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28 agosto, 2020

Taurus se torna referência mundial do setor em indicadores e projeta pagamento de dividendos

 


 *LRCA Defense Consulting - 28/08/2020

A empresa Taurus Armas S.A. prossegue em sua nova fase de comunicação aproximada com seus públicos, quer sejam eles investidores atuais e potenciais, quer sejam os demais internautas que têm interesse na empresa, como os próprios clientes, funcionários e suas famílias, fornecedores, distribuidores, etc.

Em sua quarta live após a divulgação dos resultados trimestrais, realizada ontem (27) pelo canal do Youtube "Ações Garantem Futuro" (AGF Talks), capitaneado por Felipe Ruiz e Louise Barsi (filha de Luiz Barsi Filho), novamente o Presidente e CEO Global da Taurus Armas, Salesio Nuhs, e o seu Diretor Financeiro (CFO), Sérgio Sgrillo Filho, foram chamados a explicar o excepcional momento que a empresa vive, apresentando recordes de vendas, de produção, de receita, de lucro bruto e de Ebtida.

Novo patamar
Após explicar todo o forte e decisivo processo de reestruturação da empresa iniciado em 2017, quando a atual administração assumiu o controle de uma companhia que estava à beira da recuperação judicial e, em apenas dois anos e meio, conseguiu transformá-la numa referência mundial entre as empresas de armamento, a dupla da Taurus fez questão de, por diversas vezes, enfatizar que os brilhantes números do segundo trimestre não são fruto de uma conjuntura apenas, mas sim consequências de toda a reengenharia estrutural realizada na unidade brasileira e na americana, passando a se constituir no novo patamar da empresa.  

Nesse sentido, citaram como exemplo outras grandes empresas mundiais de armamento leve que têm dados abertos ao mercado, afirmando que nenhuma delas tem números tão expressivos em termos de margem bruta e de margem Ebitda, por exemplo. Este fato está tornando a Taurus Armas em um verdadeiro case internacional no setor.

Empresa projeta pagar dividendos no médio prazo
O orgulho e a empolgação dos executivos era tanta que o CFO afirmou que seu objetivo é ver a empresa pagando dividendos no médio prazo, pois está apta a voltar a ter patrimônio líquido positivo, quitando a pesada dívida somente com os resultados de sua forte geração de caixa. Sgrillo afirmou ainda que a venda dos ativos não core (terreno em Porto Alegre e fábrica de capacetes) servirá apenas para colaborar com esse intento. Quando fez essa afirmação, Louise Barsi, cuja família possui quase 10% da empresa, abriu um sorriso e disse que "isso é música para nossos ouvidos, pois está no nosso DNA", haja vista que a "estratégia Barsi" de investimento privilegia empresas que são ou possam vir a ser fortes pagadoras de dividendos.

Índia: somente 2% dos policiais portam armas de fogo
Comentando sobre a joint venture com grupo indiano Jindal, os executivos revelaram que apenas 2% dos cerca de 1,2 milhão de policiais indianos atuam armados, o que representa um potencial de vendas fantástico para a empresa que começará a produzir na Índia no final de janeiro de 2021.

Projeto G marcou a inflexão da empresa
Salesio afirmou que a G2c, pistola subcompacta mais vendida no mundo, foi a arma que marcou o início da transformação da imagem e dos números da empresa. Neste quesito, revelou que a "Projeto G" de pistolas foi concebido como a grande estratégia da empresa para fazer o que as demais produtoras de armas não conseguem: armas com alta qualidade e baixo custo. Com a mesma filosofia estendida à G3, à G3c e, em 2021, à GX4 e às demais armas que produz e que planeja lançar, o CEO tem bons motivos para pretender levar a Taurus à liderança mundial na fabricação de armamentos leves.

Custos em moeda nacional e vendas em dólares
O CFO, por sua vez, revelou que 97% dos custos da Taurus se dão em reais, enquanto que mais de 80% da receita é apreciada em dólares. Este fato faz com que as eventuais valorizações da moeda americana se traduzam em um consequente aumento da margem bruta da companhia. Disse também que, além de procurar elevar a produtividade ao máximo, a empresa se norteia por uma redução permanente de custos.

Aumento de produtividade no Brasil e incrementos nos EUA
Salesio reafirmou que a unidade brasileira está produzindo como nunca (utilizando três turnos), encontrando-se no nível de 5.000 armas/dia, algo que pensava não ser possível antes, e que tal nível foi alcançado apenas com aumento da produtividade, sem necessidade de novos investimentos. Por fim, anunciou que a Taurus deverá chegar ao final de 2020 produzindo 5,6 mil armas/dia no Brasil. Nos EUA, que hoje produz 2.000 armas/dia, o planejamento é chegar ao final de 2020 com 3.000 armas/dia e, no final de 2021, com 4.000 armas/dia.

Louise Barsi comenta sobre a importância de conhecer a empresa da qual vai se tornar sócio
Já quase no final do evento (aos 39 minutos), a analista Louise Barsi, com foco no caráter educacional do canal que mantém e com pleno conhecimento de causa, dedicou dois minutos e meio para comentar sobre a empresa e sobre novos participantes do mercado de ações, enfatizando que os investidores, especialmente a grande massa que chegou neste ano ao mercado, devem estudar muito sobre as empresas das quais pretendem se tornarem sócios, analisando detidamente seus números, sua administração, suas perspectivas futuras e os compromissos que assumem publicamente, evitando se deixar levar por "estigmas e narrativas que são criados e que impedem que as pessoas vejam, de fato, a evolução que a Taurus passou nesses últimos dois anos". 

Sobre "compromissos", Louise citou a frase que está em negrito no balanço do 2º trimestre da Taurus "Este é o novo padrão de desempenho operacional da companhia", comentando que esse balanço foi "o divisor de águas da companhia" e que, daqui para a frente, os investidores poderão fiscalizar e cobrar isso da empresa, pois é um compromisso que ela assumiu publicamente e que será "a nova régua", permitindo que possam "fazer as contas e estimar qual o retorno provável que esse investimento vai ter" daqui para a frente. Finalizou dizendo: "Analisem, não fiquem repetindo coisas que vocês ouvem!".

Outros assuntos
Os executivos da Taurus também comentaram diversos outros assuntos relevantes, como ter quase oito meses de pedidos em carteira, joint venture com empresa do ramos automotivo para fabricar acessórios para armas que será divulgada em meados de setembro, cuidados com a pandemia, etc.


Íntegra da live

27 agosto, 2020

F-39 Gripen-E: mísseis Iris-T ou A-Darter?

