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setembro 25, 2022

Com pistolas Taurus TS9 e 1911, atiradores brasileiros conquistam pódio em Pan-Americano nos EUA


*LRCA Defense Consulting - 25/09/2022

Os experientes atiradores esportivos Alex Chang, Eurico Auler e Tamara Auler, levaram o Brasil ao pódio, apresentando excelente desempenho com a pistola Taurus Striker modelo TS9, no Pan American Handgun Championship VIII, que aconteceu em Frostproof, na Flórida (EUA), entre os dias 14 e 21 de setembro de 2022.

A competição conta com mais de 600 atletas e reúne os melhores atiradores da América Latina e do mundo, com a participação de equipes de vários países integrantes dos quadros de IPSC.

Na modalidade Production Optics Light, categoria Senior, Alex Chang foi o campeão Pan-Americano com o score perfeito, ou seja, pontuação 100/100, e Eurico Auler o vice-campeão com pontuação 94.04/100. Eurico além de competir com a pistola Taurus TS9, utilizou na ocasião munições da marca CBC.

Já Tamara Auler conquistou o 2º lugar na Production Optics, categoria Damas por equipe, junto com as atiradoras Dália Amorim, Amanda Marques e Eduarda Araujo Nunes, sendo a única competidora com uma pistola de polímero na divisão.

Eurico e Tamara são atletas patrocinados pela Taurus e pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC).

A participação dos atletas no Pan-Americano pode ser descrita como um orgulho para o Brasil. Com suas armas de fabricação nacional, eles representaram brilhantemente o país e conquistaram seu lugar no pódio.

Ideal para o tiro esportivo e desenvolvida especialmente para o uso policial e militar, a pistola TS9 possui sistema de ação com percussor lançado – Striker, mecanismo com o exclusivo sistema de segurança de dupla trava de gatilho, trava do percussor e trava de queda, que aliados ao mecanismo de disparo e design inovador, asseguram a praticidade de pronto emprego e a facilidade de manutenção.

As palavras que definem a TS9 são inovação, confiabilidade, segurança e precisão. O projeto exclusivo da pistola Striker foi desenvolvido atendendo aos mais rigorosos padrões de qualidade e segurança exigidos pelos policiais mais qualificados do mundo. A Taurus reuniu policiais brasileiros e das mais exigentes polícias ao redor do mundo e assim surgiu esta arma.

De acordo com o atleta Eurico Auler, a pistola TS9 é uma arma bem equilibrada e muito competitiva no tiro esportivo. Auler coleciona histórias de sucesso há mais de 30 anos em vários campeonatos nacionais e internacionais e é autor dos procedimentos para inclusão da TS9 no Tiro Prático, através de sua homologação na IPSC – International Practical Shooting Confederation (Confederação Internacional de Tiro Prático).

“Foi realmente formidável este Pan-Americano. Estava muito focado, conclui 24 estágios muito difíceis e terminei com uma única penalidade, um miss em um alvo móvel a jato. Já venho há mais de um ano participando de competições e treinamentos com a TS9 e isto me dá tranquilidade na certeza de que minha arma funcionará nos limites que o esporte exige. Tivemos muitos alvos de metais a mais de 15 metros, a recuperação rápida do dot, devido ao equilíbrio excepcional da TS9, foi fundamental para as pontuações altas que tive”, afirma Eurico Auler.

O atleta Luis Cesar Costa, patrocinado pela CBC, também teve um ótimo resultado na competição utilizando a pistola Taurus 1911 45 ACP e munições Magtech (marca da CBC no mercado civil internacional), sendo o vice-campeão Pan-Americano de IPSC na divisão Classic Senior.

Também de fabricação nacional, a Taurus 1911 é uma arma utilizada em diversos segmentos como esportivo, militar, policial e defesa pessoal. A arma possui cano de 128mm e mecanismo de disparo em ação simples, com cão externo e armação de aço forjado, trava manual e de empunhadura. É equipada com trilho picatinny para acoplamento de acessórios e miras em tritium.

Consideradas entre as líderes mundiais no segmento de armas e munições, a Taurus e a CBC além de oferecerem ao segmento um completo portfólio de produtos de alto desempenho e qualidade, apoiam a Confederação Brasileira de Tiro Prático (CBTP), assim como outras entidades organizadoras, incluindo Confederações, Federações e Ligas, e mais de 40 atletas em diversos campeonatos da temporada 2022, reconhecendo a grande importância desses eventos esportivos e com o objetivo de enaltecer os atletas que representaram o Brasil nesta e em outras relevantes competições internacionais e nacionais.

As empresas há anos investem fortemente em apoio ao esporte do tiro por meio de um importante programa de patrocínios com o objetivo de oferecer apoio e recursos de que as entidades e atletas necessitam para atingir seu potencial máximo. Além de seguir incentivando o ingresso e formação de novos atiradores e jovens talentos.

Outra importante iniciativa é o programa Pro Training, lançado este ano pela CBC com o objetivo de atender e valorizar os atletas confederados ativos. Mais de 5 mil atletas em todo país foram contemplados diretamente neste programa na compra de munições e insumos para treinos e competições, por meio das entidades do esporte do tiro, resultando em mais um movimento pró-esporte.

WEG entre as Melhores e Maiores de 2022


*LRCA Defense Consulting - 25/09/2022

A WEG recebeu o segundo lugar no prêmio de melhor empresa do setor de bens de capital e eletroeletrônicos do anuário Melhores e Maiores da revista Exame.

O título é resultado da pesquisa realizada pela revista, em parceria com o Ibmec, com participação do Comitê Executivo da Exame.

Como em todos os anos, a revista publica a lista das 1.000 melhores e maiores empresas do Brasil que movimentam o mercado financeiro. As empresas campeãs, que são identificadas em 22 setores da economia, despontam pelo sucesso que obtiveram na condução de seus negócios e por serem responsáveis por movimentar grande parte da economia brasileira.

A metodologia utilizada para a avaliação das empresas que participaram do anuário é baseada nos dados financeiros de 2021 e é distribuída em três critérios: resultados contábeis das empresas, crescimento dentro do segmento e responsabilidade social, ambiental e compliance corporativo (que inclui governança, responsabilidade social e ambiental e histórico).

O evento aconteceu de forma híbrida, com apresentação presencial e transmissão online. Além das categorias principais, foram contemplados os setores de cooperativas e de empresas de educação, o setor de seguradoras e o segmento de bancos.

setembro 24, 2022

Embraer prepara seus dois maiores saltos na área de Defesa

Aeronave Embraer KC-390 e UAV XMobots Nauru 1000C

*LRCA Defense Consulting - 24/09/2022 (atualizada em 25/09, às 09h40)

Com o sucesso que sua aeronave militar multitarefa C-390 Millennium está obtendo no mundo, com vendas para Portugal, Hungria e Holanda, além do interesse de diversos países, a gigante brasileira Embraer está se preparando para dar o seu maior salto na área de Defesa e Segurança.

No dia 19, a empresa anunciou que, em parceria com a americana L3Harris, será desenvolvido um “Agile Tanker” (solução de tanque aerotransportado que é otimizada para Agile Combat Employment e Joint All-Domain Command and Control) baseado no KC-390, uma opção de reabastecimento aéreo tático ágil para atender às diretrizes operacionais da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) e aos requisitos da Força Conjunta, especialmente para ambientes sob disputa.

