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10 setembro, 2020

CBC fornece espingardas calibre 12 e munições para Santa Catarina

 


 *LRCA Defense Consulting - 10/09/2020

Na quarta-feira (09), foi realizada a entrega de cartuchos calibre 12 da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) adquiridos pelo Fundo Penitenciário de Santa Catarina (FUPESC). A aquisição será destinada ao treinamento e aperfeiçoamento dos agentes prisionais.

Além disso, o Fundo de Melhoria de Santa Catarina adquiriu espingardas PUMP Military 3.0 da marca CBC que foram entregues na última quinta-feira (03/09) no Centro de Material Bélico da Polícia Militar para posterior distribuição para os municípios de Penha, Iraceminha, Cunha Porã, Navegantes, Camboriú, Três Barras, Jaraguá do Sul, Corupá, Tubarão, Grão Pará, Içara, Urussanga, Videira, Balneário Rincão e Araranguá. Já a entrega das espingardas adquiridas para o município de Maravilha ocorreu nesta terça-feira (08/09). 

09 setembro, 2020

Uniformes Inteligentes: ABDI entrega 950 unidades para Exército Brasileiro

 


*Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) - 08/09/2020

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) entregou para o Exército Brasileiro 950 conjuntos do lote piloto dos Uniformes Inteligentes, na quinta-feira (27/8). As fardas serão distribuídas nos próximos 30 dias às Unidades Operacionais do Exército para serem feitos os testes de resistência e das funcionalidades de nanotecnologia aplicadas. O projeto é fruto da parceria da ABDI com o Exército Brasileiro, e do contrato com a empresa ASTRO ABC.

Os experimentos de campo serão realizados no período de setembro a dezembro por Organizações Militares específicas, como: Batalhão de Infantaria, blindada, Paraquedista, de Selva, Leve e pelo regimento de Cavalaria Mecanizado. Depois dessa fase, as organizações militares submeterão à Agência e à empresa ASTRO relatórios para análise.  Com os novos usos aprovados, serão entregues outras 400 unidades, correspondentes ao lote final, com correções e adaptações.

“O recebimento do lote-piloto dos uniformes operacionais com aplicações tecnológicas desenvolvidos pela ABDI constitui um marco importante na evolução tecnológica dos uniformes operacionais”, afirmou o Coronel Paulo Roberto da Silva Gomes Filho, Gerente do Projeto COBRA, de modernização do equipamento individual do Exército Brasileiro. De acordo com o coronel, os resultados dessa avaliação contribuirão para ratificar as vantagens que as tecnologias agregadas conferem ao uniforme e, consequentemente, à performance do combatente que o utiliza.



A líder do projeto da Agência, Larissa Querino, explicou a importância do projeto para o setor produtivo. “Com essa iniciativa, a ABDI pretende contribuir para a difusão tecnológica e para a geração de inovações que possam ser incorporadas com sucesso e rapidez no setor produtivo”, disse. De acordo com a especialista, o material de uso militar, junto com o segmento esportivo, é o primeiro setor que incorpora inovações na indústria têxtil. “O sucesso de sua atuação depende da produção e da utilização de produtos e serviços de alta tecnologia e na fronteira do conhecimento”, completou.

Cynthia Mattos, a Gerente da Unidade de Projetos Especiais da ABDI explicou que “as inovações tecnológicas aplicadas ao uniforme têm caráter dual, podendo ser aproveitadas em outros segmentos de mercado”.

A última etapa contemplará a incorporação de novas funcionalidades baseadas em tecnologias eletrônicas, que deverão ser integradas ao rádio e ao computador operacional da Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL).


Uniformes inteligentes trazem ganhos para ações militares e setor têxtil
Projeto Uniforme Inteligente é uma plataforma de integração de competências tecnológicas, de demonstração e de difusão de tecnologias inovadoras em campos distintos da indústria, a têxtil e a eletrônica.

Frescor, controle térmico, ação repelente, e ação antimicrobiana em um tecido de alta performance. Essas são as funcionalidades de nanotecnologia aplicadas aos novos uniformes do Exército. As primeiras cinco unidades estão prontas e outras 950 serão produzidas após o teste das primeiras peças. A iniciativa é da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) junto com o Exército Brasileiro.

As 950 fardas distribuídas ao Exército serão testadas na prática, em ambiente relevante. Em seguida, os soldados que usarem o uniforme serão submetidos a um questionário de avaliação desenvolvido pela Agência e pela corporação. A fabricante das peças é a Astro ABC Indústria e Comércio LTDA, empresa vencedora da licitação aberta pela ABDI em setembro de 2019.