 


  *GBN Defense - 03/08/2020

A publicação de uma matéria por um site estrangeiro falando da aquisição de misseis Íris-T pela FAB deu um verdadeiro nó na cabeça de muitos que acompanham o programa de modernização da Força Aérea Brasileira, o qual congrega importantes projetos como o Gripen-E e o desenvolvimento do míssil A-Darter.

Diante do avanço no programa de certificação e ensaios de voo do moderno Gripen-E, a Força Aérea Brasileira se viu diante da necessidade de realizar a aquisição de um lote de mísseis Íris-T afim de cumprir o processo de certificações das capacidades da nova aeronave, a qual já conta em seu leque de armamentos integrados o míssil europeu, porém, tal notícia levou a uma equivocada informação sobre um hipotético cancelamento do programa A-Darter, onde segundo alguns teria sua aquisição suspensa pela FAB, o que de fato não é verdade, uma vez que o míssil continua nos planos brasileiros e deverá em breve ser integrado ao novo vetor brasileiro.

O desenvolvimento do A-Darter esbarrou em alguns obstáculos, desde os sucessivos cortes no orçamento de defesa brasileiro à extinção da Mectron, e que apesar da conclusão da fase de desenvolvimento do novo míssil, levaram a um significativo atraso na montagem e abertura da linha de produção do míssil no Brasil, que ainda demandará um tempo considerável até ser estabelecida e finalmente esteja operacional e apta a entregar o novo armamento de nossos caças.

A opção mais lógica é a aquisição de lotes do Íris-T, tendo em vista a necessidade de realizar todo processo de certificação do novo caça brasileiro, além de garantir que o mesmo disponha de armamento necessário para o cumprimento de sua missão, o que não exclui de forma alguma a futura integração do A-Darter ao leque de opções do Gripen brasileiro, segundo fontes ouvidas pelo GBN Defense.
 

Solicitamos mais informações a FAB, e tão logo nossa solicitação seja atendida, traremos uma nota oficial sobre o assunto e pondo termo à discussão que tem tomado os fóruns e grupos de defesa. 

26 agosto, 2020

Presidente da Taurus revela lançamento de sete novas armas e outras importantes novidades

 


*LRCA Defense Consulting - 26/08/2020

Em live realizada na noite de hoje (26) pelo canal do Youtube do portal Defesa Aérea e Naval (DAN TV), o Presidente e CEO Global da Taurus Armas S.A. trouxe a público importantes novidades sobre a empresa, surpreendendo os internautas.

Além de discorrer sobre o ímpar momento que a companhia vive, com recordes de vendas, de produção, de receita, de lucro bruto e de Ebtida, bem como sobre os fatores que levaram a esse excelente desempenho, o executivo comentou sobre: os novos lançamentos que a empresa fará, licitações e joint ventures em curso, aumento de produção, possibilidade de sair do Brasil, compromissos da companhia (com a excelência, com os consumidores e com os funcionários), problemas do passado, objetivo para o futuro, turnos de trabalho, atraso na entrega de alguns produtos, expansão para outros países, últimos lançamentos, etc.

Sete novos lançamentos
Salesio divulgou que a Taurus prepara o lançamento de sete novas armas:

- Pistola GX4: será a evolução da Família G, atualmente composta pela G2, G2c, G3 e G3c. Será fabricada nos EUA e exportada para o Brasil, com lançamento previsto para 2021.

Nova Pistola GX4
 
- Submetralhadora compacta: será a mais compacta e leve submetralhadora do mercado

Nova Submetralhadora
 

Revólver calibre .223: será o primeiro revólver do mundo com esse poderoso calibre. A fabricação será feita no Brasil e o lançamento está previsto para o segundo semestre de 2021.

Revólver no calibre .223


 - Rifle de Ferrolho  - será produzido e vendido com o grande diferencial de ter três canos intercambiáveis, sendo que cada cano terá um calibre: .308, .243 e 6,5.

Novo Rifle de Ferrolho

 

- Fuzil AR-10: nos calibres 7.62 x 51 (OTAN) e 7.62 x 39 (antigo Pacto de Varsóvia). 

Sobre o Fuzil Ar-10 e o Rifle de Ferrolho, leia mais nesta matéria: "Taurus desenvolve três novos fuzis mirando os mercados nacional e internacional"

Além dessas armas, a Taurus planeja também lançar:
- Revólver calibre 350 (para caça de cervos);
- Revólver calibre 460.

Joint venture com empresa do setor automotivo
O executivo divulgou que a joint venture com uma importante empresa brasileira do setor automotivo será anunciada em meados de setembro. Segundo Salesio, será um negócio muito estratégico para a empresa.

Anteriormente, a empresa havia afirmado que o negócio "surpreenderá positivamente o mercado. O parceiro tem grande capacidade tecnológica e está agregando muito à engenharia da Taurus".

Saiba mais sobre este assunto em: "Taurus Armas assina memorando de entendimentos com empresa do ramo automotivo para uma joint venture".

Expansão para outros países e licitação internacional
Ao explicar sobre a joint venture com o Jindal Group na Índia, Salesio comentou que este modelo de negócio pode ser estendido para um outro país, mas não declinou qual e nem o estágio das negociações, já que a companhia é aberta e esse tipo de informação tem que ser dado via fato relevante.

Ao comentar sobre o Fuzil T4, disse que esta arma é a mais desejada no Brasil e que está participando de uma grande licitação militar internacional, sobre a qual não pode dar maiores informações pelos mesmos motivos do item anterior.

Três turnos no Brasil
Em virtude da forte demanda, o executivo informou que a fábrica brasileira, sediada em São Leopoldo (RS), está trabalhando em três turnos e que tem a previsão de estar fabricando 5.600 armas por dia até o final deste ano, devido a um aumento de produtividade.

Com isso, o atraso na entrega dos Fuzis T4 e da Submetralhadora (Carabina) SMT, está sendo resolvido, passando de 90 para 20 dias, devendo o prazo se normalizar até o início de setembro.

No entanto, afirmou que a empresa não fará outros investimentos em aumento da produção no Brasil, priorizando a unidade americana, já que os entraves regulatórios e tributários fazem com que seja mais barato produzir nos EUA e exportar para o nosso país. Mesmo assim, a empresa não tem planos de abandonar o país, já que tem compromisso inarredável com seus funcionários, fornecedores e clientes, além de muito orgulho de ser uma companhia leopoldense, gaúcha e brasileira há 80 anos.

