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05 novembro, 2025

IA, cibersegurança e computação quântica: Paraná e Exército iniciam colaboração de alto impacto dual

 

*LRCA Defense Consulting - 05/11/2025

O Governo do Paraná firmou um protocolo de intenções com o Comando do Exército Brasileiro para o desenvolvimento conjunto de pesquisas nas áreas de Inteligência Artificial (IA), cibersegurança e tecnologias quânticas. A assinatura do acordo, realizada no Palácio Iguaçu no dia 27 de outubro, contou com a presença do vice-governador Darci Piana e representantes das secretarias estaduais e Instituto Synapse, consolidando uma parceria inédita entre setores civis e militares para avançar em tecnologias estratégicas.

Essa colaboração visa fortalecer o ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), posicionando o Paraná como um polo tecnológico nacional de destaque. A iniciativa prevê a execução de projetos simultâneos em pesquisa, formação de pesquisadores e inovação, beneficiando tanto a defesa nacional quanto o setor produtivo e empresarial. O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, ressaltou a troca de expertise e infraestrutura entre o Estado e o Exército, enfatizando o potencial para resultados que impactem o país como um todo.

O secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, destacou a convergência de experiências entre o Exército, que desenvolve trabalhos em computação quântica, IA e defesa cibernética, e o Estado do Paraná, referência nessas áreas, especialmente com universidades e empresas locais. A parceria planeja reuniões técnicas quinzenais para definir plano de trabalho e priorização das linhas de pesquisa, alinhadas às políticas estaduais e nacionais de defesa e inovação.

Um dos projetos estratégicos anexos é a formação da Rede Estadual de Computação de Alto Desempenho, com a implantação de oito supercomputadores nas universidades estaduais e uma máquina otimizada para IA no Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná. Em parceria com a empresa indiana Centre for Development of Advanced Computing (C-DAC), esta rede fortalecerá a pesquisa acadêmica, a indústria nacional de tecnologia e a formação profissional, impulsionando avanços em IA e tecnologias quânticas.

O chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, general Hertz Pires do Nascimento, destacou que o acordo pretende aproveitar plenamente o potencial das universidades paranaenses e do parque científico local para projetos de uso dual, que atendam tanto à defesa quanto à sociedade. Já o vice-governador Darci Piana concebe esse protocolo como um marco para a ciência e tecnologia do Paraná, capaz de garantir segurança, soberania e sustentabilidade para o Estado e o Brasil.

Ao longo dos próximos cinco anos — prazo inicial do acordo — serão delineados entregáveis concretos fruto dessa cooperação entre o Governo do Paraná, o Exército e o Instituto Synapse, que também coordenará ações para conectar pesquisas às demandas do setor privado. A iniciativa é vista como um passo decisivo para integrar tecnologia e defesa, com impacto direto na inovação e no desenvolvimento científico nacional.

Participaram ainda da cerimônia autoridades das secretarias estaduais, Fundação Araucária, Tecpar, Ipardes, Associação Comercial do Paraná, além de representantes do Exército e do Instituto Synapse. Neste momento, não há transferência financeira vinculada, mas o compromisso de colaboração entre as instituições é um avanço significativo para a promoção da inovação de uso dual no Brasil.

Esta parceria inovadora reafirma o protagonismo do Paraná em CT&I, focando em tecnologias emergentes que moldarão o futuro da defesa e do mercado tecnológico brasileiro.

15 setembro, 2025

Defesa Cibernética em foco no Brasil: treinamento internacional une 160 instituições no Guardião Cibernético 7.0

Foto: Érico Alves - Ministério da Defesa

*LRCA Defense Consulting - 15/09/2025

O Exercício Guardião Cibernético 7.0 (EGC 7.0) é o maior treinamento de defesa cibernética do hemisfério sul em 2025. É promovido pelo Exército Brasileiro e ocorre entre os dias 15 e 19 de setembro, com foco na proteção das infraestruturas críticas nacionais diante do aumento das ameaças digitais.

Contexto e Objetivos
O EGC 7.0 é organizado pelo Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber) e ocorre simultaneamente em dois polos estratégicos: a Escola Superior de Defesa, em Brasília, e o Comando Militar do Norte, em Belém. O grande objetivo do exercício é reforçar a resiliência dos setores considerados críticos para o funcionamento da sociedade, como energia, comunicações, transportes e finanças. Esses segmentos estão especialmente vulneráveis diante da sofisticação dos ataques cibernéticos globais.

