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20 maio, 2020

CEIIA e DESAER firmam acordo para desenvolver a aeronave ATL-100

DESAER ATL-100

*Poder Aéreo - 20/05/2020

O CEIIA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto, sediado em Matosinhos, distrito do Porto, e a DESAER — Desenvolvimento Aeronáutico firmaram um acordo para o desenvolvimento, industrialização e comercialização de uma aeronave de transporte leve, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o CEIIA, que concebe, desenvolve protótipos e opera produtos e serviços inovadores nas indústrias da mobilidade, designadamente aeronáutica, automóvel e oceanos, e a DESAER, empresa brasileira especializada no desenvolvimento de aeronaves de diversas tipologias, diz que assinaram um “acordo de `Joint-Venture` para o desenvolvimento, industrialização e comercialização de uma aeronave de transporte leve”.

“O ATL-100 é uma aeronave de uso civil e militar, com configurações para o transporte de passageiros (até 19 passageiros) e para carga (2,5 toneladas), com o objetivo de endereçar as necessidades de transporte regional em áreas já adensadas e nas regiões mais remotas, necessitando de pouco apoio de infraestrutura no solo e possibilidade de aterrar em pistas curtas e não pavimentadas”, indica a nota.

Este centro de engenharia sublinha que “a fase de desenvolvimento do projeto, agora com decisiva participação do CEIIA, será executada em 3 anos, seguida das fases de industrialização e comercialização”, acrescentando que, “em todas as fases, o projeto vai ser executado por profissionais portugueses e brasileiros em infraestruturas localizadas em Portugal e no Brasil”.

“O desenvolvimento do ATL-100 terá como alicerce o foco na sustentabilidade, não só pela aplicação de tecnologias menos poluentes em seus componentes, mas, também, pela perspetiva de utilização, no futuro, de novas tecnologias como motores elétricos”, lê-se na nota.

O comunicado destaca ainda que “o CEIIA e a DESAER entendem que esta parceria, que agrega competências complementares do setor aeroespacial de Portugal e do Brasil, além de ser um importante projeto de inovação tecnológica e de criação de renda e emprego em ambos os países, surge com especial relevância agora como um contra-ataque aos efeitos danosos sobre a economia mundial causados pela crise da covid-19”.

FONTE: RTP/Lusa

Thyssenkrupp Marine Systems vai comprar o estaleiro Oceana no Brasil

Estaleiro Oceana
Estaleiro Oceana


*Poder Naval - 20/05/2020

A thyssenkrupp Marine Systems – com sede em Kiel, na Alemanha – acaba de assinar o contrato para adquirir o estaleiro Oceana (Itajaí/SC) da empresa Aliança S.A., pertencente ao Grupo CBO, líder em embarcações de apoio offshore e um dos maiores empregadores de profissionais marítimos qualificados no mercado brasileiro.

O acordo cria a base inicial para a construção das fragatas da Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil, bem como para um maior crescimento da empresa no país. A operação está sujeita à aprovação das autoridades antitruste e à entrada em vigor oficial do contrato das fragatas – previsto para meados de 2020. A aquisição será, então, executada por meio da subsidiária brasileira thyssenkrupp Marine Systems do Brasil. Por acordo, o valor da transação não será divulgado.

“Mesmo em tempos difíceis como estes, seguimos com determinação e permanecemos fortemente ao lado dos nossos clientes. Com o Oceana, temos uma excelente infraestrutura para a construção da fragata mais moderna do país para a Marinha do Brasil. A aquisição destaca nosso compromisso com o Brasil e será um fator econômico importante, especialmente nos dias de hoje. O estaleiro também nos oferece a perspectiva de assumirmos encomendas de outros clientes, não só localmente, mas também em outros países da América do Sul”, afirma Dr. Rolf Wirtz, CEO da thyssenkrupp Marine Systems.

O estaleiro Oceana foi criado em 2013 para a produção de navios de apoio offshore de alta qualidade e tecnologia e é ideal para projetos de grande dimensão. Nos próximos dois anos, serão recrutados 800 trabalhadores locais apenas para o projeto da Classe Tamandaré. Isso significa que podem ser construídos no Brasil navios de alto valor agregado nacional. A entrega dos navios está prevista para o período entre 2025 e 2028.

A Águas Azuis é uma sociedade de propósito específico estabelecida entre a thyssenkrupp Marine Systems (líder), a Embraer Defesa & Segurança e a Atech e será responsável pela execução das quatro fragatas.

Modelo da Fragata classe Tamandaré

Sobre a thyssenkrupp Marine Systems

A thyssenkrupp Marine Systems, com cerca de 6 mil funcionários, é uma das principais empresas navais do mundo e fornecedora de sistemas na construção de embarcações subaquáticas e de superfície, bem como em eletrônica naval e tecnologia de defesa. Mais de 180 anos de história e a constante busca por melhorias permitiram à empresa estabelecer novos padrões. A thyssenkrupp Marine Systems oferece aos seus clientes soluções personalizadas para desafios altamente complexos em um mundo em constante mudança. Os funcionários da thyssenkrupp Marine Systems são as forças motrizes por trás do sucesso da empresa e moldam todos os dias o futuro da empresa com paixão e comprometimento.

