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09 julho, 2026

Embraer entrega primeiro E175 de fábrica à Air Peace e amplia presença na África

Aeronave de 88 assentos chega a Lagos e reforça a estratégia da fabricante brasileira de preencher o vazio de conectividade intra-africana com jatos regionais


*LRCA Defense Consulting - 08/07/2026

A Embraer entregou à Air Peace, maior companhia aérea da Nigéria, o primeiro Embraer E175 de fábrica já operado pela empresa nigeriana. A aeronave, configurada para 88 assentos em arranjo 2 por 2, sem assentos centrais, e registrada como 5N-CGH, pousou no aeroporto internacional Murtala Muhammed, em Lagos, na noite de terça-feira, 7 de julho de 2026, por volta das 20h32 no horário local, ao fim de um voo de translado (ferry flight) partido do Brasil. A entrega foi formalizada em 30 de junho, em São José dos Campos, sede da fabricante, logo após a conclusão da montagem do jato.

Segundo comunicado da Embraer, a aeronave foi projetada para operações de curta e média distância e soma-se à frota que a Air Peace já opera com os modelos E195-E2 e ERJ145, ambos também fabricados pela empresa brasileira. A companhia nigeriana mantém ainda Boeing 777 para rotas de longo curso e Boeing 737, além de outros Embraer E190. Nos últimos meses, a Air Peace expandiu sua malha internacional com voos diretos para Londres e para o Caribe (Antígua e Barbuda), e obteve aprovação regulatória para operar rotas com destino ao Brasil.

Marco no crescimento da Air Peace
Arjan Meijer, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, associou a entrega à busca das companhias aéreas por aeronaves de tamanho adequado à demanda, capazes de ampliar conectividade sem abrir mão de eficiência. Já o presidente e CEO da Air Peace, Allen Onyema, descreveu a chegada do E175 como um marco no crescimento da companhia, destacando o compromisso com a modernização da frota doméstica e regional. O porta-voz da empresa, Efe Osifo-Whiskey, acrescentou que a aeronave amplia a flexibilidade operacional da Air Peace tanto para reforçar frequências em rotas já existentes na Nigéria quanto para abrir serviços a quatro novos destinos africanos.

Estratégia mais ampla da Embraer para o continente africano
A operação se insere em uma estratégia mais ampla da Embraer para o continente africano. O relatório Africa Connectivity Report 2026, divulgado pela fabricante, identificou 55 pares de cidades africanas com potencial de tráfego relevante, mas ainda sem voos diretos entre si, ante 45 pares mapeados na edição de 2025. Segundo a Embraer, a África concentra cerca de 18% da população mundial, mas responde por apenas 2% do tráfego aéreo global, um descompasso atribuído sobretudo à falta de conectividade ponto a ponto e à dependência de conexões por aeroportos fora do continente, na Europa ou no Oriente Médio. Corredores importantes, como Cidade do Cabo–Lagos, Cidade do Cabo–Lusaka e Dacar–Libreville, seguem sem ligação direta apesar da demanda identificada.

A fabricante avalia que boa parte dessas rotas não sustenta aeronaves de fuselagem estreita tradicionais, mas se encaixa no perfil de jatos regionais e pequenos narrowbodies como o E175, que a própria Embraer descreve como o modelo mais eficiente de sua categoria. A companhia afirma operar hoje mais de 300 aeronaves na África, distribuídas entre mais de 75 operadores, com participação superior a 30% no segmento de até 150 assentos, o que a tornaria a maior fabricante de aviação regional do continente em tamanho de frota.

Airlink e Africa World Airlines: modelo funciona, mas com disciplina e planejamento
Ainda assim, analistas do setor apontam que a penetração da Embraer na África segue aquém do potencial sugerido por esses números. Em análise publicada no fim de junho, o especialista em aviação Derek Nseko argumenta que decisões de frota no continente costumam privilegiar o simbolismo político e a familiaridade com Boeing e Airbus em detrimento da economia operacional, além de esbarrar em custos de introdução de um novo tipo de aeronave (treinamento de tripulações, peças de reposição, manutenção) e em preocupações com capacidade de carga no porão e com a profundidade dos mercados de financiamento e revenda dos jatos da fabricante brasileira. Segundo o autor, os casos da sul-africana Airlink e da ganense Africa World Airlines, que construíram operações rentáveis em torno de frotas Embraer bem dimensionadas à demanda real, mostram que o modelo funciona quando acompanhado de disciplina de rede e de planejamento comercial adequado.

