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07 novembro, 2025

Energia limpa impulsiona crescimento da Embraer em território americano

 


*LRCA Defense Consulting - 07/11/2025

A Embraer, uma das líderes globais da indústria aeroespacial, anunciou hoje a ativação de seu maior projeto global de geração de energia solar, localizado na sede da Embraer Executive Jets em Melbourne, Flórida. Implementada em parceria com a Florida Power & Light Company (FPL), por meio do programa FPL SolarVantage, a instalação é um marco importante na jornada rumo ao objetivo da Embraer de operar com 100% de energia renovável em todas as suas unidades até 2030.

A instalação solar inclui mais de 1.900 painéis e é a primeira em uma unidade da Embraer nos Estados Unidos, projetada para compensar o consumo de energia no local. Com a expectativa de fornecer até 1.800 MWh anualmente – o suficiente para alimentar a maior parte da instalação do Centro de Atendimento ao Cliente da empresa –, o sistema representa uma iniciativa significativa para a redução da pegada de carbono da Embraer na América do Norte.

A Embraer aproveitará a energia solar em locais adicionais na Flórida, além da sede, participando também do programa SolarTogether da FPL. O serviço de assinatura voluntária permite que os clientes tenham acesso aos benefícios ambientais e financeiros da energia solar em larga escala. As unidades da Embraer envolvidas no programa poderão ter até 45% da energia que consomem anualmente fornecida pelos centros de energia solar da FPL, sem instalação nem manutenção de painéis solares, com potencial de compensar coletivamente cerca de 10 GWh em seu primeiro ano.

“Ao incluir fontes de energia renováveis em nossas instalações, estamos mais próximos de atingir as nossas metas de sustentabilidade, reforçando nosso compromisso com a inovação, que beneficia tanto nossos clientes quanto as comunidades em que operamos”, afirma a vice-presidente de Pessoas, ESG e Comunicação na Embraer, Andreza Alberto. “Esperamos expandir esse projeto para além de nosso Centro de Atendimento ao Cliente, incluindo instalações adicionais em nosso campus de Melbourne e outros locais da Flórida”.

Essa expansão destaca o compromisso da Embraer com a sustentabilidade e a inovação, alinhado à estratégia ESG corporativa, que inclui a adoção e o uso crescente de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) nas operações de voo nas instalações de Melbourne.

22 janeiro, 2025

Embraer inicia seu maior projeto global de geração de energia solar na sede de Aviação Executiva em Melbourne, na Flórida


*LRCA Defense Consulting - 22/01/2025

A Embraer, uma das líderes globais na indústria aeroespacial, anunciou hoje que está trabalhando em conjunto com a Florida Power & Light Company (FPL) para expandir o uso de energia renovável nas unidades industriais dos Estados Unidos, com a instalação de painéis solares em Melbourne. 

Este é o primeiro e o maior projeto de geração de energia solar da Embraer dentre todas as suas operações globais. Instalados em Melbourne, Flórida, na sede da Embraer Aviação Executiva, esses painéis solares de última geração ampliarão o uso de energia renovável pela empresa. Essa iniciativa reforça o compromisso da Embraer em atingir a meta de operar com 100% de sua energia proveniente de fontes renováveis até 2030, em todas as suas instalações globais. 

“Esse projeto representa um grande marco para a nossa companhia. Ele significa nosso compromisso com o futuro da aviação sustentável e a nossa dedicação ao crescimento sustentável. Ao reconhecer a urgência da crise climática, entendemos a importância da transição para uma economia de zero carbono. A necessidade de adaptar o nosso setor a esse novo contexto apresenta uma oportunidade significativa de crescimento e inovação”, afirma Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer. 

“Nossos clientes nos consideram uma referência em tecnologia de última geração e inovação, seja no ar ou no solo. A transição de uma parte significativa do consumo de energia do nosso campus de Melbourne para um modelo mais sustentável irá melhorar nossa eficiência operacional, garantindo que nossos jatos executivos, líderes do setor, sejam respaldados por uma infraestrutura tão avançada quanto as próprias aeronaves”, disse Michael Amalfitano, presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. 

O programa FPL SolarVantage facilita a adoção do uso de energia renovável por empresas como a Embraer, oferecendo uma solução para geração de energia solar completa. O programa fornece uma variedade de estruturas solares customizadas para clientes comerciais e governamentais, incluindo coberturas, pavilhões, instalações solares em telhados e no solo, abrigos, bancos, mesas e árvores. Os clientes trabalham em estreita colaboração com a equipe da FPL para identificar e desenvolver uma solução adequada às suas instalações. O programa não exige investimento inicial e a FPL gerencia o projeto, a instalação e a manutenção do ativo solar durante a vigência do contrato. 

