, desenvolvido com um  Módulo de Mira Eletrônica e Cálculo Balístico, pode operar simultaneamente como um sistema de drone único ou múltiplo, sendo integrado a uma metralhadora automática de 5,56mm ou, agora, a um lançador de minifoguetes de 40mm.

Ele pode executar muitas tarefas críticas, como detecção da área-alvo, neutralização de ameaças, detecção de danos pós-operações e transmissão de imagens em tempo real.

O drone tem um teto de serviço de 3.000 metros MSL (acima do nível do mar) e 300 metros AGL (acima do nível do solo). O sistema pode transmitir vídeo em tempo real e operar em um raio de missão de até 5 km. 


O portal turco AA, em matéria desta data assinada por Goksel Yildirim, revela que, de acordo com as informações recebidas pelo correspondente da AA, a cooperação da Asisguard (que desenvolveu o drone armado Songar) e da Troy Teknoloji Defense (que produz explosivos de nível militar, ogivas que podem fornecer alta eficiência com esses explosivos e minifoguetes) resultou em testes de campo concluídos com sucesso.

Diferentes sistemas de armas e munições foram integrados ao Songar, que apareceu pela primeira vez com uma metralhadora automática e depois se juntou ao inventário das forças de segurança. Por fim, foram adicionados estes minifoguetes desenvolvidos pela indústria nacional turca.

Como resultado dos estudos de integração que a Asisguard e a Troy Teknoloji Defense vêm realizando há algum tempo, o teste de fogo foi realizado pela primeira vez. Oito tiros bem sucedidos foram feitos com minifoguetes montados nos tubos de tiro colocados no Songar.

Foguetes com diâmetro de 40 milímetros foram desenvolvidos como uma solução que pode ser utilizada em mini e microveículos aéreos não tripulados (VANT) e veículos terrestres não tripulados, sem dependência de fontes externas.

O minifoguete - que está dentro dos limites de carga de asa rotativa ou fixa, baixa altitude, mini ou micro UAV - possui infraestrutura adequada para multiuso. Avalia-se que o sistema, que é produzido localmente e pode ser desenvolvido de acordo com as necessidades, será útil para uso em operações de segurança interna e transfronteiriças, bem como para operações em áreas urbanas, além de operações militares específicas.

Seis minifoguetes de uma só vez contra ameaças
O minifoguete, com 170 milímetros de comprimento, é lançado de um tubo de disparo de 550 milímetros. O peso do foguete corresponde a 500 gramas com um tubo lançador descartável. Até 6 foguetes podem ser integrados em um mini UAV.

O minifoguete atinge um alcance máximo de 2 quilômetros e opera com um alcance efetivo de 100 a 500 metros. A ogiva antipessoal com espoleta de aprendizado inteligente opera em um raio de 12 metros. A capacidade de penetração da ogiva perfurante de blindagem corresponde ao STANAG 4569 Nível 2 (blindagem leve, resistente à munição 7,62 x 39mm API BZ a 30 metros com 695 m/s)

O principal objetivo do sistema é determinar os elementos de ameaça de uma certa distância de forma controlada ou neutralizar os alvos detectados anteriormente sem enviar pessoal para a área perigosa.

Este sistema apresenta vantagens por ser nacional (turco), de baixo custo, pode ser desenvolvido de acordo com as necessidades, fácil de usar, leve e pode ser transportado por pessoal em várias unidades, destinando-se a atingir e destruir alvos fixos, como veículos não blindados e levemente blindados, edifícios e pequenas estruturas.

Minifoguete de 40mm

Segundo afirmou um executivo da Asisguard, o drone armado Songar, além de estar em uso por quatro forças turcas, já está sendo exportado para alguns países. A mesma fonte também declarou que o drone poderá ser equipado com bombas militares e antidistúrbios e, futuramente, com mísseis.

Drone Songar equipado com bomba militar

Dor de cabeça para a segurança militar e também para a civil
A adição de minifoguetes a pequenos drones tem tudo para se transformar em uma grande dor de cabeça para a segurança militar e também para a civil, haja vista que tais UAV podem ser facilmente  transportados por forças militares e por insurgentes de qualquer natureza, inclusive de maneira dissimulada.

Os fatos de poderem voar em altitudes muito baixas, terem um pequeno nível de ruído e um raio de missão de até 5 km, além de um alcance efetivo de até 500 metros, tornam tais drones um grande risco para tropas e instalações militares, bem como para alvos civis compensadores, caso estes não disponham de uma defesa anti-drone adequada.

