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11 maio, 2020

GE, Siemens Gamesa e WEG lideram instalação de turbinas eólicas no Brasil em 2019




A norte-americana GE liderou a instalação de novas turbinas eólicas no Brasil em 2019, seguida pela Siemens-Gamesa e pela fabricante local WEG (WEGE3), de acordo com relatório da consultoria Wood Mackenzie divulgado nesta segunda-feira.

Enquanto a GE manteve a posição de líder no Brasil, ao ver a participação no mercado atingir 55,8%, ante 30,9% em 2018, a dinamarquesa Vestas caiu da segunda posição para o quinto posto, com apenas 2,8% das turbinas instaladas no país em 2019, contra 19,1% no ano anterior.

Já a WEG viu sua participação no mercado brasileiro de equipamentos eólicos crescer para 16,6%, contra 12,7% no ano anterior, enquanto a Siemens Gamesa passou de 12,5% para 17,4% das máquinas montadas no ano.

Em 2018, WEG e Siemens Gamesa haviam ficado em quarto e quinto lugar no ranking brasileiro, respectivamente.

Os números, no entanto, ainda não levam em consideração as vendas de novas e mais potentes linhas de equipamentos lançadas pela maior parte das fabricantes no Brasil em 2018 e 2019, destacou a Wood Mackenzie.

“A última geração de tecnologias de turbinas capturou uma fatia maior em novos pedidos fechados no Brasil, enquanto os dados sobre instalações em 2019 têm como base tecnologias da geração anterior. A instalação (dos equipamentos) da última geração tecnológica começará a acontecer a partir de 2020/21”, disse à Reuters o analista Shashi Barla, autor do relatório.

A defasagem deve-se devido à demora entre a negociação e fechamento de contratos e a implementação de fato das usinas eólicas.

Além das três primeiras colocadas, destacam-se na lista da Wood Mackenzie o grupo alemão Nordex na quarta posição, com 4,9% das máquinas, e a também alemã Enercon, na lanterna, sem participação expressiva no ano passado (0%).


Em 2018, a Enercon havia sido a vice-líder do mercado no Brasil, com 17% das turbinas instaladas, contra 7,8% da Nordex, que ficou naquele ano com a última colocação.

As mudanças no ranking de fabricantes vieram em meio a uma desaceleração no ritmo de construção de parques eólicos no Brasil –o país instalou no total 1,1 gigawatt em novas turbinas da fonte no ano passado, abaixo do 1,8 gigawatt registrado em 2018, segundo a Wood Mackenzie.

“A América Latina, excluindo o Brasil, cresceu de uma capacidade (eólica) conectada à rede de 1,5 gigawatt em 2018 para 3,6 gigawatts em 2019. Então a capacidade na América Latina cresceu, enquanto recuou no Brasil”, disse Barla à Reuters, em nota.

Cenário global
No mercado global, as instalações de turbinas eólicas em 2019 foram dominadas pela dinamarquesa Vestas, que manteve a liderança já vista em 2018.

Já a Siemens Gamesa e a GE avançaram uma posição cada, para segunda e terceira colocações no ranking, em meio a um recuo da chinesa Goldwind, que de více-líder em 2018 encerrou na quarta posição em 2018.

A Vestas teve mais de 50% de suas instalações nas Américas, com destaque para os mercados norte-americano, mexicano e argentino.

A Siemens Gamesa avançou principalmente no mercado offshore do Reino Unido e com parques em terra nos EUA e Espanha, enquanto a GE conectou projetos em 24 países, incluindo estreias na Grécia, Omã e Chile, entre outros, segundo a Wood Mackenzie.

Forças armadas indianas devem evitar importações, ir para 'Make In India', diz Ministro da Defesa do país



*The Times of India - 10/10/2020

As forças armadas indianas precisam se livrar de sua dependência esmagadora de sistemas caríssimos de armas estrangeiras e, em vez disso, colocar todo o seu peso para garantir que 'Make in India' não permaneça um mero slogan, disse o ministro da defesa General Bipin Rawat ao TOI em uma entrevista exclusiva no sábado. “Não somos forças expedicionárias que precisam estar presentes em todo o mundo. Temos que guardar e lutar apenas ao longo de nossas fronteiras e, é claro, dominar a região do Oceano Índico. Portanto, não devemos aceitar grandes quantidades de importações deturpando nossos requisitos operacionais”, afirmou Rawat.

“O Covid-19 afetou todo mundo. Precisamos ser realistas, começar a nos ajustar e ter uma grande releitura de nossas prioridades operacionais e do que realmente precisamos. A importação de armas, juntamente com o fornecimento de peças de reposição e manutenção, tornaram-se cada vez mais proibitivos em termos de custos”, afirmou o primeiro comandante das três forças armadas do país.

