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26 janeiro, 2026

Iniciativa da ABIMDE visa organizar e estruturar indústria de drones militares no Brasil

 Entidade coordena 23 empresas em iniciativa para consolidar tecnologia estratégica nacional



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LRCA Defense Consulting - 26/01/2026

O setor de veículos militares não tripulados no Brasil deixou de ser apenas uma promessa tecnológica para se tornar uma questão de estratégia nacional. Diante desse cenário, a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE) estruturou o Comitê de Veículos Não Tripulados, reunindo 23 empresas associadas para coordenar uma agenda técnica, institucional e regulatória em um dos setores mais sensíveis da atualidade.

A criação do comitê ocorre em momento decisivo para o país. Nos últimos dois anos, as Forças Armadas brasileiras aceleraram investimentos e testes com tecnologias de drones, tanto aéreos quanto terrestres e marítimos, impulsionadas pelos conflitos internacionais que demonstraram a relevância estratégica desses sistemas.

Crescimento acelerado e desafios regulatórios
A Marinha do Brasil finalizou recentemente testes com o primeiro drone tático de ataque desenvolvido nacionalmente, equipamento produzido por militares do Corpo de Fuzileiros Navais com autonomia de 25 minutos e capacidade de neutralizar veículos e aeronaves em um raio de até cinco quilômetros.

O Exército Brasileiro, inspirado por lições aprendidas em conflitos recentes, prepara a criação de batalhões especializados em drones após participar da Conferência do Exército do Futuro na Polônia, evento que reuniu representantes de 58 países para discutir táticas e tecnologias que vêm redefinindo o combate moderno.

As aplicações militares no Brasil já abrangem os três domínios: veículos aéreos não tripulados para reconhecimento e vigilância, sistemas terrestres automatizados e veículos marítimos não tripulados para operações navais. O país atualmente opera sete modelos diferentes de drones de monitoramento, e diversos projetos nacionais avançam para incorporar capacidades de ataque e defesa.

Indústria nacional em expansão
A base industrial brasileira de defesa vem ampliando significativamente sua participação no setor. Empresas como XMobots, Aero Concepts, Stella Tecnologia, Gespi e Santos Lab desenvolvem tecnologias que equipam desde o Pelotão de Veículos Aéreos Não Tripulados do Corpo de Fuzileiros Navais até unidades da Força Aérea Brasileira.

O drone Atobá, desenvolvido pela Stella Tecnologia, com 11 metros de envergadura e 28 horas de autonomia, representa o maior drone já construído no Brasil. A aeronave recentemente passou por evolução para incluir capacidades de ataque, fruto de parceria estratégica entre a Stella e a Omnisys, subsidiária brasileira do grupo francês Thales.

O modelo nacional atende aos requisitos da consulta aberta pelo Estado-Maior do Exército para aquisição de sistemas de ataque de categoria 3, com peso máximo de 700 kg, alcance de 300 km e altitude operacional de 18 mil pés. Um diferencial competitivo do Atobá é não conter tecnologias sujeitas ao controle ITAR (International Traffic in Arms Regulations), restrição imposta pelos Estados Unidos que dificulta a autonomia tecnológica de outros países.

Agenda do comitê: regulação e autonomia
Segundo informações da ABIMDE, a iniciativa do Comitê de Veículos Não Tripulados busca organizar a atuação da indústria nacional em três frentes principais: articulação industrial entre empresas do setor, contribuição com o debate legislativo sobre regulamentação do uso militar de sistemas autônomos, e apoio à construção de políticas públicas que garantam previsibilidade, competitividade e autonomia tecnológica.

O Brasil movimenta atualmente cerca de US$ 3,7 bilhões anuais no setor de defesa e segurança, gerando aproximadamente 25 mil empregos diretos e 100 mil indiretos, segundo dados da associação. O mercado vai além de armamento e munição, envolvendo proteção balística, aeronaves, viaturas, veículos não tripulados, sistemas de comando e controle, equipamentos óticos e vigilância.