Avibras pede recuperação judicial e demite 420 funcionários


*Estadão, via MSN, por Roberto Godoy e André Jankavski - 18/03/2022

A Avibras Aeroespacial, principal fabricante brasileira de sistemas pesados para o mercado de Defesa, entrou hoje em regime de recuperação judicial. Como consequência, a empresa demitiu 420 funcionários. O quadro remanescente de pessoal é agora de 900 funcionários.

O processo está sendo ajuizado no fórum de Jacareí, no Vale do Paraíba, onde fica a sede do grupo Avibras. Essa é a terceira vez que a empresa renegocia suas dívidas judicialmente. O procedimento foi adotado anteriormente em 1990 e em 2008. O valor da recuperação é estimado em R$ 570 milhões.

A Avibras produz o sistema lançador de foguetes e mísseis Astros-2020, veículos blindados e equipamentos eletrônicos de emprego militar. Além de atender às Forças Armadas do Brasil, exporta para países do Oriente Médio, Ásia e América Latina.

Segundo o advogado responsável por protocolar a recuperação judicial da companhia, Nelson Marcondes, do escritório Marcondes Machado Advogados, a pandemia foi a grande responsável pelo atual momento da empresa. De acordo com Marcondes, a empresa tentou segurar o máximo que pode para não demitir os seus 1,5 mil funcionários, porém isso não foi possível para o decorrer de 2022.

A companhia sofreu com a mudança de prioridade de países ao redor do mundo durante a pandemia. Com a proliferação do vírus, diversas nações diminuíram os gastos com a área de defesa e passaram a investir mais na área de saúde.

Além disso, segundo Marcondes, a impossibilidade de realizar viagens também complicou a situação da Avibras. Afinal, boa parte das vendas da companhia é feita através de feiras e contatos locais. Treinamentos para utilizar os seus equipamentos também são feitos de maneira presencial.

O advogado ainda afirma que a empresa já está elaborando um plano de recuperação e que aguarda a decisão da Justiça para dar prosseguimento aos processos. O contato com os credores já está sendo feito, de acordo com Marcondes.

"A empresa tentou segurar o máximo que conseguiu, mas já estamos vendo o mercado se movimentando novamente e a Avibras tem grandes perspectivas de contratos que estão sendo trabalhados", afirma Marcondes.

A Avibras Aeroespacial tem pouco mais de 60 anos. Criada pelo engenheiro João Verdi de Carvalho Leite, - morto em 2008 quando o helicóptero que pilotava caiu no litoral norte, trecho de serra - a empresa lidera o setor da indústria de Defesa no País.

Fortemente vinculado ao mercado externo, o grupo teve, durante anos, dificuldades com os procedimentos da área econômica do governo. "Somos tratados pelas agências públicas da mesma forma que os exportadores de frutas ou frangos", dizia João Verdi.

Em várias ocasiões, tendo sólidos contratos em carteira, a Avibras esteve perto de perder negócios internacionais de centenas de milhões de dólares por causa da burocracia federal.

Os sistemas Astros-2 e sua versão mais moderna, o Astros-2020, estão em guerra, usados pelo exército da Arábia Saudita, no conflito com os rebeldes houthis, no Iêmen. Antes disso, na guerra do Golfo, em 1991, foram empregados pelo Iraque e entraram na lista de alvos prioritários dos caças da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

18 março, 2022

Eve, da Embraer, firma parceria com a Acciona


*LRCA Defense Consulting - 18/03/2022

A Eve UAM, LLC, uma empresa da Embraer, e a Acciona, empresa global líder no fornecimento de soluções regenerativas para uma economia descarbonizada, anunciaram hoje uma parceria estratégica para acelerar o desenvolvimento de um ecossistema global e sustentável de Mobilidade Aérea Urbana.

Nos termos da parceria, com a consumação da combinação de negócios da Eve com a Zanite Acquisition Corp., a Acciona investirá US$ 30 milhões e se juntará ao grupo de investidores estratégicos que atualmente apoiam o desenvolvimento da Eve e seu plano de negócios. Como parte do acordo, José Manuel Entrecanales, presidente e CEO da Acciona, passará a ser um dos sete membros do Conselho de Administração após a entrada da Eve na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), que deve acontecer no segundo trimestre de 2022.