Depois da fase de teste de campo, com os novos usos aprovados, a empresa contratada entregará outras 400 unidades, correspondentes ao lote final, com potenciais aperfeiçoamentos. A inovação deve melhorar as condições de conforto e o desempenho operacional dos soldados. “A ABDI está propondo um novo produto com potencialidades que vão garantir maior capacidade de ação e que o Exército não fazia uso no fardamento. Nós, junto com eles, vamos atestar as novas funções”, destaca Larissa Querino, responsável pelo projeto na Agência.

O Uniforme Inteligente é uma iniciativa da ABDI e recebe o apoio do Exército, que já desenvolve o Projeto Combatente Brasileiro (COBRA). O objetivo é atender uma demanda das Forças Armadas por vestimentas mais confortáveis e adequadas às operações militares e, ao mesmo tempo, difundir técnicas inovadoras do setor têxtil.

No início de 2019, foi criada uma força tarefa contando com a participação do Ministério da Defesa (MD), Exército, Marinha e Aeronáutica, IMBEL (Indústria de Material Bélico do Exército), Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), SENAI-CETIQT, Instituto Federal Fluminense (IFF) e Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI-USP) . O grupo definiu os itens que deverão compor o Uniforme Inteligente, bem como as funcionalidades, requisitos e tecnologias a serem exigidas no lote piloto do produto. As cinco primeiras unidades a serem verificadas são a primeira entrega do projeto. Às peças, foram incorporadas funcionalidades e tecnologias de última geração.

A ABDI apoia o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa (BID) por meio da articulação e cooperação com o Governo (demandante) e empresas fornecedoras de produtos e serviços de defesa. Entre as iniciativas, destacam-se ações orientadas ao desenvolvimento da inovação e à adoção de tecnologias voltadas para o aumento da competitividade do setor produtivo, com o foco em produtos, tecnologias e aplicações para os mercados interno e externo. “Desta forma, promovemos o desenvolvimento da inovação na indústria, por meio do estímulo das competências no setor têxtil e de eletrônica”, explica Larissa.

Setor Têxtil
A indústria de defesa é um dos principais demandantes de inovação, de novos materiais e de processos inovadores, no entanto os benefícios também transbordam para o uso civil. "No começo trabalhamos com um grupo pequeno mas depois que essa tecnologia é testada e aprovada, ela entra num conceito dual, ou seja um conceito que pode atender tanto a área militar quanto a civil", afirma Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

O presidente destacou também que as funcionalidades impactam toda a cadeia de fornecedores. "A corrente é tão forte quanto o seu elo mais fraco. Não adianta ter elementos díspares de capacidade para determinado fim se um é muito diferente do outro, e aquela falha de um dos elementos, ou aquele não-desenvolvimento, coloca em risco totalmente o uniforme ou o equipamento que está sendo oferecido."

De acordo com Pimentel, a economia circular também é considerada na estratégia de desenvolvimento dos uniformes inteligentes . A indústria têxtil tem a preocupação de viabilizar novos usos aos materiais, posteriormente, sem ferir a segurança, a confiança e a confiabilidade do que será feito.


Embraer e sindicato não chegam a acordo e funcionários seguem em greve

 


 *Poder 360 - 09/09/2020

A audiência de mediação entre a Embraer e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, realizada nesta 3ª feira (8.set.2020), terminou sem acordo e os funcionários permanecerão em greve.

A greve foi anunciada em 3 de setembro, depois do anúncio da demissão de 900 trabalhadores e o desligamento de 1.600 funcionários incluídos no plano de demissão voluntária proposto pela empresa.

O sindicato apresentou uma proposta de cancelamento das 2.500 demissões e da adoção de 1 teto salarial no valor de R$ 39.200. Hoje, de acordo com o sindicato, o teto na Embraer é de R$ 2.170.666,62 mensais. O valor se refere ao montante permitido a 1 conselheiro da empresa.

Em nota, o Sindicato afirmou que “o valor a ser economizado com essa medida seria suficiente para manter o emprego dos 2.500 trabalhadores demitidos. Em resposta, o representante da Embraer disse apenas que esses supersalários estão ‘de acordo com o mercado”.

Já a fabricante de aviões afirmou, também em nota, que apresentou a extensão dos benefícios de assistência média e auxílio-alimentação aos funcionários demitidos.

A Embraer afirmou que a medida foi necessária devido aos impactos da covid-19 na economia global, o que implicou o cancelamento da parceria com a Boeing. “O objetivo é assegurar a sustentabilidade da empresa e sua capacidade de engenharia”, disse a empresa, em nota.

A fabricante de aeronaves também informou que realizou 3 planos de demissão voluntária que tiveram adesão de cerca de 1.600 colaboradores no Brasil. Ao todo, serão 2.500 desligamentos no país.