O E175 já opera na África por meio da Airlink, na África do Sul, e a aposta da Embraer é que a Air Peace passe a seguir um caminho semelhante. Para a fabricante, a Nigéria e o mercado regional do oeste e centro africanos reúnem exatamente o tipo de rota fragmentada e de demanda ainda em consolidação que o E175 foi concebido para atender, com potencial de replicação por outras companhias do continente caso a operação da Air Peace se mostre bem-sucedida.

30 junho, 2026

Air Peace expande sua frota com o Embraer E175 para impulsionar a conectividade regional na África Ocidental


*LRCA Defense Consulting - 30/06/2026

A Embraer entregou o primeiro avião Embraer E175 novo em folha à Air Peace. A entrega fortalece ainda mais a parceria entre a Embraer e a Air Peace, além das operações conjuntas com as aeronaves E195-E2 (maiores) e ERJ145 (menores). O E175 apoiará a ambição da Air Peace de aumentar a conectividade na Nigéria e na região, proporcionando maior flexibilidade de capacidade à companhia aérea.

“Estamos muito satisfeitos em entregar este primeiro E175 novo de fábrica aos nossos parceiros da Air Peace”, disse Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial. “Esta entrega destaca a demanda contínua por aeronaves de tamanho adequado, com as companhias aéreas buscando expandir a conectividade, mantendo altos níveis de eficiência e serviço.”

“A entrega do nosso primeiro Embraer E175 é um marco importante no crescimento da Air Peace, refletindo nosso compromisso em impulsionar as viagens domésticas e regionais com uma frota moderna e eficiente”, disse o Dr. Allen Onyema, Presidente e CEO da Air Peace. “À medida que fortalecemos nossa liderança na África Ocidental e Central, esta aeronave aumentará nossa flexibilidade operacional e alcance de mercado, mantendo a segurança, a confiabilidade e o excelente serviço que nossos passageiros esperam.

A posição da Air Peace como companhia aérea líder na África Ocidental é ainda mais reforçada com a entrega do E175, que proporcionará excepcional eficiência de combustível, menores emissões, economia favorável em rotas de baixa e média densidade e grande conforto para os passageiros.

O setor de aviação da África está preparado para um forte crescimento a longo prazo, impulsionado pela expansão populacional, urbanização, aumento da demanda por viagens e pela necessidade de melhores conexões regionais. O mais recente relatório Market Outlook da Embraer, o African Connectivity Report 2026, identifica 55 pares de cidades intra-africanas – um aumento em relação aos 45 em 2025 – que ainda não possuem serviços aéreos diretos, destacando a oportunidade para aeronaves de tamanho adequado, como o E175, abrirem novas rotas e melhorarem a conectividade.

Com a introdução do E175 à crescente frota da Air Peace, espera-se que as operações domésticas e regionais aumentem por meio de maiores frequências de voos em rotas-chave na Nigéria e na África do Sul.” Introdução de novos serviços em mais quatro cidades africanas. 

23 junho, 2026

Embraer vê África como motor de crescimento e mantém aposta em Gana

A-29 Super Tucano em demonstração na Base Aérea de Accra, Gana, em 19 de fevereiro de 2024

*LRCA Defense Consulting - 23/06/2026

A Embraer afirmou estar pronta para apoiar qualquer pedido que venha a surgir da Força Aérea de Gana (Ghana Air Force) para a aquisição do A-29 Super Tucano, segundo reportagem publicada pelo portal sul-africano DefenceWeb em 23 de junho de 2026. A declaração foi feita por Marcio Monteiro, diretor de marketing da Embraer Defesa & Segurança, durante visita de imprensa à fábrica da empresa em São José dos Campos (SP), no dia 10 de junho.