Compromisso com a excelência
O CEO da Taurus explicou que, desde que a atual administração assumiu a empresa em 2017, foi criado o slogan "Compromisso com a excelência", que passou a balizar todas os seus planejamentos, ações e produtos.

Com isso, uma das primeiras medidas tomadas foi informar aos proprietários de armas fabricadas antes desse período que, caso constatassem qualquer problema (defeito de fabricação) com sua arma, poderiam solicitar uma revisão gratuita por meio do representante local. Esse procedimento é adotado até hoje, pois a empresa faz questão de ter um pós-venda forte e atuante no apoio ao consumidor.

Lançamentos recentes e previstos
Ao discorrer sobre os recentes lançamentos, Salesio disse que:

- Os novos produtos da Taurus Armas são baseados nos desejos dos consumidores, que são permanentemente ouvidos sobre o assunto.

- As 1.000 unidades disponibilizadas para novo Revólver Tracker 992 foram esgotadas em três horas.

-  Nos EUA, o lançamento da G3c em maio foi comparado ao de um novo modelo de iPhone, tendo se esgotado em poucas horas e apresentando filas nas calçadas.

- A Pistola G2c continua como campeã de vendas no mundo em sua categoria (subcompacta), já tendo sido comercializadas cerca de 2,6 milhões de unidades.

- A Pistola G3 ainda não foi liberada pelo Exército, que tem que emitir o competente Relatório Técnico Experimental (RETEx) antes de a arma poder ser lançada no país. Vale ressaltar que, se fosse produzida no exterior, poderia ser vendida tranquilamente sem esse entrave regulatório.

Objetivo da empresa para o futuro
O CEO da Taurus afirmou que, com base nos excepcionais resultados que a empresa vem conquistando, apresentando recordes de produtividade e financeiros a cada semestre, já detendo 15% do mercado americano de armas pequenas, já sendo a segunda maior exportadora para esse país e com a entrada em produção de sua unidade na Índia em fevereiro de 2021, está convicto de que a Taurus Armas se tornará (em prazo não determinado) a maior fabricante de armas leves do mundo, sendo este o objetivo da companhia.


Íntegra da live

Stella Tecnologia lança o Atobá - maior drone estratégico brasileiro

 


Foto-2A empresa brasileira Stella Tecnologia lançou oficialmente no mercado o seu projeto mais ambicioso, desenvolvido durante cinco anos com investimento próprio para fins de monitoramento, segurança, defesa e inteligência: a aeronave é o ATOBÁ, o maior VANT do hemisfério sul, com 11 metros de envergadura, 500 quilos e capaz de voar 28 horas ininterruptas. Esse produto poderá levar o Brasil a se tornar um exportador de tecnologia de vigilância, segurança, civil e militar de múltiplas utilidades. O seu primeiro voo teste, realizado numa pista particular no norte do Rio de Janeiro, foi feito com amplo sucesso. Interessante também porque tanto o projeto quanto a construção do avião usou o talento de dez jovens estudantes de engenharia mecânica, elétrica e eletrônica da UFRJ e da Faculdade Estácio de Sá. A aeronave obedeceu a todos os comandos e voou em várias altitudes. Seu sistema ótico é de última geração, com câmeras com infravermelho, capazes de gerar e transmitir imagens noturnas. Um produto perfeito para ser usado no monitoramento da Amazônia brasileira, das nossas  fronteiras, plataformas de petróleo, oleodutos e gasodutos, linhas de transmissão  e  em  nossa gigantesca faixa oceânica.

A Stella Tecnologia, dos empresários Eudes de Orleans e Bragança e Gilberto Buffara Júnior, é um centro de desenvolvimento e produção de novas tecnologias relacionadas aos veículos aéreos não tripulados, conhecido como Drones ou VANTs.  Fundada há 5 anos, tem um corpo de profissionais pioneiros na indústria de Drones no Brasil com experiência de mais de 15 anos, desenvolvendo aviões de vigilância e inteligência. Sua primeira concepção eram aviões de pequeno porte, lançados com as mãos e resgatados da mesma forma. Eram Frame7movidos por baterias de Lítio, mas com pouca autonomia de voo. Era a saga dos pioneiros, mas que teve muita utilização pela Marinha do Brasil, no Corpo de Fuzileiros Navais.

Por seu custo e eficiência, diversos países têm ampliado o uso de aeronaves não tripuladas. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Força Aérea já treina todo ano mais pilotos de drones que pilotos de aeronaves tradicionais. De acordo com uma publicação recente, o mercado de drones militares pode atingir cerca de US$21,8 bilhões em 2021. Caso o Brasil aprimore sua tecnologia de fabricação de aeronaves não tripuladas de alta capacidade, essa Foto 5tecnologia pode ser utilizada não apenas para aplicações domésticas, mas também como um produto comercializado para diversos países no mundo, gerando divisas e riquezas para o nosso país.

Idealizado pelo empresário Gilberto Buffara Júnior, o ATOBÁ é Idealizado para todo tipo de monitoramento. Ele tem autonomia mínima de 28 horas, usando gasolina como combustível. Com investimento próprio, o ATOBÁ  é fruto de uma equipe formada por dez pessoas que trabalhou incansavelmente durante esses cinco anos em que o avião foi desenvolvido. O seu sistema ótico, com as câmeras de transmissão em alta resolução, pode enxergar a quilômetros de distância com ótima resolução., inclusive com câmeras que captam radiação infravermelha. O seu sistema de controle de navegação aérea é instalado em uma central de onde o avião é operado recebendo as imagens em tempo real, que são gravadas digitalmente. Além de grande autonomia, o ATOBÁ pode voar até 5.000 metros de altura de acordo com a autorização do controle de tráfego aéreo, sendo imperceptível a olho nu. A central de controle  fala diretamente com o sistema Cindacta para manter as operações aéreas em segurança.

Frame0Gilberto Buffara Júnior (foto à esquerda) acredita que o ATOBÁ  terá uma importante participação no mercado brasileiro e, por consequência, no mercado internacional, principalmente nos países sul-americanos, africanos:  “Com certeza o nosso avião está pronto para ser oferecido ao mercado, com as qualidades praticamente semelhantes  e fazendo os mesmos serviços dos VANTs que integram a Força Aérea Brasileira, por um preço  muito mais vantajoso. Não só pelo seu próprio custo, mas por sua operação simples, manutenção fácil, e grande rendimento. Ele pode Iniciar monitorando a Amazônia e as nossas fronteiras”.

