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26 abril, 2021

Taurus: com vitória em nova licitação de fuzis, empresa reforça presença nas Filipinas


*LRCA Defense Consulting - 24/04/2021

A Taurus divulgou ontem (25) que venceu a primeira etapa de uma nova licitação internacional das Forças Armadas das Filipinas para o fornecimento adicional de 1.118 fuzis calibre 5,56 ao Exército desse país.

A empresa brasileira foi escolhida como a melhor proposta financeira e técnica, e segue agora as próximas etapas, onde amostras do fuzil T4 serão submetidas à rígidos testes de funcionamento, resistência e qualidade, definidos pelo rigoroso protocolo de avaliação do Exército Filipino.

O edital divulgado pelo Exército prevê um valor em pesos filipinos que, convertido para a moeda brasileira, ultrapassa os 5,5 milhões de reais. A entrega dos 1.188 fuzis deverá ser feita dentro de 210 dias corridos (calendar days) após a notificação de que a empresa foi a vencedora final da licitação e que poderá dar prosseguimento ao negócio.


Em janeiro deste ano, em outra licitação, as Forças Armadas das Filipinas já haviam adquirido 12.412 fuzis T4 da Taurus, que estão atualmente em produção. A fabricante vem obtendo sucesso e ampliando a participação de seus produtos neste rigoroso e promissor mercado, onde já forneceu mais de 20 mil unidades da pistola TS9 Striker para as forças policiais filipinas nos últimos dois anos, além de várias outras licitações no mundo, demonstrando a estabilidade, confiabilidade e qualidade de seus produtos no cenário mundial.

"Embora o quantitativo de armas dessa nova licitação não seja tão elevado frente aos expressivos números atuais de produção da companhia, essa é mais uma importante conquista que reforça a posição de destaque da Taurus como forte competidora no mercado militar e policial internacional", afirma o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

Embraer incorpora a subsidiária Savis, responsável pelo SISFRON

Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) do Exército Brasileiro, um dos projetos da Savis Tecnologia e Sistemas

*LRCA Defense Consulting - 26/04/2021

A Embraer anunciou hoje a incorporação de sua subsidiária Savis Tecnologia e Sistemas S.A. A proposta está em um contexto de reorganização societária e foi aprovada em assembleia de acionistas da Embraer. A decisão tem como objetivo incrementar eficiências operacionais e fortalecer o portfólio de produtos e a posição de mercado da Companhia.

Subsidiária da Embraer, a Savis era dedicada a desenvolver, projetar, integrar e implementar sistemas e serviços na área de monitoramento de fronteiras e proteção de estruturas estratégicas. A incorporação agrega conhecimento crítico às operações da Embraer Defesa & Segurança e torna a empresa ainda mais competitiva, fortalecendo a oferta de soluções integradas para o segmento de defesa e segurança.

“Tenho certeza de que esta decisão trará maior sinergia e importantes ganhos para a Companhia, além de reforçar nosso portfólio e nossa capacidade de atender às necessidades complexas e específicas do mercado de defesa e segurança”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

Dessa forma, a Embraer Defesa & Segurança passa a ser integralmente responsável pelos projetos atuais e futuros da Savis, como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) do Exército Brasileiro, um dos maiores projetos de vigilância de fronteiras em implantação no planeta.

25 abril, 2021

Aeronaves Embraer E2 da Helvetic são ainda mais eficientes do que o esperado

Helvetic Airways E190-E2

Os E2s da Helvetic estão superando os números publicados em eficiência de combustível. Foto: Helvetic Airways

*Simple Flying, por Joanna Bailey - 16/04/2021

A Helvetic Airways é uma das poucas companhias aéreas que operam atualmente a primeira geração do Embraer E-Jet e o modelo E2 mais recente, lado a lado. A companhia aérea tem monitorado as melhorias de desempenho entre as duas iterações e tem visto uma eficiência de combustível muito melhor do que o esperado com sua nova frota E2.

O E2 supera sua eficiência de combustível publicada

Desde junho de 2019, quando seu último Fokker 100 deixou a frota, a Helvetic Airways é uma operadora totalmente Embraer. Voando com o E190 e o E190-E2 , a transportadora está em uma posição única para poder comparar o desempenho da aeronave e ver em situações do mundo real a diferença que as melhorias entre a primeira e a segunda geração fazem.

A Helvetic voa os dois tipos da Embraer desde outubro de 2019, quando recebeu seu primeiro E190-E2. Atualmente, ele voa seis dos E190 originais, em nome da Swiss International Air Lines, e uma frota de oito E190-E2 sob sua própria marca.