O KC-390 Millennium é veloz, versátil e pode ser rapidamente reconfigurado para executar uma série de missões com alto índice de confiabilidade. Ao combinar a experiência da L3Harris em integrar sistemas de missão com a avançada plataforma Embraer KC-390 Millennium, ambas as empresas estão preparadas para fornecer a próxima geração de aeronaves de reabastecimento ao Departamento de Defesa dos EUA e à USAF, bem como às forças aéreas de países aliados.

Para atender aos requisitos da legislação dos Estados Unidos (“Buy American Act”), as duas empresas estão estudando a produção do programa “Agile Tanker” com montagem final nos Estados Unidos, seguida de modernização e preparação para a missão no centro de modificação da L3Harris em Waco, no Texas.

Assim, com essa associação, o objetivo explícito da Embraer fica bastante claro, sendo - nada mais, nada menos - do que disputar o maior mercado militar do mundo para esse tipo de aeronave: o dos Estados Unidos e de seus aliados.

Drones de reconhecimento, observação e combate
Os recentes conflitos bélicos no Oriente Médio, no Azerbaijão/Armênia e, principalmente, na invasão russa à Ucrânia, estão mudando radicalmente a doutrina militar no que se refere à utilização de drones (RPAS, ARP, VANT, UAV) para missões de reconhecimento, observação e combate, bem como às contramedidas para lhes fazer frente.

Em 2013, a Embraer anunciou a assinatura de uma joint venture com a Avibras para a produção de drones. Por ele, a Avibras entraria no capital social da Harpia Sistemas, uma empresa criada pela Embraer em 2011 em conjunto com a AEL Sistemas (uma subsidiária da israelense Elbit Systems, na qual tem uma participação de 25%), com o objetivo de desenvolver aeronaves não tripuladas no Brasil.

No entanto, em 2016, a Embraer decidiu encerrar as atividades dessa joint venture, afirmando que a decisão ocorreu tendo em vista o cenário de restrição orçamentária da época no Brasil e que a parceria foi dissolvida amigavelmente, ressalvando que “Devido ao fator estratégico do projeto para concepção de um SARP nacional, as empresas continuarão a desenvolver as tecnologias para atendimento futuro das demandas das Forças Armadas brasileiras e do mercado civil em um novo formato, podendo inclusive atuar em conjunto no futuro”.

Em 2020, a Embraer lançou a Eve Urban Air Mobility Solutions, Inc. (hoje Eve Holding) como uma empresa nova e independente dedicada a desenvolver o ecossistema da Mobilidade Aérea Urbana. O estrondoso sucesso da empresa após seu lançamento fez também com que a Embraer firmasse um Memorando de Entendimento (MoU) com a poderosa BAE Systems visando criar uma joint venture que reunirá as reconhecidas competências de ambas para o potencial desenvolvimento de uma variante de defesa, que terá a Eve como fornecedora da plataforma.

Além da BAE Systems, a Embraer e a Eve estão associadas a diversos e importantes grupos ligados às indústrias de defesa e de aviação, como o Thales Group, um líder global em soluções tecnológicas, serviços e produtos nas áreas de defesa, aeronáutica, aeroespacial, transporte, identidade digital e mercados de segurança.

A expertise adquirida pela Embraer desde então fez com com que a empresa se voltasse novamente para o mercado de drones militares, visando uma solução mais leve e totalmente nacional, haja vista que o drone da Harpia Sistemas era um similar melhorado do Hermes 450, UAV israelense da Elbit Systems operado pela FAB desde 2011.

Assim, no dia 20 deste mês, a Embraer anunciou a assinatura de acordo de investimento para participação minoritária na XMobots, empresa localizada em São Carlos (SP), classificada como a maior companhia de drones da América Latina e fabricante do Nauru 1000C, o RPAS CAT 2 (Remotely Piloted Aircraft System) selecionado pelo Exército Brasileiro para missões ISTAR (Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvos e Reconhecimento), pesando 150kg.

O negócio tem, como objetivos, acelerar o futuro do mercado de drones autônomos de médio e grande porte, explorar conjuntamente novos nichos de mercado e ampliar a rede de colaboração em pesquisa de novas tecnologias que tenham sinergias com as áreas de desenvolvimento tecnológico, unidades de negócio e inovação da Embraer, bem como da Embraer-X.

Iniciativas estratégicas
No entender desta Consultoria, as duas iniciativas estratégicas da Embraer visam reposicioná-la para um lugar de destaque no cenário mundial de aeronaves de Defesa, conquistando também uma fatia dos cobiçados mercados militares de aeronaves de reabastecimento e de drones de reconhecimento, observação e combate.

Caso tenha sucesso, a gigante brasileira de aviação poderá experimentar o seu maior salto na área de Defesa desde sua criação em 1969.  

Expertise tecnológica e parceiros de peso não lhe faltam...

Controlador da Taurus zera os bônus de subscrição que detinha desde 2018


*LRCA Defense Consulting - 23/09/2022

No dia 16 deste mês, em Comunicado ao Mercado enviado à Comissão de Valores Mobiliários e à B3, a Taurus Armas S.A. informou que a CBC Brasil Comércio e Distribuição Ltda., na qualidade de acionista coligada à BYK Participações S.A., controladora da empresa, dirigiu correspondência a esta informando que, no dia 15 de setembro deste ano, converteu cinco milhões de Bônus de Subscrição da Série D (TASA17) em ações preferenciais, adquirindo, em consequência, cinco milhões de novas ações preferenciais, representativas de aproximadamente 6,68% das ações preferenciais e 4,12%  do capital social total da Taurus.

Como restaram dúvidas sobre o real significado dessa aquisição, torna-se importante esclarecer, pois, que esse foi apenas o último lote dos bônus de subscrição que a CBC detinha, de um grande lote que adquiriu em outubro de 2018, quando a Taurus lançou 74 milhões de bônus em três séries.

Além da correspondência da CBC e do comunicado oficial da Taurus, a operação poderá ser confirmada no Formulário Consolidado (FC) relativo ao mês de setembro, que deverá ser divulgado pela Taurus no início de outubro, haja vista que no FC de agosto ainda constava um total de 5.010.329 de Bônus de Subscrição (TASA17) em poder do representante do Acionista Controlador no Conselho de Administração da empresa.

Na prática, essa operação traz apenas três consequências, sendo possível constatar que o Acionista Controlador:
- aumentou sua participação no capital da Taurus, como mencionado no primeiro parágrafo;
- não possui mais Bônus de Subscrição a subscrever;
- não necessitará mais vender ações PN para exercer os bônus de subscrição, como vinha fazendo desde 2021.

O lançamento das três séries de bônus de subscrição em 2018 foi feito com a finalidade de capitalizar a Taurus e diminuir o grande endividamento que possuía na época, quando recém estava iniciando o turnaround que viria a transformá-la completamente nos anos seguintes.