Participação e Dinâmica
A sétima edição do exercício envolve mais de 160 instituições, abrangendo as Forças Armadas, órgãos governamentais, agências reguladoras, operadores de infraestrutura e entidades parceiras. O formato inovador apresenta simulações construtivas e virtuais, oferecendo a oportunidade de testar planos de contingência, validar protocolos de segurança e propor novas soluções para combater ataques cada vez mais coordenados.

Entre os marcos deste ano, destaca-se o papel de Belém, que funciona como centro de operações com o objetivo de preparar a capital para a COP30 da ONU, que ocorrerá em novembro de 2025. O foco especial é a proteção dos sistemas digitais que sustentarão o evento internacional, aumentando a responsabilidade e o alcance do exercício.

Importância Estratégica
O Guardião Cibernético 7.0 demonstra o avanço do Brasil no preparo para ameaças do ambiente virtual e sua preocupação em proteger sistemas de alto valor estratégico frente à crescente digitalização de infraestruturas vitais. O evento reforça a cooperação interinstitucional e o compromisso nacional em aprimorar continuamente a capacidade de defesa no domínio cibernético.

Projeção Internacional
O exercício também conta com a participação de representantes de 20 países e cerca de 750 profissionais de tecnologia e defesa cibernética do Brasil e do exterior, consolidando o país como protagonista regional na área de defesa digital.

Assim, o EGC 7.0 marca mais um passo importante na consolidação da segurança cibernética como elemento central da defesa nacional, ampliando a capacidade de resposta brasileira diante das ameaças digitais e contribuindo para a preparação de grandes eventos internacionais de interesse estratégico para o país.

21 julho, 2025

Cibersegurança na aviação: protegendo os céus e os aeroportos na era digital


 

*Por Sérgio Muniz - 21/07/2025

A transformação digital no setor de aviação avançou de forma exponencial nos últimos anos, impulsionada pela modernização dos aeroportos, pela automatização dos processos e pela digitalização dos serviços aos passageiros. Nesse contexto, a cibersegurança tornou-se uma variável ainda mais crucial, não apenas para prevenir ataques, mas principalmente para garantir que um ecossistema tão complexo, interconectado e sensível continue operando de maneira segura, confiável e em conformidade com as legislações e regulamentações vigentes. Os aeroportos modernos dependem de infraestrutura digital altamente integrada, que abrange sistemas de controle de tráfego aéreo, gerenciamento de bagagens, plataformas de check-in e emissão de bilhetes. Embora essa digitalização aumente a eficiência, ela também amplia a superfície de ataque cibernético, exigindo atenção constante e medidas robustas de proteção.

Identidade e acesso: o coração da segurança aeroportuária
O gerenciamento de identidade e acesso (IAM) é um dos pilares dessa segurança. O controle rigoroso de quem acessa o quê, quando, de onde e em quais condições, é essencial para proteger ambientes críticos como áreas restritas de aeroportos, data centers, sistemas de reservas e atendimento ao cliente. Isso é ainda mais desafiador quando falamos de milhares de colaboradores diretos e terceiros atuando em diferentes turnos e localidades.

No setor aéreo, é essencial que a rastreabilidade, a conformidade com a LGPD e as normas da ANAC, além da fluidez operacional, caminhem juntas. Para isso, é indispensável o uso de tecnologias de ponta que aliem alta segurança a uma experiência fluida e eficiente. O setor também enfrenta ameaças reais como ataques de ransomware, phishing direcionado a funcionários de aeroportos e tentativas de invasão a sistemas de navegação. Além disso, a interdependência entre sistemas operacionais, bancos de dados de passageiros e plataformas em nuvem amplia os vetores de risco e exige atenção redobrada à segurança cibernética

O papel do Gerenciamento de Acesso e Autenticação Inteligente
Soluções como GridSure, um token baseado em padrão para uso nos ambientes onde o celular não está permitido, e políticas de autenticação , são ferramentas essenciais para mitigar riscos. A implementação de uma gestão de acesso moderna, ao mesmo tempo robusta e amigável, baseada em contexto, localização e dispositivo do usuário, permite às organizações reagirem de forma inteligente a tentativas de intrusão sem comprometer a experiência dos usuários legítimos.

Além disso, a segurança em nuvem ganhou destaque, especialmente com a descentralização dos sistemas aeroportuários. Proteger dados sensíveis de passageiros, cronogramas de voo e operações internas exige criptografia robusta, visibilidade em tempo real e compliance com normas internacionais como o GDPR e o ISO/IEC 27001.

O risco crescente para infraestruturas críticas
Infelizmente, os casos de ataques cibernéticos a aeroportos estão se tornando mais frequentes e mais sofisticados. Há pouco tempo, o Aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, foi alvo de um ransomware com pedido de US$ 10 milhões. Embora o governo tenha recusado pagar, o incidente demonstrou como sistemas críticos, como os de bagagem ou controle de tráfego, podem ser vulneráveis.

