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abril 11, 2021

Taurus: radiografia completa da empresa em sete lives de 2021


*LRCA Defense Consulting - 11/04/2021

Em sete lives, todas realizadas a partir de 17 de março deste ano, conheça a Taurus Armas, multinacional brasileira que, em três anos, fez um histórico turnaround em todos os seus processos e sistemas, inclusive na área da Comunicação Social, e inaugurou as lives de informação ainda no 1T20, revolucionando a forma com que dirigentes de uma empresa de capital aberto se comunicam com analistas, acionistas, clientes e demais interessados.

Por meio delas, será possível realizar uma ampla radiografia do momento atual da empresa e de suas perspectivas futuras, passando por assuntos palpitantes como: resultados do 4T20 e de 2020; joint venture (JV) na Índia; JV de carregadores; aumento da produção no Brasil e nos EUA; solução do endividamento; dividendos; pedidos em carteira (backorder); Covid-19; parceria com a Imbel; Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/EUA; Projeto Condomínio (ampliação da unidade gaúcha); ramp-up da unidade americana; Pistola GX4 e lançamento de diversas outras armas; consequências para a empresa da vitória democrata nos EUA; tamanho e influência do mercado brasileiro; etc.

 
 

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abril 10, 2021

Trujet, companhia aérea da Índia, vai comprar 54 Embraer E2s e 54 Airbus A220s, diz novo investidor


*ch-aviation - 09/04/2021

Apenas uma semana depois que a empresa de investimentos Interups, com sede em Nova York, comprou 49% das ações da TruJet (2T, Hyderabad Int'l ), a transportadora regional está supostamente em negociações com a Airbus e a Embraer para adquirir cinquenta e quatro A220s e cinquenta e quatro E190-E2s, pedidos que devem ser finalizados até o final de maio.

Laxmi Prasad, presidente da Interups, que afirma administrar ativos no valor de US $ 10 bilhões nos Estados Unidos, disse ao site indiano de notícias de negócios online Moneycontrol que a companhia aérea pretende expandir sua rede na Índia e no exterior, enquanto também se aventura em outros segmentos como parte do que ele afirmou que era um plano de US $ 1,9 bilhão para a companhia aérea.

“Planejamos expandir os serviços para todo o país, no exterior, e entrar em segmentos como carga, fretamento privado e serviços de ambulância por helicóptero. Estaremos operando em grande escala ”, disse ele.

“Reservamos US $ 1,89 bilhão para o investimento planejado na Air India (AI, Mumbai Int'l ). Isso não está acontecendo agora. Gostaríamos de colocar esse dinheiro neste investimento. Isso será nos próximos três anos ”, elaborou.

A expansão da frota impulsionaria a Trujet a competir com companhias aéreas como a AirAsia India, GoAir e Vistara. De acordo com a ch-aviation, o Hyderabad Int'l opera atualmente apenas sete aeronaves com uma idade média de 9,6 anos - cinco ATR72-500 s e dois ATR72-600 s - em um rede de 23 rotas domésticas indianas, muitas delas cidades de Nível II sob o Esquema de Conectividade Regional (RCS) / Ude Desh ka Aam Naagrik (UDAN), o esquema de desenvolvimento de conectividade aérea regional do governo indiano.

Em fevereiro de 2021, a Trujet tinha uma participação de mercado na Índia de 0,6%, ante 0,7% no mesmo mês do ano anterior.

“A Embraer fornecerá três aeronaves a cada dois meses. O acordo com a Airbus verá uma aeronave chegando a cada 1,5 mês, ou no máximo nove aviões por ano. Então, pode demorar cerca de seis anos para o pedido da Airbus ser entregue, menor para a Embraer ”, explicou Prasad.

Questionado pela ch-aviation para discorrer sobre os dois pedidos esperados e a decisão de ir com uma frota dividida, Prasad disse: “Esperamos finalizar a colocação do pedido nos próximos 45 dias. Nossa escolha de dividir o requisito é por razões estratégicas centrais e, com as devidas desculpas, não posso divulgar nossa matriz de decisão sobre isso.”

Ele disse à Moneycontrol que “Airbus e Embraer já identificaram algumas aeronaves. E com a adição desses, isso nos levará a [uma frota de] 21 quase imediatamente. ”

De acordo com as regras impostas ao setor de aviação, as transportadoras indianas devem ter pelo menos 20 aeronaves na frota antes de iniciar as operações internacionais.

