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janeiro 26, 2022

Taurus: Polícia Civil do Pará adquire 1.100 pistolas TS9


*LRCA Defense Consulting - 26/01/2022

A Taurus Armas S.A. informou hoje ter vendido 1.100 pistolas TS9 para a Polícia Civil do Estado do Pará (PCPA), tendo entregue 300 unidades em dezembro e as restantes 800 até o dia 28 próximo, havendo ainda a possibilidade de uma nova venda de mais 3.000 dessas armas, a fim de que a PCPA possa padronizar suas pistolas, facilitando, racionalizando e dinamizando sua logística de suprimentos e manutenção.

Hoje (26), foi realizado o Curso de Aperfeiçoamento de Armeiro da pistola TS9 para 20 policiais integrantes da PCPA (operadores da CORE - Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais e instrutores de tiro), com objetivo de mostrar as características/especificações técnicas, montagem e desmontagem, limpeza, funcionamento geral da pistola e formas corretas de inspeção do funcionamento dos mecanismos. Caberá a esses policiais difundir os conhecimentos adquiridos aos demais membros da Corporação.

Além disso, foi realizada a apresentação institucional da Taurus a todos os alunos, mostrando o que a empresa é hoje e onde almeja chegar nos próximos anos através de seu plano estratégico.




EUA: NSSF indica 5,4 milhões de compradores de armas de 1ª vez em 2021, segundo pesquisas com varejistas


*NSSF - The Firearm Industry Trade Association - 25/01/2022

A National Shooting Sports Foundation ® (NSSF ® ), a associação comercial da indústria de armas de fogo, revelou que pelo menos 5,4 milhões de pessoas compraram uma arma de fogo pela primeira vez em 2021. Quase 30% de todas as compras de armas de fogo no ano passado foram para novos proprietários de armas, com base em pesquisas de varejo da NSSF e verificações de antecedentes do National Instant Criminal Background Check System (NICS).

Em relação aos 40% dos compradores de armas pela primeira vez revelados em pesquisas semelhantes em 2020 (um ano recorde e atípico), esse número é uma redução de 10%. Mais de 21 milhões de verificações de antecedentes foram realizadas para a venda de uma arma de fogo, com mais de 8,4 milhões estimados para aqueles que compram uma arma de fogo pela primeira vez.

“Congratulamo-nos com esses novos proprietários de armas para a maior comunidade de americanos cumpridores da lei que optam por possuir uma arma de fogo para fins legais, incluindo autodefesa, tiro ao alvo recreativo e caça”, disse Joe Bartozzi, presidente e CEO da NSSF. “As pesquisas revelaram que os novos proprietários de armas continuam adotando seus direitos da Segunda Emenda e quase metade deles está buscando treinamento profissional. Essas tendências mostram que não apenas ainda há um forte interesse na posse de armas, mas também que esses novos proprietários de armas estão interessados ​​em aprender mais sobre o manuseio, uso e armazenamento seguro e responsável de armas de fogo”.

Pesquisas semelhantes de varejistas em 2020 mostraram um aumento de 58% de afro-americanos comprando armas em 2020 em relação a 2019, com um aumento de 49% de hispano-americanos durante o mesmo período e um aumento de 43% de asiático-americanos comprando armas de fogo em 2020 em comparação a 2019. Quase 60% dos varejistas disseram que o aumento desses grupos demográficos de compradores iniciantes que compram armas de fogo permanece inalterado de 2020 a 2021.

A pesquisa de varejistas de 2021 da NSSF mostrou várias outras descobertas importantes:

- Quase 47% dos compradores de armas pela primeira vez em 2021 perguntaram sobre treinamento e 43% se inscreveram para treinamento.

- Quase 23% dos varejistas indicaram que os compradores de armas pela primeira vez em 2020 compraram outra arma de fogo em 2021.

- Mais de 33% dos compradores de armas pela primeira vez em 2021 eram mulheres.

- 44% dos varejistas viram um aumento de afro-americanos comprando armas de fogo em 2021.

- Quase 40% dos varejistas viram um aumento de hispano-americanos comprando armas de fogo em 2021.

- Mais de 27% dos varejistas viram um aumento de asiáticos-americanos comprando armas de fogo em 2021.

- Mais de 18% dos varejistas viram um aumento de nativos americanos comprando armas de fogo em 2021.

- Quase 14% dos varejistas viram um aumento de nativos-havaianos/ilhas do Pacífico comprando armas de fogo em 2021.


janeiro 25, 2022

Exército dos EUA visita o Brasil em busca de parceria tecnológica para áreas de Segurança e Defesa

Exército dos EUA visita o Brasil em busca de parceria tecnológica para áreas de Segurança e Defesa
Um funcionário do SENAI CIMATEC explica à delegação americana detalhes sobre um dos projetos enviados para avaliação do DEVCOM. (Foto: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do BrasilSENAI)

 
*Diálogo, por Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Brasil - 24/01/2022

Representantes do Comando de Desenvolvimento de Capacidades de Combate do Exército dos Estados Unidos (DEVCOM, em inglês) foram a Salvador, no estado da Bahia, em meados de janeiro de 2022, para discutir a possibilidade de cooperação em projetos de inovação tecnológica com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Brasil (SENAI).

O diretor do DEVCOM-Américas, Harry DuRette, e a diretora do escritório de tecnologia e inovação do DEVCOM no Brasil, Rosa Santoni, conheceram, em 18 de janeiro, as instalações do SENAI CIMATEC (Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia). Na sede, localizada no bairro de Piatã, em Salvador, eles visitaram o Centro de Defesa e Segurança, os Centros de Robótica e Computação Quântica e estiveram também no Laboratório de Pesquisas Aeronáuticas e no Laboratório de Ensaios Balísticos.

DuRette disse que “o que mais impressiona é o tamanho das instalações, que abarcam muitas competências. É uma boa demonstração da ciência e tecnologia brasileiras. E a capacidade de crescimento nessas áreas é o que vejo como o aspecto mais promissor para o avanço da nossa parceria”.

