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07 novembro, 2024

O MSS ATGM brasileiro da SIATT oferecerá capacidade anti-tanque de última geração com sistema "dispare e esqueça"

Força de Prontidão da 1ª Brigada de infantaria de Selva realiza tiro com o míssil MAX (Fonte: EB)

*Army Recognition - 04/11/2024

A empresa de defesa brasileira SIATT (Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico) está fazendo avanços significativos na tecnologia de mísseis anti-tanque com sua plataforma de ponta MSS Anti-Tank Guided Missile (ATGM) (Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anti-carro, Míssil MAX). À medida que a plataforma evolui, ela está pronta para redefinir as capacidades anti-tanque e de ataque de precisão do Brasil para forças terrestres, posicionando-se como um elemento crítico das futuras operações de combate do Exército Brasileiro.

A plataforma MSS ATGM da SIATT está atualmente em desenvolvimento, com planos para incorporar tecnologia avançada de disparar e esquecer que permitirá aos operadores lançar o míssil e realocá-lo imediatamente, minimizando assim sua exposição no campo de batalha. 

As capacidades antecipadas do MSS ATGM são impressionantes: espera-se que o sistema perfure mais de 1.000 mm de Blindagem Homogênea Rolada (RHA), neutralizando efetivamente uma ampla gama de tanques de batalha principais (MBTs) modernos e veículos blindados. Este nível de penetração coloca o MSS ATGM na mesma classe de alguns dos mísseis anti-tanque mais poderosos do mundo, abordando ameaças críticas representadas por alvos fortemente blindados e protegidos por blindagem reativa.

Além de sua alta capacidade de penetração, o futuro modelo "dispare e esqueça" do MSS ATGM ostentará um alcance de mais de 4 quilômetros, fornecendo às forças brasileiras uma capacidade substancial de stand-off. Esse alcance estendido será vital para as operações de defesa do Brasil, especialmente em terrenos abertos ou acidentados, onde engajamentos de longo alcance são necessários para vantagem tática.

Força de Prontidão da 1ª Brigada de infantaria de Selva realiza tiro com o míssil MAX (Fonte: EB)

Embora a versão "dispare e esqueça" represente o objetivo final do projeto MSS ATGM, o foco imediato da SIATT está no desenvolvimento de uma variante de alcance estendido guiada a laser do míssil. Esta variante foi projetada para aumentar a precisão e o alcance operacional das forças anti-tanque do Exército Brasileiro, fornecendo capacidades de engajamento eficazes a distâncias consideráveis. O sistema de orientação a laser permite o direcionamento preciso de alvos estacionários e móveis, garantindo aos operadores maior controle sobre a trajetória de voo do míssil e reduzindo as chances de contramedidas interromperem sua trajetória.

A plataforma MSS ATGM representa um marco nas ambições do Brasil de desenvolver soluções de defesa nativas de alto desempenho, reduzindo a dependência de tecnologia estrangeira. Além disso, a compatibilidade da plataforma com vários veículos táticos e o potencial de integração com outros sistemas de defesa destacam sua versatilidade. Essas capacidades aumentam o potencial de exportação do sistema, pois as nações que buscam aprimorar suas defesas anti-tanque provavelmente serão atraídas pelas especificações avançadas e pela flexibilidade de integração multiplataforma do MSS ATGM.

07 outubro, 2024

Exército Brasileiro e SIATT firmam contrato de licenciamento do Míssil Anti-carro MAX 1.2 AC


*LRCA Defense Consulting - 07/10/2024

O Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro e a empresa SIATT assinaram, no dia 26 de setembro, o contrato de licenciamento do míssil anti-carro MAX 1.2 AC, para produção e comercialização. Durante a cerimônia, realizada nas instalações do Centro de Avaliações do Exército (CAEx), na Marambaia, no Rio de Janeiro, o Exército Brasileiro oficializou também a nova denominação do míssil, anteriormente conhecido como MSS 1.2 AC, agora batizado como “MAX 1.2 AC”.

O míssil MAX 1.2 AC é um míssil anti-carro do tipo beam riding, com alcance superior a 2000 metros. O sistema beam riding permite que o míssil siga um feixe de laser apontado pelo operador até o alvo, tornando-o extremamente preciso e eficaz.

