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agosto 08, 2020

WEG lança tinta à prova de Coronavírus

 Composta por agentes antivirais nova tinta vai ajudar no combate à pandemia

 

 *LRCA Defense Consulting - 08/08/2020

Para ajudar no enfrentamento da pandemia causada pela Covid-19 a WEG acaba de desenvolver uma tinta antiviral que inativa 99,99% do Coronavírus quando em contato com a superfície em poucos minutos.

A tinta poliuretana W-THANE APA 501 Protection foi testada com o Coronavírus cepa MHV-3, Gênero Betacoronavírus (mesmo gênero e família dos SARS-CoV1, SARS-CoV-2/Covid19, MERS), seguindo todas as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e metodologias da International Standard ISO - BS ISO 21702:2019, o que atesta sua segurança e eficácia.

Resultado de um amplo estudo de pesquisa e desenvolvimento realizado pela Unidade de Tintas e Vernizes da WEG, o produto é composto por agentes antivirais que atuam na superfície, inativando o vírus.

A linha profissional é recomendada para a proteção de hospitais, móveis e equipamentos hospitalares, laboratórios, consultórios e equipamentos médicos e odontológicos, eletrodomésticos, supermercados, e indústrias nos mais diversos segmentos, incluindo o de implementos rodoviários (metros, trens, ônibus, caminhões, etc).

“Não estamos poupando esforços para o desenvolvimento de tecnologias para o combate da Covid-19. Disponibilizamos uma equipe de pesquisadores altamente capacitada para este projeto e conseguimos em tempo recorde o resultado esperado”, enfatiza Reinaldo Richter, Diretor Superintendente da WEG Tintas.

Disponível nas mais diversas cores, a linha W-THANE APA 501 Protection já está à venda no Brasil e disponível para exportação.

agosto 07, 2020

Taurus comunica que demanda pelo Fuzil T4 superou todas as expectativas e que haverá atraso nas entregas

 

 *LRCA Defense Consulting - 07/08/2020

Em Comunicado divulgado hoje (07) por meio da página da Taurus Armas no Facebook, o Presidente e CEO Global da empresa, Salesio Nuhs, informou que:
- "A demanda pelo Fuzil T4 tem superado todas as expectativas que foram previstas, tanto nas vendas para clientes do mercado nacional, como para órgãos de segurança pública brasileiros e para grandes contratos militares internacionais. Isso demonstra o sucesso que este produto está alcançando em todos os mercados, e a confiança que os clientes têm na marca Taurus". 

Chamou a atenção desta editoria a frase "para grandes contratos militares internacionais", haja vista que o último contrato desse tipo que a empresa divulgou foi a venda de 1.000 fuzis T4 para o Senegal em 18 de maio último.

O Comunicado prossegue informando que "mesmo priorizando os nossos clientes brasileiros, infelizmente, o prazo para emissão da Nota Fiscal dos Fuzis T4 nesse momento, será de até 90 dias após o recebimento da autorização de aquisição".

O Presidente da Taurus também afirmou que a empresa está produzindo 5 mil armas por dia em sua unidade brasileira e que os demais produtos do portfólio seguem com faturamento imediato.

Veja abaixo a íntegra do Comunicado.  



Taurus Armas fornece pistolas TH9 para força policial argentina

*LRCA Defense Consulting - 07/08/2020

No dia 04 deste mês, foi realizada cerimônia de entrega de 500 pistolas Taurus TH9 para a Polícia da província de Chubut, na Argentina.

O evento ocorreu na sede da policia local e contou com a presença do Governador Mariano Arcioni,  do Ministro de Segurança da Província, Frederico Massoni, e do Chefe de Polícia, Miguel Gomez.

As pistolas serão utilizadas por duas divisões da corporação, as Divisiones de Seguridad Rural de toda a província e a División de Investigaciones de Puerto Madryn. 

 


agosto 06, 2020

WEG será responsável pela modernização da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira



A WEG foi a empresa contratada pela CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no Brasil, para o fornecimento de 21 transformadores de 205 MVA – 440kV que serão instalados na Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, localizada no Rio Paraná, entre os municípios de Ilha Solteira (SP) e Selvíria (MS).

O fornecimento faz parte do projeto de modernização da Usina que vem sendo conduzido pela CTG Brasil desde 2017. Inicialmente, a troca dos equipamentos estava prevista para ocorrer de forma escalonada ao longo dos dez anos de projeto — até 2027 — , mas pôde ser antecipada graças à parceria com a WEG, que atuou com agilidade na entrega dos equipamentos.

— Realizando ensaios preventivos, percebemos que antecipar a modernização dos transformadores seria importante para aumentar a disponibilidade de geração em Ilha Solteira, além de reforçar a segurança na usina — afirmou Evandro Vasconcelos, vice-presidente de Geração e Comercialização da CTG Brasil. Para o executivo, — poder contar com um parceiro de alta qualidade como a WEG foi crucial nessa tomada de decisão—.
Os novos transformadores têm expectativa de vida útil de pelo menos 35 anos, com alta eficiência energética, potência 20,6% maior do que o modelo anterior e sistema digital de monitoramento. “Estes transformadores irão não só substituir os equipamentos antigos, mas também evitar interrupções na geração de energia e garantir a operação da usina durante a concessão, minimizando riscos operacionais e de desligamento ou parada de máquinas”, explica Carlos Diether Prinz, Diretor Superintendente da WEG T&D.