Em declarações exclusivas à Simple Flying, a Helvetic Airways afirma que o desempenho do E2 tem sido excepcional, superando as expectativas publicadas do fabricante. Mehdi Guenin, um porta-voz da Helvetic nos disse,

“De acordo com nossa experiência até agora, nosso E2 estabeleceu novos padrões, especialmente em termos de meio ambiente e ruído. Com asas aerodinamicamente otimizadas e motores Pratt & Whitney de última geração, nosso E2 reduz significativamente o consumo de querosene.

“Após um ano e meio em serviço, nossos oito E190-E2 atingem uma redução no consumo de combustível por assento em até 20% (em comparação com o E190-E1). Comparado com seu predecessor, o E2 emite quase uma tonelada de CO2 a menos por hora de voo. Isso é quase 3.600 toneladas a menos por ano, por aeronave. ”

Helvetic Airways E190-E2
O E2 está entregando uma economia de combustível quase 3% maior do que o fabricante esperava. Foto: Helvetic Airways

A economia publicada pela Embraer no consumo de combustível entre o E190-E1 e o E190-E2 é de 17,3%. Essa conquista foi mais do que sua meta de uma economia de 16%, mas parece que, em operações ao vivo, está tendo um desempenho ainda melhor. Em um mundo onde nos acostumamos a aceitar as afirmações dos fabricantes com uma pitada de sal, é revigorante ver um produto superando as expectativas.

Tão quieto como prometido

 A Helvetic não mediu apenas o consumo de combustível de seus E2s em comparação com o E-Jet original. Eles estão ansiosos para reduzir sua pegada de ruído também e estão trabalhando com o Aeroporto de Zurique para monitorar a acústica do E2 em comparação com outras aeronaves de sua classe. A Embraer publica uma redução de 48% no ruído entre o E2 e o E1, e a pesquisa da Helvetic apóia totalmente essa afirmação. A companhia aérea nos disse,

“A tecnologia turbofan com engrenagens (GFT) do novo E2 ajuda claramente a reduzir as emissões de ruído. Graças a esta nova tecnologia, os níveis de ruído são reduzidos em aproximadamente 48% em relação ao E1, tornando a aeronave muito mais silenciosa que seu antecessor.

“Como uma das principais companhias aéreas regionais da Europa, a Helvetic está fazendo uma contribuição concreta para o desenvolvimento sustentável do Aeroporto de Zurique e da região.”

Helvetic Airways E190-E2
A tecnologia GTF (e muitas outras melhorias) ajudou a reduzir a pegada de ruído dos voos da Helvetic. Foto: Helvetic Airways

Entramos em contato com o aeroporto de Zurique para saber os dados sobre as operações do E2. Embora o aeroporto tenha notado que não compartilha seus números de monitoramento de ruído externamente, um porta-voz confirmou que,

“Tanto o A220 quanto o E2 são melhores do que os modelos anteriores em termos de acústica e consumo de combustível.

“Em comparação com os tipos de aeronaves anteriores - no caso do E2, por exemplo, em comparação com o Jumbolino [o Avro RJ100] descobrimos que os valores de ruído são significativamente mais baixos.”

Aumentando - será melhor?

A Helvetic se prepara para receber sua próxima nova aeronave da Embraer. A companhia aérea tem um pedido com a fabricante brasileira de quatro das maiores aeronaves E195-E2 . A companhia aérea nos disse que os quatro chegarão no final de julho, com aproximadamente um a cada duas semanas sendo entregue a partir do início de junho.

Helvetic Airways E195-E2
A companhia aérea levará quatro E195-E2 até o final de julho. Foto: Helvetic Airways

A Embraer publica o desempenho do E195-E2 como sendo ainda melhor do que seu irmão menor. Sua redução de queima de combustível é publicada em -25,4%, enquanto na frente de ruído, espera-se que o E195-E2 seja significativamente mais silencioso, cerca de 11% menos barulhento que seu concorrente A220 . Será interessante ver se essas metas são superadas de forma semelhante no mundo real com companhias aéreas como a Helvetic.

*Nota da LRCA Defense Consulting: saiba mais sobre o assunto em Silence is Certifiably Golden - Embraer E-Jets

24 abril, 2021

Taurus divulga vídeo mostrando andamento da ampliação da área fabril


*LRCA Defense Consulting - 24/04/2021

A multinacional Taurus Armas S.A. divulgou hoje um vídeo onde mostra o andamento das obras de ampliação de sua área fabril na unidade brasileira, localizada na cidade de São Leopoldo (RS). As imagens mostram o terreno de 12 mil metros quadrados onde serão localizados os seus seis principais fornecedores, incluindo a joint venture de produção de carregadores com a Joalmi, no chamado Projeto Estratégico Condomínio.

