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18 dezembro, 2024

Mac Jee: um dos principais grupos da Base Industrial de Defesa revela sua produção em Paraibuna

Unidade da Mac Jee em Paraibuna (SP)

*LRCA Defense Consulting - 18/12/2024

A unidade em Paraibuna é o coração produtivo do Grupo Mac Jee e está equipada para atender os mais altos padrões da indústria de defesa.

É nessa planta que são realizadas a fabricação das munições aéreas da serie MK 80, munições de artilharia 155mm e a montagem final das espoletas, incluindo o envase com material energético.

A capacidade de produção desta unidade reflete a eficiência da empresa e seu compromisso com qualidade e segurança, consolidando sua posição como referência no setor. Afinal, a cada mês são produzidas 7.000 munições aéreas da serie MK 80, 10.000 munições de artilharia 155mm e 14.000 espoletas.

Grupo Mac Jee
A Base Industrial de Defesa (BID) no Brasil vive um de seus melhores momentos. Nessa trilha está o Grupo Mac Jee, fundado em 2007, líder brasileiro do setor de defesa no país que vem expandindo os negócios com foco no mercado internacional e se diversificando para atender também à demanda interna, sobretudo com tecnologias de ponta, tanto para defesa como para o setor aeroespacial. 

A Mac Jee (como é normalmente conhecida a empresa) é uma das principais empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil. Genuinamente brasileira e com atuação global, possui unidades fabris em São José dos Campos (SP) e Paraibuna (SP), com escritórios também em São Paulo (SP) e na França. Há quase duas décadas no mercado, atua nos segmentos de Defesa e Aeroespacial. 

Atualmente, é formada pela Mac Jee Defesa, responsável pelo desenvolvimento, fabricação e comercialização de sistemas de defesa; Mac Jee Tecnologia, especializada no aprimoramento ou criação de linhas de produtos energéticos, e Equipaer, responsável pela criação de produtos e serviços do segmento aéreo.

Nos últimos quatro anos, a empresa investiu R$120 milhões na construção de duas fábricas no interior de São Paulo, em São José dos Campos e em Paraibuna. Com isso, tornou-se a empresa com maior capacidade de produção e armazenamento de materiais energéticos do Hemisfério Sul.

No seu diversificado portfólio, a Mac Jee tem também o drone kamikase ANSHAR - um drone tático avançado com excelente manobrabilidade e adaptabilidade a diversos tipos de missões; o DAGGER - um sistema inteligente de guiagem de munições aéreas; as munições aéreas BGB (MK), munição anti-bunker BPB 2000 (BLU 109); e o Armadillo - um dos lançadores de foguetes mais leves, compactos e rápidos do mercado global, projetado e desenvolvido para condições extremas de operação. O veículo tem alto poder de ataque, pode retrair o sistema de lançamento durante a fase não ofensiva, e lança mais de 70 foguetes 70 mm em poucos minutos. 


A Mac Jee é uma relevante exportadora de bombas, foguetes e munição de artilharia para o Oriente Médio. Além disso, instalou na Arábia Saudita uma moderna planta de material energético com capacidade de produção de 2 mil toneladas de TNT e 120 toneladas de RDX, onde tem tecnologia para adaptar a capacidade de fabricação de acordo com a necessidade de cada cliente. A estrutura montada na Arábia Saudita possui aproximadamente 500 mil metros quadrados e está localizada dentro da Saudi Chemical Company Limited (SCCL), a maior empresa de produção de energia civil e militar do país.

RATO 14-X
A Mac Jee agora se prepara para receber uma planta de carregamento de motores de foguetes e expansão de laboratórios químicos e propulsivos, em função de um novo projeto para a Força Aérea Brasileira (FAB): um foguete aeroespacial para transportar o veículo hipersônico 14-X até a alta atmosfera, a uma altitude de 30 km na velocidade de 10.720 km/h, dez vezes superior à do som, também conhecida como Mach 10. Confira nesta matéria: Veículo hipersônico RATO-14X será um "game changer" aeroespacial para o Brasil

03 outubro, 2024

Modirum Defence e Gespi anunciam investimento estratégico na produção de munições de 155mm


*LRCA Defense Consulting - 03/10/2024

Após a recente aquisição da participação majoritária no fabricante de defesa latino-americano Gespi, a Modirum Defence tem o prazer de anunciar um investimento significativo nas instalações da Gespi. Esta estratégia visa aprimorar a capacidade de produção, com foco no desenvolvimento de munições de alta qualidade e padrão NATO de 155mm, um recurso essencial para operações militares.