É preciso reforçar: nenhuma infraestrutura está imune. O que podemos fazer é mitigar riscos, adotando tecnologias de IAM modernas, criptografia de ponta a ponta, estratégias zero-trust e monitoramento contínuo. A cibersegurança deixou de ser apenas um item da agenda de TI. Ela é, hoje, uma prioridade estratégica para a continuidade dos negócios na aviação.

Cibersegurança como diferencial estratégico

Mais do que uma obrigação técnica, investir em cibersegurança tornou-se um diferencial competitivo. Empresas que adotam soluções proativas de proteção digital ganham a confiança de passageiros e parceiros, fortalecendo sua reputação e reduzindo riscos operacionais.

O setor aéreo está entre os mais estratégicos e sensíveis à cibersegurança. Garantir que aeroportos e companhias aéreas estejam protegidos contra ameaças digitais é essencial para a continuidade dos negócios, a proteção da vida humana e a soberania nacional.


*Sérgio Muniz é Vice-Presidente de Vendas, Identity & Access Management da Thales na América Latina

22 junho, 2025

Kryptus e CAIXA renovam contrato de cibersegurança. Há previsão de aumento de ameaças contra setor de governo


*LRCA Defense Consulting - 22/06/2025

A parceria entre a Kryptus, multinacional brasileira especializada em cibersegurança e criptografia, e a Caixa Econômica Federal (CAIXA) acaba de entrar em seu quinto ano de execução. Os serviços do Centro de Operações de Segurança (SOC) da empresa receberam menção no Relatório Integrado de Gestão 2024 da instituição financeira, publicado recentemente em seu site de Relações com Investidores.

O suporte da Kryptus consiste na prestação de serviços de Operações de Segurança Cibernética, denominados SOC, com previsão de mão-de-obra dedicada na CAIXA, e a empresa também executará o contrato com profissionais no seu ambiente próprio. Em suma, as equipes especializadas em defesa cibernética (Blue Team) da empresa são responsáveis pela resposta e tratamento de incidentes de segurança da informação em regime 24x7.

“A demanda por serviços de SOC no setor governamental vem crescendo, e nossa projeção é de que esse mercado siga em expansão pelos próximos cinco anos, impulsionado pelo aumento da digitalização dos serviços públicos e, consequentemente, das ameaças cibernéticas. A continuidade da parceria com a CAIXA reafirma o nosso compromisso com a soberania e segurança das instituições públicas brasileiras", afirma Felipe Manso, CCO da Kryptus.

Além de Caixa Econômica Federal, a Kryptus também fornece sua expertise a outras instituições fundamentais do segmento de governo no Brasil, como Banco Central (BACEN), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Supremo Tribunal Federal (STF), Procuradoria-Geral da República (PGR), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) e SPTrans. 

13 março, 2025

Kryptus amplia estrutura de SOC em Brasília para reforçar cibersegurança dos setores público e privado

 


*LRCA Defense Consulting - 13/03/2025

A Kryptus, multinacional brasileira especializada em criptografia e segurança cibernética, concluiu a reestruturação do seu Centro de Operações de Segurança (SOC) em Brasília. A iniciativa tem como objetivo ampliar ainda mais as defesas de seus clientes, não apenas do setor privado, mas também órgãos governamentais e empresas do setor público, segmento cada vez mais visado por cibercriminosos.

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), realizada entre 2023 e 2024, revelou vulnerabilidades significativas na infraestrutura digital de alguns órgãos federais. Atualmente, o custo médio de uma violação de dados no Brasil é de US$ 1,36 milhão, segundo o relatório Cost of a Data Breach 2024, da IBM, o que evidencia a urgência de medidas preventivas robustas.

“Além de atender a órgãos estratégicos do Governo Federal, como Caixa Econômica Federal, Banco Central, PGR, STF, TRF5a, DATASUS, BNDES e Itamaraty, somos reconhecidos como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa. Essa expertise na esfera pública e a oferta de tecnologia de ponta 100% nacional são diferenciais que reforçam nossa presença também no setor privado”, afirma Sabino Lima, coordenador do SOC da Kryptus em Brasília.

Para ilustrar a dinâmica de um ataque cibernético e a capacidade de resposta do SOC, o departamento promoveu, em dezembro passado, um exercício de simulação de ataque e defesa. Durante a demonstração, os presentes puderam conferir como um invasor consegue obter credenciais, através de um ataque do tipo “password spraying”, infiltrar-se por meio de phishing e escalar privilégios até comprometer senhas administrativas.