Suas observações francas significam que as forças armadas de mais de 15 lakh [1,5 milhão] têm que passar por uma grande reorientação para se afastar das armas estrangeiras que têm sido sua opção preferida por muito tempo. As observações também são significativas no contexto do congelamento temporário de novos acordos importantes para armas estrangeiras e da possibilidade de redução do orçamento da defesa devido ao enorme impacto da pandemia de Covid-19 nas finanças do país.

Atualmente, a Índia permanece na posição estrategicamente vulnerável de ser o segundo maior comprador de armas estrangeiras depois da Arábia Saudita no mundo, representando 9,2% do total das importações mundiais de armas durante o período de 2015-2019.

Nos últimos anos, a Índia assinou várias aquisições caras para equipamentos de defesa, como as de 36 caças franceses Rafale (Rs 59.000 crore) e cinco esquadrões russos de mísseis ar-ar S-400 Triumf (Rs 40.000 crore), bem como o governo procurou promover opções domésticas.

Rawat disse que não havia outra opção a não ser construir uma base industrial de defesa robusta, mesmo se os sistemas de armas nacionais fossem inicialmente produzidos com "especificações técnicas reduzidas" ou GSQRs (requisitos gerais de pessoal), além dos requisitados pelas forças armadas.

"Deveríamos impulsionar o 'Make in India', mantendo em mão a nossa indústria doméstica, mesmo que ela entregue armas com apenas 70% dos GSQRs no início. Dada a oportunidade, eles eventualmente fornecerão tecnologia de ponta", disse ele.

As forças armadas freqüentemente pressionam pelas importações porque criam "GSQRs irrealistas" para sistemas de armas que o DRDO, as fábricas de munições e a indústria doméstica simplesmente não conseguem entregar a tempo. "Devemos definir GSQRs de acordo com nossos próprios requisitos operacionais, e não olhar para o que os EUA ou outros países avançados têm", disse o general Rawat.

Se as forças armadas precisarem de alguns sistemas de armas de alta tecnologia que não possam ser fabricados de maneira autônoma, o foco deve estar em vincular parceiros estrangeiros a projetos "Make in India" com transferência concreta de tecnologia. "A Índia começou pequena com o Maruti-800, mas agora se tornou um importante centro de fabricação de automóveis", disse ele.

O exército, por exemplo, agora está importando um número limitado de fuzis de assalto avançados e metralhadoras leves dos EUA e Israel para suas tropas da linha de frente, mas a maior parte de seus requisitos será atendida por meio de projetos "Make in India".

As forças armadas, ao buscar uma integração genuína e reduzir a flacidez e a mão-de-obra não operacionais para reduzir as despesas crescentes da receita e a conta de pensão, também precisam gerenciar melhor os recursos financeiros disponíveis. “Você nunca terá os recursos que deseja. É necessária a utilização ideal do orçamento disponível”, afirmou Rawat.

Também é preciso haver uma priorização adequada dos requisitos operacionais. A Marinha, por exemplo, precisa decidir se deve pressionar por um terceiro porta-aviões nesta fase. “Qualquer coisa na superfície pode ser captada por satélites e derrubada por mísseis. Acho que a Marinha precisa de mais submarinos do que porta-aviões, que exigem suas próprias armadas individuais para proteção”, afirmou.

O impulso renovado do 'Make in India', aliás, vem depois da TOI, em dezembro passado, que nenhum dos principais projetos nacionais na área de defesa - submarinos furtivos de nova geração, caça-minas, veículos de combate de infantaria, aviões de transporte, aviões de combate e dois tipos de helicópteros utilitários leves para as forças armadas - decolaram nos últimos seis anos. Esses sete projetos há muito pendentes, no valor de mais de Rs 3,5 lakh crores, ou estão paralisados ou ainda perambulam por diferentes estágios, sem que os contratos finais para o lançamento da produção sejam impressos até agora.

Saiba mais:

-Taurus Armas e Jindal Group firmam joint venture para produzir armas na Índia

Marcos Saravalle analisa a Taurus Armas S.A.




*LRCA Defense Consulting - 11/05/2020

Em live realizada no dia 10/05/2020, o estrategista de investimentos Marcos Saravalle realiza uma ampla análise sobre a empresa Taurus Armas S.A., destacando seus aspectos positivos, problemas e as grandes possibilidades da companhia no médio e no longo prazo.

*Marco Saravelle é estrategista de investimentos do Banco Safra, já tendo trabalhado na mesma função ou semelhantes, desde 2004, na XP, no Banco Fator, na GrandPrix, Na Coinvalores, na Santos Brazil e no Citibank.

07 maio, 2020

Taurus Armas anuncia transferência de duas linhas de produção do Brasil para os EUA



*LRCA Defense Consulting - 07/05/2020

A Taurus, uma das principais fabricantes de armas leves do mundo, está transferindo uma das linhas de produção da pistola TS9-Striker da sua matriz em São Leopoldo (RS), no Brasil, para a sua unidade na cidade de Bainbridge, nos Estados Unidos.