A partir de abril de 2025, Modirum e Gespi iniciarão a produção regular de munições de 155mm, com um volume mensal constante em unidades. Essa expansão atende à crescente demanda global por munições de alta precisão e capacidade, com planos para aumentar os volumes de produção conforme as exigências do mercado. Esse investimento reforça o compromisso da Modirum Defence em aprimorar a prontidão militar e garantir cadeias de suprimentos robustas para as forças de defesa em todo o mundo.

Fortalecimento das Capacidades de Defesa Moderna
As munições de artilharia de 155mm são essenciais para as estratégias militares, fornecendo poder de fogo de longo alcance e superioridade no campo de batalha. O investimento da Modirum Gespi reflete o compromisso em fornecer soluções avançadas que estejam alinhadas com as demandas crescentes das forças armadas modernas. Acelerando o plano de produção, a Modirum Defence demonstra uma abordagem dinâmica para reforçar suas capacidades de defesa e garantir um fornecimento confiável desse produto  de alta demanda no mercado internacional.

Elias Silvola, CEO da Modirum Defence, afirmou: “Este investimento estratégico na produção de munições de 155mm de padrão NATO marca um marco significativo em nossa trajetória de crescimento. Ao expandir nossas capacidades de produção, reforçamos nosso papel como um player chave na indústria de defesa global. Mais importante ainda, estamos comprometidos em garantir um fornecimento seguro de munições de alta qualidade e precisão para as forças de defesa em todo o mundo.”

João B. Scarparo, CEO da Gespi, acrescentou: "Estamos entusiasmados em ver que nossa parceria com a Modirum Defence já está resultando em investimentos significativos. Essa colaboração nos permite expandir nosso portfólio com tecnologias avançadas e lançar novos produtos que atendam às demandas crescentes do mercado de defesa, garantindo soluções inovadoras que atendam às necessidades críticas de nossos clientes."

Jussi Tammelin, EVP Nórdico na Modirum Defence, completou: “A Gespi há muito tempo é reconhecida pela sua fabricação de munições de alta qualidade. A expansão para munições de artilharia de 155mm marca um desenvolvimento significativo e estratégico, ampliando ainda mais o já extenso e diversificado portfólio da Gespi. Nosso foco está em fornecer munições que atendam aos padrões da NATO e superem as expectativas do mercado. Estamos também explorando ativamente tecnologias avançadas para melhorar a precisão e a eficácia das nossas munições de 155mm, como inovações em tecnologias de espoletas e aprimoramentos nos sistemas de mira.”

Crescimento Estratégico e Expansão do Portfólio
Este investimento segue a aquisição da Gespi pela Modirum Defence, posicionando a empresa como líder global no crescente setor de defesa, com capacidade para fornecer soluções completas aos clientes em todo o mundo. Ao integrar suas soluções avançadas de inteligência artificial crítica à missão com a expertise de fabricação de hardware militar da Gespi, a Modirum Defence continua a expandir seu portfólio de tecnologias de defesa. Esse crescimento reforça o papel da empresa como um fornecedor chave de soluções de defesa completas e inovadoras, desde a produção de munições avançadas até sistemas impulsionados por inteligência artificial. 

Sobre a Modirum Defence
A Modirum Defence faz parte do Modirum Group, uma empresa multinacional especializada em soluções tecnológicas para os setores globais de Defesa, Telecomunicações, Comunicações Críticas, Governamentais e Bancários.

 A Modirum Defence é uma empresa líder em tecnologia, desenvolvendo soluções avançadas para os desafios de defesa modernos. Com operações na Finlândia, EUA, Reino Unido e Oriente Médio, a Modirum Defence é dedicada a fortalecer a liderança da Europa em tecnologia de defesa, garantindo os mais altos padrões de segurança e confiabilidade.
Saiba mais sobre nossas soluções aqui e siga-nos no LinkedIn e YouTube.

Sobre a Gespi
Com uma rica história de 50 anos, sediada em São José dos Campos, Brasil, a Gespi tornou-se uma empresa significativa na indústria de defesa da América Latina e foi classificada como Empresa Estratégica de Defesa (EED) pelo Ministério da Defesa Brasileiro, como fornecedora de produtos estratégicos para as Forças Armadas Brasileiras. A empresa fabrica uma ampla gama de produtos, incluindo munições pesadas, foguetes, lançadores de foguetes, bombas aéreas e de uso geral, embarcações de patrulha de fronteira e outras plataformas militares. A extensa experiência da Gespi em atender forças armadas e agências governamentais, combinada com sua expertise no desenvolvimento de produtos especializados para defesa e segurança pública, destaca seu compromisso com segurança, inovação e excelência.

