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01 setembro, 2026

Centauro II: Exército assina primeiro lote e dá início à renovação da Cavalaria mecanizada

Contrato assinado em Brasília prevê a entrega inicial de sete viaturas 8x8 armadas com canhão de 120 mm, dentro de um programa que pode chegar a 221 unidades e substituirá o veterano Cascavel



*LRCA Defense Consulting - 01/09/2026

O Exército Brasileiro assinou, na segunda-feira, 31 de agosto, no Quartel-General do Exército (QGEx), o Forte Caxias, em Brasília, o contrato para a aquisição do primeiro lote da Viatura Blindada de Combate de Cavalaria (VBC Cav) Centauro II BR. A solenidade, realizada no Salão de Honra do Comando Logístico, marca a entrada em vigor do Lote de Experimentação Doutrinária (LED) do programa, etapa que abre caminho para a renovação da frota de blindados sobre rodas da Cavalaria mecanizada.

O documento foi firmado pelo comandante logístico do Exército, general de exército Maurílio Miranda Netto Ribeiro, e por Giovanni Luisi, vice-presidente sênior de Marketing e Vendas do Consórcio IDV–OTO Melara (CIO), empresa do grupo italiano Leonardo. Acompanharam o ato o comandante do Exército, general de exército Tomás Ribeiro Paiva, além dos generais de exército responsáveis pelas áreas de economia e finanças, ciência e tecnologia e pessoal da Força.

O LED prevê, de início, sete viaturas, retiradas do total de 98 unidades definidas na concorrência internacional encerrada em 2022, contrato que ainda contempla a possibilidade de ampliação para até 221 blindados, conforme a disponibilidade orçamentária e as necessidades operacionais do Exército. A aquisição será executada por meio de pedidos anuais, com entregas mínimas de sete unidades por ano. As primeiras viaturas do novo lote devem chegar ao Brasil até o início de 2028, segundo o cronograma informado pelo Exército.

Um marco para a Cavalaria 
Desenvolvido pelo Consórcio IDV–OTO Melara, o Centauro II é uma viatura blindada 8x8, equipada com a torre HITFACT MkII e o canhão OTO Melara 120/45, de 120 mm e alma lisa. O veículo é apresentado pelo Exército e pelo fabricante como o mais poderoso blindado de combate sobre rodas em operação na América Latina, reunindo poder de fogo, sensores digitais e sistema de controle de tiro compatíveis com o padrão das principais forças blindadas do mundo.

A viatura vai substituir o EE-9 Cascavel, em serviço desde a década de 1970, e chega para equipar, no primeiro momento, o 6º Esquadrão de Cavalaria, em Santa Maria (RS), e o 3º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado, em Brasília, unidade que também tem a missão de atuar como força de ação rápida, com possibilidade de emprego em outras regiões do País, inclusive nas fronteiras da Região Norte.

O contrato também marca o retorno da Leonardo ao Brasil em um grande programa estratégico de defesa, cerca de 40 anos depois da parceria bilateral que resultou no projeto do caça AMX, desenvolvido em conjunto por Brasil e Itália.

Sete unidades dentro de um programa maior 
O contrato assinado nesta segunda-feira não corresponde à entrega imediata das 98 viaturas inicialmente previstas, mas ao primeiro lote de experimentação, de sete unidades, que servirá para testar, adaptar e validar táticas, técnicas e procedimentos de emprego do novo blindado na realidade brasileira antes da produção em maior escala. O valor total do programa, batizado de Projeto Forças Blindadas, já havia sido estimado, em 2022, em cerca de € 900 milhões para as 98 unidades iniciais, cifra sujeita a atualização em função da inflação, da taxa de câmbio e do escopo final acordado nesta nova fase contratual.

O caminho até a assinatura de agora não foi livre de percalços. Em dezembro de 2022, a compra chegou a ser suspensa por decisão liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em ação que questionava o processo de licitação. A liminar foi derrubada dias depois pela presidência do Superior Tribunal de Justiça, sob o argumento de que a aquisição integrava uma política de defesa de longo prazo e que a suspensão poderia causar prejuízo à capacidade de defesa nacional. Naquele mesmo mês, o Exército assinou um contrato inicial, o chamado Lote Protótipo, de duas viaturas, que chegaram ao País em agosto e setembro de 2024 para testes de certificação. 


Transferência de tecnologia e Base Industrial de Defesa 
Assim como em outros grandes programas de reaparelhamento da Força Terrestre, o Centauro II BR está condicionado a acordos de compensação tecnológica (offset) e à nacionalização progressiva de componentes. O pacote de transferência de tecnologia previsto para o programa inclui o conhecimento de fabricação de munições de 120 mm — nos tipos perfurante (APFSDS), de alto explosivo (HE) e programável —, além de sistemas de controle de tiro, eletrônica embarcada, sensores óticos e de pontaria. A expectativa do setor é que a nacionalização alcance parcela relevante dos componentes ao longo dos próximos lotes de produção, o que tende a repercutir também em outras aquisições futuras da Força Terrestre, como a nova família de viaturas sobre lagartas.

