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agosto 18, 2022

Taurus revela as novas estratégias para se manter rentável e foca em seus acionistas


*LRCA Defense Consulting - 17/08/2022

Passada a "corrida às armas" vista nos EUA durante os anos de 2020 e 2021 - motivada pela pandemia, eleições e distúrbios civis - o mercado americano dá sinais de ter diminuído o ímpeto de compras daqueles períodos, ainda que as mantenha em patamares significativamente mais altos do que no período pré-pandemia, registrando números superiores a 1 milhão de verificações de antecedentes para a venda de uma arma de fogo ao longo dos últimos 36 meses. Isso demonstra que os consumidores americanos continuam buscando esse produto em níveis elevados.  

Ao comentar sobre os resultados do 2T22, alguns jornalistas e analistas mais apressados, ativeram-se à queda do lucro líquido e produziram manchetes com o fato, esquecendo de observar que, em primeiro lugar, 2021 foi um ano incomparável, devido ao boom de compras históricas e atípicas pelos motivos já citados, que fez com que a Taurus tivesse o melhor resultado de sua história.

Em segundo lugar, faltou observar também que, embora tenha produzido 1,7% a mais no 1º semestre deste ano e vendido 9,7% a menos que no 1S21, a Taurus teve um aumento de mais de 8% na receita líquida do período em relação ao ano passado. De igual forma, mesmo com dólar médio de R$ 4,93, a empresa obteve margem bruta de 47,6% no 2T22 e lucro líquido de R$ 295,8 milhões no 1S22, 13% acima do 1S21. Isso sem falar no Ebitda semestral de R$ 447,8 milhões, 12,0% superior ao 1S21, com margem de 34,4% e aumento de 1,1%. 

Mas então, se a empresa vendeu um pouco menos que no 1S21, o que explica esse forte rendimento operacional?

As novas estratégias da Taurus
Nas quatro lives públicas (Sara Invest, Eleven, Ticker e Órama) sobre os resultados do 2T22/1S22, Salesio Nus, CEO Global, e Sérgio Sgrillo Filho, CFO e DRI da empresa, trouxeram importantes informações sobre a confortável situação atual da Taurus, os seus planos para o futuro e as excelentes perspectivas que possui, especialmente as relacionadas ao desempenho na Índia. 

No entanto, na penúltima live, com a Ticker Research, os executivos trataram quase que exclusivamente sobre as estratégias que a empresa vem utilizando desde que seu Setor de Inteligência de Mercado percebeu que as vendas nos EUA iriam entrar no chamado "novo normal", ou seja, um patamar menor do que nos anos atípicos de 2020/21, mas ainda muito superior aos anos pré-pandemia.

Para esse novo cenário, ao qual se antecipou com oportunidade, a Taurus passou, então, a priorizar a oferta de um mix de produtos de maior valor agregado, com o desenvolvimento de novas armas desejadas pelos consumidores americanos, já que um alto volume só se justificava quando a demanda era excessiva, sendo necessário suprir o mercado com rapidez. 

Desta maneira, a empresa está auferindo melhores resultados com os produtos ofertados, conseguindo obter um forte rendimento operacional e, assim, aumentar suas margens, mesmo que com uma produção praticamente igual à de 2021 e com vendas um pouco menores.

Para ilustrar o fato, o Salesio Nuhs confidenciou que, em 2018, um dos objetivos da Taurus era ter indicadores semelhantes aos da americana Ruger e que, hoje, já ultrapassou essa empresa, obtendo margem Ebitda superior à margem bruta dela. 

Oferecendo novidades mais tecnológicas desejadas por seus clientes e ocupando nichos de mercado onde ainda não estava presente, a Taurus aumentou seu market share (participação no mercado) nos Estados Unidos (e também no Brasil) e percebeu que os consumidores estavam valorizando mais seus produtos, o que a fez poder rentabilizá-los ainda mais, aumentando o ticket médio (TM) significativamente. Para se ter uma ideia, o TM das armas Taurus nos EUA, que era de US$ 199,00 em 2019, passou para US$ 226,00 em 2021 e para US$ 262,00 no segundo trimestre de 2022.

Rentabilização agressiva e constante ao acionista
Segundo os executivos, na fase em que priorizou o volume de produção, a empresa produzia e crescia muito rápido, mas recebia a prazo, o que fazia o working capital (capital de giro) ser mais alongado no tempo. Agora, no novo cenário, há a tendência de estabilização do working capital e a geração de caixa passa a ser ainda mais forte. 

No entender deles, este (geração de caixa) será o principal indicador financeiro de 2022, ressaltando ainda que a Taurus já contabilizou um caixa de R$ 260 milhões no 1S22 e que, como o segundo semestre historicamente se caracteriza por maiores vendas, pode ser esperado um significativo aumento nesse valor.

Sérgio Sgrillo observou também que, nos últimos três anos, além de as ações terem se valorizado, o valor da empresa também aumentou significativamente, mesmo com a diluição havida pela conversão dos bônus de subscrição, bônus estes este que acabarão em outubro, com a conversão do último lote, o que deve deixar as ações mais "livres" para refletirem o bom momento da empresa.

Com isso, e como também não tem mais prejuízos anteriores a abater, a estratégia da Taurus é agora provisionar reservas para rentabilizar agressivamente seus acionistas por meio de dividendos atraentes e pagos trimestralmente, no intuito de fidelizá-los. Além disso, a empresa também realizará um programa de recompra de ações, visando gerar ainda mais valor aos detentores de suas ações.

