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04 outubro, 2019

O Futuro da Base Industrial de Defesa é tema de debate na FIESP




Na segunda-feira, 30, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), participou de encontro com o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), Brigadeiro Raul Botelho, para discutir o futuro, os avanços e os desafios da Base Industrial de Defesa brasileira.

Botelho também participou da reunião plenária do Departamento de Defesa e Segurança, realizada em parceria com o Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (Simde) e da qual participaram diretores da Fiesp e especialistas da área.

Ele discorreu sobre a atuação, as atribuições e a relação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas com a indústria de Defesa e mostrou-se alinhado com o esforço da FIESP em aproximar as Forças Armadas da indústria. Também reconheceu o setor como estratégico para o desenvolvimento nacional.  “Sou um otimista dos empresários, visto a camisa deste país e acredito muito nas empresas e na base de Defesa do Brasil”, afirmou.

O Departamento de Defesa e Segurança da FIESP desenvolve e promove ações em prol da segurança privada e pública, que visem assegurar as atividades industriais e à proteção da sociedade, além de atuar na promoção das polícias, oferecendo cursos variados por meio do Senai-SP, e desenvolvendo consultorias técnicas sobre ações de gestão, sem custo para o Estado.

Durante sua carreira de 45 anos dedicados à vida militar, o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Raul Botelho assumiu o comando, a chefia e a direção de diferentes organizações da Força Aérea Brasileira (FAB), e as funções de Observador Militar da Organização das Nações Unidas (ONU) em Moçambique, assessor na Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais do Gabinete de Segurança Institucional da presidência da República, representante do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, em Washington.

03 outubro, 2019

WEG fornecerá sistemas para primeiro caminhão 100% elétrico do Brasil

https://moneytimes.com.br/fast/weg-fornecera-sistemas-para-primeiro-caminhao-100-eletrico-do-brasil/


MoneyTimes - 03/10/2019

A WEG (WEGE3) será a fornecedora de sistemas para o novo caminhão 100% elétrico desenvolvido pela Volkswagen, informou a empresa por meio de comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira (02).

A empresa ficará responsável pelo fornecimento do sistema Powertrain, formado por um motor elétrico mais um inversor de frequência. Além disso, também fornecerá motores elétricos e inversores para sistemas auxiliares.

Consórcio

A companhia participará do e-Consórcio, modelo de negócios que prevê a criação de um ecossistema voltado à mobilidade elétrica.

Sob a coordenação da Volkswagen, as empresas dividirão a responsabilidade pelo desenvolvimento da cadeia de valor, em especial a montagem de caminhões elétricos dentro do complexo da montadora em Resende, Rio de Janeiro.

DESAER - Projeto ATL 100 Avança

A DESAER assinou duas cartas de intenção de compra com clientes do Brasil e do exterior.

http://www.defesanet.com.br/bid/noticia/34423/DESAER---Projeto-ATL-100-Avanca-/

Defesanet - 03/10/2019

A DESAER DESENVOLVIMENTO AERONÁUTICO, após ter finalizado a construção do Mockup do ATL-100 e de tê-lo exposto na LABACE em São Paulo em agosto último, avançou muito a fase de desenvolvimento do ATL 100 que vem seguindo o seu cronograma desde do início.

Este é um momento importante desta fase de desenvolvimento, pois o projeto já começa a mostrar a “cara” ATL-100 e suas principais características, além de iniciar o detalhamento dos primeiros indicativos técnicos de performance, etc.

Foi justamente da LABACE que a DESAER firmou com o Grupo AGS Logística sua primeira carta de intenção de compra e venda de 2 unidades do ATL-100 cargo, com opção de mais 3 unidades.

Confira a íntegra da reportagem aqui.

Conheça a história da DESAER aqui.

02 outubro, 2019

Aquisição de 51% da V2COM reforça estratégia de diversificação da Weg, afirma XP

“Este é mais um importante passo para a entrada da Weg nos novos nichos de mercado que serão demandados pela expansão da Indústria 4.0, conectividade e IoT”, disse diretor

MoneyTimes - 02/10/2019

O anúncio de aquisição de 51% da V2COM feita pela Weg (WEGE3) nesta quarta-feira (2) é considerada positiva pela XP Investimentos. Segundo a corretora, a transação está “em linha com a estratégia de crescimento e diversificação” da companhia.

Especializada em IoT (Internet of Things) e soluções de telemedição para sistemas de energia elétrica, a V2COM foi fundada em 2002 e possui um quadro de funcionários composto por 56 pessoas. Em 2018, a empresa apresentou um faturamento de R$ 37 milhões.

