Pesquisar este portal

Mostrando postagens com marcador Nauru 500C ISR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nauru 500C ISR. Mostrar todas as postagens

16 maio, 2026

Alto escalão da Marinha visita XMobots e reforça parceria estratégica em drones nacionais

Almirante de esquadra e contra-almirante estiveram em São Carlos para conhecer os sistemas Nauru 100D, 500C e 1000C; relação entre a força naval e a empresa já inclui contrato vigente, testes operacionais com fuzileiros navais e acordo de R$ 40 milhões firmado com a Petrobras. 


*
LRCA Defense Consulting - 16/05/2026

A XMobots, maior fabricante de drones da América Latina e empresa 100% nacional que conta com participação minoritária da Embraer, recebeu esta semana uma das visitas institucionais de maior peso já realizadas por representantes das Forças Armadas brasileiras a uma empresa privada de defesa. Segundo divulgação da própria companhia no LinkedIn, uma comitiva da Marinha do Brasil formada pelo Almirante de Esquadra Edgar Luiz Siqueira Barbosa, Diretor-Geral do Material da Marinha (DGMM); pelo Contra-Almirante Alexandre Veras Vasconcelos, Diretor da Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM); e pelo Capitão de Corveta Leonardo Rabetim de Oliveira, assistente do DGMM, visitou a sede da empresa em São Carlos (SP) para conhecer suas capacidades fabris, operacionais e de engenharia.

As fotos divulgadas mostram os oficiais sendo apresentados aos três modelos da família Nauru voltados à defesa: o Nauru 100D, drone tático de 9 kg projetado para missões de inteligência, vigilância, aquisição de alvos e reconhecimento (ISTAR); o Nauru 500C ISR, primeiro VTOL híbrido certificado pela Anac para voos além da linha de visada (BVLOS); e o Nauru 1000C ISTAR, plataforma de 150 kg já em uso pelo Exército Brasileiro e pela própria Marinha para missões de vigilância e reconhecimento de fronteiras e de áreas marítimas.

No comunicado, a XMobots descreveu o encontro como uma oportunidade de "aproximar as parcerias já existentes em projetos estratégicos", indicação de que a visita não representou uma aproximação inicial, mas o aprofundamento de uma relação institucional já consolidada.

Uma parceria construída em etapas
O interesse da Marinha pelos sistemas da XMobots tem raízes anteriores à visita desta semana. Em outubro de 2024, a força naval recebeu formalmente o drone Nauru 500C, rebatizado internamente como RQ-2, fruto de um acordo com Shell Brasil, CLS Brasil e XMobots para desenvolvimento de sistemas de busca e salvamento marítimo. O equipamento foi incorporado ao 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1), vinculado ao Corpo de Fuzileiros Navais.

Em dezembro do mesmo ano, a Marinha ativou o Esquadrão de Drones Táticos de Esclarecimento e Ataque do Corpo de Fuzileiros Navais, demonstrando o compromisso institucional da força com a incorporação de sistemas não tripulados ao seu arsenal. E em janeiro de 2026, XMobots, Marinha do Brasil e Petrobras assinaram acordo de cooperação técnica no âmbito do projeto MMRE (Monitoramento Marítimo com Recursos Embarcados), com investimento total de R$ 40 milhões. O objetivo é adaptar os drones da família Nauru para operar a partir de navios em movimento, além de apoiar o monitoramento ambiental da Amazônia Azul e o combate ao tráfico no mar territorial brasileiro.

O projeto prevê adaptações significativas nos sistemas dos drones para suportar as condições severas do ambiente marítimo - salinidade elevada, umidade extrema, ventos fortes - além do desenvolvimento de algoritmos que permitam pousos e decolagens a partir de embarcações em movimento, como fragatas e navios-patrulha. Os testes de validação estão sendo realizados na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (RJ) e a bordo de embarcações da própria Marinha.