Esta é a primeira linha de montagem transferida pela empresa para a sede americana após o investimento feito pelo governo da Georgia na subsidiaria. A operação aumentará a capacidade de produção da fábrica norte-americana da Taurus em cerca de 50 mil armas/ano em uma linha de produção.

Em 90 dias, a Taurus também irá transferir para os Estados Unidos uma linha de produção da pistola G2C - a mais vendida no mundo e preferida dos americanos -, com capacidade de fabricação de 100 armas/hora ou aproximadamente 400 mil armas/ano, em dois turnos.

As mudanças ocorrem a partir de uma decisão estratégica da empresa de aumentar o processo de manufatura na nova fábrica cedida pelo governo da Georgia nos EUA e pretendem aproveitar a alta demanda do mercado norte-americano, considerado um dos maiores e mais exigentes do setor de armas no mundo. Outro fator, segundo o presidente da Taurus, Salesio Nuhs, é a limitação de investimentos para aumento da capacidade produtiva no Brasil, em razão da falta de incentivos nacionais e de isonomia tributária e regulatória frente as fabricantes estrangeiras.

O produto importado, quando adquirido por entidades públicas de qualquer natureza, ingressa no Brasil sem imposto algum. Enquanto isso, o produto nacional paga uma carga elevada de impostos (IPI, ICMS, PIS e COFINS) que representam até 70% do preço. Além disso, para poder comercializar um novo produto, as fabricantes de armas nacionais precisam atender exigências locais dos órgãos regulatórios que inviabilizam a competitividade das empresas, uma vez que o processo de homologação de um novo produto pode demorar anos em virtude da fila de espera nesses órgãos, ao passo que o produto importado não precisa se submeter ao processo regulatório, como acontece atualmente. 

Exportar para o Brasil, infelizmente em virtude da falta de isonomia, passou a ser um negócio atrativo.

A Taurus reforça que continuará fabricando no Brasil, 4.300 armas por dia, com todo o portfólio atual, inclusive as pistolas TS9-Striker e G2C, e atendendo a demanda no mercado brasileiro com agilidade, qualidade e compromisso com a excelência.

Saiba mais:
- Declarações de Eduardo Bolsonaro na Índia fazem ressurgir a pergunta: "Make in Brasil" ou "Make outside Brazil"?

06 maio, 2020

Novo ministro da Justiça escolhe coronel da PM para a Secretaria Nacional de Segurança Pública

Coronel da Polícia Militar de Santa Catarina Carlos Alberto de Araújo Gomes

*Zero Hora - 06/05/2020

O novo ministro da Justiça, André Mendonça, decidiu substituir o general Guilherme Theophilo, secretário nacional de Segurança Pública, e escolheu nomear para o cargo o coronel da Polícia Militar Carlos Alberto de Araújo Gomes.

Theophilo era o único secretário remanescente da gestão de Sergio Moro, que deixou o cargo no último dia 24. Mendonça, ex-advogado-geral da União assumiu o ministério na semana passada.

Gomes, que entrará no lugar do general, é comandante da PM de Santa Catarina e preside o CNCG (Conselho Nacional dos Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares).

O policial é próximo de aliados de Bolsonaro, como o chefe da Secretaria Geral, Jorge Oliveira.

A troca na Secretaria Nacional de Segurança Pública foi definida em reunião na tarde desta terça (5). Gomes marcou a troca de comando na PM de Santa Catarina para o dia 8 de maio.

Desde o ano passado, Gomes tem articulado junto ao governo uma proposta de Lei Orgânica da PM que, para a classe, garantiria mais autonomia diante de governadores.

Especialistas em segurança pública elogiam a escolha por julgarem que o policial tem conhecimento sobre o setor e tem mais traquejo político, o que poderá facilitar a interlocução com outras políticas.

"Na atual geração de policiais da ativa, Araujo Gomes é um dos mais preparados. Só espero que sua gestão seja menos isolacionista do que o Moro, que tinha excluído as PM", diz o presidente do Fórum Nacional de Segurança Pública, Renato Sergio de Lima.

"Se for agregador, ouvir todas as polícias ele terá boas chances de fazer uma gestão que enfim faça a Senasp funcionar plenamente", continua Lima.

O futuro secretário deverá encontrar resistência entre policiais civis, segundo pessoas ligadas a ele, que não gostam da ideia de serem comandados por um policial militar.

Recorde de vendas de armas pelo segundo mês nos EUA: mais de 7 milhões neste ano



Agentes do FBI declararam que 2020 caminha para ser o melhor ano de todos para a venda de armas, por causa da pandemia e da eleição presidencial.