“Este é mais um importante passo para a entrada da Weg nos novos nichos de mercado que serão demandados pela expansão da Indústria 4.0, conectividade e IoT”, disse Manfred Peter Johann, diretor da WEG Automação, em nota ao mercado.

O valor da aquisição não foi anunciado.

A XP mantém recomendação neutra para a Weg, com preço-alvo por ação de R$ 19,70. A perspectiva de crescimento para a companhia nos próximos 12 meses é negativa, com queda de 18,7%.
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Weg compra empresa de 'internet das coisas'

Estadão - 02/10/2019 

A Weg assinou nesta quarta-feira acordo para aquisição de 51% do capital social da V2COM, empresa especializada em Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e soluções de telemedição para sistemas de energia elétrica e Smart Grid (rede elétrica inteligente). O valor da operação ou a forma de pagamento não foram divulgados.

No início da semana, a Weg tinha anunciado uma parceria com a FuelTech para conversão de motores a combustão em elétricos. Em setembro, a empresa também tinha adquirido o controle da PPI-Multitask, especializada em indústria 4.0, por valores também não divulgados.

Fundada em 2002, a V2Com é voltada à área de energia, tem sede em São Paulo (SP) e uma fábrica de hardware em Florianópolis (SC). No segmento de concessionárias de energia elétrica, a V2COM possui sob seu monitoramento ativos que totalizam mais de 30GW de potência instalada. A empresa também está à frente de acordos com provedores internacionais para projetos utilizando a tecnologia 5G no Brasil e em 2018 faturou R$ 37 milhões.

Em comunicado ao mercado, a Weg disse que o valor da aquisição não representa investimento relevante para a empresa.

Conheça o fuzil brasileiro que equipa a Polícia Real de Omã e que poderá também estar na Índia



Adotado, desde o segundo semestre de 2017, como arma padrão pela Polícia Real de Omã, que importou 10 mil unidades, o Fuzil T4 produzido pela Taurus Armas S.A. em São Leopoldo-RS é um dos atuais carros-chefes da empresa para os mercados policial e militar do Brasil e do exterior.

A arma participa, atualmente, de uma grande e milionária licitação internacional que está sendo realizada pelo governo da Índia para adquirir cerca de 360 mil fuzis para equipar suas forças policiais e militares. A Taurus participa através de uma joint venture com uma grande empresa indiana do ramo siderúrgico. A conclusão da licitação tem previsão de ser anunciada em novembro. Caso vença, será estabelecida uma fábrica na Índia para a produção desta e de outras armas, com foco no mercado local e também no internacional, o que representará uma nova era para a empresa gaúcha que, desde 2017, realiza uma completa reengenharia em seus processos e, num verdadeiro turnaround, passou a ser lucrativa e a ter excelentes perspectivas.

No Brasil, o T4 é utilizado com sucesso pelas polícias militares e civis de diversos Estados. Recentemente, venceu uma licitação internacional para equipar a Polícia Civil do Estado de São Paulo.

O fuzil Taurus T4 é baseado na consagrada plataforma M4/M16, amplamente empregada pelas forças militares em todo o mundo e principalmente pelos países membros da OTAN, por ser considerada uma arma extremamente confiável, leve, de fácil emprego e manutenção.

Além disso, tem alta performance, confiabilidade, segurança e é fabricado com materiais de última geração, sendo adaptado para permitir o uso de uma vasta gama de acessórios. O modelo possui trilho para acessórios integrado ao upper receiver para o acoplamento de aparatos de mira. A coronha telescópica do fuzil permite ao usuário mais conforto e facilidade de manuseio.

Podendo ser ajustada em até seis posições, adequa-se perfeitamente a qualquer usuário. Possui, também, um quebra-chamas, seguindo os rigorosos padrões STANAG, e apresenta empunhadura ergonômica para assegurar melhor grip no momento do disparo, promovendo assim maior precisão e segurança.

O T4 está disponível em três versões. Uma de 11,5” de cano com guarda-mão com quad-rail (quatro trilhos para acessórios) e duas versões com guarda-mão em polímero de alta resistência com canos de 11,5” e 14,5”.

As diferenças estão, principalmente, no comprimento de cano, peso e modos de disparo disponíveis em cada um. As versões com 11,5” de comprimento de cano possuem modos de disparo semiautomático, auto e safe. Estes modelos possuem um comprimento total de, no máximo, 811mm (com coronha completamente estendida) e, no mínimo, 716mm (com coronha completamente retraída).

