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Fabricante brasileira
fornecerá 6.136 pistolas TS9 à Força-Tarefa Especial de Uttar Pradesh, segundo
contrato assinado em 16 de março de 2026 — mais uma vitória que se soma ao
fornecimento de 5.368 unidades às forças federais no início do ano.
*LRCA Defense Consulting - 18/03/2026
A Taurus, maior fabricante de armas leves do Brasil e uma das maiores do mundo, deu mais um passo decisivo em sua estratégia de expansão internacional. No dia 16 de março de 2026, a empresa formalizou um novo contrato para o fornecimento de 6.136 unidades da pistola TS9, calibre 9 mm, à Polícia Estadual de Uttar Pradesh, mais especificamente à sua Special Task Force (STF), unidade de elite responsável pelo combate ao crime organizado no estado mais populoso da Índia. O negócio foi firmado por meio da joint venture JD Taurus, parceria estabelecida com o grupo indiano Jindal Defence Systems Private Limited.
O contrato se soma a uma conquista igualmente expressiva obtida no início de 2026: em fevereiro, a JD Taurus havia vencido licitação para fornecer 5.368 pistolas TS9 às quatro Forças de Polícia Armada da União Indiana, responsáveis pela segurança interna e pelo patrulhamento de fronteiras. Em menos de dois meses, a empresa brasileira acumulou pedidos de mais de 11 mil armas a organismos de segurança do subcontinente, número que representa um salto qualitativo significativo em sua presença no mercado institucional indiano.
A pistola que passou pelos testes da OTAN A TS9 é uma pistola de ação simples por percussor, de tamanho pleno, com capacidade para 17 cartuchos 9x19 mm. O modelo passou pelos rigorosos testes de qualificação da OTAN e é utilizado por unidades especiais das Forças Armadas e das polícias brasileiras. Robusto e confiável, o produto foi desenvolvido para ambientes operacionais exigentes, exatamente o tipo de missão que a STF de Uttar Pradesh enfrenta cotidianamente.
Criada em 1998, a Special Task Force de Uttar Pradesh surgiu em resposta ao avanço do crime organizado no estado. Com jurisdição em todo o território de Uttar Pradesh, estado com mais de 240 milhões de habitantes, maior que a maioria dos países do mundo, a unidade acumula histórico expressivo de atuações bem-sucedidas contra máfias, tráfico de entorpecentes, redes de contrabando de armas e células terroristas. Opera em oito unidades regionais distribuídas por cidades como Noida, Agra, Varanasi e Kanpur, sob o comando direto do Diretor-Geral de Polícia do estado.
Da fábrica em Hisar ao coração do governo indiano A JD Taurus, joint venture entre a Taurus Armas S.A. e a Jindal Defence Systems Private Limited, foi constituída com participação acionária de 51% para o grupo Jindal e 49% para a Taurus (que participa somente com a transferência de tecnologia, sem dispêndio financeiro), modelo que atende às exigências do programa governamental Make in India. A fábrica, instalada em Hisar, no estado de Haryana, ocupa uma área de dois acres e se tornou a primeira planta de fabricação de armas do estado. Com capacidade para produzir até 250 mil armas por ano, a instalação incorpora tecnologia transferida do Brasil e conta com uma área de tiro dedicada ao controle de qualidade.
O alinhamento ao Make in India não é apenas simbólico. A política do governo do primeiro-ministro Narendra Modi incentiva a produção industrial local por meio de transferência de tecnologia e investimentos estrangeiros com criação de empregos no país. Para a Taurus, a parceria representa uma via de acesso privilegiada a um mercado institucional que, segundo projeções do setor, pode demandar mais de 100 mil armas em contratos de curto e médio prazo, incluindo pistolas 9 mm, submetralhadoras e fuzis.
“Este novo contrato reafirma o posicionamento da Taurus como fornecedora global de soluções de alto desempenho e fortalece ainda mais nossa presença na Índia, um mercado estratégico com enorme potencial de expansão nas áreas militar, policial e civil.” - Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus
Um mercado de US$ 71,5 bilhões no horizonte O timing da ofensiva comercial da Taurus não é casual. Projeções do setor indicam que o mercado global de armas leves pode atingir cerca de US$ 71,5 bilhões até 2032, com aproximadamente 39% destinados ao segmento militar. A Índia, com um dos maiores orçamentos de defesa do mundo e um processo acelerado de modernização das suas forças de segurança, é um dos epicentros desse crescimento. O país tem intensificado a substituição de armamento obsoleto, abrindo sucessivas licitações que atraem os principais fabricantes globais.
A Taurus parte com uma vantagem que os concorrentes europeus e americanos não têm: uma fábrica já operando em solo indiano. Ao combinar a certificação de produtos às exigências locais, a agregação de valor produtivo de 50% a 100% por categoria de arma e a capilaridade da parceria com o Grupo Jindal, a empresa gaúcha reúne condições para competir em futuras licitações de maior escala.
Taurus: 85 anos e presença em mais de 100 países Fundada há 85 anos e sediada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, a Taurus Armas é reconhecida como Empresa Estratégica de Defesa pelo governo brasileiro e integra a Base Industrial de Defesa (BID). Com cerca de 3.700 funcionários diretos e uma unidade produtiva nos Estados Unidos, em Bainbridge (Geórgia), a companhia exporta para mais de 100 países e oferece portfólio completo que vai de revólveres e pistolas a fuzis, carabinas e submetralhadoras.
Com dois contratos importantes fechados na Índia em menos de dois meses, a empresa demonstra que sua aposta no subcontinente asiático deixou de ser uma promessa de longo prazo para se tornar resultado concreto. O desafio, agora, é escalar a operação e transformar cada entrega bem-sucedida em um argumento ainda mais sólido para as próximas rodadas de licitação em um dos mercados mais promissores e mais disputados do mundo na indústria de defesa.