Prasad disse que "estaremos totalmente envolvidos na gestão" da Trujet e que ele estava em processo de nomear um ex-presidente-executivo "e um anterior chefe de tecnologia" da Indian Airlines, que se fundiu com a Air India em 2007. Ele também projetou que seu plano veria Hyderabad emergir como um centro significativo, acrescentando: “Tenho uma conexão emocional com Hyderabad, pois foi aqui que cresci”.

Embraer auxilia no desenvolvimento do transporte aéreo privado para vacinas contra a Covid-19


*LRCA Defense Consulting - 10/04/2021

À medida que a demanda pelo transporte de vacinas contra a Covid-19 aumenta em todo o mundo, a Embraer divulgou informações técnicas para auxiliar clientes em como seus jatos executivos podem ser adaptados para transportar o imunizante. Devido à pandemia, operadores estão considerando a possibilidade de usar aeronaves da Embraer para esse fim. Atualmente, há mais de 1.400 jatos executivos da Embraer em operação em mais de 70 países.

“A Embraer está profundamente comprometida no combate à Covid-19, fornecendo informações técnicas para clientes de diversos segmentos, sempre com o principal objetivo de auxiliar e melhorar as operações,” disse Sérgio Cunha, Diretor de Serviços Técnicos & Suporte a Produtos da Embraer. “Estas informações técnicas irão auxiliar os clientes a desenvolver procedimentos para o transporte de uma grande quantidade de vacinas contra a Covid-19.”

A Embraer realizou testes e simulações para definir adequadamente as características e requisitos de carga em relação às especificações técnicas para o transporte das vacinas, considerando as diferenças entre cada aeronave. O transporte destes imunizantes requer temperaturas baixas, as quais são alcançadas com o uso de gelo seco.
 
Os documentos divulgados pela Embraer incluem orientações para os modelos de jatos executivos da Embraer: Phenom 100 e Phenom 100EV, Phenom 300 e Phenom 300E, Legacy 450 e Legacy 500, Praetor 500 e Praetor 600, Legacy 600, Legacy 650 e Legacy 650E, e Lineage 1000 e Lineage 1000E.
 
Em dezembro de 2020, a Embraer divulgou orientações técnicas para auxiliar clientes de aeronaves comerciais a definir corretamente as características e os requisitos de carga para o transporte das vacinas contra a Covid-19. Mais recentemente, a Embraer também divulgou orientações para aplicação de luzes UV-C para higienização do cockpit, assim como desinfetantes de longa duração para o interior das aeronaves.
 
A Embraer também aprovou o uso de MicroShield360™ e Bacoban®, sistemas desinfetantes preventivos de longa duração que, quando aplicados no interior das aeronaves, inibem continuamente o crescimento de microrganismos, vírus e bactérias.
 
A Embraer também divulgou um Boletim de Serviços que permite aos operadores das aeronaves ERJ 145 a instalação dos filtros HEPA de alta eficiência, que já são padrão de série em todas as versões das famílias de E-Jets e de E-Jets E2 de jatos comerciais.
 
Os filtros HEPA são extremamente eficientes, capturando 99,97% das partículas transportadas pelo ar e outros contaminantes biológicos, como bactérias, vírus e fungos. Essa tecnologia também está disponível nos jatos executivos da Embraer, com os filtros HEPA sendo padrão nos jatos Praetor. A combinação desses novos recursos com os já existentes equivale a um maior nível de proteção para os passageiros. 
 
*Com informações da Embraer

Kryptus fala sobre o Blockchain na estrutura de Carimbo do Tempo da ICP-Brasil


*Crypto ID - 31/03/2021

Segundo artigo publicado recentemente no portal do CryptoID, o ITI - Instituto Nacional de Tecnologia de Informação noticiou que a Kryptus foi a vencedora de licitação para o fornecimento de sistema que abrigará o novo protocolo de carimbo do tempo com a adoção da tecnologia de blockchain. Kryptus fornecerá novo sistema de carimbo de tempo da ICP-Brasil

De imediato, a perspectiva de uso pelo governo desta tecnologia gerou curiosidade acerca do projeto. Várias questões surgiram, uma vez que, embora o foco no carimbo do tempo tenha sido explicitado, usos adicionais também poderiam ser incorporados ao sistema futuramente.

Conrado Porto Lopes Gouvêa, especialista em criptografia e desenvolvedor de software na Kryptus. 