Sobre o Grupo CBO

Com mais de 40 anos de tradição e reconhecido pela excelência na prestação de serviços marítimos, o Grupo CBO é uma das empresas líderes do segmento de afretamento de embarcações para suporte a indústria de óleo e gás no Brasil e no exterior. A empresa tem como acionistas os fundos de Private Equity Pátria Investimentos e Vinci Partners, e BNDESPar. Atualmente, o Grupo detém uma frota de 33 embarcações de diferentes tipos, entre PSV, RSV, OSRV e AHTS, e mais de 1100 funcionários em suas bases de Niterói (RJ), Macaé (RJ) e Itajaí (SC).

DIVULGAÇÃO: Ideal H+K Strategies

19 maio, 2020

Taurus Armas e CBC, duas brasileiras no centro do "big bang" de defesa indiano


*LRCA Defense Consulting - 19/05/2020 (atualizado em 20/05, às 08:40)

Em meados deste mês, como parte das grandes iniciativas para impulsionar a economia em um mundo pós-Covid-19, a Índia começou a implantar uma reforma histórica na produção e na aquisição de seu material de defesa.

Com um orçamento anual de defesa de cerca de US $ 70 bilhões, ficando atrás apenas dos EUA (US $ 732 bilhões) e da China (US $ 261 bilhões) em termos de gastos militares em todo o mundo, o gigante asiático é também o segundo maior comprador internacional de armas estrangeiras depois da Arábia Saudita, respondendo por 9,2% do total das importações mundiais durante o período 2015-2019.

No entanto, "isso não acontecerá mais", segundo declarou a Ministra das Finanças, Nirmala Sitharaman, no dia 16. As forças armadas terão agora que abandonar sua propensão a exigir sistemas e plataformas de armas estrangeiras de custo altíssimo, a menos que não possam ser fabricados na Índia por meio de joint ventures com armadores globais e empresas de aviação.

O "big bang" do setor de Defesa
Embora algumas armas de ponta continuem sendo importadas, a Índia interromperá a importação de armas que possam ser fabricadas de forma autônoma, a fim de reduzir a "enorme importação de defesa", com um impulso também na fabricação doméstica, mesmo nas peças caras das armas importadas. Além disso, haverá aumento dos limites do investimento direto estrangeiro (IDE), participação do setor privado em viagens no espaço e centros de exploração interplanetária, e de incubação de tecnologia para empresas privadas ligadas à pesquisa nuclear.

Um orçamento de capital separado, por sua vez, também será criado para comprar armas produzidas nacionalmente, disse ela, sem esclarecer se isso será adicional à alocação anual ou se será retirado do orçamento de capital das forças armadas.

As novas reformas significam um decisivo impulso governamental ao programa "Make in India" e estão sendo conhecidas como o "big bang" indiano do setor de Defesa, pois irão mudar radicalmente as relações de produção e de importação nessa delicada área da economia e da estratégia nacionais.




Taurus Armas e CBC estão aptas a participar do "big bang" indiano
Analistas do setor de defesa acreditam que as brasileiras Taurus Armas S.A. e CBC - Companhia Brasileira de Cartuchos estejam entre as empresas que mais podem se beneficiar da nova política, haja vista que ousaram firmar parcerias no país em momentos anteriores à pandemia e dominam dois setores congruentes em que há um alto índice de obsolescência no material fabricado na Índia: armas portáteis e munições.

Taurus Armas
A empresa gaúcha Taurus Armas firmou, em 27 de janeiro, uma joint venture na Índia com o Jindal Group visando a fabricação e a comercialização de armas portáteis em território indiano, no âmbito do programa "Make in India". O Jindal Group é o maior fabricante de aço da Índia e um dos dez maiores do mundo, detentor de um faturamento superior a US$ 24 bilhões e com 200 mil funcionários no mundo, sendo 45 mil deles somente na divisão de aço.

O aporte da empresa brasileira se dará por meio da transferência de tecnologia para o Jindal Group, ou seja, não haverá dispêndio financeiro por parte da Taurus.

O governo da Índia estava realizando uma milionária licitação internacional para adquirir uma grande quantidade de fuzis CQB (close-quarter-battle) para equipar suas forças policiais e militares. Com a nova política, o fuzil Taurus T4 (em suas três versões) a ser produzido no país, é o grande trunfo da empresa. Segundo a Taurus: “Existe uma expectativa de o governo comprar meio milhão de fuzis em cinco anos”.