Eis a íntegra da nota da Embraer:
“A Embraer informa que, na audiência de mediação ocorrida hoje no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, apresentou proposta de extensão dos benefícios de assistência médica e auxílio-alimentação aos colaboradores desligados.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos se manteve intransigente, recusou a proposta e nem mesmo se dispôs a levá-la para apreciação dos metalúrgicos através de assembleia. A empresa continua aberta à negociação, como sempre fez desde o início do processo.”

O outro lado
A assessoria da Embraer afirma que é falsa a informação do valor do salário superior a R$ 2 milhões e que as operações da empresa seguem normais, tanto para os funcionários que estão nas fábrica quanto os que ainda estão em regime home-office.

“O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, mais uma vez, falseia e manipula dados claros com o intuito de confundir a opinião pública. Transforma dados anuais em dados mensais cometendo um erro grosseiro de aritmética. O sindicato trata como salário números que também englobam bônus por desempenho, incentivos de curto e longo prazo, cujo pagamento é anual, como se fossem salário mensal. Não há qualquer salário ou remuneração mensal que corresponda aos valores citados”, afirmou.

A fabricante reforça também que, em função das informações consideradas falsas, cancelou a reunião marcada com o SindMetal na última 6ª feira (4.set) e optou pela mediação do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região para dar continuidade às tratativas em curso.

A assessoria esclarece que todas as demissão foram feita com negociações, sobretudo a do Programa de Demissão Voluntária, aberto em julho deste ano e que as tratativas com outros sindicatos, como o dos engenheiros, avança normalmente.

“O desligamento dos 900 colaboradores foi efetuado na última 5ª feira. Outros 1.600 colaboradores adeririam aos três PDVs abertos pela companhia desde julho, sendo que o último dobrou os benefícios. O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos se recusou a levar a proposta dos 3 programas voluntários para votação em assembleia.“

Taurus - uma multinacional brasileira em 11 itens

 *LRCA Defense Consulting - 09/09/2020

 Informações divulgadas pela empresa em quatro lives levadas ao ar após os resultados do 2T20 (AGF Talks, DAN TV, Suno Research e Eleven Financial).



08 setembro, 2020

Embraer informa início as ofertas de aquisição à vista no valor de até 250 milhões de dólares para 2022 e 2023

 


*ADVFN News - 08/09/2020

A Embraer Finance, subsidiária da Embraer (BOV:EMBR3), comunicou nesta terça-feira que tiveram início as ofertas de aquisição à vista no valor de até 250 milhões de dólares para notas em circulação com vencimentos em 2022 e 2023.

De acordo com o comunicado da fabricante de aviões, a oferta de recompra contempla notas com remuneração de 5,150% ao ano e vencimento em 2022, emitidas pela Yaborã e garantidas pela Embraer; e com remuneração de 5,696% ao ano para 2023, emitidas pela Embraer Overseas Limited e garantidas por Yaborã e Embraer.

“As ofertas expirarão às 23h59min, horário da cidade de Nova York, Estados Unidos da América, do dia 5 de outubro de 2020, exceto se prorrogadas pela Embraer Finance”, afirmou a empresa.

07 setembro, 2020

ABIMDE lança banco de vagas e talentos para setor de defesa, segurança e aeroespacial

 


 ABIMDE - 04/09/2020

Em tempos de desafios nesse novo cenário mundial da pandemia, a ABIMDE anunciou na sexta-feira (04) a criação de um banco de vagas e talentos no LinkedIn, conectando empresas a profissionais altamente qualificados.

O grupo “Vagas & Currículos: Aeroespacial, Defesa e Segurança” foi criado na rede social corporativa por sugestão de Fernando Ikedo, Membro do Conselho Consultivo da Associação. Ikedo viu na ação uma janela para reaquecimento do setor.

“Esta é mais uma iniciativa inovadora da ABIMDE, que há 35 anos está atenta às demandas do setor de Defesa, Segurança e Aeroespacial”, afirmou o presidente da entidade, Dr. Roberto Gallo. “Esse grupo contribuirá para quem está em recolocação retornar ao mercado de trabalho e a quem já está trabalhando buscar melhores colocações. E também oferece às empresas um amplo leque de profissionais altamente capacitados”, completa.

A escolha do LinkedIn como base para o banco de vagas ocorreu devido à relevância desta rede social no meio corporativo. “O LinkedIn é o espaço do trabalho, da inovação e das mudanças e onde os profissionais mantém seus currículos naturalmente atualizados. Quem busca crescimento e qualificação está lá. Neste momento de desafios, o fator emprego é ainda mais mais relevante e por isso procuramos contribuir”, completa o presidente da ABIMDE.