Marco histórico reforça a estratégia "Make in
India" e consolida autossuficiência no setor de defesa
*LRCA Defense Consulting - 27/01/2026
A JD Taurus, joint
venture entre o Grupo Jindal e a brasileira Taurus Armas, anunciou a conquista
de um contrato histórico para fornecimento de mais de 5.000 pistolas TS9
calibre 9mm às Forças Armadas Policiais Centrais (CAPF) da Índia. O acordo
marca um momento decisivo na capacidade de produção nacional indiana e
consolida a posição da empresa no competitivo mercado de defesa.
O contrato representa não apenas o maior pedido já recebido
pela JD Taurus desde o início de suas operações em março de 2024, mas também
demonstra a confiança das forças de segurança indianas em equipamentos
produzidos domesticamente, eliminando a dependência de importações de armamento
leve.
Pistola TS9: tecnologia militar aprovada pela OTAN A pistola TS9 de 9mm, que equipará milhares de agentes das forças de
segurança centrais indianas, possui características técnicas que a qualificam
como armamento de categoria militar. Com capacidade para 17+1 cartuchos,
sistema de disparo striker-fired e peso de 828 gramas, a arma foi desenvolvida
especificamente para uso em condições extremas.
O diferencial da TS9 está na sua aprovação pelos rigorosos
testes da OTAN, um selo de qualidade que poucas pistolas no mercado conseguem
obter. A arma passou por avaliações que incluem teste de resistência de 20.000
disparos sem falhas, além de testes de funcionamento em condições adversas como
imersão em lama, areia e água.
Entre suas características técnicas destacam-se o sistema de
segurança duplo no gatilho (DTS - Dual Trigger Safety), miras ajustáveis de
três pontos com trítio para uso noturno, trilho Picatinny para acessórios, e
vedação especial contra poeira e lama. A pistola mede 18,85cm de comprimento
total, com cano de 10,16cm e altura de 14,73cm.
Joint venture Brasil-Índia: modelo de cooperação
estratégica
A parceria entre Jindal Defence e Taurus Armas, formalizada em janeiro de
2020, representa um modelo de cooperação Sul-Sul no setor de defesa. Com
investimento inicial de US$ 5 milhões, onde a Taurus entrou somente com transferência de tecnologia, a joint venture estabeleceu uma
proporção acionária de 51% para a Jindal e 49% para a empresa brasileira, em conformidade
com a política "Make in India" do governo indiano.
A fábrica em Hisar, no estado de Haryana, ocupa uma área de
dois acres e incorpora tecnologia de ponta com capacidade anual de produção de
até 250.000 armas e facilidade de expansão, quando for necessário. A unidade conta com infraestrutura completa, incluindo campo
de tiro para testes de qualidade, laboratórios metalográficos e meteorológicos,
e área de montagem controlada por sistema de acesso eletrônico.
A transferência de tecnologia da brasileira Taurus foi
fundamental para garantir padrões internacionais de qualidade e segurança.
Especialistas brasileiros acompanharam todo o processo de implementação da
linha de produção, assegurando que os produtos fabricados na Índia mantivessem
as mesmas características das armas produzidas no Brasil.
CAPF: a estrutura de segurança interna da Índia As Forças Armadas Policiais Centrais (Central Armed Police Forces - CAPF)
constituem o principal braço de segurança interna da Índia, subordinado ao
Ministério de Assuntos Internos. O conjunto é formado por sete organizações
distintas: Border Security Force (BSF), Central Reserve Police Force (CRPF),
Central Industrial Security Force (CISF), Indo-Tibetan Border Police (ITBP),
Sashastra Seema Bal (SSB), National Security Guard (NSG) e Assam Rifles (AR).
Com efetivo total superior a 1 milhão de agentes, as CAPF
são responsáveis pela proteção de fronteiras, combate ao terrorismo e
insurgências, segurança de instalações estratégicas e apoio às forças policiais
estaduais. A CRPF é a maior das forças, contando com mais de 313.000 agentes
distribuídos em 247 batalhões.
O equipamento das CAPF, com armamento moderno e confiável, é
considerado estratégico para o governo indiano, especialmente diante dos
desafios de segurança nas regiões fronteiriças e áreas afetadas por movimentos
insurgentes.
Competição vencida e especificações atendidas Para conquistar o contrato, a pistola TS9 da Jindal Defence precisou
superar concorrentes internacionais em rigorosos testes conduzidos pelas CAPF.
As avaliações incluíram resistência operacional, precisão de tiro, durabilidade
em condições adversas e facilidade de manutenção.
Segundo especialistas do setor citados pela publicação
IADNews, a vitória da TS9 demonstra que a Índia desenvolveu capacidade de
produção comparável aos principais fabricantes mundiais. "A Índia está
demonstrando sua capacidade de produção no cenário global", afirmou um
analista ao veículo especializado.
A produção será totalmente realizada em território indiano,
garantindo que não haja necessidade de importação de componentes críticos. A
JD Taurus certificou que seus produtos possuem entre 50% e 100% de valor
agregado nacional, dependendo do modelo.
Impactos econômicos e sociais do contrato Além do significado estratégico para a defesa nacional, o contrato das
5.000 pistolas gera impactos econômicos e sociais relevantes. A produção
estimula a cadeia de fornecedores locais, gera empregos especializados e
contribui para o desenvolvimento tecnológico da região de Haryana.
O Coronel Amit Baveja (reformado), ex-diretor de Negócios da
JD Taurus, destacou em declaração anterior que a empresa está comprometida em
equipar não apenas as forças militares, mas também forças paramilitares e
polícias estaduais com armamento superior para atender suas demandas em evolução.
A JD Taurus já havia conquistado em 2024 uma licitação para
fornecer 550 unidades da submetralhadora T9 ao Exército Indiano, no valor
de aproximadamente ₹4,26 crores. O novo contrato com as CAPF representa uma
expansão significativa nas operações da empresa.