“Gostemos ou não, a população mundial está cada vez mais concentrada em cidades maiores. Manter a pegada climática destas áreas urbanas sob controle é um dos maiores desafios do processo de descarbonização em que todos estamos envolvidos”, disse José Manuel Entrecanales. “Modelos de transporte aéreo urbano como o proposto por Eve podem ser muito úteis ao considerar diferentes soluções de mobilidade sustentável. Participar de um projeto tão inovador quanto o Eve nos permitirá continuar avançando nesse caminho.”

“Nosso acordo com a Acciona reforça o compromisso da Eve em entregar um ecossistema UAM sustentável, que inclui não apenas nosso eVTOL de emissão zero – veículo elétrico vertical de decolagem e pouso – mas também a infraestrutura verde que dará suporte a esse novo meio de transporte. Sua capacidade de construir essas infraestruturas, somada às suas credenciais de ponta em sustentabilidade, trazem habilidades e conhecimentos essenciais para o negócio que nos ajudarão a manter nossa distinção no mercado”, disse André Stein, co-CEO da Eve.

A parceria também beneficiará novas iniciativas industriais no desenvolvimento de um ecossistema UAM sustentável, incluindo vertiports, contratos de compra de energia, soluções de carregamento de bateria e manuseio. Em 2021, 93% dos investimentos do Grupo Acciona estavam alinhados à taxonomia da União Europeia para atividades sustentáveis. A empresa evitou a emissão de 13,4 milhões de toneladas de CO2 (+1,5%) durante o ano, terminando aquele ano como a empresa de eletricidade mais sustentável da Espanha e a segunda mais sustentável do mundo, de acordo com o  Sustainability Yearbook 2022  publicado pela S&P Global.

Em dezembro de 2021, a Eve anunciou que planeja listar suas ações na NYSE por meio de uma combinação de negócios com a Zanite Acquisition Corp. (Nasdaq: ZNTE, ZNTEU, ZNTEW), uma empresa de aquisição de propósito específico focada no setor de aviação. Após o fechamento da transação com a Zanite, esta mudará seu nome para Eve Holding, Inc. e suas ações ordinárias e warrants deverão ser negociados na NYSE sob os novos códigos “EVEX” e “EVEXW”, e a Eve se tornará uma subsidiária integral da Eve Holding.

Até agora, a Eve atraiu um grupo de investidores estratégicos complementares que trazem um conjunto incomparável de capacidades que abrangem o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM), incluindo operadoras de asa fixa (Republic Airways e SkyWest), locadoras de aeronaves (Azorra e Falko), financiamento ( Bradesco BBI) e fornecedores de tecnologia (Rolls-Royce e Thales), além de players do setor de defesa (BAE Systems).

Sobre a Acciona
A Acciona é uma empresa global, líder no fornecimento de soluções regenerativas para uma economia descarbonizada. Sua oferta de negócios inclui energia renovável, tratamento e gestão de água, sistemas de transporte e mobilidade ecoeficientes, infraestruturas resilientes, etc. A empresa é neutra em carbono desde 2016. A Acciona registrou vendas de € 8,1 bilhões em 2021 e está presente em mais de 60 países.

Na Taurus, Comandante da Aeronáutica e alta comitiva da Força visitam fábrica e testam armas com grafeno


*LRCA Defense Consulting - 18/03/2022

O CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, recebeu nesta quinta-feira, dia 17 de março, o Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, e sua comitiva na fábrica de São Leopoldo (RS).

Na comitiva estavam presentes o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, Ten Brig do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, o Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, Ten Brig do Ar João Tadeu Fiorentini, o Comandante de Preparo e Comandante de Operações Aeroespaciais, Ten Brig do Ar Sergio Roberto de Almeida, o Diretor da Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico, Brig do Ar Rodrigo Fernandes Santos, e o Diretor do Parque de Material Bélico da Aeronáutica do Rio de Janeiro, Cel Av Gustavo Furlan Aquino, entre outras importantes autoridades.

Durante a visita, o Comandante da Aeronáutica e a comitiva conheceram as instalações da unidade fabril da Taurus, que passou por um processo de modernização, com investimentos de US$ 125 milhões nos últimos 5 anos e com previsão de mais R$ 250 milhões para este ano de 2022. Tiveram a oportunidade de verificar os processos de produção, qualidade e logística da companhia, a fábrica MIM -  Metal Injection Molding, assim como o projeto de ampliação da empresa e os investimentos futuros.