 

*Washington Examiner - 04/05/2020



As vendas de armas mantiveram um ritmo recorde pelo segundo mês consecutivo, enquanto as pessoas nos Estados Unidos corriam para se armar em meio a preocupações de segurança com a crescente pandemia de coronavírus e à provável indicação pelos democratas do candidato mais anti-armas da história.
Como em março, quando a pandemia do vírus chocou o país, o FBI disse hoje que as verificações de antecedentes em abril (para venda de armas e licenças de transporte veladas) atingiram um novo recorde de 2.911.128, um aumento de 576.879 em abril de 2019.
Março registrou o maior número de verificações de antecedentes de todos os tempos: 3.740.688, um acréscimo de 1.095.837 sobre abril de 2019.


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Embora os números não correspondam exatamente às vendas de armas, as verificações de antecedentes fornecem uma indicação aproximada das compras, pois algumas pessoas compram mais de uma arma de cada vez, outras passam pelo processo para obter uma permissão de transporte velado e outras são rejeitadas.
O grupo Small Arms Analytics & Forecasting calcula as vendas de armas e encontrou 1.797.910 vendidas. Isso incluiu um aumento de 71% nas armas compradas em abril de 2020 em relação a abril de 2019. Estima-se que as vendas de armas de fogo aumentaram 83%, com 1.085.046 unidades.
O mesmo grupo também estimou as vendas de fuzis e espingardas em 560.353, um aumento de 52% em relação ao ano anterior, conforme relatório que publicou com o título "Vendas de armas de fogo nos EUA: vendas em abril de 2020 continuam com um aumento drástico relacionado ao COVID-19".
Neste ano, segundo a SAAF, houve 7.012.322 armas vendidas.
O FBI informou que houve 12.156.985 verificações de antecedentes no primeiro trimestre, mais do que em todo o ano de 2007 - e todos os anos anteriores.
Agentes do FBI declararam que 2020 caminha para ser o melhor ano de todos para a venda de armas, por causa da pandemia e da eleição presidencial.

05 maio, 2020

Unesp e Embraer fazem acordo para realizar 40 mil testes da covid-19



*Epoch Times - 05/05/2020
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Embraer fecharam uma parceria para a realização de 40 mil testes de diagnóstico da covid-19 em cidades do interior paulista. Serão atendidas as regiões de São José dos Campos, Araraquara-Gavião Peixoto e Botucatu, localidades onde há campus da universidade e unidades da Embraer.
Pelo acordo, a Embraer realizará uma doação financeira, de aproximadamente R$ 4 milhões, para coleta de amostras, transporte e execução das análises de diagnóstico. Segundo a universidade, as prefeituras das cidades atendidas participarão na etapa de coleta e transporte dos exames para os laboratórios da Unesp.
O acordo prevê ainda um prazo de até seis meses para a realização dos 40 mil testes.
Segundo a universidade, os exames serão feitos com a metodologia RT-qPCR (teste molecular), considerado padrão-ouro para o diagnóstico do novo coronavírus.
A primeira etapa do teste é a extração e purificação do RNA viral, uma das mais demoradas do processo. Segundo a Unesp, a parceria vai permitir a compra de robôs para a realização dessa extração, o que permitirá a automatização dessa etapa inicial do processamento dos exames, aumentando a capacidade dos laboratórios universidade em fazer os testes.
O acordo prevê também que uma reserva técnica de até 20% das análises será dedicada, se necessário, aos funcionários da Embraer, caso apresentem um quadro clínico indicado para o teste, conforme o protocolo.

Webinar “Financiamento para BID – Finep/MCTIC”

https://www.sympla.com.br/oportunidades-de-credito-da-finep-para-a-bid__848051


*Sympla - 05/05/2020

A ABIMDE realizará, em parceria com a Finep, o Webinar “Financiamento para BID – Finep/MCTIC”, que tem como proposta apresentar as linhas tradicionais de crédito, além da linha exclusiva para Reconversão Industrial no enfrentamento da Covid-19 e abrir discussões construtivas, com participação das FFAA, Ministério da Defesa e empresas, sobre a possibilidade da BID utilizar contratos com o Governo, em especial das Forças Armadas, como Garantia para financiamento na instituição.

Taurus Armas - síntese sobre a empresa


* LRCA Defense Consulting - 05/05/2020

Em virtude de diversas solicitações recebidas, esta consultoria preparou a síntese acima sobre a empresa Taurus Armas S.A.

Ressalve-se que o endividamento continua elevado, mas foi completamente equacionado, reperfilado e adaptado às condições de pagamento da empresa, que está com todas as suas obrigações em dia, mesmo sem ter se desfeito dos dois ativos que estão à venda (fábrica de capacetes e imóvel em Porto Alegre), já que as condições do mercado não são favoráveis no momento.



04 maio, 2020

Guardas municipais de São Carlos passam a ter porte de arma de fogo


*São Carlos Agora - 04/05/2020

A Prefeitura Municipal de São Carlos publicou na edição do Diário O􀁽cial do último sábado (2) o decreto que permite o uso de arma de fogo pelos guardas municipais do município em serviço e no horário de folga. O porte de arma para os agentes é uma consquista depois de muito trabalho por parte do comandante da corporação, Michael Yabuki e do secretário de Segurança Pública e Defesa Social, coronel Samir Gardini.

