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05 dezembro, 2022

7ª Mostra BID Brasil: maior evento da base industrial de defesa e segurança do Brasil inicia amanhã


*LRCA Defense Consulting - 05/12/2022

A 7ª Mostra BID Brasil é um dos mais importantes eventos do segmento de defesa e segurança do país.

Realizada pela ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), com apoio da Apex-Brasil, ela reúne os maiores players do mercado e promove uma agenda de negócios, networking e é marcada por constantes inovações tecnológicas.

Neste ano, a mostra será realizada de 6 a 8 de dezembro, em Brasília (DF), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e contará com a ampliação da estrutura. 

A estimativa de crescimento é de 70% com a abertura de mais uma ala dedicada aos expositores. Para atrair mais visitantes qualificados aos estandes, a ABIMDE lançará uma programação de eventos dentro da Mostra BID Brasil. 

Consolidado como o principal evento nacional de Defesa e Segurança, a 7ª Mostra BID Brasil conta com cerca de 90 empresas expositoras e 40 apoiadores institucionais, entre eles, o Ministério da Defesa, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, e as Forças Armadas e de Segurança do Brasil.

A expectativa dos organizadores é que esta edição atraia um público qualificado e maior que o de anos anteriores, com a presença de delegações, comitivas, adidos militares e embaixadores de vários países.

“A Mostra BID Brasil é reconhecida por promover as capacidades tecnológicas e inovadoras da nossa Indústria e por oferecer um ambiente que possibilita o fortalecimento das relações das empresas da BIDS Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS)com parceiros e potenciais clientes nacionais e estrangeiros. Além de ampliar a área de exposição, este ano a ABIMDE incrementou a programação com palestras e fóruns temáticos, que vão abordar assuntos de interesse”, afirma o Presidente Executivo da ABIMDE, General Aderico Mattioli.



21 outubro, 2021

Milipol Paris: visitantes conhecem inovações brasileiras em armas, munições, proteção pessoal e segurança cibernética

 

 *ABIMDE e LRCA Defense Consulting - 20/10/2021

A Milipol Paris 2021 teve início nesta terça-feira (19) com a participação do Brasil entre os países presentes nesta que é considerada a principal feira internacional de segurança e proteção do mundo. Participam do evento a ABIMDE (Associação Brasileira da Indústria de Defesa e Segurança) e sete empresas associadas -- BCA, CBC, Condor, Kryptus, M&K, Taurus e VMI.

No primeiro dia da Milipol Paris, que segue até a próxima sexta-feira (22), o Pavilhão Brasil recebeu visitantes de vários países, representantes de instituições públicas e privadas. As empresas apresentaram extensos portfólios de produtos inovadores e até lançamentos.

“A presença do Pavilhão Brasil neste evento é muito importante pois temos a oportunidade de mostrar a potenciais compradores que temos uma BIDS (Base Industrial de defesa e Segurança) forte, inovadora e tecnológica, onde eles podem encontrar parceiros e fornecedores altamente qualificados”, disse o Comandante Paulo Albuquerque, Diretor de Projetos da ABIMDE.

Ele ressalta ainda o estudo 'En Toute Sécurité 2021', que aponta a retomada do crescimento do mercado global de segurança após a queda de mais de 3% em 2020 por conta da pandemia. Os dados apontam que este setor deve crescer cerca de 8% até o final de 2021 e 6% em 2022.

A participação brasileira na feira internacional tem o apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Produtos Inovadores

Durante os quatro dias da feira, as empresas brasileiras vão apresentar portfólios de produtos inovadores, muitos deles já exportados para vários países, e também os seus mais recentes lançamentos.

Este é o caso da BCA Ballistic Protection, empresa com 30 anos de atividades, presente em 16 países, que acaba de lançar sua mais nova linha de capacetes para uso restrito: o NeoFlex Helmet. De acordo com a empresa, o equipamento é leve e confortável, permitindo maior mobilidade aos soldados.

O portfólio da BCA inclui ainda outros produtos para blindagem de automóveis, de aeronaves,  de embarcações, e de veículos militares, e para proteção pessoal.

A Kryptus vai apresentar na Milipol Paris seu portfolio de soluções de criptografia e segurança cibernética para setores de Defesa e Inteligência, com destaque para:

  • BruitBlanc Suite que traz a criptografia OTP inquebrável em um criptocomputador portátil combinado a equipamentos de cifração de rede (network encyptors) para promover um ambiente altamente seguro para comunicações ultrassecretas;
  • kNET HSM (Hardware Security Module), uma linha de hardware criptográfico multitenant de alto desempenho para proteção de chaves criptográficas.


A CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) é considerada líder mundial de munições para armas portáteis. O portfólio da empresa inclui munições para armas curtas, fuzis, metralhadoras e médios calibres; cartuchos de fogo circular e para armas de alma lisa; carabinas de pressão e armas de fogo, entre outros produtos.

A Condor desenvolve e produz equipamentos e munições não letais, e pirotécnicos para emprego em sinalização e salvatagem. Atualmente, conta com mais de 120 produtos no portfólio e está presente em mais de 60 países pelo mundo.

A Taurus Armas, com mais de 80 anos de atividades, é considerada uma das maiores fabricantes de armas do mundo e reconhecida internacionalmente devido ao seu elevado padrão de qualidade e inovação. O portfólio da empresa inclui pistolas, revólveres, armas longas e carabinas. 

A Taurus informou que, até ontem (20), já tinha recebido a visita de representantes da Polícia Nacional Francesa, da Gendarmeria Nacional e do Exército Francês, além de clientes do Egito, Senegal, Suécia, Marrocos, Argélia, Tunísia, Israel.

Também já passaram pelo estande, o Embaixador do Brasil na França, Luis Fernando Serra, o Diretor do Departamento de Defesa do MRE, Ministro Marcelo Paz Saraiva Câmara, e o Chefe de Divisão de Assuntos de Defesa do MRE, Herbert Drummond, onde puderam conhecer os diversos produtos de sucesso da Taurus, especialmente o fuzil T4 calibre 5.56mm e a pistola Striker modelo TS9 em calibre 9mm (nas versões full-size e compacta), especialmente desenvolvidos para o emprego policial e militar.

O embaixador do Brasil na França se reuniu com representantes da ABIMDE e das sete associadas que participam do evento. Após, conheceu o portfólio das associadas e a avançada tecnologia e inovação dos produtos apresentados aos visitantes da Milipol Paris, que é considerada a principal feira internacional de segurança interna e proteção do mundo.

“Ficamos honrados em receber o embaixador Luís Fernando Serra no Pavilhão Brasil. A presença
dele valoriza a imagem das associadas aqui presentes e de toda nossa BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança), aqui representada pela ABIMDE, disse o Comandante Paulo Albuquerque, Diretor de Projetos da ABIMDE.

Embaixador do Brasil na França, Luís Fernando Serra, com representantes da ABIMDE, Apex e Ministério da Defesa






 

28 agosto, 2020

Indústria de Defesa divulga veemente Nota de Repúdio à pretensa intenção do governo de realizar compras diretamente no exterior

 


 *LRCA Defense Consulting - 28/08/2020

A Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE) divulgou ontem uma veemente Nota de Repúdio à matéria veiculada na imprensa sobre a possibilidade de o Ministério da Justiça comprar materiais de defesa diretamente do exterior, em franca desconsideração e desestímulo para com a indústria nacional do setor.

Ao divulgar a presente Nota, esta Consultoria enfatiza a necessidade de o Governo Federal e os Governos Estaduais atentarem-se para as graves consequências que podem advir para a nascente Indústria Brasileira de Defesa e, principalmente, para a Estratégia Nacional de Defesa caso tais fatos venham a se concretizar.

Nota de Repúdio:

ABIMDE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE MATERIAIS DE DEFESA E SEGURANÇA, por meio do seu COMITÊ DE SEGURANÇA PÚBLICA, recebeu com espanto as informações divulgadas hoje (27/08/2020) na imprensa de que o MJSP – MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA estaria “traçando um plano piloto em que integrantes da pasta vão até os Estados Unidos em uma missão temporária para viabilizar a abertura de um escritório em Washington voltado para compra de equipamentos de segurança pública, armas, munições, uniformes e veículos de transporte”. A coluna da jornalista Bela Megale, do jornal O Globo, acrescenta ainda que “a portaria que vai viabilizar o escritório está em trâmite final” e que o projeto “é uma demanda antiga da Polícia Federal, que acredita que pode ter uma economia de mais de 40% em relação às aquisições feitas hoje no Brasil”.

A ABIMDE e suas associadas querem crer que tal informação não seja verdadeira, pois se fosse confirmada, geraria uma COMPETIÇÃO ABSURDAMENTE DESLEAL EM DETRIMENTO DA INDÚSTRIA NACIONAL E EM FAVOR DAS EMPRESA ESTRANGEIRAS.

É público e notório que a indústria brasileira, GERADORA DE EMPREGOS E RENDA no País, como um todo, sofre com uma PESADA CARGA TRIBUTÁRIA que é obrigada a suportar em efeito cascata, além do excesso de BUROCRACIA e uma LOGÍSTICA DE TRANSPORTE DE CARGAS CARA E INEFICIENTE, seja para adquirir insumos seja para escoar a produção.