Em publicação nas redes sociais, o major Marcelo Deotti, que integrou o Programa Forças Blindadas como assessor do projeto, descreveu a assinatura do contrato como um divisor de águas estratégico, tecnológico e industrial para o Brasil, destacando quatro frentes de impacto: o ganho de capacidade operacional da Cavalaria mecanizada, a validação de novas táticas e procedimentos por meio do lote de experimentação, o fortalecimento da Base Industrial de Defesa por meio dos acordos de offset e a modernização da cadeia de comando, controle e logística do Exército. Deotti relatou ainda ter participado da avaliação técnica do veículo na Itália, onde teria sido o primeiro militar brasileiro a realizar um disparo com o canhão de 120 mm da torre HITFACT.

Segundo o Consórcio IDV–OTO Melara, a conquista do contrato brasileiro resultou de um processo de concorrência internacional de alto nível, conduzido pelo Exército com rigor técnico ao longo de vários anos, desde a primeira consulta pública ao mercado, realizada entre março e maio de 2021, quando 55 empresas demonstraram interesse e chegaram a ser ofertados 28 modelos distintos de viatura.

01 abril, 2026

IDV inaugura nova linha de produção em Sete Lagoas para fabricar o blindado Guaicurus

Fábrica mineira inicia a produção em série do LMV-BR 2, dando corpo a um contrato bilionário de 420 viaturas que se insere no mais amplo esforço de modernização das Forças Blindadas brasileiras


*LRCA Defense Consulting - 01/04/2026

A Iveco Defence Vehicles (IDV), braço de defesa do Grupo Leonardo, inaugurou nesta semana uma nova linha de produção em sua unidade fabril de Sete Lagoas (MG), voltada exclusivamente para a fabricação do LMV-BR 2 "Guaicurus", a Viatura Blindada Multitarefa Leve Sobre Rodas (VBMT-LSR) 4x4 de segunda geração destinada ao Exército Brasileiro. O marco formaliza o início da produção em série de um dos projetos mais aguardados da indústria de defesa nacional.

A inauguração representa o passo operacional mais concreto desde a assinatura, em julho de 2024, do contrato entre o Exército Brasileiro e a IDV. O documento foi assinado pela Diretoria de Fabricação (DF), na figura do seu Diretor, General de Divisão Tales Villela, e pelo Presidente da IDV LATAM, Humberto Spinetti, para a obtenção por nacionalização de 420 Viaturas Blindadas Multitarefa – Leve Sobre Rodas (VBMT-LSR) 4x4 Guaicurus, no escopo do Programa Estratégico do Exército Forças Blindadas, a serem entregues à Força Terrestre nos próximos dez anos. O valor do contrato é de 1,4 bilhão de reais, equivalente a cerca de 235 milhões de euros.

Primeiras entregas previstas para junho
De acordo com declarações de Humberto Marchioni Spinetti, presidente da IDV Latin America, em entrevista à revista Tecnologia & Defesa, a linha de produção estava praticamente concluída e a previsão era de que a primeira viatura começasse a ser produzida no primeiro trimestre de 2026, com entrega prevista para junho, com o compromisso de entregar 15 viaturas ainda este ano e uma média de 55 unidades nos anos seguintes, até 2034.

O veículo: evolução tecnológica com indústria nacional
O LMV-BR 2 é uma viatura 4x4 da classe de oito toneladas. O LMV-BR2 é uma evolução direta do consagrado LMV, incorporando inovações tecnológicas da versão LMV-2, porém mantendo o mesmo peso. Diferente do LMV-2, mais pesado e desenvolvido para requisitos da OTAN, o modelo brasileiro será produzido na fábrica da IDV em Sete Lagoas.

Um detalhe relevante é a identidade do fornecedor do sistema de armas remoto: as viaturas serão produzidas em duas variantes, uma com Sistema de Armas Manual e outra equipada com o Sistema de Armas RCWS REMAX, produzido pela ARES, empresa do Rio de Janeiro. Além disso, o contrato engloba, além das plataformas veiculares, os serviços de integração dos sistemas de armas automatizado e de comando e controle, bem como a obtenção de ferramentais especiais para a manutenção da viatura.

Em termos de proteção, o LMV conta com cidadela blindada para a tripulação, casco em V e estrutura sanduíche recolhível no piso para deflectir e absorver explosões de minas. O sistema de armadura modular permite a instalação de proteção adicional conforme necessário. 