Computação quântica
Essa é a segunda visita de representantes do DEVCOM ao SENAI CIMATEC. O Ministério da Defesa do Brasil e o Exército Brasileiro participaram da primeira visita em 2020 e apoiam a aproximação entre o SENAI CIMATEC e o centro de pesquisa do Exército dos EUA.  Essa segunda reunião marca um avanço no interesse de cooperação acadêmica e tecnológica entre os laboratórios de pesquisa do Exército dos EUA e o SENAI CIMATEC.

Milton Deiró, pesquisador do Centro de Defesa e Segurança do SENAI CIMATEC, afirma que “já existem algumas áreas mapeadas de interesse comum, entre elas a computação quântica. Eles têm parte da expertise, nós temos parte da expertise, e essa união de forças vem em um momento extremamente importante para que a gente consiga avançar no desenvolvimento dessas tecnologias dos dois lados”.

Os representantes do Exército dos EUA também visitaram o CIMATEC Park, complexo tecnológico e industrial do SENAI CIMATEC, localizado em uma área de 4 milhões de metros quadrados no Polo Industrial de Camaçari. O gerente do Centro de Defesa e Segurança do SENAI CIMATEC, Tarso Nogueira, disse que “já foram submetidas seis propostas de projetos para avaliação do DEVCOM, para que a gente possa, nos próximos meses, conduzir alguns desses projetos com eles. E, quem sabe, em breve possamos ter um intercâmbio de equipes aqui do SENAI CIMATEC com os laboratórios que formam a rede dentro das Forças Armadas dos EUA”.

Guarda Civil Municipal de Suzano recebe novo lote de pistolas Taurus

Suzano comemora Dia Nacional da Guarda Civil Municipal | Suzano


*LRCA Defense Consulting - 25/01/2022

A Guarda Civil Municipal de Suzano (SP) recebeu nesta segunda-feira (24) mais um lote de 11 pistolas Taurus modelo TS9.

Os novos armamentos foram recebidos pelo Sr. Inspetor Marcos Bragança, responsável pelo setor de armamento da GCM de Suzano, e serão destinados para reforçar o arsenal da instituição e garantir mais condições das equipes zelarem pela segurança dos moradores.

Em maio de 2021 a Taurus já havia entregue um lote inicial de 44 pistolas TS9 para equipar o efetivo da Guarda Municipal de Suzano. Com mais este lote, entre 2021 e 2022, o município recebeu um total de 55 armas Taurus.

A aquisição reflete a grande credibilidade da marca junto as Guardas Civis Municipais de todo o Brasil e o compromisso da Taurus com a qualidade, confiabilidade e segurança de seus produtos, além de todos os benefícios e suporte oferecidos no pré e pós-venda.

A pistola TS9 é reconhecida internacionalmente como uma arma que possui inovação, confiabilidade, segurança, robustez e precisão. Fabricada sob rígido protocolo militar, seu projeto exclusivo foi desenvolvido atendendo aos mais rigorosos padrões internacionais de qualidade e segurança. 


AVIAN e Embraer assinam contrato exclusivo de estoque de peças sobressalentes

Ian Gurekian, CEO da AVIAN Inventory Management (E) e Johann Bordais, Presidente e CEO da Embraer Services e Support (D) celebram o acordo na nova instalação em Orlando, na Flórida.

*LRCA Defense Consulting - 25/01/2022

A AVIAN Inventory Management, LLC (“AVIAN”), juntamente com a sócia única de capital, York Aerospace Solutions III (“YAS”), assinou um acordo com a Embraer para os direitos exclusivos de aquisição, promoção e distribuição de peças sobressalentes de aviões comerciais e executivos da companhia. Desenvolvido para promover acessibilidade e rapidez ao mercado, o centro de distribuição da AVIAN disponibilizará produtos a todos os operadores de aeronaves e centros de manutenção e reparo ao redor do mundo, oferecendo um ponto central de atendimento.
 
Estabelecido desde o início especificamente para atender a estratégia de longo prazo de reposição de peças da Embraer, a AVIAN concentrará o inventário global de partes sobressalentes em uma nova base em Orlando, na Flórida. As operações e as vendas devem iniciar no primeiro trimestre de 2022.
 
Além da Embraer, a AVIAN tem materializado a incorporação de um canal de vendas de parceiros em sua operação para atuar como linha de frente junto aos clientes. DASI, UNICAL Aviation e Regional Airline Support Group (RASG) foram nomeadas dentre uma ampla gama de interessados. Cada uma delas demostrou ter grande alcance no mercado, possuir anos de experiência com o produto e, principalmente, expressaram desejo em apoiar os clientes da Embraer.
 
“Com este acordo de longo prazo com a AVIAN, conseguiremos aumentar o nosso alcance e acessibilidade em termos de distribuição de peças, ao mesmo tempo que nos permite aumentar desempenho e eficiência, com foco nas necessidades do cliente”, afirmou Johann Bordais, presidente e CEO da Embraer Serviços e Suporte.
 
Os usuários terão acesso a todo o inventário da AVIAN por meio dos canais de venda regulares da Embraer, além dos três parceiros de vendas mencionados e continuarão podendo verificar a disponibilidade e solicitar as peças sobressalentes nas plataformas da Embraer.
 
Ian Gurekian, CEO da AVIAN Inventory Management afirmou que "esta parceria é um exemplo da habilidade da Embraer em ajustar sua estratégia de longo prazo ao mesmo tempo em que mantém o foco total em seus clientes. A AVIAN conseguiu trabalhar junto com a Embraer para desenhar uma solução que una os objetivos financeiros e operacionais, enquanto cria uma plataforma que mantém a Embraer próxima e integrada à sua base de cliente.”
 
Sobre a AVIAN
AVIAN Inventory Management foi lançada como uma entidade dedicada a unir as necessidades específicas da estratégia de peças sobressalentes da Embraer a longo prazo e a criar uma plataforma que pode crescer junto com a expansão da oferta de produtos da Embraer.