O porte será concedido ao guarda municipal que comprovar a realização de treinamento técnico e outros requisitos. O decreto segue todas as normas exigidas pela Polícia Federal.

Em novembro do ano passado, em solenidade realizada na sede da GM, o Prefeito Airton Garcia (PSL) entregou para a corporação 50 pistolas calibre 380 da marca Taurus. O investimento foi de R$ 200 mil. "Eles merecem pelo trabalho que fazem", disse o prefeito na ocasião.


Em 2017 a Guarda Municipal de São Carlos recebeu 60 revólveres calibre 38 que foram doados pela Prefeitura Municipal de Campinas.

"Nós já temos 60 revólveres calibre 38 que foram doados para São Carlos pela Prefeitura de Campinas, por meio da Academia da Guarda Municipal de Campinas Drº Ruyrillo de Magalhães, com mais essas pistolas já são 110 armas, porém ainda não é o su􀁽ciente para todos os guardas ter a carga da arma, mesmo que em alguns postos uma arma poderá ser repassada de um turno para outro. Hoje, descontando licenças e férias temos 150 agentes, porém a Secretaria de Segurança Pública já programou a aquisição de mais pistolas", informou o comandante da guarda, Michael Yabuki quando na entrega das pistolas semiautomáticas.

O decreto já está em vigor e nos próximos dias os guardas passam a trabalhar com as armas da corporação.

Nota da LRCA Defense Consulting: com as dificuldades financeiras enfrentadas pelos Estados e a consequente impossibilidade de um acréscimo significativo no efetivo das respectivas Polícias Militares, a solução encontrada pelos municípios com mais de 50.000 habitantes foi investir na criação, no aumento de efetivo e no treinamento das Guardas Municipais para suprir a deficiência de pessoal e poder fazer frente ao alarmante crescimento da criminalidade. Em diversas dessas cidades já foi autorizado que a Guarda passasse a portar armamento leve para melhor cumprir sua missão de "polícia ostensiva".

Saiba mais:
- Como as Guardas Civis estão virando tropas de elite militares
- Guardas municipais armados: um novo filão para as indústrias de armamento e munição

BNDES e bancos privados devem injetar US$ 1 bilhão na Embraer

Logotipo da Embraer

Letreiro da Embraer em Las Vegas, Nevada (21out.2019) Foto: REUTERS/David Becker

O BNDES e um consórcio de bancos privados devem injetar US$ 1 bilhão na Embraer. A informação foi publicada pelo jornal Valor Econômico e confirmada pelo CNN Brasil Business. O valor corresponde a um buraco estimado no caixa da Embraer nos próximos meses provocado pela crise do coronavírus, que praticamente paralisou o setor aéreo.
A Embraer ficou numa situação ainda mais delicada depois que a Boeing desistiu de comprar sua operação de jatos regionais no final do mês passado. As duas empresas estão se enfrentando num processo de arbitragem.

Conforme apurou o CNN Business com fontes envolvidas nas negociações, o aporte será feito por meio de títulos de dívida conversíveis em ações e de linhas de crédito apoio à exportação. Ainda não há estimativas de quanto será injetado em cada modalidade por causa das dúvidas sobre a carteira de pedidos da Embraer. A empresa ainda tem jatos para entregar, mas estão ocorrendo muitos cancelamentos.

O aporte não será feito apenas pelo BNDES, mas também pelos bancos privados. É uma maneira de dividir o risco das operações. Ainda não se sabe qual será a fatia dos bancos no capital acionário da empresa no final do negócio.

Operações semelhantes estão sendo discutidas com outros setores duramente atingidos pelo coronavírus: empresas aéreas, setor automotivo, varejo não alimentício, distribuidoras de energia, etanol, hospitais e bens de capital.

A expectativa é que os empréstimos para grandes empresas comecem a ser fechados a partir deste mês. Se a operação da Embraer for realmente concretizada, será a primeira vez desde 1995, quando foi privatizada no governo Fernando Henrique Cardoso, que a empresa receberá dinheiro estatal.

O objetivo dessa injeção de capital do BNDES e dos bancos privados  é resolver o problema de curto prazo provocado pela crise do coronavírus. Para garantir sua sobrevivência no médio prazo, a fabricante brasileira de aviões vai precisar buscar alternativas.

Os analistas apontam duas saídas: voltar à mesa de negociação com a Boeing ou sair em busca de um novo sócio, provavelmente chinês. A Embraer vem tendo dificuldades em seguir sozinha no mercado depois que sua rival, a canadense Bombardier, se uniu à Airbus.
Procurada, a Embraer preferiu não se manifestar. O BNDES também não comentou.