A ABIMDE, que representa mais de 240 empresas associadas, atua como legítima interlocutora da Base Industrial de Defesa e Segurança do Brasil. A entidade coordena a participação brasileira em grandes feiras internacionais do setor, como a EDEX no Egito, a FIDAE no Chile e a LAAD no Rio de Janeiro, onde tecnologias nacionais de veículos não tripulados têm ganhado destaque.

Contexto internacional e soberania tecnológica
O movimento brasileiro ocorre em contexto global de rápida transformação. Oficiais ucranianos relataram em conferência internacional que a adoção de drones representa uma ruptura equivalente à introdução da metralhadora no século 19, capaz de alterar permanentemente a forma como exércitos se movimentam e se protegem.

Países como França já planejam linhas de combate compostas apenas por drones na vanguarda, seguidos por equipes híbridas de homens e máquinas. O Brasil, ao estruturar seu comitê setorial, demonstra compreensão de que a questão ultrapassa aspectos meramente tecnológicos, envolvendo soberania nacional e capacidade de resposta estratégica.

A regularidade de investimentos emerge como desafio central. Comandantes militares alertam que projetos tecnológicos não podem ficar sem recursos por longos períodos sob risco de perder todo o desenvolvimento acumulado. A previsibilidade orçamentária torna-se, portanto, fundamental para consolidar a capacidade nacional.

Próximos passos
Com 23 empresas já integradas ao comitê, a expectativa é que a iniciativa promova maior sinergia entre desenvolvedores, acelere processos de certificação e homologação, e estabeleça padrões técnicos que facilitem a interoperabilidade entre sistemas de diferentes fabricantes.

A estruturação do Comitê de Veículos Não Tripulados pela ABIMDE sinaliza amadurecimento da indústria nacional de defesa e reconhecimento de que tecnologias autônomas e remotamente pilotadas não são mais opcionais no planejamento estratégico militar brasileiro. O desafio agora é traduzir essa articulação setorial em políticas públicas efetivas e investimentos sustentáveis que garantam ao país autonomia em área cada vez mais crítica para a segurança nacional.

25 janeiro, 2026

Embraer reforça presença no Singapore Airshow 2026 com expansão estratégica na Ásia-Pacífico

Fabricante brasileira apresenta aeronaves de ponta e anuncia série de conquistas em mercado estratégico de alta relevância

 

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LRCA Defense Consulting - 25/01/2026

A Embraer confirmou sua participação na 10ª edição do Singapore Airshow, marcada para acontecer entre 3 e 8 de fevereiro de 2026, trazendo ao evento duas de suas principais aeronaves: o jato comercial E195-E2 e a aeronave militar multimissão KC-390 Millennium. A presença da empresa brasileira no evento asiático chega em um momento de forte expansão na região da Ásia-Pacífico, onde a companhia acumula conquistas comerciais significativas e amplia sua infraestrutura operacional.

A escolha do Singapore Airshow como vitrine para suas aeronaves não é casual. Singapura funciona como centro nervoso das operações da Embraer na Ásia-Pacífico, abrigando um Centro de Distribuição Regional com mais de US$ 100 milhões em peças de reposição e um simulador E2 que oferece treinamento essencial para pilotos de companhias aéreas de toda a região.

E195-E2: eficiência e sustentabilidade nos céus asiáticos
O E195-E2 é descrito pela Embraer como a aeronave comercial mais silenciosa e com maior eficiência de combustível do mundo em sua categoria. Com capacidade para até 146 passageiros em configuração padrão, o jato representa a nova geração da família E-Jets, incorporando melhorias aerodinâmicas significativas e motores Pratt & Whitney GTF de última geração.