A pistola padrão das forças armadas, paramilitares e policiais indianas é a Pistol Auto 9mm 1A, uma antiga e obsoleta pistola semiautomática de ação simples. Em virtude dessa obsolescência, a joint venture entre a Taurus Armas S.A. e o Jindal Group poderá também fabricar a nova pistola padrão para as forças armadas, paramilitares e policiais. Para estas áreas, a Taurus disponibiliza pistolas de última geração, como a TS9, por exemplo.

CBC
A paulista CBC estabeleceu, em 2018, uma joint venture com a empresa indiana Stumpp Schuele & Somappa Springs (SSS Springs) - maior produtora de molas de alta qualidade para o mercado automotivo e de defesa, dentro da iniciativa "Make in India". A nova empresa se chama Stumpp Schuele & Somappa Defense (SSS Defense) e sua futura fábrica será instalada na cidade de Anantapur, no estado de Andhra Pradesh, em área com mais de 100.000m2 já adquirida pela sociedade. A estimativa é iniciar a produção no final de 2021. Assim, a SSS Defense poderá se tornar a grande fornecedora de munições para armas portáteis de todos os principais calibres em uso pelas forças armadas e policiais do país, bem como para o mercado civil.

O fato de a SSS Defense vir a produzir munições (por meio da parceria com a CBC) será potencializado com a joint venture entre a Taurus Armas e o Jindal Group, pois esta última passará a produzir fuzis CQB (para uso a curta distância), pistolas, submetralhadoras, carabinas, espingardas e revólveres para as forças armadas, policiais e mercado civil, fechando um inédito círculo produtivo de alta tecnologia suficientemente forte para preencher o enorme hiato de obsolescência que há na Índia com relação a esses produtos.
 
Em consequência das joint ventures e do agora chamado "big bang" indiano, CBC e Taurus Armas já estão aptas a participar de um novo e promissor cenário no país asiático, podendo vir a assumir, no médio e longo prazos, uma posição de proeminência no mercado indiano de defesa/segurança ao oferecer soluções completas de alta tecnologia em termos de munições e armas portáteis, já que, apesar de as parcerias serem formadas com empresas distintas, o fato de a CBC ser a controladora da Taurus Armas tende a facilitar e potencializar os entendimentos entre ambas.

Logo da Taurus registrado na Índia em 11/05/2019


Taurus Armas poderá iniciar a produção na Índia em abril ou maio de 2021
Com previsão inicial de ter a produção iniciada em Set/Out de 2020, as consequências da pandemia fizeram com que a joint venture da empresa gaúcha na Índia alterasse seus planos.

Segundo o portal indiano especializado Defence Gyan, o início das atividades da empresa está previsto para março de 2021, com a produção entregando as primeiras armas em abril ou maio desse ano. (Atualização: após a publicação desta matéria, o portal tornou "privado" o vídeo.)

18 maio, 2020

Números do FBI de abril registram procura recorde por armas em meio à pandemia



O número de checagens de antecedentes para comprar uma arma de fogo no mês de abril mostrou que os americanos se aglomeram em lojas de armas em grande número pelo segundo mês consecutivo, em meio a preocupações com a pandemia de coronavírus.

Os números do FBI foram divulgados nesta segunda-feira com antecipação, desde março, quebrando recordes anteriores, com 3,7 milhões de verificações realizadas. Embora os números tenham chegado a 2,9 milhões de checagens no mês passado, uma semana - de 13 a 19 de abril - está entre as 10 semanas mais altas desde que o sistema começou a ser rastreado, em novembro de 1998. Naquela semana, somente em abril, o FBI conduziu 766.739 cheques.

As verificações de antecedentes são o principal barômetro das vendas de armas, mas os números mensais do FBI também incorporam verificações de licenças de armas de fogo necessárias em alguns estados. Cada verificação de antecedentes também pode ser para a venda de mais de uma arma.

De acordo com dados divulgados pela National Shooting Sports Foundation, que representa os fabricantes de armas, o número de verificações ajustadas para não incluir as realizadas para autorizações foi superior a 1,67 milhão para abril deste ano, 70% superior a abril de 2019.

À medida que os temores sobre a pandemia começaram a aumentar e os estados começaram a emitir diretrizes para ficar em casa, longas filas foram vistas serpenteando do lado de fora de algumas lojas de armas, bem como prateleiras vazias de munição. Isso acontece em meio a um debate sobre se as lojas de armas devem ser consideradas negócios "essenciais" que devem permanecer abertos. O receio de que as lojas de armas fiquem fechadas e que as crises econômicas levem a altos índices de criminalidade e segurança ajudaram a abastecer a corrida por armas de fogo.

A pandemia também aumentou as tensões entre os defensores do controle de armas e os defensores da Segunda Emenda. Grupos pró-armas disseram que as vendas de armas de fogo enfatizam que os americanos apóiam ardentemente a Segunda Emenda. Por outro lado, ativistas do controle de armas disseram que o lobby das armas está alimentando o medo de aumentar os lucros e que mais armas de fogo em circulação levarão a aumentos na violência armada.