“Estamos muito felizes em dar as boas-vindas à Embraer ao nosso programa FPL SolarVantage com uma instalação solar projetada para ajudar a empresa a dar um passo significativo em direção às suas metas de sustentabilidade”, diz Tim Oliver, vice-presidente de Desenvolvimento para a FPL. “Parabenizamos o comprometimento da Embraer com as fontes de energia que irão ajudar a manter o ar e a água limpos, hoje, e pelos próximos anos”. 

A instalação solar, que conta com mais de 1.900 painéis, será a primeira em uma unidade industrial da Embraer nos EUA capaz de compensar o consumo de energia no local. Os painéis solares têm a capacidade de fornecer até 1.800 MWh/ano – o que representa a maior parte da energia necessária para alimentar as instalações do Centro de Atendimento ao Cliente da empresa. 

Desde 2021, quando a Embraer anunciou as novas metas ambientais como parte de seus compromissos de ESG, a companhia continuou priorizando alternativas de energias mais limpas, incluindo a adoção e o aumento no uso de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) em operações de voo a partir de suas instalações em Melbourne, Flórida. 

A instalação dos painéis solares no local irá trazer energia livre de emissões para o campus da Embraer Aviação Executiva, com previsão de início das operações até o final de 2025.

15 dezembro, 2023

WEG fornece transformadores de grande porte para usina solar fotovoltaica

 

*LRCA Defense Consulting - 15/12/2023

O empreendimento que envolve o seccionamento da Linha de Transmissão 345kV Várzea de Palma 1 e Pirapora 2, tem como função fornecer energia às usinas fotovoltaicas Hélio Valgas (unidades 01 a 10), que compõe o complexo solar Hélio Valgas. Localizada em Várzea da Palma (MG), a UFV Hélio Valgas é a quinta maior usina solar do Brasil, com 662 MWp. Para a concretização desse projeto, a Comerc Energia, plataforma de soluções em energia e descarbonização, selecionou a WEG para fornecer todos os Equipamentos Elétricos, que compõe a Subestação Coletora e Seccionadora Várzea de Palma 4.

Fazem parte desse escopo, equipamentos elétricos de pátio para subestação, tais como disjuntor, chave seccionadora, para raio, transformadores de corrente, transformador de potencial, dois transformadores de distribuição com 150kVA 34,5kV/380V e outros dois transformadores de força, com 300.000kVA 345/34,5kV cada, projeto elétrico, todos os painéis do sistema completo de proteção e controle (SPCS), telecomunicações, e, além dos produtos, foi realizado o serviço de supervisão de montagem de todos os equipamentos e comissionamento da subestação.

Para proporcionar a entrega dos transformadores de força na subestação, foi necessário a realização de estudos de viabilidade para avaliar a possibilidade de transportá-los pela ponte situada sobre o Rio das Velhas devido ao peso dos equipamentos (cerca de 170 toneladas cada), além da inspeção subaquática para verificar as bases da ponte submersas no rio. A equipe técnica da WEG optou por realizar a entrega desses equipamentos por meio de uma rota alternativa, desviando da ponte, necessitando estender o trajeto em 60 km de estrada de chão. Dentre as adequações, podemos citar também, alargamento das vias, desligamento temporário de cabos de energia e reforço com chapas de aço em nove pontes.

Todo esse trabalho reforça a expertise da WEG de ponta a ponta, em que a área de subestações prezou pela eficiência e confiabilidade dos equipamentos fornecidos, bem como do serviço executado, desde o momento em que o material saiu da fábrica até o seu funcionamento no cliente, além do cuidado com a comunidade local próxima às obras. Para isso, a WEG conta com uma equipe dedicada na área de engenharia, estudos, projetos e execução e logística, garantindo segurança e confiabilidade em todo o processo e entregando a solução completa.

02 junho, 2023

WEG fornece transformadores personalizados para fazenda solar na África do Sul


*LRCA Defense Consulting - 02/06/2023

Uma instalação de geração de energia solar recentemente desenvolvida por uma mina de ouro sul-africana selecionou os transformadores WEG para atender à uma aplicação específica. Fatores como harmônicos ou ‘ruído’ no fluxo de corrente das aplicações solares fotovoltaicas (PV) requerem soluções singulares.

Neste local, onde estão sendo gerados 40 MW de energia renovável, a WEG forneceu dez transformadores personalizados de 5 MVA de potência unitária, todos fabricados na planta da WEG em Wadeville.

Nesta aplicação, os transformadores passarão de 690 V para 11 kV. O equipamento conta com uma configuração de entrada dupla e saída única, permitindo que um transformador seja alimentado por vários inversores de string por meio da entrada dupla.

Outra inovação do recente projeto fotovoltaico foi o uso de óleo de éster, em vez de óleo mineral para refrigerar os transformadores. Do ponto de vista ambiental, o óleo éster não corre o risco de contaminar o solo ou a água em caso de vazamento, sendo uma opção mais sustentável. No quesito operacional, também é capaz de suportar temperaturas mais altas sem se degradar.

Por se tratar de um óleo menos inflamável, ele também agrega segurança em relação a risco de explosões ou incêndio. O óleo éster também retém melhor o calor, moderando a temperatura dos enrolamentos do transformador.