O nome “MAX” é uma homenagem ao Sargento Max Wolf Filho, um herói brasileiro que serviu com bravura na Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, participando da Campanha da Itália. A escolha deste nome carrega uma conexão simbólica com a coragem e determinação demonstradas pelo sargento em batalha, valores que o míssil MAX 1.2 AC também representa em sua concepção e aplicação.

Nos próximos anos, o programa MAX 1.2 AC deverá receber investimentos para aumentar seu alcance, desenvolver estratégias para o voo autônomo, além de melhorar sua capacidade de perfuração, ampliando-a para mais de 1000 mm, e aumentar a eficiência contra blindagens reativas. As blindagens reativas são sistemas que utilizam explosivos para reduzir o impacto de mísseis anti-carro, dificultando a penetração.

“Essas melhorias garantirão maior capacidade de atuação em ambientes de combate modernos, assegurando a modernidade e superioridade do sistema frente às necessidades da defesa nacional”, afirmou Ricardo Ramos, Sócio-Diretor da SIATT. Esse avanço reflete o empenho contínuo em dotar as Forças Armadas de tecnologias avançadas que garantam a soberania e segurança do país.

O diretor-presidente da SIATT, Rogério Salvador, ressaltou a importância do trabalho conjunto entre a empresa e as Forças Armadas, destacando os desafios superados ao longo dos anos e o comprometimento da SIATT com o desenvolvimento do setor de defesa. “Este contrato é o resultado de anos de cooperação e esforço conjunto, sempre em busca da inovação e da excelência, que são valores fundamentais para o nosso trabalho. Temos orgulho de contribuir para a capacidade de defesa do Brasil e de fortalecer essa parceria com as Forças Armadas”, destacou Salvador.

A assinatura do contrato de licenciamento entre o DCT do Exército Brasileiro e a SIATT representa um importante marco na colaboração entre as Forças Armadas e a indústria nacional de defesa, fortalecendo a capacidade do Brasil de desenvolver tecnologias autônomas e modernas para a proteção da soberania nacional. O MAX 1.2 AC é um míssil anti-carro desenvolvido para oferecer precisão e eficácia em campo, sendo uma peça essencial no sistema de defesa do país.

O evento foi presidido pelo Comandante do Exército, General de Exército Tomás, e contou com a presença de oito generais do Alto Comando, dentre eles, o General de Exército Furlan, Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia; o General de Exército Novaes, Comandante de Operações Terrestres; e o General de Exército Lancia, Comandante Logístico.

O licenciamento do míssil MAX 1.2 AC marca mais um passo na trajetória do Brasil em direção à autossuficiência em defesa e segurança, além de reforçar o compromisso com a valorização dos heróis que contribuíram para a história do país.

 

24 junho, 2024

Exército encerra testes operacionais e Míssil Anti-carro MSS 1.2 AC é aprovado plenamente


*LRCA Defense Consulting - 24/06/2024

No dia 19 de junho, o Centro de Avaliações do Exército (CAEx) concluiu a avaliação operacional do lote piloto do Míssil Anti-carro MSS 1.2 AC, projeto do Centro Tecnológico do Exército (CTEx) em parceria com a Marinha do Brasil.

Os testes operacionais confirmaram a eficácia e a adequabilidade do material em seu emprego típico, com simulação de ambientes operacionais não controlados, contra alvos representativos e operado por combatentes de tropa com dotação de Míssil Anti-Carro (MAC), dentre as quais, Comando de Fronteira Roraima/7º Batalhão de Infantaria de Selva, de Boa Vista (RR), 1º Esquadrão de Cavalaria Paraquedista, do Rio de Janeiro (RJ), 6º Batalhão de Infantaria Leve, de Caçapava (SP) e militares do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, Rio de Janeiro (RJ).

A Avaliação Operacional foi realizada durante três semanas e subdividida em duas fases: a primeira, de capacitação dos usuários, que receberam uma apresentação detalhada do material, seguida por estudos técnicos e táticos do míssil, e a segunda, que consistiu nos tiros dos testes operacionais, através do emprego tático do armamento pelo operador de tropa, desde a preparação e transporte, até o disparo contra alvos fixos e móveis, em diversos cenários que simularam um ambiente de conflito.

O Material de Emprego Militar, de alto conteúdo tecnológico, demonstra o compromisso do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Exército (SCTIEx) no incremento da capacidade bélica de dissuasão da Força Terrestre com entregas à sociedade, na geração de empregos e no fortalecimento da Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS), nesse caso representada pela parceria com a empresa SIATT - Engenharia, Indústria e Comércio Ltda, bem como o sucesso da cooperação entre o Exército Brasileiro e a Marinha do Brasil, através da colaboração técnica e de material entre o Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) e a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM).

