Fabricante chega a 175 entregas no ano, mantém metas de 2026 e amplia em 14% o volume entregue entre janeiro e setembro
*LRCA Defense Consulting - 02/10/2026
A Embraer entregou 66 aeronaves no terceiro trimestre de 2026, seu melhor resultado para esse período, e elevou para 175 unidades o acumulado dos nove primeiros meses do ano. Divulgado nesta sexta-feira (2 de outubro), o balanço operacional mostra crescimento de 6% sobre as 62 entregas de julho a setembro de 2025 e de 2% em relação às 65 do segundo trimestre de 2026.
O aumento anual foi sustentado pela aviação comercial e pela defesa, que acrescentaram duas aeronaves cada ao resultado do trimestre. A aviação executiva manteve o volume de um ano antes. No acumulado até setembro, a fabricante entregou 22 aeronaves a mais que as 153 registradas no mesmo intervalo de 2025.
Aviação comercial cresce e executiva lidera em volume
A Aviação Comercial entregou 22 jatos, divididos igualmente entre 11 E175 e 11 aeronaves da família E2. O resultado representa alta de 10% tanto sobre o trimestre anterior quanto na comparação anual, pois ambos os períodos haviam registrado 20 entregas.
A Aviação Executiva respondeu por 41 aeronaves, aproximadamente 62% do total trimestral. Embora estável em relação ao terceiro trimestre de 2025, o volume ficou quatro unidades abaixo dos 45 jatos entregues entre abril e junho deste ano.
Defesa volta a contribuir com KC-390 e Super Tucano
Em Defesa & Segurança, a Embraer entregou um KC-390 Millennium e dois A-29 Super Tucano. Foram três aeronaves, contra uma no terceiro trimestre de 2025 e nenhuma no segundo trimestre de 2026.
Somados aos cinco aviões militares entregues no primeiro trimestre, os números levam o segmento a oito unidades nos nove primeiros meses de 2026, sendo dois KC-390 e seis Super Tucano. Esse acumulado foi calculado a partir dos comunicados trimestrais da empresa.
Nivelamento da produção aparece na evolução do ano
A sequência de entregas passou de 44 aeronaves no primeiro trimestre para 65 no segundo e 66 no terceiro. Já no primeiro semestre, como registrou o portal LRCA em julho, a empresa havia alcançado 109 unidades e reiterado suas metas anuais.
A Embraer associa o avanço às iniciativas de nivelamento da produção. Na aviação executiva, segundo a companhia, o programa vem reduzindo gradualmente a concentração das entregas no segundo semestre ao longo dos últimos dois anos. Os números mostram um início de ano mais forte, mas o último trimestre ainda terá peso relevante para o cumprimento das projeções.
O que falta para alcançar as metas de 2026
A companhia manteve as previsões de entregar entre 80 e 85 jatos comerciais e entre 160 e 170 executivos em 2026. A soma dos três comunicados trimestrais indica 52 aeronaves comerciais e 115 executivas entregues até setembro.
Assim, para atingir as faixas anunciadas, serão necessárias entre 28 e 33 entregas comerciais e entre 45 e 55 executivas de outubro a dezembro. São cálculos derivados das metas e dos volumes já informados, e não uma nova projeção da Embraer.
No conjunto dessas duas divisões, o quarto trimestre precisará somar entre 73 e 88 aeronaves. As entregas militares serão adicionais a esse total. O balanço divulgado trata de volumes operacionais; a evolução da receita, das margens e da geração de caixa do terceiro trimestre dependerá da divulgação dos resultados financeiros.
A Embraer entregou 66 aeronaves no terceiro trimestre de 2026, seu melhor resultado para esse período, e elevou para 175 unidades o acumulado dos nove primeiros meses do ano. Divulgado nesta sexta-feira (2 de outubro), o balanço operacional mostra crescimento de 6% sobre as 62 entregas de julho a setembro de 2025 e de 2% em relação às 65 do segundo trimestre de 2026.
O aumento anual foi sustentado pela aviação comercial e pela defesa, que acrescentaram duas aeronaves cada ao resultado do trimestre. A aviação executiva manteve o volume de um ano antes. No acumulado até setembro, a fabricante entregou 22 aeronaves a mais que as 153 registradas no mesmo intervalo de 2025.
Aviação comercial cresce e executiva lidera em volume
A Aviação Comercial entregou 22 jatos, divididos igualmente entre 11 E175 e 11 aeronaves da família E2. O resultado representa alta de 10% tanto sobre o trimestre anterior quanto na comparação anual, pois ambos os períodos haviam registrado 20 entregas.
A Aviação Executiva respondeu por 41 aeronaves, aproximadamente 62% do total trimestral. Embora estável em relação ao terceiro trimestre de 2025, o volume ficou quatro unidades abaixo dos 45 jatos entregues entre abril e junho deste ano.
Defesa volta a contribuir com KC-390 e Super Tucano
Em Defesa & Segurança, a Embraer entregou um KC-390 Millennium e dois A-29 Super Tucano. Foram três aeronaves, contra uma no terceiro trimestre de 2025 e nenhuma no segundo trimestre de 2026.
Somados aos cinco aviões militares entregues no primeiro trimestre, os números levam o segmento a oito unidades nos nove primeiros meses de 2026, sendo dois KC-390 e seis Super Tucano. Esse acumulado foi calculado a partir dos comunicados trimestrais da empresa.
Nivelamento da produção aparece na evolução do ano
A sequência de entregas passou de 44 aeronaves no primeiro trimestre para 65 no segundo e 66 no terceiro. Já no primeiro semestre, como registrou o portal LRCA em julho, a empresa havia alcançado 109 unidades e reiterado suas metas anuais.
A Embraer associa o avanço às iniciativas de nivelamento da produção. Na aviação executiva, segundo a companhia, o programa vem reduzindo gradualmente a concentração das entregas no segundo semestre ao longo dos últimos dois anos. Os números mostram um início de ano mais forte, mas o último trimestre ainda terá peso relevante para o cumprimento das projeções.
O que falta para alcançar as metas de 2026
A companhia manteve as previsões de entregar entre 80 e 85 jatos comerciais e entre 160 e 170 executivos em 2026. A soma dos três comunicados trimestrais indica 52 aeronaves comerciais e 115 executivas entregues até setembro.
Assim, para atingir as faixas anunciadas, serão necessárias entre 28 e 33 entregas comerciais e entre 45 e 55 executivas de outubro a dezembro. São cálculos derivados das metas e dos volumes já informados, e não uma nova projeção da Embraer.
No conjunto dessas duas divisões, o quarto trimestre precisará somar entre 73 e 88 aeronaves. As entregas militares serão adicionais a esse total. O balanço divulgado trata de volumes operacionais; a evolução da receita, das margens e da geração de caixa do terceiro trimestre dependerá da divulgação dos resultados financeiros.