Por fim, foi comentado também sobre os grandes investimentos que a empresa está fazendo e que ainda fará para cumprir o seu ambicioso plano de expansão e de modernização tecnológica que está em curso. Para atender a essa necessidade e preservar seu caixa para a rentabilização de seus acionistas, a Taurus julga que está na hora de voltar ao mercado e captar recursos, pois a atual relação Dívida Líquida/Ebitda é de apenas 0,3x, indicando que 30% da geração de caixa anual medida por esse indicador seria suficiente para quitar a totalidade da dívida bancária.

Assim, está estudando possíveis captações com taxas atraentes, seja junto à FINEP, seja no mercado internacional, de modo a levar a relação Dívida Líquida/Ebitda até um índice de 0,8x ou de 1x, o que manterá a alavancagem em níveis ainda totalmente confortáveis e proporcionará os recursos necessários aos investimentos planejados.

Com tais estratégias, os executivos da Taurus acreditam que o valor das ações da empresa possam  galgar novos patamares e começar a se aproximar do valor que hoje o mercado paga por algumas das poucas companhias abertas tão rentáveis e agressivas como ela.

Na compilação abaixo, assista Salesio Nus e Sérgio Sgrillo detalhando essas estratégias:


Veja, abaixo, a íntegra das quatros lives públicas com os dois executivos da Taurus:
- Sara Invest: https://www.youtube.com/watch?v=rORVjajONfY
- Eleven Research: https://www.youtube.com/watch?v=99O8GZorRkA
- Ticker Research: https://www.youtube.com/watch?v=k_mLzLMAzXA
- Órama Trader: https://www.youtube.com/watch?v=gLqH_u1FZ4c

 

 

agosto 17, 2022

Companhia Brasileira de Cartuchos lança nova geração de munições expansivas Pro Shock

 


*LRCA Defense Consulting - 17/08/2022

A Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) mais uma vez demonstra sua capacidade de inovação e liderança de mercado ao lançar uma nova geração de munições expansivas: a família Pro Shock CBC.

O design diferenciado do projétil foi desenvolvido com uma técnica construtiva especial, que permite desempenho superior em disparos diretos. O Power Ring Tech, anel presente nos projéteis Pro Shock nos calibres 9mm, .40S&W e .38SPL, garante maior homogeneidade na expansão, diâmetro final do projétil e penetração.

Os cartuchos Pro Shock CBC possuem alta velocidade e energia e estão disponíveis nos calibres 9mm, .40S&W, .380 Auto e .38SPL.

A nova geração de munições expansivas é resultado da experiência e reconhecimento mundial da CBC no desenvolvimento de munições de altíssimo desempenho e do forte investimento em pesquisa e inovação. Os produtos CBC são submetidos a exaustivos testes durante o desenvolvimento, abrangendo desempenho balístico e conformidade com normas internacionais, além de possuírem certificados de reconhecimento de qualificação dos mais renomados órgãos mundiais.

As munições Pro Shock CBC estarão em comercialização, em breve, nas principais lojas revendedoras CBC de todo o Brasil (www.cbc.com.br).

JFE Steel e CBMM assinam acordo de cooperação técnica para desenvolver aço inoxidável com nióbio


*Niobium Tech - 17/08/2022

Em maio de 2022, a CBMM e a JFE Steel assinaram um acordo de cooperação técnica para trabalhar em parceria no desenvolvimento de um novo aço inoxidável para aplicação em soluções e equipamentos de energia renovável. Esta cooperação visa combinar o conhecimento técnico de ambas as empresas e acelerar a disponibilidade de materiais para facilitar a transição energética globalmente. A JFE Steel é referência global para a indústria de aço inoxidável, com um histórico de produção de mais de meio século.

A empresa foi fundada em 2003 pela consolidação da Kawasaki Steel e da NKK e desenvolveu ativamente muitos tipos de aço inoxidável para os mais diversos segmentos do mercado, como mobilidade, infraestrutura, energia e linha branca.

Por outro lado, a CBMM é líder global em produtos de Nióbio e vem apoiando a indústria no desenvolvimento de materiais mais inovadores, sustentáveis ​​e eficientes nos últimos 67 anos. Os aços inoxidáveis ​​foram um dos primeiros materiais a validar com sucesso os benefícios da estabilização do nióbio e implementar seu uso na mais ampla gama de ligas. Como resultado, a demanda pelo uso de nióbio continua crescendo anualmente.

O acordo terá duração de 5 (cinco) anos, e a expectativa é que, ao final do projeto, o novo teor de Nb já seja validado e utilizado por diversos usuários finais em todo o mundo. A JFE e a CBMM estão motivadas a apoiar o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis ​​para a transição energética, e a assinatura deste acordo reforça essa meta.

Maxion, Embraer e IPT se unem com foco na mobilidade

Foto: Pixabay

*Auto Indústria - 16/08/2022

Com a finalidade de desenvolver pesquisas e estudos em processos para o uso de fibra de carbono para aplicação em iniciativas de mobilidade urbana, a Maxion Structural Components, a Embraer e o IPT, Instituto de Pesquisas Tecnológic,anunciam uma parceria que terá duração de 24 meses, contando com investimento de R$ 2,5 milhões.

“Embora as aplicações de compósitos à base de fibra de carbono sejam abrangentes e potencialmente úteis a muitas outras indústrias, hoje estão concentradas no desenvolvimento e construção de estruturas aeronáuticas, artigos de defesa e autopeças, que sedimentam o conhecimento para que futuramente possam beneficiar outros segmentos, como petróleo e gás, naval, saúde, lazer, infraestrutura, geração e transporte de energia elétrica e eólica”, explica Tanila Faria, engenheira de materiais compósitos do desenvolvimento tecnológico da Embraer.

O projeto conta com a participação da startup Subiter, especializada em inspeções não destrutivas de compósitos por infravermelho, e com o fomento de P&D da Embrapi. O estudo será coordenado pelo IPT no Laboratório de Estruturas Leves (LEL), responsável pela execução da pesquisa, elaboração e fabricação dos modelos (computacional e real), além da gestão das atividades.