O grupo “Vagas & Currículos: Aeroespacial, Defesa e Segurança” já conta com 23 vagas. Os interessados podem acessar o link https://www.linkedin.com/groups/8969620/

06 setembro, 2020

Movimentação com ações de controle da Taurus Armas chama a atenção da CVM


 

*LRCA Defense Consulting - 06/09/2020

No dia 03 de setembro, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) questionou a empresa Taurus Armas S.A. nos seguintes termos: "Tendo em vista as últimas oscilações registradas com as ações de emissão dessa empresa, o número de negócios e a quantidade negociada, conforme abaixo, vimos solicitar que seja informado, até 04/09/2020, se há algum fato do conhecimento de V.S.a. que possa justificá-los".

A quantidade total de ações ordinárias nominativas (ON - TASA3) negociada nos 11 pregões entre 21 de agosto e 04 de setembro (342.500 só neste dia) foi de 2.116.600, representando 2,391% do total de ações ON e 4,403% do free float (ações em livre circulação no mercado). 

Respondendo ao questionamento, a Taurus afirmou desconhecer qualquer novo motivo para tal, posicionando-se da seguinte forma: "após inquirir os seus administradores e acionista controlador, esclarece que desconhece qualquer fato ou ato relevante que possa ter influenciado as oscilações registradas em sua ação ordinária no que tange a cotação, ao número de negócios ou quantidades negociadas no período exposto acima".  

A empresa, porém, fez questão de lembrar à CVM sobre os sólidos resultados do 2T20/1S20, repercutidos e ampliados em relatórios privados e independentes por algumas casas de análise: "Vale mencionar que no dia 13 de agosto de 2020, foram divulgados os resultados referentes ao 2T20/1S20, bem como, algumas casas de análise emitiram seus relatórios privados e de forma independente, expressando suas opiniões sobre os resultados da Taurus, o que pode ter contribuído com a movimentação atípica"

Comparativo de períodos indica acréscimo invulgar de volume
Nos onze pregões anteriores, de 06 a 20 de agosto, o total de títulos negociados foi de 818.700, ou seja, nos últimos 11 pregões (21/08 a 04/09) houve um aumento de 158,53% no volume de títulos transacionados na Bolsa de Valores, o que chamou a atenção da CVM, já que são ações de controle da empresa e, teoricamente, poderiam indicar o movimento de um investidor ou grupo de investidores que queira dele participar.

Desempenho excepcional da empresa pode explicar a movimentação
No entanto, como ressaltou a Taurus, esse aumento invulgar de volume pode ser simplesmente o movimento de investidores que foram sensibilizados pelos excelentes resultados de uma companhia que:

- encontra-se em processo de turnaround desde 2017, quando, após quase entrar em recuperação judicial, fez uma completa reengenharia
, passando a colecionar índices positivos a partir de 2018 e se encontrando hoje em um novo e elevado patamar;

- no 2T de 2020, reportou EBITDA acima dos R$ 107 milhões, margem bruta superior a 42%, lucro de R$39 milhões e quebra de cinco recordes: volume de produção, volume de vendas, receita, lucro bruto e Ebitda;


- transformou-se numa referência entre as empresas mundiais de armamento, especialmente em termos de margem bruta e de margem Ebitda, tornando-se um verdadeiro case internacional no setor;

- seu CFO (diretor financeiro) afirmou que o objetivo é ver a empresa pagando dividendos no médio prazo, pois está apta a voltar a ter patrimônio líquido positivo, quitando a pesada dívida somente com os resultados de sua forte geração de caixa;

- firmou uma joint venture com o grupo indiano Jindal, o que pode vir a se configurar como o maior e mais promissor negócio em sua história empresarial de 80 anos, que começará a produzir na Índia no final de janeiro de 2021;

- está em negociação com uma grande empresa do setor automotivo brasileiro, a fim de firmar uma joint venture nacional que
"surpreenderá o mercado" e atuará no segmento de acessórios para armas, a ser divulgada em meados deste mês;

- já detém 15% do mercado americano (maior mercado do mundo) e é a segunda marca mais importada por esse país, além de ser a maior produtora mundial de revólveres;

- planeja lançar sete novas armas em 2021, inclusive a pistola GX4, e se tornar a líder mundial na fabricação de armamentos leves no médio prazo;

- está produzindo como nunca no Brasil (utilizando três turnos) e deverá aumentar em 50% a produção nos EUA até dezembro, pretendendo dobrá-la até o final de 2021;

- 97% dos seus custos se dão em reais, enquanto mais de 80% da receita é apreciada em dólares;

- tem a arma mais desejada no Brasil (Fuzil T4), que está participando de uma grande licitação militar internacional; 

- Luiz Barsi Filho, o maior investidor brasileiro pessoa física, detém 9,709% de suas ações PN e 0,778% das ON, enquanto os fundos da BTG Pactual Gestão de Recursos detêm 5,513% das PN e 1,273% das ON (além de uma grande quantidade de bônus de subscrição). 