 

Fuzileiros navais testam o Nauru 100D na Marambaia
Paralelamente ao projeto MMRE, o drone tático Nauru 100D passou por avaliação operacional conduzida pelo Corpo de Fuzileiros Navais no Centro de Avaliação da Ilha da Marambaia (CADIM), na Baía de Sepetiba (RJ). Segundo relato da própria XMobots, o sistema foi submetido a voos diurnos e noturnos com rastreamento de embarcações, identificação de alvos com câmeras térmicas e eletro-ópticas, além de testes de facilidade de montagem e transporte.

A comitiva de avaliação reunia representantes do Batalhão de Combate Aéreo do Corpo de Fuzileiros Navais (BtlCmbAe) e do EsqdQE-1, além de pessoal das áreas de compras e materiais da força. O evento foi coordenado pelo Capitão de Mar e Guerra (FN) Carlos Alexandre Tunala da Silva, gerente de drones do Comando do Material de Fuzileiros Navais, que em fevereiro de 2026 já havia visitado a sede da XMobots em São Carlos para uma avaliação institucional prévia. Os resultados dos testes na Marambaia foram descritos internamente como "muito positivos".

O interesse dos fuzileiros navais pelo Nauru 100D tem explicação operacional direta. Em missões anfíbias, o sistema pode ser lançado a partir de embarcações para mapear praias de desembarque, identificar posições inimigas e transmitir imagens ao comandante da operação antes mesmo do primeiro fuzileiro pisar em terra. Com peso de 9 kg, montagem em menos de três minutos e operação por dois soldados, o drone oferece consciência situacional em tempo real sem expor pessoal a riscos desnecessários. Sua tecnologia de decolagem e pouso vertical (eVTOL) elimina a necessidade de pistas ou catapultas, o que é especialmente relevante para operações em ambientes costeiros, fluviais e insulares.

 

Tecnologia 100% nacional em um contexto geopolítico de urgência
O aprofundamento da relação entre a Marinha e a XMobots ocorre num momento em que os conflitos contemporâneos, sobretudo o da Ucrânia, reescreveram as doutrinas militares globais sobre o uso de drones. O que antes era tratado como recurso auxiliar passou a ser reconhecido como elemento central do campo de batalha moderno. Enxames de aeronaves não tripuladas saturaram sistemas de defesa antiaérea, drones FPV de baixo custo destruíram blindados avaliados em milhões de dólares, e sistemas de reconhecimento definiram batalhas ao fornecer coordenadas precisas para artilharia.

Nesse contexto, a escolha por tecnologia 100% nacional tem valor estratégico que vai além do custo. Um sistema cujos componentes dependem de fornecedores estrangeiros pode ter seu suprimento interrompido por sanções econômicas, embargos ou decisões comerciais de outros governos. A XMobots é hoje a única empresa brasileira com domínio vertical completo da cadeia de desenvolvimento de drones: hardware, software, sensores e inteligência artificial são todos produzidos internamente, com taxa de nacionalização próxima a 90% dos componentes.

Fundada em 2007 em São Carlos (SP) com foco inicial no agronegócio, a empresa acumula hoje mais de 700 colaboradores, entre os quais cerca de 60 engenheiros de pesquisa e desenvolvimento. É classificada como a 6ª maior fabricante de drones do mundo e a maior da América Latina, segundo a plataforma Drone Industry Insights. Desde 2022, conta com participação minoritária da Embraer em seu capital. Em paralelo, firmou acordo com a europeia MBDA para desenvolver uma versão armada do Nauru 1000C equipada com mísseis Enforcer, o que seria o primeiro sistema de arma aéreo não tripulado genuinamente brasileiro.

Do reconhecimento ao combate: o horizonte que a Marinha também avalia
Embora as parcerias formais firmadas até agora com a Marinha estejam centradas em vigilância, reconhecimento e monitoramento ambiental, a XMobots já tornou públicos dois conceitos que ampliam o escopo operacional da plataforma Nauru 100D. O primeiro é a versão UCAV (Unmanned Combat Aerial Vehicle), que prevê capacidade de ataque de precisão com munição de alto explosivo (HE) e carga antitanque (HEAT), correção de trajetória em tempo real e, sobretudo, retorno à base para rearmamento e novas missões, diferenciando o sistema das chamadas munições vagantes (drones kamikazes), descartadas no impacto.