Perspectivas para a indústria de defesa indiana A conquista do contrato pela JD Taurus insere-se no contexto mais
amplo da política de autossuficiência em defesa (Atmanirbhar Bharat) promovida
pelo governo indiano. A estratégia visa reduzir a dependência de importações de
equipamentos militares e criar uma base industrial de defesa robusta no país.
A Índia é tradicionalmente um dos maiores importadores de
armamentos do mundo, mas vem implementando políticas para desenvolver
capacidades domésticas de produção. O setor de armas leves é considerado
prioritário nessa estratégia, dada a necessidade de equipar forças de segurança
que somam milhões de agentes.
Para a Taurus Armas, a parceria com a Jindal representa uma
importante porta de entrada no mercado asiático. A empresa brasileira, que já
forneceu cerca de 30.000 pistolas TS9 para a Polícia Nacional das Filipinas, vê
na Índia um mercado com potencial de crescimento exponencial.
Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus Armas, declarou, em
ocasião anterior, estar orgulhoso de participar da inauguração da unidade de
produção em Hisar, destacando que a combinação de forças e avanços tecnológicos
posiciona a joint venture para atender às necessidades evolutivas do setor de
defesa.
Próximos passos e projeções Com a conquista deste contrato significativo, a JD Taurus consolida
sua trajetória ascendente no setor de defesa indiano. A empresa projeta
alcançar a meta de se tornar líder na fabricação de armas leves até 2026,
conforme estabelecido em seu planejamento estratégico.
A fábrica de Hisar, que iniciou operações com produção
piloto em março de 2024, já tem capacidade instalada para atender à demanda
crescente. Para o ano fiscal em curso, a projeção inicial era de produção entre
25.000 e 30.000 armas, mas o novo contrato pode exigir aceleração desse
cronograma.
Além das pistolas TS9, a JD Taurus possui certificação para
fabricar uma gama diversificada de produtos, incluindo rifles, carabinas,
submetralhadoras e revólveres, com índices variados de
nacionalização dos componentes.
Momento histórico
O fornecimento de mais de 5.000 pistolas TS9 às Forças Armadas Policiais
Centrais marca um momento histórico tanto para a JD Taurus quanto para a
indústria de defesa indiana como um todo. O contrato demonstra que o país
alcançou capacidade técnica para produzir armamento militar de padrão
internacional, eliminando a necessidade de importações neste segmento.
Para as forças de segurança indianas, a aquisição representa
um salto qualitativo no armamento disponível, equipando os agentes com pistolas
aprovadas pelos mais rigorosos padrões internacionais. Para a indústria
nacional, representa um incentivo concreto aos investimentos em pesquisa,
desenvolvimento e produção de equipamentos de defesa.
A parceria Brasil-Índia materializada na joint venture JD
Taurus serve como modelo de cooperação Sul-Sul, demonstrando que países em
desenvolvimento podem estabelecer alianças estratégicas mutuamente benéficas no
sensível setor de defesa, gerando empregos, tecnologia e autossuficiência para
ambas as nações.
A Polícia Penal de Mato Grosso do Sul recebeu, nesta segunda-feira (13), um novo lote de equipamentos de segurança e armamento para modernizar e ampliar sua atuação em unidades prisionais do estado.
O pacote inclui 13 viaturas Chevrolet Trailblazer com proteção balística, 700 pistolas Taurus TS9 calibre 9 mm, 20 fuzis Taurus T4 calibre 5.56, 398 coletes balísticos e dispositivos de tecnologia não letal. O investimento total foi de R$ 8,46 milhões.
Os recursos são oriundos dos Fundos Penitenciários Nacional e Estadual e seguem diretrizes da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). A entrega oficial ocorreu no 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar, em Campo Grande.
Os veículos serão distribuídos entre as unidades penais de sete municípios: Campo Grande, Corumbá, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas. Segundo o secretário de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, a ação vai além da renovação da frota.
“A Polícia Penal recebeu viaturas com proteção balística, que trazem mais segurança e conforto aos nossos policiais. Também foram entregues pistolas, fuzis e coletes balísticos, garantindo o exercício pleno das novas atribuições constitucionais da categoria”, afirmou.
Durante a solenidade, o governador Eduardo Riedel destacou que o reforço estrutural é uma resposta direta às demandas da categoria, que atua diariamente com mais de 23 mil custodiados no estado.
“São instrumentos e ferramentas para a continuidade do bom trabalho que o nosso efetivo exerce com profissionalismo, capacitação e qualidade. Segurança se faz com investimento, inteligência e valorização dos profissionais”, declarou.
Além do foco na Polícia Penal, o evento também marcou a entrega de 20 viaturas de última geração ao Corpo de Bombeiros Militar, voltadas ao combate de incêndios florestais no Pantanal e em áreas de floresta plantada.
De acordo com o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Rodrigo Rossi Maiorchini, a entrega representa um passo importante na reestruturação dos serviços.
“Este investimento estratégico reflete o compromisso tanto do Governo Federal quanto do Estado com a modernização do sistema prisional, a valorização dos profissionais e a promoção de um ambiente institucional mais seguro para todos”, afirmou.
As novas aquisições devem reforçar as escoltas, o transporte de internos e a segurança dos servidores nas unidades prisionais, fortalecendo a capacidade de resposta da Polícia Penal em todo o estado.
Conforme divulgou Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus Armas, durante a reunião com a APIMEC, realizada em 11 de dezembro, sua empresa venceu a licitação internacional aberta pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para adquirir 37.102 pistolas semiautomáticas calibre 9mm para 14 estados que cederam agentes para a Força Nacional de Segurança.
A arma vencedora foi a pistola Taurus TS9 e cada unidade foi orçada em R$ 7,6 mil, em um total R$ 285,3 milhões.
A licitação internacional realizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) visa recompensar o chamado “legado” deixado nos anos de 2021, 2022 e 2023, anos em que estados cederam os agentes sem contrapartida da União. Pelos convênios de cooperação federativa assinado junto ao MJSP para estruturação da SENASP, da Força Nacional e da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária, os estados têm direito a veículos, carabinas, pistolas, coletes e capacetes balísticos.