A indústria estrangeira, ao contrário, tem sua produção completamente desonerada de impostos nos seus países de origem e, quando exportam para o Brasil, também não pagam impostos na chegada quando os destinatários são os órgãos públicos. É exatamente daí que surge a “economia de mais de 40% às aquisições feitas hoje no Brasil”, ou seja: do não pagamento de ICMS (18%), PIS (1,65%), COFINS (7,6%) e IPI (que varia de 5 a 45%), fora outros impostos e taxas indiretos.

Quando os defensores desta TESE ABSURDA apresentam à imprensa uma possível “economia para o Erário Público” esquecem-se de que esta é obtida através da “isenção” da carga tributária que a empresa estrangeira usufrui. A mesma que é imposta aos fabricantes nacionais em efeito cascata. Deste modo, a informação chega “distorcida” para o público geral que poderia supor que os produtos nacionais são caros, quando, de fato, não são. Eles são sim absurdamente tributados no faturamento e na produção.

A Base Industrial de Defesa do (BID), preterida neste suposto ato do MJSP, é ESTRATÉGICA E VITAL PARA A SOBERANIA NACIONAL pois a extrema dependência de armas e equipamentos importados sujeitaria o Brasil à “boa vontade de países estrangeiros”. Vimos recentemente quão nociva é este tipo de dependência externa na recente crise da Covid-19, quando faltaram máscaras, EPIs e respiradores para a área da saúde. Imagine o caos que seria, quando o que está em jogo é a defesa das nossas fronteiras e o combate à criminalidade.

Há que se considerar também que 1,1 milhão de empregos são gerados direta e indiretamente pela BID, movimentando mais R$ 8 bilhões no Brasil e exportando mais de 900 milhões de dólares anualmente. Diante destes dados, seria bom para a Economia Brasileira desmantelar com este setor da indústria criando uma estrutura de competição desleal no Governo Federal? Francamente, se isto se concretizasse seria um grande “tiro no pé”.

Se se pretende abrir o mercado, QUE SE DÊ A INDÚSTRIA NACIONAL as mesmas condições que a indústria estrangeira têm fora do Brasil. Ninguém tem medo da salutar concorrência, mas que ela seja JUSTA E EQUILIBRADA. Esta suposta decisão do MJSP caminharia na contramão daquilo que é mais eloquente no discurso político que elegeu o Presidente Jair Messias Bolsonaro: “Brasil Acima de Tudo!”

Saiba mais:

Editorial DefesaNet: Mal-Estar, Divórcio ou Fim da Base Industrial de Defesa e Segurança

Bolsonaro quer comprar armas nos EUA e sela mal-estar com indústria nacional

Ministério da Justiça planeja aquisições fora do alcance da Lei de Licitações e do TCU


Governo Bolsonaro vai montar base nos EUA para comprar armas, munições e equipamentos de segurança

Taurus - Ações do Exército e MJSP aceleram decisão da empresa rumo ao exterior

01 agosto, 2020

Webinar: "Os esforços da indústria de defesa, face aos desafios trazidos pela Covid-19"



*LRCA Defense Consulting - 01/08/2020

Realizado no dia 24 de julho, o webinar "Os esforços da indústria de defesa, face aos desafios trazidos pela Covid-19", proporcionado pela LAAD Defense and Security 2021, trouxe importantes informações sobre a participação da indústria de defesa nas ações de combate à pandemia e, também, sobre os esforços que estão sendo realizados pelo governo (MRE, Ministério da Defesa, SEPROD) e pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança - ABIMDE para viabilizar o setor no Brasil, especialmente pelo fomento às exportações.

O evento contou com a participação do General de Divisão Luis Antônio Duizit Brito, Diretor do Departamento de Promoção Comercial do Ministério da Defesa (DEPCOM/MD), de Roberto Alves Gallo Filho, Presidente da ABIMDE, e de Leonardo Nogueira, Vice-presidente da ABIMDE, sendo moderada por Vivian Lima, Diretora Comercial da Clarion Events Brasil.

O próximo webinar acontecerá no dia 05 de agosto, às 14 horas, e discutirá o interessante tema "As aquisições e projetos das forças de segurança nos próximos anos".


18 julho, 2020

Setor de defesa se articula para vender mais ao Egito

A ABIMDE organizou, em parceria com a Câmara Árabe, evento virtual nesta quinta-feira (16) para discutir participação brasileira em feira do setor no Cairo em dezembro. Encontro teve representantes de órgãos oficiais do Brasil e do Egito e de outras entidades setoriais.