EB homologa a estação de armas ARES REMAX nas VBMT-LR 4×4 Iveco LMV


*Tecnodefesa - 04/05/2020

Na semana de 27 a 30 de abril, a Diretoria de Fabricação (DF) do Exército Brasileiro (EB), realizou a integração e testes de engenharia na viatura Iveco LMV-BR com a estação de armas remotamente controlada giro-estabilizada ARES REMAX, visando sua homologação, e contaram com o apoio da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada (9ª Bda Inf Mtz), do Centro de Avaliações do Exército (CAEx) e das empresas Iveco Veículos de Defesa e ARES Aeroespacial e Defesa.
Esses testes fazem parte da campanha de homologação da Viatura Blindada Multitarefa, Leve de Rodas (VBMT-LR), após a aquisição do primeiro lote das viaturas Iveco LMV, dentro do Programa Estratégico do Exército (PEE) Guarani, subprograma Projeto Viaturas 4×4.

02 maio, 2020

KC-390: a nova aeronave multimissão da Força Aérea Brasileira (FAB)


A Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu em 4 de setembro a maior aeronave militar desenvolvida e produzida no Hemisfério Sul. O KC-390 chegou à Ala 2, em Anápolis (GO), e suas características multimissão contribuirão para a FAB desempenhar sua missão de Controlar, Defender e Integrar 22 milhões de quilômetros quadrados.
*Força Aérea Brasileira - 02/05/2020

A produção do KC-390 tem por objetivo o desenvolvimento de aeronaves de transporte militar e de reabastecimento em voo para substituição dos Hércules C-130. O KC-390 é capaz de operar em pistas não pavimentadas em qualquer local do planeta, como na Antártida, na Amazônia e no Pantanal. Seus sistemas de autodefesa o tornam menos suscetível a ameaças em ambiente hostil. Representa uma das mais importantes ferramentas da FAB para cumprir sua missão constitucional na Dimensão 22 provendo mobilidade estratégica às Forças de Defesa do Brasil. O desenvolvimento dessa nova aeronave posiciona o Brasil como protagonista entre os fabricantes de equipamentos de defesa no mundo, além de possibilitar exportações de um produto de alto valor agregado.


Foto militares saindo do KC-390A
nova aeronave multimissão da Força Aérea Brasileira (FAB), desenvolvida pela Embraer Defesa e Segurança, apresenta-se como uma das mais modernas propostas da categoria. As duas primeiras unidades, previstas para 2019, ficarão sediadas na Ala 2, em Anápolis (GO), e serão entregues em condições de cumprir diversas missões. Ao todo, 28 aeronaves adquiridas irão compor a frota da FAB.

Robusto e de alta capacidade tecnológica, o KC-390 se concretizou a partir do conceito e ideais de pilotos e engenheiros da FAB que almejavam superar demandas acima das já cumpridas pelo C-130 Hércules. O novo avião tem cumprido todas as fases de testes nas mais diversas situações.

Produzidos com uma configuração para atuar em variados cenários e com tecnologia de ponta, os aviões cumprirão missões de transporte de cargas e de tropa, lançamento de paraquedistas, reabastecimento em voo, apoio a missões humanitárias, combate a incêndios florestais, busca e salvamento e evacuação aeromédica. Após a nova aeronave chegar a Anápolis, será iniciada a instrução aérea dos pilotos e demais tripulantes, para que, em seguida, estes possam atuar na operacionalidade e doutrina da aeronave.

Devido à capacidade multimissão da aeronave, os primeiros pilotos de KC-390 foram selecionados conforme as competências adquiridas nas suas Aviações de origem, sejam Caça, Patrulha, Reconhecimento ou Transporte. Nesse sentido, um grupo composto por militares de diferentes organizações da FAB foi criado com a proposta de atuar no projeto do jato e fazer sua implantação operacional. Além de pilotos, mestres de carga, operadores de equipamentos especiais e mecânicos também atuam no grupo. “A proposta é que possamos agregar os conhecimentos das aviações e consolidá-los à doutrina da aeronave para que ela esteja preparada para executar as ações que a Força Aérea Brasileira precisar”, destaca o Major Aviador Carlos Vagner Veiga, um dos integrantes do grupo. O KC-390 é o resultado de um esforço envolvendo a FAB e a Embraer, que apostaram no investimento em ensino e pesquisa para ter, em território nacional, profissionais altamente qualificados.

Capacidade e versatilidade

Foto militares saindo do KC-390Com capacidade de transportar até 23 toneladas, em velocidade máxima de 870 km/h, o jato redefine o modelo de operação de uma aeronave de transporte em ambientes diversos, pistas não preparadas e com uma autonomia destacável. Com 23 toneladas de carga a bordo, o KC-390 pode voar até 2.730 km de distância. Se a carga for de 14 toneladas, o alcance sobe para 4.914 km, o suficiente para sair de Manaus (AM) e ir até a Cidade do México ou Santiago, no Chile. Sem carga, em voo de traslado, é possível percorrer até 5.958 km de distância. Esses números são alcançados porque os tanques da aeronave podem levar 23,2 toneladas de combustível, além de o avião também poder ser reabastecido em voo.