Turnaround na comunicação social também pode ter contribuído
Coerente com a reengenharia realizada em todos os seus demais sistemas e processos, a Taurus também está reformulando a comunicação com seus diversos públicos, especialmente com clientes e investidores. Esse esforço é visível em cinco frentes:
- releases constantes para a imprensa;
- entrevistas do CEO sobre assuntos de interesse da empresa;
- intensa presença nas mídias sociais (Facebook e Instagram);
- Departamentos de Atendimento ao Cliente e
de Relações com Investidores mostram agilidade em responder aos questionamentos que são feitos;
- lives públicas realizadas após os balanços trimestrais ampliam e explicam os resultados, além de amplificar sua divulgação aos investidores.

No caso em tela, as onze primeiras informações constantes no item anterior foram divulgadas em quatro lives levadas ao ar após os resultados do 2T20 (AGF Talks, DAN TV, Suno Research e Eleven Financial) e, a última, nos documentos legais publicados pela companhia.

Assim, é bastante razoável, sem excluir outras possibilidades, que a alta de volume e de preços das ações da Taurus Armas esteja apenas refletindo o momento ímpar da empresa e, também, suas perspectivas para curto e médio prazos.

Saiba mais:

- Taurus Armas: Um Novo Patamar

- Presidente da Taurus revela lançamento de sete novas armas e outras importantes novidades

- Taurus se torna referência mundial do setor em indicadores e projeta pagamento de dividendos


05 setembro, 2020

Exército encomenda mais três lançadores de foguetes Astros MK-6 à Avibras

 

*LRCA Defense Consulting - 05/09/2020

O Exército Brasileiro decidiu encomendar à empresa Avibras Indústria Aerospacial S.A. mais três unidades do lançador de foguetes Astros MK-6, além uma Viatura Oficina Veicular e Eletrônica MK6 e duas Viaturas Unidade de Controle de Fogo MK6.

A aquisição, a ser realizada pelo Centro de Logística de Mísseis e Foguetes (C Log Msl Fgt), visa completar a 3ª Bateria de Mísseis e Foguetes do 16º Grupo de Mísseis e Foguetes, sediado em Formosa (GO).


04 setembro, 2020

Risco à Soberania Nacional

 

 *Defesanet - 04/09/2020 - Publicado em O Globo

*Por Carlos Erane de Aguiar, Presidente Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (SIMDE)

A pandemia mostrou o que acontece quando países abdicam de eles próprios produzirem artigos de primeira necessidade, como EPIs e equipamentos hospitalares. Quando as cadeias globais de fornecimento se encurtaram, com bloqueio de exportações, o planeta se deu conta que havia delegado à China e à Índia a função de ser o parque fabril médico do mundo. Ficamos todos de joelhos. O mesmo acontecerá na área da Defesa e Segurança Nacional se não compreendermos o desmonte em curso no Brasil.

A julgar pelas notícias recentemente publicadas, tudo indica que o Governo está levando adiante ideia externada pelo ministro da Justiça, André Mendonça, em entrevista à Globonews, em 2 de agosto de 2020, de criar uma representação da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal nos Estados Unidos para poderem adquirir diretamente da fonte produtos de segurança made in America.

Uma portaria nesse sentido já estaria em elaboração, informou a coluna da jornalista Bella Megalle, de O Globo, em 27 de agosto. Para o ministro, que pretende adquirir material de segurança também para as PMs dos Estados, utilizando para isso o Fundo Nacional de Segurança Pública (R$ 1,2 bilhão de orçamento em 2020), os equipamentos estrangeiros são “de melhor qualidade e mais baratos” que os nacionais.  

É urgente que a sociedade brasileira compreenda o que essa medida representa. A força dos exércitos e das polícias em geral, cuja missão é garantir a soberania dos países e a segurança dos seus cidadãos, só existe porque, ao lado deles, existe uma Base industrial Nacional de Defesa igualmente forte. Indústrias que não apenas fabricam e fornecem equipamentos, mas investem em tecnologias próprias em território nacional, geram emprego, renda e estão a postos em situações de emergência.

A Base Industrial de Defesa e Segurança do Brasil (BID), que tem hoje por cerca de 121 empresas, 99 delas consideradas Estratégicas de Defesa, gera cerca de 285 mil empregos diretos e 850 mil indiretos, movimentando 3,7% do PIB. É importante saber que, na pandemia, em razão da nossa capacidade instalada e pelo fato de nunca paralisarmos as atividades, pudemos fazer em tempo recorde uma reconversão industrial, ajudando no esforço de guerra para a produção de produtos para o enfrentamento da Covid-19.