Para obtermos mais informações sobre o tema, conversamos com Conrado Porto Lopes Gouvêa, especialista em criptografia e desenvolvedor de software na Kryptus. 

Crypto ID: A primeira questão diz respeito à tecnologia em si que será adotada neste blockchain. Será adotado um padrão dentre os mais utilizados atualmente, como o Hyperledger, o Ethereum, o Polkadot, dentre tantos outros? Ou será desenvolvido um internamente totalmente novo?

Conrado Gouvêa: As novas normas do ITI prevêem o uso do framework Hyperledger.

Porém, é importante ressaltar que o blockchain é apenas um componente da nova arquitetura de carimbo de tempo especificada pelo ITI. Ela também prevê que cada Autoridade de Carimbo de Tempo mantenha um log contendo carimbos de tempo, registros de sincronização de relógio e de auditoria.

Esse log possui uma estrutura criptográfica (Árvore de Merkle) que impede que o log seja editado, de forma que somente é possível adicionar entradas no log. Tal mecanismo, de certa forma, também é similar ao blockchain. Ele foi inspirado pelo sistema de Certificate Transparency utilizado pelas Autoridades Certificadoras da infraestrutura de chaves públicas da web.

Crypto ID: Uma segunda questão é sobre o escopo do projeto: será utilizada apenas a funcionalidade de carimbo do tempo do Blockchain ou serão registrados nele os dados relevantes, assinaturas (e identidade digital) e hashs dos documentos que recebam o carimbo de tempo? 

Conrado Gouvêa:  A finalidade do blockchain na solução é o armazenamento seguro dos logs mencionados anteriormente, e não serve como fonte de tempo dos carimbos de tempo. A fonte de tempo continua sendo o Sistema de Auditoria de Sincronismo mantido pelo ITI, com o qual todos os sistemas de carimbo de tempo são sincronizados.

As autoridades de carimbo de tempo terão que periodicamente enviar seus logs para serem registrados no blockchain. Esse log registrará carimbos de tempo, informações de sincronização de relógio e de auditoria. O carimbo de tempo, por definição, contém somente o hash do documento sendo carimbado. Dessa forma, documentos, assinaturas e certificados de usuários não serão registrados nem no log, nem no blockchain.

Crypto ID: A terceira questão. Assumindo que o blockchain não será de nó único, central, é sobre o tipo de rede, pública ou privada, que será adotada. Ou seja, os nós participantes da rede serão de uso exclusivo das ACT (Autoridades de Carimbo de Tempo) ou outras partes interessadas também terão acesso?

Conrado Gouvêa:  Até onde sabemos, esse aspecto em particular ainda não foi definido pelo ITI. Mas deduzimos que a rede será pública (todos poderão ler), mas somente as Autoridades de Carimbo de Tempo poderão adicionar itens no blockchain.

Crypto ID: O blockchain tem um carimbo de tempo que é registrado em cada bloco que é fechado. Os nós da rede do blockchain têm que estar todos sincronizados, senão o fechamento de blocos fica corrompido e para de funcionar. Este mecanismo de carimbo de tempo no Blockchain se baseia no timestamp Unix, que conta milissegundos a partir de 01/01/70. Correto? Desta forma, o mecanismo de carimbo de tempo do blockchain substituirá o sistema atual de coleta desses dados no observatório nacional?

Conrado Gouvêa: Como mencionado, a fonte de tempo continua sendo o Sistema de Auditoria e Sincronismo do ITI, que por sua vez é sincronizado com o Observatório Nacional.

Crypto ID: Será permitido o uso do blockchain para outras finalidades das partes interessadas, como as de registro de dados de contratos / documentos com dados anonimizados?

Conrado Gouvêa: As normas do ITI prevêem o uso do blockchain somente para o armazenamento seguro dos logs das Autoridades de Carimbo de Tempo.

Crypto ID: Caso de rede de acesso público, qual o mecanismo de consenso que será adotado para garantir a integridade dos registros no blockchain?

Conrado Gouvêa: A leitura pode ser pública, mas a escrita no blockchain somente é feita por Autoridades de Carimbo de Tempo.

Essa entrevista foi realizada pelo colunista do Crypto ID Fernando Taboas.

