*LRCA Defense Consulting - 19/03/2026
A pistola Taurus TX9, em suas
variantes de diferentes tamanhos, foi recentemente homologada pela
International Practical Shooting Confederation (IPSC) para uso na divisão
Production de Handgun, uma das mais disputadas no tiro prático internacional.
Essa aprovação permite que a pistola brasileira compita em eventos oficiais ao
redor do mundo, mantendo configurações de fábrica com mínimas customizações
permitidas pelas regras.
Contexto do lançamento
A TX9 foi lançada globalmente pela Taurus no início de 2026, fabricada nos EUA e testada sob protocolos militares da OTAN, com garantia vitalícia e foco em mercados policiais e militares. Projetada no Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia (CITE) BR/EUA, a pistola passou por 20 mil disparos e 40 mil ciclos de teste, superando padrões civis e aproximando-se de exigências militares extremas. No Brasil, custa cerca de R$ 9 mil e integra a linha Military Products, competindo com Glock, SIG Sauer e Smith & Wesson.
A TX9 foi lançada globalmente pela Taurus no início de 2026, fabricada nos EUA e testada sob protocolos militares da OTAN, com garantia vitalícia e foco em mercados policiais e militares. Projetada no Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia (CITE) BR/EUA, a pistola passou por 20 mil disparos e 40 mil ciclos de teste, superando padrões civis e aproximando-se de exigências militares extremas. No Brasil, custa cerca de R$ 9 mil e integra a linha Military Products, competindo com Glock, SIG Sauer e Smith & Wesson.
Características técnicas
A plataforma usa o Taurus Modular System (TMS), com chassi de aço inoxidável serializado que permite trocas rápidas entre versões subcompacta (cano 3.4", 13+1), compacta (4", 15+1), full size (4.5", 17+1) e long slide. É striker-fired com gatilho plano de terceira geração, sistema Tetra-Lock de quatro travas de segurança, compatibilidade óptica T.O.R.O., miras com Tritium, backstraps intercambiáveis, comandos ambidestros e cano com DLC. A modularidade facilita manutenção sem ferramentas e upgrades.
A plataforma usa o Taurus Modular System (TMS), com chassi de aço inoxidável serializado que permite trocas rápidas entre versões subcompacta (cano 3.4", 13+1), compacta (4", 15+1), full size (4.5", 17+1) e long slide. É striker-fired com gatilho plano de terceira geração, sistema Tetra-Lock de quatro travas de segurança, compatibilidade óptica T.O.R.O., miras com Tritium, backstraps intercambiáveis, comandos ambidestros e cano com DLC. A modularidade facilita manutenção sem ferramentas e upgrades.
Importância para o Tiro
Prático
Na divisão Production da IPSC, pistolas devem ser stock, com gatilho mínimo de 2,27 kg no primeiro disparo, sem ações simples e cano até 127 mm, priorizando padronização para competições justas. A TX9 Competition, com cano compensado, miras elevadas e janela para carregadores, foi otimizada para IPSC e IDPA, elevando a presença brasileira no esporte. Essa homologação expande opções para atiradores profissionais, especialmente no Brasil, onde a Taurus domina o setor.
Na divisão Production da IPSC, pistolas devem ser stock, com gatilho mínimo de 2,27 kg no primeiro disparo, sem ações simples e cano até 127 mm, priorizando padronização para competições justas. A TX9 Competition, com cano compensado, miras elevadas e janela para carregadores, foi otimizada para IPSC e IDPA, elevando a presença brasileira no esporte. Essa homologação expande opções para atiradores profissionais, especialmente no Brasil, onde a Taurus domina o setor.
Impacto na indústria brasileira
A aprovação reforça a ascensão da Taurus em contratos institucionais, como a recente seleção pela Guarda Municipal de Esteio (RS), sinalizando maturidade para exportações de defesa. Com calibre 9x19 mm e opções em .38 TPC (mais potente que .380 ACP no Brasil), a TX9 alia inovação nacional a padrões globais, impulsionando o tiro esportivo e a economia gaúcha.
A aprovação reforça a ascensão da Taurus em contratos institucionais, como a recente seleção pela Guarda Municipal de Esteio (RS), sinalizando maturidade para exportações de defesa. Com calibre 9x19 mm e opções em .38 TPC (mais potente que .380 ACP no Brasil), a TX9 alia inovação nacional a padrões globais, impulsionando o tiro esportivo e a economia gaúcha.

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