Frame10Gilberto revela que há vários focos comerciais sendo tratados pelo Departamento de Marketing da Stella Tecnologia, mas ainda é cedo para falar: “As vantagens inerentes ao uso dos drones em operações militares têm atraído cada vez mais a atenção de vários países. Ainda temos um caminho a percorrer, apresentando o avião aos nossos clientes e a partir desse sucesso, que acredito que teremos, expandir os negócios além do Brasil. Mas primeiramente vamos focar aqui mesmo no nosso mercado, que é imenso. Há muito para se fazer, inclusive instalando novos softwares, de acordo com o uso que se necessita”.

Ele diz ainda que há um amplo mercado para as empresas no Brasil: “Especificamente no setor de petróleo e gás, ele pode ser usado no controle e vigilância aérea de todo complexo de plataformas de petróleo. Não só na Bacia de Campos, mas de Santos e até o Espírito Santo. Ter uma avaliação de qualidade, ao vivo, pode ser fundamental para as estações de terras e para a segurança da própria plataforma”.

Veja algumas imagens do ATOBÁ em operação:

BTG Pactual aumenta sua participação acionária na Taurus Armas S.A.

 


*LRCA Defense Consulting - 26/08/2020

Em comunicado publicado hoje, a Taurus Armas S.A. divulgou ao mercado a carta da BTG Pactual WM Gestão de Recursos onde esta informa que os fundos geridos por ela negociaram na B3, no pregão do dia 20  de  agosto de  2020,  ações  preferenciais (TASA4)  de  emissão  da  Taurus  Armas  S.A., e sua participação passou a ser de 2.276.525 TASA4, equivalendo a, aproximadamente, 5.41%  do  total de ações preferenciais emitidas pela Companhia.  

Até o dia 24 de agosto de 2020, a BTG Pactual WM informou possuir participação acionária no montante de 2.319.525 TASA4, equivalendo a, aproximadamente, 5.52% do total de ações preferenciais emitidas pela Taurus.

Em adição à posição supracitada, em 24 de agosto de 2020, a BTG Pactual WM informou possuir participação de 591.100 ações ordinárias (TASA3) de emissão da Companhia, equivalendo a, aproximadamente, 1.27% do total de suas ações ordinárias.

Além de sua posição em TASA4 e TASA3, a BTG declarou também possuir posição em Bônus de Subscrição nas quantidades de 279.525 TASA15 e 143.948 TASA17, ambos de emissão da Taurus.

Por fim, a BTG ressalta ainda que a aquisição da participação acionária têm por objetivo a mera realização de operações financeiras e não objetiva  alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia, além de não ter também o objetivo de atingir qualquer participação acionária em particular.

Saiba mais:
- BTG Pactual altera participação acionária na Taurus Armas 

- Clube de Investimentos administrado pela XP detém mais de 5% da Taurus Armas

25 agosto, 2020

Burocracia regulatória exclui Taurus de licitação e empresa priorizará o aumento de produção nos EUA

Entraves regulatórios e tributários forçam a empresa a priorizar produção nos EUA e a deixar de aumentar a capacidade da unidade brasileira localizada em São Leopoldo (RS)

 

 

*LRCA Defense Consulting - 25/08/2020

Conforme a Taurus vem denunciando há tempos, a falta de isonomia nas questões regulatórias  e tributárias vem prejudicando sistematicamente a indústria nacional de armamentos leves. Em um período crítico de desemprego e de pronunciada crise econômica mundial, a burocracia brasileira mais uma vez vira as costas ao País e dá larga vantagem à indústria estrangeira, contribuindo para aumentar a crise no Brasil.

Recentemente, o Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP, reativou  um edital de compra de pistolas que estava a mais de oito meses parado, dando apenas oito dias para as empresas se habilitarem.

Conforme a Taurus, não bastasse o prazo exíguo, as especificações técnicas das pistolas são diferentes daquelas especificadas pela própria SENASP, resultantes que foram de audiência pública realizada exatamente com esse propósito. O edital acrescentou,  nas características técnicas, dois detalhes que não constavam das especificações anteriores, detalhes estes que a Taurus vem tentando homologar junto ao Exército desde 24/05/2019, e que ainda não foram sequer testados. Este fato, causado por uma demora burocrática alheia a sua vontade, impede a empresa de participar desse certame. O contrassenso é que tal homologação não é uma exigência para as indústrias estrangeiras, bastando que as armas sejam liberadas no país de origem de acordo com a própria legislação deste.
 
A empresa gaúcha afirma que, apesar de terem sido divulgados na imprensa números mirabolantes e exponenciais sobre essa licitação, na prática o edital visa à aquisição de 6,5 mil armas, um pouco mais do que a produção de um dia de sua unidade no Brasil. Portanto, esse não seria o “x” da questão. 

Empresa irá priorizar a produção nos EUA
Enquanto a Índia e outros países fomentam e priorizam a respectiva indústria nacional de defesa (vide o Make in India), fatos como este, conforme a empresa, incentivam e impelem a Taurus Armas a sair do Brasil. Lamentavelmente, quem poderá perder com isso é o nosso País, pois significará aumento do desemprego e diminuição da arrecadação.
 
Em virtude de tais empecilhos, a Taurus está transferindo linhas de produção para sua fábrica nos Estados Unidos, já tendo enviado duas delas para a unidade americana. É uma situação e uma decisão que a empresa, orgulhosa de ser brasileira, de estar no mercado há 80 anos e de ser uma líder mundial no setor, lamenta profundamente. Porém, a atual regulamentação e a lentidão da máquina pública lhe impõem essa nova realidade: produzir nos Estados Unidos e exportar para o Brasil.

Segundo seu Presidente e CEO Global, Salesio Nuhs, "a Taurus não irá abandonar o Brasil, mas não vai investir mais em aumento de capacidade no País. Sempre que houver um cenário semelhante ou também um cenário institucional, vamos produzir nos EUA e vender para cá, pois assim não sofreremos essa barreiras tributárias e regulatórias. Se houver aumento de demanda no mercado civil, produziremos também nos EUA e exportaremos para o Brasil, pelos mesmos motivos".

Quanto à licitação de pistolas que está sendo feita pela SENASP, o executivo afirmou que ela "não atrapalha os resultados financeiros da empresa no momento, a qual seguirá com sua gestão forte, garantindo resultados crescentes e  consistentes, conforme os recentemente publicados". 

No entanto, Salesio lamenta o fato de a empresa ser levada a "ter que gerar empregos e riquezas em outro país, em virtude de uma legislação que hoje beneficia somente as indústrias estrangeiras a exportarem para o Brasil, sem que nenhuma dessas tenha compromisso com o bem-estar e com o progresso do nosso povo, pelo contrário, em especial neste momento de grave crise econômica".