 

Meta de 50% de nacionalização e supervisão militar
Um dos pilares mais estratégicos do programa é a progressiva incorporação da indústria nacional. A contratação visa atingir níveis de nacionalização de, no mínimo, 50% do veículo ao final da obtenção, por meio de três pilares principais: construção de infraestrutura local no Brasil para montagem das viaturas; fabricação de componentes em território nacional, fomentando a Base Industrial de Defesa (BID); e capacitação de mão de obra qualificada, gerando notável quantidade de novos empregos, diretos e indiretos.

Outro aspecto inédito deste contrato é a presença permanente de engenheiros militares na fábrica: o contrato permitirá que o Exército Brasileiro, por meio de sua comissão de engenheiros militares que trabalha nas instalações da empresa em Sete Lagoas, possa acompanhar os processos de fabricação e de nacionalização, proporcionando a absorção de conhecimentos quanto às tecnologias empregadas no processo de produção industrial da viatura.

O LMV utilizará boa parte da cadeia logística do Guarani, e a empresa está desenvolvendo uma cadeia de fornecedores locais para os componentes específicos do LMV, com várias partes da cabine fabricadas em Sete Lagoas a serem exportadas para outras unidades do grupo, transformando a fábrica mineira em polo exportador dentro da cadeia global da IDV.

O Guaicurus no contexto da modernização das Forças Blindadas
O LMV-BR 2 não é uma aquisição isolada, mas sim uma peça dentro de um ambicioso plano de renovação do poder terrestre brasileiro. Na conferência internacional de veículos blindados IAV 2025, realizada em Farnborough (Inglaterra), em janeiro de 2025, o General Hertz Pires do Nascimento, comandante do Comando Militar Sul, apresentou o quadro geral dessa modernização. Em relação aos veículos mais leves, o general disse que a introdução dos LMV-BR 2 4x4 "representa uma mudança significativa nas capacidades das brigadas mecanizadas", acrescentando que 420 veículos devem ser entregues até 2033 para substituir os veículos de carroceria macia atualmente em serviço.

No mesmo painel, o general revelou os demais programas em andamento: o Guarani 6x6 é o foco principal, com mais de 1.300 APCs a serem entregues em diversas variantes, incluindo uma versão armada com canhão Elbit de 30 mm operado remotamente, veículos de posto de comando, de defesa aérea, de comunicação, ambulância e uma variante de engenharia blindada nos estágios finais de avaliação. Para os regimentos de cavalaria, o Exército Brasileiro selecionou o Centauro II, armado com canhão de 120 mm, do Consórcio Iveco–Oto Melara, e em breve espera assinar um contrato para 98 veículos. Olhando mais adiante, o projeto para aquisição de novos carros de combate principais (MBTs) está programado para começar em 2028, buscando plataformas com alto grau de comunalidade com um futuro veículo de combate de infantaria (IFV), com o objetivo de construí-los no Brasil em parceria com a indústria internacional.

Uma parceria de décadas com a IDV
A relação entre o Exército Brasileiro e a IDV é sólida e longeva. A colaboração inclui o fornecimento de 700 unidades do veículo blindado anfíbio 6x6 Guarani e 32 unidades do LMV-BR de primeira geração. O Exército Brasileiro opera atualmente 48 viaturas Guaicurus: 32 unidades novas adquiridas em 2019 e 16 Lince K2 usadas, compradas em 2018 para emprego durante a Intervenção Federal no Rio de Janeiro. Com o novo contrato, essa frota será multiplicada por quase dez ao longo da próxima década.

Além do Exército, Forças de Segurança do Brasil estão negociando a aquisição do veículo, sendo possível que o primeiro contrato seja anunciado ainda no primeiro semestre de 2026, o que ampliaria ainda mais o alcance do programa e o potencial de escala da linha de produção recém-inaugurada.

Sete Lagoas, polo da defesa brasileira
Com a nova linha de produção, Sete Lagoas consolida sua posição como o maior polo da indústria de defesa terrestre do Brasil, reunindo na mesma planta a produção do Guarani, do futuro Centauro II e agora do Guaicurus. O simbolismo é evidente: numa única cidade mineira, concentra-se boa parte do futuro blindado das Forças Terrestres brasileiras. 

22 abril, 2025

Além da Embraer, mais 12 empresas brasileira estarão na FAMEX 2025, onde o Brasil é convidado de honra

 


*LRCA Defense Consulting - 22/04/2025

De 23 a 26 de abril de 2025, o Brasil participará como convidado de honra da Feira Aeroespacial Mexicana (FAMEX), consolidando sua presença internacional no setor de defesa, segurança e aeroespacial. Organizado pela Força Aérea Mexicana e pela Secretaria de Defesa Nacional do México, o evento acontece na Base Aérea Militar nº 1, em Santa Lucía, ao lado do Aeroporto Internacional Felipe Ángeles, a cerca de 60 km da Cidade do México.