Os testes foram conduzidos pelos especialistas do SOC, divididos em equipe de ataque (Red Team), responsável por identificar possíveis brechas para uma tentativa de invasão; e equipe de defesa (Blue Team), que tem a missão de detectar e neutralizar ameaças de intrusão.

Além disso, o modelo de abordagem da Kryptus contempla o chamado “Purple Team”, que integra ferramentas e estratégias dos times de ataque e defesa em um mesmo cenário de invasão. Essa abordagem garante que tanto a visão do invasor quanto a do time de defesa estejam sempre atualizadas, ampliando a cobertura da avaliação.

Outro ponto de atenção levantado durante o exercício em Brasília foi a crescente personalização dos ciberataques. Cada vez mais, invasores contam com o uso da Inteligência Artificial para realizarem ataques massivos; quando bem sucedidos, eles passam a agir de forma mais direcionada e estratégica.

“Um atacante pode comprometer o e-mail de um funcionário e, a partir desse acesso, buscar arquivos compartilháveis ou e-mails estratégicos. Se esse colaborador faz parte do RH, por exemplo, o invasor pode usar planilhas ou documentos compartilhados como meio de propagação do ataque dentro da empresa. Dessa forma, ele se infiltra gradualmente, enviando mensagens personalizadas para ganhar credibilidade e manter sua presença no ambiente da vítima”, explica Lima.

A combinação de IA e técnicas manuais utilizadas por hackers criativos impõe desafios constantes para o time de SOC. O executivo da Kryptus acrescenta que, para além do uso de tecnologia de ponta, é preciso investir em capacitação e atualização contínua das equipes. “É parte fundamental do nosso trabalho compreender e incorporar a mentalidade dos atacantes, a fim de antecipar suas ações e mitigar riscos de maneira eficaz”, conclui.

Sobre a Kryptus

A Kryptus é uma multinacional brasileira provedora de soluções de criptografia e segurança cibernética altamente customizáveis, confiáveis e seguras para aplicações críticas, com foco na entrega de serviços de alto nível para resolução das missões de seus clientes. Fundada em Campinas (SP), em 2003, atua hoje nos setores público e privado dos mercados do Brasil, LATAM, Europa, Oriente Médio e África, sendo reconhecida pelo Ministério da Defesa do Brasil com o selo EED – Empresa Estratégica de Defesa, além de contar com selo Gartner Cool Vendor.

21 janeiro, 2022

Sikur One "Zero Trust": o mais recente smartphone focado em segurança da Sikur

Uma mão equilibrando o smartphone Sikur One em um canto.

 
*Engadget, por Cris Holt - 20/01/2022

A fabricante de smartphones com foco em segurança Sikur está de volta com seu mais recente aparelho. O Sikur One, com Android 11, desenvolvido com a ajuda da fabricante brasileira Multilaser, segue a abordagem de segurança Zero Trust.

O conceito Zero Trust é, em poucas palavras, auto-explicativo. Ele assume que ninguém pode ser totalmente confiável do ponto de vista da segurança. Uma empresa ou organização normalmente tem controle sobre uma configuração Zero Trust, que exige que os usuários sejam autorizados, autenticados e validados continuamente para que possam manter o acesso a aplicativos e dados.

O Sikur One foi projetado principalmente para uso corporativo e governamental, com as organizações tendo a capacidade de controlar cada dispositivo de acordo com suas políticas. Sikur diz que o dispositivo está em conformidade com os padrões europeus de privacidade de dados GDPR e LGPD brasileiro.

Usando um sistema chamado Sikur ID, o Sikur One pode realizar uma função de token de autenticação sem senha. A empresa diz que isso impedirá ataques de malware e phishing. O telefone pode ser bloqueado ou apagado remotamente se for perdido ou roubado. Os usuários podem restaurar dados da nuvem em outro dispositivo.

Sikur Um

Os dados são criptografados na fonte Os usuários não poderão instalar aplicativos de lojas de terceiros não seguras e o Sikur One desativará os serviços de localização por padrão. A empresa eliminará aplicativos de sistema desnecessários, enquanto o Sikur One estará atualizado com patches over-the-air. A empresa diz que isso não deixará "nenhum espaço para vulnerabilidades comumente exploradas". Também não há suporte para transferência de arquivos USB.

O Sikur One usa o Sikur Messenger como plataforma de comunicação padrão, abrangendo mensagens, armazenamento de arquivos, compartilhamento de arquivos e chamadas de voz e vídeo. Todos os dados são armazenados em uma nuvem privada.