O segundo conceito, chamado de Swarm (enxame), prevê o lançamento simultâneo de até 30 aeronaves a partir de um contêiner de 20 pés instalado em um caminhão ou navio. Três delas seriam destinadas ao reconhecimento e identificação de alvos por inteligência artificial; as outras 27, ao ataque coordenado e autônomo. O alcance do sistema variaria entre 120 km e 340 km, dependendo da versão. Ambos os conceitos estão em fase de desenvolvimento e validação, e a empresa declarou ter iniciado a fabricação de um lote-teste de 20 sistemas, com pedidos iniciais já recebidos.

Para a Marinha, o potencial dessas versões avançadas é considerável. Um enxame lançado de um navio poderia saturar defesas inimigas em operações de projeção de poder ou em cenários de defesa do litoral, enquanto as unidades de reconhecimento forneceriam inteligência em tempo real ao comandante da operação, uma doutrina que, até poucos anos, era exclusividade de potências como Estados Unidos e Israel.

 

O significado da visita atual
A presença do Diretor-Geral do Material da Marinha - um almirante de esquadra, o posto mais alto da hierarquia operacional abaixo do Comandante da Marinha - em uma visita técnica a um fabricante privado é um evento fora do comum. O DGMM é o responsável máximo pela cadeia logística e de material de toda a força naval, incluindo a aprovação de sistemas e equipamentos a serem incorporados ao inventário da Marinha. Sua presença em São Carlos, ao lado do Diretor da Aeronáutica da Marinha, sinaliza que as conversações entre a força e a XMobots alcançaram um nível institucional que vai além de projetos pontuais.

A Amazônia Azul, com os cerca de 5,7 milhões de km² de águas jurisdicionais sobre as quais o Brasil reivindica direitos soberanos, permanece como o principal vetor desta aproximação. Monitorar uma área desse porte com meios exclusivamente tripulados é operacionalmente inviável e economicamente insustentável. Drones com autonomia de até 10 horas, alcance de 60 km e capacidade de operar a partir de navios em movimento representam um multiplicador de força concreto para uma marinha que precisa vigiar fronteiras líquidas de dimensões continentais.

A decisão de incorporar novas plataformas da XMobots ao inventário da Marinha ainda depende de processos formais de aquisição, aprovação orçamentária e prioridades estratégicas. Mas a sequência de eventos dos últimos meses: contrato vigente, testes operacionais bem-sucedidos, acordo de R$ 40 milhões assinado e agora uma visita de alto escalão, sugere que o caminho entre interesse e aquisição nunca esteve tão curto.

06 fevereiro, 2026

Do campo de batalha ucraniano à indústria brasileira: XMobots adota impressão 3d industrial na vanguarda da defesa nacional

Parceria estratégica com SKA e HP coloca fabricante brasileira de drones no seleto grupo de países que dominam manufatura aditiva para aplicações militares 


*LRCA Defense Consulting - 06/02/2026

Enquanto a Ucrânia revoluciona a guerra moderna com drones produzidos em impressoras 3D espalhadas por fábricas secretas próximas à linha de frente, o Brasil dá um salto estratégico na mesma direção, mas com uma vantagem: a capacidade de construir essa tecnologia crítica em ambiente controlado, antes que seja necessário utilizá-la sob pressão de conflito.

A XMobots, maior fabricante de drones da América Latina, acaba de consolidar uma parceria que posiciona o país na fronteira tecnológica da manufatura aditiva para defesa. A aliança com a SKA Automação de Engenharias, representante da HP no Brasil, traz para o chão de fábrica brasileiro impressoras 3D industriais de última geração, a mesma tecnologia que tem permitido à Ucrânia produzir milhares de drones por mês em condições extremas.

Da linha de frente ao laboratório industrial
Na Ucrânia, a guerra transformou a impressão 3D de promessa em infraestrutura crítica. Empresas como Wild Hornets operam fazendas de impressoras (dezenas de equipamentos Bambu Lab e Elegoo funcionando 24 horas por dia) para produzir componentes de drones interceptadores Sting que combatem os Shaheds iranianos. A Wild Hornets afirma ter neutralizado 1.738 ativos inimigos no valor de US$ 1,69 bilhão, incluindo 448 UAVs adversários.