O último disparo dos testes operacionais contou com as presenças do Diretor de Fabricação, General de Divisão Tales Eduardo Areco Villela, do Chefe do Escritório de Projetos do Exército (EPEx), General de Brigada Carlos José Rocha Lima, e do Chefe do CAEx, General de Brigada João Paulo Zago, além de militares do Exército e da Marinha do Brasil.

Sistema de Armas MSS 1.2 AC
O MSS 1.2 AC é um míssil superfície-superfície anti-carro de médio alcance, desenvolvido segundo requisitos do Exército Brasileiro. O sistema é constituído pela Munição (míssil em seu container lançador) e pela Unidade de Tiro. Emprega guiamento do tipo “beam-rider”, no qual o operador é responsável por realizar o apontamento óptico em direção ao alvo. Durante o voo do míssil, a Unidade de Tiro emite um feixe laser invisível codificado, harmonizado com a mira óptica, que provê a referência de guiamento para o míssil.

O sistema tem capacidade de perfurar blindagens com até 500 milímetros de espessura em chapa de aço padrão OTAN. O Míssil MSS 1.2 AC neutraliza ameaças a até 4000 metros, sendo empregado principalmente contra veículos blindados.

Além disso, pode, secundariamente, ser utilizado contra outros alvos compensadores, como: concentração de veículos, construções fortificadas, depósitos de combustível e ou de munição, barcos fluviais e helicópteros pairando à baixa altura.

O Míssil MSS 1.2 Anti-carro é equipado com sistema de visão noturna infravermelho que permite seu emprego em condições de pouca visibilidade. Seu peso também favorece a utilização por tropas aeroterrestres e aeromóveis. Essas características conferem versatilidade ao armamento.

A evolução do Míssil MSS 1.2 Anti-carro até a sua versão atual é resultado do projeto elaborado pela Seção de Mísseis e Foguetes do Centro Tecnológico do Exército em parceria com a empresa SIATT Engenharia, Indústria e Comércio.

O desenvolvimento do Míssil MSS 1.2 Anti-carro pelo Exército Brasileiro insere-se no escopo da Ciência, Tecnologia e da Inovação e coopera com o desenvolvimento nacional. Entre os principais benefícios sociais do projeto, estão a geração de empregos e o fortalecimento da Base Industrial de Defesa, além da projeção internacional do Brasil pela geração de novas capacidades militares.

*Com informações do Exército Brasileiro.



 

 

30 maio, 2024

Míssil Anti-carro é testado com sucesso no Centro de Avaliações do Exército


*LRCA Defense Consulting - 30/05/2024

O Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Guaratiba (RJ), realizou, em 22 de maio do corrente, o teste de lançamento para avaliação técnica do Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anti-carro (MSS 1.2 AC). O teste verificou a segurança no emprego do material e o cumprimento dos requisitos técnicos projetados, além de ratificar os quesitos de segurança e eficácia. Na ocasião, o míssil foi lançado contra um alvo com blindagem e, para averiguar o êxito do teste, foi utilizado um conjunto de câmeras e drones que registraram sua trajetografia.

O teste foi executado por engenheiros e técnicos, militares e civis, cuja atividade foi conduzida pelo Chefe do CAEx, General de Brigada João Paulo Zago.


O Míssil MSS 1.2 Anti-carro é equipado com sistema de visão noturna infravermelho que permite seu emprego em condições de pouca visibilidade. Seu peso também favorece a utilização por tropas aeroterrestres e aeromóveis. Essas características conferem versatilidade ao armamento, que pode ser empregado em operações militares contra diversos tipos de ameaças, como veículos blindados, construções fortificadas, depósitos de combustível e munição, embarcações e até contra helicópteros pairando à baixa altura.

A evolução do Míssil MSS 1.2 Anti-carro até a sua versão atual é resultado do projeto elaborado pela Seção de Mísseis e Foguetes do Centro Tecnológico do Exército em parceria com a empresa SIATT Engenharia, Indústria e Comércio.