A Embraer contribuirá com sua expertise em compósitos e design de produtos, e a Maxion Structural Components (MSC) com o desenvolvimento de processos produtivos de alta cadência para o setor de mobilidade.

“Com esse projeto vamos unir o profundo conhecimento da Embraer no uso de fibra de carbono com a nossa capacidade de produção rápida, desenvolvida em outros projetos com o IPT”, afirma Marco Tulio Ricci, diretor global de inovação da MSC.

WEG anuncia investimentos de R$34 milhões em Betim (MG)


*LRCA Defense Consulting - 17/08/2022

A WEG, seguindo seu planejamento estratégico voltado ao crescimento contínuo e sustentável, acaba de anunciar novos investimentos para a sua unidade fabril de Betim, em Minas Gerais.

A Companhia pretende destinar R$34 milhões para ampliação da capacidade produtiva de transformadores de força e para a adequação da unidade para produção de duas novas linhas de equipamentos: subestações móveis (SKIDS) e reforma e repotenciação de transformadores de força.

Considerada uma das fábricas de transformadores e reatores mais modernas e tecnológicas da América Latina, a unidade de Betim, apta para fabricar equipamentos de até 800kV, vai aprimorar também suas áreas de bobinagem, fabricação de reatores, sistema de secagem, laboratórios de ensaios e soluções transportáveis.

Segundo Carlos Diether Prinz, Diretor Superintendente da WEG Transmissão & Distribuição, o investimento mais relevante será a implantação de uma nova linha dedicada para serviços de reforma e repotenciação de transformadores, assim como a já existente na unidade de Blumenau/SC.

“Localizada estrategicamente para atender as regiões sudeste, norte e nordeste, a fábrica de Betim, ficará apta para executar reparos em transformadores a partir de 30MVA de todos os demais fabricantes do mercado. Com isto, além dos ganhos logísticos, vamos fortalecer nossa presença tanto no mercado de geração, transmissão e distribuição de energia, como nos segmentos industrial e de renováveis", Explica Carlos Diether Prinz, Diretor Superintendente da WEG Transmissão & Distribuição.

Atualmente a única unidade da WEG que realiza esse tipo de serviço no Brasil fica em Blumenau/SC. Com a adequação da Unidade de Betim a unidade catarinense ficará responsável pela região Sul, enquanto Betim assumirá a demanda das demais regiões do país.

A Fábrica de Transformadores e Reatores de Betim dispõe de 32.500 m² de área construída, equipamentos e instalações de última geração e conta com um time de aproximadamente 350 colaboradores. Após os investimentos a unidade terá capacidade para reformar até 36 transformadores por ano, o que vai oportunizar novas capacitações para as equipes diretamente ligadas às demandas, e novos postos de trabalho para a região de Betim.

agosto 16, 2022

Exército lança fibra ótica subfluvial para interligar cidades da Amazônia


*Exército Brasileiro - 12/08/2022

O Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) realizou uma operação de manutenção na infovia do Rio Solimões, entre os municípios de Manacapuru e Anori, no escopo do Projeto Amazônia Conectada (PAC). A missão consistiu no lançamento de 150 quilômetros de cabo de fibra óptica subfluvial, entre os dias 5 a 9 de agosto.    

A manutenção do trecho Manacapuru-Anori representa a primeira etapa da revitalização total do trecho Manacapuru-Coari, que permitirá recuperar a capacidade plena da infovia do Rio Solimões, que hoje faz uso de parte da infraestrutura óptica instalada ao longo do gasoduto Coari-Manaus. A missão contou 47 militares e 31 civis, um total de 78 pessoas. O início do lançamento do cabo foi dia 7 de agosto, às 7h, e encerramento da atividade foi dia 8 de agosto, às 18h30.    

Com essa recuperação, pretende-se melhorar as condições de conectividade na região, em especial, na área da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, localizada no município de Tefé (AM), contribuindo diretamente para o Comando e Controle na área de responsabilidade do Comando Militar da Amazônia.   

O programa conta com a participação conjunta do Centro Integrado de Telemática do Exército (CITEx), do 4º Centro de Telemática de Área (4º CTA), o Centro de Coordenação de Operações do Comando Militar da Amazônia (CCOp/CMA), da 12ª Região Militar (12º RM), do 1º Batalhão de Infantaria de Selva (1º BIS), do Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia (CECMA) e do 1º Batalhão de Comunicações e Guerra Eletrônica de Selva (1º B Com GE Sl).

Projeto Amazônia Conectada
O Projeto Amazônia Conectada é resultado de um esforço dos Ministérios da Defesa, das Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Inovação, e conta com a parceria de diversos órgãos públicos desde 2015. A iniciativa tem atuação direta do Exército Brasileiro na implantação, na manutenção e na gestão de toda a infraestrutura de comunicações implantada, processo conduzido pelo DCT, por intermédio do CITEx.

O Projeto conecta e integra grande parte da Amazônia Ocidental com o mundo e está presente em nove localidades do interior do estado do Amazonas, ao longo das infovias do Rio Negro (Novo Airão, Vila de Moura, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira) e do Rio Solimões (Iranduba, Manacapuru, Coari e Tefé).

Desde 2015, foram implantados 1.824 quilômetros de cabos ópticos subfluviais que têm garantido conectividade e acesso a serviços digitais às Organizações Militares, a diversos órgãos públicos e à população civil. 