Outras fabricantes ucranianas, como a TAF Drones, operam instalações secretas no oeste da Ucrânia onde mais de 100 funcionários produzem cerca de 1.000 drones diariamente usando tecnologias de manufatura que incluem impressoras 3D. O país já produz mais de quatro milhões de drones anualmente, estabelecendo novos paradigmas para a indústria global.

O modelo ucraniano demonstrou que a impressão 3D permite iteração em ciclos curtíssimos: imprimir, montar, testar e modificar projetos quase em tempo real. Um protótipo que funciona hoje pode ser ajustado até amanhã, com peças impressas localmente ou provenientes de fornecedores regionais, comprimindo ciclos de desenvolvimento que poderiam levar anos na fabricação aeroespacial tradicional em questão de semanas.

Essa agilidade não passou despercebida pelas forças da OTAN. O Tenente-Coronel Ben Irwin-Clark, comandante do 1º Batalhão Irish Guards do Exército Britânico, afirmou que a decisão de investir em produção interna de drones foi "definitivamente uma lição que aprendemos da Ucrânia". Os britânicos já imprimiram seu primeiro corpo completo de drone e treinam 78 soldados como pilotos ou instrutores.

XMobots: da prototipagem à produção em série
É nesse contexto global que a parceria entre XMobots, SKA e HP ganha relevância estratégica. Durante visita recente à fábrica em São Carlos (SP), representantes da SKA conheceram a integração das impressoras HP de última geração aos processos produtivos da empresa, uma tecnologia ainda rara no Brasil.

Participaram do encontro Jeisiane Valério, COO da XMobots, e Gabriel Setim Porto Alegre, vice-presidente de Programas, além de Paulo Ricardo, gerente de Projetos e Manufatura; Gustavo Francisco Nuñez Reyna Junior, gerente de P&D em Sistemas Elétricos e Eletrônicos; e Gustavo Sulino, supervisor de Produção Mecânica.

A XMobots deixou de usar impressão 3D apenas como ferramenta de prototipagem para tratá-la como pilar central da manufatura de seus sistemas de defesa. Com a SKA como parceira tecnológica, a empresa acessa um ecossistema de softwares, processos e materiais que permitem fabricar em série componentes de alta precisão, com repetibilidade e rastreabilidade, exatamente o tipo de requisito que diferencia um laboratório experimental de uma linha de produção militar certificada.

A família Nauru: casos de uso da Manufatura Aditiva
As soluções aplicam-se diretamente ao desenvolvimento dos drones da família Nauru, especialmente os modelos Nauru 100D ISTAR, Nauru 500C ISR e Nauru 1000C ISTAR, plataformas táticas pensadas para missões de inteligência, vigilância, reconhecimento e aquisição de alvos.

O Nauru 1000C ISTAR, por exemplo, é o drone VTOL (decolagem e pouso vertical) de categoria 2 selecionado pelo Exército Brasileiro para missões de monitoramento de fronteiras. Com envergadura de 7,7 metros, autonomia de 10 horas e capacidade de carga útil de 18 kg, o sistema integra sensores eletro-ópticos, infravermelho, telêmetro laser e sistemas SAR e GMTI para vigilância.

A XMobots também firmou parceria com a MBDA, maior empresa europeia de mísseis, para desenvolver a versão armada do Nauru 1000C com mísseis Enforcer Air, tornando-o o primeiro drone brasileiro a integrar capacidade de ataque guiado de precisão.

A impressão 3D industrial entra como facilitadora em diversos pontos críticos:

  • Produção de carenagens, suportes internos, pods de sensores e estruturas secundárias complexas: geometrias que seriam inviáveis ou extremamente custosas com processos tradicionais;
  • Redução de ferramental, gabaritos e dispositivos de montagem, acelerando a entrada em produção;
  • Iteração rápida de novas geometrias, hardpoints, dutos e layouts internos, encurtando drasticamente o ciclo entre projeto e validação em campo. 

