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31 maio, 2023

Kryptus entrega mais de 100 módulos criptográficos para nova Rede Operacional de Defesa Brasileira

Equipamentos, do modelo CommGuard, protegerão serviços de voz e dados de infraestrutura vital para operações das Forças Armadas


*LRCA Defense Consulting - 31/05/2023

A segurança é uma das principais preocupações de qualquer operação militar. Comunicações confidenciais e informações estratégicas precisam ser protegidas de ameaças cibernéticas, e garantir a integridade da rede é essencial para o sucesso das missões. É nesse contexto que a Kryptus, empresa líder em soluções de segurança cibernética, teve a oportunidade de trabalhar no aprimoramento da Rede Operacional de Defesa (ROD) do Brasil, um projeto liderado pelo Comando do Ministério da Defesa.

A ROD é uma infraestrutura segregada vital para as operações militares, fornecendo comunicação e controle de recursos para todas as Forças Armadas de forma unificada. Com o objetivo de garantir a segurança dessa infraestrutura, a Kryptus desenvolveu e implementou versões exclusivas do seu módulo de segurança criptográfico, CommGuard, responsável por criar enlaces cifrados entre as comunicações.

Além disso, a empresa está realizando a reestruturação completa da arquitetura geral da rede, tanto física, com a substituição de todos os equipamentos atuais por equipamentos de última geração, quanto lógica, onde revisará todo o backbone da rede a nível de roteamento e transmissão de dados.

Por ser reconhecida como autoridade no Brasil em segurança cibernética e projetos inovadores de alta qualidade para operações críticas, a Kryptus tornou-se a escolha natural para este projeto extremamente desafiador e que exigiu a combinação das diferentes expertises da empresa.

“A reestruturação está sendo realizada em um ambiente extremamente crítico, tomando-se o cuidado de gerar o mínimo de interrupções possíveis, abrangendo regiões distantes do país, incluindo navios e locais físicos remotos”, comenta Igor Jardim, Coordenador Técnico do Projeto e Head of Operational Readiness da Kryptus.

A instalação do primeiro CommGuard aconteceu no último mês de abril, em Brasília e, neste momento, a equipe de profissionais está totalmente focada em garantir a segurança, eficácia e implantação da ROD. “O empenho e dedicação dessa equipe foram fundamentais para o sucesso do projeto e reforçam o nosso compromisso em atender às necessidades das Forças Armadas brasileiras e contribuir com a segurança do país ”, celebra Jardim.

07 abril, 2021

Ministério da Defesa: segurança com Kryptus


*Baguete - 06/04/2021

O Ministério da Defesa contratou a Kryptus, multinacional brasileira especializada em criptografia e segurança cibernética, para o projeto da nova Rede Operacional de Defesa (ROD) do Brasil.

A empresa venceu o processo licitatório para fornecer tecnologias de segurança criptográfica e ser responsável pela readequação dos ativos de TIC e expansão física e lógica, bem como pelo monitoramento e suporte técnico operacional da rede.

A maior parte do fornecimento deverá ser realizada ainda no ano de 2021.

Considerada a espinha dorsal do Sistema Militar de Comando e Controle (SISMC2), a ROD tem como propósito prover serviços de voz, dados e apoio à decisão aos diversos níveis da estrutura militar de defesa.

A nova ROD é uma reestruturação e modernização da infraestrutura atual, mantida sob a Chefia de Operações Conjuntas (CHOC) do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA/MD).

“Com a mudança dos paradigmas de mobilização e combate para a ‘Guerra Centrada em Redes’ e no médio prazo para a ‘Guerra em Mosaico’, é importante que os elementos de comando e controle sejam cada vez mais soberanos e interoperáveis”, explica Roberto Gallo, fundador e diretor geral da Kryptus.

O processo de aquisição foi o primeiro realizado pelo Ministério da Defesa com o instrumento de Termo de Licitação Especial (TLE), que estabelece que o fornecimento de soluções para a proteção de informações deve ser feito por companhias classificadas pelo ministério como Empresas Estratégicas de Defesa (EED).

Além disso, as tecnologias utilizadas precisam ter sido desenvolvidas no país.

Recentemente, a Kryptus obteve renovação da certificação de EED, selo criado em 2013 e possuído por um grupo limitado de empresas na área de tecnologia.

Há pouco, a companhia também assinou um contrato com o Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV), instituição de ciência, tecnologia e inovação subordinada ao Centro Tecnológico da Marinha no Rio de Janeiro (CTMRJ), para o fornecimento da solução de tokens criptográficos para a Marinha do Brasil.