Já o modelo com cano de 14,5” possui somente o modo de disparo semiautomático e safe. Esta versão é ligeiramente mais pesada que o modelo de 11,5”, tendo comprimento total de, no máximo, 870mm (com coronha completamente estendida) e, no mínimo, 787mm (com coronha completamente retraída). (Com informações de Tecnodefesa e da Taurus)

Bolsonaro libera militares e policiais de exame para comprar arma pessoal

Entre as principais mudanças, policiais e militares não precisam mais passar por exames para renovar autorização de armas pessoais



O presidente Jair Bolsonaro (PSL) editou na segunda-feira, 30, mais um decreto que regulamenta o acesso a armas de fogo e produtos controlados pelo Comando do Exército [Decreto 10.030/2019]. Entre as principais mudanças, policiais e militares não precisam mais passar por exames para renovar autorização de armas pessoais, acessórios antes proibidos foram liberados e se estabeleceu comunicação obrigatória de perda, furto, roubo ou extravio de armas em até 72 horas.

Publicada em edição extra do Diário Oficial da União, a nova regulamentação revoga o Decreto 3.665, do ano 2000, e o Decreto 9.493, de 2018, que tratam de fiscalização de produtos controlados, como armas, explosivos e munições. O texto altera, ainda, outros quatro decretos -- três deles de junho, já no governo Bolsonaro.

"O R-105, decreto do Exército, de 2000, organizava tudo sobre produtos controlados. Então se você queria saber o que pode de explosivo ou de arma estava lá. Agora, se um delegado tiver de prender alguém, por exemplo, vai ter de checar em uma série de decretos e mais uma portaria esparsa do Exército", diz o coordenador do Instituto Sou da Paz, Bruno Langeani. "Até dezembro, a gente tinha praticamente uma regulação só e, a partir de 2019, ficou uma bagunça generalizada."

O Sou da Paz analisou as mudanças promovidas pela regulamentação. Entre os pontos, destaca que policiais e militares não precisam mais cumprir uma série de requisitos tanto para adquirir quanto renovar arma de fogo pessoal. Antes, era necessária apresentar atestados como o de antecedentes criminais, capacidade técnica e aptidão e exame psicológico.

O regulamento também libera instituição pública de autorização prévia do Exército para compra de armas de uso permitido, o que, em tese, facilita acesso para categorias como guarda civil e bombeiro. Antes, Bolsonaro já havia aumentado o rol de armas consideradas permitidas, incluindo calibres como .40 e 9 mm.

Alguns acessórios, que antes eram proibidos, agora passam a ser de uso restrito. Essa lista inclui explosivos e quebra chama (dispositivo instalado na ponta da arma para esconder o fogo que sai no disparo).

Veja a íntegra aqui.

Taurus lança mais quatro modelos de armas no Brasil

http://bit.ly/2pd46em


Defesa - Agência de Notícias - 02/10/2019

A Taurus, que oferece o portfólio mais completo entre as empresas do setor, sendo a maior fabricante de revólveres do mundo e a quarta marca mais vendida no exigente mercado americano, dando seguimento ao plano de lançamento de novos produtos, está oferecendo ao mercado brasileiro mais quatro novos modelos de armas.

O premiado revólver Taurus Raging Hunter, escolhido por editores e pela equipe da American Hunter, da NRA Publications, como o American Hunter Handgun of the Year 2019, agora está disponível em novas versões no Brasil: RT357H com cano de 5 1/8″ polegadas e acabamento preto fosco, RT357H com cano de 5 1/8″ polegadas ou cano de 8 3/8″ polegadas, ambos no acabamento Dual Tone.

Além destes novos modelos, a Taurus está lançando a clássica pistola 1911, agora na versão Officer em calibre .45 ACP com cano de 3,5″ polegadas, o mais curto na linha Taurus 1911.

Confira detalhes das novidades aqui.

01 outubro, 2019

SC Expo Defense consolida integração entre indústria e Setor de Defesa


http://bit.ly/2ndpcJb

SC Expo Defense consolida integração entre indústria e Setor de Defesa

Defesa - Agência de Notícias - 01/10/2019

A Expo Defense, feira de tecnologias e produtos de defesa, foi realizada na Base Aérea de Florianópolis, de 27 a 29 de setembro, pelo Centro das Indústrias do Estado de Santa Catarina (CIESC). A feira apresentou produtos e tecnologias da indústria e projetos estratégicos das Forças, além de orientar os interessados em estabelecer parcerias com o segmento militar. Estiveram presentes o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, lideranças empresariais e autoridades militares.