A parceria entre a WEG e CTG Brasil beneficia diversas operações da geradora de energia limpa. Além do fornecimento de transformadores de potência para Ilha Solteira, a WEG forneceu, recentemente, equipamentos para melhorias nas usinas Salto Grande, Rosana, Taquaruçu e Garibaldi, todas administradas pela CTG Brasil. Ainda há mais uma entrega da parceria prevista para julho, com destino à Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Retiro.

Modernização a todo vapor — A CTG Brasil segue em frente com seu cronograma de modernização das hidrelétricas Jupiá e Ilha Solteira, que envolvem também outros equipamentos, como as turbinas e geradores das usinas. De acordo com Vasconcelos, — esse processo é fundamental para contribuirmos com o desenvolvimento do País a partir da qualidade e segurança na geração de energia elétrica de forma 100% limpa e renovável, atividade essencial para o funcionamento do Brasil. Também é importante ressaltar que, neste período de pandemia, todo o trabalho vem sendo realizado em conformidade com as recomendações das autoridades de saúde, em respeito à vida dos nossos colaboradores, parceiros e de toda a sociedade—.

Juntas, Ilha Solteira e Jupiá somam 5 GW de capacidade instalada de energia limpa, o suficiente para atender a demanda de mais de 2 milhões de brasileiros. O projeto de modernização das usinas deve ser concluído até 2027, com investimento total de R$ 3 bilhões, representando o maior projeto de modernização de hidrelétricas da história do Brasil.

agosto 05, 2020

Fortalecimento da Defesa é essencial para a política externa do País




O Secretário de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa, Marcos Degaut, proferiu palestra na quinta-feira (30), para os alunos do III Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa. Ao abordar o tema: “A Base Industrial de Defesa segundo a Estratégia Nacional de Defesa: perspectivas para o setor produtivo”, o Secretário destacou que é fundamental fortalecer o debate sobre a Defesa, a Segurança e a Base Industrial de Defesa (BID), como elementos que considera essenciais para uma grande estratégia nacional, e fatores indissociáveis para a elaboração de uma política externa em qualquer país que almeje ser “global player”.

Degaut ressaltou que é necessário estabelecer uma nova agenda para o setor de Defesa, adequando-a aos novos tempos. “Infelizmente, ainda pesa sobre o setor o estigma da desconfiança, provocada por percepções preconceituosas e anacrônicas, além do desconhecimento sobre o tema Defesa”. A consequência foi, ao longo dos anos, a exclusão do tema do eixo político nacional.

Para fortalecer o setor no País, o secretário destaca que é necessária a construção de uma agenda estratégica de Defesa, baseada em quatro eixos. Um deles é o fortalecimento da cultura estratégica, fundamental para o país entender a sua relação com o resto do mundo. “Essa cultura é focada em grandes estratégias de Estado que uma Nação precisa conjugar para alcançar seus interesses a longo prazo”, explica.

Outro eixo destacado pelo Secretário Degaut é o fortalecimento da Base Científica Tecnológica e Industrial de Defesa. “Se nós queremos ter capacidade de inovação e ter uma base mobilizável longínqua, precisamos fazer investimentos em pesquisa e desenvolvimento agora. Semear hoje o que nós vamos colher no futuro. São fundamentais a preservação e o aperfeiçoamento de indústrias de interesse estratégico que possam sustentar os projetos estratégicos das Forças Armadas”, afirmou. Em sua visão, não se pode conceber soberania e autonomia sem produtos de Defesa fortes e uma indústria de Defesa autossustentável, com capacidade de desenvolvimento tecnológico, que possa funcionar também como grande vetor de exportações.

O Secretário ainda reforçou que o Ministério da Defesa tem buscado derrubar barreiras e inovar em soluções que ampliem e fortaleçam a BID brasileira, com destaque para ações focadas em novas formas de financiamentos e garantias para o setor; aperfeiçoamento da Tríplice Hélice (que congrega ações envolvendo Academia, Estado e Iniciativa Privada) e isonomia normativa e tributária, que permita uma concorrência em igualdade de condições entre a indústria nacional e os fabricantes internacionais.

O terceiro vetor diz respeito à maior convergência entre o setor de Defesa e a Diplomacia. “Essa articulação é necessária para eliminarmos ruído e harmonizarmos percepções. Mas o mais importante é que essa convergência fortalecerá a cultura estratégica”. Além disso, o Secretário aponta avanços como: racionalização de procedimentos administrativos, eficiência na promoção comercial, efetividade na prevenção, combate e repressão a ilícitos transfronteiriços e aumento do capital político do País no cenário internacional, como consequência dessa convergência.