16 agosto, 2022

Empresa brasileira cria telha à base de grafeno que transforma luz solar em energia elétrica

 

*Pensamento Verde - 15/08/2022

A Telite, empresa carioca que atua na indústria plástica, está propondo a reciclagem de plástico para a produção de telhas solares. Especialista em telhas, a empresa desenvolveu um modelo utilizando grafeno, que pode gerar energia solar.

A empresa tem como objetivo devolver à cadeia produtiva um novo produto desenvolvido a partir de resíduos gerados por residências, comércios e indústrias. Através de processos inteligentes, eles garantem que cada novo produto tenha uma vida útil sustentável, econômica e limpa.

Para fabricar as telhas, a empresa utiliza cerca de 150 toneladas de plástico reciclado por mês – retirado do meio ambiente por meio do seu programa de logística reversa. O material usado é o polietileno de alta densidade, que é impermeável, atóxico, resistente a altas temperaturas e não agride o meio ambiente.

A tecnologia aplicada para captação de luz solar permite que cada placa de telha, cujo tamanho é de 1,90m x 1,10m, tenha capacidade para gerar até 150 Kwh por mês. De acordo com a média nacional de consumo de energia, com apenas duas telhas será possível abastecer uma residência com energia elétrica pelo período de 30 dias.

Segundo a Telite, apenas quatro telhas podem gerar cerca de 30 quilowatts de eletricidade por mês, o suficiente para um mês para uma casa com sala, cozinha, dois quartos e um banheiro. A vida útil do equipamento é de até 80 anos.

Pesando 7kg e medindo pouco mais de 2m de comprimento, as placas possuem camadas que podem ser aplicadas em qualquer tipo e tamanho de telha, facilitando a instalação e cobrindo áreas maiores.


Elas também são capazes de absorver a energia solar em dias nublados e chuvosos sem afetar sua capacidade fotovoltaica. Os primeiros testes das telhas aconteceram em duas casas, uma no sudeste e outra no sul do país. Porém, a tecnologia ainda está em fase de certificação pelo Inmetro e continua sendo testada em diferentes regiões do país.

Os resultados da empresa são animadores: mais de 2.345 toneladas de materiais recicláveis foram coletados para a criação de produtos sustentáveis. Cerca de 25600 telhas foram produzidas a partir da reciclagem de plásticos e houve redução de 1.065.000,00 quilos de CO2 no planeta.

10 agosto, 2022

Em parceria com a WEG, Cocamar investe no mercado de energia solar

 


*O Maringá, por Marly Aires - 10/08/2022

A Cocamar Energia é o mais novo braço de negócios da Cocamar. Em parceria com a empresa Weg, líder no mercado e pioneira no fornecimento de soluções em energia fotovoltaica para o mercado brasileiro, a cooperativa passa a oferecer aos produtores rurais a opção de adquirir e montar em suas propriedades um sistema de energia solar de qualidade, com a garantia da Cocamar, promovendo uma economia de até 95% na conta de luz. O mesmo sistema é oferecido também para residências, comércios e até sistemas completos para grandes empresas e fábricas.

ESPECIALIZADA – Com uma equipe especializada, a Cocamar Energia não só fornece todos os tipos de equipamentos para cogeração de energia, mas também presta serviços de instalação, contando para isso com a equipe de integradores cinco estrelas da Weg, atendendo em toda a área de ação da Cocamar no norte e noroeste do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo.

QUALIDADE – “Os módulos são extremamente duráveis, com garantia que ultrapassa 25 anos. E com a Cocamar, a pessoa interessada conta com toda comodidade na instalação e o melhor suporte técnico. Os orçamentos são personalizados, conforme perfil de cada consumidor, com custos variando de acordo com o consumo e a geração estimados”, afirma o gerente Comercial de Insumos Renan Wilson Caetano.

CONDIÇÕES ESPECIAIS – Além da possibilidade de financiamento em instituições financeiras e no Plano Safra, os cooperados da Cocamar contam com condição de pagamento facilitada. Os produtores interessados podem entrar em contato com a sua unidade e falar com um dos especialistas da cooperativa.

TAXAÇÃO – Renan lembra que o momento de instalar um sistema de cogeração de energia solar é agora. A principal regra da nova lei de energia solar diz respeito ao pagamento de uma taxa, a Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição, que altera a composição da conta de luz e é conhecida como “taxação do sol”. Quem gera energia solar passa a pagar pelo uso da infraestrutura disponibilizada pela distribuidora nos períodos em que não há geração simultânea. Os que adquirirem o sistema depois de 5 de janeiro de 2023 serão incluídos na nova regra e os que já estiverem com o equipamento instalado é livre de taxação até 2045.

COMO FUNCIONA – Durante o dia, a luz solar é captada pelos módulos e convertida no inversor fotovoltaico em energia elétrica. Caso a energia não seja toda consumida, o excedente é enviado a rede, gerando créditos. Durante a noite a energia que foi enviada a rede pode ser utilizada no consumo.