O encerramento desse ciclo, a acontecer no dia 05 de outubro com o fim do prazo de subscrição dos bônus da série D (TASA17), mostra que a iniciativa tomada há quatro anos foi coroada de sucessos, haja vista ter sido um dos pilares que, no bojo do turnaround realizado, possibilitaram à Taurus se tornar uma empresa lucrativa, pagadora de altos dividendos, com uma dívida totalmente equacionada e que entrega produtos com alta qualidade e tecnologias de ponta, fatos estes que a levaram a se tornar a maior vendedora de armas leves do mundo neste ano.

Drone RQ-900 Hermes, da FAB, realiza voo histórico de Santa Maria a Campo Grande


*Agência Força Aérea e LRCA Defense Consulting - 23/09/2022

A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, nesta sexta-feira (23/09), o primeiro voo de traslado de uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP), a RQ-900 Hermes, de Santa Maria (RS) a Campo Grande (MS). A distância entre os aeródromos de decolagem e pouso é de aproximadamente mil quilômetros. Até então, as missões não tripuladas conduzidas pela Força Aérea, ainda que tivessem grande alcance devido ao controle realizado por satélite, restringiam-se a decolagem e pouso sempre no mesmo aeródromo.

A operação, conduzida pelo Primeiro Esquadrão do Décimo Segundo Grupo de Aviação (1°/12° GAV - Esquadrão Hórus) e sob a égide do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), revestiu-se de grande complexidade. Isso em virtude das peculiaridades do sistema não tripulado, da suscetibilidade à meteorologia e da necessidade de múltiplas coordenações entre órgãos de controle do espaço aéreo e tripulantes, que revezaram a missão estando baseados em Santa Maria (RS), Brasília (DF) e Campo Grande (MS).

O voo histórico decolou da Base Aérea de Santa Maria (BASM), no Rio Grande do Sul (RS), às 3h05min da manhã. Uma equipe de mantenedores realizou a preparação da aeronave e os tripulantes realizaram o controle com link em linha de visada, isto é, utilizaram uma antena de solo apontada diretamente para a aeronave o que permitiu o comando remoto durante todas as fases da operação.


Na segunda etapa, uma tripulação assumiu o controle do RQ-900 a partir de Brasília (DF), desta vez por link satelital, executando a pilotagem remota até o aeródromo de Campo Grande (MS), localizado a mais de mil quilômetros de distância de Santa Maria (RS).

Já na última fase da operação, antes do início dos procedimentos de descida para pouso em Campo Grande (MS), uma tripulação local assumiu o comando da aeronave, em linha de visada, realizando um pouso suave e com segurança em Campo Grande, a Cidade Morena.

O Comandante do COMAE, Tenente-Brigadeiro do Ar Heraldo Luiz Rodrigues, destacou que o voo representou a consolidação da operação de Aeronave Remotamente Pilotada militar no Brasil, iniciada há pouco mais de uma década, pelo Esquadrão Hórus. “O traslado permitiu a redução de custos e ampliação da capacidade de pronta resposta do RQ-900 na tarefa de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (IVR)”, acrescentou o Oficial-General

Neste sentido, o Comandante do Esquadrão Hórus, Tenente-Coronel Aviador Ricardo Starling Cardoso, ressaltou, com muito orgulho, o feito inédito realizado. “Esse voo entrou para a história como um avanço na operacionalidade da FAB com relação ao emprego de sistemas não tripulados. Demonstrou a capacidade de mobilizar e reposicionar a aeronave para operar a partir de uma nova base de desdobramento e em um curto espaço de tempo”, concluiu.


Esquadrão Hórus
O Esquadrão foi criado em 2011, na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, com o objetivo de operar as Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), como também são chamados os Veículos Aéreos Não-Tripulados (VANT) na Força Aérea Brasileira, realizando missões de Controle Aéreo Avançado, Posto de Comunicações no Ar, Busca e Salvamento em Combate (C-SAR) e Reconhecimento Aéreo.

A operação de uma ARP necessita de sistemas em solo que permitem o controle, a telemetria e a recepção das imagens por meio de um sistema de enlace de dados, sendo as aeronaves comandadas por aviadores com experiência em aviões e helicópteros de combate, além de conhecimentos em missões militares e regras de controle do espaço aéreo.

RQ-900 Hermes
Em 2014 o Esquadrão passou a operar as aeronaves RQ-900 Hermes, fabricados pela empresa israelense de eletrônicos de defesa Elbit Systems, um sistema ARP avançado de grande porte, com alta confiabilidade e segurança durante as operações. Com voo totalmente autônomo, possui rápida manobrabilidade, longo alcance e tempo de voo, podendo ser configurado com diferentes versões de carga útil e sensores.

Equipada com o sensor eletro-ótico e térmico DCoMPASS, com câmera colorida de alta definição, sensor de visão infravermelha e iluminador e designador de alvos a laser, essa aeronave possui também o sistema eletro-ótico SkEye, um conjunto de 10 câmeras de alta resolução que permite a vigilância de várias áreas simultaneamente, com transmissão de dados em tempo real. O RQ-900 Hermes voa a mais de 9.000 metros de altura, tem autonomia superior a 30 horas e pode transportar uma carga máxima de 350 kg.

Elbit Systems e AEL Sistemas
A Elbit Systems é uma das líderes mundiais no segmento de defesa, atuando em projetos estratégicos das Forças Armadas Brasileiras como Gripen NG, KC-390, Guarani e SISFRON - Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras por meio de sua controlada brasileira AEL Sistemas, localizada em Porto Alegre (RS). Com tecnologias e conhecimentos avançados, infraestrutura moderna e treinamento sistemático, a AEL produz soluções de ponta, confiáveis ​​e inovadoras, com a qualidade de seus produtos e serviços credenciada internacionalmente.

O sistema de drones da Elbit é usado em muitos outros países além de Israel e Brasil, incluindo Filipinas, Suíça, União Europeia e Canadá.



setembro 23, 2022

Prefeitura de São José dos Campos e Atech firmam parceria para avaliação de tecnologia inovadora


*LRCA Defense Consulting - 23/09/2022

A Atech e a Prefeitura de São José dos Campos (SP), primeiro município certificado como Cidade Inteligente do Brasil, firmaram uma parceria com foco em ações técnicas colaborativas na gestão e monitoramento das operações de inteligência e segurança. O acordo resultará na ampliação da consciência situacional em segurança, viabilizando tomadas de decisões estratégicas e, possibilitando maior controle de riscos e otimização dos custos operacionais.

O projeto será desenvolvido tendo como base o Sistema de Gerenciamento de Incidentes, módulo da plataforma Arkhe Governance da Atech. As atividades técnicas serão realizadas no Centro de Segurança e Inteligência (CSI), da Secretaria de Proteção ao Cidadão (SEPAC).

O Sistema de Gerenciamento de Incidentes executa serviços avançados e de alto valor agregado em segurança pública. É um sistema flexível e customizável, que permite agregar dispositivos e sensores (IoT), como câmeras de vigilância e drones, possibilita integrações e proporciona uma ampla consciência situacional; capacidades necessárias para atender as demandas da segurança pública.

"É uma solução modular e expansível em capacidade, volume e serviços. Interessante para aplicações do tipo multiagência, onde o Sistema de Gerenciamento de Incidentes possibilita uma consciência situacional ampla, com a capacidade de rastreio de todos os agentes envolvidos", afirma o Presidente da Atech, Edson Mallaco.