Gestora americana BlackRock passa a deter mais de 5% das ações da Embraer


*LRCA Defense Consulting - 16/08/2022

A gestora americana de investimentos BlackRock, Inc., uma das maiores do mundo, informou que adquiriu ações ordinárias emitidas pela Embraer S.A., sendo que, em 10 de agosto de 2022, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 30.057.527 ações ordinárias e 1.789.323 American Depositary Receipts (ADR), representativos de 7.157.292 ações ordinárias, totalizando 37.214.819 ações ordinárias, representando aproximadamente 5,02% do total de ações ordinárias de emissão da Companhia e 3.258.452 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,44% do total de ações ordinárias emitidas pela Companhia.

A BlackRock informou ainda que o objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da Companhia, bem como que não foram celebrados, por ela, quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício de direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela Companhia. 

A publicação do fato foi realizada pela Embraer em 15 de agosto, por meio de comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários.

Empresa brasileira cria telha à base de grafeno que transforma luz solar em energia elétrica

 

*Pensamento Verde - 15/08/2022

A Telite, empresa carioca que atua na indústria plástica, está propondo a reciclagem de plástico para a produção de telhas solares. Especialista em telhas, a empresa desenvolveu um modelo utilizando grafeno, que pode gerar energia solar.

A empresa tem como objetivo devolver à cadeia produtiva um novo produto desenvolvido a partir de resíduos gerados por residências, comércios e indústrias. Através de processos inteligentes, eles garantem que cada novo produto tenha uma vida útil sustentável, econômica e limpa.

Para fabricar as telhas, a empresa utiliza cerca de 150 toneladas de plástico reciclado por mês – retirado do meio ambiente por meio do seu programa de logística reversa. O material usado é o polietileno de alta densidade, que é impermeável, atóxico, resistente a altas temperaturas e não agride o meio ambiente.

A tecnologia aplicada para captação de luz solar permite que cada placa de telha, cujo tamanho é de 1,90m x 1,10m, tenha capacidade para gerar até 150 Kwh por mês. De acordo com a média nacional de consumo de energia, com apenas duas telhas será possível abastecer uma residência com energia elétrica pelo período de 30 dias.

Segundo a Telite, apenas quatro telhas podem gerar cerca de 30 quilowatts de eletricidade por mês, o suficiente para um mês para uma casa com sala, cozinha, dois quartos e um banheiro. A vida útil do equipamento é de até 80 anos.

Pesando 7kg e medindo pouco mais de 2m de comprimento, as placas possuem camadas que podem ser aplicadas em qualquer tipo e tamanho de telha, facilitando a instalação e cobrindo áreas maiores.


Elas também são capazes de absorver a energia solar em dias nublados e chuvosos sem afetar sua capacidade fotovoltaica. Os primeiros testes das telhas aconteceram em duas casas, uma no sudeste e outra no sul do país. Porém, a tecnologia ainda está em fase de certificação pelo Inmetro e continua sendo testada em diferentes regiões do país.

Os resultados da empresa são animadores: mais de 2.345 toneladas de materiais recicláveis foram coletados para a criação de produtos sustentáveis. Cerca de 25600 telhas foram produzidas a partir da reciclagem de plásticos e houve redução de 1.065.000,00 quilos de CO2 no planeta.

agosto 15, 2022

Valor justo para a Taurus é atualizado por casa de análises internacional


*LRCA Defense Consulting - 15/08/2022

Embora o mercado de ações não seja o foco desta consultoria, o desempenho das empresas de Defesa que possuem ações listadas em bolsas de valores nacionais e/ou internacionais é também um dos indicadores do seu fortalecimento perante a Indústria de Defesa do Brasil e do mundo. Além disso, somos constantemente instados a comentar um ou outro fato mais significativo desse mercado envolvendo as empresas que acompanhamos nesse setor, como é o caso da Taurus Armas S.A.

Dentro de tal enfoque, foi verificado que a casa internacional de análises Simply Wall St., com dados atualizados do segundo trimestre de 2022 (2T22) e considerando a excepcional capacidade de geração de caixa que a Taurus vem apresentando, atualizou o valor justo para as suas ações preferenciais, encontrando o total de R$ 65,11, dentro de seu método de análise e tomando por base um horizonte de investimento de três anos, o que significa um potencial de valorização de 242%, considerando-se o fechamento do dia 15 de agosto (R$ 19,01).

Em seu portal, a casa de análises informa que "como a TASA4 é lucrativa, usamos sua Relação preço/lucro para análise de valoração relativa" e que para "analisar seus fluxos de caixa futuros utilizamos um modelo de Fluxo de Caixa Descontado", informando ainda que o "retorno sobre o Patrimônio Líquido (86,3%) é considerado excepcional".

Como curiosidade, há mais de dois anos, no dia 08 de junho de 2020, essa casa de análises previa um preço justo de R$ 22,00 para as ações preferenciais da companhia (TASA4 - PN), o que representaria um potencial de valorização de 321% para essas ações em relação aos valores de fechamento do dia 05/06/2020 (R$ 5,22).

Apesar da incredulidade de diversos analistas brasileiros para com a projeção feita, a ação PN (TASA4) de emissão da Taurus Armas atingiu a cotação máxima de R$ 22,00 no dia 18 de fevereiro de 2021, alcançando o objetivo projetado pela Simply Wall St. oito meses antes, numa grande antecipação em relação ao que era previsto somente para três anos ou mais. Segundo o que se pode deduzir do método de análise empregado, tal fato se deveu à excepcional geração de caixa no período por parte da empresa.

Dados de 12 de agosto

Sobre a Simply Wall St.
Desde 2014, a startup australiana se dedica a analisar empresas listadas em 41 bolsas de valores em 27 mercados mundiais. A companhia é sediada na cidade de Sydney (AU) e tem uma base de mais de um milhão de clientes no mundo todo, especialmente nos Estados Unidos.