As armas incluídas nessa licitação serão enviadas, mediante requisição da SENASP, aos estados de Pernambuco (10.400 unidades), Distrito Federal (4.908 unidades), Rio Grande do Norte (4.500 unidades), Maranhão (3.500 unidades), Bahia (3.000 unidades), Rondônia (3.000 unidades), Tocantins (2.700 unidades), Roraima (2.000 unidades), Amapá (1.500 unidades), Amazonas (1.000 unidades), Rio Grande do Sul (500 unidades), Sergipe (70 unidades), Pará (20 unidades) e Paraná (4 unidades).
Pistola Taurus TS9: testada sob as mais rigorosas e reais condições A pistola Taurus TS9 é produzida com protocolo militar e foi concebida para ser utilizada por forças
policiais, de segurança e militares, pois assegura praticidade de pronto
emprego, facilidade de manutenção, segurança de manuseio e rusticidade.
É a arma curta padrão de diversas polícias e corpos de bombeiros militares, polícias civis, polícias penais e guardas civis municipais de diversos estados brasileiros.
Além do Brasil, a arma é também exportada para órgãos militares e de segurança de outros países, como a Polícia Nacional das Filipinas, uma das organizações policiais mais exigentes do mundo, que adotou a pistola Taurus TS9 como arma curta padrão, já tendo adquirido cerca de 30 mil unidades.
No caso filipino, as armas foram aprovadas com sucesso nos rigorosos testes de aceitação – que incluem mira e precisão, tiro sob pressão, acuracidade, exposição à poeira, imersão na lama, areia e na água, segurança de queda, resistência e aquecimento, entre outros – conduzidos, durante uma semana por uma comitiva de 12 integrantes da Polícia Nacional das Filipinas (Philippines National Police) na fábrica da Taurus, em São Leopoldo (RS).
As pistolas também passaram por análise de corrosão e partículas magnéticas em laboratórios da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e por teste de resistência de 20.000 disparos, onde as amostras foram plenamente aprovadas, superando os requisitos da Norma NATO AC-225.
Os procedimentos fazem parte dos trâmites de aceitação dos produtos de contrato firmado com a instituição filipina. O resultado positivo obtido em todos os testes, comprova a qualidade, a confiabilidade e a resistência da pistola TS9 Striker, especialmente desenvolvida pela Taurus para o mercado policial e militar.
Principais recursos da Taurus TS9 - Mira traseira ajustável: A TS9 possui uma mira traseira ajustável que permite aos atiradores ajustar sua precisão para uma pontaria incomparável.
- Mira frontal ajustável: com mira frontal ajustável, a TS9 oferece versatilidade superior, possibilitando personalizar a imagem visual de acordo com as preferências e estilo de disparo, garantindo a aquisição ideal do alvo em qualquer cenário.
- Trilho para acessórios (Picatinny/MIL-STD 1913): o trilho para acessórios integrado oferece compatibilidade com uma ampla gama de acessórios, incluindo lanternas, lasers e muito mais, permitindo personalizar a TS9 para atender às necessidades e requisitos de missão específicos.
- Extração ambidestra do carregador: a Taurus entende a importância da acessibilidade e conveniência para todos os atiradores. A extração ambidestra do carregador garante que usuários destros e canhotos possam operar a TS9 com facilidade.
- Alças traseiras intercambiáveis (4 tamanhos): a TS9 oferece conforto e ergonomia incomparáveis, graças às suas quatro alças traseiras intercambiáveis, possibilitando personalizar o punho para se ajustar perfeitamente à mão, melhorando o controle e reduzindo o recuo para uma experiência de tiro mais agradável.
- Segurança: possui sistema de dupla trava do gatilho (DTS - trava de gatilho e trava
manual) e eficiente sistema de estancamento contra poeira, areia e lodo
que garante seu uso sob as mais extremas condições de operação.
Taurus aperfeiçoa armeiros da Polícia Penal do Tocantins, em abril de 2022
Logística de pré e pós-venda: o grande diferencial da Taurus No entender desta Consultoria, a opção da Secretaria Nacional de Segurança Pública, mesmo que no bojo de uma
licitação internacional, é totalmente acertada, haja vista que, além do alto padrão de
qualidade e de tecnologia que caracteriza o moderno armamento da Taurus, a
opção por armas dessa empresa embute uma completa logística de
pós-venda, pois não seria cautelar adquirir um produto se a empresa
vendedora não puder, com oportunidade, oferecer suporte, manutenção e
assistência técnica na própria região onde as armas estarão em serviço, mesmo nos mais distantes e ermos locais do País.
Diferentemente
do que acontece com empresas que apenas exportam para o Brasil ou
somente têm escritório no País, a Taurus investe pesadamente na
qualificação dos armeiros das entidades de segurança pública e privada,
bem como no treinamento técnico de sua equipe de representantes, que
está capilarizada por todo o país, o que lhe permite resolver rápida e
oportunamente os eventuais problemas que surjam.
Com o Programa
Instrutores de Armamento e Tiro, por exemplo, a logística de pré e
pós-venda da empresa é reforçada periodicamente com mais
instrutores altamente especializados, que têm como compromisso a
disseminação de conhecimentos técnicos sobre os produtos da marca
e a realização de treinamentos, eventos e demonstrações, entre outras
atividades. Atuando como Embaixadores Taurus & CBC, os instrutores
poderão também melhor orientar os consumidores brasileiros nas eventuais
decisões de aquisição de uma ou mais armas.
Além disso, o grupo
Taurus & CBC oferece ao consumidor uma ampla e ágil rede de
distribuidores, pontos de venda e assistência técnica treinada em todo o
território nacional, além de uma equipe de instrutores credenciados e
peças de reposição rapidamente acessíveis.