09 julho, 2022

Brasileiros criam ônibus solar que já rodou mais de 100 mil km sem uma gota de combustível


*The Greenest Post, por Débora Spitzcovski - 08/07/2022

Em tempos de preços altíssimos dos combustíveis, pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica, da Universidade Federal de Santa Catarina, propõem uma possível solução para o problema: veículos movidos a energia solar.

O primeiro protótipo apresentado foi o do eBus, um ônibus que funciona a partir de eletricidade gerada pelo sol. 100% desenvolvido e montado no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marcopolo e Eletra, trata-se do primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica para funcionar.

A recarga acontece na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e é feita a cada conclusão de rota do eBus, que atualmente funciona para transportar alunos, professores e visitantes que frequentam o campus da Universidade Federal de Santa Catarina e vêm do Norte da Ilha de Florianópolis.
 
Além de garantir mobilidade sustentável, o ônibus é uma espécie de polo de pesquisa móvel, já que contribui para o levantamento de dados e para a análise de viabilidade da tecnologia nele instalada. A intenção dos estudantes é se aprofundar no funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar a tecnologia no transporte público de todo o Brasil. Já pensou?

O ônibus conta ainda com um Sistema de Frenagem Regenerativa, que garante que o movimento das rodas, bem como o freio do veículo, produzam energia cinética, que é transformada em eletricidade e devolvida às baterias do ônibus para que também possam contribuir para o seu funcionamento. Legal, né?

O eBus já rodou mais de 100 mil quilômetros sem uma gota de combustível – o equivalente a duas voltas e meia no mundo! – e promete ainda ter muita estrada pela frente. Que chegue a todo o Brasil!

22 maio, 2022

Grafeno - Indústria de telhas que geram energia vai iniciar obras em Quixadá


*Diário do Nordeste, por Victor Ximenes - 21/05/2022

Com investimento de R$ 15 milhões e previsão de gerar 100 empregos, a nova indústria de telhas de plástico da Telite no Ceará começa a sair do papel em junho.

No dia 30 do próximo mês, será lançada a pedra fundamental do empreendimento, chamado de Telite X Solar, em Quixadá.

Com o acréscimo do grafeno, essas telhas poderão gerar energia elétrica a partir da luz do sol, semelhante ao que ocorre com painéis fotovoltaicos.

O plástico a ser usado nas telhas será 100% reciclado, o que deve gerar demanda e renda para recicladores da região.

Parceria com a UFC

Leonardo Retto, CEO da empresa, afirma que a Telite e a Universidade Federal do Ceará - UFC, campus de Quixadá, firmarão parceria para um projeto de inovação que envolverá o desenvolvimento de um sistema de gestão de agendamento para coleta de resíduos recicláveis.

"É um projeto que fortalece a parceria entre a Universidade e empresas do Sertão Central e promove desenvolvimento tecnológico e impacto direto na qualidade do trabalho das pessoas que coletarão material reciclável para a Telite”, afirma o executivo.

O investimento foi prospectado por meio do programa Pontes de Oportunidades para o Desenvolvimento (Pode), cujo objetivo é atrair negócios e desenvolvimento sustentável ao interior do Ceará.

“Uma das razões de a indústria ser instalada em Quixadá é o fato de lá existir um polo universitário e de que a indústria irá desenvolver, com universidades locais, uma tecnologia com grafeno para uma possível geração de energia elétrica da telha a partir do sol. Outra razão da vinda da indústria foi o programa Pode, que reuniu as condições favoráveis do setor público com o indispensável apoio do governo do Estado e da Prefeitura de Quixadá”, diz o deputado Salmito Filho, idealizador do programa.

06 fevereiro, 2022

Brasil já produz quase uma Itaipu em energia solar


*Invest News - 05/02/2022

O Brasil já possui capacidade para produzir uma quantidade de energia solar semelhante ao que é gerado pela usina de Itaipu inteira. O país ultrapassou recentemente a marca de 13 gigawatts (GW) de potência operacional em grandes usinas solares e sistemas fotovoltaicos de médio e pequeno portes instalados em telhados, fachadas e terrenos. Para efeitos de comparação, a Binacional Itaipu, uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo, possui capacidade instalada de 14 GW.

Os dados são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo a entidade, que elabora estudos técnicos e reúne empresas do setor, a fonte solar já acarretou mais de R$ 66,3 bilhões em investimentos e gerou 390 mil empregos no país, desde 2012. Além disso, foram evitadas a emissão de 14,7 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

Dos 13 gigawatts de potência total, a geração própria de energia – placas solares instaladas em prédios e residências, por exemplo – representa 8,4 GW da potência instalada. Já as usinas solares de grande porte respondem por 4,6 GW da potência instalada, equivalente a 2,4% da matriz energética no país.  