Dentre suas capacidades principais, destacam-se ser disponibilizado em ambiente de nuvem, empregar tecnologias de IoT (Internet das Coisas), integrar dispositivos móveis, e oferecer mensageria segura (fotos e textos), dados georreferenciados (GIS), monitoramento e rastreio, dashboards e mapas temáticos, em tempo real.

"É uma parceria importante para São José dos Campos com a Atech, uma empresa de atuação em mercado nacional e internacional, presente também em nossa cidade, no Parque Tecnológico, com foco em tecnologia e inovação. Este projeto nos ajudará com novas ferramentas para continuarmos prestando o melhor serviço para a população por meio do CSI", destaca Bruno Santos, Secretário de Proteção ao Cidadão de São José dos Campos.

A parceria entre a Atech e a Prefeitura de São José dos Campos é fundamentada no “Programa de Incentivo à Inovação Científica, Tecnológica e Sustentável de São José dos Campos”, criado em 2017 pela lei N° 9.563. Este programa permite que a prefeitura receba projetos inovadores para avaliação, visando otimizar obras e serviços públicos em benefício da população.

Sobre o Centro de Segurança e Inteligência (CSI)
O CSI (Centro de Segurança e Inteligência) é um sistema de monitoramento inteligente realizado 24 horas por dia, captando imagens de toda a cidade. Suas operações foram iniciadas em 6 de abril de 2021 com mil novas câmeras inteligentes e reconhecimento facial implantadas em toda a cidade com o objetivo de garantir mais segurança e qualidade de vida à população.

Profissionais da área de segurança pública fazem o monitoramento das imagens capturadas pelas câmeras, cujas imagens ficam centralizadas no CSI, que funciona 24 horas por dia.

No CSI, as equipes da Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Defesa Civil, Secretaria de Mobilidade Urbana e Secretaria de Apoio Social ao Cidadão atuam em trabalho integrado através do programa São José Unida, que reúne as forças de segurança com o objetivo de evitar a violência e reduzir os índices de criminalidade.

Sobre a Atech

Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país.

Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, gestão de ativos, segurança digital, conexões Inteligentes, logística, sistemas de comando e controle, de instrumentação e controle, embarcados e simuladores. 

Hidrogeradores WEG são instalados em usina na Albânia


*LRCA Defense Consulting - 23/09/2022

Para levar energia renovável cada vez mais longe, a WEG investe em inovações tecnológicas que são traduzidas em soluções eficientes e sustentáveis. É dessa forma que a companhia está presente nos mais variados projetos ao redor do mundo, entre eles em parceria com o grupo Scotta, empresa com sede na Itália.

Há mais de cinco anos a Scotta demonstra confiança nas soluções WEG, incluindo seus equipamentos nos projetos em que atua, sendo uma das mais recentes aquisições três hidrogeradores para a usina hidrelétrica Seka, localizada na Albânia.

Para essa central hidrelétrica foram entregues os hidrogeradores da linha S, com potência unitária de 4.692 kVA, 6.300 V, que serão acionados por turbinas Pelton verticais.

Esse investimento representa ao cliente a segurança do retorno esperado em capacidade produtiva da usina para atender a região com energia elétrica, bem como eleva a capacidade instalada de geração no país por meio de fontes renováveis.

Com essa entrega, a WEG segue reforçando sua presença global em geração de energia renovável.

setembro 22, 2022

Taurus Armas: cenários pós-eleições presidenciais de 2022


*LRCA Defense Consulting - 21/09/2022

No dia 20, o STF formou maioria para validar as medidas liminares do Ministro Fachin nas ADIs 6119, 6139 e 6466,  que já estavam vigorando desde que foram proferidas. 

Frente ao fato - e como já era uma decisão esperada, dada às posições da maioria do STF no que diz respeito ao assunto - a Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições - ANIAM esclareceu (via Comunicado) que o conjunto de medidas atinge apenas a venda de armas de fogo de uso restrito aos CACs (por exemplo, 44 Magnum, 454 Casull, 5,56, 7,62, 223 e 300 Blackout) e torna obrigatória a comprovação da efetiva necessidade para a posse de armas (nas aquisições via SINARM), por razões profissionais ou pessoais, haja vista que, anteriormente, bastava uma declaração própria.

A ANIAM enfatiza que não foram analisadas outras questões relativas à matéria, ou seja, diferentemente do que está sendo divulgado por alguns órgãos de imprensa, a situação permanecerá igual a que vigia até ontem, com a venda de armas de uso permitido permanecendo autorizada (nos calibres, por exemplo, 9mm, 40, 45, 357 e 12), assim como as atuais quantidades de munição estabelecidas para venda. 

Uma questão importante a ser levada em conta é que as restrições impostas não retiram as armas de calibre restrito já em circulação, ou seja, seus proprietários continuarão em sua posse legalmente.

Em virtude do posicionamento do STF e de 2022 ser um ano de eleições para Presidente da República, com a possibilidade de ser eleito um político francamente contrário à questão do armamento do cidadão de bem, esta Consultoria resolveu apresentar algumas contribuições visando descortinar o futuro da Taurus Armas no caso da concretização desse novo cenário, haja vista que, se o atual Presidente for reeleito, não haverá grandes mudanças na orientação do Poder Executivo.

Turnaround sob vigência da lei antiga
Inicialmente, é relevante lembrar que o turnaround da Taurus Armas foi iniciado de 2016 para 2017, sendo fortalecido e consolidado de 2018 em diante após a chegada da atual equipe diretiva. Em consequência, a "virada de mesa" da Taurus aconteceu sob a vigência das normas ainda estabelecidas pela Lei nº 10.826/2003 (conhecida como Estatuto do Desarmamento), sendo anterior, portanto, aos decretos emitidos pelo Presidente Bolsonaro a partir de 2019. 

Com um backorder (pedidos em carteira) de 462 mil armas no final do primeiro semestre, ou seja, com quase três meses de produção já praticamente vendida, sendo 90% para o mercado externo, a Taurus, por ser uma multinacional e ter mais de 80% de sua produção voltada para o mercado internacional, está numa situação bastante confortável para encarar o cenário traçado, como tem declarado Salesio Nuhs, CEO Global da empresa, desde que, ainda em 2021, tal cenário começou a ser esboçado como uma possibilidade.

O mercado brasileiro é pequeno para a empresa, mas é sua prioridade
Com orgulho de ser uma empresa nascida e crescida no Brasil há mais de 80 anos, os consumidores brasileiros sempre foram a prioridade estabelecida pela Taurus ao traçar suas estratégias empresariais, mesmo tendo ela uma maior lucratividade no mercado externo. 

Com isso, apesar de uma demanda externa muito aquecida nos últimos três anos, fez questão de atendê-los primeiro, em detrimento do mercado internacional, onde está a quase totalidade de seu backorder. Este é um dos motivos pelos quais o mercado interno, embora represente, historicamente, somente de 12 a 15% do total de vendas (18,5% no 1S22), contribuiu com cerca de 28,6% da receita operacional líquida (armas & acessórios) do último semestre.

