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quinta-feira, agosto 04, 2022

Embraer reduz dívida e carteira de pedidos firmes está no maior nível pós-pandemia


*LRCA Defense Consulting - 04/08/2022

A Embraer divulgou hoje (04) o balanço relativo ao segundo trimestre de 2022 (2T22), e o acumulado do ano até o final de junho (1S22).

Apesar da retração de alguns indicadores, devida pricipalmente à conjuntura mundial negativa para o setor, o mercado entendeu como positiva a situação atual da empresa e preferiu focar nos pontos positivos e em suas perspectivas futuras. Com isso, às 14h11, o preço de suas ações se valorizava em cerca de 5,88%.

Destaques
A carteira de pedidos firmes (backlog) encerrou o 2T22 em US$ 17.8 bilhões (+US$ 0.5 bilhão comparado ao 1T22). Este é o maior nível pós-pandemia, impulsionado por um nível de pedidos consistente. O anúncio recente de 20 pedidos firmes de E195-E2 pela Porter será incluído no backlog do 3T22.

A margem bruta consolidada reportada no 2T22 foi de 22,9%, superior aos 18,2% reportado no 2T21, com melhoria na comparação com o ano anterior na maioria dos segmentos devido ao mix de produtos, aumento de preços e a performance operacional em geral, incluindo eficiências tributárias.

EBIT e o EBITDA ajustados foram de R$ 409,2 milhões e de R$ 622,8 milhões, respectivamente, levando a margem EBIT ajustada de 8,1% e margem EBITDA ajustada de 12,3%. A forte recuperação do EBIT Ajustado no 2T22 em comparação ao 1T22 foi impulsionada pela melhor eficiência de produção, custos e preços na Aviação Comercial e Executiva, que levou ao aumento de receita e margem bruta.

No 2T22, a Embraer apresentou lucro líquido ajustado (excluindo-se impostos diferidos e itens especiais) de R$ 199,8 milhões e lucro por ação ajustado de R$ 0,27.

O Fluxo de Caixa Livre (FCL) no 2T22 teve um superávit de R$ 486,2 milhões, que representou uma melhora significativa em relação a R$ 215,7 milhões no fluxo de caixa livre no 2T21, suportado pelo desinvestimento das instalações de Évora e pelo IPO da EVE, que compensam as necessidades de capital de giro e a estratégia de gestão de passivos.  

A Companhia encerrou o trimestre com dívida total de R$ 6.273,7 bilhões, ou R$ 0,611 bilhões menor quando comparado ao 1T22 e em linha com a estratégia de melhoria da nossa estrutura de capital e gestão de passivos.

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