O ministro da Defesa apresentou uma série de projetos no âmbito das Forças Armadas, para os quais a indústria brasileira tem potencial de fornecimento.

“Os projetos sofrem um pouco por causa da parte orçamentaria e essa é minha briga diária. A base industrial de defesa é outra preocupação, mas tenho tido resultados positivos. É um governo que entende de Defesa. Santa Catarina é muito importante nesse processo e tem perspectiva futura, talvez mais acentuada do que os outros estados. A tendência é ter mais empresas. O papel principal do Ministério é tirar os entraves, os gargalos e a burocracia excessiva”, declarou Azevedo e Silva.

Veja a íntegra aqui.
 

27 setembro, 2019

Louise Barsi explica sua opção pela Taurus

 Em live realizada no dia 01 de julho com os criadores do "Ações Garantem o Futuro" - único programa de formação de investidores autorizado por Luiz Barsi, Louise Barsi explica sua opção pelo investimento na Taurus Armas.


Com “Rouanet da segurança” empresários definem aplicação de recursos no RS




Legislação inédita autoriza empresários a abater impostos em troca de armas e viaturas; recursos vão para áreas escolhidas por doadores

Exame - 15/09/2019

Desde agosto de 2019, os empresários do Rio Grande do Sul podem trocar o pagamento de uma parte do imposto devido ao estado pela aquisição de armas, viaturas e outros equipamentos para as forças de segurança estaduais.

A nova norma, apelidada de “lei Rouanet da segurança pública”, possibilita que os próprios empreendedores determinem a destinação dos bens adquiridos: podem indicar um uso específico do artigo comprado e até o local – município ou bairro – onde preferem que seja aplicado.

Essa foi a principal mudança feita no texto aprovado pela Assembleia Legislativa a toque de caixa e sancionado pelo governador José Ivo Sartori (MDB) no final do ano passado.

Ao ser regulamentado em dezembro de 2018, no apagar das luzes do mandato, o decreto trouxe como novidade a possibilidade de o empresário escolher onde e como seriam aplicados os recursos destinados por ele ao fundo vinculado ao programa, com um adendo: se ele mesmo não definir, “irá, preferencialmente, para o município do doador”.

Veja a íntegra aqui.

25 setembro, 2019

Moro prepara selo de qualidade para armas de polícias e guardas

http://bit.ly/2l85UDO


Certificado faz parte do programa Pró-Segurança, que tem entre as metas evitar acidentes decorrentes de falhas


Em uma ofensiva para reduzir o desperdício de dinheiro na compra de armas, coletes e viaturas com defeitos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública prepara o lançamento de um selo de qualidade de equipamentos utilizados pelas polícias e guardas municipais. O certificado faz parte do programa Pró-Segurança, que tem entre as metas evitar acidentes decorrentes de falhas e, em tempo de corte de orçamento, economizar recursos com aquisições de preços mais baixos.
As normas técnicas que vão definir cada selo serão elaboradas por uma equipe formada por técnicos da pasta do ministro Sérgio Moro e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No momento, o ministério revisa a minuta do decreto presidencial instituindo a criação do programa. O documento deve ser enviado nas próximas semanas ao Planalto.
Técnicos que participaram da elaboração do selo observam que não faltam casos de falhas em equipamentos usados pelos agentes de segurança.
No fim do ano passado, o sushiman Leandro Santana dos Santos, de 26 anos, foi morto por policiais após ter ameaçado clientes e supostamente reagido a uma abordagem policial em um restaurante do Itaim Bibi, em São Paulo. A polícia havia acionado, primeiro, uma arma de choque, que não funcionou. Foi então utilizada arma de fogo.
Em 2009, um lote de 1,5 mil pistolas adquiridas pela Polícia Rodoviária Federal foi retirado de circulação. O mesmo ocorreu no ano passado com 59% do lote de armas elétricas incapacitantes adquiridas pela Guarda Municipal de Fortaleza.
Depois de criado o programa, o ministério marcará audiências públicas para discutir as normas de cada um dos equipamentos. Após as consultas, o governo publicará decretos específicos para cada um dos produtos. O primeiro certificado vai tratar das pistolas, um dos equipamentos que mais causam reclamações. Ainda serão certificados fuzis, carabinas, coletes balísticos, viaturas, equipamentos de radiocomunicação e videomonitoramento, bem como os Dispositivos Incapacitantes Elétricos (DEI) – armas elétricas para imobilizar o agressor.