Planejamento estratégico firme prevê opções para a empresa
Em março de 2021, em declaração a esta editoria, o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, afirmou que "a Taurus tem um planejamento estratégico muito firme e, evidentemente, nesse planejamento estratégico, pela natureza de seu produto, são consideradas possíveis alterações no mercado e nas questões políticas, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, que é o maior mercado da companhia. O mercado brasileiro é pequeno para a Taurus. Com isso, essas alterações políticas [as possibilidades, na época, de Lula concorrer e vencer nas eleições de 2022, e a ingerência do STF] não mudam os resultados financeiros da empresa". 

Salesio completou dizendo que "Evidentemente, o que pode mudar é a questão do direito do cidadão de possuir uma arma para a legitima defesa, mas isso não chega a impactar financeiramente a empresa".

Em agosto de 2021, em entrevista ao InfoMoney, o CEO da Taurus foi bastante claro:  “Se tivermos um revés na questão política, o mais grave será o cerceamento do direito democrático de comprar arma de fogo. Em 2005 tivemos uma vitória [63,94%] em referendo a favor das armas, que não foi democraticamente respeitada.”

Em relação aos negócios da empresa, foi categórico: “É inconveniente ter uma fábrica de armas em um país anti-armas, mas em resultado isso não nos preocupa. Toda a nossa produção seria mandada para o exterior se houvesse uma proibição total.”

Cenário adverso a partir de 2023?
A Taurus vendeu 1 milhão de armas no 1º semestre de 2022. Foram 770 mil para os EUA e 52 mil para o resto do mundo, no total de 822 mil, comercializadas em dólar. Para o Brasil foram 186 mil armas, comercializadas em reais.

As armas de calibres restritos, que tiveram a venda proibida a CACs pelo STF, representam apenas 3% do faturamento da empresa, sendo que seus consumidores, na grande maioria, são dos Estados Unidos, conforme matéria publicada ontem (21) no portal TradeMap.

No cenário em que haja uma vitória de Lula e a consequente manutenção de um STF com a orientação majoritária atual, CACs e outras categorias seguiriam comprando, pois continuam "de uso permitido" as armas com calibres 9mm, 12, .357 Magnum, .40, .44 e .45, que são os mais comuns no Brasil. 

As Polícias, Guardas Municipais e integrantes das Forças Armadas e da polícias também continuariam comprando, inclusive as armas de calibres restritos, pois não sofreram nenhuma restrição.

Em tal cenário, uma possível queda nas vendas internas poderia ser compensada facilmente com aumento do esforço de vendas nos EUA e em outros países, como na Índia a partir de janeiro de 2023, quando a unidade fabril nesse país entrará em operação. 

Para tanto, entre outras medidas e além da exportação direta de produtos acabados, o planejamento estratégico da empresa prevê o estabelecimento de um hub de produção de peças e componentes (kits) no Brasil, que serão enviados às unidades fabris dos EUA e da Índia, onde serão utilizados para a montagem das armas que receberão o Made in USA ou Made in India, conforme o caso.

Prevê ainda a possibilidade de dobrar a capacidade produtiva da fábrica americana, haja vista que esta tem espaço físico para crescer muito. Possibilidade similar poderá ser concretizada também na Índia, pois lá se encontra o maior e mais inexplorado mercado mundial para armas leves, e a Taurus almeja ser um dos grandes players desse mercado.

Uma outra opção possível é a transferência estratégica de linhas de montagem do Brasil para os EUA e/ou para Índia, assim como já aconteceu com uma da TS9 e outra da G2c em 2020 para os Estados Unidos, o que pode ser feito em um prazo curto, se for o caso.

Conclusões
Caso se imponha esse cenário restritivo, limitando (em maior ou menor grau) os produtos disponíveis ao mercado interno (armamento, munições e acessórios), o robusto desempenho da Taurus não será atingido. 

Os grandes prejudicados serão os consumidores brasileiros, tanto os CACs como os demais cidadãos de bem que terão seu direito à legítima defesa não respeitado (mais uma vez), enquanto veem criminosos de todo o tipo se armarem e atentarem livremente contra sua segurança, de sua família e de seu patrimônio.

De igual forma, também serão prejudicados os milhares de proprietários e trabalhadores nas lojas, clubes e demais empresas do setor atingidas, que poderão perder seus negócios ou seus empregos. 

Perderá também a economia de municípios e estados, seja pela diminuição de receita com impostos e divisas, seja por terem que arcar com novos custos sociais e de saúde para com os desempregados.

Quanto à Taurus, bastará à empresa colocar em execução o seu planejamento estratégico para a situação e se voltar, nova e primordialmente, ao mercado internacional, direcionando para este a maior parte de seus produtos e/ou transferindo outras linhas de montagem para as unidades dos EUA e da Índia.

Ao fim e ao cabo, é possível estimar que, em qualquer que seja o cenário, a empresa tenderá a continuar crescendo e apresentando números expressivos de vendas e receitas, semelhantes aos verificados nos últimos anos, haja vista que o mercado internacional tem condições de absorver o que não puder ser comercializado no Brasil.

Lançamento de míssil naval brasileiro inicia nova fase do Projeto MANSUP


*Agência Marinha de Notícias - 21/09/2022

Na última terça-feira (20), a Marinha do Brasil (MB) lançou com sucesso, pela quarta vez, o Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP). Ocorrida na região ao sul de Cabo Frio (RJ), a operação contou com a participação das Fragatas “Constituição” e “Liberal”. O lançamento marcou o início da fase de qualificação do míssil e possibilitou testar alguns subsistemas já em sua versão final de produção. Novos lançamentos de qualificação ainda estão previstos antes do início da produção do MANSUP.

Para o Diretor de Sistemas de Armas da Marinha, Vice-Almirante Marco Antonio Ismael Trovão de Oliveira, a fase está avançando conforme o planejado. “Na etapa anterior foram testadas, por meio do lançamento de três protótipos, as soluções de engenharia adotadas para que o míssil atendesse aos requisitos estabelecidos. Na etapa atual, estão sendo testados os subsistemas já aperfeiçoados, o que garantirá que o míssil seja fabricado com a melhor tecnologia disponível, adicionando maior robustez e eficiência ao produto, e atendendo a todas as condições impostas inicialmente”.


O Almirante Trovão acrescentou que no primeiro lançamento também foi realizada nova avaliação do desempenho do motor-foguete e do efeito dos ajustes no software de controle do míssil, tendo como base os resultados dos lançamentos anteriores. “Na ocasião, foi testado também o novo sistema de telemetria, agora com maior alcance, ângulo de visada mais amplo e mais resistente às condições meteorológicas”.

Segundo Robson Duarte, da empresa Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico (SIATT), que é Gerente do Programa do MANSUP, outro grande avanço em relação aos lançamentos anteriores foi a utilização do novo Console Lançador de Míssil (CLM). “Quando a Marinha do Brasil decidiu investir no desenvolvimento do MANSUP, foi imposto o requisito que o míssil fosse totalmente compatível com os lançadores e consoles existentes em seu estoque. Hoje, além do míssil, a SIATT está nacionalizando toda a infraestrutura de lançamento. Desta forma, uma nova janela de oportunidades se abre, havendo a possibilidade de revitalizar navios antigos que estejam com seus consoles inoperantes, como também a instalação de todo um sistema de lançamento nacional em novos navios”.

