Comitiva liderada pelo Tenente-Brigadeiro Mauro Bellintani visitou a planta de Jacareí (SP) e acompanhou de perto a produção do motor-foguete S50, propulsor do VLM-1
*LRCA Defense Consulting - 19/08/2026
A Avibras Aeroco recebeu, nesta terça-feira (18/08), em sua planta de Jacareí (SP), a visita institucional do Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Tenente-Brigadeiro do Ar Mauro Bellintani. A comitiva reuniu ainda o Vice-Diretor do DCTA, Major-Brigadeiro do Ar Eric Breviglieri; o Chefe do Subdepartamento Técnico, Brigadeiro Engenheiro Fernando Benitez Leal; e o Chefe da Assessoria de Relações Institucionais, Coronel Aviador R/1 José Antonio Botture Júnior.
O objetivo do encontro foi apresentar às autoridades da Força Aérea Brasileira (FAB) a capacidade produtiva e tecnológica da empresa, com ênfase na fabricação do motor-foguete S50, principal propulsor do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1). Trata-se do maior motor-foguete já produzido no País, carregado com 12 toneladas de propelente sólido. Entre as tecnologias empregadas está o uso de fibra de carbono na produção do envelope-motor, solução que reduz o peso do conjunto e eleva sua eficiência estrutural.
O VLM-1 é um projeto estratégico da FAB, desenvolvido em parceria com o Centro Aeroespacial Alemão, e integra o Programa Nacional de Atividades Espaciais. Além da apresentação da linha produtiva, a visita serviu para alinhar o andamento de projetos já em execução e discutir perspectivas para novas iniciativas conjuntas nas áreas de Defesa e Espaço. Em nota, a Avibras Aeroco agradeceu a visita e reafirmou a parceria de longa data mantida com a FAB.
A visita ocorre em um momento de renovação no comando do DCTA. Bellintani assumiu a Direção-Geral do órgão em março de 2026, ao receber o cargo do Tenente-Brigadeiro Ricardo Augusto Fonseca Neubert, em cerimônia presidida pelo então Comandante da Aeronáutica. Antes de chegar à direção máxima do Departamento, Bellintani ocupou a Vice-Direção do DCTA, posição em que já havia acompanhado de perto o relacionamento institucional com empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do Vale do Paraíba.
O vínculo entre a Avibras Aeroco e o DCTA em torno do motor S50 é anterior à visita desta semana. A empresa foi contratada pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), organização subordinada ao DCTA, ainda em dezembro de 2016, para industrializar e produzir oito motores S50 destinados ao VLM-1 e ao veículo suborbital VS-50. O programa avançou por sucessivas etapas de qualificação ao longo dos anos seguintes, entre elas os ensaios estruturais do envelope-motor e, em outubro de 2021, o primeiro ensaio de tiro em banco do propulsor, realizado nas instalações da própria empresa em São José dos Campos (SP).
Para a Avibras Aeroco, a manutenção do diálogo institucional com a nova direção do DCTA tem peso estratégico: o S50 é considerado por analistas do setor um ativo de dupla aplicação, já que sua tecnologia de propulsão sólida também é compatível, em tese, com uso em mísseis de médio e longo alcance. Isso reforça o valor do motor não apenas para o Programa Espacial Brasileiro, mas para o próprio adensamento da Base Industrial de Defesa nacional.
A Avibras Aeroco recebeu, nesta terça-feira (18/08), em sua planta de Jacareí (SP), a visita institucional do Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Tenente-Brigadeiro do Ar Mauro Bellintani. A comitiva reuniu ainda o Vice-Diretor do DCTA, Major-Brigadeiro do Ar Eric Breviglieri; o Chefe do Subdepartamento Técnico, Brigadeiro Engenheiro Fernando Benitez Leal; e o Chefe da Assessoria de Relações Institucionais, Coronel Aviador R/1 José Antonio Botture Júnior.
O objetivo do encontro foi apresentar às autoridades da Força Aérea Brasileira (FAB) a capacidade produtiva e tecnológica da empresa, com ênfase na fabricação do motor-foguete S50, principal propulsor do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1). Trata-se do maior motor-foguete já produzido no País, carregado com 12 toneladas de propelente sólido. Entre as tecnologias empregadas está o uso de fibra de carbono na produção do envelope-motor, solução que reduz o peso do conjunto e eleva sua eficiência estrutural.
O VLM-1 é um projeto estratégico da FAB, desenvolvido em parceria com o Centro Aeroespacial Alemão, e integra o Programa Nacional de Atividades Espaciais. Além da apresentação da linha produtiva, a visita serviu para alinhar o andamento de projetos já em execução e discutir perspectivas para novas iniciativas conjuntas nas áreas de Defesa e Espaço. Em nota, a Avibras Aeroco agradeceu a visita e reafirmou a parceria de longa data mantida com a FAB.
A visita ocorre em um momento de renovação no comando do DCTA. Bellintani assumiu a Direção-Geral do órgão em março de 2026, ao receber o cargo do Tenente-Brigadeiro Ricardo Augusto Fonseca Neubert, em cerimônia presidida pelo então Comandante da Aeronáutica. Antes de chegar à direção máxima do Departamento, Bellintani ocupou a Vice-Direção do DCTA, posição em que já havia acompanhado de perto o relacionamento institucional com empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do Vale do Paraíba.
O vínculo entre a Avibras Aeroco e o DCTA em torno do motor S50 é anterior à visita desta semana. A empresa foi contratada pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), organização subordinada ao DCTA, ainda em dezembro de 2016, para industrializar e produzir oito motores S50 destinados ao VLM-1 e ao veículo suborbital VS-50. O programa avançou por sucessivas etapas de qualificação ao longo dos anos seguintes, entre elas os ensaios estruturais do envelope-motor e, em outubro de 2021, o primeiro ensaio de tiro em banco do propulsor, realizado nas instalações da própria empresa em São José dos Campos (SP).
Para a Avibras Aeroco, a manutenção do diálogo institucional com a nova direção do DCTA tem peso estratégico: o S50 é considerado por analistas do setor um ativo de dupla aplicação, já que sua tecnologia de propulsão sólida também é compatível, em tese, com uso em mísseis de médio e longo alcance. Isso reforça o valor do motor não apenas para o Programa Espacial Brasileiro, mas para o próprio adensamento da Base Industrial de Defesa nacional.

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