Segundo a Absolar, as usinas solares de grande porte são a sexta maior fonte de geração de energia do Brasil, com empreendimentos espalhados por nove estados: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Tocantins, Minas Gerais e São Paulo.  

Economia e desenvolvimento
“As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos, que atualmente são as duas principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, afirma o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia.  

Segundo ele, o avanço da energia solar é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental. “Graças à versatilidade e agilidade da tecnologia solar, basta um dia de instalação para transformar uma residência ou empresa em uma pequena usina geradora de eletricidade limpa, renovável e acessível”, explica.

Potencial da energia solar

André Flávio, diretor-executivo de consultoria para o setor de energia da EY, destaca o potencial da energia solar no país: “Várias indústrias ainda não migraram para esta possibilidade, o mercado residencial continua praticamente inexplorado e há muitas áreas com possibilidade de abrigarem fazendas solares”, explica o consultor.

08 janeiro, 2022

Fontes renováveis: Bolsonaro sanciona lei que prevê descontos até 2045 em micro e minigeração

Bolsonaro sanciona lei sobre energia solar com subsídios até 2045


*Portal R7 - 07/01/2022

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, nesta sexta-feira (7), projeto de lei que trata do marco regulatório para a geração distribuída de energia. O texto aborda o uso de fontes renováveis para produção energética, em especial solar e eólica, além de subsídios aos consumidores.

A proposta estabelece regras para a microgeração e a minigeração distribuída de energia e permite aos consumidores produzir a própria energia a partir de fontes renováveis, como: solar fotovoltaica, eólica, de centrais hidrelétricas e de biomassa.

De acordo com o marco, cria-se o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. Nesse sistema, a unidade consumidora pode injetar na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida, e ficar com crédito de energia para ser utilizado quando o consumo for superior à sua geração.

As novas regras de tarifação serão aplicadas gradualmente, prevendo dois regimes de transição: um aplicável aos consumidores que já possuem a geração distribuída e o outro àqueles que solicitarem adesão em até 12 meses a partir da publicação desta lei.

O projeto sancionado prevê a manutenção, até 2045, do desconto na conta de luz, que é concedido atualmente pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), para as unidades geradoras de energia que injetam na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida.

Já os consumidores do segundo grupo se submeterão a uma regra de transição que implicará a gradual redução dos benefícios até 2029. De acordo com o texto, a taxação será de 15% em 2023; de 30% em 2024; de 45% em 2025; de 60% em 2026; de 75% em 2027; e de 90% em 2028.

Segundo o Palácio do Planalto, o novo regime foi instalado para viabilizar o desenvolvimento equilibrado dessa forma descentralizada de produção de energia, evitando que os custos da utilização sejam repassados aos demais consumidores do mercado.

05 novembro, 2021

PUCRS lança graduação pioneira com foco em energias renováveis

energias renováveis


*Notícias PUCRS - 03/11/2021

Nos últimos anos, a reestruturação da matriz energética mundial tem aumentado a demanda e a necessidade de energias renováveis. De acordo com dados da Agência Internacional de Energia, a geração de eletricidade a partir de fontes sustentáveis deve​ atender a 99% do aumento da demanda global de eletricidade nos próximos cinco anos, representando 33% da matriz energética até 2025.  

Essas mudanças tornam o mercado de geração e distribuição de energia mais flexível e complexo, aumentando a necessidade de profissionais altamente qualificados na área. Neste cenário, a PUCRS lança o primeiro curso de graduação presencial em Engenharia de Energias Renováveis no Sul do Brasil, que está com inscrições abertas para o Vestibular 2022.

A formação, que integra o portfólio de cursos da Escola Politécnica, promove o estudo em energias limpas e sustentáveis e tem como objetivo, contribuir na criação e desenvolvimento de soluções inovadoras e não poluentes. Os profissionais formados serão capazes de dimensionar, gerir e analisar sistemas de energia em modalidades como hídrica, eólica, solar, bioenergética e de hidrogênio, além de realizar a gestão de energia e de eficiência energética.

“Precisamos ter uma matriz energética mais diversa, apostando em combustíveis renováveis, e ampliar a eficiência, evitando o desperdício. É essencial percebermos que a população mundial está consumindo mais energia, porém os recursos são finitos. É uma conta que não dará certo se não houver mudanças na forma em como geramos e consumimos energia”, ressalta o professor Odilon Duarte, coordenador do curso. 

Aprendizado na prática desde o início
A graduação em Engenharia de Energias Renováveis possui disciplinas atualizadas em relação às novas tendências do mercado e acesso a uma infraestrutura de excelência, tornando a formação acadêmica mais completa e inovadora.

Entre os diferenciais do currículo, estão disciplinas de Redes Elétricas Inteligentes, Eficiência Energética e Métodos Inovativos de Produção de Energia, que preparam os alunos e alunas para conceber e executar estudos de planejamento da expansão das fontes renováveis em sistemas de geração, distribuição e armazenamento de energia.