 Nas manifestações de 2013, quando o mundo estava em ebulição, um banho de sangue nas ruas teria ocorrido não tivesse o Brasil uma empresa de armas não letais, líder global no seu segmento. Naquele ano, essa empresa postergou as entregas de seus clientes internacionais para atender a demanda interna. Pois é assim que as empresas nacionais de Defesa e Segurança agem quando o seu país está em perigo.

Não é concebível, portanto, governos atentarem contra a sua própria Base industrial de Defesa e Segurança. Pelo contrário. Em todo o mundo, eles a incentivam. O pressuposto de que o equipamento estrangeiro é de melhor qualidade que o nosso é um equívoco, que desconsidera inclusive que várias indústrias brasileiras líderes em seus segmentos estão presentes no exterior, com sua qualidade mais do que reconhecida. Se somos mais caros, isso se deve às regras tributárias impostas pelo próprio governo.

Que fique claro: não somos contra o livre comércio e a concorrência, desde que se deem de forma isonômica e sadia. As indústrias de Defesa e Segurança estrangeiras são bem-vindas, desde que se instalem aqui, arquem com nossos custos tributários, gerem empregos, transfiram tecnologia. Itens importados são vendidos no Brasil sem enfrentarem a nossa carga tributária. Já os aqui fabricados, a tributação  média é de 40%. Sem falar no custo Brasil, o ambiente desfavorável para os negócios, alta burocracia, meios de produção caros, logística ineficiente, custo excessivo da energia, complexidade na apuração de impostos, etc.

A prosperar a equivocada visão de privilegiar a aquisição de materiais de Defesa e Segurança do exterior, o Governo Federal conseguirá acelerar a desindustrialização/desnacionalização da nossa Base Industrial de Defesa. Forçar a retirada da nossa indústria para outros países, como já anunciado pela gaúcha Taurus, não atende à Estratégia Nacional de Defesa, coloca em risco nossa soberania e reduz empregos, divisas, impostos e desenvolvimento social.

Convidamos as autoridades de Segurança Pública para montarmos uma agenda de visitas às empresas de Defesa e Segurança do Brasil, de maneira que verifiquem por si mesmos a tecnologia, o profissionalismo e a qualidade que nossas indústrias têm.

03 setembro, 2020

Embraer reduz quadro de funcionários após impactos da Covid-19 e crise com Boeing

 


 *LRCA Defense Consulting - 03/09/2020

A Embraer anunciou hoje um ajuste de 4,5% do seu efetivo total, o que corresponde à demissão de cerca de 900 colaboradores no Brasil. A medida decorre dos impactos causados pela Covid-19 na economia global e pelo cancelamento da parceria com a Boeing. O objetivo é assegurar a sustentabilidade da empresa e sua capacidade de engenharia.

A pandemia afetou particularmente a aviação comercial da Embraer, que no primeiro semestre de 2020 apresentou redução de 75% das entregas de aeronaves, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Além disso, a situação se agravou com a duplicação de estruturas para atender a separação da aviação comercial, em preparação à parceria não concretizada por iniciativa da Boeing, e pela falta de expectativa de recuperação do setor de transporte aéreo no curto e médio prazo.

Desde o início da pandemia, a Embraer adotou uma série de medidas para preservar empregos como férias coletivas, redução de jornada, lay-off, licença remunerada e três planos de demissão voluntária (PDV). Também reduziu o trabalho presencial nas plantas industriais com o objetivo de zelar pela saúde dos colaboradores e garantir a continuidade dos negócios. Os três PDVs registraram adesão voluntária de cerca de 1,6 mil colaboradores no Brasil.

 

WEG fornece estações de recarga para projeto de veículos elétricos compartilhados no PR

 


*LRCA Defense Consulting - 03/09/2020

A WEG forneceu 10 estações de recarga da linha WEMOB – WEG Electric Mobility, para o Projeto VEM Paraná, realizado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Fundação Parque Tecnológico do Itaipu (FPTI) e pelo Governo do Estado do Paraná, para estimular a adoção de políticas sustentáveis e a difusão de modelos de negócios inovadores em mobilidade urbana.

As estações serão instaladas na cidade de Curitiba e municípios da região metropolitana e vão recarregar inicialmente 10 carros elétricos modelo Zoe, da Renault, que foram entregues hoje, (2/9/2020), pela ABDI ao Governo do Paraná. Os veículos serão incorporados à frota pública do Estado para uso compartilhado das demandas da Secretaria Estadual de Saúde.

