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23 janeiro, 2023

Força Aérea Portuguesa apresenta projeto Embraer KC-390 à República Checa


*Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa - 19/01/2023

A Força Aérea recebeu uma delegação do Ministério da Defesa da República Checa, em 17 de janeiro, para conhecer o projeto português relativo ao avião KC-390.

A visita, que decorreu na Base Aérea N.º 11, em Beja, contemplou a partilha de experiências relativas à implementação do novo sistema de armas KC-390, bem como a visita às instalações recentemente inauguradas naquela Unidade e que vão servir a nova aeronave.

Recorde-se que o Estado Português adquiriu cinco aeronaves KC-390 e um simulador à EMBRAER, tendo a primeira aeronave portuguesa sido apresentada no final de 2022.

Até ao final do ano, a Força Aérea irá receber o primeiro avião KC-390.


 

22 janeiro, 2023

Na Índia, Taurus participa de licitação emergencial de 5.000 submetralhadoras para o Exército

Nessa licitação, a Taurus concorre com a submetralhadora SMT9, que já equipe parte da polícia e dos Comandos SGC da Força Aérea de Bangladesh, país vizinho da Índia.


*The Wire, por Rahul Bedi - 20/01/2023

Vários fornecedores domésticos enviaram suas propostas técnicas e comerciais em resposta a uma licitação ou solicitação de proposta (RfP) do Exército Indiano (IA) para adquirir 5.000 submetralhadoras automáticas 9 × 19 mm de origem local como uma 'Aquisição de Emergência' por meio do Fast Track Procedure (FTP - Procedimento de Via Rápida) do Procedimento de Aquisição de Defesa 2020 (DAP 2020), por um valor estimado de US $ 6 milhões.

A maioria dos 10 fabricantes que respondeu ao prazo de 9 de janeiro do RfP estava em alianças com fabricantes de equipamentos originais (OEMs) de armas pequenas estrangeiras, uma disposição admissível na categoria 'Comprar da Índia' do DAP 2020, por meio da qual as submetralhadoras serão adquiridas.

Concorrentes
As empresas concorrentes incluem Punj Lloyd Rave (PLR)/Adani Defense, que tem um acordo de colaboração com Israel Weapon Industries; ICOMM de Hyderabad, que está ligada a Caracal dos Emirados Árabes Unidos; e Jindal Defense and Aerospace, com sede em Delhi, que tem uma joint venture com Taurus Armas do Brasil, acordado em 2020.

Combatentes Especiais Terrestres (Comandos SGC) do 41º Esquadrão Paraquedista de Bangladesh portando a submetralhadora Taurus SMT9 (Imagem: LRCA, via internet)

A Small Arms Factory do setor público em Kanpur - parte do antigo Ordnance Factory Board - Optic Electronics com sede em Noida, que está trabalhando com a B&T AG da Suíça (anteriormente Brugger & Thomet AG) e a Jai ​​Armaments do Reliance Group, liderada por Anil Ambani, foram algumas dos outros fornecedores que disputam o contrato de submetralhadoras do IA.

Destinação
Essas armas serão destinadas ao emprego principalmente por pelotões de comando do batalhão de infantaria Ghatak (Killer) e, de forma limitada, por tripulações de tanques, artilharia e helicópteros, e sua entrega pela rota FTP precisará ser concluída dentro de 3 a 12 meses após o acordo ser fechado. Os cerca de 20 pelotões Ghatak fortes, levemente armados e móveis são encarregados por seus respectivos comandantes de batalhão e brigada de executar missões especiais de reconhecimento atrás das linhas inimigas e conduzir outras operações especiais no nível tático. Isso pode incluir ataques a posições de artilharia inimigas, aeródromos e depósitos de suprimentos e direcionamento de artilharia e ataques aéreos em território hostil.

Exigências
Os testes - ou 'demonstrações' de acordo com as normas do FTP - para as submetralhadoras automáticas rivais devem ocorrer nos próximos meses na Escola de Infantaria do IA ​​em Mhow, em Madhya Pradesh, após o que os fornecedores seriam selecionados com base no desempenho dos sistemas de suas respectivas armas. A partir daí, serão abertas as propostas comerciais das licitantes selecionadas e com base no L1, ou menor preço cotado, serão iniciadas as negociações, após o que o contrato será então assinado.

O RfP de 75 páginas, emitido em dezembro passado pela Diretoria de Infantaria do IA, exige que as submetralhadoras medindo 650 mm de comprimento em condição estendida, não pesem mais de 2,5 kg e possam disparar munição de origem local em serviço, no taxa de 600 tiros por minuto para um 'alcance efetivo' de 100 m.

Equipadas com Trilhos Picatinny para afixar miras e outros acessórios, as submetralhadoras, equipadas com miras reflexivas de ponto vermelho (Red Dot), terão que estar de acordo com o RfP necessário para registrar 8/10 acertos em um agrupamento de 15 × 15 cm quando disparadas no modo de tiro único de uma montagem fixa em um alvo a 50 m de distância. E, quando disparada de forma semelhante em rajadas curtas de dois a três tiros cada, a arma precisará marcar 18/30 acertos em um cluster de 30 × 30 cm.

Exigida para operar em temperaturas variando entre -20°C e 45°C “sem degradação no desempenho”, a submetralhadora deverá ter uma vida útil de 10 anos, ou 10.000 tiros, o que ocorrer primeiro, afirma o RfP. E embora desenvolvidas com assistência OEM e entrada de componentes, as armas serão obrigadas a incluir um conteúdo indígena (nacional) de 60%, que na eventualidade de serem projetadas localmente, será reduzido para 50%.

