Pesquisar este portal

Mostrando postagens com marcador energia nuclear. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador energia nuclear. Mostrar todas as postagens

18 junho, 2022

Governo destaca a retomada do Programa Nuclear Brasileiro

Angra 3

*Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares - 09/06/2022

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República lançou uma cartilha ressaltando a importância do setor nuclear brasileiro, tanto para a geração de energia como de negócios.

Entre os destaques, estão a retomada da produção de urânio no país e seus impactos, como a geração de empregos, a expectativa de injeção de R$ 76 milhões na economia e o uso na propulsão de submarinos.

Vítima de muito preconceito e desinformação, o setor nuclear representa oportunidade econômica e, principalmente, uma alternativa energética altamente eficiente e mais limpa do que outras opções.

As usinas nucleares brasileiras geram energia para abastecer 3 milhões de pessoas. O setor é um pilar da estratégia de desenvolvimento sustentável e de descarbonização da matriz energética.

A retomada da produção de urânio no Brasil alavanca também o setor tecnológico. Com o crescimento do setor, o Brasil torna-se mais autossuficiente e independente, elevando-se também no cenário global.




 

01 março, 2022

O Brasil não pode virar a Ucrânia amanhã

 


*Jovem Pan, por Jorge Serrão - 28/02/2022

Tempos esquisitos. Só se fala de “guerra”. A invasão da Ucrânia pela Rússia “rouba” a atenção. De repente, igual ao que aconteceu com a Covid, surgem “especialistas” por todos os lados. Muita bobagem veiculada na mídia tradicional e muita besteira circulando nas redes sociais. Sorte que algumas análises certeiras prevalecem.

Uma delas, bem resumida, foi postada pelo General de Exército na reserva Maynard Marques de Santa Rosa, ex-Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (gestão Jair Bolsonaro): “Estamos assistindo ao colapso da Ucrânia e à  impotência ocidental. A truculência russa mostra que o mundo mudou. Formam-se, no mínimo, dois blocos de poder: o Ocidente (em declínio) e o Euroasiático. O vácuo que surge é uma grande oportunidade para o Brasil”.

No alvo.

A dimensão do verdadeiro conflito global em andamento
Estrategistas têm obrigação de compreender a dimensão do verdadeiro conflito global em andamento. A real disputa hegemônica é entre a visão e prática da Economia Planificada (cujos expoentes são a China e a Rússia) versus a Economia de Mercado (Estados Unidos e países desenvolvidos da Europa).

No meio dessa batalha global (ou globalitária), como ferramenta de ilusionismo, aparecem as disputas ideológicas. Tudo jogo de aparência para desviar a real razão da disputa de poder: a conquista e manutenção da hegemonia política/econômica. Nações que têm soberania plena (leia-se, bomba atômica) conseguem fazer qualquer ameaça ou bravata em tempos beligerantes. O resto assiste bestificado, sofre diretamente ou, pior, paga a conta dos conflitos e guerras intermináveis. A indústria bélica lucra descaradamente. O paradoxo: a economia entra em pleno emprego de fatores. Aí surgem as “oportunidades”.

Corrida armamentista e a Amazônia Brasileira
Muitos conflitos e guerras vão estourar em diferentes partes do Planeta Terra. Os brasileiros precisam agir com cautela diante de uma grande corrida armamentista que começa a virar realidade. O Brasil precisa acordar para um debate sobre o emprego da energia nuclear. O assunto não pode ser tabu, por imposição dos globalistas ou por omissão da classe política brasileira. É relevante ressaltar que nenhum país sem “bomba atômica” está livre de sofrer “intervenções” (ou invasões) das nações com poder de ação e dissuasão nuclear.

Vale recordar que, em 2021, a ONU liderou uma verdadeira cruzada contra a soberania do Brasil na Amazônia. Foi colocada em votação uma resolução internacional sobre a região – que seria, na prática, “internacionalizada”. Curiosamente, foi o poder de veto da Rússia no Conselho de Segurança que livrou o Brasil dessa investida globalista. Daí se consegue entender, agora, que o governo federal tenha declarado a “neutralidade” do Brasil no conflito Rússia x Ucrânia.

O Brasil não pode ser uma Ucrânia amanhã
Historicamente, temos problemas estruturais. O problema essencial é que não conseguimos formular um Projeto Estratégico de Nação. Parecemos um eterno Titanic, que uma hora vai afundar, mas que tem uma boia mágica que atrasa o desastre inevitável. Na realidade, somos uma rica colônia de exploração, mantida artificial e metodicamente na miséria dependente.

Não podemos nos resumir ao papel de exportador de commodities. Não merecemos sobreviver reféns ou sob controle de uma oligarquia feudal, promotora do regime do Crime Institucionalizado, se locupletando das benesses estatais (dinheiro dos pagadores de impostos). Felizmente, a maioria da população, que sempre se mostrou impotente, agora começa a esboçar ações e reações para conquistar soberania.

Temos “guerras” a resolver aqui
Por isso, é fundamental que todos compreendam que temos “guerras” a resolver aqui, no “Togaquistão”. Nosso inimigo local e real é a Cleptocracia, seu Mecanismo e sua Juristocracia. Tudo com influência direta do Narconegócio.