Espaço Brasil
Além da Embraer, que estará expondo em espaço próprio e com participação já divulgada por esta Consultoria na matéria FAMEX 2025: palco de novos negócios entre Embraer e México?, o Espaço Brasil reúne 12 empresas que atuam em segmentos estratégicos da Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS):  Modirum | Gespi, Omnisys Engenharia, IAS, Edasim, Pensa, IMBEL, IDV - Iveco Defense Vehicles, DuPont, CSA AeroEngines, Xmobots, BRENG e o Parque de Inovação Tecnológica São José dos Campos (PIT).

Coordenação da ABIMDE e ApexBrasil, com apoio do MD e MRE
Coordenada pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil),  a participação brasileira conta com o apoio do Ministério da Defesa (MD) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil.

O Diretor de Projetos da ABIMDE, Coronel Antonio Ribeiro, estará no gerenciamento das expositoras nacionais. Ele acredita que será uma grande oportunidade para o Brasil mostrar suas capacidades aos países daquela região. “A FAMEX nos abre uma perspectiva de conhecermos melhor não apenas o mercado de defesa e segurança mexicano e do entorno, mas também o da aviação civil, buscando parcerias e mostrando nossa capacidade de atender quaisquer demandas”, afirmou.

A presença brasileira na FAMEX 2025 foi oficializada em março, durante o lançamento promocional da feira, com a entrega de uma carta do Embaixador do Brasil, o diplomata Nedilson Ricardo Jorge, ao Comandante da Força Aérea Mexicana, General de Divisão Óscar René Rubio Sánchez, confirmando a aceitação do convite. A participação do Brasil como convidado de honra simboliza o fortalecimento dos laços diplomáticos e comerciais entre os dois países, especialmente nas áreas aeroespacial, de defesa e de segurança.

Projeção internacional e ambiente de negócios
Reconhecida como uma das principais feiras aeroespaciais da América Latina, a FAMEX se consolidou como uma plataforma para a geração de negócios e parcerias. A edição anterior, realizada em 2023, contou com a participação de 703 empresas de 51 países, mais de seis mil reuniões comerciais, 71 aeronaves em exposição e 105 mil visitantes.

Em 2025, a expectativa é superar esses números, reforçando o prestígio do evento e sua relevância internacional. O Brasil, com sua sólida estrutura industrial e tecnológica no setor de defesa e aeroespacial, terá uma vitrine privilegiada para apresentar soluções e estreitar relações com parceiros da América Latina e de outras regiões.

Durante os dias 23, 24 e 25 de abril, a programação será voltada às atividades comerciais, com estandes abertos das 9h às 18h. O sábado, 26, será reservado às apresentações aéreas e à cerimônia de encerramento.

Abertura oficial e presença da Presidente do México no Espaço Brasil
A solenidade oficial de abertura da feira acontece na véspera do início das atividades comerciais, às 18h do dia 22 de abril, e contará com a presença da Presidente da República do México, Claudia Sheinbaum.

Está prevista também uma visita presidencial ao Espaço Brasil, reforçando a visibilidade institucional da delegação brasileira e a relevância da participação nacional no evento como convidada de honra. Além disso, pode se tratar de um momento interessante para a divulgação de um acontecimento importante.

Brazil Defense

O Projeto do Setor de Defesa Brasileiro – Brazil Defense – tem como objetivo impulsionar as exportações através do desenvolvimento e implementação de plataformas para empresas não exportadoras e intermediárias avançadas, incluindo monitoramento de mercado, feiras comerciais e iniciativas comerciais integradas.

Sob a direção conjunta da ABIMDE-ApexBrasil, em colaboração com os Ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, o projeto executa um plano de promoção internacional de curto prazo com o objetivo de atrair empresas qualificadas para o mercado global. Para consolidar a presença e competitividade brasileira no cenário global, a integração das empresas no plano de promoção e na agenda do setor a médio e longo prazo é um avanço estratégico.

Sobre a ABIMDE
A Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE) é reconhecida como legítima interlocutora da Base Industrial de Defesa e Segurança do Brasil. A entidade promove ações para valorização e fomento das empresas do setor nos mercados nacional e internacional, e para o fortalecimento ou implementação de políticas e programas que assegurem o desenvolvimento desta indústria. Dentre suas mais de 240 associadas, estão as principais empresas de Defesa e Segurança instaladas no País.

Sobre a ApexBrasil

A ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a agência realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

Serviço
Feria Aeroespacial Mexicana (FAMEX)
Data: 22 a 26 de abril de 2025
Local: Base Aérea Militar nº 1, em Santa Lucía
Site: https://www.f-airmexico.com.mx/


 

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