Uma década de interesse sem contrato fechado
O interesse de Gana pelo Super Tucano remonta a mais de dez anos. Em junho de 2015, a Embraer anunciou ter fechado contrato para a venda de cinco unidades do A-29 ao país, condicionado ao cumprimento de exigências específicas; à época, o então chefe do Estado-Maior da Aeronáutica ganesa, vice-marechal do ar Michael Samson-Oje, chegou a declarar que os planos para recompor a capacidade de treinamento da força aérea estavam em estágio avançado. O acordo, no entanto, não avançou.

A Embraer não desistiu do projeto. Em fevereiro de 2024, a empresa levou um A-29 a Acra para uma demonstração estática e de voo na Base Aérea de Acra, ao lado da Sierra Nevada Corporation (SNC), parceira norte-americana no programa. Na ocasião, o então chefe do Estado-Maior, vice-marechal do ar Frederick Asare Kwasi Bekoe, e o então ministro da Defesa, Dominic Nitiwul, defenderam publicamente a aquisição como resposta ao crescimento das ameaças terroristas na sub-região. Segundo estimativa da consultoria GlobalData, o valor do negócio giraria em torno de US$ 52,8 milhões.

Togo entra na frente, mas Gana continua na fila
Em dezembro de 2025, a Embraer anunciou a venda de quatro Super Tucanos a um cliente africano não identificado, para entrega em 2026. À época, especulou-se que o comprador fosse Gana; meses depois, confirmou-se tratar-se do Togo, que se tornará o sexto operador do A-29 no continente, depois de Angola, Burkina Faso, Mali, Mauritânia e Nigéria. O contrato togolês, avaliado em cerca de US$ 82 milhões, prevê o emprego dos quatro aviões no combate ao grupo jihadista Jama'at Nusrat al-Islam wal-Muslimin (JNIM), que tem ampliado sua atuação do Sahel em direção ao litoral da África Ocidental.

Questionado sobre o caso ganês durante a visita a São José dos Campos, Monteiro reiterou que a Embraer permanece disponível para qualquer encomenda de Gana e lembrou que negócios de defesa costumam levar tempo para maturar; como exemplo, citou o contrato dos Emirados Árabes Unidos para o cargueiro KC-390 Millennium, fechado mais de dez anos depois das primeiras conversas.

Por que Gana quer o Super Tucano
A instabilidade no Sahel, com a expansão de grupos como o JNIM em direção aos países costeiros do golfo da Guiné, é apontada como pano de fundo da insistência ganesa. A força aérea do país já exibiu o A-29 ao lado de helicópteros Mi-171 e Z-9 e de jatos de treinamento K-8, e vê na aeronave um instrumento para reforçar o controle de fronteiras e a capacidade de ataque leve e contrainsurgência. Segundo a GlobalData, os gastos de defesa de Gana devem crescer a uma taxa média anual de 11,3% entre 2025 e 2029, atingindo US$ 509,6 milhões no período, depois de anos de retração.

Divulgação inicial da demonstração na Base Aérea de ACCRA, realizada somente em fevereiro de 2024

África como motor das vendas do A-29
O caso ganês se insere em um quadro mais amplo de demanda africana pelo Super Tucano. Segundo a Embraer, o continente deve responder por 28% das cerca de 500 novas unidades que a empresa projeta vender nas próximas duas décadas, na frente de América do Sul (23%), Oriente Médio (18%), Ásia (18%) e Europa (13%). Até o momento, o A-29 foi escolhido por 22 forças aéreas, com mais de 300 unidades encomendadas, das quais 39 nos últimos dois anos (entre os clientes recentes estão Uruguai, com cinco aeronaves, Panamá, com quatro, e a norte-americana Sierra Nevada Corporation, com uma). A Embraer produz cerca de 12 unidades por ano, a depender da demanda.