Fernando é especialista em Blockchain e tecnologias de Segurança da Informação relacionadas ao Mercado Financeiro e de Saúde.

abril 09, 2021

O maior transformador já produzido pela WEG será utilizado na África


*LRCA Defense Consulting - 09/04/2021

Com peso de 348 toneladas cada, os dois transformadores são produzidos na unidade fabril de Blumenau (SC) e serão incorporados ao sistema de transmissão de energia elétrica da região Sul do continente africano. 

Os benefícios desses transformadores incluem robustez, flexibilidade e confiabilidade do sistema de alimentação, contribuindo diretamente para o desenvolvimento da economia local, além de serem urgentemente necessários para ajudar a minimizar o atual déficit de energia na região e ampliar os investimentos. para a geração de alimentação complementar. Considerados os maiores já produzidos pela WEG, esses transformadores possuem potência nominal de 500.000 kVA e classe de tensão de 400.000 V.

O embarque da primeira unidade está previsto para o início de abril deste ano e a segunda em maio, antes dos termos contratuais acordados. O tempo de trânsito da fábrica no Brasil até o destino final na África é estimado em 60 dias.

Além de possuir fábricas para outros produtos no continente africano, a WEG também está presente localmente com duas fábricas de transformadores, ambas localizadas próximo a Joanesburgo, na África do Sul, que produzem e abastecem o mercado local com transformadores da classe de tensão 145kV.

“A WEG fortalece sua posição no mercado local com a entrega pontual desses transformadores de 500 MVA, necessários para minimizar a escassez de energia elétrica na região. Todo o fornecimento, que contou com a colaboração de nossa equipe sul-africana, reforça o compromisso da WEG com o desenvolvimento de nossos colaboradores e a interação de competências, bem como com o desenvolvimento do país ”, afirma Jan-Frederik Viljoen, Diretor da WEG Transformadores África.

*Com informações da WEG.

Primeira loja Platinum Partner do PRLO Taurus & CBC será inaugurada em Fortaleza

*LRCA Defense Consulting - 09/04/2021

A primeira loja qualificada como Platinum Partner, nível mais alto do Programa de Relacionamento com o Lojista (PRLO) - lançado recentemente pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e pela Taurus -, será inaugurada este mês em Fortaleza (CE), sendo referência no segmento de armas e munições devido à estrutura, à oferta de serviços e a comercialização exclusiva de produtos CBC e Taurus.

O Programa de Relacionamento com o Lojista foi criado baseado nas melhores práticas de mercado para o fortalecimento da relação com as lojas parceiras e consumidores com o objetivo de aumentar a exposição, participação e expansão das marcas CBC e Taurus, por meio de uma rede de distribuição qualificada, com diferentes níveis e características em produtos e serviços. O foco na qualificação das lojas, por meio de padrões pré-definidos, está na satisfação, conveniência e na experiência dos clientes.

"O Brasil vive um momento incrível no que se refere ao mercado de armas e munições. A indústria nacional desenvolveu este programa no momento certo. O Grupo Sniper atua há 23 anos no ramo. Nós acreditamos nesse novo cenário de crescimento do setor e fizemos o investimento no momento adequado para poder oferecer as melhores vantagens aos nossos clientes. É um privilégio sermos qualificados como a primeira loja Platinum do país. A expectativa é que possamos atender aos consumidores mais exigentes do estado do Ceará, que eles encontrem todos os produtos que necessitam em um ambiente seguro e confortável para a prática do tiro", afirma a sócia proprietária do Grupo Sniper, Amanda Fruet.

Além do comércio de armas e munições, a loja conta com acessórios de caça e tiro esportivo, cursos de tiro, avaliações para registro de armas, documentação, serviço de despachante, linha de tiro e ambientes diferenciados, como lanchonete e espaço para o fornecimento de informações sobre os produtos e instrução para o uso.

"Por meio do programa de relacionamento pretendemos qualificar este ano 350 lojas de um total de mais de 1.700 no Brasil categorizadas em três níveis diferentes: Platinum Partner, Diamond Partner e Gold Partner. E esta é a primeira delas no Brasil. A ideia é construir um hub de lojas capazes de proporcionar tudo o que o cliente precisa para uma excelente experiência de compra", afirma o Diretor Comercial & Marketing da CBC, Paulo Ricardo Gomes.