Intervenção

O Pró-Segurança se insere no plano de Sérgio Moro de transformar a Secretaria Nacional de Segurança Pública, comandada pelo general do Exército Guilherme Theophilo, num núcleo formador de novas políticas de atuação das polícias nos Estados.
Nas palavras de Moro, trata-se de uma “missão estruturante”, comparada ao trabalho desempenhado pelas Forças Armadas, em 2018, na intervenção federal do Rio de Janeiro. “Qual foi a lógica da intervenção no Rio de Janeiro? Achavam que os militares iam ficar subindo no morro, trocando tiro. Ao contrário, eles buscaram estruturar, com equipamento, as policiais estaduais, e isso tem gerado diferenças positivas”, disse Moro ao Estado.
A pasta avalia que o selo do programa sirva como um filtro de segurança adicional ao trabalho de controle de armas que já é realizado pelo Exército. Pela legislação atual, os militares são responsáveis pela fiscalização e regulamentação de produtos controlados. Moro afirma que o papel do Exército será preservadas, assim como a autonomia dos estados e municípios para fazer as aquisições dos equipamentos.
À reportagem, a assessoria de imprensa do Exército disse que, até o início da semana, a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) bem como o Comando Logístico (COLOG) não receberam consulta oficial sobre o assunto. A reportagem apurou, no entanto, que representantes da força e do Ministério da Justiça e da Segurança Pública já iniciaram uma discussão sobre o selo.
5 PERGUNTAS PARA MORO: ‘Objetivo é uniformizar equipamentos’

Qual é o objetivo do projeto?

Quando a gente montou o ministério, dois pilares estabelecidos foram assim: Secretaria de Operações Integradas (Seopi) para coordenar operações policiais no País inteiro. A Senasp ficou com um papel mais estruturante. A minha visão do papel do secretário da Senasp é que ele deveria fazer um papel semelhante ao que foi feito lá no Rio de Janeiro. Muitos acharam que os militares da intervenção federal iam ficar subindo o morro, trocando tiros. A intervenção buscou estruturar com equipamentos as policiais estaduais, e isso tem gerado diferenças positivas.

O selo pode provocar choques com as atribuições do Exército, que faz o controle de armas?

O Exército tem sua atribuição, isso não tem qualquer afetação. Agora há um desejo de uniformização dos equipamentos aprovados pelo Exército, uma uniformização dos equipamentos utilizados pelas polícias. Claro que as polícias têm as suas autonomias para escolher equipamentos. Mas, na medida em que for possível, de a Senasp poder sugerir uniformizações, isso facilita as compras, por conta da escala. Isso evita equívocos de compra de equipamentos que, embora sejam adequados, possam eventualmente não servir para aquela finalidade que estão sendo compradas.

As normas de segurança atuais não são suficientes para garantir a qualidade?

São suficientes, mas a questão da uniformização é uma questão completamente diferente.

Estados e municípios só poderão comprar produtos com o certificado?

É de essencial importância dizer que é um projeto ainda em andamento, não existe um martelo batido ainda de como vai funcionar isso. Os Estados têm a autonomia deles garantida pela Constituição, ninguém vai interferir. O ministério costuma estimular algumas políticas públicas e pode, eventualmente, fazer estímulos nessa área. Mas o Estado sempre vai ter liberdade de tomar ações que entender pertinentes. Quando a gente estabeleceu como portaria os critérios de distribuição do Fundo Nacional de Segurança Pública, ficou estabelecidas algumas propostas para estimular políticas públicas, como a criação de delegacias anticorrupção. O papel da união é estimular políticas públicas que são boas.

Como desburocratizar a compra de armas por agentes de segurança?

Isso está em planejamento, O principal ponto do programa é o ganho de escala, para poder fazer essas compras através de atas de registro de preço aqui dentro do ministério, para ter modelos sugeridos aos Estados. Tudo isso permite ganho de escala, e pulam-se etapas, porque os modelos já estão aprovados para finalidades específicas.