O maior pedido africano até hoje partiu da Nigéria, que adquiriu 12 aeronaves dos Estados Unidos em 2018, por meio do programa de venda militar direta (Foreign Military Sale), em negócio avaliado em US$ 500 milhões e que incluiu peças de reposição, suporte logístico, munição e obras de infraestrutura na base de Kainji. Os Super Tucanos nigerianos já somavam mais de 10 mil horas de voo até agosto de 2024, boa parte delas em combate contra o Boko Haram e outros grupos.

O que o A-29 oferece
O A-29 Super Tucano é um turboélice monomotor com motor Pratt & Whitney PT6 de 1.600 cavalos de potência, blindagem em pontos críticos e tanques de combustível auto-obturantes para resistir a tiros de armas leves. A aeronave carrega até 1.550 quilos de carga útil em cinco pontos de fixação e pode ser equipada com metralhadoras, bombas, foguetes e, nas estações externas, mísseis ar-ar. A Embraer descreve o avião como apto a missões de apoio aéreo aproximado, patrulha aérea, operações especiais, interdição aérea, controle aéreo avançado, reconhecimento armado, vigilância de fronteiras, treinamento básico, operacional e avançado, transição para caças de superioridade aérea e, mais recentemente, combate a aeronaves não tripuladas (missões contra-UAS, na sigla em inglês). Ao todo, a frota já soma mais de 625 mil horas de voo, das quais 65 mil em combate.

Para a Embraer, Gana permanece um mercado em aberto, mas sem data prevista; a empresa evita previsões e repete o discurso que sustenta há mais de dez anos de conversas, até agora sem contrato assinado.

07 novembro, 2025

Taurus Armas amplia sua presença global com um contrato milionário para fornecimento de fuzis na África

 

*LRCA Defense Consulting - 07/11/2025

A fabricante brasileira de armas Taurus Armas S.A. conquistou um importante contrato internacional para o fornecimento de fuzis de assalto e equipamentos militares a um país do norte da África, avaliado em aproximadamente US$7 millones. Este acordo inclui não apenas a entrega do armamento até o final de 2025, mas também acessórios, kits de manutenção, peças de reposição, suporte logístico e programas de capacitação técnica e operacional para pessoal especializado. Além disso, a Taurus se compromete a fornecer assistência técnica e reposição de peças por mais de uma década, alinhando-se aos padrões internacionais mais rigorosos. Este contrato fortalece a posição da Taurus como um fornecedor global de destaque em sistemas de armas leves para os setores militar e de segurança, com expansão contínua em mercados estratégicos fora do continente americano.

Com quase 86 anos de história e sede em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, a Taurus emprega mais de 2.200 pessoas e exporta para mais de 100 países, incluindo mercados-chave como Estados Unidos, Índia, África do Sul, Quênia e Filipinas. Em 2024, oito em cada dez armas produzidas foram exportadas, com um forte peso do mercado norte-americano. A empresa também possui plantas produtivas nos estados da Geórgia (EUA) e Haryana (Índia), focadas em armamento de maior calibre para o setor militar, sob a divisão Taurus Military Products. No contexto de um mercado global de armas leves que pode alcançar um valor de US$71.500 millones até 2032, a Taurus amplia seu portfólio para armas de maior porte, como calibres até .50 BMG, e reforça sua presença em licitações internacionais.

Contudo, apesar do sucesso internacional, a Taurus enfrenta obstáculos no mercado brasileiro. Em outubro de 2025, ocorreram polêmicas em licitações públicas nos estados de Alagoas e Minas Gerais devido a preços elevados e desqualificações controversas, evidenciando tensões e falta de transparência nos processos de contratação pública no país. Este contraste entre a competitividade internacional e as dificuldades no mercado nacional destaca os desafios enfrentados pela indústria local de defesa.

O contrato na África soma-se a uma série de operações que refletem a modernização tecnológica, diversificação produtiva e cooperação técnico-industrial da indústria brasileira de defesa, consolidando a reputação global da Taurus e fortalecendo o protagonismo do Brasil no mercado internacional de armamento militar.