A AVIAN Component Solutions foi estabelecida em 2019 em parceria com a York Aerospace Solutions (“YAS”), que é apoiada pela sua proprietária York Capital Management (YCM) e Fidera, a fim de fornecer soluções de inventário para fabricantes da indústria aeronáutica. Ao longo dos últimos dois anos, os sócios de capital se mantiveram comprometidos com a AVIAN como parceiros de operação, construindo relacionamentos de longo prazo que focam em aquisições de inventários dentro do setor.

janeiro 24, 2022

Azorra encomenda 20 aeronaves Embraer E2

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem


*LRCA Defense Consulting - 24/01/2022

A Azorra assinou contrato com a Embraer para adquirir 20 novas aeronaves da família E2, além de mais 30 direitos de compra. Este acordo flexível permite que a Azorra adquira aeronaves E190-E2 ou E195-E2. A preços de tabela, a encomenda é avaliada em US$ 3,9 bilhões. A Azorra é uma empresa de leasing de aeronaves com sede na Flórida, EUA, especializada em aeronaves executivas, regionais e comerciais. As entregas terão início em 2023, adicionando mais 20 aeronaves da Embraer às 21 que constam no portfólio.

“Nossa equipe tem uma longa e produtiva história com a Embraer. Na Jetscape, fomos a primeira empresa de leasing independente a se comprometer com o programa E-Jet da Embraer em dezembro de 2007 e depois os E-Jets estabeleceram uma base global de clientes, com mais de 80 operadores. A primeira aeronave nova da Azorra foi um Phenom 300, adquirido da Embraer em dezembro de 2016. Estamos entusiasmados com este novo capítulo em nossa parceria de longa data com a Embraer”, disse John Evans, CEO da Azorra. “Esse compromisso reforça nossa crença no E2; uma família de aeronaves modernas com desempenho econômico e ambiental superior, proporcionando à Azorra uma excelente oportunidade para estabelecer uma posição de liderança nos mercados em que servimos”.

Arjan Meijer, CEO da Embraer Aviação Comercial, disse: “Agradecemos novamente à Azorra pela escolha do E2, depois de concluir recentemente uma transação de revenda com a Porter Airlines para cinco novas aeronaves E195-E2. A Azorra oferece uma abordagem inovadora e empolgante ao mercado, com foco intenso nas necessidades de seus clientes e que está totalmente em linha com a merecida reputação da Embraer de atendimento excepcional ao cliente. Com esta encomenda de 20 aeronaves E2, a Azorra endossou ainda mais o valor excepcional que a próxima geração da família E2 traz para o mercado como a aeronave mais silenciosa e eficiente do segmento”.

janeiro 23, 2022

“Deus fez o homem e a mulher, mas Sam Colt os igualou” - posse de armas nos EUA está se diversificando

 


*The Economist - 22/01/2022

A imagem de um pistoleiro e Annette Evans provavelmente não se associam na mente. Ela é sino-americana, mora nos subúrbios da Filadélfia e se identifica como socialmente liberal – não o arquétipo conservador do homem branco rural. No entanto, ela possui mais de uma dúzia de rifles, pistolas e espingardas (“uma para cada ocasião, como bolsas ou sapatos”) e ministra cursos de autodefesa para mulheres. Sua raça e gênero a colocam em risco, diz ela. “Pode ser uma pequena chance de eu encontrar alguém que vai me matar, mas sem uma arma, eu vou morrer.”

Mais donos de armas, especialmente os novos, se parecem com a Sra. Evans. Dos 7,5 milhões de americanos que compraram armas de fogo pela primeira vez entre janeiro de 2019 e abril de 2021 – à medida que a compra de armas aumentou em todo o país – metade era do sexo feminino, um quinto negro e um quinto hispânico, de acordo com um estudo recente de Matthew Miller, da Northeastern University e seus coautores. A proporção de adultos negros que se juntaram às fileiras de posse de armas, 5,3%, foi mais que o dobro dos adultos brancos. Isso é novo: em uma pesquisa anterior, em 2015, novos compradores tendiam para brancos e homens, embora fossem mais politicamente liberais do que os de longa data. No geral, os proprietários de armas de hoje ainda são em grande parte brancos (73%) e homens (63%). Mas eles estão se diversificando.

A cultura das armas ampliou seu apelo. Décadas atrás, a maioria das pessoas comprava armas para caça e tiro recreativo. Agora eles fazem isso principalmente para autodefesa, que é uma preocupação universal. As pessoas que se sentem vulneráveis ​​ao crime ou têm menos fé na polícia são mais propensas a se armarem.

O aumento das taxas de homicídio em 2020 e 2021 aumentou essas ansiedades (os negros são as vítimas mais prováveis). A adesão à National African American Gun Association cresceu em 2020 em mais de 25%, para 40.000. Os negros têm uma longa história de posse de armas: Harriet Tubman as carregava, Martin Luther King as mantinha em casa. Mas essa tradição foi “sub-reptícia” por muito tempo, diz Aqil Qadir, um atirador de terceira geração que dirige um centro de treinamento de armas de fogo no Tennessee.

Muitos dos novos proprietários de armas veem as armas de fogo como um equalizador – um remédio para a vulnerabilidade que sentem. The Pink Pistols, um grupo lgbt, proclama que “queers armados não são espancados”. “Deus fez o homem e a mulher, mas Sam Colt os igualou”, diz a máxima de uma atiradora. A posse de armas pelas mulheres sempre seguiu isso entre os homens: as mulheres tendiam a atirar porque os homens da família o faziam. Mas Robyn Sandoval, chefe de A Girl and a Gun, um grupo de tiro, vê cada vez mais mulheres comprando armas por iniciativa própria: um terço dos novos membros de sua organização em 2021 disse que eram os únicos atiradores de sua família.

A ampliação da tendência é boa para os fabricantes e ruim para os defensores do controle de armas. Os proprietários são mais politicamente ativos em questões de armas do que os não proprietários. Já pode ter surtido efeito. De acordo com uma pesquisa da Gallup, em 2021 o apoio a leis mais rígidas caiu cinco pontos percentuais, para o menor nível em sete anos.

janeiro 22, 2022

"Grafeno: o futuro do Brasil passa por aqui", live com o Min. Marcos Pontes e experts no assunto


*LRCA Defense Consulting - 22/01/2022

O próximo programa Bate-Papo Ciência & Tecnologia no Dia a Dia, apresentado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, vai falar sobre um tema muito importante e estratégico para o país: o grafeno.

Marcos Pontes vai conversar com Diego Piazza e Hugo Souza, que apresentaram na Vila da Ciência MCTI, durante o Rio Innovation Week, um equipamento capaz de filtrar a água retirando óleo e outras impurezas utilizando uma espuma feita de grafeno. A pesquisa teve apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (@cnpq_oficial), fundação vinculada ao MCTI.