17 julho, 2024

Munição de artilharia 155mm: um dos destaques de exportação da Mac Jee


*LRCA Defense Consulting - 17/07/2024

De Paris, o COO da Mac Jee, Rodrigo Gonçalves comentou sobre uma das soluções mais requisitadas hoje no mercado global de defesa e segurança: a munição de artilharia 155mm, discorrendo sobre a alta capacidade produtiva, de armazenagem e de exportação desta solução Mac Jee, o que a torna capaz de atender grandes demandas de aliados e parceiros pelo mundo.

Podendo ser carregada com TNT ou Comp B, a munição 155mm, padrão M107, é altamente eficaz e desenvolvida 100% no Brasil pela Mac Jee, desde a parte mecânica das espoletas até a manufatura ativa com explosivos.  


Mac Jee
O Grupo Mac Jee foi fundado no Brasil em 2007 e está entre as maiores empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do país. Com atuação global, destaca-se pela capacidade de desenvolver produtos de alta qualidade e tecnologia exclusiva. A empresa possui unidades fabris em São José dos Campos (SP), Paraibuna (SP), França e Oriente Médio. 

A Mac Jee (como é normalmente conhecida a empresa) é uma das principais empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil. Genuinamente brasileira e com atuação global, possui unidades fabris em São José dos Campos (SP) e Paraibuna (SP), com escritórios também em São Paulo (SP) e França. Há mais de uma década no mercado, atua nos segmentos de Defesa e Aeroespacial. Atualmente é formada por Mac Jee Defesa, responsável pelo desenvolvimento, fabricação e comercialização de sistemas de defesa; Mac Jee Tecnologia, especializada no aprimoramento ou criação de linhas de produtos energéticos, e Equipaer, responsável pela criação de produtos e serviços do segmento aéreo.

No seu diversificado portfólio, a Mac Jee tem também o drone kamikase ANSHAR - um drone tático avançado com excelente manobrabilidade e adaptabilidade a diversos tipos de missões, o DAGGER - um sistema inteligente de guiagem de munições aéreas, as munições aéreas BGB (MK), munição anti-bunker BPB 2000 (BLU 109) e o Armadillo - um dos lançadores de foguetes mais leves, compactos e rápidos do mercado global, projetado e desenvolvido para condições extremas de operação. O veículo tem alto poder de ataque, pode retrair o sistema de lançamento durante a fase não ofensiva, e lança mais de 70 foguetes 70 mm em poucos minutos. 

A Mac Jee é uma relevante exportadora de bombas, foguetes e munição de artilharia para o Oriente Médio. Além disso, instalou na Arábia Saudita uma moderna planta de material energético com capacidade de produção de 2 mil toneladas de TNT e 120 toneladas de RDX, onde tem tecnologia para adaptar a capacidade de fabricação de acordo com a necessidade de cada cliente. A estrutura montada na Arábia Saudita possui aproximadamente 500 mil metros quadrados e está localizada dentro da Saudi Chemical Company Limited (SCCL), a maior empresa de produção de energia civil e militar do país.

26 novembro, 2023

Necessidades de artilharia podem tornar o Brasil um importante produtor de munição 155 mm


*Bulgarian Military, por Boyko Nikolov - 24/11/2023

À medida que potenciais compras de veículos blindados obuseiros no valor de R$ 1 bilhão [204 milhões de dólares] de países como Israel, França e China estão a ser consideradas pelo comando militar (brasileiro), surgem questões: deveria este capital ser investido na promoção do desenvolvimento nacional?

O comando do Exército brasileiro concluiu recentemente seu processo de aquisição para aquisição de novos 36 veículos blindados de combate, transação que está avaliada em R$ 1 bilhão. O financiamento para esta compra originou-se do novo projeto PAC. Essa iniciativa destinou R$ 6,7 bilhões [US$ 1,3 bilhão] para os planos estratégicos do Exército a serem concretizados entre 2024 e 2027.

Do jeito que as coisas estão, o cronograma planejado pelo Exército prevê uma lista finalizada de candidatos a ser divulgada até dezembro. Fontes internas da Sputnik Brasil revelam que os modelos preferidos vêm de Israel, França e China. A brasileira Avibras também está na disputa, oferecendo um modelo que repete o Tatra indiano para atender às necessidades do Exército.