A indústria brasileira de defesa e segurança está se articulando para vender mais produtos do segmento ao Egito. Em encontro virtual organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde) em parceria com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira nesta quinta-feira (16), representantes do segmento e de órgãos oficiais do Egito e do Brasil discutiram o tema.

O evento serviu também como preparação para a participação na Egypt Defense Expo (EDEX), feira que vai ocorrer de 7 a 10 de dezembro deste ano no Cairo, capital egípcia, e na qual o Brasil terá estande. Segundo o presidente da Abimde, Roberto Gallo, 12 empresas já aderiram à participação. O espaço será promovido pela associação com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Gallo, da Abimde, organiza setor para ir ao Egito

O diretor do Departamento de Promoção Comercial do Ministério da Defesa, o general Luis Antônio Duizit Brito (primeira foto, ao centro), afirmou no encontro que o Brasil quer parcerias de longo prazo na área de defesa com o Egito. “Não queremos vender, porque o que se vende, se consome no outro dia, o que queremos é fazer parceria”, falou. Segundo ele, há esperança de fortalecer as parcerias na EDEX.

Segundo dados apresentados pelo coordenador de Inteligência de Mercado da Câmara Árabe, Marcus Pillon, os países árabes importaram no ano passado em produtos de defesa e segurança US$ 32,8 bilhões, dos quais US$ 195,2 milhões do Brasil. A importação que o Egito fez do Brasil na área somou US$ 3,5 milhões. O país é o sexto destino dessa indústria no mercado árabe.

O chefe da Divisão de Produtos de Defesa do Ministério das Relações Exteriores, Thiago Carneiro, lembrou da parceria do Brasil com o Egito há cerca de 40 anos, com a produção de aeronaves militares, e falou da vontade de voltar para aquele patamar. Segundo ele, desde o começo a relação do Brasil com o Egito na área se baseou em parceria estratégica.

O adido militar do Egito no Brasil, Alaa Mohamed Abd El Aziz, estava presente no encontro e disse que o desenvolvimento e a modernização dos equipamentos são pontos importantes para que existam Forças Armadas fortes. Ele falou sobre a importância das Forças Armadas para a soberania e a defesa do povo e sobre ameaças externas que seu país enfrenta atualmente.

O ministro-conselheiro da embaixada do Brasil no Egito, Rubem Mendes de Oliveira, contou do papel maior das Forças Armadas no Egito, que na pandemia foram encarregadas de cuidar da logística e da distribuição de produtos e serviços essenciais para a população. Ele orientou que numa prospecção do setor no mercado egípcio sejam apresentados também produtos de outras áreas.

Encontro virtual sobre defesa e segurança

O adido de Defesa do Brasil no Egito, o coronel Ricardo de Souza, relatou aos presentes como a sua área pode colaborar com a indústria de defesa e segurança. Segundo ele, a sua missão engloba divulgar e promover o Brasil na área, informar o Ministério da Defesa sobre demandas locais no setor, auxiliar os brasileiros na participação de eventos e feiras do segmento, entre outras atividades.

O general Elias Rodrigues Martins Filho, coordenador de Relações Governamentais na Apex-Brasil, falou que o setor de defesa sempre foi estratégico para o Brasil e contou sobre o andamento do projeto que a Apex leva adiante com a Abimde, de promoção internacional do segmento. Segundo ele, estão envolvidas na iniciativa mais de 90 empresas brasileiras.

Participaram do encontro também representantes de outras três instituições: o presidente do Conselho de Defesa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Roberto Veiga, a diretora técnica de economia e estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Giovanna Coviello Ferreira, e o superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo), Paulo Fraccaro.

As entidades participaram porque em função do perfil dos seus produtos podem trabalhar em parceria com o setor de defesa na promoção internacional. Veiga contou que o seu segmento fornece produtos de base para a indústria de defesa. Ferreira contou do déficit na balança comercial do segmento e da intenção de que ele diminua. “Essa é a razão de estarmos aqui”, falou. Fraccaro apresentou o perfil da produção do setor e algumas das novas tecnologias desenvolvidas na pandemia.

O encontro aberto pelo vice-presidente executivo da Abimde, Rodrigo Otavio Fernandes de Hônkis, e mediado pelo secretário-geral e CEO da Câmara Árabe, Tamer Mansour. O chefe do escritório internacional da Câmara Árabe em Dubai, Rafael Solimeo, apresentou o trabalho da entidade e os planos de abertura de novos escritórios no mundo árabe, ainda neste ano, na Arábia Saudita e no Egito.

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