Participa também do programa, o secretário de Empreendedorismo e Inovações do MCTI, Paulo Alvim. A edição do Bate-Papo Ciência & Tecnologia no Dia a Dia sobre grafeno será transmitida ao vivo na próxima terça-feira, dia 25 de janeiro, às 19h30 pelo canal do MCTI no YouTube: youtube.com/mcti/live

Saiba mais:
- Grafeno: tecnologia brasileira revolucionária para limpeza de mares, lagoas e rios é apresentada no RJ

Zest WEG é a principal fornecedora de motores e variadores de frequência para Kamoa-Kakula

Zest WEG é a principal fornecedora de motores e variadores de frequência para Kamoa-Kakula


*LRCA Defense Consulting - 22/01/2022

A Zest WEG está fornecendo uma extensa linha de motores e variadores de frequência (VSDs) para a segunda fase do projeto Kamoa-Kakula, um dos mais importantes novos empreendimentos de cobre do mundo, localizado no Cinturão de Cobre da África Central, na República Democrática do Congo (RDC).

A primeira fase produziu seu primeiro concentrado de cobre em 25 de maio de 2021 e deverá produzir 200.000 toneladas de concentrado de cobre anualmente. A Fase 2, já em fase avançada de construção, resultará na duplicação da capacidade de produção. Futuras expansões eventualmente verão uma taxa de mineração definida para processar 19 milhões de toneladas por ano.

Para a primeira fase do projeto, a Zest WEG também foi a principal fornecedora dos equipamentos elétricos. Segundo Joe Martins, especialista do setor de mineração da Zest WEG, o escopo de fornecimento da mina para a segunda fase é uma repetição da primeira. A primeira fase foi fornecida em 2020 com VSDs e motores de média tensão WEG para acionamento dos moinhos primários e secundários da mina na planta concentradora.

“Começamos a fabricar esses itens de longo prazo em 2019 e entregamos dois VSDs de média tensão e dois motores de 3,3 kV para o moinho de bolas primário de 7.000 kW da mina e seu moinho secundário de 7.000 kW”, diz Martins. “Nossos motores e VSDs de média tensão também foram selecionados para acionar os dois rolos de moagem de alta pressão (HPGRs) de 1.200 kW na planta.”

Os motores de alta tensão e as soluções de automação da WEG também acionam os ventiladores subterrâneos, fornecendo ar fresco para o funcionamento da mina.

Todos produtos de grande porte são projetados de acordo com as especificações, fabricados e testados nas instalações da WEG no Brasil. Devido às restrições de viagem impostas pelo Covid-19, a inspeção dos testes de fábrica foi realizada virtualmente, com processos especiais sendo desenvolvidos para permitir inspeção completa e comentários online. Os testes dos equipamentos para a fase dois – também realizados em ambiente virtual – foram concluídos no terceiro trimestre de 2021.

Significativamente, Kamoa-Kakula estará entre os menores emissores de gases de efeito estufa do mundo por volume de cobre produzido, e os motores de alto rendimento em conjunto com as soluções de automação da Zest WEG contribuirão para isso.

Os contratos da primeira fase incluíram mais de 700 motores WEG de baixa tensão de eficiência premium IE3, fornecidos a vários fabricantes de equipamentos originais (OEM) locais e internacionais e instalados em toda a planta concentradora. Esses motores acionam equipamentos como britadores, acionamentos de transportadores, células de flotação, espessadores, bombas de polpa, entre outros.

Onde os processos dentro da planta exigiam controle de velocidade variável, os VSDs de baixa tensão WEG foram selecionados para fornecer a velocidade e o controle necessários para este equipamento. Martins explica que, ao selecionar os VSDs em combinação com os motores de baixa tensão WEG, Kamoa-Kakula terá um período de garantia de 36 meses em ambos.

“Uma parte importante da estratégia de eficiência energética foi para a planta padronizar os nossos motores de eficiência premium IE3 – classificados de acordo com o padrão internacional IEC 60034-30”, diz ele. “Com uma classificação de eficiência energética líder na classe, isso significa emissões de carbono reduzidas e reduz significativamente os custos operacionais de consumo de energia.”

Adicionalmente, a Zest WEG está fornecendo ao Projeto Kamoa-Kakula uma nova subestação móvel de 20 MVA, 33kV/11kV, que atualmente está sendo fabricada na África do Sul. A subestação fornecerá tensão reduzida e pode ser movida para fornecer energia a diferentes áreas de acordo com a demanda do projeto.

“Suportando o desempenho de nossos equipamentos na mina estarão os altos níveis de serviço e suporte da Panaco, que é nosso Revendedor de Valor Agregado (VAR) na RDC”, diz Martins.

Sobre os VARs, Martins diz que os indicados pela Zest WEG para essa função são muito mais do que simples distribuidores. “A Panaco, como nosso VAR na RDC, é uma empresa 100% local, escolhida especificamente para promover e apoiar a ampla gama de ofertas da Zest WEG na região. Sua equipe inclui especialistas técnicos e as metodologias e cultura de operação da empresa estão intimamente alinhadas com as nossas, e ajudarão no suporte à nossa base instalada atual, rede de clientes e expectativas de crescimento na região.”


janeiro 21, 2022

Brasil registra menores taxas de homicídio em 26 anos – e ninguém parece ter visto

 

*Centro de Pesquisa em Direito e Segurança, por Fabrício Rebelo - 18/01/2022

O acompanhamento do cenário de segurança pública de qualquer país, para que possa ser tomado com seriedade e critério científico, precisa ser assentado em indicadores objetivos. Convencionalmente, se utiliza como parâmetro básico os atos vinculados à violência intencionalmente letal, por se tratar do tipo de crime com menores chances de subnotificação. Há diversos desses indicadores disponíveis para pesquisa, alguns adotando a variação de números absolutos, outros as oscilações percentuais e, outros ainda, as taxas por determinado universo populacional.

Todos os indicadores, desde que mantido seu referencial comparativo, são instrumentos válidos de análise, sobretudo no acompanhamento evolutivo de cenários, mas alguns deles fornecem informações de cunho mais amplo e global, especialmente quanto à possibilidade cotejo entre realidades extraídas de locais distintos.