Drone Nauru 1000C, da XMobots, armado com mísseis Enforcer Air produzidos pela MBDA

Manufatura Aditiva para defesa: casos globais
A adoção da impressão 3D pela indústria de defesa não é novidade nos países desenvolvidos. A HP anunciou recentemente a disponibilidade geral do material HP 3D HR PA 11 Gen2 para seus sistemas Multi Jet Fusion, oferecendo até 80% de reusabilidade de pó e até 40% de redução nos custos variáveis de peças, confirmando sua prontidão para componentes aeroespaciais, de defesa e energia.

A HP também lançou sua primeira impressora industrial de filamento, a HP IF 600HT, projetada especificamente para materiais de alta temperatura para fabricar peças complexas para ambientes exigentes como aeroespacial e defesa.

Empresas como BMW, John Deere e Schneider Electric já utilizam as impressoras HP Multi Jet Fusion para produção em série de componentes finais, não apenas protótipos. Na defesa, a tecnologia permite produzir desde brackets e jigs até peças estruturais certificadas para voo.

Soberania tecnológica em defesa
Para o Brasil, a parceria XMobots–SKA–HP representa mais do que um avanço tecnológico pontual. Ela sinaliza:

- Soberania industrial em um dos segmentos mais críticos da defesa contemporânea, reduzindo dependência de cadeias externas para modificações ou lotes especiais de componentes;

- Alinhamento com as melhores práticas que emergem do "laboratório de guerra" ucraniano, mas adaptadas à realidade de um grande país em paz, com capacidade de construir essa infraestrutura em ambiente controlado;

- Capacidade de resposta rápida a novas demandas das Forças Armadas e de clientes internacionais, uma vantagem competitiva crucial em mercados onde o tempo de desenvolvimento determina contratos.

Fundada em 2007 e incubada no CIETEC-USP, a XMobots emprega hoje cerca de 700 funcionários e é líder no desenvolvimento de aeronaves remotamente pilotadas na América Latina, ocupando o 6º lugar no ranking mundial da Drone Industry Insights. A empresa recebeu investimento da Embraer em 2022, consolidando sua posição estratégica no setor aeroespacial brasileiro.

Drone Nauru 500C

O futuro da guerra... e da indústria
Enquanto a Ucrânia demonstra que a impressão 3D pode sustentar produção quase artesanal, mas em grande escala de drones militares, a XMobots mostra que o Brasil é capaz de transformar essa lógica em política industrial: uma fábrica digital de defesa, com robôs industriais, linhas seriadas e manufatura aditiva integrada.

Em um cenário em que a próxima geração de conflitos será protagonizada por enxames de drones projetados, fabricados e modificados em ciclos cada vez mais curtos, ter uma XMobots conectada à SKA e à HP, dominando impressão 3D industrial no Brasil, é jogar na mesma liga de quem hoje redefine a guerra na Ucrânia, só que com a vantagem de construir essa capacidade desde já, em ambiente controlado, para quando o país precisar.

A mensagem é clara: o Brasil não está apenas observando a revolução da manufatura aditiva na defesa. Está construindo, em São Carlos, um dos pilares dessa nova era.


Sobre a XMobots
Fundada em 2007, a XMobots é a maior fabricante de drones do Brasil e da América Latina, com sede em São Carlos (SP). A empresa desenvolve 100% da tecnologia presente em seus produtos: mecânica, hardware, software e inteligência artificial. Com aproximadamente 700 funcionários, a XMobots atende os mercados de agricultura, defesa, segurança pública e geotecnologia.

Sobre a SKA Automação de Engenharias
A SKA é representante oficial da HP no Brasil para soluções de impressão 3D industrial, oferecendo consultoria técnica, implementação de processos e suporte especializado para manufatura aditiva em diversos segmentos industriais.

Sobre a HP 3D Printing
A HP é líder global em soluções de manufatura aditiva, com tecnologias Multi Jet Fusion (MJF) e Metal Jet que atendem indústrias aeroespacial, automotiva, de bens de consumo e defesa. A empresa investe continuamente em novos materiais e plataformas para expandir as aplicações de impressão 3D na produção industrial em série.

Postagem em destaque