O desenvolvimento do Míssil MSS 1.2 Anti-carro pelo Exército Brasileiro insere-se no escopo da Ciência, Tecnologia e da Inovação e coopera com o desenvolvimento nacional. Entre os principais benefícios sociais do projeto, estão a geração de empregos e o fortalecimento da Base Industrial de Defesa, além da projeção internacional do Brasil pela geração de novas capacidades militares.

Sistema de Armas MSS 1.2 AC
O MSS 1.2 AC é um míssil superfície-superfície anti-carro de médio alcance, desenvolvido segundo requisitos do Exército Brasileiro. O sistema é constituído pela Munição (míssil em seu container lançador) e pela Unidade de Tiro. Emprega guiamento do tipo “beam-rider”, no qual o operador é responsável por realizar o apontamento óptico em direção ao alvo. Durante o voo do míssil, a Unidade de Tiro emite um feixe laser invisível codificado, harmonizado com a mira óptica, que provê a referência de guiamento para o míssil.

O sistema tem capacidade de perfurar blindagens com até 500 milímetros de espessura em chapa de aço padrão OTAN. O Míssil MSS 1.2 AC neutraliza ameaças a até 4000 metros, sendo empregado principalmente contra veículos blindados.

Além disso, pode, secundariamente, ser utilizado contra outros alvos compensadores, como: concentração de veículos, construções fortificadas, depósitos de combustível e ou de munição, barcos fluviais e helicópteros pairando à baixa altura.


Fonte: Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro
 

29 setembro, 2023

Grupo EDGE, dos Emirados Árabes Unidos, adquire 50% de participação na SIATT


*LRCA Defense Consulting - 29/09/2023

Confirmando informações divulgadas ontem à noite por esta editoria, o Grupo EDGE dos Emirados Árabes Unidos, um dos principais grupos de tecnologia avançada e defesa do mundo, anunciou a aquisição de uma participação de 50%  na empresa brasileira de alta tecnologia SIATT, especialista em sistemas de armas inteligentes.

O acordo de aquisição foi assinado oficialmente na sede da SIATT, na cidade de São José dos Campos, e testemunhado por Faisal Al Bannai, Presidente do Grupo EDGE, e pelas equipes de liderança sênior de ambas as empresas.

A aquisição segue um acordo de cooperação assinado por ambas as empresas no Rio de Janeiro em abril deste ano durante a LAAD 2023, e faz parte de um acordo de co-desenvolvimento subsequente assinado entre a EDGE e a Marinha do Brasil para tecnologia avançada de mísseis anti-navio de longo alcance, como parte do projeto nacional de mísseis anti-navio MANSUP, para o qual a SIATT fornece os sistemas de orientação, navegação, controle e telemetria.

Mansour AlMulla, Diretor Geral e CEO do Grupo EDGE, disse: "A EDGE está comprometida em colaborar com players estrategicamente importantes da indústria no Brasil, por meio de investimentos ou parcerias, a fim de desenvolver capacidades avançadas de defesa e outras tecnologias relacionadas. Como parte de nossa América Latina roteiro de desenvolvimento, particularmente no mercado brasileiro, estamos embarcando no desenvolvimento e fabricação da próxima geração de armas e soluções inteligentes de alto desempenho e preços competitivos. Juntamente com a SIATT, pretendemos nos tornar participantes relevantes do mercado em sistemas de defesa de alta tecnologia .”


Míssil antinavio MANSUP

SIATT: tecnologia avançada de mísseis
Fundada em 2015, e sediada na cidade de São José dos Campos, a SIATT é especializada na integração de sistemas de alto conteúdo tecnológico, que fornece soluções para as demandas dos setores de defesa e aeroespacial.

Rogério Salvador, CEO e um dos fundadores da SIATT, acrescentou: “Este é um momento de orgulho para a SIATT como líder regional no campo da tecnologia avançada de mísseis. O investimento da EDGE em nossa experiência e em nossas capacidades renomadas é uma prova da alta qualidade de nossos produtos e sistemas. Por sua vez, permitir-nos-á beneficiar da escala e da experiência internacional em múltiplos domínios da EDGE para desenvolver conjuntamente a próxima geração de soluções de armas inteligentes para as nossas respectivas Forças Armadas e outros clientes de defesa. A SIATT, como Empresa Estratégica Brasileira de Defesa – EED, continua totalmente comprometida em contribuir para a soberania nacional”

Hamad Al Marar, Presidente - Armas e Mísseis do Grupo EDGE, acrescentou ainda: “Este é um marco crítico e foi alcançado através do estabelecimento de relações mutuamente benéficas e do apoio e visão da liderança dos Emirados Árabes Unidos e do Brasil, que continuam a forjar sempre laços de defesa mais estreitos através da criação de capacidades soberanas independentes e do apoio ao crescimento económico.