Necessidades urgentes

Sandro Teixeira Moita, professor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, acredita que o arsenal de artilharia do Brasil precisa urgentemente de uma reformulação.

“Acontecimentos recentes na Ucrânia demonstraram que a artilharia rebocada tradicional é suscetível a ataques de drones e disparos de contra-bateria”, revelou Moita durante bate-papo com a Sputnik Brasil. “O Exército Brasileiro está atualmente explorando obuseiros autopropulsados ou canhões de rodas, que oferecem disparo eficiente e capacidade de retirada rápida de uma posição de combate.”

Atualmente, a frota de artilharia do Brasil é composta por veículos obtidos durante a Segunda Guerra Mundial. Mesmo com atualizações contemporâneas, estas máquinas têm uma vida útil limitada. Prevê-se que outro salto na modernização seja a transição do atual calibre 105 mm para o calibre 155 mm, reconhecido como o “padrão NATO”. (veja Nota ao final da matéria)

“O Brasil depende fortemente de equipamentos militares de origem ocidental que se alinhem aos padrões da OTAN. Por isso, pode ser difícil operar com outro calibre além deste”, opina Moita. “Notavelmente, até mesmo a empresa rival chinesa, Norinco, revelou seu veículo no formato 155 mm, explicitamente para satisfazer as exigências do exército brasileiro.”

Uma chance de aumentar a produção

O Brasil fabrica munição 155 mm, embora a escala de produção seja relativamente pequena. Um professor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército prevê que o advento das novos obuseiros levará a um aumento na demanda por munições produzidas internamente.

Uma das condições desta competição é que uma empresa local como a IMBEL [Indústria de Material Bélico do Brasil] tenha capacidade para produzir munições 155mm em maior escala, abrindo caminho para uma maior autossuficiência do Brasil”, disse Moita.

Ele destacou que a competição é “educativa” porque o Exército Brasileiro delineou explicitamente as características desejáveis ​​dos veículos, juntamente com as especificações sobre os recursos nacionais.

“O Exército documentou meticulosamente suas necessidades operacionais, referindo-se ao tipo de arma, especificações de tiro, aspectos de desgaste e procedimentos de manutenção”, garante o professor. “Por exemplo, um dos critérios é que os veículos sejam transportáveis ​​através de aeronaves C-390 Millennium [fabricadas pela brasileira Embraer].”

Despesa ou investimento?
Alguns especialistas expressaram insatisfação com o pedido do comando do exército para uma grande compra, apresentando pontos de vista críticos. O analista militar e oficial da reserva da Marinha do Brasil, Robinson Farinazzo, sugere que, em vez de gastar fundos substanciais em produtores externos de veículos de artilharia, o Brasil deveria recorrer às suas capacidades de produção doméstica.

“Há um consenso sobre a necessidade indispensável de atualizar a nossa frota de artilharia. Porém, se nosso novo Programa de Aquisições [PAC] injetar dinheiro na compra internacional de equipamentos militares, especialmente de países que se intrometem em nossos assuntos na Amazônia, estará simplesmente desperdiçando recursos”, lamentou Farinazzo.

Farinazzo prevê um cenário ideal onde projetos estrangeiros sejam adquiridos e implementados em nível local. Além disso, defende um processo de seleção mais rigoroso na escolha de parceiros internacionais.

“Devemos ter cuidado com os erros do passado. Veja o exemplo da Argentina. Eles compraram mísseis franceses, mas durante a Guerra das Malvinas contra o Reino Unido; quando precisaram de substitutos, a França, aliada do Reino Unido, tornou-se um obstáculo”, advertiu o oficial naval reformado.

O cerne do argumento reside na forma como os fundos destinados a compras no exterior poderiam, em vez disso, reforçar a base industrial de defesa do Brasil, conhecida como BID.

Estamos negligenciando nossa própria indústria e terceirizando empregos. A má gestão dos fundos públicos desta forma não é sustentável”, criticou Farinazzo. “A legislação para melhorar os gastos com a defesa também deve concentrar-se no fortalecimento da nossa indústria nacional.”

