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30 maio, 2022

Embraer antecipa meta ESG com compra de energia elétrica 100% renovável

Pela primeira vez na história, empresa fecha negociação para compra de energia elétrica de fonte renovável para diminuir suas emissões de carbono.
Meta de 100% de energia renovável no Brasil foi antecipada de 2025 para 2024.


*LRCA Defense Consulting - 30/05/2022

A Embraer anunciou hoje (30) que fechou contrato de compra de energia elétrica que assegura que 100% da eletricidade adquirida pela companhia no Brasil seja de fontes renováveis a partir de 2024. Com esta ação, a Embraer antecipa em um ano o compromisso público anunciado pela empresa, previsto inicialmente para 2025.

Com a aquisição do Certificado de Energia Renovável (CER) para 2024, a Embraer vai zerar as emissões de carbono “Escopo 2” no Brasil, passando a comprar toda a eletricidade utilizada de fontes solar e eólica, além de contribuir para o crescimento do mercado de energia renovável. Em 2021, a Embraer consumiu cerca de 170.000 MWh globalmente, a maior parte deste consumo (67%) no Brasil.

“Esta ação representa um novo marco para a empresa e reforça o compromisso da Embraer com as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) na transição para um modelo de negócio de baixo carbono”, afirmou Carlos Alberto Griner, Vice-Presidente de Pessoas, ESG e Comunicação da Embraer. “ESG é um dos pilares do nosso plano estratégico e temos um programa amplo com diversas frentes e estamos buscando todas as oportunidades para acelerar a redução das nossas emissões de carbono”.  

Em agosto do ano passado, a Embraer anunciou metas ESG como parte de seu compromisso com um futuro sustentável. As metas incluem operações neutras em carbono até 2040, 100% de utilização de energia renovável até 2025 no Brasil, que acaba de ser antecipada para 2024, e nas operações globais até 2030, além de maior adoção de combustível sustentável de aviação (SAF) e desenvolvimento de tecnologias e produtos de baixa ou zero emissão de carbono, como propulsão elétrica, híbrida, SAF e hidrogênio.  

08 janeiro, 2022

Fontes renováveis: Bolsonaro sanciona lei que prevê descontos até 2045 em micro e minigeração

Bolsonaro sanciona lei sobre energia solar com subsídios até 2045


*Portal R7 - 07/01/2022

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, nesta sexta-feira (7), projeto de lei que trata do marco regulatório para a geração distribuída de energia. O texto aborda o uso de fontes renováveis para produção energética, em especial solar e eólica, além de subsídios aos consumidores.

A proposta estabelece regras para a microgeração e a minigeração distribuída de energia e permite aos consumidores produzir a própria energia a partir de fontes renováveis, como: solar fotovoltaica, eólica, de centrais hidrelétricas e de biomassa.

De acordo com o marco, cria-se o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. Nesse sistema, a unidade consumidora pode injetar na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida, e ficar com crédito de energia para ser utilizado quando o consumo for superior à sua geração.

As novas regras de tarifação serão aplicadas gradualmente, prevendo dois regimes de transição: um aplicável aos consumidores que já possuem a geração distribuída e o outro àqueles que solicitarem adesão em até 12 meses a partir da publicação desta lei.

O projeto sancionado prevê a manutenção, até 2045, do desconto na conta de luz, que é concedido atualmente pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), para as unidades geradoras de energia que injetam na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida.

Já os consumidores do segundo grupo se submeterão a uma regra de transição que implicará a gradual redução dos benefícios até 2029. De acordo com o texto, a taxação será de 15% em 2023; de 30% em 2024; de 45% em 2025; de 60% em 2026; de 75% em 2027; e de 90% em 2028.

Segundo o Palácio do Planalto, o novo regime foi instalado para viabilizar o desenvolvimento equilibrado dessa forma descentralizada de produção de energia, evitando que os custos da utilização sejam repassados aos demais consumidores do mercado.

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