Prevista para ser concluída no final do último trimestre deste ano, a ampliação total de 22 mil metros quadrados permitirá que a empresa incremente em 50% sua produção de armas a partir de janeiro de 2022.

Possibilitará também a racionalização, a otimização e a agilização das atividades logísticas, inclusive com o emprego de recursos e ferramentas que a levarão ao conceito de indústria 4.0, além da ampliação do Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia BR/EUA e de outras áreas vitais da companhia, como a Unidade MIM (Metal Injection Molding) e o Laboratório de Tiro Externo.

Aumentando significativamente a produção e a produtividade, reduzindo custos e incrementando ainda mais a qualidade e a diversidade de seus produtos, a Taurus almeja se tornar a maior fabricante de armas leves do mundo, evidenciando toda a disposição necessária para atingir esse objetivo.



23 abril, 2021

Embraer e Força Aérea Brasileira assinam memorando que visa estudo de aeronaves não tripuladas


*LRCA Defense Consulting - 23/04/2021

A Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) assinaram hoje um memorando de entendimento que estabelece a cooperação para estudo e avaliação das capacidades necessárias à concepção e o desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado de classe superior, em atendimento às necessidades da FAB.
 
“É uma oportunidade ímpar para a Força Aérea Brasileira aprofundar seus estudos em tecnologias disruptivas que possam causar desequilíbrio no cenário atual e futuro”, frisou o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior. “Na guerra moderna é imprescindível a utilização de plataformas aéreas não-tripuladas, operando isoladamente ou em conjunto com aeronaves tripuladas. Tal tecnologia permite reduzir custos e riscos, sem perder a eficácia no cumprimento das missões atribuídas à Aeronáutica.”
 
“Este estudo é de fundamental importância para a manutenção e a expansão das competências da Embraer no desenvolvimento de sistemas aéreos de defesa com alto teor tecnológico e grande complexidade de integração”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “É ainda uma oportunidade para o contínuo desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para a FAB e o Ministério da Defesa, visando a ampliação da capacidade operacional e a garantia da soberania nacional. Um grande desafio para este sistema aéreo certamente será a sua integração e a operação de forma conjunta com outros sistemas e aeronaves, tripulados ou não-tripulados.”
 
A cooperação no âmbito deste memorando de entendimento visa o estudo conjunto das necessidades da FAB no contexto de suas missões, bem como o levantamento e a priorização dos elementos operacionais e logísticos relacionados ao desenvolvimento de uma plataforma aérea não tripulada de classe superior e múltiplas capacidades.
 
O desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado superior com tecnologia nacional oferece uma oportunidade relevante para a base industrial de defesa (BID) e suas empresas estratégicas, promovendo o seu desenvolvimento e fortalecendo conhecimentos para o atendimento das necessidades do Estado Brasileiro.

WEG e EDP fazem parceria com Renault

Empresas serão fornecedoras oficiais das estações de recarga de veículos elétricos para novo Renault Zoe


*LRCA Defense Consulting - 23/04/2021

O mercado da mobilidade elétrica segue em crescimento no Brasil e ampliando parcerias. Cientes disso, a WEG e a EDP Smart, fecharam acordo com a Renault e serão as fornecedoras recomendadas de infraestrutura de recarga para os clientes que adquirirem o novo Zoe.

O contrato prevê a inclusão da nova geração de produtos WEMOB – WEG Electric Mobility para os consumidores que quiserem adquirir os equipamentos. O acordo prevê também a instalação de estações de recarga semirrápidos em 10 concessionárias da rede Renault a fim de ampliar a infraestrutura de recarga dos veículos elétricos em vias públicas. A EDP foi escolhida pelo conhecimento no fornecimento de energia elétrica. Com condições especiais, a empresa será responsável pelo fornecimento das estações de recarga da WEG, visita técnica aos clientes e instalação dos equipamentos.

O cliente interessado em conhecer as condições especiais da parceria precisa acessar a página comercial pelo link https://edpsmart.edpcomunicacao.com.br/renault para ter descontos exclusivos durante a campanha de lançamento. Já as empresas que desejem solicitar um orçamento poderão fazê-lo pelo atendimento@edpsmart.com.br, pelo call center da EDP e ou com a ajuda de um consultor de vendas de qualquer uma das três empresas.

Tecnologia de recarga
Desenvolvida e fabricada no Brasil especialmente para atender as necessidades de potência, conectividade, velocidade de recarga e segurança para veículos elétricos, a nova geração de Estações de Recarga da WEG possui design moderno e é inteligente, possibilitando a conexão à internet e a plataformas de gestão para cobrança ou rateio do consumo de cada usuário. Além disso, permite o controle de acesso via cartões de proximidade (tags RFID) ou aplicativos de celular.