“Nossa aquisição de 50% do capital da SIATT é um exemplo perfeito disso. Isso nos permitirá combinar experiência no desenvolvimento de armas inteligentes e sistemas de alta tecnologia, ambas áreas de foco da EDGE, e explorar potenciais oportunidades de colaboração para aprimorar tecnologias e capacidades nos mercados dos Emirados Árabes Unidos e do Brasil.”



Míssil anti-carro MSS 1.2 AC

O vice-almirante Marco Antonio Ismael Trovão de Oliveira, da Marinha do Brasil, concluiu: “A EDGE está demonstrando, por meio de ações concretas, que é um parceiro sério e apoiador da indústria de defesa brasileira e do desenvolvimento de capacidades nacionais em vários domínios. O anúncio de hoje da aquisição pelo Grupo de uma participação importante na SIATT fortalecerá ainda mais a nossa visão e objetivos mútuos de maior segurança e prosperidade económica, tanto aqui como no exterior.”

O portfólio de produtos da SIATT inclui armas inteligentes, como mísseis e munições guiadas, e sua integração em aeronaves, embarcações navais, tanques e outros veículos terrestres. Além disso, a SIATT também se destaca em tecnologias de radares, sensores e sistemas aviônicos. 

Saiba mais:
- Mísseis SIATT estão perto da produção enquanto novos projetos surgem

18 julho, 2023

SIATT ministra curso do Simulador de Tiro do míssil anti-carro brasileiro MSS 1.2 AC a Fuzileiros Navais


*LRCA Defense Consulting - 18/07/2023

Nos dias 05 e 06 de julho, instrutores da SIATT Engenharia ministraram um curso de operação do Simulador de Tiro do Sistemas de Armas Míssil Superfície-Superfície Anti-carro MSS 1.2 AC para atiradores e especialistas da Marinha do Brasil. Realizado no CIASC - Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo, no Complexo dos Fuzileiros Navais na Ilha do Governador, Rio de Janeiro/RJ.

O curso teve, como alunos, atiradores dos 1º, 2º e 3º Batalhões de Infantaria dos Fuzileiros Navais, especialistas do CTecCFN - Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais e do CMASM - Centro de Mísseis e Armas Submarinas da Marinha, além de instrutores do próprio CIASC.

Durante dois dias, os alunos receberam conhecimentos teóricos e práticos focados na utilização do Simulador de Tiro do MSS 1.2 AC para adestramento de atiradores do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha, habilitando-os para treinamentos posteriores e participação em campanhas de lançamentos reais do míssil MSS 1.2 AC. Tais lançamentos estão sendo realizados dentro do processo de Avaliação Técnica do armamento conduzido pelo Exército Brasileiro, mas que também conta com participação da Marinha.

No âmbito do Exército, esta avaliação é conduzida pelo CAEx, Centro de Avaliações do Exército, onde tem ocorrido os lançamentos do míssil, com apoio do CTEx - Centro Tecnológico do Exército. Na Marinha, o programa é acompanhado pela DSAM - Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha.

Tanto o Exército como os Fuzileiros Navais adquiriram lotes de pré-série do MSS 1.2 AC, cuja avaliação técnica atualmente caminha para a fase final. Na sequência, será realizado um processo de Avaliação Operacional, prevista para ser concluída no primeiro semestre de 2024, com o produto sendo primeiramente disponibilizado para uma OM específica antes da distribuição geral aos batalhões operacionais.

O Eng. Robson Duarte, Ger. Programa na SIATT ressalta que “a realização deste treinamento foi um importante passo para a completa adoção do MSS 1.2 AC pelos Fuzileiros Navais, incorporando atiradores às avaliações em andamento e já capacitando futuros instrutores para adestramentos internos. O uso contínuo do Simulador de Tiro capacita atiradores em alto nível para lançamentos reais!”, complementou Robson.