A aeronave tem conquistado espaço crescente no mercado asiático. A Scoot, companhia aérea de baixo custo subsidiária da Singapore Airlines, iniciou operações com o E190-E2 em 7 de maio de 2024, com voos inaugurais de Singapura para Krabi e Hat Yai, na Tailândia. Desde então, a frota de sete aeronaves E190-E2 da Scoot tem ampliado constantemente sua malha de destinos, incluindo cidades na Malásia, Indonésia, Laos, Filipinas e Vietnã.

O desempenho operacional tem sido notável. O CEO da Scoot, Leslie Thng, relatou que os jatos E190-E2 apresentaram forte demanda e resultados operacionais positivos desde seu lançamento, com as aeronaves de 112 assentos sendo utilizadas para atender rotas de curta e média distância com menor demanda de passageiros.

Virgin Australia: estreia do E2 na Oceania
A expansão do E2 na região ganhou novo impulso com a entrada em operação da Virgin Australia Regional Airlines (VARA). A primeira aeronave E190-E2 da Virgin Australia, batizada de 'Coral Bay', completou seu voo comercial inaugural em 28 de outubro de 2025, operando a rota Perth-Boolgeeda.

A Virgin Australia possui um pedido firme de oito aeronaves E190-E2, configuradas com oito assentos executivos e 92 assentos econômicos. As aeronaves foram especificamente escolhidas para substituir a frota de Fokker 100, oferecendo economia de combustível de até 30% em comparação com os modelos antigos, além de redução significativa de emissões e ruído.

Nathan Miller, executivo-geral da VARA, destacou que o E190-E2 foi desenhado para lidar com as condições desafiadoras das regiões mineradoras da Austrália Ocidental, incluindo pistas curtas, temperaturas extremas e locais remotos que exigem alta confiabilidade.

ANA: primeira operadora japonesa do E2
Em um marco histórico para a Embraer, a All Nippon Airways (ANA) e a fabricante brasileira formalizaram um acordo de compra para 15 aeronaves E190-E2, com direitos de compra para mais cinco unidades, tornando-se a primeira companhia aérea japonesa a operar aeronaves da família E-Jets E2.

As entregas começarão a partir do ano fiscal de 2028, que inicia em 1º de abril de 2028, estendendo-se até 2033. A ANA identificou que o E190-E2, com aproximadamente 110 assentos, preenche uma lacuna importante em sua frota, posicionando-se entre os Dash 8 de 74 assentos e os Boeing 737-800 de 166 assentos.

Martyn Holmes, diretor comercial da Embraer Aviação Comercial, declarou: "O E190-E2 é a aeronave mais silenciosa e eficiente em termos de combustível do mercado. O porte do jato complementa perfeitamente a frota de narrowbodies maiores da ANA."

KC-390 Millennium: avanço no segmento de defesa
Enquanto a aviação comercial consolida ganhos, a Embraer Defesa & Segurança também registra progressos significativos na Ásia-Pacífico. Em 20 de outubro de 2025, durante a abertura da ADEX 2025 em Seul, a Embraer e a Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA) da Coreia do Sul formalizaram um Memorando de Entendimento para fortalecer a cooperação em novos negócios e no desenvolvimento de oportunidades de mercado no setor de defesa sul-coreano.

O brigadeiro do ar Kang Joong-hee, diretor da Divisão de Negócios de Aeronaves da DAPA, afirmou que o MoU representa uma oportunidade para a Coreia do Sul e o Brasil irem além de uma simples relação de compra e venda, estabelecendo um modelo de cooperação mútua.

Em 2023, a DAPA selecionou o C-390 Millennium em uma licitação pública de Aeronaves de Transporte de Grande Porte para fornecer à Força Aérea da República da Coreia (ROKAF) novos modelos de transporte militar. A aeronave será especialmente configurada para atender aos requisitos da ROKAF, com serviços e suporte abrangentes.

Índia: novo escritório e ambições de crescimento
Em 17 de outubro de 2025, a Embraer inaugurou seu novo escritório em Nova Delhi, no complexo WorldMark 4, Aerocity, marcando um aprofundamento significativo do compromisso da empresa com a Índia. O evento contou com a presença do vice-presidente brasileiro Geraldo Alckmin, do ministro da Defesa José Múcio, do ministro da Aviação Civil da Índia Shri Kinjarapu Rammohan Naidu e do embaixador do Brasil na Índia.