Momento positivo e sólidos pedidos em carteira
De acordo com seus últimos resultados, a Taurus vive um momento muito positivo, com recordes de vendas, de produção, de receita, de lucro bruto e de Ebtida, sendo que deverá conviver com esses números por algum tempo, já que informa possuir pedidos “Back Order” de 852 mil armas, equivalente a mais de um bilhão de reais só em armas produzidas no Brasil, mais 208 mil armas em carteira na fábrica americana, equivalente a mais de 162 milhões de reais, além de uma carteira superior a 130 mil armas no Brasil.

Taurus lança revólver com nove tiros e dois calibres

 

 

*LRCA Defense Consulting - 25/08/2020

A Taurus Armas S.A. está concretizando mais um lançamento e aumentando seu portfólio à disposição dos consumidores brasileiros.

Ideal para o esporte do tiro, o novo revólver Taurus Tracker 992 chega ao mercado neste mês como o mais versátil da sua classe, oferecendo como diferencial a opção de dois calibres em uma única arma. O projeto permite a troca dos tambores dos calibres .22 MAG e .22 LR facilmente, em poucos segundos e sem o uso de ferramentas. Desta forma, o usuário pode escolher, a qualquer momento, qual dos dois tipos de munição utilizará.

Com cano de 6,5", comprimento total de 295mm e capacidade de 9 tiros, o Tracker 992 acompanha um novo cabo ergonômico, que promove conforto e facilidade de manuseio. Os recursos adicionais incluem um gatilho de simples e dupla ação, além de mira traseira ajustável em altura e lateralidade, o que permite mais precisão no momento do disparo.

Segundo o presidente da Taurus, Salesio Nuhs, o novo revólver Tracker 992, assim como os diversos produtos lançados nos últimos dois anos, tornará o portfólio da Taurus ainda mais completo e preparado para atender as mais diferentes necessidades dos clientes. "Estamos investindo fortemente em inovação, no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, para oferecer ao mercado nacional e internacional o que há de mais avançado em equipamentos".

Especificações técnicas
Calibre: 22 LR / .22 MAG
Capacidade: 9 TIROS
Ação: SA/DA
Segurança: BARRA DE SEGURANÇA
Comprimento total: 295MM
Largura: 39MM
Altura total: 138MM
Comprimento do cano: 6.5"
Peso: 1300G
Miras: ALÇA AJUSTÁVEL
Outros: EMPUNHADURA ERGONÔMICA  


24 agosto, 2020

Nos EUA, compradores de armas de primeira vez chegam a quase 5 milhões em 2020

“Esta é uma mudança tectônica no mercado da indústria de armas de fogo e munições e uma transformação completa da comunidade atual de proprietários de armas”

 

*NSSF - 24/08/2020

The Firearm Industry Trade Association (NSSF), a associação comercial da indústria de armas de fogo dos Estados Unidos (NSSF), atualizou estimativas baseadas em pesquisas de varejo e concluiu que quase 5 milhões de americanos compraram uma arma de fogo pela primeira vez em 2020. A NSSF pesquisou varejistas de armas que relataram que 40 por cento das vendas foram realizadas a compradores que nunca possuíram uma arma de fogo.

A NSSF rastreia as verificações de antecedentes associadas à venda de uma arma de fogo com base no National Instant Background Check System (NICS) do FBI. Os cheques NICS ajustados por NSSF de janeiro a julho de 2020 mostram um recorde de 12,1 milhões, um aumento de 71,7 por cento em relação aos 7,1 milhões de NICS ajustados por NSSF de janeiro a julho de 2019. Isso equivale a quase 5 milhões de proprietários de armas pela primeira vez nos primeiros sete meses de 2020.

“Esta é uma mudança tectônica no mercado da indústria de armas de fogo e munições e uma transformação completa da comunidade atual de proprietários de armas”, disse Lawrence G. Keane, vice-presidente sênior do conselho geral da NSSF. “Esses compradores de primeira viagem representam um grupo de pessoas que, até agora, eram agnósticas em relação à posse de armas de fogo. Isso está mudando rapidamente, e esses americanos estão assumindo o direito dado por Deus de manter e portar armas e proteger a si mesmos e a seus entes queridos. ”

Pesquisas da NSSF revelaram que 58 por cento das compras de armas de fogo foram entre homens e mulheres afro-americanos, o maior aumento de qualquer grupo demográfico. As mulheres representaram 40% dos compradores de armas pela primeira vez. Os varejistas observaram que estão constatando um aumento de 95% nas vendas de armas de fogo e 139% nas vendas de munições em relação ao mesmo período de 2019.

Vários fatores estão contribuindo para o aumento sustentado nas compras de armas de fogo. As vendas dispararam em março, com um recorde de 2,3 milhões de verificações de antecedentes do NICS realizadas para uma venda de armas de fogo, no mesmo mês em que ocorreu a pandemia de coronavírus. Durante esse tempo, a polícia alertou que os tempos de resposta seriam testados enquanto prefeitos e governadores esvaziavam as prisões, incluindo criminosos violentos. Alguns deles foram presos novamente em poucos dias por cometer outro crime violento.

Após o Memorial Day, os protestos se transformaram em saques, tumultos e destruição, que continuam até hoje em várias grandes áreas metropolitanas. Chamadas politicamente carregadas para retirar o dinheiro da polícia também continuam a estimular as vendas.

Este também é um ano de eleições e as vendas de armas de fogo normalmente aumentam durante os anos de eleições presidenciais. No entanto, este ano, os candidatos democratas Joe Biden e a senadora norte-americana Kamala Harris (D-Calif.) estão pedindo medidas rigorosas de controle de armas, incluindo confisco forçado, banindo classes inteiras de armas de posse legal, esquemas de licenciamento e revogando a proteção de armas legais previstas na Lei do Comércio de Armas (Protection of Lawful Commerce in Arms Act), que exporia a indústria de armas de fogo a processos judiciais frívolos e hostis.

A cada mês, desde março, as verificações de antecedentes NICS ajustadas pelo NSSF estabeleceram um recorde como as mais fortes já registradas para aquele mês.
 

21 agosto, 2020

Brasil pode fazer parte da Crescente Rede Limpa ao banir Huawei

 


*Por Keith Krach, subsecretário dos EUA de Crescimento Econômico, Energia e Meio Ambiente - 19/08/2020

Quem construir as redes 5G de uma nação ganhará a chave para os dados pessoais, comerciais e governamentais mais sensíveis daquele país. Empresas confiáveis como Ericsson e Nokia, da Europa, e Samsung, da República da Coreia, ganharam a confiança de governos e pessoas em todo o mundo. Ao mesmo tempo, outras entidades estão perdendo essa confiança, mais notavelmente, a República Popular da China e as empresas controladas pelo seu governo, como a Huawei.