A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) deu mais um passo no fortalecimento da segurança e aparelhamento da Polícia Penal de Mato Grosso do Sul ao adquirir 20 fuzis Taurus T4, calibre 5.56. O investimento, no valor de R$ 179.700, com recursos do fundo a fundo, reflete o compromisso da instituição em aprimorar a proteção dos policiais penais e garantir eficiência no sistema prisional.
A aquisição dos novos fuzis faz parte de um conjunto de medidas destinadas a modernizar e equipar a Polícia Penal do estado. Recentemente, com um aporte de R$ 2.450.000,00 foram compradas 700 pistolas Taurus TS9, calibre 9mm. Essas armas já começaram a ser entregues aos policiais penais e são o início de um processo contínuo de renovação do arsenal.
Além disso, está em andamento a aquisição de mais 1.600 pistolas Taurus TS9 9mm, assegurando que todos os servidores da Polícia Penal tenham acesso a armamentos novos e modernos. O plano de modernização também contempla a compra de 650 coletes balísticos de nível III, espingardas calibre 12 e outros equipamentos essenciais para operações de segurança pública.
A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) anunciou a aquisição direta de armamentos destinados ao treinamento e uso operacional da PPMS (Polícia Penal de Mato Grosso do Sul). Com investimentos de R$ 2.450.000,00, foram adquiridas 700 pistolas Taurus TS9 9mm.
A aquisição, conforme a direção da Agepen, visa, primeiramente, a renovação dos armamentos dos policiais penais que atuam em serviços de escolta e de segurança. A expectativa é que a entrega dos armamentos seja feita dentro de 90 dias. A escolha da Taurus Armas S.A. foi fundamentada em critérios técnicos rigorosos para assegurar a qualidade e a confiabilidade dos armamentos.
A compra das armas integra o Plano de Trabalho da agência penitenciária, por meio de sua Diretoria de Administração e Finanças, que coordena a elaboração e execução de projetos para aparelhamento da Polícia Penal de Mato Grosso do Sul.
Com esta aquisição, Agepen busca aprimorar a capacidade de resposta e a segurança de seus policiais penais e reforça seu compromisso com a eficiência administrativa, buscando sempre os melhores recursos para o desempenho das funções da Polícia Penal, segundo o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini.
“Os novos armamentos são um passo importante nesse sentido, demonstrando a prioridade dada à segurança e à profissionalização do serviço penitenciário no Estado”, destaca o dirigente.
O processo administrativo da compra das pistolas foi ratificado, homologado e adjudicado, conforme publicação no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (14.6). A aquisição foi feita por contratação direta, em consonância com a Lei Federal nº 14.133/2021, que estabelece normas gerais de licitação e contratação para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
No dia 16 de março, a Taurus Armas S.A. informou que a JD Taurus - sua unidade fabril na Índia em joint venture (JV) com a Jindal Defence - iniciou suas operações, com produção de armas civis e, mediante demanda, com armas destinadas aos mercados militar, policial e paramilitar indianos.
Impacto para a Taurus Armas: EBITDA e dividendos Desde que a joint venture foi formada, uma das questões mais recorrentes se prende à determinação de qual será o impacto que a unidade fabril indiana poderá produzir na Taurus Armas, especialmente no que tange a resultados financeiros.
No release distribuído à imprensa brasileira e internacional, a empresa afirmou que sua capacidade inicial de produção é de 250 mil armas/ano, podendo ser expandida facilmente em caso de alta demanda, especialmente se vencer a megalicitação de fuzis em curso para o Exército Indiano ou outra licitação de grande porte. Essa possibilidade de expansão se deve ao fato de a fábrica estar situada dentro de um terreno total bem maior. Além disso,
visando o prestígio a empresas locais, uma parte da produção está sendo
terceirizada, pelo menos inicialmente, fazendo com que a necessidade de
espaço interno fabril seja menor.
Em ocasiões anteriores, a Taurus havia afirmado que a capacidade inicial total de produção é de 1.500 armas/dia, sendo em torno de 1.000/1.150 armas civis/dia, conforme demanda, e o restante destinada, em princípio, a armas táticas.
Assim, após iniciada a operação fabril e com os dados de produção confirmados, é possível realizar uma estimativa do referido impacto, no caso de a produção prevista para um ano ser totalmente cumprida e vendida.
Para tanto, está sendo considerado que o ticket médio (TM) de venda seja de US$ 900,00, um valor bastante conservador em vista dos preços praticados na Índia para pistolas e revólveres, mesmo que de qualidade e tecnologia visivelmente inferior às armas da JD Taurus.
Em consequência, se as 250 mil armas/ano forem totalmente vendidas com um TM de US$ 900,00, o total seria de US$ 225 milhões. Como a Taurus tem 49% da JV e não tem custos, receberia US$ 110,25 milhões ou, ao câmbio de hoje, cerca de R$ 551,25 milhões praticamente limpos, o que significaria um poderoso incremento em seu EBITDA e na capacidade de pagar um alto valor em dividendos.
Caso a produção/venda seja total na
Índia, ou seja, de 1.500 armas/dia, redundaria em uma quantidade anual de 375.000 armas, superior ao número (recorde) de
366.000 armas vendidas no mercado brasileiro em 2022.
Licitações para o mercado governamental No tocante às armas táticas, além da megalicitação de 425 mil fuzis para o Exército indiano, que está em curso e com conclusão prevista para breve, a JD Taurus já está participando de mais duas.
A primeira é uma licitação do Exército Indiano para a compra de 550
submetralhadoras, em que a JD Taurus T9 (JD Taurus) e a ASMI 9x19mm MP (Lokesh
Machines Limited - LML) foram as duas classificadas para prosseguirem
para a segunda fase (avaliação financeira), sendo rejeitadas, na
avaliação técnica, armas de conceituados fabricantes internacionais:
Tanfoglio CBR-9/TCMP, IWI UZI Pro, G72 9mm SMG, CZUB CZ Scorpion e
B&T MP-9.