As vendas de armas provavelmente também são impulsionadas pelas elevações históricas que ocorrem durante os anos das eleições presidenciais, pois os proprietários de armas temem que uma nova safra de funcionários eleitos leve a medidas de controle de armas.

Até o momento, mais de 12 milhões de verificações de antecedentes foram realizadas desde o início deste ano.

Os números de abril chegaram após as estatísticas impressionantes de março, quando os dados do FBI mostraram cinco dos dez principais dias de todos os tempos para verificação de antecedentes. Isso incluiu o o recorde do dia 20 de março, quando foram realizadas mais de 210.000 verificações.

Cinco das dez principais semanas de verificações de todos os tempos ocorreram desde meados de fevereiro, incluindo o recorde da semana de 16 a 22 de março, quando quase 1,2 milhão de verificações foram feitas.

Senegal compra fuzis e submetralhadoras da Taurus Armas

Fuzil Taurus T4


*LRCA Defense Consulting - 18/05/2020 (atualizada às 11:59)

A Taurus Armas S.A., uma das maiores fabricantes de armas do mundo, segue conquistando o mercado internacional. A empresa realizou a venda de 1 mil fuzis modelo T4 e 200 submetralhadoras para as forças de segurança do Senegal (Gendarmerie Nationale Sénégalaise).

Os armamentos fazem parte da linha T Series, especialmente desenvolvida para o mercado militar e policial. O fuzil modelo T4 calibre 5.56 NATO, cujo projeto é baseado na consagrada plataforma M4/M16, é amplamente empregado pelas forças militares em todo mundo e principalmente pelos países membros da OTAN, por ser considerada uma arma extremamente confiável, leve, de fácil emprego e manutenção.

A atuação da Taurus em expandir suas vendas no exterior tem trazido os resultados esperados e a exportação de armas brasileiras segue em alta. Na América do Sul, o Brasil lidera nas exportações de armas e munições, estando há oito anos seguidos exportando mais de US$ 300 milhões por ano. Os EUA, maior importador de armas leves do mundo, é o destino da maior parte dos armamentos brasileiros. Apesar disso, o mercado global está crescendo, principalmente na África e Ásia.

Neste contexto, a Taurus tem apresentado ao mercado produtos de qualidade e inovadores. O amplo portfólio de produtos e a renovação da linha de armas, com o lançamento de 50 modelos nos últimos dois anos, sendo 17 em 2019, têm atraído o interesse do consumidor no Brasil e no exterior, contribuindo para o aumento do volume de vendas e evolução positiva da receita.

“A Taurus tem obtido sucesso na sua estratégia de se firmar como marca que incorpora inovação, qualidade e confiabilidade, ao mesmo tempo que oferece aos consumidores opções com preços atrativos. Esse posicionamento tem permitido à companhia ampliar sua participação no mercado externo”, afirma Salesio Nuhs, presidente da Taurus.

Atualmente, mais de 80% do faturamento da empresa vem das exportações. Em 2019, a companhia obteve uma receita líquida de R$ 999,6 milhões, superando em 18,3% o registrado no ano anterior, sendo R$ 812,2 milhões do mercado externo.

A Gendarmaria Nacional do Senegal tem 8.500 soldados, incluindo 412 oficiais, 6.130 não-comissionados e 1.958 gendarmes auxiliares. O pessoal da gendarmeria se enquadra principalmente na categoria de soldados profissionais.

A entidade já utiliza as pistolas Taurus e, agora, passará a contar também com o Fuzil T4 e com a submetralhadora SMT no calibre 9mm.

16 maio, 2020

A morte da economia



*Carlos José Marques - diretor editorial da Editora Três, publicado na revista IstoÉ Dinheiro, em 15/05/2020

Pode parecer por demais dramático, mas os números não deixam muita margem a dúvidas. Quando da noite para o dia uma indústria inteira como a dos fabricantes de automóveis leva uma trombada de quase 100% nos seus negócios, quando de uma hora para outra a quase totalidade da frota de aviões do planeta deixa de voar e serviços de turismo cessam, quando shoppings não operam, fábricas não produzem e investimentos deixam de existir, a economia parou.

Os indicadores demonstram que, em abril último, primeiro mês completo sob os efeitos da pandemia, quase todos os setores acumularam estoques e o recuo do consumo levou a deflação – que é o pior dos mundos, uma queda constante e generalizada dos preços dos produtos por conta da não procura. A produção de carros, para ficar em um exemplo eloquente e emblemático, caiu nada menos do que 99,3% no mês, em comparação com igual período do ano passado, registrando o pior nível desde 1957, quando essa indústria chegou ao País. Regredimos assim mais de meio século em 30 dias.

O IPCA também conta o pior recuo desde 1998. É tão assombroso o cenário que alguns analistas já o estão comparando ao dos piores momentos de guerra. Há um diagnóstico constante e crescente de que para conter a ruína e reativar a atividade até os padrões pré-pandemia será necessária ao menos uma década de crescimento sustentável. E no horizonte não há qualquer sinal de que o sonhado crescimento voltará a acontecer tão cedo.