Com capacidade de até 22kW e possibilidade de recarregar dois veículos simultaneamente, permitindo ainda gerenciamento remoto via plataforma IoT na nuvem, a linha WEMOB disponibiliza todas as medições de energia com controle de acesso autenticado para o uso compartilhado.

“A mobilidade elétrica é uma tendência mundial e precisamos preparar nossas cidades para esse novo cenário. Projetos como este além de estimular a adoção de políticas sustentáveis, são fundamentais para testar a usabilidade das tecnologias em ambiente real, com grande circulação de pessoas e veículos”, enfatiza Manfred Petter Johann, Diretor da WEG Automação.

O projeto VEM PR segue o mesmo modelo do projeto “Cidades 4.0 Living Lab”, aplicado no Distrito Federal em 2019, onde a WEG forneceu 35 estações de recarga do mesmo modelo, e que estão em plena operação, atendendo ao governo e a população de Brasília.

Desenvolvida especialmente para atender as necessidades de potência, velocidade de recarga e segurança que um veículo elétrico precisa, a linha de Estações de Recarga da WEG está disponível em três diferentes modelos: Wall, projetada para residências e condomínios e com instalação em parede, Parking, desenvolvida especialmente para uso compartilhado em estacionamentos públicos e privados, como shoppings e praças, e Station, voltada para postos de recarga rápida.

02 setembro, 2020

Tatra Trucks vai fabricar caminhões civis e militares em Ponta Grossa

 

Linha de veículos militares da Tatra

 *A Rede - 02/09/2020

O Governo do Estado do Paraná e a Tatra Trucks, montadora de caminhões da República Tcheca, irão oficializar, com assinatura às 14h30 desta quinta-feira (3), a primeira fábrica da multinacional fora da Europa, que estará localizada no distrito industrial de Ponta Grossa. O investimento é estimado em R$ 600 milhões e as tratativas vêm sendo realizadas desde 2019, com um atraso para fechar o acordo devido à pandemia do novo coronavírus.

A Tatra Trucks, pertencente a holding CSG Aerospace, é conhecida mundialmente pela construção do Tatra Phoenix Euro 6, que será produzido em Ponta Grossa. A linha Tatra Phoenix é produzida desde 2011 com variações de eixo, conquistando o segundo lugar na competição europeia de caminhões em 2012. Os primeiros veículos Euro 6 surgiram em 2015, com novas cabines com grandes tecnologias e bom acabamento interno.

TATRA Phoenix Euro 6 Agro Trucks

Entre os destaques da produção da fabricante estão veículos militares, que podem ter inúmeras funções e serem adaptados para transporte de carga, como pontes móveis, blindados do Exército e também sofrerem adaptação para serem equipados com sistema de defesa antiaérea. Os veículos também podem ser utilizados em diversos setores, como agronegócio, indústria pesada, carga de madeira e granel, mineração, entre outros.

O barracão que abrigará a multinacional está localizado na região do distrito industrial, muito próxima a concessionária DAF (MacPonta). As obras de construção civil previam, inicialmente, seis mil metros quadrados, que iniciaram no segundo semestre de 2019. A previsão é continuidade das obras no mesmo período de 2020, com a previsão de início das operações em 2021.

O prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel (PSDB), em seu programa que mantém matinalmente no rádio da cidade, destacou a conquista e confirmou a assinatura do protocolo que traz a indústria tcheca para o município. “Seja bem-vinda esta grande indústria de caminhões, Tatra, oficialmente de Ponta Grossa”, comentou o chefe do Executivo ponta-grossense.

Rangel também citou como a cidade vem tornando-se um polo automobilístico, contando com outra montadora de veículos do mesmo porte, a DAF Caminhões. Em complemento, o prefeito ponta-grossense citou que a operação da Tatra será com a finalidade de exportar os caminhões de guerra e defesa, mas com outras incumbências, para toda a América Latina, além da utilização de unidades no próprio território nacional.

Escolha está relacionada com a DAF
A escolha da cidade também está muito relacionada com a DAF: a montadora holandesa, pertencente ao Grupo Paccar, detém 19% da Tatra. Muitas das peças utilizadas pelos caminhões e veículos da Tatra na Europa são provenientes da própria DAF, como os motores, cabines, conjuntos ópticos, entre outros itens. Além disso, uma outra fornecedora da montadora, a Brano, fabricante de autopeças vinculada à Tatra, irá se instalar na região.

TATRA Phoenix Euro 6


Seis Embraer A-29 Super Tucano decolaram rumo às Filipinas

Foto: Ruben Zammit / MaxDefense Filipinas e Leonardo G. Santana

*LRCA Defense Consulting - 02/08/2020

Em 29 de agosto, os seis Embraer A-29 Super Tucano encomendados pela Hukbong Himpapapawid ng Pilipinas (Força Aérea Filipina) iniciaram seu voo de entrega, partindo de São José dos Campos.