A solução escolhida foi o modelo KeyGuardian, com o qual a Marinha poderá operar recursos criptográficos com algoritmo de Estado desenvolvido pelo CASNAV em tarefas ou missões que exijam proteção de dados ou informações sigilosas.

“O KeyGuardian é muito mais do que um token. É uma plataforma criptográfica multimissão que, acompanhada dos demais elementos da suite ‘BruitBlanc’, é capaz de entregar dados e comunicações seguras em múltiplos cenários, para todos os graus de sigilo”, explica Gallo.

Segundo a Kryptus, o KeyGuardian foi desenvolvido ao longo dos últimos 15 anos e é a única solução no país capaz de proteger dados e comunicações IP em todos os graus de sigilo previstos na legislação, até o nível ultra secreto.

No Brasil, a Kryptus é fornecedora de soluções criptográficas para as três Forças e Ministério da Defesa, além de outros entes e órgãos críticos, como Abin, MRE, ITI e TSE. Atua também em programas estratégicos como SISFRON, AC-Defesa, LinkBR2 e RDS-Defesa.

A empresa ainda é responsável por soluções de nível governamental para instituições como a Marinha do Peru e o Exército da Colômbia, além de ter entre seus clientes empresas como BSH, uma subsidiária da Bosch, Claro Brasil, Certisign, Iron Mountain, iFood e Embraer.

Fundada em 2003, a Kryptus tem sede em Campinas, São Paulo, escritórios na capital do estado e em Brasília, além de subsidiária em Yverdon-les Bains, Suíça. Em 2020, a empresa recebeu um aporte de R$ 20 milhões do fundo Aeroespacial, que tem entre seus principais cotistas a Embraer.


30 março, 2021

Kryptus participará do projeto da nova Rede Operacional de Defesa do Brasil


*LRCA defense Consulting - 30/03/2021

A Kryptus, uma empresa brasileira especializada em criptografia e segurança cibernética venceu o processo de licitação para o projeto da nova DON (Defense Operational Network), a nova rede operacional de Defesa do Brasil. A nova DON é uma reestruturação e modernização da infraestrutura atual, mantida sob o comando das Operações Conjuntas das Forças Armadas Conjuntas.

Além de fornecer as tecnologias de segurança criptográfica, a empresa, que obteve recentemente a renovação da certificação de Empresa Estratégica de Defesa ( EED ) - concedida pelo Ministério da Defesa (MD) - também ficará encarregada de readequar os ativos de TIC e Expansão física e lógica do DON, bem como o monitoramento e o suporte técnico operacional da rede.  

Espinha dorsal do Sistema Militar de Comando e Controle (SISMC2), o objetivo do DON é fornecer serviços de voz, dados e suporte à decisão de maneira integrada, oportuna, simples, segura, flexível, confiável e contínua para os diversos níveis de tomadores de decisão de a Estrutura Militar de Defesa.   

“Com a mudança de paradigmas de mobilização e combate para a "Guerra Centrada em Rede"¹ e a médio prazo para a "Guerra Mosaico"², é importante que os elementos de Comando e Controle sejam cada vez mais soberanos e interoperáveis”, diz Roberto Gallo, fundador e gerente geral da Kryptus. “Estamos muito honrados com o projeto”, finaliza.

O processo de aquisição foi realizado inicialmente pelo Ministério da Defesa por meio do SBT - Termo de Licitação Especial - contemplado pela lei 12.598 / 2012. Apoiado na decisão do Conselho de Defesa Nacional, o SBT determina que o fornecimento de soluções para a proteção de informações classificadas em qualquer grau de sigilo deve ser feito exclusivamente por Empresas Estratégicas de Defesa (EED) que estejam em desenvolvimento no país. Tecnologias estrangeiras não podem participar do processo. A maior parte do abastecimento será realizada em 2021 ainda. 

NOTAS:
¹O NCW, ou Network-Centric Warfare é uma doutrina de estruturação de Comando e Controle que prevê garantir a superioridade no campo da informação, a fim de melhorar o poder de combate em tempo hábil e aumentar a velocidade de Comando, reduzindo o atraso no tráfego de informações e pedidos.

² Mosaic Warfare: uma estratégia de combate baseada na integração de inúmeros sistemas de tecnologia menores que se encaixam (como os tijolos de Lego), formando uma estrutura capaz de atingir o sistema do oponente e ter um ataque bem-sucedido.

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