Um outro requisito estabelecido pela MB foi a utilização de componentes designados como “ITAR Free”, ou seja, livres de embargos (limitação de compra e venda de determinados componentes críticos para operações de área de defesa e aeroespacial). Segundo Robson isso foi possível “com o uso de tecnologia nacional e componentes ITAR free. Com isso a Marinha e o Brasil alcançaram um grau de autonomia conquistado por pouquíssimos países no mundo”.

O Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante de Esquadra José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, ressaltou a relevância do desenvolvimento de um projeto como esse, destacando “que todos os engenheiros e técnicos envolvidos no Projeto MANSUP são brasileiros, formados nos diversos centros acadêmicos do Brasil. A tecnologia empregada no projeto é desenvolvida por brasileiros e todos os recursos empregados são investidos dentro do País. O MANSUP permitirá a Marinha contar com um armamento eficaz no prazo e na quantidade que se fizer necessária, contribuindo para a defesa dos interesses nacionais e de nossa soberania na Amazônia Azul”.

Além da Fragata “Constituição”, que foi o navio lançador, participaram da operação: a Fragata “Liberal”, como navio assistente; a aeronave UH-12 “Águia” 87, responsável pela telemetria  (tecnologia que permite a medição remota e em tempo real dos parâmetros necessários para avaliar o funcionamento e o desempenho do míssil); e as aeronaves UH-12 “Águia” 82 e P-3, para limpeza de área.



Míssil Rafael Spike-LR2 é apresentado no COTER


*LRCA Defense Consulting - 22/09/2022

Em 20 de setembro, o Comando de Operações Terrestres (COTER) do Exército Brasileiro promoveu uma apresentação do míssil Spike-LR2 pela empresa Gehr International, representante, no Brasil, da Rafael Defense Advanced Systems.

A Rafael, empresa israelense que desenvolve o projeto, descreve o Spike-LR2 como um míssil de 5ª geração, integrado em mais de 40 plataformas diferentes em todo o mundo, como, por exemplo, veículos leves sobre rodas, veículos blindados e plataformas aéreas. O míssil já vem sendo empregado por 14 países da OTAN, bem como por vários outros países.


Participaram da apresentação o Subcomandante de Operações Terrestres, General de Divisão Édson Skora Rosty, além de representantes das empresas envolvidas, do Estado-Maior do Exército, dos comandos militares de área, de diversos órgãos de direção setorial, de órgãos de assistência direta e imediata ao Comandante do Exército e do Centro de Doutrina do Exército.

O evento proporcionou a abordagem das características táticas, técnicas e de simulação do armamento, em fase de obtenção pelo Exército Brasileiro, e que mobiliará as frações anticarro da Força Terrestre.

O Spike LR2 é um míssil eletro-óptico de 5ª geração, multiplataforma e multimissão de última geração, com alcance útil de 5,5 km.



*Com informações do COTER.

Embraer e portuguesa GMV assinam MoU para desenvolvimento tecnológico


*LRCA Defense Consulting - 22/09/2022

A Embraer e a GMV, de Portugal, assinaram um Memorando de Entendimento para cooperação nas áreas de desenvolvimento e integração de sistemas para produtos e serviços de defesa, principalmente no âmbito do programa da aeronave A-29 Super Tucano. O Memorando inclui ainda potenciais parcerias em processos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, com o objetivo de ampliar o relacionamento comercial de longo prazo entre as empresas durante as fases de concepção, design, desenvolvimento, produção e suporte.

Novos negócios, desenvolvimento e integração de sistemas de navegação, de Aviônicos Modulares Integrados (Integrated Modular Avionics, IMA, na sigla em inglês) e de software também estão na pauta das duas empresas, que pretendem trocar informações sobre suas experiências, capacidades, produtos, sistemas e serviços. Especificamente na área de pesquisa e desenvolvimento com foco em IMA, a relação entre as empresas tem mais de 15 anos, incluindo projetos no âmbito da União Europeia.

A Embraer tem um compromisso estratégico de longo prazo com Portugal no desenvolvimento de seu ecossistema aeroespacial e de defesa, permanecendo como o país onde a empresa mais investe na sua capacidade industrial fora do Brasil.

O exemplo mais recente foi um investimento de 74 milhões de euros na OGMA S.A., permitindo à empresa obter a certificação para a manutenção dos motores GTF da Pratt & Whitney, utilizados pela nova geração de aviões comerciais. Este acordo irá criar 300 postos de trabalho e poderá triplicar o volume de negócios anual da OGMA para 600 milhões de euros, refletindo também o interesse da Embraer em ampliar o escopo de suas atividades em Portugal e agregar, assim, valor à economia local.

Em linha com essa estratégia, diversas iniciativas foram lançadas este ano, incluindo a assinatura de um Memorando de Entendimento com idD Portugal Defence e a ETI para a cooperação em desenvolvimento tecnológico em suas áreas de especialidades. Com os projetos em desenvolvimento, a Embraer irá trabalhar com seus parceiros na definição de prioridades estratégicas para a Defesa em Portugal, incluindo treinamento avançado, desenvolvimento de tecnologias de dupla utilização e transformação digital.  

Sobre a GMV
A GMV é um grupo empresarial privado de tecnologia fundado em 1984 e que opera em escala mundial nos seguintes setores: Aeroespacial, Defesa e Segurança, Cibersegurança, Sistemas Inteligentes de Transporte, Automobilístico, Saúde, Telecomunicações e TI para autoridades governamentais e grandes corporações. Em 2021, teve receitas superiores a 260 milhões de euros. Trabalhando com uma equipe de mais de 2.500 pessoas, a empresa agora administra subsidiárias na Espanha, EUA, Alemanha, França, Polônia, Portugal, Romênia, Reino Unido, Holanda, Bélgica, Malásia e Colômbia. Setenta e cinco por cento do seu faturamento vem de projetos internacionais nos cinco continentes. A estratégia de crescimento da empresa é baseada na inovação contínua.

setembro 20, 2022

Indústria de armamento e munições esclarece sobre votação no STF


*LRCA Defense Consulting - 20/09/2022

Em razão de dúvidas geradas no setor em relação à votação em andamento no STF, a Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições - ANIAM esclareceu hoje (20), por meio de comunicado, "que apenas estão sendo apreciadas as recentes liminares proferidas pelo Ministro Fachin nas ADIs 6119, 6139 e 6466, que já estão vigorando.

Assim, estão em discussão, basicamente, a venda de armas de fogo de uso restrito aos CACs (por exemplo, 44 Magnum, 454 Casull, 5,56, 7,62, 223 e 300 Blackout) e a comprovação da efetiva necessidade para a posse de armas (aquisição SINARM), que anteriormente bastava a declaração, e agora necessita a comprovação da efetiva necessidade".

O comunicado prossegue afirmando que "Não estão em análise outras questões. Desta forma, mesmo que comprovadas as liminares, a situação permanecerá igual a atual, a venda de armas de uso permitido permanecerá autorizada (por exemplo, 9mm, 40, 45, 357 e 12), assim como as atuais quantidades de munição estabelecidas para venda (5 mil unidades de uso permito e mil unidades de uso restrito para CACs, 600 unidades para integrantes e 200 unidades para civis)".