O quarto eixo refere-se ao necessário reaparelhamento das Forças Armadas, com o benefício adicional de sua utilização também em projetos de melhoria da infraestrutura nacional. “Estamos tendo um envolvimento maior em projetos sociais. Essas ações são importantes porque acabam fortalecendo a cultura estratégica nacional”, explicou.

Após a palestra, os participantes fizeram perguntas e tiraram dúvidas com o Secretário de Produtos de Defesa. A videoconferência foi acompanhada pelo Comandante da ESG, Almirante de Esquadra Wladmilson Borges de Aguiar, e pelo Subcomandante da Escola, Major Brigadeiro do Ar Leonidas de Araújo Medeiros Júnior.

O III Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa conta com oito semanas de programação 100% on line, que aborda aspectos de Defesa, Infraestrutura, Desenvolvimento e perspectivas para o cenário pós-pandemia. O evento é realizado pela Escola Superior de Guerra (ESG) e pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). Além de integrantes das duas entidades, o Ciclo também conta com a participação das Federações das Indústrias dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Tocantins e Minas Gerais.

Presidente da Taurus confirma que joint venture na Índia está avançando bem


*LRCA Defense Consulting - 05/08/2020

Em matéria publicada no Estadão de 03 de agosto, foi divulgada uma declaração de Salesio Nuhs, Presidente e CEO Global da Taurus Armas S.A., confirmada posteriormente por esta editoria, onde o executivo respondeu sobre o andamento da joint venture firmada com o Jindal Group na Índia:

- A parceria com o grupo indiano está avançando de acordo o cronograma estabelecido, ainda que a pandemia de covid-19 tenha atrapalhado, por exemplo, viagens e deslocamentos. Estamos trabalhando em toda parte documental e layout da planta. O local onde a fábrica vai ser instalada já está com sua construção pronta, parte de alvenaria, e agora nosso parceiro vai iniciar a aquisição das máquinas para a produção.

Saiba mais:

Perguntas e respostas sobre posse de arma em propriedades rurais



Depois de tratar em uma das edições do quadro Direito Agrário sobre novas regras de posse de arma para produtor rural, o advogado, professor de pós-graduação de direito agrário e ambiental, consultor jurídico e sócio-diretor da P&M Consultoria Jurídica, Pedro Puttini Mendes, recebeu dúvidas a respeito do tema, que foram elucidadas no programa desta terça, 04.

Veja abaixo as respostas e, no final da matéria, o vídeo completo:

Telespectador 1: “Eu sou neto de produtor e resido na fazenda. Posso alegar isto como necessidade para tirar o meu porte de arma? Quero tirar o porte e não a posse.”

Pedro Puttini Mendes: “É importante comentar aqui que a Lei Federal 13.870, de 2019, concedeu aos produtores o direito de posse, não porte. Posse rural ou a posse residencial da arma de fogo em todo o perímetro do imóvel rural, como nós já comentamos daquela edição do quadro, não só mais dentro da residência, mas ampliando o conceito de residência do imóvel rural para todo o perímetro, toda a extensão, o chamado domicílio, de forma que entre as cercas então o produtor pode utilizar a arma para fins de defesa.”

+ Leia na íntegra a Lei nº 13.870, de 17 de setembro de 2019

T2: “Como não sou proprietário, o efetivo dono da propriedade pode fazer um atestado para mim?”

PPM: “Em regra, o critério de admissibilidade para posse rural é ser produtor rural e isto pode ser comprovado por meio de cartão de produtor, por meio de contrato de arrendamento, parceria a titularidade do imóvel, ao passo que a aquisição de uma arma frente a legislação só é possível com alguns requisitos com a idade mínimo de 25 anos, bons antecedentes criminais e demais requisitos para a aquisição e que, se preenchidos estes requisitos, não é necessária a declaração do proprietário. Caso contrário, você pode adquirir então a arma da fogo como um cidadão comum e que, diante da autorização do proprietário que vai utilizar esta área como residência, acaba utilizando do armamento neste local.”

T3: “Sou de São Paulo e a fazenda fica no Mato Grosso do Sul. Posso tirar o porte em São Paulo ou tem que ter no estado da propriedade rural?”

São duas situações. No caso de aquisição de arma por meio da Polícia Federal, a delegacia responsável é aquela da região da fazenda, lembrando que a arma deve ficar dentro do perímetro da fazenda. E no caso de aquisição de arma pelo Exército, mais informações têm que ser buscadas por um despachante bélico na região militar onde a fazenda é submetida. É importante lembrar que o porte, não a posse, na legislação atual é uma exceção em situações, como por exemplo, os atiradores profissionais, os colecionadores, devendo o requerente comprovar a capacidade e os demais requisitos que o autorizem a transitar com este armamento na qualidade de atirador profissional, clube de tiro, enfim.

Ao fim das respostas, Puttini reconheceu ainda a ajuda de Diego Garcia, do Clube de Tiro Grupo Águia de São Gotardo-MG.

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