A segunda é uma licitação para fornecer 618 pistolas TS9 para a Força de Segurança Especial do estado de Uttar Pradesh.
Em ambas, a JD Taurus tem excelentes chances.
A visão estratégica do CEO Global da Taurus Desde que firmou o contrato de joint venture com o Grupo Jindal, em fevereiro de 2020, o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, afirmou inúmeras vezes, em palestras, lives e comunicados, que a operação na Índia poderia mudar as perspectivas de sua empresa.
No entanto, foi em dezembro de 2022, quando já havia passado a pandemia, que a JV começou a tomar forma prática, com a aceleração da construção dos prédios e da instalação dos equipamentos na unidade fabril situada na cidade de Hisar, no estado indiano de Haryana, não por coincidência também sede da Jindal Stainless Steel (JSL Hisar), maior produtora de aço inoxidável da Índia.
Nesse mesmo mês, durante um evento com investidores
na fábrica de São Leopoldo, Salesio afirmou, com grande entusiasmo, que a Índia representa uma oportunidade ainda muito
maior e mais perene do que aquela que a empresa teve no ano de 2021, quando
a Taurus percebeu e se preparou a tempo para a impressionante e inédita demanda
que viria nos EUA, aproveitando-a ao máximo e fazendo de 2021 o melhor ano da
história da companhia.
Com o início das operações fabris e a confirmação dos números possíveis de serem alcançados na Índia, a visão estratégica do CEO Global da Taurus está se tornando uma realidade, com a fábrica indiana podendo vir a se constituir em um novo divisor de águas para a multinacional
brasileira, assim como já o foram, anteriormente, a sua venda para a CBC, a assunção da
equipe dirigente liderada por Salesio Nuhs e o turnaround "de livro" que esta implementou na empresa.
Nesta quarta-feira (3), a Prefeitura de Boa Vista (RR) realizou a entrega de novos armamentos à Guarda Civil Municipal (GCM). Os agentes agora contam com 200 pistolas 9mm – Taurus TS9 e 10 carabinas CTT40mm, totalizando 210 equipamentos de última geração, caracterizados por sua precisão aprimorada, fácil mobilidade e manuseio eficiente. As carabinas CTT40, em particular, são consideradas instrumentos ideais para operações urbanas.
O prefeito Arthur Henrique destacou a importância desses novos equipamentos no reforço da segurança local e na defesa do patrimônio público de Boa Vista. “Estamos realizando e entregando os primeiros investimentos em segurança para o ano de 2024. Garantir a proteção das pessoas e da cidade é uma das principais prioridades desta gestão”, afirmou.
Além das armas, a prefeitura também disponibilizou 45 mil munições de treinamento para calibre 380, 5 mil munições calibre 380 para uso em serviço e 6 mil munições para espingarda calibre 12. Essas aquisições visam ampliar o efetivo da Guarda Civil Municipal, em resposta à conclusão do concurso público de 2023, atualmente em andamento.
O secretário de Segurança Urbana e Trânsito, Jullyerre Pablo, enfatizou a importância da atualização do calibre da GCM. “Os profissionais da segurança pública terão agora condições aprimoradas para combater a criminalidade, e a instituição dá um passo crucial em direção à praticidade, melhor manuseio e, principalmente, à valorização do servidor municipal.”
De acordo com fontes da empresa, a TaurusTS9 com estrutura de polímero e acionada por atacantefoi desenvolvida para atrair clientesmilitaresepoliciais.No entanto, apareceu recentemente no mercado civil dos EUA devido a um excesso de produção.E tem um preço que não vai quebrar o banco.
A Taurus TS9 chega ao mercado civil dos EUA
Fontes da empresa afirmam que a Polícia Nacional das Filipinas (PNP) fez pedidos de 10.000 armas, que foram entregues em 2019. A PNP testou a TS9 com um regime de estilo militar.O teste envolveu três pistolas selecionadas aleatoriamente, avaliadas quanto à função após serem jogadas na lama, areia e água.Isto foi seguido por um teste de resistência de 20.000 tiros.
Todos foram aprovados, sem sofrer nenhuma falha durante a parte do teste de resistência.Só aprendi sobre isso depois de concluir meu teste e avaliação.Foi mais um alívio do que uma surpresa.
Muitos dos recursos de design da TS9 parecem ter como objetivo melhorar sua confiabilidade no campo de batalha.No entanto, você não precisa ir muito longe na arma para perceber que ela não é a típicapistolacom armação de polímero disparada por um atacante .
Sempre que vejo uma nova abordagem de engenharia, fico pensando até que ponto ela será durável em uso real.Esse foi o meu sentimento com a TS9, mas os testes de resistência PNP acabaram com essas preocupações.Não fiz nenhum teste de tortura na minha arma de amostra.No entanto, descobri que funcionou perfeitamente com bala FMJ de ponta plana e nariz redondo e quatro estilos diferentes de pontas ocas.
Nunca perdeu o ritmo.Na verdade, minha única decepção foi que a pistola que testei demonstrou apenas uma precisão média.Não vou competir com a TS9, mas ele atira tão bem quanto alguns de seus pares mais caros e menos ricos em recursos.
O preço sugerido da TS9 custa US$ 499, mas os preços de varejo online mais baixos que encontrei foram em torno de US$ 380, incluindo frete.Para uma pistola de nível militar, parece um bom negócio.
A TS9 em detalhes
Antes de entrar na engenharia, aqui está um resumo dos recursos importantes que a TS9 tem a oferecer.É certo que a maioria deles é bastante padrão em marcas de qualidade atualmente.
O lançamento do carregador e o controle deslizante aberto são ambidestros.A corrediça de aço carbono é tratada com Tenifer para resistência à corrosão e ranhuras nas laterais para agarrar na frente e atrás.