As estações de recarga WEMOB serão ofertadas para os consumidores em três diferentes modelos: Wall, projetada para residências e condomínios, Parking, desenvolvida especialmente para uso compartilhado em estacionamentos públicos e privados, e Station, voltada para postos de recarga rápida. As linhas estão disponíveis para recarga lenta, semirrápida e rápida, com potências de 7,4 a 150 kW.

“Essa parceria faz parte da estratégia da WEG em oferecer soluções eficientes, sustentáveis e inteligentes para o segmento de mobilidade elétrica. Reitera também a confiança da Renault nos produtos e serviços da WEG”, enfatiza Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

“Estamos muito satisfeitos com o fechamento da parceria. A mobilidade elétrica é uma das nossas apostas para o futuro do setor de energia e buscamos nos aproximar dos principais players do setor para ajudar a fomentar o crescimento. O Novo Zoe traz avanços em tecnologia, com grande autonomia e, por isso, atraiu nosso interesse. Certamente será uma parceria de grande êxito”, ressalta Carlos Andrade, vice-presidente de Clientes da EDP no Brasil.

WEG e Renault do Brasil também estão juntas em um projeto de mobilidade elétrica em Fernando de Noronha/PE. As empresas, em parceria com a Administração de Fernando de Noronha e a Polo, inauguraram seis garagens com geração solar (Carport) para recarregar as baterias de íons de lítio de 28 veículos elétricos que já circulam pelo arquipélago.

Novo Zoe
O Zoe foi o pioneiro na Europa e se tornou o carro elétrico compacto mais vendido no mercado europeu. Agora, na terceira geração, o novo Zoe assume uma nova dimensão em matéria de versatilidade, qualidade e tecnologias. O modelo começa a ser vendido no Brasil em duas versões de acabamento: Zen (R$ 204.990) e Intense (R$ 219.990). Tecnicamente, o modelo oferece ainda mais liberdade. A bateria de 52 kWh faz sua autonomia chegar a até 385 quilômetros, com ainda mais opções de recarga, graças à introdução do sistema de carga em corrente contínua (DC). Também proporciona ainda mais prazer de dirigir, graças à motorização mais performance com 100 kW de potência e 24,5 kgfm de torque permitem que o motorista aproveite a aceleração instantânea e suave, ótima para rodovias. 

*Com informações da WEG.

22 abril, 2021

Ministro da Defesa anuncia primeira Fintech de defesa do mundo em Plenária SIMDE


 *SIMDE - 15/04/2021

O SIMDE – Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa em conjunto com o Departamento de Defesa e Segurança da FIESP, realizou na quinta-feira, 15 de abril, a Reunião Plenária Conjunta com a participação do Ministro da Defesa Walter Braga Neto, em seu primeiro contato com Base Industrial de Defesa e Segurança após a posse do cargo. Estiveram presentes ainda o Secretário de Produtos de Defesa, Marcos Degaut, o Diretor do DEPFIN - Departamento de Financiamentos e Economia de Defesa, General de Brigada Flávio Neiva e o novo Comandante Militar do Sudeste, General de Exército Tomás Ribeiro Paiva.


O evento híbrido, com autoridades reunidas presencialmente e os demais participantes por videoconferência, contou também com a presença do Presidente da FIESP, Paulo Skaf, para apresentação dos resultados do Grupo de Trabalho Fintech Defesa, 1º projeto conjunto do Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Defesa e a FIESP, que conta com o apoio do SIMDE.


Paulo Skaf abriu a reunião agradecendo a presença de expressiva representação da Base Industrial de Defesa e Segurança, ressaltando o trabalho desenvolvido pelo DESEG e SIMDE e enfatizando que a FIESP tem um apreço especial por essa área e por isso tem, ao longo dos anos, servido como elo entre o setor privado, os governos e as Forças Armadas e de Segurança. “O país, já, já, irá superar a crise de saúde provocada pela Covid 19 e voltará a crescer e este crescimento, com certeza, contempla esse estratégico setor de defesa e segurança”.


O Diretor-Presidente do SIMDE e Diretor-Titular do DESEG, Dr. Carlos Erane de Aguiar, destacou o respaldo na defesa legítima dos interesses da Base Industrial de Defesa que sempre foram encontrados na FIESP e no Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa. Ressaltou os feitos do Ministro Braga Neto como Comandante Militar do Leste, Chefe do Estado-Maior do Exército, Ministro-Chefe da Casa Civil e agora Ministro da Defesa que, inclusive, foi agraciado no ano de 2019 com o “Prêmio General Joaquim de Souza Mursa”, do SIMDE, como personalidade do ano de 2018 para a Segurança Pública.