Nos últimos oito meses, o governo chinês ocultou um surto que se tornou uma pandemia global, eviscerou as liberdades de Hong Kong, instigou um conflito sangrento na fronteira indiana, e persistiu com a brutalidade ao estilo Gulag nos campos de Xinjiang. Esses abusos são possíveis por um estado de vigilância orwelliano que rastreia bilhões de pessoas em todo o mundo e pelo Grande Firewall unidirecional da China, onde os dados entram, mas não saem, e a propaganda sai, mas a verdade não entra.

A Huawei é a espinha dorsal da vigilância mundial da China. Ela se apresenta como uma empresa privada independente, mas deve cumprir a Lei de Inteligência Nacional da China, entregando dados privados de cidadãos e de negócios ao governo chinês mediante solicitação. Isso significa que qualquer nação que confie à Huawei suas redes de comunicação oferece ao governo chinês uma chave de acesso para qualquer dado que cruze essas redes – desde comunicações comerciais e governamentais sensíveis, propriedade intelectual e até mensagens de texto. O histórico bem estabelecido de roubos de propriedade intelectual da Huawei demonstra o quão rotineiramente viola a confiança pública e as leis locais dos países onde opera.

O governo dos EUA e seus parceiros em todo o mundo estão acelerando os esforços para proteger a segurança econômica global, restringindo o envolvimento da Huawei e de outros fornecedores não confiáveis em redes 5G. Uma rede confiável oferece uma abordagem mais ampla para lidar com as ameaças de longo prazo à privacidade de dados, à segurança, aos direitos humanos e à colaboração de boa fé entre os países.

Existem hoje mais de 30 países participando da Rede Limpa e se juntam às maiores empresas de telecomunicações do mundo, como: Telefônica na Espanha, Orange na França, Telco Itália, Reliance na Índia, SK e KT na Coreia, e as do Japão, de Singapura, da Austrália e dos EUA.

Como resposta ao crescente número de países e empresas que questionam a confiabilidade da Huawei, ela intensificou suas já agressivas campanhas de lobby e mídia, inclusive no Brasil. Um representante da empresa alegou recentemente que as restrições aumentariam o custo do 5G no Brasil em até cinco vezes – um exemplo da campanha de desinformação da Huawei. Empresas confiáveis que aderem ao Estado Democrático de Direito e operam de boa fé não tentam intimidar governos e seus cidadãos com ameaças infundadas. E ao contrário do que a Huawei quer que você acredite, a escolha de provedores de equipamentos de comunicação confiáveis não acarreta necessariamente em um aumento nos custos.

Como o secretário Pompeo deixou claro, os EUA estão alinhados com os países contra o bullying chinês. Apoiamos o Reino Unido em sua decisão de julho de banir a Huawei de suas redes 5G, e estaremos ao lado dos nossos parceiros brasileiros contra qualquer coerção chinesa ou bullying direcionado a vocês.

Enquanto os brasileiros avaliam os riscos inerentes ao relacionamento da Huawei com o governo chinês, sua estrutura de propriedade não-transparente, histórico de roubo de propriedade intelectual, lobby desonesto e disposição para usar ameaças comerciais para avançar objetivos geopolíticos, quero que saibam que os EUA estão prontos para trabalhar com vocês. O Brasil merece acesso a tecnologia 5G aberta, inovadora e de confiança que contribua para a prosperidade da nação.

Combate à pandemia: Taurus Armas faz novas doações ao município de São Leopoldo

 

 
*LRCA Defense Consulting - 21/08/2020

No dia 20 de agosto, na sede da Taurus Armas S.A., o Secretário da Saúde da cidade de São Leopoldo (RS), Ricardo Charão, recebeu mais uma doação da empresa para colaborar na luta contra a pandemia.

A fabricante de armas doou 20 bombas de infusão, sendo 16 para a Área Covid do Hospital Centenário e outras quatro para a UPA Zona Norte. No Hospital Centenário, as bombas de infusão permitirão atender mais cinco leitos de UTI.

Bombas de infusão são aparelhos hospitalares utilizados para aplicar líquidos como fármacos ou nutrientes, com controle de fluxo e volume nas vias venosa, arterial ou esofágica.

Na ocasião, também foram doados também 1.000 testes de diagnóstico molecular RT-PCR ao Hospital Centenário. Esses testes são os mais eficazes na detecção do COVID-19 e no estabelecimento de estratégias de combate ao vírus. Serão utilizados para diagnóstico de pacientes suspeitos de Covid e testagem de profissionais do próprio Hospital.

A Taurus já fez a doação de outros importantes equipamentos, como respiradores fixos, monitores multiparamétricos e testes rápidos para a detecção da Covid-19.

Para o presidente da empresa, Salesio Nuhs, as doações realizadas demonstram o compromisso da Taurus em auxiliar os serviços de saúde no combate à pandemia. "É a nossa forma de ajudar a cidade, a população de São Leopoldo, e isso ficará de legado", avaliou.

Para o secretário Ricardo Charão, "as doações são muito importantes e bem-vindas e contribuem para qualificar o trabalho dos profissionais de saúde no enfrentamento à pandemia da Covid-19".

20 agosto, 2020

Nova Instrução Normativa da PF facilita registro, posse e porte de armas de fogo

 

 *LRCA Defense Consulting - 20/08/2020 (atualizada em 21/08, às 16h48)

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (20) que a Polícia Federal revogou a Instrução Normativa 131-2018, que estabelecia procedimentos sobre registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo.

A IN 131 foi publicada em novembro de 2018 pela direção-geral da Polícia Federal e era alvo de críticas de defensores da posse e porte de armas de fogo pelo cidadão comum. Para esse grupo, a instrução limitava o acesso do cidadão comum às armas.

"Uma boa notícia para quem quer ter a posse e o porte de arma de fogo", disse o Presidente. "A instrução é do final de 2018, da transição [entre as gestões Temer e Bolsonaro] e dificultava em muito a posse de arma de fogo. Pedimos para o pessoal estudar a legislação, que é complexa, e hoje foi publicada a IN 174, que revogou a IN 131", afirmou o presidente.

Segundo informou a Polícia Federal pelo Twitter hoje, o novo normativo sobre armas de fogo (IN 174-DG/PF) confere menos burocracia no porte e posse.