Internacionalmente, ainda que os números absolutos sejam rotineiramente computados, o indicador referencial preponderante é a taxa de homicídios, que se convencionou calcular para cada grupo de 100 mil habitantes. É algo que, além da já enfatizada possibilidade de se comparar cenários de locais diferentes, reduz substancialmente – se não por completo – a interferência de suas variações populacionais. Afinal, ainda que seja obviamente natural que um país com 200 milhões de habitantes registre mais homicídios do que um com 20 milhões, as taxas por grupos de 100 mil dos indivíduos que ali estão fornecem a mesma razão comparativa, sendo elementos hábeis a identificar qual deles é proporcionalmente mais violento.

No Brasil, o acompanhamento das taxas de homicídio foi o principal balizador da segurança pública até o início dos anos 2000. Era por elas que se mensurava o quão grave se encontrava a situação de insegurança no país, inclusive em confrontação com os parâmetros da ONU, para a qual se considera violência epidêmica uma taxa de homicídios superior a 10 por 100 mil.

A partir de 2003, no entanto, a ênfase foi sendo sutilmente deslocada e a taxa de homicídios cedeu espaço aos números absolutos, cuja abordagem passou a ser muito mais comum ao se analisar se os homicídios estavam aumentando ou diminuindo. Em boa parte, isso se deveu ao advento da Lei nº 10.826, de dezembro de 2003, o popularmente designado “Estatuto do Desarmamento”, tendo em vista que, no afã de apontar seus supostos efeitos positivos, se buscou enfatizar reduções lineares no total de assassinatos - mesmo nos que a lei não teria qualquer efeito –, em detrimento das ínfimas oscilações nas taxas, cujo impacto popular se revelava inegavelmente menor, dada a sua igualmente diminuta razão de grandeza.

No entanto, mesmo que afetem em menor escala a compreensão popular, não é possível se omitir na evidenciação de que, no último biênio com dados disponíveis, estabeleceu-se a maior redução histórica na taxa de homicídios, com seu retorno a patamares de 26 anos atrás.

Foi exatamente isso que revelaram os dados para os anos de 2019 (finalizados) e 2020 (preliminares), de acordo com os registros no DATASUS (banco de dados oficial do Ministério da Saúde), a partir dos quais se constata que, após ter alcançado 30,7 / 100 mil em 2017 (maior já registrada), a taxa de homicídios brasileira começou a ser reduzida já em 2018, quando foi consolidada em patamar 12,64% menor em relação ao ano anterior, equivalente a 26,8 / 100 mil. No ano seguinte (2019), a redução foi substancialmente maior, com o indicador caindo 21,87%, a maior redução de toda a série histórica, fazendo-o retornar a 20,9 por 100 mil, patamar repetido em 2020. Desde 1993, com 20,2 / 100 mil, a taxa de homicídios não era tão baixa no Brasil.

Curiosamente, no entanto, essa redução não ganhou qualquer destaque na grande mídia ou nas ONGs que se dedicam ao acompanhamento da segurança pública nacional, nem mesmo naquelas que produzem atlas e anuários de segurança pública. Talvez isso se explique pela contingência de que as maiores reduções em homicídios no país se operaram no mesmo intervalo de tempo em que mais se vendeu armas de fogo para seus cidadãos, o que culmina por apresentar mais um sólido argumento contra a narrativa causal entre armas e crimes que há muitos anos impera na maior parte da imprensa tradicional e nas citadas entidades.

Ainda assim, mesmo sem destaque, o fato continua sendo extremamente relevante. Tal como no número absoluto de homicídios e no percentual da participação das armas de fogo em sua prática, o primordial indicador brasileiro de segurança pública também nos revela que, nos últimos anos, voltamos a repetir registros alcançados pela última vez na década de 1990. Insolitamente, justamente na época em que a segurança pública brasileira ainda não havia apostado no combate à circulação legal de armas como sua primordial diretriz. Talvez – e apenas talvez – não seja mera coincidência.

Sikur One "Zero Trust": o mais recente smartphone focado em segurança da Sikur

Uma mão equilibrando o smartphone Sikur One em um canto.

 
*Engadget, por Cris Holt - 20/01/2022

A fabricante de smartphones com foco em segurança Sikur está de volta com seu mais recente aparelho. O Sikur One, com Android 11, desenvolvido com a ajuda da fabricante brasileira Multilaser, segue a abordagem de segurança Zero Trust.

O conceito Zero Trust é, em poucas palavras, auto-explicativo. Ele assume que ninguém pode ser totalmente confiável do ponto de vista da segurança. Uma empresa ou organização normalmente tem controle sobre uma configuração Zero Trust, que exige que os usuários sejam autorizados, autenticados e validados continuamente para que possam manter o acesso a aplicativos e dados.

O Sikur One foi projetado principalmente para uso corporativo e governamental, com as organizações tendo a capacidade de controlar cada dispositivo de acordo com suas políticas. Sikur diz que o dispositivo está em conformidade com os padrões europeus de privacidade de dados GDPR e LGPD brasileiro.

Usando um sistema chamado Sikur ID, o Sikur One pode realizar uma função de token de autenticação sem senha. A empresa diz que isso impedirá ataques de malware e phishing. O telefone pode ser bloqueado ou apagado remotamente se for perdido ou roubado. Os usuários podem restaurar dados da nuvem em outro dispositivo.

Sikur Um

Os dados são criptografados na fonte Os usuários não poderão instalar aplicativos de lojas de terceiros não seguras e o Sikur One desativará os serviços de localização por padrão. A empresa eliminará aplicativos de sistema desnecessários, enquanto o Sikur One estará atualizado com patches over-the-air. A empresa diz que isso não deixará "nenhum espaço para vulnerabilidades comumente exploradas". Também não há suporte para transferência de arquivos USB.

O Sikur One usa o Sikur Messenger como plataforma de comunicação padrão, abrangendo mensagens, armazenamento de arquivos, compartilhamento de arquivos e chamadas de voz e vídeo. Todos os dados são armazenados em uma nuvem privada.