Assim, a depressão é a realidade crua que se apresenta. Em que termos? Difícil prever. Estimativas existem ao gosto do freguês. O Banco Central, com base em análises dos seus players, fala em 4% de queda no PIB. Costumeiramente é conservador nos cálculos. Desde janeiro até aqui, já fez 13 revisões na estimativa e, certamente, fará mais. Tem, no próprio governo, no eixo da equipe econômica, quem sinalize um índice próximo de 7% negativo. Seria demolidor. De todo modo, o ano já estará perdido. E o próximo? Lamentavelmente, também.

A crise de governabilidade aliada às quedas históricas do movimento de atividades-chaves se projetam também para 2021 como fatores a empurrar a conta para baixo. No meio desse “circuit breaker”, a fuga de capitais vem ocorrendo de maneira acelerada e no lombo desse movimento o câmbio entrou em parafuso. Espantoso e extraordinário, o valor do dólar está beirando os seis reais, sem indicar que vai parar por aí. E o juro real negativo ruma para ser uma realidade em diversos cantos da América Latina – Chile e Peru, inicialmente – podendo alcançar em breve o próprio Brasil.

Seria excelente, caso não estivesse caindo artificialmente como medida de desespero para gerar algum alento na combalida economia. Se ela não morrer por inanição, vai demorar bastante até recuperar a velha forma.

13 maio, 2020

Taurus (TASA4) está preparadíssima para o futuro, diz presidente


O presidente da Taurus (TASA4), Salesio Nuhs


*Suno Reserach - 13/05/2020

Nos últimos 24 meses, as ações da fabricante de armas Taurus (TASA3; TASA4) vivenciaram verdadeiras montanhas russas. Se nos primeiros 9 meses de 2018 o título navegou plácido por volta dos R$ 2,00, em outubro decolou para R$ 12,00, para fechar no Natal em R$ 3,00. Menos de 15 dias depois duplicaram de valor, para voltar antes do carnaval no novo normal de R$ 3,20, retomar para R$ 6,30 em janeiro de 2020 e desabar para R$ 2,60 em março.

Definitivamente, quem investiu em papeis da Taurus não sofreu de tédio nesses últimos meses. Entretanto, muitas vezes a Bolsa de Valores é tomada por euforias ou pânicos irracionais. E para desvendar esses sentimentos é necessário entender o que está acontecendo com a empresa. Como estão suas contas. Por onde a diretoria está levando a fabricante.

“A Taurus está preparadíssima para enfrentar a concorrência”, salientou o presidente da fabricante de armas, Salesio Nuhs, em entrevista exclusiva ao SUNO Notícias, resumindo a condição atual da empresa.

Segundo Nuhs, a Taurus está se reinventando para consolidar sua posição no Brasil e se tornar uma das maiores produtoras de armas do mundo. Confira alguns trechos da entrevista.

Como o Sr. definiria a condição atual da Taurus no momento?

Estamos em uma fase de mudanças estruturais, iniciadas em 2018. Quando os novos controladores compraram a empresa realizamos importantes avanços. Por exemplo, tínhamos três unidades fabris, centralizamos todas em um único prédio. Criamos um processo robusto de produção que garantiu e garante para a empresa uma estabilidade de produção. Algo que até então a Taurus não tinha, pois existiam problemas com fornecedores, já que a empresa tinha dificuldades financeiras.

Estruturamos a mudança em quatro diretrizes:

  • Estabilidade de entrega
  • Produtividade
  • Qualidade
  • Logística

Criamos um sistema de qualidade integrada, do fornecedor até o consumidor final.  Isso tudo para garantir nosso ponto forte: o melhor custo benefício do mercado de armas em nível mundial. E já ganhamos reconhecimentos internacionalmente por isso.

E além da parte produtiva, como está sendo a estratégia comercial?

Fizemos uma grande lição de casa. Ajustamos inteiramente a produção. Reformulamos todo nosso portfólio de produtos, não só os lançamentos novos, mas também realçamos produtos antigos que mantivemos em portfólio. Feito isso começamos a explorar mercados. E os EUA são o maior mercado de armas do mundo. Qualquer empresa de armas se não tiver 70% das vendas nos EUA não vai para frente.

Por isso, focamos no mercado americano, mudamos o CEO local, ajustamos a operação mudando a fábrica da Flórida para a Geórgia. Um processo parecido com o que fizemos no Brasil, mas com uma participação muito grande do governo da Geórgia, que nos deu uma fábrica perfeitamente funcionante. Um investimento de aproximadamente US$ 40 milhões (cerca de R$ 220 milhões). E agora nossa produção local é de 400 mil armas, mas logo chegará a 800 mil por ano.

Além disso, reformulamos a área de marketing e comercial internacional para participar das maiores licitações de armas do mundo. A maioria desse mercado é na área das licitações públicas, e estamos muito presentes lá. Ganhamos licitações dia sim e dia não.