Dr. Carlos agradeceu também o trabalho do Secretário de Produtos de Defesa, Dr. Marcos Degaut, General Flavio Neiva e General Duizit Brito, destacando o trabalho da SEPROD para promover a sustentabilidade da Base Industrial de Defesa, sempre em cooperação com a FIESP e o SIMDE.


O General de Brigada Flávio Neiva, Diretor do DEPFIN, apresentou detalhadamente o 1º projeto conjunto do Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Defesa e a FIESP, que tem foco em alternativas de Financiamento para o setor de Defesa em articulação com a iniciativa privada para superar as dificuldades do setor em encontrar linhas financiamento nos bancos tradicionais. Afirmou ainda que em breve haverá o lançamento oficial da Fintech para qual afirmou contar com o SIMDE na articulação das empresas da Base Industrial de Defesa e Segurança.


Em sua fala, o Ministro da Defesa Braga Neto, destacou "A parceria que celebramos hoje entre o MD e a FIESP está no bojo dessa concepção de união de esforços. Ela nasceu em 2020 a partir de uma visão de futuro de nossos antecessores e se consolida neste dia como uma prova inequívoca que o setor público e a iniciativa privada podem e devem andar juntas para o desenvolvimento do país. A FIntech Defesa tem o propósito de fortalecer a Base Industrial de Defesa, salvaguardando não apenas a existência das indústrias de defesa, mas principalmente ajudando a desenvolver o setor que hoje é responsável por 4% do PIB brasileiro, gera cerca de 240 mil empregos diretos e 850 mil empregos indiretos.


Ao inovarmos com o estabelecimento da 1ª Fintech de Defesa do mundo, o Brasil demonstra de forma sólida e cooperativa que compreende a importância de manter a sua Base Industrial de Defesa competitiva e robusta, principalmente em um momento em que o país avança em uma retomada econômica. O fortalecimento da Base Industrial de Defesa é um objetivo do Ministério da Defesa e do governo Bolsonaro e contribui para a recuperação econômica como uma prioridade atual e uma grande preocupação nossa. E, para encerrar, eu gostaria de dar uma boa notícia: hoje nós já temos firmado um investimento, para dentro deste próximo triênio, de 4.5 bilhões de dólares e mais 3 bilhões em negociação.”


Estiveram presentes durante o evento mais de 90 pessoas, entre elas os representantes das empresas associadas ao SIMDE, representantes da Confederação Nacional da Indústria e dos COMDEFESAs estaduais.





"Ao inovarmos com o estabelecimento da 1ª Fintech de Defesa do mundo, o Brasil demonstra de forma sólida e cooperativa que compreende a importância de manter a sua Base Industrial de Defesa competitiva e robusta, principalmente em um momento em que o país avança em uma retomada econômica."

General de Exército Walter Souza Braga Netto

– Ministro de Estado da Defesa



“O país, já, já, irá superar a crise de saúde provocada pela Covid 19 e voltará a crescer e este crescimento, com certeza, contempla esse estratégico setor de defesa e segurança”

Paulo Skaf – Presidente da FIESP




“É importante destacar que, baseado nestes princípios de profissionalismo, institucionalidade e transparência, o COMDEFESA e o SIMDE têm a missão de propiciar um ambiente saudável de cooperação entre Forças Armadas, Forças de Segurança e a Base Industrial de Defesa. Assim, estas reuniões conjuntas têm sido palco para os mais importantes debates da nação sobre defesa e segurança, gerando alternativas e soluções para os problemas vividos.”

Carlos Erane de Aguiar – Diretor-Presidente do SIMDE e Diretor Titular do DESEG



“Se a história nos ensina alguma coisa, é a lição de que, historicamente, os países que são fortes, desenvolvidos, foram forjados em cima de sua Base Industrial de Defesa e tem como eixo principal de sua política interna, a proteção e o fomento dessa Base Industrial de Defesa.”

Marcos Degaut – Secretário de Produtos de Defesa (SEPROD)



“Tudo parte do entendimento que a sustentabilidade da Base Industrial de Defesa, na verdade, gera soberania ao país. Eu não vou nem entrar na discussão do valor agregado ao produto e nas capacidades tecnológicas geradas por isso, mas como resultado final, uma Base Industrial de Defesa forte, nos gera um país soberano. ”

General de Brigada Flávio Neiva – Diretor do Departamento de Financiamentos e Economia de Defesa (DEPFIN)

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