Simulador de Tiro
O Simulador de Tiro é um equipamento regular do Sistema MSS 1.2 AC, destinado ao adestramento e treinamento intensivo de atiradores, com baixo custo. É composto por um conjunto Unidade de Tiro/Munição idêntico ao armamento real, associado à uma Estação de Instrutor que simula, em ambiente virtual, cenários, terrenos, alvos, rotas e fatores ambientais dificultadores de tiros (bombas de fumaça, baixa visibilidade, chuva, etc.) para tiros virtuais. Operando a Unidade de Tiro/Munição do Simulador, o atirador em treinamento, além da simulação de cenário, é submetido a sons e “impacto físico” semelhantes aos verdadeiros, proporcionando uma experiência muito próxima de um lançamento real.

27 fevereiro, 2023

SIATT realiza teste de míssil brasileiro anti-carro


*Portal BIDS - 24/02/2023

O Centro de Avaliações do Exército (CAEx) apoiou o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e a empresa SIATT Engenharia, Indústria e Comércio durante a etapa de testes do Sistema Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anti-carro (MSS 1.2 AC). Os testes foram acompanhados por engenheiros e técnicos militares e civis, com o objetivo de verificar a efetividade dos aperfeiçoamentos implementados no Sistema de Armas MSS 1.2 AC. Foi analisado o lançamento do míssil telemétrico contra um alvo posicionado a dois mil metros de distância.

A instrumentação da atividade compreende dois sistemas de telemetria, com duas estações em redundância, que permitem o acompanhamento dos diversos componentes e subsistemas do míssil em tempo real, durante o lançamento e após o término do voo. Para a verificação da trajetória do míssil, os testes são apoiados por um conjunto de câmeras e drones, que permitem validar a configuração atual do sistema, visando à implementação nos exemplares que serão utilizados na continuidade da subfase técnica da “Avaliação do Lote Piloto”.

O sucesso do teste ratifica a capacidade do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Base Industrial de Defesa e Segurança para desenvolver produtos nacionais de alta tecnologia, provendo à Força Terrestre maior portabilidade, flexibilidade e precisão no combate contra veículos blindados. O sistema para lançamento de míssil anti-carro de médio alcance guiado a laser pode ser empregado por tropas em solo ou em viatura. 



30 março, 2022

Exército testa o Sistema Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anti-carro (MSS 1.2 AC)


*LRCA Defense Consulting - 30/03/2022

O Centro de Avaliações do Exército (CAEx) apoiou, em 24 de março, o disparo do Sistema Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anti-carro (MSS 1.2 AC), executado pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx).

O equipamento é composto pela munição (míssil e tubo lançador) acoplada a uma unidade de tiro para mira e disparo, que compõem um conjunto leve, de fácil transporte e de rápida entrada ou saída de posição. Os parâmetros intrínsecos do sistema no terreno foram testados com base nos requisitos do Exército Brasileiro.

O MSS 1.2 AC, desenvolvido pela SIATT Engenharia segundo diretrizes técnicas do Exército Brasileiro, é um míssil superfície-superfície anti-carro de médio alcance, guiado a laser, para uso por tropas em solo ou em viatura. Ele provê maior portabilidade, flexibilidade e precisão no combate contra veículos blindados, por intermédio da implementação de alta tecnologia pela base industrial de defesa e segurança, em conjunto com o Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Exército. 

O sistema é constituído pela Munição (míssil em seu container lançador) e pela Unidade de Tiro. Emprega guiamento do tipo “beam-rider”, no qual o operador é responsável por realizar o apontamento óptico em direção ao alvo. Durante o voo do míssil, a Unidade de Tiro emite um feixe laser invisível codificado, harmonizado com a mira óptica, que provê a referência de guiamento para o míssil.


Além da portabilidade e precisão, este sistema dificulta a utilização de contramedidas, uma vez que o receptor laser está voltado para trás, não há ação que possa ser feita pelo alvo para interferir no guiamento do míssil.

O Sistema MSS 1.2 engloba ainda um Simulador de Tiro, com alto grau de representatividade de ambientes reais, para adestramento de atiradores sem a necessidade de emprego de mísseis reais, e um Equipamento de Teste para medidas e alinhamento das Unidades de Tiro do sistema.

Participaram do evento o Chefe do CTEx, General de Brigada Armando Morado Ferreira, o Chefe do CAEx, General de Brigada Alexandre Martins Castilho, engenheiros e técnicos da empresa SIATT Engenharia, responsável pela fabricação do sistema desenvolvido pelo CTEx,  militares da Marinha do Brasil, e militares do CTEx e da Seção de Testes da Divisão de Avaliação de Material do CAEx. 


 


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