As miras frontal e traseira são encaixadas na estrutura e fixadas com parafusos Allen.Isso permite que você ajuste facilmente o vento.As miras de três pontos são feitas de aço, com furos para inserções de plástico branco que não se desgastam com o uso.Da mesma forma, as miras são dimensionadas para tiro de combate.Além disso, o amplo entalhe traseiro permite que você pegue a mira frontal rapidamente.
A ampla estrutura de polímero aceita carregadores de 17 cartuchos.Dois carregadores MEC-GAR de qualidade de fabricação italiana com 17 orifícios para munições vêm com a arma.A empunhadura é recortada com ranhuras para os dedos na alça frontal e texturizada agressivamente em todos os lados para melhorar a aderência, molhada ou seca.
A pistola vem com quatro alças traseiras para personalizar a estrutura do punho de acordo com a anatomia única da sua mão.Para mim, foi a terceira alça traseira mais alta que fez com que a mira se alinhasse exatamente com o meu dedo indicador.
O gatilho é quadrado na frente para ser segurado com a mão inábil.Isso também permite a instalação organizada de uma luz/laser na seção de 1,9 polegadas do trilho Picatinny moldado.
A estrutura também é cortada atrás do guarda-mato, subindo alto - quase até a parte inferior do ferrolho - na parte traseira.Isso posiciona a pistola o mais baixo possível na mão para melhorar o controle do recuo.
Uma moldura com propósito
O quadro da TS9 também possui quatro recursos que me parecem uma “prova de soldado” militar.
O primeiro é um canal raso acima do gatilho de cada lado que a Taurus chama de “almofada de indexação”.Destina-se a ser um local de descanso para o dedo em gatilho para reduzir a incidência de tiros acidentais.
A segunda é uma blindagem moldada acima do botão de liberação do carregador para evitar a queda acidental deste.Eu acrescentaria que um segundo recurso de retenção do carregador é a pressão acima da média necessária para pressionar o botão de liberação.Achei mais fácil soltar com o dedo no gatilho do que com o polegar.Os botões são grandes, feitos de aço e xadrez para minimizar escorregões.
Uma terceira peça de proteção contra soldados é encontrada nos escudos moldados abaixo das alavancas de abertura deslizante.Isso evita que eles sejam acidentalmente empurrados e ativados.
Por fim, o calcanhar da alça traseira possui uma fenda para prender um cordão, que é a versão militar de ter clipes nas luvas.
Características de segurança
Algumas pistolas TS9 tinham um bloco de gatilho de segurança operado manualmente que você podia empurrar para a posição atrás do gatilho, bloqueando fisicamente seu deslocamento para trás.Embora pareça que essas armas também o fazem, esse não é o caso.
Puxe o gatilho com uma bala na câmara - com ou sem o carregador inserido - e ele disparará.Os dois mecanismos de segurança passivos projetados na TS9 (um bloco de percussão e uma lâmina de segurança no gatilho) tornam-no seguro contra quedas e evitam o disparo, a menos que o gatilho seja puxado.
A TS9 foi projetada para permitir a confirmação visual e tátil de uma câmara carregada.Quando a câmara está carregada, a borda do cartucho fica visível através da porta de ejeção.Da mesma forma, um pino indicador de câmara carregado de metal na face do parafuso se projeta cerca de 0,035” acima da superfície superior da corrediça.
A ponta desse alfinete pode ser arredondada, pois é afiada o suficiente para prender na roupa e na pele.
A desmontagem da TS9
Algumas das características únicas da TS9 vêm das patentes do inventor austríaco de armas de fogo Wilhelm Bubits.As realizações deste homem são uma história em si, e seu trabalho pode ser encontrado em pistolas Glock, Steyr, Kimber e outras.
Ao desmontar a TS9, você percebe primeiro que a remoção é extremamente simples e incomum.Em vez de uma alavanca de desmontagem giratória na lateral, a TS9 possui um pino de retenção com mola que se apoia na frente da saliência do came do cano.
A alavanca para puxar para baixo o pino de retenção e liberar o cano fica na frente do guarda-mato, nivelada com a superfície.Portanto, você não pode ativá-a acidentalmente.
Pressionar a ponta da alavanca 0,063 polegada puxa para baixo o pino de retenção com umcliqueaudível .Isso libera o cano e permite que todo o conjunto da mola deslizante/cano/recuo seja empurrado para frente 0,125 polegada e levantado da estrutura.
Minha primeira reação foi de alarme porque havia tão pouco engate mecânico entre os trilhos da estrutura e a corrediça que mantinha os dois juntos quando a pistola estava travada na bateria.No entanto, os testes de resistência demonstram que é suficiente para fazer o trabalho.
Manuseando a TS9
O curso do gatilho de dois estágios é bastante curto, com cerca de 0,25 polegadas no geral.Ele é dividido igualmente entre a absorção e a pressão através da parede de 6 a 6,5 libras até o lançamento.Ele é liberado logo antes da parte traseira do gatilho.
O gatilho também pareceu reiniciar na metade do caminho.Esse puxão curto é possível porque a atacante TS9 está sempre parcialmente armada quando a arma está carregada.Puxar o gatilho move um conector de aço estampado complexo para trás.Isso desloca a segurança do bloco do martelo, empurra o percussor totalmente de volta à pressão total da mola e, em seguida, se solta para que a mola possa direcionar o percussor para dentro da escorva do cartucho e disparar a arma.
É uma abordagem elegante e econômica, especialmente a combinação de came de selagem/desconexão com mola e deflexão lateral.Acho que poderia ser melhorado aumentando os pontos de contato relativamente pequenos onde o braço do conector engata o percussor e o came seccionador para o dobro do tamanho atual.
Mas, novamente, os testes de resistência sugerem que é suficiente fazer o trabalho por pelo menos 20.000 tiros.São muitas rodadas.
Para manter a porta de ejeção pequena e o eixo do furo baixo, o cano da TS9 trava na bateria com o ferrolho com uma única alça traseira superior.Esse é um pouco do gênio da engenharia de Bubits.Com um design de cano inclinável, quanto mais para trás você colocar a alça de travamento, menos inclinação e espaço vertical serão necessários para destravá-la, permitindo um eixo de furo mais baixo.