As aeronaves, com opção para mais 18 unidades, foram encomendadas em 30 de novembro de 2017.

Os A-29 serão usados ​​em funções de apoio aéreo aproximado, interceptação ar-ar e vigilância, devendo se juntar ao 15º Strike Wing / 16º Strike Squadron "Eagles" na base aérea Danielo Atienza-Cavite perto da capital Manilla.



 

Agosto quebra outro recorde de vendas de armas nos Estados Unidos

Instrutor de Michigan: 'Nunca vi um nível mais alto de interesse em armas'

Em oito meses, NICS já representa mais de 91% de todo o ano recorde de 2019

Um trabalhador reabastece armas AR-15 na Davidson Defense em Orem, Utah em 20 de março de 2020 / Getty Images

 

*The Washington Free Beacon - 01/09/2020, por Stephen Gutowski

Agosto de 2020 viu mais vendas de armas do que qualquer outro mês de agosto registrado, já que os americanos continuam a correr para as lojas de armas em um ritmo recorde.

Uma análise do Washington Free Beacon dos dados do FBI divulgados na terça-feira revelou um aumento de 57 por cento nas vendas em comparação com agosto de 2019. Houve pelo menos 1,6 milhão de vendas em agosto de 2020. Apenas dois agosto anteriores quebraram um milhão de vendas, embora as limitações nos relatórios do FBI signifiquem que nem todas as vendas de armas são registradas nos dados. Agosto representa o sexto mês consecutivo para estabelecer um novo recorde de vendas, com março tendo o maior número de vendas de armas de qualquer mês na história do sistema de verificação de antecedentes do FBI.

As vendas, até agora em 2020, dispararam dispararam em relação aos anos anteriores. Nos primeiros oito meses do ano, aumentaram 43% em relação ao recorde anterior.



"Em 15 anos ensinando segurança de armas de fogo, nunca vi um nível mais alto de interesse por armas", disse Rick Ector, um instrutor de armas de Detroit, ao Washington Free Beacon . "Não preciso anunciar e meu telefone está tocando constantemente."



Um relatório de junho do grupo comercial da indústria de armas indicou que os revendedores acreditavam que 40% dos compradores desde março eram proprietários "de primeira viagem". O grupo calculou o número total de novos proprietários em pouco menos de cinco milhões

. Se a porcentagem estimada de novos proprietários for válida para agosto, isso significaria que pelo menos 640.000 americanos compraram uma arma pela primeira vez em agosto. O aumento de proprietários de armas de fogo pode ter um impacto significativo na política de armas e nas eleições americanas nos próximos anos .

Ector disse que as vendas são impulsionadas por preocupações com a pandemia, a crise econômica e os distúrbios recentes em lugares como Kenosha, Wisconsin, e Portland, Oregon. Ele espera que as vendas continuem altas até o final do ano, apontando para as novas políticas rígidas de controle de armas do candidato democrata Joe Biden e sua liderança nas pesquisas nacionais.

“Qualquer problema por si só levaria a um aumento de pessoas comprando armas”, disse ele. "Temos todos os quatro fatores 'em jogo' simultaneamente e correr para as armas não é nenhuma surpresa para mim.

"





O número de verificações executadas pelo Sistema de Verificação Instantânea de Antecedentes Criminais do FBI (NICS) não é uma representação direta do total de vendas de armas, mas é amplamente considerado o melhor indicador porque as verificações são exigidas em todas as vendas feitas por revendedores licenciados. O Free Beacon removeu cheques da contagem que eram codificados para autorizações de porte de armas ou outras vendas que não fossem de armas para atingir os números finais de vendas.






 

01 setembro, 2020

EMGEPRON assina Declaração da Eficácia do Contrato de obtenção das Fragatas “Classe Tamandaré”

 

 

*LRCA Defense Consulting - 01/08/2020

No dia 26 de agosto, na sede administrativa da EMGEPRON, no Rio de Janeiro (RJ), foi realizada a assinatura da Declaração da Eficácia do Contrato de obtenção das Fragatas “Classe Tamandaré”.

Esse ato administrativo representa um marco para a continuidade das etapas necessárias à construção de quatro modernos navios, dotados de elevado poder de combate e capacidade tecnológica.
 
O Programa Fragatas “Classe Tamandaré” integra o processo de renovação dos meios navais da Esquadra brasileira, visando incrementar a capacidade de defesa (monitoramento e proteção) da Amazônia Azul.

Os navios serão construídos em estaleiro nacional com elevados índices de conteúdo local, estando prevista a Transferência de Tecnologia. O fato contribuirá para a geração de empregos e para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa do País. 



 

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