Acabamos de ganhar um contrato muito grande com o Oman, de 10 mil armas, outro de 20 mil armas para as Filipinas, e para Bangladesh outro contrato importante para fornecimento de pistolas.

Sob o perfil da internacionalização, como procede a joint-venture com a indiana JindaI?

O parceiro na Índia é muito ambicioso. A Jindal é um dos maiores produtores de aços inoxidáveis do mundo. Nosso objetivo era começar a produção local a partir do segundo semestre, mas esse projeto foi adiado um pouco por causa das restrições que o governo indiano impôs por causa do coronavírus. Escolhemos um parceiro bastante forte para realmente aproveitar o que acharmos que vinha pela frente em termos de demanda.

Achamos que a Índia é o mercado mais promissor do futuro para nosso setor. Por isso, antecipamos isso e conseguimos fazer essa joint-venture. Mas a Índia é um projeto diferente dos EUA, onde temos a fábrica há 39 anos. A Índia não é apenas uma planta, é aporte de tecnologia. E o aporte financeiro da Taurus nessa joint-venture com a Jindal é justamente a transferência de tecnologia, dentro do projeto “Make in Índia”. Uma iniciativa do governo indiano para que a Índia possa domínio tecnológico. Agora é tendências os países demandem o controle da tecnologia militar.

Como está a operação no Brasil? O coronavírus está atrapalhando?

Graças a Deus e graças a natureza de nossa operação estamos produzindo em pleno regime. Isso graças ao fato que somos uma empresa estratégica para o governo e não sofremos nenhuma sanção. Investimos muito em bem estar e segurança de nossos funcionários na base das diretrizes do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das secretarias estadual e municipal de saúde. Estamos com 2.100 funcionários aproximadamente e temos muito critério sobre a necessidade que, caso se manifeste qualquer sintoma da Covid, o funcionário tem que ser imediatamente afastado. Mas tivemos um único caso: um funcionário casado com uma profissional da saúde que já voltou a trabalhar após o afastamento.

Como está o mercado de armas no Brasil?

O Brasil é um mercado muito pequeno se comparado com dos EUA. A Taurus vende no Brasil apenas 8-10% do total. Cerca de 70-80% vai para os EUA e o resto para outros países do mundo.

Agora, se até pouco tempo atrás estávamos vendendo apenas 2-3% de nossa linha no Brasil, agora vendemos toda nossa gama de produtos. Isso especialmente graças aos decretos do atual governo que liberalizaram a compra de armas, mesmo se continua sendo algo muito complicado de se obter.

Entretanto, as vendas da Taurus já estavam dando sinais positivos mesmo antes das eleições de 2018. Em 2005 em ocasião do referendum a pergunta foi feita capciosamente para confundir os brasileiros. Conseguimos estruturar uma operação de esclarecimento para mostrar para a população o que estava sendo de fato perguntando e o brasileiro votou a favor da legitima defesa, ou seja, contra a proibição.

Entretanto, por causa dos governos de esquerda, até 2016 o brasileiro ficou na dúvida. E essa questão voltou à tona na eleição passada. A mídia começou a falar disso, e a população descobriu que podia ter o direito a se defender, e foi comprando armas. O mercado começou a se aquecer. E para a Taurus foi uma consagração. Agora o brasileiro pode comprar exatamente aquilo que o norte-americano pode. E tem já muita gente que comprou 20-30 armas pois gosta do setor.

E como ficou o mercado brasileiro após o decreto que tirou o monopólio da Taurus?

Precisamos entender melhor essa questão de monopólio. Ainda hoje estamos sendo acusados disso. É uma visão míope. Nos éramos a única empresa o Brasil exatamente pelas condições do Brasil. Um mercado extremamente controlado, com impostos elevadíssimo, 70% de carga tributária, além de uma burocracia imensa. Então na verdade no Brasil não somos monopólio, somos a única fábrica que consegue operar com essas condições. Nenhum estrangeiro aguenta.

A fabricante italiana Beretta saiu do Brasil, existe uma fábrica pequena em Florianópolis, mas ninguém consegue sobreviver no mercado brasileiro com essas condições regulatórias e burocráticas. Para vender uma arma eu demoro dois anos. Temos uma fila de produtos para serem homologados no Brasil que demorará 20 anos.

Ninguém tem coragem de vir para o Brasil. Por isso a Taurus é uma empresa corajosa duas vezes: seja por estar no Brasil que por ter ido nos EUA. Estamos no maior e mais competitivo mercado do mundo. A abertura do mercado para nós não é um problema. Estamos competindo dia sim e dia não de licitações e ganhando bastante

Agora, a reflexão a fazer é: ninguém vai vir produzir no Brasil. O que todo o mundo quer é exportar para o Brasil. Pois exportar é um grande negócio. Pois mesmo uma fábrica estrangeira de fundo de quintal não tem controle nenhum. Enquanto quem produz aqui é vexado por impostos e burocracia. Por isso transferi para os EUA uma linha de produção de pistolas que vai servir uma licitação grande que ganhamos nas Filipinas. E não estou aumentando a linha de produção no Brasil, mas aumento nos EUA por causa dessas restrições regulatórias.