O compartimento de carga do KC-390 tem 18,5 metros de comprimento, 3,45 de largura e 2,95 de altura, espaço suficiente para acomodar equipamentos de grandes dimensões, além de blindados, peças de artilharia, armamentos e até aeronaves. Possui, ainda, todos os acessórios necessários para facilitar o carregamento, a retenção e o descarregamento de cargas, como anéis para amarração, bandejas de roletes, trilhos e sistemas de travas eletrônicas de fixação, sendo totalmente compatível com os equipamentos de transporte aéreo militar já existentes. O jato também pode levar 80 militares equipados; ou 64 paraquedistas em uma configuração de transporte de tropa; ou, ainda, 74 macas e equipe médica em uma configuração de evacuação aeromédica.

O KC-390 tem também os equipamentos necessários para transferir parte do combustível para outros aviões e helicópteros, podendo realizar duas operações de reabastecimento em voo ao mesmo tempo. “Um KC-390 poderá reabastecer, inclusive, outro KC-390, ampliando a autonomia do segundo. Esse é um fator inédito na Força Aérea”, destaca o Capitão Aviador Anderson Dias Santiago, militar da aviação de caça que também faz parte do grupo do projeto. A capacidade de ser reabastecido em voo coloca a aeronave num patamar de alcance global e permite deslocamento logístico em tempo de paz ou de conflito, a ser realizado sem paradas em aeroportos intermediários, otimizando sobremaneira as operações aéreas.

Tecnologia de ponta

Foto montagem do KC-390O KC-390 foi concebido para ser uma aeronave de transporte militar com tecnologia de ponta embarcada. O avião possui pilotagem facilitada por um sistema de comando de voo eletrônico fly-by-wire que, além de dar maior eficiência para pilotagem, também proporcionará uma integração com os demais sistemas. Um exemplo é o lançamento de carga. O uso dos controles eletrônicos vai mensurar o comportamento do avião durante a missão, que responde a essa dinâmica e repassa as informações ao piloto. A nova aeronave da FAB foi planejada para que todas as missões sejam realizadas com as capacidades e tecnologias existentes no avião.

Na configuração do cockpit, são cinco displays, com telas que facilitam a navegação do piloto e a atuação nos comandos. O sistema de aviônicos foi desenvolvido pela empresa norte-americana Rockwell Collins, que dispensa o uso de relógios, medidores e termômetros. O KC-390 também é equipado com um avançado radar tático, com as funcionalidades Spot SAR, modos de meteorologia e ar-ar.

A expressiva autonomia do jato também pode ser usada para missões de busca, com horas de voo dedicadas à localização de uma embarcação naufragada, por exemplo. Para essa missão, além de contar com postos de observação, o KC-390 é equipado com o radar Gabbiano T20, instalado no nariz da aeronave. No modo de acompanhamento de alvos, o equipamento pode rastrear mais de 200 embarcações simultaneamente, podendo ainda ser usado no combate às atividades ilegais, como pesca predatória e pirataria. É possível também utilizar o radar para identificar manchas de óleo ou realizar o mapeamento de áreas terrestres.

Certificação

Foto KC-390 lançando cargaEm 2018, o KC-390 recebeu a certificação de Tipo de Aeronave da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que permite que o avião possa ser comercializado e operado em todo o território brasileiro. A certificação de tipo é emitida pela ANAC quando o projeto da aeronave demonstra ter cumprido todos os requisitos operacionais, de segurança e de proteção ambiental obrigatórios para a operação. Isso evidencia que o nível de segurança da aeronave é compatível com padrões internacionais e permite que o modelo certificado seja comercializado no Brasil e inserido no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB).

Este ano, a aeronave passou por ensaios de certificação para o cumprimento de diversas missões, como Reabastecimento em Voo (REVO) e lançamento de carga pelos métodos Container Delivery System (CDS) e Combat Offload (saída da carga da aeronave durante o táxi, sendo depositada diretamente no solo por ação da inércia ou sobre tambores à medida que a aeronave se movimenta no solo).

01 maio, 2020

Taurus dobrará doações em campanha de arrecadação de alimentos e produtos de limpeza


*LRCA Defense Consulting - 01/05/2020

Empresa dobrará doações arrecadadas que serão entregues para entidades não governamentais de São Leopoldo (RS)

A Taurus, uma das principais fabricantes de armas leves do mundo, está arrecadando alimentos não perecíveis, produtos de higiene e de limpeza para ajudar organizações não governamentais de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, diante da pandemia do coronavírus (COVID-19). A empresa irá contribuir com o dobro do total de doações arrecadas.