A nova Instrução deixa de exigir documentos já existentes em sistemas da PF e elimina os prazos para novos pedidos.

A IN também adequa a PF aos decretos mais recentes sobre o assunto, autorizando a aquisição de até quatro armas de uso permitido e ampliando o prazo de validade do registro para 10 anos.

Todo o processo de aquisição, registro e porte de armas passa a ser essencialmente eletrônico, possibilitando a abertura e o acompanhamento pelo requerente por meio da Internet.

Fica autorizado, também, o treinamento mensal aos cidadãos que possuem arma de fogo, com a possibilidade de utilização do armamento pessoal.

Diversas categorias terão avanços como, por exemplo, os policiais penais que passarão a ter as mesmas prerrogativas dos demais policiais; e os magistrados e membros do MP que passarão a ter a aptidão psicológica e a capacidade técnica atestadas pelas próprias instituições. 

Veja aqui a Instrução Normativa nº 174 DG/PF

Leia aqui as principais disposições 

Gripen E - o super caça brasileiro

O Gripen E / F foi desenvolvido para combater e derrotar as ameaças mais avançadas em um ambiente de batalha moderno e para evoluir continuamente, a fim de acompanhar novos desafios. A Saab criou um sistema de combate inteligente que adota rapidamente novas tecnologias e táticas. É por isso que, com o Gripen E / F, você está sempre à frente.


*LRCA Defense Consulting - 20/08/2020

Os Gripen E (monoposto) e F (biposto) fazem parte da série Gripen do caça, desenvolvida para combater e derrotar as ameaças mais avançadas em um ambiente de batalha moderno e para evoluir continuamente, a fim de acompanhar novos desafios.

A série E possui um motor novo e mais potente, desempenho de alcance aprimorado e capacidade de transportar cargas maiores. Ele também possui um novo radar AESA, sistema de Busca e Rastreamento Infravermelho, sistemas avançados de guerra eletrônica e comunicação, além de uma percepção situacional superior. A série E amplia as capacidades operacionais e é adequada para clientes com ameaças mais significativas ou territórios mais amplos para se proteger, como o Brasil.

Derrote qualquer ameaça, em qualquer lugar

No campo de batalha moderno, os caças terão que atuar em ambientes de alto risco, como espaços aéreos em disputa, e lidar com sistemas de defesa aérea integrados. O Gripen E/F conta com uma variedade de medidas ativas e passivas para interromper os esforços do inimigo e proteger a si mesmo e outras unidades aliadas. Seu avançado sistema de guerra eletrônica, semelhante a um escudo eletrônico, permite interferir na capacidade do inimigo de operar de forma eficaz. Isso pode ser usado para auxiliar na destruição de ativos inimigos ou simplesmente para reduzir a compreensão situacional e a capacidade de reação do inimigo. Tudo isso garantindo o sucesso da missão, usando os armamentos e contramedidas mais modernos. Essa liberdade de ação permite que os pilotos do Gripen E/F vençam qualquer ameaça - em qualquer lugar e retornem para casa em segurança.

Veja o invisível antes de ser detectado

A capacidade de atacar ou avaliar o inimigo à distância é uma característica fundamental do Gripen E/F. O caça utiliza todos os dados disponíveis na nuvem de batalha – sejam eles provenientes dos caças Gripen ou de outras unidades aéreas, terrestres ou marítimas, e os integra localmente em todas as plataformas, bem como entre todos os caças da sua frota. O resultado é conseguir ver o invisível. O Gripen E/F reduz a probabilidade do caça ser detectado, através de seus sensores passivos ou por meio de interferência ativa. Isso significa que os armamentos podem ser usados além do ponto em que as forças inimigas podem responder, ou sem mesmo que elas percebam a presença do Gripen.

Esteja no controle, intuitivamente.

No auge de uma missão complexa, o cérebro humano consegue processar apenas uma quantidade determinada de dados por vez. O Gripen E/F alcança o equilíbrio ideal entre o espaço de decisão do piloto e do caça, permitindo que a inteligência artificial do caça assuma um papel maior. Esta inteligência do caça tem a capacidade de trabalhar de forma autônoma em várias áreas simultaneamente e fornece sugestões ao piloto, que podem variar deste a seleção de armamentos a manobras completas. Informações táticas corretas são compartilhadas e exibidas no momento certo, fornecendo uma visão otimizada do espaço de batalha e permitindo que o piloto do Gripen esteja no controle - intuitivamente.

Adapte-se rapidamente. Mantenha a relevância.

O Gripen E/F é o único caça que se adapta rapidamente a desdobramentos recentes e mantém a relevância ao longo do tempo. Equipado com uma arquitetura aviônica inteligente, os algoritmos antigos podem ser substituídos por novos sem reduzir a alta disponibilidade da aeronave. A arquitetura também é a base para fazer atualizações rápidas de hardware e armamento. Com isso, o Gripen E/F não é apenas o caça inteligente do presente, ele também é projetado para ser o caça inteligente para as próximas gerações. Isso permitirá não apenas que a Saab acompanhe essa evolução, mas que a lidere. É isso que diferencia o Gripen E/F de qualquer outro caça.





Forte demanda impede Taurus de participar das próximas campanhas promocionais


 

*LRCA Defense Consulting - 20/08/2020

Em comunicado divulgado hoje por meio de suas mídias sociais, a empresa Taurus Armas S.A. informou que por estar "vivenciando um período de forte demanda, tanto mercado interno quanto no mercado externo", que supera todas as expectativas que foram previstas, não participará das campanhas promocionais "Semana do Brasil" e "Black Week".

Segundo a companhia, a decisão visa poder "atender todos os pedidos com a pontualidade necessária".

A Taurus informou ainda que está "trabalhando forte no aumento da produção para assegurar os prazos de entrega". 

 

Saiba mais:
- "Taurus vende mais armas do que nunca e vive momento”excepcional

19 agosto, 2020

Estação radar inaugurada em Corumbá amplia vigilância aérea brasileira



*LRCA Defense Consulting - 18/08/2020

Em continuidade ao processo de modernização da rede de radares de vigilância do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e com o objetivo de aprimorar o controle do espaço aéreo na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Bolívia, a Força Aérea Brasileira (FAB) inaugurou no dia 18 de agosto, em Corumbá (MS), uma nova estação radar composta por radares primário e secundário. O evento contou com a presença do Presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministro de Defesa, Fernando Azevedo e Silva, do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, e do Diretor–Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, Tenente-Brigadeiro do Ar Heraldo Luiz Rodrigues, entre outras autoridades. 