A proposta da casa de análises é "auxiliar as pessoas a se tornarem melhores investidores, transformando dados financeiros complicados em infográficos fáceis de entender" e "capacitar os investidores de varejo a tomar decisões de investimento lucrativas e não emocionais,  a longo prazo e com base em fundamentos".

A plataforma analisa 75.000 ações a cada seis horas e apresenta os resultados em infográficos. Os usuários podem pesquisar qualquer uma dessas ações por meio de um sistema de filtragem avançado.

Segundo a Simply Wall St, "Tudo se resume a como o cérebro processa as informações. Na verdade, processamos imagens 60.000 vezes mais rápido do que texto e, por isso, quando as informações são apresentadas como um infográfico, é 30 vezes mais provável que sejam lidas do que um artigo de texto puro".

Conforme consta em seu portal na Internet, a casa de análises se vale de um método conhecido como "2 Stage Free Cash Flow to Equity", muito utilizado por investidores internacionais por ser, segundo ela, o método mais amplamente aceito para calcular o valor justo de uma empresa. Nele, parte-se da premissa de que este valor justo é o valor total do seu fluxo de caixa de entrada menos suas despesas, tecnicamente denominado Fluxo de Caixa Livre (FCF), descontado ao valor de hoje. O método é explicado pela empresa neste link.  

Um especialista no mercado de ações brasileiro ouvido por esta editoria relatou que esse método de análise, conhecido como "Fluxo de Caixa Descontado", é muito utilizado por investidores internacionais, embora, segundo ele, haja algumas restrições ao seu emprego para analisar empresas brasileiras.

Segundo o referido especialista, o pico histórico de valorização das ações PN da Taurus (TASA4) aconteceu em 01/10/2007, quando atingiu a cotação de R$ 57,56, equivalente, na época, a 31,79 dólares. Portanto, em virtude dos resultados consistentes que a empresa vem apresentando, especialmente com relação à geração de caixa, afirmou que o valor projetado pela Simply Wall St. pode ser atingido, mas sempre levando-se em consideração que esse é um método estimativo que projeta um valor futuro. Mantidos ou melhorados os resultados da empresa, tal valor é passível de ser alcançado, em uma expectativa de médio prazo.

O passado recente e o presente alicerçando o futuro
Os excepcionais resultados da Taurus (e a consequente valorização de suas ações) são fruto da reengenharia completa realizada por uma competente, proativa e ímpar equipe de executivos que, liderando e balizando o processo, soube conduzir o produtivo trabalho de seus mais de 3.500 funcionários em direção a um novo patamar,  transformando a antiga Forjas Taurus na moderna Taurus Armas e a fazendo ser alvo de um dos mais espetaculares turnarounds já vistos no meio empresarial brasileiro neste século.

Ainda no bojo da reengenharia realizada, a visão de futuro e de mercado de seus executivos levaram a empresa a planejar minuciosamente sua expansão no Brasil, nos Estados Unidos e na Índia. Assim, durante os últimos três anos, além de ter equacionado completamente a outrora elevada dívida que existia, essa equipe planejou detalhadamente a expansão e a consolidação da empresa, com base nos pilares fundamentais que apoiam sua estratégia: rentabilidade sustentável a longo prazo, alta qualidade dos produtos, inovação tecnológica com foco no cliente, e melhora dos indicadores operacionais e financeiros, que hoje são como um “mantra” na Taurus.

Com isso, foi possível encarar com tranquilidade a explosão de vendas havida nos EUA em 2020/2021, bem como com o aumento significativo de vendas no mercado interno ocasionado pela flexibilização das normas legais, fazendo com que a empresa tenha se tornado a maior vendedora de armas leves do mundo. 

Atualmente, esse planejamento de sucesso possibilita que a empresa mantenha níveis altos de rentabilidade e lucratividade, mesmo quando o mercado americano mostra sinais de ter diminuído o ímpeto de compras, ainda que - é preciso ressaltar - as mantenha em patamares significativamente superiores ao período pré-pandemia. 

Isso é possível em virtude de a Taurus ter aproveitado o período 2020/2021 aumentar sua produção no Brasil e nos Estados Unidos e para dinamizar e agilizar ao máximo seus processos de distribuição e vendas nos EUA, conseguindo incrementar sua participação nesse exigente mercado por oferecer produtos de alta qualidade por preços imbatíveis, em perfeita sintonia com os desejos e necessidades de seus consumidores.

Com a joint venture na Índia abrindo o imenso mercado civil e militar desse país e do restante da Ásia, com a grande expansão e transformação tecnológica da unidade brasileira prevista para até 2025, com a produção de soluções completas que vão do carregador ao supressor de ruídos, e com a fabricação de armas com tecnologias de ponta (algumas delas pioneiras no mundo, como o uso de grafeno e nióbio), a Taurus tende a ter um futuro bastante promissor nos próximos anos.

Por último, mas não menos importante, é relevante ressaltar que tais perspectivas poderão transformar a unidade brasileira da Taurus em um grande hub de fabricação e de distribuição de peças e kits para os mercados internacionais, especialmente dos EUA e da Índia, blindando-a contra qualquer mudança mais brusca na legislação brasileira. 

Assim, embora tais considerações fundamentalistas não estejam presentes no método da Simply Wall St., são essenciais para uma análise prospectiva do desempenho da empresa no mesmo cenário de tempo estipulado pela startup australiana.

Dia da Independência: revelado o design do caça avançado de 5ª geração para tornar a Índia uma potência global


*Zee News - 15/08/2022

À medida que a Índia comemora 75 anos de independência, a IAF [Indian Air Force] em breve terá o Advanced Medium Combat Aircraft (AMCA) multifuncional supersônico para todos os ambientes, que está sendo desenvolvido pela Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (ADA) e pela Hindustan Aeronautics Limited (HAL).