A abertura do escritório prepara o cenário para expansão em todas as unidades de negócios da Embraer: aviação comercial, defesa, aviação executiva, serviços e mobilidade aérea urbana. O novo escritório servirá como centro de operações na Índia, desenvolvendo capacidades para capitalizar oportunidades na indústria aeroespacial e de defesa do país.

Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer, declarou que a inauguração "marca um novo e ousado capítulo para a Embraer na Índia – um mercado central para nossa visão global."

Na área de defesa, a Embraer tem apresentado o C-390 Millennium como solução para o programa de Aeronaves de Transporte Médio (MTA) da Força Aérea Indiana. Além disso, a empresa firmou um Acordo de Cooperação Estratégica com o Grupo Mahindra para impulsionar o desenvolvimento da solução C-390 Millennium para esse programa.

Parceria Adani: produção local de jatos comerciais
A estratégia da Embraer na Índia ganhou uma nova dimensão potencialmente transformadora com a parceria estratégica firmada com o Adani Group, um dos maiores conglomerados indianos, que deverá ser anunciada na próxima terça-feira (27) durante o Wings India 2026, evento que ocorre em Hyderabad entre 28 e 31 de janeiro. Segundo análise do banco JPMorgan divulgada em janeiro de 2026, este acordo pode representar um marco definitivo na história da empresa brasileira.

A parceria prevê a produção local de jatos comerciais da família E-Jets E2 na Índia, envolvendo não apenas encomendas isoladas, mas um modelo completo de fabricação em território indiano. A mídia indiana informou que a Adani Aerospace assinou recentemente um memorando de entendimento com a Embraer no Brasil, estabelecendo as bases para uma linha de montagem final que transformará a Índia em hub de produção para o mercado asiático.

O mercado indiano apresenta números impressionantes: estimativas apontam demanda potencial de cerca de 500 aeronaves regionais nos próximos 20 anos, o que representa um mercado de aproximadamente US$ 21 bilhões, considerando um preço médio de US$ 42 milhões por aeronave. Raul Villaron, vice-presidente sênior da Embraer, confirmou que a Índia precisará de 500 aeronaves com capacidade entre 80 e 146 assentos nas próximas duas décadas, justificando plenamente a instalação de uma linha de montagem local.

Impacto financeiro e estratégico
Segundo cálculos preliminares do JPMorgan, o acordo com o Adani Group poderia gerar um valor presente líquido (VPL) de cerca de US$ 700 milhões, podendo alcançar US$ 1,1 bilhão quando considerada perpetuidade. Este montante equivale a algo entre 5% e 8% do valor de mercado atual da Embraer, o que explica a reação positiva das ações EMBJ3 na bolsa brasileira após a divulgação das primeiras informações sobre a parceria.

As projeções consideram início da produção em 2028, vendas diluídas ao longo de duas décadas, crescimento gradual dos preços e expansão das margens operacionais, em linha com a maturação do mercado indiano. A Embraer já mantém presença relevante no país, com quase 50 aeronaves em operação nos segmentos de aviação comercial, executiva e de defesa.

Um diferencial importante desta parceria são os incentivos fiscais do governo indiano para aeronaves produzidas localmente, parte do programa "Make in India", que tornaria os E-Jets E2 significativamente mais competitivos frente ao principal concorrente, o Airbus A220. Estimativas indicam que os custos de manufatura aeroespacial na Índia são 30-40% inferiores aos dos Estados Unidos e 25-35% menores que no Brasil, principalmente devido a custos de mão de obra, energia e logística.

Consequências para a Embraer
A parceria Adani-Embraer representa muito mais do que uma expansão comercial; marca uma transformação estratégica fundamental no modelo de negócios da empresa brasileira. A Embraer está evoluindo de uma companhia que exporta produtos fabricados no Brasil para uma verdadeira multinacional com capacidade produtiva descentralizada em múltiplos continentes.