Desde o início do curso, os estudantes contam com aulas práticas e acesso a laboratórios especializados com equipamentos atuais e que permitem desenvolvimento de diferentes atividades. Entre esses espaços estão o Núcleo de Tecnologia em Energia Solar (NT-Solar), o Centro de Demonstração em Energias Renováveis (CEDER), e os laboratórios de Energia Eólica; Eficiência Energética; de Conversão Eletromecânica de Energia; de Motores e Combustíveis Alternativos e Computacional da Engenharia. 

Laboratório NT-Solar, energias renováveis
Núcleo de Tecnologia em Energia Solar é um dos principais centros de pesquisa na área / Foto: Bruno Todeschini


O NT-Solar é o único centro de Pesquisa & Desenvolvimento na América Latina projetado para desenvolver e caracterizar células solares e módulos fotovoltaicos em escala piloto, sendo um grande diferencial para a formação e a carreira de alunos e alunas. Desde a sua inauguração, foram executados 43 projetos de P&D. Entre os resultados do NT-Solar também estão a célula solar com maior eficiência desenvolvida no Brasil, a planta piloto de células solares e módulos fotovoltaicos e o registro de oito patentes junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

“A PUCRS conta com toda a infraestrutura necessária para fornecer o melhor aprendizado aos alunos e alunas. Temos mais de 38 laboratórios disponíveis na Escola Politécnica, e destes, 12 são voltados para energias renováveis, muitos contam, inclusive, com reconhecimento internacional. Ou seja, já temos in loco toda a estrutura para a aplicação dos estudos”, comenta Duarte.

Acesso à pesquisa e internacionalização
Garantir energia limpa e acessível para todos é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Entre as metas da ONU para esse objetivo estão, até 2030, ampliar o acesso à pesquisa e tecnologias de energias renováveis e eficiência energética.

Engajada nesse propósito, a Universidade proporciona aos alunos e alunas diferentes possibilidades de aproximação com a pesquisa científica já ao longo da graduação, como o IntegraPós, além de programas de formação continuada alinhados às necessidades do mercado e da sociedade. 

Melhor universidade privada do Sul do País segundo o Mistério da Educação (MEC), a PUCRS reúne Programas de Pós-Graduação (PPGs) reconhecidos nacional e internacionalmente pela excelência. Com nota 5 na Avaliação Quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de Materiais da Escola Politécnica oportuniza o desenvolvimento de diferentes linhas de pesquisa integradas com os estudos da Engenharia de Energias Renováveis.

Para atender as demandas de um mercado cada vez mais exigente e globalizado, a PUCRS também conta com projetos e ações voltadas para a internacionalização, formando profissionais com competências multiculturais. Os programas de mobilidade acadêmica da Universidade possuem parcerias e acordos de cooperação com mais de 100 instituições estrangeiras, expandindo as oportunidades de vivências internacionais.

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Célula desenvolvida pelo NT-Solar / Foto: Bruno Todeschini


Corpo docente qualificado
Entre os diferenciais da graduação de Engenharia de Energias Renováveis está o conjunto de docentes que atuam na área da energia em diversos setores da sociedade. Muitos dos professores e professoras também são pesquisadores/as vinculados ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) nas áreas de energia ou de materiais, legitimados para proporcionar uma formação de excelência.

Integração com o mercado de trabalho
O Brasil é o segundo país com o maior número de empregos em energias renováveis, com mais de um milhão de vagas, segundo dados da Agência Internacional de Energia Renovável. Ao todo, o mercado chegou a 12 milhões de oportunidades na área em 2020, sendo 32% ocupadas por mulheres. A agência também estima que o setor de energia renovável pode representar 38 milhões de empregos em 2030.

Coordenador do curso, Odilon Duarte salienta a aproximação da Universidade com o mercado de trabalho: “Estamos diante de uma das profissões do futuro e nossos/as estudantes com certeza serão muito bem recebidos pelo mercado, com possibilidades de estágios já nos primeiros semestres. A PUCRS é uma universidade com reconhecimento e destaque na área, o que contribuirá ainda mais para que alunos e alunas tenham oportunidades ao longo da carreira”.

A Universidade também conta com serviço de apoio e orientação profissional gratuito para estudantes, que disponibiliza consultorias para planejamento de carreira e mentorias com profissionais do mercado, além de workshops e oficinas sobre diferentes temas.

energias renováveis, CEDER
Painéis solares instalados no  Centro de Demonstração em Energias Renováveis da PUCRS / Foto: Bruno Todeschini


Multidisciplinaridade e empreendedorismo
Ao longo da graduação, os estudantes terão disciplinas que integram a Agência Experimental de Engenharia, que propõe a construção de projetos multidisciplinares e possibilita o contato com professores/as, alunos e alunas de diferentes cursos da Escola Politécnica.  