A Força Aérea Indiana é uma das forças de defesa mais avançadas do mundo, com uma frota que pode envergonhar qualquer país. A IAF possui a frota de caças mais avançada da região e também do mundo. No entanto, a Índia ainda carece de um caça de 5ª geração, que é considerado o caça mais avançado do mundo e apenas alguns países do mundo possuem esse tipo de aeronave. Para dar uma ideia, os Estados Unidos têm o F-22 Raptor e o F-35 Lightning II da Lockheed Martin, enquanto a China tem o Chengdu J-20 e a Rússia tem o Sukhoi Su-57. Esses são os únicos três países com o avançado caça de 5ª geração. Por outro lado, a Índia está preparando seu programa Advanced Medium Combat Aircraft (AMCA) para rivalizar com essas nações.

O ex-chefe do Estado-Maior da Força Aérea Marechal Rakesh Kumar Singh Bhadauria anunciou que foi lançado o desenvolvimento de aeronaves de combate multifunção avançadas de 5ª geração. Recentemente um tweet revelou o modelo de túnel de vento do AMCA, destacando o design do caça. Como visto na imagem, o jato terá uma configuração de motor duplo.

O caça mais avançado da IAF
Se virmos a frota atual da Força Aérea Indiana, a Índia tem principalmente caças de origem estrangeira, deixando de lado o Tejas LCA fabricado pela HAL, que servirá como a primeira linha de defesa para a Índia e substituirá o antigo MiG-21 Bison. No entanto, entre os aviões mais avançados da IAF está o Dassault Rafale, de fabricação francesa, que é, na melhor das hipóteses, um avião de 4,5 Gen. Enquanto a Índia pode obter o Sukhoi Su-57, fabricado na Rússia, como seu caça mais avançado, a IAF aposta fortemente em plataformas de armas nativas e contará com o supersônico AMCA, desenvolvido pela Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (ADA) e Hindustan Aeronautics Limited. (HAL).

Modelo de túnel de vento AMCA
Como visto na imagem do Twitter, os principais recursos são o Diverterless Supersonic Inlet (DSI) e um 'bump' 3D que impede que as ondas de radar saltem das pás/turbinas do motor, tornando-o um jato Stealth. O jato é visto ostentando um Infrared Search and Track (IRST) acima do cone do nariz, juntamente com um radar Active Electronically Scanned Array (AESA), usado para aprimorar a detecção de alvos de médio e longo alcance.

Jato de caça de 5ª geração fabricado na Índia
O AMCA será a espinha dorsal da IAF nas próximas décadas, e a Força Aérea Indiana não pretende introduzir um jato de 5ª geração de fabricação estrangeira até que o AMCA seja fabricado. Uma versão naval do caça de 5ª geração também será desenvolvida para a Marinha da Índia. A aeronave terá um alto grau de furtividade, capacidade de transportar armas tanto interna quanto externamente, capacidade interna de combustível, supercruzeiro e desempenhará o papel de ataques ar-ar e ar-solo. Com o AMCA engajando principalmente alvos além do alcance visual, ele também terá um poderoso motor de vetor de empuxo para proporcionar super manobrabilidade para melhores capacidades de combate.

WEG fornece motores Vertical High Thrust para multinacional norte-americana


*LRCA Defense Consulting - 15/08/2022

Uma das maiores empresas de bombas do mundo, com sede no Texas/EUA, encontrou na WEG a solução ideal para atender sua necessidade. O fornecimento faz parte do projeto de uma planta de aço nos Estados Unidos e conta com 51 unidades da nova linha de motores Vertical High Thrust. A linha representa a consolidação do novo design dos motores de indução trifásico verticais, com alta capacidade de empuxo e catraca de não reversão.

Vertical High Thrust otimiza o espaço na planta e carrega a confiabilidade da marca WEG
O Vertical High Thrust é um motor compacto, com eixo sólido e oco, opção de catraca de não-reversão, sistema de transferência de calor otimizado, maior vida útil e baixas temperaturas do mancal, menor vibração e maior capacidade de empuxo. Além disso, está apto para atender normas como a American Petroleum Institute (API). É mais uma solução WEG que carrega toda a qualidade e eficiência de uma das maiores fabricantes de motores elétricos do mundo.

Aumento de confiabilidade e redução das paradas para manutenção
Mesmo em tempos desafiadores, onde muitas empresas têm sido impactadas pelos prazos de insumos industriais, a WEG já manteve o compromisso com a confiabilidade desde a produção. Devido à flexibilidade de programação na fábrica, foi possível atender à alta demanda na fabricação de motores de grande porte em tempo recorde, e mesmo estando distante do cliente, o prazo de entrega foi menor do que os fabricantes norte-americanos. Além disso, os motores foram entregues com os sensores WEG Motor Scan já instalados em fábrica, totalmente prontos para a indústria 4.0.

Excelência no desenvolvimento e na produção, somados ao atendimento, ao curto prazo de entrega e à alta capacidade de escora dos motores, que reduz os custos e dimensões do conjunto motor + bomba, resultam em fortalecimento da parceria e consolidação da marca WEG no mercado. Aposte no Vertical High Thrust. Desempenho elevado à máxima performance.


agosto 14, 2022

Exportando para mais de 100 países, Taurus conquista o Prêmio Exportação RS

A partir da direita: Regis Jacobsen, Gerente de Vendas Internacionais; Salesio Nuhs, CEO Global;  Sergio Sgrillo, CFO e Diretor de RI; William Lima, Coordenador de Marketing

*LRCA Defense Consulting - 13/08/2022

Líder mundial na fabricação de revólveres e maior vendedora de armas leves no mundo, a Taurus Armas S.A., sediada em São leopoldo (RS), conquistou o Prêmio Exportação RS na categoria Destaque Setorial Metalúrgico, promovido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS).