A companhia está realizando a campanha solidária junto com seus colaboradores, que poderão também indicar locais que necessitam de doações. Além das entidades Turma do Sopão de São Leopoldo e Lar São Francisco de Assis, as arrecadações serão destinadas para o local mais indicado pelos participantes e realizado um sorteio com as outras indicações.

Em apenas um dia (de 27 a 28 de abril), a empresa já arrecadou 1.850 quilos de mantimentos. Segundo o presidente da Taurus, Salesio Nuhs, a ideia é "unir forças e ajudar as famílias carentes da região nesse momento difícil, buscando minimizar dentro do possível os impactos sociais, sanitários e econômicos do coronavírus".

As doações podem ser feitas até 5 de maio de 2020 na entrada da fábrica da Taurus, situada na Av. São Borja, 2181 - Distrito Industrial, em São Leopoldo.

Produção e doação de protetores faciais (face shields)
No início de abril, uma linha de produção foi montada nas instalações da Taurus, em São Leopoldo, especialmente para fabricar um lote inicial de 60 mil protetores faciais, onde militares do Exército Brasileiro de forma voluntária estão auxiliando no processo de montagem e embalagem. Desde então, já foram feitas entregas para profissionais da área da saúde e segurança pública do estado do Rio Grande do Sul.

A fabricação deve ganhar escala ainda maior. A Taurus pretende ampliar a produção e doação por meio de parcerias com outras empresas e fornecedores de matérias primas, contemplando também profissionais de outros estados, além do Rio Grande do Sul e Amazonas. Segundo Salesio Nuhs, a companhia continuará produzindo o EPI enquanto houver necessidade. "Continuaremos seguindo a nossa missão de ajudar a salvar vidas, fornecendo equipamentos adequados que dão mais segurança aos profissionais e heróis da saúde e da segurança pública nesse momento difícil".

Sobre a Taurus
A Taurus é uma Empresa Estratégica de Defesa, com 80 anos de história e reputação sólida. Sediada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, emprega cerca de 2.000 pessoas no país e exporta para mais de 100 países. A companhia é a líder mundial na fabricação de revólveres e uma das maiores produtoras de pistolas do mundo, além de ser a quarta marca mais vendida no exigente mercado norte americano. A empresa já recebeu dezenas de prêmios em reconhecimento pelo seu elevado padrão de qualidade e inovação, como o "Handgun of the Year", considerado a premiação mais importante da indústria de armas dos Estados Unidos. A Taurus possui um portfólio completo de produtos composto por revólveres, pistolas, submetralhadoras, fuzis, carabinas, rifles e espingardas, atendendo os mercados militar, policial e civil.

Embraer está focada em seu futuro, diz executivo



*Portal R7 - 01/05/2020

O chefe executivo da unidade de aeronaves da Embraer, John Slattery, defendeu os benefícios do negócio de US$ 4,2 bilhões abandonado pela Boeing na semana passada, mas disse que o grupo aeroespacial brasileiro está focado em seu futuro.

Slattery disse que a Embraer sofreu "dor" e custos ao separar os aviões a jato das atividades de defesa em preparação para a fusão, incluindo a perda de entregas em janeiro.

Ele preferiu não comentar sobre um processo de arbitragem que a Embraer lançou depois que a Boeing cancelou abruptamente o acordo no sábado.

Falando em um webinar promovido pela Aviation Week, Slattery disse estar convencido de que a parceria aeroespacial comercial com a Boeing proporcionaria "benefícios extraordinários" aos clientes das companhias aéreas que expressaram decepção com o colapso. A Boeing afirmou que a Embraer não cumpriu as condições para fechar o acordo.

Foi a primeira aparição pública do chefe comercial da empresa desde que o negócio entrou em colapso.

O colapso chamou a atenção de uma indústria que já está enfrentando a pior crise devido à queda nas viagens causada pelo coronavírus, com 2.000 pessoas participando do webinar previamente organizado.

Slattery brincou que o público era dominado por advogados de cada lado, enquanto as duas empresas se dirigiam para o que é amplamente esperado como um caso de divórcio amargo.

A Embraer criou sua unidade comercial e fechou as principais atividades por 40 dias, preparando-a para transformá-la em um novo empreendimento, que seria 80% da Boeing.

Slattery disse que isso resultou em alguma duplicação entre o núcleo da Embraer e sua cisão comercial, mas que a terceira maior fabricante de aviões do mundo se recuperaria como "uma única Embraer".

Questionado sobre as conversas sobre uma parceria com a China, Slattery disse que a Embraer não iniciou conversas com ninguém, mas que não pode "legislar sobre as chamadas de entrada que podem vir".

"No momento, o conselho está muito claro... vamos governar a Embraer Commercial... e de uma maneira bem ponderada descobrir os próximos movimentos", disse Slattery.

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