Taurus vence licitação internacional e fornecerá fuzis para a Polícia Civil de São Paulo

As profundas transformações na empresa, o novo cenário político, econômico e social brasileiro, a entrada em operação da nova fábrica nos Estados Unidos, a real possibilidade do estabelecimento de uma fábrica na Índia e a agressiva conquista de importantes mercados internacionais têm tudo para tornar a próxima década uma era de ouro na história da companhia. Nesse cenário, não seria exagero afirmar que, para a empresa, essa poderá ser uma verdadeira Era Taurus.
Tecnodefesa - 24/09/2019

A fabricante de armas Taurus, uma das principais fornecedoras de armamentos para instituições policiais no Brasil e no mundo, venceu mais uma licitação internacional e fornecerá fuzis modelo T4 no calibre 5.56mm NATO para a Polícia Civil de São Paulo.

O fuzil T4 da Taurus foi escolhido por atender a todos os requisitos técnicos do pregão, realizado na última quinta-feira (19), e por ser a melhor proposta econômica, com metade do preço da concorrência.




“Vencemos a licitação nas especificações técnicas e nossa proposta foi a metade do preço do concorrente internacional, isso mostra a nossa competitividade em qualidade e custos. A Taurus está preparada para atender as polícias no mundo e, em especial, aos nossos policiais brasileiros”, diz Salesio Nuhs, presidente da Taurus.

Ideal para o uso militar e policial, o fuzil T4 é baseado na consagrada plataforma M4/M16, amplamente empregada pelas Forças Militares em todo mundo e principalmente pelos países membros da OTAN, por ser considerada uma arma extremamente confiável, leve, de fácil emprego e manutenção.

O Fuzil de Assalto Taurus T4 é mais um projeto que utiliza a plataforma consagrada do M4 em calibre 5,56 mm.

ForTe testa o próximo veículo blindado do Exército

 
https://www.forte.jor.br/2019/09/25/forte-testa-o-proximo-veiculo-blindado-do-exercito/

Estivemos no campo de provas da IVECO nesta segunda-feira e testamos o LMV

“É a sua vez!” Foi assim que o engenheiro de vendas da IVECO Defense Vehicles / CNH Industrial, Giovanni Giordani, se dirigiu a mim. Mesmo com uma distância do chassi em relação ao solo de quase meio metro, pisei no estribo lateral e não tive a menor dificuldade para entrar no veículo e me sentar no banco do motorista. Giovanni deu a volta na viatura e sentou-se no banco do carona. Ele seria o meu guia e “consultor técnico” nos minutos seguintes, quando tive a oportunidade de testar a futura Viatura Blindada Multitarefa, Leve de Rodas (VBMT-LR) do Exército Brasileiro (EB), o IVECO LMV (Light Multirole Vehicle) no campo de provas da empresa em Sete Lagoas (MG).
Veja a íntegra da reportagem aqui.

17 setembro, 2019

Semana do Brasil traz resultados surpreendentes para a Taurus

http://bit.ly/2NkniSp

Tecnodefesa 17/09/2019

A Taurus, uma das maiores fabricantes de armas leves do mundo, participou da Semana do Brasil, período de promoções idealizado pelo governo de Jair Bolsonaro em parceria com empresários do varejo, e apresentou excelentes resultados.

A companhia registrou um acréscimo surpreendente nos seus pedidos. Durante a Semana do Brasil, realizada de 06 até 15 de setembro, o número atingiu mais de 2 mil pedidos por dia. Inclusive, no primeiro dia da campanha o fluxo de acesso foi tão intenso que o site da Taurus esteve fora do ar por algum tempo.

Entre as armas mais procuradas neste período estão a pistola G2C 9mm, a pistola TS9 e o revólver RT627.

Veja a íntegra aqui.

Bolsonaro sanciona projeto que amplia posse de arma em propriedades rurais

https://glo.bo/2NitPNz


G1 - 17/09/2019

 O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (17) o projeto de lei que amplia a posse de arma dentro de uma propriedade rural.

Pelas regras atuais do Estatuto do Desarmamento, o dono de uma fazenda, por exemplo, só pode carregar sua arma dentro da sede da propriedade. Com a nova norma, ele poderá andar armado em toda a extensão do imóvel rural.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em agosto (veja no vídeo no fim da reportagem) e tem teor semelhante ao de um decreto editado por Bolsonaro que trata do registro e da posse de armas de fogo.

O decreto já previa que a posse de arma valesse para "toda a extensão da área particular do imóvel, edificada ou não", mesmo quando se tratasse de imóvel rural.

O texto aprovado pela Câmara estabeleceu a chamada "posse rural estendida". Ou seja, permitiu que a posse de arma se estenda por toda a propriedade rural.

Veja a íntegra aqui.

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