Este é o quarto ano consecutivo que a empresa é premiada com o principal reconhecimento na área de comércio exterior no estado do Rio Grande do Sul. O prêmio Exportação RS destaca as marcas de diversos setores da economia gaúcha que obtiveram os melhores resultados desenvolvendo estratégias inovadoras para comercializar seus produtos no mercado internacional.

A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta quinta-feira (11), na casa NTX, em Porto Alegre (RS). Nesta edição, que celebrou os 50 anos do prêmio, 68 empresas foram contempladas, o maior número da história do evento.

Em 2021, o volume de exportações da Taurus cresceu mais de 40% em comparação ao ano anterior. Foram 2 milhões e 348 mil unidades vendidas em 2021, considerando Brasil, EUA e exportações para outros países, com aumento em todos os mercados de atuação. Os EUA foram responsáveis pela venda de 1 milhão 870 mil unidades, ou 79,7% do total no ano, e crescimento de 23,4% em relação ao volume de vendas realizado nesse país em 2020. Enquanto nas exportações para os demais países as vendas foram crescendo gradativamente no decorrer do ano, atingindo aumento de 163,3% ante a 2020.

A Taurus exporta seus produtos para mais de 100 países, além dos EUA, que tem o maior mercado mundial de armas e que a Taurus é considerada a marca mais importada, com destaque aos embarques realizados em 2021 para a África do Sul, Europa, Filipinas e países da Ásia Meridional.

No ano de 2021 a empresa firmou negócios internacionais importantes, como a venda de 12,4 mil fuzis para o Exército das Filipinas, 9,5 mil pistolas e fuzis para o Exército e Polícia Nacional de Gana, 4,5 mil pistolas para Burkina Faso e 4 mil pistolas para a Polícia Nacional e Força de Segurança do Líbano.

Ao final do mesmo ano, a Taurus ainda inaugurou um novo complexo industrial de fornecedores estratégicos em sua sede, em São Leopoldo, com 12 mil m². Projeto este dentro do âmbito de suas metas de expansão e de fortalecer-se como hub de exportação de seus produtos e peças para mercados mundiais e suas unidades internacionais que hoje encontram-se nos Estados Unidos e, mais recentemente na Índia, onde desde 2020 por meio de joint-venture com o Jindal Group, iniciou o processo de construção de uma nova fábrica e transferência de tecnologia.

O pioneirismo é outro destaque entre as qualidades que levaram a Taurus a ocupar um lugar destaque na indústria. A primeira arma com grafeno no mundo, a GX4 Graphene, é prova mais recente disso. A partir do seu lançamento, a Taurus iniciou a terceira geração mundial de pistolas, uma tecnologia desenvolvida em território nacional para o resto do mundo. A Taurus também está desenvolvendo projeto pioneiro para a aplicação de nano partículas de nióbio em ligas de metais que, junto com o grafeno, completará novo ciclo tecnológico de materiais inéditos utilizados na fabricação de armamentos Taurus, adicionando ao portfólio armas cada vez mais leves e resistentes.

Estes importantes investimentos em novas tecnologias, além de agregar valor aos produtos Taurus, agregam valor ao Brasil, que possui as maiores reservas de nióbio e a segunda maior reserva de grafeno do mundo.

A empresa também está negociando um contrato inédito de nacionalização da tecnologia de aplicação de DLC (Diamond Like Carbon), tecnologia que aumenta a dureza do aço, que hoje já é utilizada no cano da pistola GX4 na fábrica da Taurus nos EUA e estará disponível para a Taurus no Brasil. Além disso, está sendo montada também uma parceria inédita de transferência de tecnologia com uma empresa norte-americana para desenvolver polímeros com fibras longas, material que proporciona maior resistência e robustez ao produto. Os engenheiros da Taurus já estão desenvolvendo um protótipo no Brasil para aplicação em carregadores de armas táticas.

Para o desenvolvimento de produtos inovadores, a Taurus conta com seu Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos – CITE, base do forte ritmo de lançamentos da companhia. O trabalho realizado pelos engenheiros do CITE proporciona agilidade no desenvolvimento de produtos e tecnologia, sempre com foco nos desejos dos clientes e em linha com as mais avançadas soluções tecnológicas do mundo.

A empresa já recebeu mais de 36 prêmios internacionais em reconhecimento pelo seu elevado padrão

de qualidade e inovação, entre eles o NASGW-POMA Caliber, uma das premiações mais importante da indústria de armas norte americana, que elegeu a pistola Taurus GX4 como “Melhor Nova Arma de 2021” e “Melhor Novo Produto Geral”.

"O Brasil é um dos maiores exportadores de armas leves do mundo, um contexto diretamente resultante do sucesso da Taurus. A empresa é referência mundial em seu segmento e tem, entre seus pilares estratégicos, o objetivo de expandir ainda mais as vendas externas. Contamos com uma equipe de monitoramento e inteligência de mercado, um portifólio de produtos amplo e diversificado, processos operacionais eficientes que proporcionam agilidade para adequar nosso mix e com flexibilidade para direcionar a produção para diferentes mercados mundiais”, afirma Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus (foto à direita).

Com 82 anos de história, a Taurus é hoje uma empresa cuja marca é reconhecida pela sua qualidade, com sólidos resultados obtidos a partir de uma operação bem estruturada e moderna. A empresa se diferencia por possuir um completo portfólio de produtos, composto por revólveres, pistolas, submetralhadoras, fuzis, carabinas, rifles e espingardas, atendendo os mercados militar, policial e civil, assim como custo de produção e preços finais competitivos, o que assegura boa rentabilidade. A estratégia de focar em P&D, com o desenvolvimento de novos produtos que incorporam tecnologia e processos industriais eficientes, assim como os investimentos que vêm sendo feitos, se confirma acertada.

agosto 13, 2022

WEG investe na ampliação da fábrica de transformadores em Itajubá (MG)


*OCP News, por Pedro Leal - 12/08/2022

A WEG, com a estratégia de aumentar sua participação de mercado, anuncia novos investimentos para a ampliação e modernização da capacidade produtiva da Balteau, empresa do Grupo WEG especializada na fabricação de transformadores para instrumentos e conjuntos de medição, em Itajubá/MG.