Para conhecer o programa em detalhes, o lojista CBC Taurus deve contatar o consultor de vendas de sua região: www.cbc.com.br/servico-ao-cliente 



Instituto sueco mostra o Brasil como 20º no ranking mundial de exportação de armas e 37º na importação

Clique na imagem para baixar o relatório do SIPRI

 
*LRCA Defense Consulting - 08/04/2021

De acordo com um relatório publicado pelo SIPRI (Stockholm International Peace Research Institute) em março de 2021 e repercutido pelo site Zona Militar, os cinco maiores exportadores de armas em 2016-2020 foram os Estados Unidos, Rússia, França, Alemanha e China. Os cinco maiores importadores de armas foram Arábia Saudita, Índia, Egito, Austrália e China.

Os cinco maiores fornecedores de armas durante esse período - Estados Unidos, Rússia, França, Alemanha e China - responderam por 76% de todas as exportações de armas do mundo. A França teve o maior aumento nas exportações de armas entre os cinco primeiros. As exportações de armas dos EUA e da Alemanha também cresceram, enquanto as exportações de armas da Rússia e da China diminuíram.

As exportações de armas dos EUA cresceram 15 por cento entre 2011-15 e 2016-2020, aumentando sua participação global de 32 por cento para 37 por cento. Os Estados Unidos entregaram armas importantes a 96 estados em 2016-2020, um número muito maior de recipientes do que qualquer outro fornecedor. Em 2016-2020, as exportações totais de armas dos EUA foram 85 por cento maiores do que as da Rússia, o segundo maior exportador, em comparação com 24 por cento a mais em 2011-15.

Em 2016-2020, a Rússia entregou armas importantes a 45 países e foi responsável por 20% do total das exportações globais de armas. A Índia permaneceu como o maior receptor de armas russas em 2016-2020, respondendo por 23% do total, seguida pela China (18%) e Argélia (15%).

As exportações de armas combinadas dos estados membros da União Europeia (UE) representaram 26% do total mundial em 2016-20, a mesma porcentagem de 2011-15. Os cinco maiores exportadores de armas da Europa Ocidental, França, Alemanha, Reino Unido, Espanha e Itália, juntos representaram 22% das exportações globais de armas em 2016-2020, em comparação com 21% em 2011-15.

Brasil
No ranking dos países exportadores, o Brasil aparece na 20ª posição, tendo, como principais destinos: Afganistão (26%), Fraça (21%) e Chile (10%).

Como importador, o País aparece na 37ª posição, e seus principais fornecedores seriam: França (23%), Estados Unidos (21%) e Reino Unido (20%).

O relatório considerou as entregas pendentes de 35 aeronaves de combate da Suécia, cinco submarinos da França e quatro fragatas da Alemanha.

O Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo se autodefine como "um instituto internacional independente dedicado à pesquisa de conflitos, armamentos, controle de armas e desarmamento. Estabelecido em 1966, fornece dados, análises e recomendações, com base em fontes abertas, para formuladores de políticas, pesquisadores, mídia e o público interessado".

Ressalva-se que importação e exportação de armamentos são assuntos de caráter confidencial em boa parte das negociações acontecidas, exceto quando a empresa tem capital aberto e é obrigada a divulgar seus dados, como Embraer e Taurus por exemplo, ou quando os dois lados optam em divulgar os negócios por terem algum interesse nessa divulgação.

Sendo assim, por desconhecer quais foram as "fontes abertas" em que se baseou o SIPRI, esta Consultoria não tem condições de ratificar ou retificar os dados desse relatório, limitando-se a divulgá-los.

Maiores exportadores e seus principais destinos

Maiores importadores e seus principais fornecedores

*Com informações de Zona Militar.

CEO da Taurus explica os resultados da empresa, considerados como "surpreendentes e impressionantes"


*Investing.com - 08/04/2021

Mesmo com as dificuldades enfrentadas no país no último ano, a Taurus​, fabricante brasileira de armas, registrou crescimento de 500% do lucro líquido no quarto trimestre. 

O CEO da empresa, Salesio Nuhs, conta ao Investing.com como são os protocolos de controle contra o vírus dentro das fábricas e como a companhia conseguiu aumentar a capacidade de produção, mesmo em cenário de escassez de matérias-primas.