Os projetos são desenvolvidos com foco na solução de problemas reais, encontrados na sociedade e no mercado, e poderão ser testados e colocados em prática ao longo do curso. “Os/as estudantes irão utilizar os conhecimentos da graduação para propor inovações. Por exemplo, poderemos ter a construção de um novo modelo de carro elétrico, integrando diferentes engenharias”, comenta Duarte.  

Com os caminhos de empreendedorismo e inovação da PUCRS, alunos e alunas também podem transformar ideias em negócios, independentemente da fase de maturação do seu projeto. No Track Startup estão reunidas mais de 20 possibilidades integradas com diferentes áreas, como o Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) e o Laboratório Interdisciplinar de Empreendedorismo e Inovação (Idear).

11 outubro, 2021

Instalações solares em residências crescem 2.000% no Brasil

 Fatura reduzida e a valorização da SUA RESIDÊNCIA


*Conexão Política - 10/10/2021

O Brasil tem uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo. Cerca de 48% dela é composta de fontes renováveis. A média mundial está em 14%.

Os dados foram apresentados neste domingo (10) pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo César Domingues, durante entrevista ao programa Brasil em Pauta.

Segundo ele, quando se fala em eletricidade os números são ainda maiores: 85% da matriz de eletricidade brasileira são renováveis contra apenas 20% da média mundial.

Domingues acrescentou que, apesar de o Brasil ainda ser muito dependente de hidrelétricas (85% de energia elétrica têm fonte hídrica), o país vem diversificando a matriz. No que se refere a energia solar, o Brasil já tem 10 gigawatts de capacidade instalada.

“Isso equivale a 70% da capacidade instalada de Itaipu”, disse. De acordo com ele, em três anos houve um aumento de 200% na energia solar centralizada (usinas solares). Já quando se fala em energia solar distribuída (painéis em telhados) o crescimento é de 2.000%.

Outra fonte de energia que vem crescendo no Brasil é a eólica. Já são mais de 700 usinas instaladas em todo o país. Hoje, a energia proveniente dos ventos é responsável por 11% da matriz energética brasileira.

20 setembro, 2021

Empresa brasileira cria telha de concreto com células fotovoltaicas que geram energia elétrica


*Sputnik Brasil- 20/09/2021

Eternit – uma empresa que fornece produtos para o setor de construção civil – começou a vender a sua primeira telha de concreto capaz de transformar luz solar em energia elétrica.

Trata-se da telha solar de concreto BIG-F10, que é o primeiro produto deste tipo a ser comercializado no Brasil. Desenvolvedores precisaram de três anos para conseguir criar este produto inovador, escreve portal UOL.

"Foram três anos de testes e de adaptações para chegarmos ao modelo ideal, com as células fotovoltaicas integradas no material", explica Luiz Antônio Lopes, responsável pela área de Desenvolvimento de Novos Negócios da Eternit.

Ao serem instaladas, as telhas produzem energia elétrica a partir da luz solar sem necessidade de colocar painéis suplementares.

"O que existe hoje em larga escala são placas fotovoltaicas cujos modelos precisam ser instalados em cima dos telhados, nem sempre prezando pela melhor estética", acrescenta responsável.

Nós meses seguintes a empresa diz se preparar para uma comercialização mais larga e em volume crescente.

A telha Tégula Solar incorpora células fotovoltaicas em sua superfície e tem uma potência de 9,16 watts, ou seja, uma produção média mensal de 1,15 kWh. Tem vida útil estimada em 20 anos.


17 setembro, 2021

Telhas solares para todos poderá ser possível com o Grafeno

 Painéis Solares - Grafeno


*Portal Energia, Energias Renováveis, por Fernando Jesus - 15/09/2021

Durante a pandemia, milhões de pessoas foram obrigadas a ficar em casa, o que levou a um aumento brutal da conta da luz. Mas nem tudo foi mau, pois o segmento da energia solar nos Brasil cresceu como ainda não tinha crescido e poderá mesmo haver produção de energia solar para todos.

Tanto é que o Brasil chegou ao top 10 dos países com mais instalações de sistemas solares em 2020, segundo o mapeamento da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

A produção de energia solar começa assim a ser uma solução escolhida pelas várias classes sociais para reverter o quadro de reajustes constantes nos tarifários de eletricidade, ajustes que acabam por pesar no bolso do consumidor.

Começam assim a surgir novas tecnologias que irão popularizar a produção de energia solar, como as telhas solares, que são produzidas com componentes plásticos 100% reciclados e compostas por grafeno, que absorvem os raios solares, mesmo estando o dia encoberto e chuvoso, e não comprometem a capacidade de gerar eletricidade, pois conseguem armazenar a energia não consumida!

Grafeno, o material do futuro, produção de energia solar para todos
O grafeno é assim o “material do futuro”, tendo por base o grafite, cuja maior reserva mundial fica no Brasil, o que levou ao desenvolvimento da nova telha solar, beneficiando os produtores de grafeno, pois precisavam de uma tecnologia à escala industrial para poderem produzir o material, que tem excelentes propriedades, como resistência, leveza, transparência, flexibilidade e condutividade elétrica.