Os visitantes também conheceram o amplo portfólio da Taurus, composto por revólveres, pistolas, submetralhadoras, fuzis, carabinas, rifles e espingardas que atendem os mercados civil, militar e policial, o protocolo de desenvolvimento de novos produtos, além de acompanharem os testes de tiro e verificarem os rigorosos processos de qualidade e protocolos de aceitação que 100% dos produtos são submetidos antes de serem comercializados.

O CEO Global da Taurus acompanhou a visita e ressaltou a importância de ter no Brasil Empresas Estratégicas de Defesa com produtos e processos 100% sob domínio nacional: “Foi uma honra receber o Comandante da Aeronáutica e sua comitiva. Esse era um convite antigo e que agora se concretizou. É muito importante que os representantes das Forças Armadas conheçam os produtos e processos que são desenvolvidos aqui com tecnologia própria, pelo nosso CITE (Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos), um exemplo de sucesso para a Base Industrial de Defesa (BID) em um mercado onde o alto valor tecnológico agregado é uma característica marcante. Esta é uma oportunidade de mostrarmos a qualidade e robustez do nosso processo de produção, as armas desenvolvidas e testadas aqui no Brasil com mão-de-obra 100% nacional, além de todos os investimentos em tecnologia e inovação que foram e estão sendo implementadas nas fábricas da Taurus e que tornaram esta empresa uma das maiores fabricantes de armas do mundo”.

Comitiva testa armas com grafeno
Os integrantes da comitiva também puderam testar alguns desses produtos desenvolvidos com tecnologia própria pela Taurus, entre eles o revólver RT460, com aplicações de grafeno, e uma nova versão do fuzil T4 no calibre .300 Blackout, a inovadora pistola G3c versão T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option) que já vem preparada para receber miras ópticas e a pistola GX4 GRAF, primeira arma do mundo que utiliza grafeno na sua composição, sendo a menor da categoria e que marcou a entrada da Taurus no segmento de microcompactas.

Histórico
Em 28/09/2020, a Taurus realizou, em cerimônia no Salão Nobre do Comando da Aeronáutica, em Brasília, a entrega oficial de armamentos destinados à equipe de Segurança do Comandante da Força.

Os armamentos fazem parte da linha T Series, especialmente desenvolvida para o mercado militar e policial, e contempla pistolas TH9, além de submetralhadoras SMT9 e fuzis modelo T4 calibre .556 Full.


A utilização de armamentos Taurus e a parceria entre a empresa e o Comando da Aeronáutica já vem de algumas décadas. Há mais de 20 anos, foram recebidos os primeiros armamentos pela FAB, entre pistolas e submetralhadoras, que estão em uso até hoje.

Momentos da visita do Comandante da Aeronáutica e de sua alta comitiva











 

WEG investe na capacitação de seus colaboradores, na busca pela excelência contínua em seus processos

WEG lança nova solução para monitoramento de máquinas e equipamentos


*LRCA Defense Consulting - 17/03/2022

Garantir conectividade, monitoramento e armazenamento preciso de todos os dados do equipamento e do processo envolvido são apenas algumas das vantagens da nova solução da linha WEG Edge Computing Device, o WCD-ED300.

Pronto para conectar as máquinas e equipamentos dos clientes ao WEGnology e ao WEG Smart Machine com facilidade, agilidade e segurança, o WCD-ED300 – Edge Computing Device é totalmente configurável possibilitando a visualização do status, parâmetros de funcionamento, nível de produção, eficiência (OEE) e saúde das máquinas e equipamentos de qualquer parte do mundo.

Na prática, a solução permitirá ao cliente ter conhecimento da real condição da máquina ou equipamento possibilitando a captação, tratamento e armazenamento dos dados evitando assim desperdícios e paradas desnecessárias, e o melhor, com toda a praticidade que as soluções cloud based da WEG proporcionam.

O atual portfólio da linha de edge devices, que já conta com o WCD-ED300-DSLV e WCD-ED300-DSMV, agora soma ao novo edge device WCD-ED300 e segue contribuindo para tornar as fábricas cada vez mais inteligentes e eficientes.

Confira os diferenciais da aplicação:

• Coletar dados da planta ou da máquina;

• Desenvolver dashboards; • Criar indicadores (KPI);

• Executar flows de decisão localmente;

• Programar alarmes;

• Ler e escrever parâmetros dos dispositivos monitorados;

• Integrar algoritmos de inteligência Artificial e Machine Learning para otimização de processos e predição de ocorrências.

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