Apesar das medidas de segurança, o CEO da Sikur, Fabio Fischer, diz que o smartphone tem “a mesma usabilidade de um aparelho comum”. O Sikur One tem acesso a todos os aplicativos da Google Play Store, mas a organização responsável pelo dispositivo pode determinar quais tipos de aplicativos podem ser baixados ou se os usuários podem instalar seus próprios aplicativos.

Do lado do hardware, o Sikur One tem tela de 6,5 polegadas, processador octo-core, 4 GB de memória e 128 GB de armazenamento interno (expansível em até 512 GB com cartão de memória). Tem uma bateria de 4.000 mAh e suporte dual SIM, além de conectividade 4G, WiFi e Bluetooth. O dispositivo possui um conjunto de câmeras triplas na parte traseira e uma lente frontal de 3MP. Além disso, há um sensor de impressão digital e suporte para reconhecimento facial.

O Sikur One se baseia nos aparelhos anteriores da empresa, GranitePhone e SikurPhone, lançados em 2015 e 2018, respectivamente. Embora também fossem destinados a organizações, os consumidores ainda compravam o GranitePhone.

A Sikur oferecerá seu modelo mais recente ao público também por meio de seus parceiros de canal de vendas. O preço varia de acordo com o país, mas o Sikur One custa cerca de US$ 274. Isso cobre o custo do dispositivo, bem como uma licença de um ano para o Sikur Messenger e o gerenciamento de dispositivos móveis. Após os primeiros 12 meses, a organização precisará pagar US$ 145 por usuário por ano por esses recursos.



13 outubro, 2021

Mirabilis/Sikur, uma Empresa Estratégica de Defesa com foco na prevenção de problemas de cibersegurança

Sede da Sikur e uma das células de pesquisa e desenvolvimento com foco em IoT (Internet das Coisas), em Sophia Antipolis (França)

*LRCA Defense Consulting - 13/10/2021

A Sikur é o maior provedor global de soluções de comunicação segura. Sua especialialidade são soluções inovadoras, com foco na antecipação para resolução de problemas de cibersegurança. No Brasil, é representada pela Mirabilis Consultoria e Gestão Empresarial Ltda., uma Empresa Estratégica de Defesa cadastrada no Ministério da Defesa do Brasil.

A empresa acredita que cibersegurança não deve ser complexa e que não envolve apenas plataformas e sistemas digitais, mas é uma mentalidade que envolve muitos aspectos dos negócios e da vida de uma entidade. Assim, seu objetivo é simplificar autenticação, controle de acesso e comunicação para qualquer indústria ou organização, entregando soluções modernas e robustas com tecnologia avançada e foco em prevenção de problemas de segurança, protegendo informações governamentais e corporativas e proporcionam economia de tempo e recursos. Para tanto, entrega segurança em camadas, criptografia de software avançada para proteção de empresas e governos, prevenindo vazamento de dados, perdas financeiras, não-conformidade regulatória e paralização de operações.

Definindo o futuro da comunicação segura, a Sikur opera globalmente, possuindo escritórios na América Latina, Estados Unidos e Europa, trabalhando ao lado de governos e empresas que acreditam que a segurança é fundamental para a integridade de seu trabalho. Está sediada no segundo maior centro de tecnologia do mundo – Sophia Antipolis (França), onde também opera uma de suas células de pesquisa e desenvolvimento com foco em IoT (Internet das Coisas).

A Sikur é membro do setor de Segurança Digital no Cluster SCS (Secure Communicating Solutions) de Sophia Antipolis e fundadora do Call UX for SMART LIFE: Home & Mobility, em parceria com IMREDD, na Universidade de Côte D’Azur.

No dia 11 de outubro, o programa Money Talks (portal Money Report) ouviu Fabio Fischer Aguiar, CEO da Sikur, que lança um alerta: as questões de tecnologia e segurança cibernética precisam sair com urgência do âmbito dos departamentos de TI para adentrar às reuniões dos conselhos como um tópico fundamental de governança corporativa. Em um mundo hiperconectado e de trabalho híbrido, com informações sensíveis trafegando pelos dispositivos móveis de todos os integrantes da hierarquia de uma organização, todo o cuidado é pouco. E isso vale para empresas de todos os portes. 

Além de investimentos, Fischer comenta sobre a necessidade de mudança de cultura nos altos escalões, pois de nada valem todos os protocolos se entre os conselheiros seniores, ainda com mentalidade analógica, há trocas de informações estratégicas por meio de mensagens que não são criptografadas de ponta a ponta, abrindo brechas para espionagem e ataques de ransonware. Veja o vídeo:



Credenciamento como Empresa Estratégica de Defesa



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