A TX9 foi lançada globalmente pela Taurus no início de 2026, fabricada nos EUA e testada sob protocolos militares da OTAN, com garantia vitalícia e foco em mercados policiais e militares. Projetada no Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia (CITE) BR/EUA, a pistola passou por 20 mil disparos e 40 mil ciclos de teste, superando padrões civis e aproximando-se de exigências militares extremas. No Brasil, custa cerca de R$ 9 mil e integra a linha Military Products, competindo com Glock, SIG Sauer e Smith & Wesson.
A plataforma usa o Taurus Modular System (TMS), com chassi de aço inoxidável serializado que permite trocas rápidas entre versões subcompacta (cano 3.4", 13+1), compacta (4", 15+1), full size (4.5", 17+1) e long slide. É striker-fired com gatilho plano de terceira geração, sistema Tetra-Lock de quatro travas de segurança, compatibilidade óptica T.O.R.O., miras com Tritium, backstraps intercambiáveis, comandos ambidestros e cano com DLC. A modularidade facilita manutenção sem ferramentas e upgrades.
Na divisão Production da IPSC, pistolas devem ser stock, com gatilho mínimo de 2,27 kg no primeiro disparo, sem ações simples e cano até 127 mm, priorizando padronização para competições justas. A TX9 Competition, com cano compensado, miras elevadas e janela para carregadores, foi otimizada para IPSC e IDPA, elevando a presença brasileira no esporte. Essa homologação expande opções para atiradores profissionais, especialmente no Brasil, onde a Taurus domina o setor.
A aprovação reforça a ascensão da Taurus em contratos institucionais, como a recente seleção pela Guarda Municipal de Esteio (RS), sinalizando maturidade para exportações de defesa. Com calibre 9x19 mm e opções em .38 TPC (mais potente que .380 ACP no Brasil), a TX9 alia inovação nacional a padrões globais, impulsionando o tiro esportivo e a economia gaúcha.