Entre outras informações e esclarecimentos sobre os "surpreendentes e impressionantes" resultados da empresa - como os números do 4T20 e do ano de 2020 foram definidos por vários analistas, Salesio afirmou que a Taurus tem um carteira de pedidos (backorder) de mais de 2,2 milhões de armas e que pretende entregar essas armas ainda em 2021, via aumento de produtividade no Brasil e aceleração do ramp-up na unidade americana.



abril 08, 2021

EUA: vendas de armas aumentam com auxílio emergencial e plano de controle de armas de Biden, em meio a tiroteios em massa

*LRCA Defense Consulting - 08/04/2021

Nenhuma das medidas de controle de armas anunciadas hoje nos EUA atinge diretamente as armas produzidas e/ou comercializadas pela Taurus Armas nesse país (pistolas, revólveres e rifles Puma), bem como são também inócuas para os demais fabricantes e importadores americanos.

Na verdade, foi "muita fumaça e pouco fogo", pois as medidas, embora anunciadas com muita pompa e um belo palavrório, são bastante modestas para o que pretendiam os democratas mais radicais.

Dando o tom do tamanho do problema que terá que enfrentar e da incapacidade de o Presidente dos Estados Unidos estabelecer normas mais rígidas sobre o tema, Biden disse saber que terá muitas dificuldades para aprovar medidas restritivas no Congresso e admitiu que a questão do controle de armas era "difícil".

Como comentou uma pessoa ligada a esta editoria, segue "tudo como dantes no quartel de Abrantes".

Medidas gerais de controle de armas divulgadas hoje:
- restringir "armas fantasmas" (fabricação caseira por meio de kits e sem número de registro), bem como de extensores/estabilizadores para pistolas serem usadas como rifles;
- norma da "bandeira vermelha" para retirar armas de pessoas sabidamente ou com suspeita de estar em crise;
- publicação de relatório anual sobre tráfico de armas;
- nomeação de David Chipman para chefiar a Agência de Alcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF).

Vendas de armas aumentam com o estímulo e o plano de controle de armas de Biden, em meio a tiroteios em massa

*Forbes - 01/04/2021

Os compradores, utilizando "cheques de estímulo" [auxílio emergencial], estavam comprando armas de fogo com novo frenesi em março, enquanto os horríveis tiroteios em massa levaram o presidente Biden a reiterar ao Congresso seu pedido de proibição de armas de assalto.

“Honestamente, março passado foi absolutamente insano”, disse Tiffany Teasdale, dona da Lynnwood Gun em Lynnwood, Washington. “Tínhamos uma espera de duas horas quase diariamente para simplesmente entrar em nossa loja.” 

As verificações de antecedentes federais para vendas de armas atingiram um novo recorde mensal em março, alimentadas por compradores de armas com cheques de estímulo de $ 1.400. As verificações de antecedentes federais totalizaram 4,69 milhões em março de 2021, informou o Federal Bureau of Investigation na quinta-feira.

Isso é um salto de cerca de 10% em relação a março de 2020, quando a pandemia varreu os Estados Unidos, estimulando um aumento nas vendas de armas enquanto os americanos buscavam autoproteção durante surtos de agitação civil, incluindo protestos pela morte de George Floyd durante uma prisão policial. O ano passado foi um recorde para verificações de antecedentes do FBI, totalizando 39,69 milhões.

Este ano está a caminho de superar 2020, com base em verificações de antecedentes federais, que não são o mesmo que vendas de armas, mas servem como o representante nacional mais próximo. Os varejistas de armas entrevistados pela Forbes atribuíram o aumento nas vendas de março aos cheques de estímulo.

“Assim que o dinheiro do estímulo saiu, as pessoas voltaram a comprar”, disse Teasdale. “Os clientes vinham reclamando e delirando sobre o dinheiro do estímulo que acabaram de receber e como o Tio Sam os está ajudando a comprar mais armas.” 

Muitos americanos estavam comprando pistolas e espingardas para autoproteção. Muitos outros estavam comprando AR-15 para tentar chegar à frente de Biden, acreditando que ele cumprirá sua ameaça de banir as armas de assalto.

Março também foi marcado por uma série de tiroteios em massa, incluindo a morte de quatro pessoas, inclusive uma criança, em um complexo de escritórios da Califórnia em 31 de março, a morte de 10 pessoas em um supermercado em Boulder, Colorado em 23 de março, e a morte de 8 pessoas, incluindo seis descendentes de asiáticos, nos spas da área de Atlanta em 17 de março.

O plano de Biden é restringir as armas de assalto como a pistola AR-556 de Sturm, Ruger que foi supostamente usada pelo atirador de Boulder. Mas a violência também gerou um aumento nas vendas de armas, e os varejistas relataram que estão vendo mais compradores de armas asiático-americanos em busca de proteção contra crimes de ódio.