Oferta da Embraer à Croatia Airlines é “difícil de recusar”

*EX-YU Aviation News - 20/09/2022

A Embraer está confiante de que pode garantir um pedido da Croatia Airlines para substituir toda a sua frota de seis turboélices Dash 8 e sete aeronaves da família Airbus A320, dizendo que a oferta que preparou para a companhia aérea é “muito difícil de recusar”. 

Embora a Embraer e a Airbus tenham apresentado suas aeronaves à transportadora há exatamente um ano - Embraer, seu jato E2 e Airbus, seu A220 - a fabricante de aviões brasileira diz estar preparada para substituir a frota da Croatia Airlines dentro de dezoito meses após garantir um pedido.

“Desde o dia em que apresentamos nossa aeronave em Zagreb, estamos à disposição da equipe da Croatia Airlines. A Embraer é especialista neste segmento do mercado de aviação e acreditamos que a melhor solução para a Croatia Airlines seria alinhar sua frota com a mesma família de aeronaves avançadas de nova geração", disse o presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, Arjan Meijer, ao diário Jutarnji List.

O fabricante do avião ofereceu um bom negócio à Croatia Airlines se conseguir um pedido. “A Embraer fez uma oferta difícil de recusar. Em princípio, não divulgamos o valor. O que posso dizer é que nossa aeronave geraria um lucro operacional significativamente maior na rede da Croatia Airlines, devido à sua base de custos significativamente menor. O cálculo dessa vantagem em um período de dez a quinze anos de voo equivale a vários milhões de dólares por aeronave. Estou convencido de que podemos traduzir nossos custos de produção mais baixos em uma oferta muito melhor para a Croatia Airlines, economizando milhões ao país”, disse Meijer. Ele acrescentou: “Além disso, a Embraer compensaria qualquer diferença financeira que a Croatia Airlines pudesse ter devido ao pedido anterior não atendido da Airbus".

O Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Embraer, Cesar Pereira, disse anteriormente ao EX-YU Aviation News: “A família de aeronaves E2 permitiria à Croatia Airlines aumentar significativamente a eficiência operacional e reduzir custos, reduzindo as complexidades que as companhias aéreas normalmente têm se operarem mais de um tipo. Isso inclui áreas como treinamento de tripulação, programação, manutenção e operações. O resultado geral de voar em uma frota de tipo único é reduzir custos e melhorar o desempenho financeiro da companhia aérea”. 

Ele acrescentou: “A família E2 é composta por três membros da família, de noventa a 146 assentos, o que oferecerá à Croatia Airlines grande flexibilidade para operar a capacidade ideal em sua futura rede. A Embraer está em estágios avançados de lançamento de uma aeronave turboélice de última geração, construída com o design e conforto do E2. Uma vez lançada, esta aeronave pode ser um concorrente formidável para a Croatia Airlines em mercados mais finos e curtos, onde o Q400 está operando hoje”.

Embraer anuncia investimento na XMobots, empresa que produz o primeiro drone brasileiro que será armado com mísseis


*LRCA Defense Consulting - 20/09/2022

A Embraer anunciou hoje a assinatura de acordo de investimento para participação minoritária na XMobots, empresa localizada em São Carlos, interior de São Paulo, classificada como a maior companhia de drones da América Latina. A transação será realizada via fundo de investimentos cuja quotista única é a Embraer, com opção de aporte adicional futuro. A conclusão está sujeita ao cumprimento de condições e obtenção de aprovações usuais a este tipo de transação.

O negócio tem o objetivo de acelerar o futuro do mercado de drones autônomos de médio e grande porte, exploração conjunta de novos nichos de mercado e ampliar a rede de colaboração em pesquisa de novas tecnologias que tenham sinergias com as áreas de desenvolvimento tecnológico, unidades de negócio e inovação da Embraer, bem como a Embraer-X.

“Nossa estratégia de investimento e operações de capital de risco têm forte ênfase na inovação e parcerias, que são pilares do nosso plano de crescimento para os próximos anos”, disse Daniel Moczydlower, Head de Inovação da Embraer e Presidente e CEO da Embraer-X. “Iniciativas como essa são fundamentais para alavancar ecossistemas, valorizar o conhecimento e reconhecer empreendedores que geram negócios com potencial de crescimento exponencial e criação de alto valor para a sociedade”.

Com uma equipe engajada e criativa, a XMobots nasceu com a missão de desenvolver o mercado de robôs móveis e ajudou a tornar os drones uma realidade cotidiana para os mercados de Agricultura de Precisão e Geotecnologias no Brasil e América Latina.

“Este engajamento resulta em inovações como plataformas provedoras de serviços com drones, tecnologias híbridas de propulsão e potência, inteligência artificial de análise de imagens, e principalmente em certificações aeronáuticas”, disse Giovani Amianti, fundador e CEO da XMobots. “Com este investimento conseguiremos caminhar juntos no desenvolvimento de tecnologias que consolidarão os robôs aéreos autônomos e aceleraremos as soluções para os mercados de Geotecnologias, Agro, Ambiental, Inspeção, Defesa e Segurança Pública, Logística e Mobilidade Urbana que são pontos de convergência entre XMobots e a Embraer.”

A partir da conclusão da transação, as empresas pretendem trabalhar de forma conjunta na criação de memorandos de entendimento relacionados à atuação em mercados Civis e de Defesa & Segurança.

A parceria está apoiada nos mais de 50 anos de história e experiência da Embraer em desenvolver, certificar, fabricar, comercializar aeronaves e oferecer serviços pós-venda.

Sobre a XMobots
Presente no mercado desde 2007, a XMobots é a principal empresa de Drones da América Latina, classificada como a 14ª maior empresa de drones civis do mundo pela Drone Industry Insights, consultoria global referência em pesquisas sobre o mercado de drones. A XMobots é especializada no desenvolvimento e fabricação de drones VTOL de alto desempenho e de tecnologias correlatas, como sensores multiespectrais, sensores optrônicos giroestabilizados, softwares de análise de dados baseados em Inteligência Artificial, plataforma provedora de serviços com drones, entre outras.

Com cerca de 200 funcionários, entre os quais mais de 60 engenheiros na pesquisa e desenvolvimento, a empresa possui uma atuação consolidada na venda de drones e serviços para mercados como Agricultura, Geotecnologias, Defesa e Segurança, além de desenvolver novos projetos para o setor Logístico e de Mobilidade Urbana. As atividades da XMobots abrangem 100% do território nacional e países da América Latina e África.

Drone Nauru 1000C selecionado pelo Exército Brasileiro para missões de Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvos e Reconhecimento.

Em maio de 2022, a XMobots, a empresa de drones nº 1 na América Latina, e a MBDA, a maior empresa de mísseis da Europa, assinaram um MoU (Memorando de Entendimento) para trabalhar em conjunto na prova de conceito para a integração do míssil ENFORCER no RPAS Nauru 1000C.

O Nauru 1000C é o RPAS CAT 2 selecionado pelo Exército Brasileiro para missões ISTAR (Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvos e Reconhecimento), pesando 150kg.