O mercado brasileiro vai ser tornar um balcão de vendas. Enquanto o mundo inteiro está preocupado em ter tecnologias na área militar, o Brasil parece não estar preocupado. Então, para concluir, essa abertura não vai prejudicar a Taurus, vai prejudicar ao Brasil. A Taurus está preparadíssima.

Uma das críticas a gestão da empresa é o endividamento, que chegou a 6,5 vezes a geração de caixa. As coisas mudaram?

O balanço que será divulgado esse semestre mostra essa mudança já. Não posso falar tudo ainda pois ele ainda não foi auditado. Mas o que podemos dizer é que cumprimos todos os nossos compromissos, pagamos todos os juros mensalmente, estamos com as contas em dia.

Temos dois ativos que foram disponibilizados para a venda para pagar a dívida. Um terreno em Porto Alegre, antiga sede da companhia, e outra planta antiga. Mas imobiliário da região sul do Brasil está em forte crise, e decidimos esperar para vender.

Além disso, racionalizamos as operações. As operações de defesas pessoal vão ser descontinuadas, e vendemos todas as participações em outras empresas que não são nosso core business. Isso deu margem de manobra contábil.

Como estão os investimentos em pesquisa e desenvolvimento?

Uma coisa que eu tenho feito na Taurus desde que assumi a presidência é investir na área de pesquisa, desenvolvimento e de novos produtos. Em uma empresa em crise tudo fica em segundo plano. Por isso, no passado os investimentos nesse setor basicamente morreram na Taurus. Tivemos que correr atrás do prejuízo.

Reforçamos muito nossa área de engenharia, unificamos as engenharias nos EUA e no Brasil que trabalhavam de forma desconexa. Agora a engenharia dos EUA é subordinada a engenharia no Brasil. Coordenamos as respostas para as solicitações que vem do mercado e fazemos tudo que é possível para dar celeridade ao processo de desenvolvimento em nosso centro integrado no Brasil. Investimos muito no processo de capacitação das pessoas.

Investimos em impressoras 3D, seja para plásticos que para outros tipos de materiais. Agora podemos fazer protótipos diretamente em casa, sem ter que usinar fora. E tudo isso vai dar uma agilidade muito grande. A Taurus está levando adiante um tripé extremamente importante, focando na pesquisa e desenvolvimento. Nosso mercado vive de novidade. E nos EUA sem novidades a empresa morre.

Isso tudo está até desenhado dentro da fábrica. Transformamos a Taurus em uma empresa que pensa no futuro e está focada em projeto e processo.

EUA: estimativas de vendas de armas crescem 72% em um ano e 80% em Mar/Abr - Taurus é uma das beneficiadas

Taurus G3, lançada em 2019, e G2C, pistola mais vendida nos EUA, estão entre as mais procuradas

O impacto deverá ser sentido de maneira muito positiva nas vendas da Taurus Armas relativas ao primeiro e ao segundo trimestres deste ano


*LRCA Defense Consulting - 12/05/2020

O portal Everytown for Gun Safety Support Fund realizou o levantamento das intenções de compra de armas nos Estados Unidos entre abril de 2019 e abril de 2020, bem como no período março/abril de 2020, e os resultados foram impressionantes.

Na comparação anual, o crescimento foi de 72%, enquanto que nos últimos dois meses foi de 80%.

Os números foram levantados com base nos dados do Sistema Nacional de Verificação de Antecedentes Criminais dos EUA (NICS), um órgão do FBI. A lei federal exige que qualquer pessoa que compre uma arma de um vendedor licenciado de armas de fogo nos Estados Unidos passe na verificação de antecedentes criminais, que é submetida ao NICS.

É importante ressaltar que tais números refletem apenas a intenção de adquirir armas. A quantidade de vendas pode ser menor ou até maior, haja vista que, sendo aprovado na verificação de antecedentes criminais, o cidadão pode adquirir uma ou mais armas.

O portal Everytown estimou o número de armas de fogo vendidas para cada mês e ano usando a mesma metodologia usada pelo Small Arms Survey. Com base em pesquisas realizadas com varejistas, o Small Arms Survey estima que 1,1 armas de fogo são vendidas para cada verificação simples relativa a revólver/pistola e a arma longa, e duas são vendidas para cada verificação "múltipla" realizada. O portal também excluiu os cinco territórios dos EUA dessa análise.


Uma questão constitucional e cultural
A Segunda Emenda à Constituição dos Estados Unidos protege o direito da população de manter e portar armas. Foi aprovada em 15 de dezembro de 1791, juntamente com as outras nove primeiras emendas constitucionais constantes da Carta dos Direitos dos Estados Unidos (em inglês, United States Bill of Rights) ou Declaração dos Direitos dos Cidadãos dos Estados Unidos. Esse direito foi descrito por Sir William Blackstone como um direito auxiliar, de apoio aos direitos naturais de autodefesa e resistência à opressão e ao dever cívico de agir coletivamente na defesa do Estado.