Apesar das medidas de segurança, o CEO da Sikur, Fabio Fischer, diz que o smartphone tem “a mesma usabilidade de um aparelho comum”. O Sikur One tem acesso a todos os aplicativos da Google Play Store, mas a organização responsável pelo dispositivo pode determinar quais tipos de aplicativos podem ser baixados ou se os usuários podem instalar seus próprios aplicativos.

Do lado do hardware, o Sikur One tem tela de 6,5 polegadas, processador octo-core, 4 GB de memória e 128 GB de armazenamento interno (expansível em até 512 GB com cartão de memória). Tem uma bateria de 4.000 mAh e suporte dual SIM, além de conectividade 4G, WiFi e Bluetooth. O dispositivo possui um conjunto de câmeras triplas na parte traseira e uma lente frontal de 3MP. Além disso, há um sensor de impressão digital e suporte para reconhecimento facial.

O Sikur One se baseia nos aparelhos anteriores da empresa, GranitePhone e SikurPhone, lançados em 2015 e 2018, respectivamente. Embora também fossem destinados a organizações, os consumidores ainda compravam o GranitePhone.

A Sikur oferecerá seu modelo mais recente ao público também por meio de seus parceiros de canal de vendas. O preço varia de acordo com o país, mas o Sikur One custa cerca de US$ 274. Isso cobre o custo do dispositivo, bem como uma licença de um ano para o Sikur Messenger e o gerenciamento de dispositivos móveis. Após os primeiros 12 meses, a organização precisará pagar US$ 145 por usuário por ano por esses recursos.



Conheça os países-alvo das ações estratégicas da ABIMDE, APEX, MD e MRE para 2022/23

 


*LRCA Defense Consulting - 21/01/2022

A ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e Ministérios da Defesa e das Relações Exteriores realizaram, nesta quarta-feira (19), uma reunião para definição dos países que serão alvo das ações estratégicas do convênio para o biênio 2022-2023. O evento online contou ainda com a participação de associadas.

Os países-alvo definidos para esse biênio são: Catar, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Filipinas, Indonésia, Índia, Egito e Mauritânia. A escolha foi feita com base em pesquisa quantitativa e qualitativa realizada pela APEX-Brasil junto às associadas da ABIMDE, e análises conjunturais dos especialistas do MD e MRE.

Com os países definidos, as instituições e órgãos envolvidos passam a discutir as ações estratégicas para alavancar a BID (Base Industrial de Defesa) brasileira nesses mercados.

A reunião contou com a participação do Dr. Roberto Gallo e do Almirante Rodrigo Honkis, Presidente e Presidente Executivo da ABIMDE, respectivamente. Pela APEX, participaram Maria Paula Velloso, Gerente de Indústria e Serviços; Wagner Paes, Analista de Exportação Industrial; Daniel Pirola, Especialista Técnico, e Guilherme Nacif, Analista da Gerência de Inteligência de Mercados.

O Ministério da Defesa foi representado pelo Brigadeiro do Ar José Ricardo de Meneses Rocha, Diretor do Departamento de Promoção Comercial (DEPCOM), e pelo Capitão de Mar e Guerra Leonardo José Trindade Gusmão. Pelo Ministério das Relações exteriores, participaram o Conselheiro Franklin Netto, Chefe da Divisão de Produtos de Defesa (DIPROD) e o Secretário Marcel Garcia.

“Com o time de países escalado, o próximo passo agora é definir as ações estratégicas.Vamos começar o projeto assim, mas estamos abertos a ajustes. Entendemos que o mercado pode mudar ao longo deste período do convênio, então podemos retirar ou incluir outros países”, disse Daniel Pirola, da Apex.

O Dr. Roberto Gallo e o Almirante Rodrigo agradeceram a união e colaboração de todos em prol da BID nacional.

“Quero agradecer à Apex-Brasil pelo apoio continuado à Base Industrial de Defesa e por seu trabalho profissional. É sempre uma alegria poder contar com vocês. As associadas estão ansiosas para começar a nova etapa do convênio”, disse o Presidente da ABIMDE.

janeiro 20, 2022

Taurus e CBC mostram sua força na Shot Show 2022, maior feira de armas e munições do mundo


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2022

A Taurus e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), esta através da sua marca no mercado civil internacional Magtech, estão presentes na Shot Show 2022, maior feira de armas e munições do mundo que acontece de 18 a 21 de janeiro em Las Vegas (EUA).

A feira conta com quase 2.500 expositores e uma área total de 74.000 m². Esse ano, porém, em função da pandemia de COVID-19, não terá a presença de empresas como Sig Sauer, Ruger, Beretta, Benelli, Steiner Optics, entre outros. A Taurus e a CBC optaram por participar seguindo os rígidos protocolos de prevenção, sendo seus estandes dois dos mais importantes do evento.

No estande da Taurus e da CBC, localizados em uma área de destaque, além do completo portfólio de armas e munições e os produtos de sucesso das marcas voltados aos segmentos de tiro esportivo, caça e defesa, as empresas trazem novidades ao mercado.


Pistola compacta híbrida G3x

A Taurus apresenta a nova pistola G3X, uma configuração híbrida da família G3, contendo um punho full-size, que garante mais capacidade de tiro e controle enquanto seu ferrolho de tamanho compacto traz facilidade e conforto para o porte diário e velado. O equilíbrio perfeito entre poder, desempenho e portabilidade. 

Conheça mais sobre a inovadora G3x nesta reportagem.


Revólveres Defender 605 e compacto 327
A empresa também expõe o revólver Defender 605 calibre .357 Magnum, que conta com uma ousada nova dimensão e cano de 3” para melhor precisão e velocidade, e o revólver compacto no calibre .327 Federal Magnum, ideal para o porte velado diário.



TX22 Competition
Outro produto de destaque no estande da empresa é a pistola TX22 Competition, especialmente projetada para atender as mais rigorosas demandas do tiro esportivo no calibre 22 LR, já preparada para receber miras ópticas de várias marcas e cano de 5” de comprimento na versão bull barrel com rosca, que trazem precisão e versatilidade ao modelo. A TX22 conquistou o cobiçado prêmio Handgun of the Year 2019, da revista americana GUNS & AMMO, por seu design excepcional, confiável desempenho, diversas aplicações e baixo custo.