Segundo o Diretor Superintendente da WEG Transmissão & Distribuição, Carlos Diether Prinz, este investimento é uma importante fonte de vantagem competitiva para a companhia no segmento de T&D.

"Ao final deste projeto conseguiremos um expressivo aumento da capacidade de produção da nossa linha de transformadores de corrente e potencial de medição e proteção de 72kV a 245kV. Pretendemos também dobrar a fabricação da linha de transformadores de corrente de 550kV e aumentar as áreas de montagem, tratamento dos transformadores, almoxarifado e expedição”, explica o executivo.

Com os novos investimentos a WEG pretende aumentar 1.350m2 da sua fábrica em Itajubá e equipar a área com modernos equipamentos de bobinagem, isolamento, tratamento e secagem dos transformadores. A ampliação vai gerar cerca de 50 novos empregos na unidade.

A unidade da Balteau foi adquirida pela WEG em setembro de 2021 e conta atualmente com 11.800 m² de área construída e uma equipe de mais de 400 colaboradores. A empresa é especializada em projeto, fabricação, ensaios elétricos e assistência técnica para transformadores de corrente e de potencial capacitivo até 550kV, transformadores de potencial indutivo até 145kV e conjuntos de medição até 36kV.

agosto 12, 2022

Pistola Taurus GX4 e lanterna tática Streamlight TLR-6: uma combinação de sucesso nos EUA

Pistola Taurus GX4 equipada com uma lanterna tática Streamlight TLR-6, em foto da Taurus USA

*LRCA Defense Consulting - 14/08/2022

A pistola microcompacta Taurus GX4 está sendo um grande sucesso de vendas nos Estados Unidos, especialmente como arma de backup ou de porte velado, com diversas publicações e sites especializados trazendo elogios à qualidade, precisão e robustez da arma, ressaltando ainda o seu atraente custo-benefício.

Esse fato já fez com que diversos fabricantes de acessórios tivessem a atenção despertada para a GX4, desenvolvendo e/ou adaptando equipamentos para ela.

Um deles é a ultraleve e compacta lanterna tática Streamlight TLR-6, plenamente compatível com a Taurus GX4. O acessório é composto por uma lanterna LED C4 de 100 lumens (máximo de 2.000 candelas, suficiente para cerca de 89 metros de alcance do feixe) e um laser vermelho de 640-660nm para permitir a fácil identificação de possíveis ameaças antes de agir.

A comutação ambidestra permite acessar todos os três modos de operação (lanterna, laser e ambos), sendo que estes possuem desligamento automático de 10 minutos para proporcionar economia de bateria, que têm duração de uma hora (somente LED ou combinação de LED/laser) e de 11 horas (somente laser). As duas baterias de lítio CR-1/3N podem ser substituídas enquanto a lanterna ainda está montada na pistola; portanto, não há necessidade de realizar um ajuste após a troca.

A lanterna tática Streamlight TLR-6 foi especialmente projetada para ser presa com facilidade e segurança no guarda-mato. É resistente à água na classe IPX4 (boa proteção contra respingos), bem como à queda de 1 metro de altura. 

Nos EUA, seu preço gira em torno de 100 dólares. No Brasil, o produto importado está custando cerca de R$ 1.700,00.


Vídeo produzido pela Streamlight Inc. mostrando a lanterna tática em uso na GX4



WEG fornece pacote de soluções para plataforma de produção de óleo e gás no Brasil


*LRCA Defense Consulting - 12/08/2022

Para manter o mercado de petróleo e gás aquecido e suprir a demanda desse recurso extremamente importante para a geração de energia e economia mundial, o Brasil segue com um plano de desenvolvimento dos campos de petróleo em águas profundas. Esse plano prevê a instalação de uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO) com capacidade de processamento de óleo e gás de 225 mil barris por dia e 12MMcm/d, respectivamente.

Em parceria com a SBM, líder global em energia de águas profundas, a WEG irá fornecer um pacote de soluções e equipamentos para a unidade FPSO, prevista para entrar em operação no segundo semestre de 2024.

Para esse pacote, a WEG fornecerá os principais turbogeradores de 38MVA, cerca de 40 motores de média tensão com potência nominal de até 12.565kW, inversores de frequência de média tensão, mais de 100 motores de baixa tensão e inversores de baixa tensão. Os pedidos de compra vieram de vários fornecedores de pacotes localizados em todo o mundo, mas principalmente na Itália, Estados Unidos e Brasil.

Os geradores serão responsáveis pela principal geração de energia da plataforma, e os motores e drives encarregados em acionar diversos equipamentos mecânicos rotativos na plataforma.

“Nossa equipe está extremamente orgulhosa e honrada por ser selecionada pela SBM Offshore e seus parceiros em um projeto tão importante”, afirma Elder Stringari, Diretor Internacional da WEG. Com exceção de alguns motores à prova de chamas de média tensão que são fabricados pelo centro de excelência da WEG localizado em Portugal, todo o escopo de fornecimento está sendo entregue a partir das instalações da WEG no Brasil com alto conteúdo local.

Ao passo que contribui para manter o Brasil entre os dez maiores produtores de petróleo do mundo, a WEG mantém sua expertise no fornecimento para esse setor extremamente exigente e que requer soluções e equipamentos altamente eficientes, confiáveis e com níveis altíssimos de segurança.

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