Esta movimentação permite à Embraer: mitigar riscos geopolíticos com produção distribuída, otimizar custos aproveitando vantagens comparativas regionais, facilitar customização e serviços pós-venda com proximidade aos clientes, e acessar mercados protegidos que exigem conteúdo local significativo.

Combinando a parceria Mahindra para o C-390 Millennium (com potencial de 40-80 aeronaves num contrato de US$ 5-8 bilhões) e a parceria Adani para os E-Jets E2 (com demanda de 400-500 aeronaves nos próximos 15 anos), a Embraer posiciona a Índia como segundo centro produtivo global mais importante depois do Brasil, potencialmente movimentando entre US$ 13-20 bilhões em negócios ao longo das próximas duas décadas.

Infraestrutura e serviços: alicerces do crescimento
A Embraer também fortaleceu sua infraestrutura de treinamento na região. A joint venture Embraer-CAE Training Services (ECTS) criou o primeiro simulador de voo completo (FFS) para o E-Jets E2 na região Ásia-Pacífico, localizado em Singapura. O simulador, instalado no Singapore CAE Flight Training Centre dentro do SIA Training Centre, oferece treinamento essencial para pilotos de companhias aéreas em toda a região.

Esse investimento em infraestrutura de treinamento demonstra o compromisso de longo prazo da Embraer com o mercado asiático, garantindo que as companhias aéreas tenham acesso local a programas de capacitação de alta qualidade.

Eve Air Mobility: o futuro da mobilidade urbana
A Eve Air Mobility, parte do grupo Embraer, também marcará presença no Singapore Airshow. Em dezembro de 2025, a Eve concluiu o primeiro voo de seu protótipo eVTOL não tripulado em escala real nas instalações de teste da Embraer, marcando o início de sua campanha de testes de voo e validando a integração de sistemas-chave, incluindo a arquitetura fly-by-wire de quinta geração e rotores de sustentação de passo fixo.

As operações de teste continuarão ao longo de 2026, expandindo progressivamente o envelope de voo à medida que a aeronave transita para o voo totalmente sustentado por asas, representando o futuro da mobilidade aérea urbana.

Perspectivas e relevância estratégica
Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer, enfatizou a importância da região: "A dinâmica região da Ásia-Pacífico é um importante motor de crescimento para a Embraer, e vemos oportunidades significativas nos setores aeroespacial e de defesa. As companhias aéreas da região consideram cada vez mais os E-Jets e o E2 como ativos estratégicos para fortalecer a conectividade em toda a Ásia-Pacífico."

A Embraer está presente na região há quase cinco décadas, desde que a primeira aeronave operou na Ásia-Pacífico em 1978. Atualmente, a frota da empresa na região abrange mais de 20 países, consolidando a Embraer como player fundamental no mercado aeroespacial asiático.

Os recentes pedidos de venda, parcerias estratégicas e expansão da infraestrutura refletem não apenas o compromisso da Embraer com a região, mas também a confiança que companhias aéreas e forças armadas asiáticas depositam nas soluções tecnológicas brasileiras. Com presença reforçada em aviação comercial, defesa, jatos executivos, serviços e mobilidade aérea urbana, a Embraer posiciona-se para capturar o crescimento robusto esperado para o mercado aeroespacial da Ásia-Pacífico nas próximas décadas.


Atividades de mídia no Singapore Airshow:

  • Conferência de imprensa da Embraer: terça-feira, 3 de fevereiro de 2026, às 14h, na Sala 3 do pavilhão principal
  • Conferência de imprensa da Eve Air Mobility: quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, às 13h, na Sala 4 do pavilhão principal
  • Visitas guiadas às aeronaves em exposição estática: 3 a 5 de fevereiro, às 15h30 (ponto de encontro: recepção do chalé da Embraer)

 

 

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