No momento, alimentar polêmicas inúteis e equivocadas sobre o conflito da Ucrânia apenas nos tira do foco da nossa complexa briga interna. O voto certeiro será fundamental para o começo da recuperação do equilíbrio institucional no Brasil. Enquanto não houver recuperação do “poder-de-fogo” e identidade do cidadão, não tem solução. Povo sem voz, sem identidade, não tem vez. Ou cuidamos do nosso pedaço, com soberania, ou não temos nada de concreto. É Pátria Honesta e Soberana, ou seremos escravos globalitários. Pense nisso.

16 outubro, 2021

INB - Indústrias Nucleares do Brasil participa de exercício de proteção cibernética

Resposta ao cenário proposto pelo exercício demandava participação de diferentes áreas de uma empresa


*LRCA Defense Consulting - 16/10/2021

Entre os dias 5 e 7 de outubro, a INB -  Indústrias Nucleares do Brasil S.A. participou do Exercício Guardião Cibernético 3.0, em Brasília/DF, coordenado pelo Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber), do Governo Federal. O exercício simulou ameaças virtuais a setores prioritários para a segurança nacional, como água, energia, telecomunicações, finanças, transporte e nuclear. Para cada um, foram propostas atividades diferentes, relacionadas com suas realidades e particularidades.

No setor nuclear, foram simulados incidentes cibernéticos que se agravaram com o passar do tempo. As situações exigiam a participação de setores distintos de uma empresa. Por isso, neste ano, a INB foi representada por uma equipe multidisciplinar, com integrantes das áreas de tecnologia da informação, comunicação social, jurídica e de segurança da informação.

“Durante o evento tivemos a oportunidade de conhecer com mais detalhes o funcionamento de uma planta nuclear, bem como trocar experiências e conhecimentos com os demais órgãos (Eletronuclear, CTMSP, CNEN) do setor nuclear. Foi uma experiência única e que demonstrou que a INB está comprometida em desenvolver a segurança cibernética e treinar suas equipes para responder a incidentes cibernéticos graves”, afirma Fernando Akira Mogami, da Gerência de Tecnologia da Informação da INB.

Importância do exercício
De acordo com o Ministério da Defesa, este é o maior treinamento para proteção cibernética do hemisfério sul, e esta terceira edição contou com 350 participantes civis e militares de 65 organizações. Na quarta-feira, dia 6, os ministros Walter Braga Netto, da Defesa, e Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, prestigiaram o exercício. Eles estiveram na sala de treinamento do setor nuclear, onde puderam ver de perto como era realizada a simulação.

“Repetidas vezes as autoridades reforçaram que é grande a preocupação da nação neste tema e que devemos estar treinados para responder”, informa Mogami.

A INB participa do evento desde a primeira edição, atuando também no planejamento e execução do exercício.

INB -  Indústrias Nucleares do Brasil S.A.
A INB -  Indústrias Nucleares do Brasil S.A. atua na cadeia produtiva do urânio, o "ciclo do combustível nuclear", que inclui a mineração, o beneficiamento, o enriquecimento, a fabricação de pó, pastilhas e do combustível que abastece as usinas nucleares brasileiras.

Empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a INB exerce, em nome da União, o monopólio da produção e comercialização de materiais nucleares. Também atua na execução de serviços de engenharia do combustível e na produção de componentes dos elementos combustíveis.

Os processos industriais e os programas de controle ambiental e segurança radiológica que desenvolve garantem a qualidade de seus produtos e asseguram a preservação do meio ambiente, da saúde dos trabalhadores e das populações, especialmente aquelas que habitam nas áreas de influência de suas unidades.

As atividades da INB são licenciadas e fiscalizadas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), supervisiona sua produção, realizando inspeções regulares à Fábrica de Combustível Nuclear.

17 maio, 2021

Governo cria empresa pública para coordenar setor de energia nuclear


*R7 - 17/05/2021

O Diário Oficial da União desta segunda-feira (17) registra o lançamento de uma nova empresa pública, lançada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. Trata-se da ANSN (Autoridade Nacional de Segurança Nuclear), que tem como finalidade, segundo a MP (Medida Provisória) no 1.049, "monitorar, regular e fiscalizar a segurança nuclear, a proteção radiológica e a das atividades e das instalações nucleares de atividades nucleares, materiais nucleares e fontes de radiação no território nacional".

De acordo com a MP do governo, a autarquia federal, com atuação em todo o país, contará com patrimônio próprio, autonomia administrativa, técnica e financeira e terá sede na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Entre as atribuições da nova empresa estão as de estabelecer normas e requisitos específicos sobre segurança nuclear, proteção radiológica, editar normas e conceder licenças e autorizações para a transferência e o comércio interno e externo de minerais. Caberá a ela ainda permitir ou rejeitar contruções de instalações nucleares e criar planos de emergência nuclear e radiológica.

A MP estabelece que o quadro de funcionários da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear terá 922 pessoas e será inicialmente ocupado pelos integrantes da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear).

Postagem em destaque