Desde o início da pandemia, mais de 8,4 milhões de americanos compraram armas pela primeira vez, de acordo com estimativas do grupo da indústria de armas, National Shooting Sports Foundation.

“Os americanos continuam a votar com suas carteiras quando se trata da posse legal de armas de fogo”, disse Mark Oliva, diretor de relações públicas do NSSF. “As checagens de antecedentes de março mostram que a exigência do presidente Biden de proibir os AR-15 e a pressão dos democratas para promulgar leis que negariam aos americanos seus direitos está em desacordo com a Main Street, EUA”

As compras de armas levaram à escassez de munições em todo o país. Todos os varejistas de armas entrevistados pela Forbes estão racionando as compras de munição e alguns calibres não estão disponíveis.

Os varejistas de armas dizem que seus clientes estão comprando pistolas semiautomáticas compactas de marcas populares como Glock, Smith & Wesson e Taurus. Eles também estão comprando rifles semiautomáticos de estilo tático, que os defensores do controle de armas e os reguladores federais chamam de armas de assalto e que as empresas de armas preferem chamar de rifles esportivos modernos, ou MSRs. O NSSF estima que haja mais de 20 milhões de MSRs em circulação.

Após os recentes tiroteios em massa, Biden, um democrata dono de armas, pediu um retorno à proibição de armas de assalto que expirou em 2004 depois que seu limite de 10 anos acabou. Essa proibição forçou os rifles de assalto a perderem certas características definidoras, como o cabo da pistola e o cabo da baioneta, e limitou a capacidade do carregador em 10 cartuchos.

Isso é um pouco diferente do que Biden tem proposto, que é exigir que todos os proprietários de armas de assalto as registrem de acordo com a Lei Nacional de Armas de Fogo, que prolonga o processo de verificação de antecedentes de minutos para meses e adiciona um imposto de US$ 200,00. Os proprietários que não obedecerem podem entregar seus rifles em um programa nacional de recompra de armas.

Má notícia para fabricantes de fuzis
De qualquer forma, é uma má notícia para os fabricantes de armas AR-15, incluindo Smith & Wesson, Sig Sauer, Heckler & Koch, Knight's Armament, Lewis Machine & Tool, Franklin Armory, Daniel Defense, Noveske e Barrett, para citar alguns. 
Mas, por enquanto, o espectro do controle de armas está impulsionando as vendas.

“Grandes produtores de armas de fogo, como Smith & Wesson e Sturm, Ruger continuam a maximizar seus níveis de rendimento de produção em suas cadeias de abastecimento para melhor atender à historicamente forte demanda do consumidor”, disse Rommel Dionisio, analista da indústria de armas da Aegis Capital Corp.

Ele disse que a demanda está sendo impulsionada pelos "temores dos consumidores em relação à legislação de controle de armas, após os comentários recentes do presidente Biden em defesa do aumento das restrições regulatórias". Ele disse que a Smith & Wesson obtém cerca de 20% de suas vendas e lucros dos AR-15s, portanto, uma proibição "certamente seria significativa para eles".

Uma proibição de armas de assalto poderia eventualmente espremer pequenos lojistas como Al Tawil, dono da Towers Armory, uma loja de armas em Oregon, Ohio. Ele faz seus próprios AR-15 para vender em sua loja e atirar em seu alcance. Ele disse que estava tendo vendas recordes depois que os cheques de estímulo foram lançados, e agora ele sente que está competindo contra o plano de controle de armas de Biden.

“Precisamos aumentar a produção de ARs, tentar fazer o máximo que pudermos”, disse ele. “Poderíamos produzir de 50 a 60 por semana.”

Mas quão séria é a ameaça Biden?
Seu predecessor democrata, o presidente Obama, tentou, sem sucesso, conseguir que um projeto de lei de controle de armas fosse aprovado em 2013, após o notório tiroteio em massa no ano anterior, onde 26 alunos e educadores foram mortos na Escola Elementar Sandy Hook em Newtown, Connecticut. Foi usada naquele tiroteio uma marca que a Franklin Armory comprou no ano passado da Remington como parte de seu processo de falência Capítulo 11.