12 junho, 2025

Embraer destaca potencial para o crescimento da conectividade aérea intra-africana


*LRCA Defense Consulting - 12/06/2025

A Embraer publicou um relatório sobre o potencial inexplorado para aprimorar a conectividade aérea intra-africana. O estudo abrangente destaca o papel crítico da melhoria das viagens aéreas no crescimento econômico e no desenvolvimento em todo o continente africano e foi apresentado hoje na conferência AviaDev em Zanzibar.

Apesar de a África representar 18% da população global, ela contribui com menos de 3% para o PIB global e apenas 2,1% para o tráfego aéreo global de passageiros e cargas, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA). Essa disparidade é fundamental para a limitada conectividade aérea intra-regional do continente, um gargalo significativo no desenvolvimento econômico e da aviação da África.

O relatório identifica a necessidade de voos mais diretos, mais frequências, hubs eficientes, tecnologia aprimorada e parcerias/alianças mais fortes, além de foco no tamanho certo de aeronaves e na experiência do passageiro, e está disponível para download.

Potencial de Crescimento Econômico e da Aviação

Espera-se que o PIB da África cresça 3,8% ao ano nos próximos 20 anos, com um crescimento projetado do RPK (Passageiro-Quilômetro Operacional) de 4,4% ao ano, superando as taxas de crescimento da Europa e da América do Norte. Embora a África tenha a menor propensão a viagens do mundo, seu potencial de crescimento é imenso. O desenvolvimento da conectividade intrarregional será um fator-chave para esse crescimento.

Desafios Atuais de Conectividade
Atualmente, 64% dos mercados intra-africanos são atendidos com sete voos semanais ou menos, indicando uma oportunidade significativa para aprimorar a conectividade. Muitos mercados africanos de origem e destino (O&D) continuam mal atendidos ou totalmente desassistidos por voos diretos, forçando alguns passageiros a fazerem conexões por meio de hubs distantes, às vezes tão distantes quanto a Europa ou o Oriente Médio.

Oportunidades Estratégicas
O relatório da Embraer identifica 45 rotas intra-africanas atualmente não atendidas por um voo direto, que poderiam sustentar múltiplos voos diretos semanais, apoiando o crescimento econômico regional. As 10 principais rotas poderiam sustentar pelo menos três voos diretos por semana com uma aeronave de 100 assentos.

O relatório também utiliza uma curva de estímulo intra-africana desenvolvida pela Embraer, com base em dados de tráfego dos últimos 10 anos, que estima o número esperado de passageiros ao abrir um voo direto. Os dados mostram que o fator de estímulo varia de acordo com o tamanho do mercado. Por exemplo, um mercado com 50 passageiros antes da abertura de um voo direto terá um aumento de 40% na demanda. Para um mercado menor, como 20 passageiros, a abertura de um voo direto resultaria em um aumento de 80% na demanda.

Operações eficientes em hubs e o aumento das frequências também são cruciais para melhorar a qualidade da conectividade, oferecendo aos passageiros mais flexibilidade e conveniência.

Implantação de Aeronaves
Aeronaves do tamanho certo, como o E2 da Embraer, são essenciais para o desenvolvimento da conectividade em mercados fragmentados. Essas aeronaves oferecem custos de viagem mais baixos e maior alcance, tornando-as ideais para rotas de curta e média distância, além de se destacarem na abertura, manutenção e expansão de novas rotas.

Stephan Hannemann, Vice-Presidente Sênior de Vendas e Marketing, Chefe da Região Oriente Médio e África da Embraer Aviação Comercial, afirmou: “Este relatório, e os dados que o sustentam, destacam o potencial significativo para novas rotas e melhor conectividade de hubs em toda a África. Ao implantar a aeronave certa e aprimorar as viagens aéreas intrarregionais, a África pode desbloquear novas oportunidades econômicas, melhorar a experiência geral de viagem para milhões de passageiros e liberar o potencial econômico do continente.”

"A AviaDev África se dedica a apoiar o desenvolvimento da conectividade aérea de, para e dentro da África Subsaariana. O novo relatório da Embraer ilustra as vastas oportunidades já disponíveis para proporcionar melhor conectividade intra-africana e garantir um futuro robusto e resiliente", afirma Jon Howell, CEO e fundador da AviaDev. 

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