Por outro lado, em momentos de guerras e cataclismas de todo o tipo - eventos comuns a seus habitantes, os Estados Unidos têm uma sólida cultura de como agir para prover a proteção pessoal, da família e de seus bens. Sempre que há um grande período de incertezas, as vendas de armas de fogo aumentam. Neste ano, o desemprego, a falta de produtos e as demais incertezas causadas pela pandemia se traduziram numa menor sensação de segurança pessoal e familiar, sendo o estopim que levou os americanos a quebrar recordes de aquisição de armas, buscando nelas um fator de segurança.

Segundo informações da CNN, um vendedor da Bullseye Tactical Supply, uma loja de armas e munições de Woodbridge, Nova Jersey, disse que "Existe um sentimento geral de medo, de ter que ficar isolado para se proteger e à família e, se os suprimentos ficarem limitados, as pessoas começarem a saquear". "Todo mundo quer proteção, caso algo aconteça", completou o vendedor.

Conforme a mesma fonte, em Monte Vernon, que fica a 27 quilômetros ao norte de Nova York, Michael Timlin,  proprietário e vendedor da Smoke N Gun Shop, afirmou que "O único problema é que os estoques estão acabando. Estamos comprometidos com o que podemos obter". Timlin disse ainda que a maior parte das aquisições é realizada por novos clientes que nunca possuíram uma arma de fogo.

Impacto positivo na Taurus Armas
O impacto deverá ser sentido de maneira muito positiva nas vendas da Taurus Armas relativas ao primeiro e ao segundo trimestres deste ano, tanto nas referentes à fábrica americana, como nas que dizem respeito à fábrica brasileira, haja vista que mais de 70% da produção desta é dirigida ao mercado dos Estados Unidos.

Dentre as opções disponíveis nos EUA, as pistolas Taurus G2C (a mais vendida no país) e G3 (lançada no final do ano passado) são duas das mais procuradas, possuindo fila de espera em muitas lojas.

Ainda de acordo com a CNN, em Ohio, armas portáteis de preço atrativo [tamanho pequeno, para porte velado] como a Taurus G2C são as preferidas, de acordo com Daryl Upole, um comerciante de armas da cidade rural de Ashtabula, situada a 90 quilômetros a nordeste de Cleveland. "Este modelo está esgotado nos distribuidores", disse Upole.

O Press Release da Taurus relativo a 2019 mostra um significativo aumento no market share da empresa nos Estados Unidos, seu principal mercado. O gráfico abaixo evidencia o desempenho desse número entre 2014 e 2019, quando as vendas de armas cresceram 95,4%, enquanto as consultas ao NICS aumentaram apenas 0,8%. No comparativo entre 2019 e 2018, o aumento das vendas foi de 11,7%, ao passo que as consultas ao NICS creceram apenas 0,6%.

Com a pandemia e os consequentes recordes de vendas de armas que estão sendo verificados, é bastante razoável estimar que, além de um acréscimo substancial de vendas no primeiro e no segundo trimestres deste ano, o market share da empresa também apresente números positivos, haja vista a grande procura por seus produtos.




12 maio, 2020

Taurus entrega doação de 14 toneladas de alimentos e produtos de limpeza para entidades sociais



*LRCA Defense Consulting - 12/05/2020

A Taurus Armas S.A, uma das principais fabricantes de armas leves do mundo, realizou na última sexta-feira (08) a entrega de mais de 14 toneladas de alimentos e produtos de higiene e limpeza para entidades assistenciais de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, como colaboração social no combate à pandemia do coronavírus (COVID-19).

Os produtos foram arrecadados de 24 de abril a 05 de maio em campanha solidária realizada com seus colaboradores e amigos, que doaram 4,77 toneladas. A Taurus contribuiu com o dobro do total angariado na ação.

A entrega aconteceu na Fundação Casa Aberta, Turma do Sopão, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Leopoldo, Lar São Francisco de Assis, CCEI Talitha Kum e no Instituto Educacional Espírita (IEDE).

Segundo o presidente da Taurus, Salesio Nuhs, esse é um momento de unir forças. "Queremos contribuir com as entidades sociais da região nesse difícil período, buscando minimizar dentro do possível os impactos sociais, sanitários e econômicos do coronavírus".

11 maio, 2020

Taurus Armas: empresas privadas se destacam no combate à pandemia




*Jornal do Amazonas - 10/10/2020

Reportagem do Jornal do Amazonas, veiculada no dia 10 de maio, destaca a empresa Taurus Armas S.A. pela solidariedade em produzir e doar máscaras de proteção (face shield) aos órgãos de Saúde e de Segurança da cidade de Manaus-AM, uma das mais atingidas pela atual pandemia.

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