“Eu acredito que cria medo e pânico comprar ARs e e outras armas de alto poder de fogo, bem como carregadores de alta capacidade”, disse Brandon Wexler, proprietário da Wex Gunworks em Delray Beach, Flórida, quando questionado sobre o plano de controle de armas de Biden. “As vendas de AR foram extremamente fortes no último mês.”

Carregadores de alta capacidade têm sido usados em tiroteios em massa porque tornam mais fácil disparar sem recarregar. Isso os torna um alvo principal no plano de controle de armas de Biden, ao mesmo tempo que impulsiona as vendas. Mas Wexler não está preocupado com uma proibição.

“No final do dia, eu pessoalmente acredito que não vai dar certo”, disse ele. “Eu acredito que o negócio vai explodir completamente com isso.”


Atech, em parceria com a CISCEA, entrega novo sistema de informações meteorológicas

 

*LRCA Defense Consulting - 08/04/2021

A CISCEA (Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo) recebeu, recentemente, o novo Sistema OPMET: um sistema totalmente web e amigável que será utilizado pelos previsores do CIMAER (Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica) e observadores de todo o Brasil, com garantia de qualidade das mensagens meteorológicas em tempo real.

Com a implantação do sistema, o Brasil tornou-se o primeiro país da região CAR/SAM (Caribe e América do Sul) a aderir ao novo modelo de mensagens IWXXM 3.0, definido como padrão mundial pela Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO) desde novembro de 2020.

O OPMET tem como principal função a recepção, a seleção, o armazenamento e o envio automático de informações meteorológicas para os destinatários predeterminados visando garantir planos de voo mais seguros. O sistema OPMET anterior usado no Brasil ainda está em funcionamento de forma paralela ao recém implantado. No entanto, já é possível perceber grandes benefícios gerados pelo formato IWXXM, como redução do tamanho dos arquivos trafegados na rede e maior facilidade de compreensão por parte dos usuários.

A evolução propiciada pelo advento do novo OPMET vem associada ao uso da internet, que permite o recebimento e o envio das mensagens meteorológicas. Cabe destacar que, mesmo com o uso da internet, o sistema ainda mantém o trâmite regular de mensagens por meio do AMHS (Sistema de Tratamento de Mensagens ATS), possibilitando o acesso das mensagens meteorológicas por mais de um canal.

O NOVO OPMET foi desenvolvido pela Atech (Grupo Embraer) em parceria com a CISCEA. O sistema permite o compartilhamento de informações meteorológicas com simplicidade e segurança, em formato digital, XML, de acordo com o novo modelo SWIM (System Wide Information Management), atendendo aos protocolos IWXXM da ICAO.

“A modernização do OPMET integra a série de ações da CISCEA que visam, por meio do emprego de soluções de alta tecnologia, aumentar a segurança e reduzir os custos operacionais do tráfego aéreo”, disse o Chefe da Divisão Operacional da CISCEA, Major Gladulich.

“A qualidade e a disponibilidade informações meteorológicas impactam diretamente a segurança dos deslocamentos e a definição das rotas aéreas. O sistema desenvolvido pela Atech, em parceria com a CISCEA, é de alta tecnologia e torna-se um aliado fundamental nos processos de tomada de decisão em aeroportos, aeronaves em voo e outros agentes do transporte aéreo”, afirma Marcos Resende, Diretor de Negócios ATM da Atech. 


O sistema apresenta arquitetura baseada em uma plataforma integrada, que inclui uma infraestrutura de hardware de alta disponibilidade e uma aplicação de software dedicada, permitindo que os provedores de serviços de navegação aérea (ANSP) tenham informações meteorológicas de qualidade e altamente disponíveis.

A solução da Atech oferece ainda uma série de recursos e relatórios avançados, que podem ser acessados remotamente por meio de serviços web, garantindo acesso rápido a informações meteorológicas para todos os envolvidos nas operações aéreas.

O Presidente da CISCEA, Major-Brigadeiro do Ar Sérgio Rodrigues Pereira Bastos Junior, explica que “o fato de o Brasil ser pioneiro na implantação do IWXXM na região CAR/SAM constata que estamos caminhando junto aos países de maior destaque no que tange aos sistemas de informações operacionais de meteorologia, ratificando a visão do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) em ser reconhecido como referência global em segurança, fluidez e eficiência no gerenciamento e controle integrado do espaço aéreo. O OPMET proporcionará aos usuários uma nova experiência na confecção e disseminação das mensagens meteorológicas”.


*Com informações da Atech


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