O míssil ENFORCER é um sistema de armas leves guiadas de nova geração, pesando cerca de 7kg e fornecendo a capacidade de derrotar uma ampla variedade de alvos leves e ligeiramente blindados, incluindo veículos de movimento rápido e alvos protegidos.

De acordo com Giovani Amianti, CEO da XMobots, além das atividades de prova de conceito, o MoU também traz a oportunidade de cooperação industrial e projetos de compensação com a indústria brasileira.

“A XMobots sempre se destacou no mercado de drones civis e por suas certificações ANAC (CAA brasileira), tornando-se a única empresa de drones com RPAS certificadas pela ANAC a voar acima de 400 pés (aproximadamente 122 metros) ou BVLOS (Beyond Visual Line-Of-Sight - Além da linha de visão) em um alcance de 30 km. A entrada no mercado de Defesa em 2019 trouxe o objetivo de atender demandas recorrentes das Forças Armadas Sul-Americanas. Essa parceria com a MBDA consolida nossa capacidade tecnológica, colocando o Brasil em um grupo diferenciado de países que desenvolvem e produzem drones armados”, explica Amianti.

“Um ponto relevante é o fato de o ENFORCER ser o primeiro míssil a ser integrado a um drone brasileiro, o que resultará em uma disrupção tecnológica no mercado de drones armados de baixo custo, já que os mísseis RPAS Nauru 1000C e ENFORCER são significativamente pequenos e leves, e ambos apresentam melhor relação custo-benefício”, elogia Amianti.

Patrick de La Revelière, vice-presidente da MBDA para a América Latina, disse: “Estamos muito satisfeitos em estabelecer formalmente nosso novo relacionamento com a XMobots. Este MoU demonstra mais uma vez nosso compromisso com parcerias de longo prazo com a indústria brasileira. Por meio da cooperação industrial, a MBDA continuará fortalecendo nossos laços com organizações brasileiras para criar tecnologias de primeira classe para as Forças Armadas Brasileiras, após projetos anteriores de transferência de tecnologia bem-sucedidos no Brasil. Estamos ansiosos para trabalhar com a XMobots, aprofundando assim nosso relacionamento estratégico para o futuro.”

A MBDA é o único grupo de defesa europeu capaz de projetar e produzir mísseis e sistemas de mísseis que correspondem a toda a gama de necessidades operacionais atuais e futuras das três Forças Armadas (terrestre, naval e aérea). A MBDA é de propriedade conjunta da Airbus (37,5%), BAE Systems (37,5%) e Leonardo (25%), e atualmente fornece às Forças Armadas Brasileiras mísseis de defesa aérea de curto alcance Mistral, todas as três versões do míssil antinavio Exocet e os sistemas de defesa aérea Sea Ceptor, entre outros, no programa de fragatas classe Tamandaré. A MBDA também se orgulha de oferecer mísseis de classe mundial, como Meteor, Brimstone e ASRAAM, entre outros, para aeronaves de combate.

Montagem dos drones da XMobots

Sobre a Embraer-X
A Embraer-X é uma incubadora e agente de inovação da Embraer que transforma ideias em negócios inovadores. Sediada na Costa Espacial da Flórida em Melbourne, EUA, com escritório no Brasil e Holanda, tem o objetivo de estruturar novos negócios de alto retorno para expandir o mercado global da Embraer e evitar disrupções, combinando agilidade e adaptabilidade com a expertise em soluções complexas para alavancar o ecossistema de mobilidade multimodal e integrada.

setembro 19, 2022

Taurus é indicada ao Prêmio Reclame Aqui 2022 pelo 3º ano consecutivo

 


*LRCA Defense Consulting - 19/09/2022

Com foco total em excelência no atendimento aos clientes, a Taurus, Empresa Estratégica de Defesa e uma das maiores fabricantes de armas do mundo, foi indicada ao Prêmio Reclame Aqui 2022 pelo 3º ano consecutivo.

Na edição de 2021, a empresa conquistou a premiação na categoria “Armas, munições e acessórios”, em que concorre este ano também.

A fase de votação popular acontece entre os dias 1º de setembro e 18 de novembro. Os consumidores podem votar pelo link www.reclameaqui.com.br/premio/votacao

Nova era de relacionamento com os clientes

A indicação demostra mais uma vez o destaque da marca no mercado entre as empresas com as melhores reputações e experiências do cliente. A premiação é considerada a maior no que se refere a atendimento no Brasil.

O reconhecimento é consequência do aprimoramento constante do atendimento aos clientes e do trabalho em equipe na Taurus, com um grande comprometimento dos seus gestores e funcionários com a nova fase da companhia.

Nos últimos anos, a Taurus entrou em uma nova era de relacionamento com os clientes. A empresa focou em proporcionar uma melhor experiência aos consumidores e em ter uma relação mais próxima e transparente. Investiu em treinamentos, visando padronizar o atendimento, e em automatização, possibilitando ampliar a capacidade do atendimento e um retorno mais eficaz em todos os seus canais de comunicação.

Taurus promoveu a maior reestruturação de sua história
Além disso, a Taurus promoveu a maior reestruturação de sua história, redesenhando sua gestão, adotando processos operacionais eficientes e robustos, tendo como alvo a contínua melhora na qualidade dos seus produtos e no apoio e satisfação dos clientes. Reforçou a sua área de engenharia, criando o Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/EUA (CITE), o que garantiu mais agilidade no desenvolvimento de novos produtos e uma melhor relação custo-benefício, com o objetivo de atender as demandas dos consumidores. Investiu em novos produtos e equipamentos, com o desenvolvimento de mais de 900 novos SKUs (Stock Keeping Unit - neste caso, são novos produtos ou novos modelos de um produto já existente) e aquisição de novos maquinários de última geração para aumentar a capacidade produtiva e agregar ainda mais qualidade, tecnologia e inovação às armas que produz.

Realizou também investimentos em pesquisa & desenvolvimento e firmou parcerias inéditas com renomadas instituições de ensino que atuam em linha com as mais avançadas soluções tecnológicas do mundo. A companhia foi pioneira no desenvolvimento e comercialização da primeira arma com grafeno no mundo, marcando o início da 3ª geração de pistolas. E não parou por aí. Segue investindo em pesquisas de novas tecnologias, como a aplicação de nano partículas de Nióbio, aplicação de DLC (Diamond Like Carbon) e desenvolvimento de polímeros com fibras longas.

Empresa tem nota 9.1 no Reclame Aqui, com um índice de solução de 95,3%
A atuação estratégica da nova gestão da Taurus desde 2018 permitiram a empresa conquistar importantes resultados. Atualmente, a Taurus tem nota 9.1 no Reclame Aqui, com um índice de solução de 95,3%. Nos últimos 6 meses (período de 01/03 a 31/08), a empresa respondeu cada uma das reclamações e, desse total, 91,7% dos clientes voltariam a fazer negócios com a empresa. A companhia está no ranking entre as 20 empresas com os melhores índices de "Voltar a Fazer Negócios" e mantém, desde 2019, o selo de excelência no atendimento do site Reclame Aqui.

A Taurus segue com a estratégia que envolve crescimento, tecnologia, inovação, aumento de produção e de eficiência, assim como também transparência e proximidade com seus consumidores e parceiros, com o objetivo de manter sua posição como a maior empresa de armas leves do mundo.

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