GX4 TORO (Taurus Optic Ready Option)
Os visitantes da Shot Show também estão conferindo de perto a pistola microcompacta GX4 TORO (Taurus Optic Ready Option), versão com um sistema que permite acoplar rapidamente aparelhos de pontaria ópticos dos mais diversos fabricantes, com o objetivo de aumentar a precisão dos disparos. A GX4 é a menor pistola da categoria e marcou a entrada da Taurus no segmento de microcompactas, tendo conquistado o prêmio NASGW-POMA Caliber, uma das premiações mais importante da indústria de armas dos Estados Unidos, como "Melhor Nova Arma de 2021" e "Melhor Novo Produto Geral".

Revólveres Heritage Rough Rider e Barkeep Boot
Além da linha de revólveres Heritage de ação simples da série Rough Rider com estilo clássico e detalhes que remetem ao Velho Oeste, os revólveres da série Barkeep Boot no calibre .22 LR levam o compacto a um novo nível e são uma versão reduzida do revólver Barkeep, sendo leve e curto, ideal para o porte velado. Já o Rough Rider TC ou Tactical Cowboy engenhosamente mistura o estilo de um revólver de ação única do Velho Oeste tradicional com um toque de modernidade.



 

CBC
A CBC também está expondo seus renomados produtos, incluindo soluções inovadoras e de alto desempenho, com destaque para lançamentos previstos para este ano no segmento civil, tais como as munições .22 Magnum e .460 S&W Magnum, além da linha de munições para treinamento Polymatch, composta por projéteis de chumbo revestidos por uma camada especial de polímero que reduz o desgaste do cano da arma e a emissão de partículas de chumbo no ar.

Expansão de negócios e consolidação de marca
A participação das fabricantes brasileiras na Shot Show é uma oportunidade para expandir os negócios internacionais e fortalecer ainda mais a reputação das marcas no exterior. Consideradas como Empresas Estratégicas de Defesa no Brasil e estando entre as principais produtoras de armas e munições do mundo, a Taurus e a CBC seguem investindo fortemente em tecnologia, modernos equipamentos e automação para suportar e aumentar a velocidade do processo de P&D e assegurar suas posições e reconhecimento no mercado mundial.

“A Shot Show, por ser o evento mais importante do mundo do setor de armas, é uma ótima oportunidade para a Taurus consolidar o DNA da marca e crescer ainda mais no mercado internacional, principalmente no mercado norte-americano. Pretendemos seguir investindo para oferecer produtos ainda mais inovadores e ampliar nossas vendas neste importante mercado. No segmento de revólveres, onde nasceu a sua história, a Taurus já é a líder mundial e a empresa está bem perto de se tornar a maior produtora do mundo de armas curtas. Somos a segunda marca de armas curtas mais vendida nos EUA e temos potencial para crescer cada vez mais”, afirma o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

“Os visitantes têm a oportunidade de conhecer as tecnologias e produtos desenvolvidos por empresas brasileiras que estão entre os líderes mundiais de seus segmentos. A CBC tem um papel de destaque no mercado civil americano, no qual é uma das maiores exportadoras de munição para o país. Este é um evento nos Estados Unidos, porém global, no qual podemos promover a marca e os produtos CBC para clientes do mundo inteiro”, afirma o Diretor Comercial & Marketing da CBC, Paulo Ricardo Gomes.





Grafeno: tecnologia brasileira revolucionária para limpeza de mares, lagoas e rios é apresentada no RJ


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2022

No dia 14 de janeiro, durante a Rio Innovation Week (RIW), a  Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (Secti) apresentou um projeto que promete revolucionar os processos de despoluição em ambientes aquáticos. As esponjas hidrofóbicas feitas com grafeno são reutilizáveis e retiram materiais oleosos de superfícies aquáticas com maior rapidez que as tecnologias atuais. O grafeno é forma do carbono que tem propriedades como resistência mecânica e, ao mesmo tempo, leveza, e se apresenta de forma abundante no Brasil. 

A cerimônia de apresentação aconteceu às 11h no estande do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações na RIW e contou com a presença do ministro da pasta, o astronauta Marcos Pontes, o Secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Dr. Serginho, representantes da Universidade de Caxias do Sul, e da empresa Zextec, participantes do projeto. 

"É muito animador ter uma tecnologia dessas chegando ao Rio de Janeiro. A cidade que representa o Brasil tem uma questão a resolver: a despoluição da Baía de Guanabara é um dos nossos principais objetivos, assim que esta tecnologia esteja disponível em grande escala. A ideia é colocarmos esponjas na baía e reutilizar o material e, inclusive, o óleo coletado. A espuma de grafeno pode se tornar nossa grande aliada. É uma solução sustentável e com um custo muito inferior às tecnologias utilizadas até agora para este fim”, disse o Dr. Serginho. "O lançamento deste produto é a prova de que investir em pesquisa de qualidade traz resultados imensuráveis ​​para a sociedade."

Uma balsa elétrica equipada com a espuma demonstrou a capacidade do produto de remover óleos e outras substâncias orgânicas da água e pode ser usada para limpar áreas com derramamento permanente desses produtos, como portos, extração de petróleo e refinarias.

O diretor da Zextec, Hugo Souza, empresa sediada no Rio Grande do Sul e desenvolvedora da tecnologia, aponta que o material pode gerar uma revolução na forma como se despoluem superfícies afetadas por desastres ambientais e pela ação do homem sobre o meio ambiente. 

“Nós temos a maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina em Caxias do Sul e a maior iniciativa de geração de produtos com grafeno no mundo. Um deles, a espuma super hidrofóbica, capaz de tirar todos os óleos da água. É um produto completamente diferenciado daquilo que existe hoje no mercado, inclusive lá fora. Ele é muito melhor e reutilizável, além de ter baixo custo.  Pode ser reciclado no final, e, inclusive, podemos reutilizar o óleo e a própria espuma, enquanto, com outros produtos, se perde tudo. Estamos mostrando ao Brasil, primeiro, que o grafeno é uma realidade, não um sonho, que nós somos uma iniciativa de fazer o que o Brasil precisa, que é transformar tecnologia em nota fiscal, gerando renda pra população. Agora, estamos em contato com o secretário Doutor Serginho para, quem sabe, trazer uma planta de grafeno para o Rio de Janeiro.”, afirmou Hugo. 