Sando Moita, professor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, apoia Farinazzo na questão do recebimento de recursos pelo BID. No entanto, aponta a lamentável ausência de um projeto nacional que possa satisfazer as necessidades de artilharia do país.
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Notas da LRCA Defense Consulting
26/11/2023

Material 155mm
Apesar de a matéria parecer sugerir que o parque de artilharia brasileiro seja restrito a armas da 2ª Guerra Mundial no calibre 105mm, o Exército Brasileiro possui material de 155mm, como o obus rebocado M114 e os obuseiros autopropulsados sobre lagartas de fabricação norte-americana M109 A3, comprados do exército belga e modernizados pela empresa Sabiex Internacional S/A (entre 1999 e 2001) e M109 A5+ BR, doados pelo Exército Americano, modernizados pela empresa BAE Systems, com as últimas unidades sendo entregues em 2019.

Obuseiro autopropulsado sobre lagartas M109 A5+ BR modernizado e entregue em 2019

Munição 155mm
No Brasil, além da IMBEL, a Mac Jee e a CSD - Componentes e Sistemas de Defesa SA também produzem munição 155mm.

Munição CSD


Munição Mac Jee


Munição IMBEL

04 setembro, 2023

Brasileira Mac Jee tem grandes expectativas para o DSEI 2023, em Londres

 


*LRCA Defense Consulting - 04/09/2023

O Defence & Security Equipment International - DSEI está de regresso em 2023 (o evento é bianual) e terá lugar de 12 a 15 de setembro no centro de exposições ExCeL, situado no Royal Victoria Dock, nas Docklands de Londres, como a mais significativa e maior iteração do evento em seus 24 anos de história. Totalmente endossado pelo Ministério da Defesa do Reino Unido e pelo Departamento de Comércio Internacional, o DSEI mantém uma posição forte junto à Marinha Real, ao Exército Britânico e à Força Aérea Real.

O DSEI 2023 abordará o tema 'Alcançando uma Força Integrada' e destacará a pertinência da integração dos cinco domínios operacionais: Ar, Cibernético, Atividades Eletromagnéticas (CEMA), Terrestre, Marítimo e Espacial.

Apresentando mais de 2.800 fornecedores de Defesa e Segurança – incluindo os principais fabricantes e mais de 230 novos expositores, o DSEI é o principal evento híbrido deste tipo e é crucial para unir os governos, as forças armadas e a indústria em geral.

Grupo Mac Jee
Para atender às necessidades das Forças Terrestres em conflitos de alta intensidade, o Grupo Mac Jee estará presente no evento (Hall 4 Estande 325) com seu amplo portfólio de produtos, especialmente com a munição de artilharia de 155mm, bombas aéreas BGB 82 (tipo MK 82), veículo lançador múltiplo de foguetes Armadillo, munições anti-bunker BLU109 e espoletas mecânicas e eletrônicas.

Munição de 155mm


Munição para obuses de 155mm

A Mac Jee está desenvolvendo suas capacidades de fabricação de munições de artilharia de 155mm. Com volumes enormes de produção, este novo produto, padrão OTAN, é fabricado inteiramente no Brasil. 

Bombas aéreas BGB 82

Família de bombas MK 82, munições anti-bunker BLU109 e espoletas mecânicas e eletrônicas
Mais de 150 unidades de bombas MK 82 são produzidas todos os dias, sendo as únicas munições aéreas 100% forjadas e qualificadas no Brasil. A Mac Jee consegue atender às necessidades das Forças Aéreas mundiais nos menores prazos possíveis, graças à agilidade de fabricação e ao seu extenso estoque.

A empresa estará expondo também as munições anti-bunker BLU109, bem como espoletas mecânicas e eletrônicas.

Armadillo

Armadillo
No DSEI será apresentado o veículo lançador de foguetes mais potente de sua categoria: o Armadillo. Destacando a sua plataforma de tiro retrátil sob um teto fechado e incluindo 72 foguetes de 70mm (MK66 NATO), o Armadillo é um veículo particularmente adequado para conflitos modernos de alta intensidade. Pronto para ser empregado em apenas 40 segundos, o Armadillo permite tiros de saturação entre 3 e 10 km, saindo de posição rapidamente após os disparos.

Mac Jee
A Mac Jee é uma das principais empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil. Com atuação global, possui unidades fabris em São José dos Campos (SP) e Paraibuna (SP), com escritórios também em São Paulo (SP) e França. Há mais de uma década no mercado, atua nos segmentos de Defesa e Aeroespacial. Atualmente é formada por Mac Jee Defesa, responsável pelo desenvolvimento, fabricação e comercialização de sistemas de defesa; Mac Jee Tecnologia, especializada no aprimoramento ou criação de linhas de produtos energéticos, e Equipaer, responsável pela criação de produtos e serviços do segmento aéreo.

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