Com o cano para fora, você pode ver que o ferrolho de várias peças está profundamente aliviado.Isso serve para reduzir sua massa e permitir o deslocamento de qualquer sujeira, areia ou lama que possa entrar na pistola eimpedir assim a operação em condições de campo.
Seleção de coldre
A TS9 é uma arma de tamanho normal, portanto a escolhado coldredesempenhará um grande papel na sua ocultabilidade.Achei o estilo panqueca, ligeiramente inclinado para a frente, Triple-K Victor XL (# 778) era um ajuste confortável.Combina perfeitamente com a bolsa de carregador único da empresa (#747-Grupo 61).
Ambos são abertos sem qualquer alça de retenção para acesso mais rápido.Disponíveis em preto ou marrom avermelhado sem tingimento, custam US$ 60 e US$ 33, respectivamente, emTripleK.com.
Considerando sua alta qualidade e o fato de serem feitos de couro bovino americano pesado, curtido na América, tingido na América, cortado na América e depois costurado por americanos, é surpreendente que o preço seja tão baixo.
Na faixa
No intervalo, testei a precisão da TS9 na bancada usando um descansoCaldwellPistolero.Disparei rodadas de cinco tiros a 25 metros, medindo a velocidade a 15 pés do cano com um cronógrafo digital Competition Electronics DLX Pro Chrono.As condições de alcance eram perfeitas.
Embora um pouco assustador, o curto acionamento do gatilho era melhor do que a maioria das armas disparadas pelo atacante.Da mesma forma, a parede no segundo estágio era um ponto de apoio conveniente para meu dedo no gatilho enquanto eu alinhava minha imagem no alvo de 2,5 polegadas a 25 metros de distância.
Estatisticamente, os encontros defensivos com pistolas ocorrem mais comumente em distâncias assustadoramente próximas.No entanto, a maioria das armas decentes empilhará seus tiros em um agrupamento compacto em torno do ponto de mira a 7 metros.Então, não acho que isso diga muito sobre a precisão inerente da arma.
A 25 jardas, as pequenas diferenças começam a aumentar e a aparecer mais claramente no tamanho dos grupos.
A mais precisa das cargas testadas foi o grãoHornadyCritical Defense 115, FTX JHP.A média foi de 1.128 pés por segundo e grupos medindo 3,99 polegadas.
WinchesterSuper X 115 grãos Silvertip JHP teve média de 4,91 polegadas e velocidade de 1.162 pés por segundo.
O Hydra Shok Deep JHP Federal Premiumde 135 grãos teve média de grupos de 6 polegadas e 1.027 pés por segundo e disparou notavelmente mais baixo do que as cargas de 115 grãos.
A propósito, a 7 jardas, atirando com minha munição de bola menos precisa, fui capaz de atirar em grupos de cinco tiros com menos de 5 centímetros de maneira fácil e consistente, em pé e com as duas mãos.
O curso curto do gatilho desta pistola, que atrapalha menos a mira, combina-se com um eixo de baixo calibre para mitigar o recuo.Além disso, uma alça traseira personalizável que ajusta suas características de ponta funciona a seu favor em disparos rápidos.
Tudo isso faz da TS9 uma concorrente digna no mercado de pistolasde autodefesade tamanho normal.
Especificações da Taurus TS9
Calibre
9x19mm
Capacidade
17+1 rodadas (dois carregadores incluídos)
Ação
Culatra travada, disparado por atacante
Acionar
Dois estágios, tração de 6 a 6,5 libras
Quadro
Polímero (preto, verde-oliva ou cinza)
Acabamento
Ferrolho e corpo preto fosco com tratamento Tenifer
Comprimento do cano
4 polegadas, torção 1:16
Comprimento total
7,25 polegadas
Altura
5,64 polegadas
Largura
1,26 polegadas
Peso
32,25 onças vazias
Vistas
3 pontos, deriva ajustável para windage
MSRP
US$ 499
Desempenho
MUNIÇÃO
VELOCIDADE
PRECISÃO
Hornady Defesa Crítica 115 FTX JHP
1.128
3,37
Winchester Super X 115 Silvertip JHP
1.162
3,56
Federal Premium 135 Hydra Shock Profundo JHP
1.027
5,25
O desempenho foi testado com uma série de grupos de cinco tiros disparados a 25 metros do banco com um cronógrafo digital Competition Electronics Pro-Chrono ajustado a 4,5 metros do cano.O peso da bala está em grãos, a velocidade em pés por segundo e o tamanho do grupo em polegadas.
*Frank Jardim tornou-se membro vitalício da NRA logo após o ensino médio. Ele é um entusiasta de tiro esportivo e homem de atividades ao ar livre ao longo da vida, com amplos interesses, desde matchlocks a metralhadoras, e uma paixão especial pela tecnologia e história das armas de fogo.
Quando não está escrevendo como freelancer sobre tiro recreativo, autodefesa prática e estilos de vida fora da rede, Frank dirige seu negócio de fabricante de armas de fogo 07 FFL, Vintage Ordnance Company (VOCO).
Nos últimos oito anos, Frank escreveu mais de 200 artigos para revistas, construiu centenas de reproduções precisas de pistolas FP-45 Liberator da Segunda Guerra Mundial e forneceu serviços de consultoria, conservação de armas e fabricação de réplicas a vários museus. Antes disso, ele obteve bacharelado e mestrado em História Americana.
Frank conseguiu seu primeiro emprego profissional em um museu em 1996 e trabalhou mais de uma década para o Exército dos Estados Unidos. Como diretor do Museu Patton de Cavalaria e Armadura em Fort Knox, Kentucky, suas responsabilidades de coleção incluíam o cuidado e a interpretação da maior parte da coleção pessoal de armas de fogo do General George S. Patton.