Diego Piazza, coordenador da UCSGraphene, responsável pelo desenvolvimento da esponja hidrofóbica, considera que, uma das vantagens do material é ser reutilizável e ter manutenção facilitada. 

"Essa é uma esponja modificada em que o grafeno é colocado com a função de tornar ela super repelente onde está o material. Por exemplo, o diesel é puxado pela esponja, mas a água não é absorvida. Então, ela funciona como um filtro que separa tudo que é água dos demais elementos que estão presentes na solução, como por exemplo o óleo que está na Baía da Guanabara. A nossa tecnologia é simples, eficiente, e principalmente consegue ser reaproveitada inúmeras vezes e ela tem uma capacidade de absorver, de puxar esse óleo em 70 vezes o próprio peso da esponja, então essa é umas das principais características de diferença nas demais tecnologias e a outra é o custo dessa tecnologia., que é mais barato que as tecnologias usuais, atualmente, além do fato de ela ir ao encontro do óleo, sendo um recurso ativo”, disse o cientista.

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Brasil é referência em grafeno
Há dois anos, os responsáveis ​​se dedicam ao desenvolvimento da tecnologia no âmbito do programa de pós-graduação em Engenharia de Processos e Tecnologia da Universidade de Caxias do Sul (UCS), a partir de um projeto de pesquisa sobre espumas hidrofóbicas.

Segundo os cientistas, o material tem muitas aplicações além da limpeza de superfícies de água e pode ser usado tanto em novos projetos para comunicações ópticas quanto em adesivos de rastreamento de saúde, por exemplo.

O novo centro tecnológico, que será instalado na cidade de Niterói, será denominado Centro Tecnológico Enéas Carneiro, em homenagem ao professor Enéas Carneiro, ex-candidato do Prona à presidência da República nas décadas de 1980 e 1990 e famoso pelo slogan "Meu nome é Enéias".

"Graças ao esforço conjunto de pesquisadores, autoridades e empresas brasileiras, hoje o Brasil já produz diversos produtos a partir do grafeno, transformando conhecimento e tecnologia em emprego e renda para o país", sublinhou o ministro Marcos Pontes.

WEG é a fornecedora exclusiva de estações de recarga para veículos elétricos da Neoenergia

WEG é a fornecedora exclusiva de estações de recarga para veículos elétricos da Neoenergia


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2022

A WEG S.A. acaba de anunciar a assinatura do contrato para ser a fornecedora exclusiva de estações de recarga para veículos elétricos da Neoenergia.

No escopo da parceria serão contempladas as estações de recarga da linha WEMOB (WEG Electric Mobility), desenvolvidas e fabricados no Brasil pela WEG. Todos os modelos possuem medição de energia e são inteligentes, com protocolo de comunicação aberto e conexão à internet e a plataformas de gestão de recarga.

As soluções para mobilidade elétrica, resultado da parceria WEG e Neoenergia, são voltadas a clientes residenciais, comerciais e empresas que desejam eletrificar as suas frotas. O portfólio é completo e atendem diversas aplicações, com produtos de configurações diferentes conforme necessidade do cliente, incluindo vistoria técnica e instalação que podem ser solicitados no site da Neoenergia.

“Nossa parceria com a Neoenergia busca fomentar e fortalecer projetos referentes a soluções para recarga de veículos elétricos e modelos de negócio relacionados a soluções sustentáveis de energia. Queremos não só avançar na nossa estratégia de tornar a mobilidade elétrica uma realidade no Brasil, como também atender de forma estrutural toda a cadeia necessária para a viabilização dos veículos elétricos”, explica Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

Segundo o diretor de Negócios Liberalizados da Neoenergia, Hugo Nunes, a parceria com a WEG está alinhada aos compromissos da Neoenergia com o desenvolvimento sustentável ao estimular a cadeia produtiva local e a mobilidade elétrica, para, com isso, fomentar a descarbonização eficiente da economia e o combate às mudanças climáticas. “Com a WEG, estamos demonstrando as nossas ações para estimular a produção nacional, gerando emprego e renda para o país. Essa é uma parceria estratégica, com uma empresa que atende todos os requisitos técnicos e tem vasta experiência e credibilidade no mercado”, afirma o diretor.

O contrato entre as empresas prevê o fornecimento de estações de recarga WEMOB Wall com potência de 7,4 kW e que podem ser alimentados em redes monofásicas ou bifásicas (127 ou 220V). Esse é o modelo ideal para residências ou condomínios.

Há também estações de recarga WEMOB Parking com 22 kW de potência. Estas possuem uma ou duas saídas, podendo recarregar dois veículos elétricos simultaneamente. Com alimentação trifásica de 220V ou 380V, é voltado para uso individual ou compartilhado em empresas ou comércios. Os dois modelos operam com conector tipo 2, o mais utilizado no mercado.

O Ecossistema de soluções inclui, além das estações de recarga, plataforma de gestão para cobrança ou rateio do consumo de cada usuário, acesso controlado via cartões de proximidade (tags RFID) e sistema para controle de demanda – WEMOB Smart Charging System – para os casos em que a potência consumida pelas estações excedem a demanda contratada no local de instalação.

Sobre a Neoenergia
Companhia de capital aberto com ações (NEOE3) negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Parte do grupo espanhol Iberdrola, a empresa atua no Brasil desde 1997, sendo atualmente uma das líderes do setor elétrico do país. Presente em 18 estados e no Distrito Federal, seus negócios estão divididos nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As suas distribuidoras, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Brasília (DF) atendem a mais de 15 milhões de clientes, o equivalente a uma população superior a 37 milhões de pessoas. A Neoenergia possui 4 GW de capacidade instalada em geração, sendo 88% de energia renovável, e está implementando mais 1 GW com a construção de novos parques eólicos. Em transmissão, são 1,4 mil km de linhas em operação e 5,3 mil km em construção. Por meio do Instituto Neoenergia, fomenta o desenvolvimento sustentável a partir de ações socioambientais e, assim, contribui para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde a empresa atua, sobretudo, pessoas mais vulneráveis, visando sempre pelo desenvolvimento sustentável.

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