O grafeno é um material forte, cerca de 200 vezes mais resistente que o aço, mais leve, cerca de cinco vezes mais leve que o alumínio e mais fino, com a espessura de um átomo. Ora, cerca de três milhões de camadas de grafeno empilhadas, têm apenas um milímetro de altura, logo são excelentes caraterísticas que vão de encontro à produção de energia solar para todos, sendo as telhas solares uma solução!

Grafeno aplicado às telhas solares
Com esta tecnologia, uma habitação pode tornar-se autossuficiente em termos de produção de energia, com apenas a instalação de 4 telhas!

Cada telha pode gerar até 30kWh por mês, com o excedente a poder ser vendido à rede, e conforme a necessidade do consumidor, este pode aumentar o número de cápsulas de grafeno, podendo a telha atingir a produção de energia até 105kWh!

Uma solução que irá assim levar a produção de energia solar para todos, ou seja, energia limpa e renovável, com custo mais acessível, a locais que carecem de eletricidade.

O investimento na produção das telhas solares, que produzem 30kWh por mês, é apenas 35% superior à produção das telhas comuns, sem contar que elas são produzidas com recurso a polietileno de alta densidade com recurso a materiais plásticos reciclados.

Esta nova solução ainda se encontra em fase de certificação pelo INMETRO, e irá ser testada em duas habitações com climas distintos. Um na região sudeste e outra na região sul do Brasil! Os resultados obtidos irão influenciar a validação das mesmas e assim iniciar o processo de vendas ao público.

10 setembro, 2021

WEG alcança a marca de 2 GW em painéis solares vendidos no Brasil

WEG alcança a marca de 2 GW em painéis solares vendidos no Brasil

*Portal Solar - 09/09/2021

A WEG foi a primeira empresa no Brasil a alcançar a marca de 2 GW de módulos fotovoltaicos vendidos. A empresa atua no segmento de fabricação de motores e equipamentos voltados ao setor elétrico.

Para Paulo Roberto Kruger, diretor de Vendas Internacionais de Sistemas da WEG, o crescimento deve se manter. “Estamos otimistas com o mercado brasileiro de energia solar, que ainda representa somente 2% da matriz elétrica do país. Acreditamos no crescimento nos próximos anos, alinhado com a tendência global do desenvolvimento de fontes de energia limpas.”

No ano de 2012, a WEG iniciou a venda de equipamentos para energia solar. Os produtos da empresa são fabricados no Brasil e na China. Os módulos comercializados têm classificação Tier 1, segundo a BloombergBNF. Esse Tier representa que há boa bancabilidade de seus produtores.

“Contamos com equipamentos importados e nacionais, com amplo portfólio de produtos. Os módulos fotovoltaicos que usamos são Tier 1 fabricados na China, mas os inversores, cabos, componentes de proteção e estrutura metálica são boa parte com fabricação nacional”, comenta Paulo.

O diretor ainda afirma que o preço dos painéis, que varia de acordo com a lei da oferta e procura do mercado internacional, é o grande desafio a ser superado pela empresa. “Os módulos fotovoltaicos por serem um commodity variam muito de preço e de disponibilidade, dependendo da oferta e demanda em escala global. Isso é um desafio para correta precificação e gestão da disponibilidade de estoque. Mas entendendo as dificuldades, conseguimos fazer uma boa gestão para garantir a satisfação dos clientes.”

Mesmo com esse grande desafio, a empresa espera ter um crescimento cada vez maior na América Latina. “Hoje o foco da WEG no segmento de energia solar está no Brasil, onde temos uma estrutura de representantes comerciais e assistência técnica muito bem consolidada. Estamos em uma fase inicial de operação em alguns países da América Latina”, conclui Paulo.

21 setembro, 2020

Complexo Solar de Coremas tem engenharia, gestão de compras e construção da WEG

 A WEG forneceu toda a engenharia, gestão de compras e construção das usinas que somam 93 MWp em capacidade de geração.

*LRCA Defense Consulting - 21/09/2020

A WEG foi a empresa responsável pela construção de todo o sistema de energia solar do complexo Coremas, que acaba de ser inaugurado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, na cidade de Coremas no estado da Paraíba.

A obra, um investimento conjunto da brasileira Rio Alto Energia e a dinamarquesa Nordic Power Partners, conta com três usinas solares de 31,12 MWp (Megawatts-pico) de capacidade de geração cada, incluindo subestação e linha de transmissão.

O complexo de Coremas foi um contrato da WEG na modalidade EPC (Engineering, Procurement and Construction) para o segmento de energia Solar. A companhia forneceu toda a engenharia, gestão de compras, fornecimento de inversores solares centrais, subestação e construção das usinas de Coremas I, II e III. Juntas, as três usinas somam 93 MWp em capacidade de geração e investimentos de R$ 426 milhões.


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