A entrada em serviço desses novos equipamentos visa potencializar a identificação de aeronaves voando em baixas altitudes naquela região de fronteira, trazendo benefícios operacionais tanto para o controle civil de aeronaves, quanto para a defesa aérea, aumentando a capacidade de detecção de tráfegos não autorizados ou de emprego ilícito, colaborando decisivamente para o sucesso das ações de policiamento do espaço aéreo e de combate ao narcotráfico. Portanto, além de auxiliar no controle do espaço aéreo, a nova estação vai proporcionar a ampliação da vigilância e o combate ao tráfego aéreo ilícito, com foco no Centro-Oeste brasileiro.

A implantação de novas tecnologias e equipamentos tem sido uma constante preocupação estratégica da Força Aérea Brasileira, visando à manutenção da Soberania e da Defesa Nacional. “Estamos constantemente buscando novas soluções e tecnologias para melhorar o trabalho prestado ao País dentro das nossas ações de Controlar, Defender e Integrar 22 milhões de quilômetros quadrados”, afirma o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez.        

“Essa nova estação traz um importante incremento ao controle do tráfego aéreo na região e, principalmente, otimiza a detecção de tráfegos não cooperativos nessa área de fronteira, constituindo uma ferramenta a mais para a defesa aérea do nosso País”, destaca o Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Tenente-Brigadeiro do Ar Heraldo Luiz Rodrigues.       

O equipamento de modelo LP23SST-NG, fabricado pela empresa Omnisys no Brasil, faz parte de uma nova geração de radares primários de longo alcance, com capacidade para detectar aeronaves cooperativas e não-cooperativas e serão equipados com a capacidade de altimetria permitindo a identificação dos alvos com precisão, além de funções de proteção eletrônica que resguardam os radares contra interferências eletromagnéticas, sejam elas intencionais ou não.           

A FAB, por meio da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), e a Omnisys assinaram, no final de 2018, um contrato para o fornecimento de três radares. As localidades de Porto Murtinho (MS) e Ponta Porã (MS) serão as próximas a contarem com o equipamento. “Estamos aumentando a capacidade de vigilância do espaço aéreo no território nacional, reforçando as ações para manutenção da soberania e segurança de nossas fronteiras”, afirma o Presidente da CISCEA, Brigadeiro do Ar Sérgio Rodrigues Pereira Bastos Junior. 

Fabricação nacional
Os radares são fabricados no Brasil pela empresa Omnisys em São Bernardo do Campo (SP), o que permite o acesso rápido e fácil a toda a sua cadeia produtiva e agiliza os procedimentos de assistência técnica por parte do fabricante. O projeto prevê também a absorção do conhecimento técnico pelo Comando da Aeronáutica (COMAER), visando à realização das atividades de manutenção preventiva e corretiva, minimizando os custos de logística e mantendo um alto nível de disponibilidade dos equipamentos.   

Além do radar primário LP23SST-NG, a estação radar também contará com o radar secundário RSM970S, que tem por finalidade obter informações de identificação e altitude de aeronaves cooperativas.       

“A inauguração dessa estação radar de vigilância de fronteiras é mais um importante marco para o Brasil e estamos honrados em fazer parte fornecendo o estado da arte em tecnologia, desenvolvida em território nacional, e soluções para o controle de tráfego aéreo que contribuirão ainda mais com a soberania do país”, afirma o CEO Omnisys Luiz Henriques. 

Sobre a Omnisys
A Omnisys é uma empresa brasileira de alta tecnologia com larga experiência nos mercados civil, espacial, defesa e segurança. Sediada em São Bernardo do Campo (SP), a empresa possui mais de 200 funcionários e forte atuação nos segmentos de controle de tráfego aéreo, defesa aérea, eletrônica de mísseis, guerra eletrônica, sonares, cargas úteis para satélites, entretenimento em voo, além de serviços.

Em 2006, a Omnisys tornou-se subsidiária do Grupo Thales, sendo referência com seu Centro de Excelência de Radares de Gerenciamento de Tráfego Aéreo, com produção para o mercado nacional e internacional, tendo já produzido cerca de 65 equipamentos, com mais de 60% da produção destinada à exportação. Os radares fabricados no Brasil estão em operação em diversos países da Europa, América Latina e Ásia. Ainda, a Omnisys provê localmente todo o suporte técnico necessário para assegurar a alta taxa de disponibilidade dos equipamentos, incluindo a manutenção preventiva e corretiva, suporte técnico em campo e treinamento de manutenção e de operação.

18 agosto, 2020

Dez novas empresas são credenciadas pelo Setor de Indústria de Defesa

 

 

*LRCA Defense Consulting - 18/08/2020

O Ministério da Defesa (MD) credenciou mais dez novas empresas do setor de Defesa, decorrente das deliberações da 31ª Reunião da Comissão Mista da Indústria de Defesa (CMID), fórum de mais alto nível na política da Base Industrial de Defesa (BID). Na ocasião da 31ª CMID, presidida pelo Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Tenente-Brigadeiro Raul Botelho, houve a aprovação de cinco Empresas de Defesa (ED) e cinco Empresas Estratégicas de Defesa (EED).

Novas Empresas de Defesa - ED
- Intelbras S.A. Industria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira
- Adkl Zeller Eletro Sistemas Ltda
- Clemar Engenharia Ltda
- Ruag Industria e Comercio de Munições Ltda
- Saab Aeronáutica Montagens S.A.
- Saab Sensores e Serviços Brasil Ltda.

Novas Empresas Estratégicas de Defesa - EED
- CEI Controles Eletrônicos Inteligentes Ltda
- Coplatex Industria e Comercio de Tecidos Ltda
- Emiter Telecomunicações Ltda
- GTF Comércio de Peças e Serviços Ltda
- Lavrita Eng Cons e Equip Inds Ltda

O Secretário de Produtos de Defesa, Marcos Degaut, por meio do Departamento de Produtos de Defesa, vem implementando celeridade nos processos da CMID, com a finalidade de contribuir no esforço que o MD empenha diante da pandemia.

Em função do incentivo a novos credenciamentos, o segmento conta com a homologação de 104 Empresas Estratégicas de Defesa (EED), 27 Empresas de Defesa (ED), 670 Produtos Estratégicos de Defesa (PED) e 107 Produtos de Defesa (PRODE).

O resultado apresentado vem viabilizando uma economia significativa ao orçamento do Ministério da Defesa e das Forças Armadas, uma vez que o Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa (RETID) permite incentivos às aquisições no setor, além de possibilitar processos de licitações especiais que se revestem em vantagem competitiva para as empresas credenciadas.

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