Elaborando as responsabilidades dos fornecedores qualificados, o RfP destacou que isso incluirá fornecer instruções aos usuários e equipes de manutenção e fornecer suporte ao produto, incluindo a Fabricação da Lista Recomendada de Sobressalentes (MRLS) por uma década após a entrega das submetralhadoras.

O que aconteceu com a ubmetralhadora indígena da DRDO?
Funcionários do setor, no entanto, questionaram a emissão dessa licitação, pois no início de 2021 a Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO), administrada pelo governo, afirmou ter desenvolvido com sucesso uma submetralhadora 9 × 19 mm em apenas quatro meses, para uso pelo militares, paramilitares e forças policiais.

Em uma declaração oficial na época, a DRDO havia declarado que o protótipo da arma, chamado Asmi (Orgulho/Auto-Respeito) havia sido projetado em conjunto por seu Estabelecimento de Desenvolvimento de Pesquisa de Armamento em Pune e a Escola de Infantaria. Declarou que a submetralhadora, com peso vazio de menos de 2 kg, apresentava um cano de 8 polegadas e um carregador de 33 cartuchos de munição de 9 mm em serviço.

A submetralhadora projetada pela DRDO também exibia um receptor superior feito de alumínio para aeronaves e um receptor inferior fabricado em fibra de carbono. Além disso, a DRDO afirmou ter usado o processo de impressão 3D para projetar e prototipar as várias partes da arma, incluindo seus componentes de gatilho. Além disso, acrescentou que o custo de produção de cada uma seria de cerca de Rs 50.000 e, embora cinco fornecedores tenham sido selecionados pelo Ministério da Defesa (MoD) em meados de 2021 para a produção em série limitada de Asmi, pouco surgiu desde então em seu status.

“Dado o ônus do governo em atmanirbharta ou autossuficiência no setor de defesa e o hype em torno dessa iniciativa, por que a IA está buscando uma nova submetralhadora automática, quando uma aparentemente confiável já foi desenvolvida com sucesso de forma nativa pela DRDO?” perguntou um oficial de infantaria aposentado de duas estrelas. Tal incongruência é questionável, declarou ele, pedindo anonimato, mas acrescentou que talvez a Asmi, como muitas outras armas pequenas projetadas anteriormente pela DRDO, não tivesse cumprido os padrões operacionais da IA, necessitando, portanto, da compra de uma nova arma sob a condição de emergência.

Outros oficiais de infantaria veteranos disseram que a aquisição de apenas 5.000 novas submetralhadoras apenas imporia requisitos logísticos adicionais ao exército em um momento em que está sob pressão para simplificar seu perfil de equipamento e dimensionar corretamente seus gastos, enquanto luta para esgotar os gastos financeiros anuais que prejudicam e impactam sua modernização continuamente atrasada.

Anteriormente, em um movimento para substituir suas submetralhadoras 1A1/2 legadas de 9 mm que eram variantes locais e licenciadas do modelo L2A3 Sterling do Reino Unido que remontava à Segunda Guerra Mundial, o IA havia adquirido 1.500 submetralhadoras MP9 fornecidas pela B&T AG por volta de 2015-16, seguido por duas ordens repetidas logo depois para mais 400-500.

O fornecedor suíço de armas leves, trabalhando em colaboração com a já mencionada Optic Electronics em Noida, também forneceu ao exército quatro bases e 40 oficinas de campo para sustentar as MP9s, que se acreditava estarem funcionando de forma eficaz. No entanto, uma submetralhadora totalmente nova, conforme planejado na aquisição de emergência projetada, obrigará o IA a estabelecer ainda mais oficinas desse tipo no ambiente predominante de frugalidade, disseram funcionários da indústria.

O IA enfrenta uma escassez em larga escala de armas leves eficientes.
Em novembro passado, o MoD emitiu um RfP para fabricantes locais para 425.213 carabinas de batalha de 5,56 × 45 mm, e no início deste mês uma instalação em Korwa, perto de Amethi em Uttar Pradesh, que foi inaugurada em 2019, finalmente iniciou a fabricação licenciada de fuzis de assalto russos Kalashnikov Ak-203 7,62 × 39 mm. O primeiro lote de 5.000 Ak-203s, de um total de 750.000 unidades, produzido pela joint venture Indo-Russian Private Limited está programado para entrega ao IA em março como substitutos para os fuzis 5,56 × 45 mm Indian Small Arms Systems (INSAS) projetados pela DRDO, que foi declarado 'operacionalmente ineficiente' pela Força em 2010.

Talvez a submetralhadora Asmi também tenha sido considerada nesta categoria, e a aquisição emergencial de uma nova arma do tipo tenha sido invocada para atender aos requisitos operacionais urgentes do exército para este sistema de armas.

21 janeiro, 2023

Turboélice da Embraer 'não está no gelo', insiste Meijer


*FlightGlobal, por Murdo Morrison - 19/01/2023

“Sem JV, sem TP”, foi como seu antecessor explicou sem rodeios como o turboélice da Embraer não aconteceria se uma joint venture com a Boeing não se materializasse.

Três anos depois de a gigante norte-americana ter abandonado seu futuro sócio júnior, Arjan Meijer – sucessor de John Slattery como presidente-executivo da Embraer Aviação Comercial – diz que a perspectiva da empresa brasileira ingressar na ATR e na De Havilland Canada no segmento de turboélices regionais de grande porte ainda é muito difícil.

Em dezembro, a fabricante brasileira adiou sua decisão de lançamento, que havia agendado anteriormente para o primeiro trimestre de 2023. Afirmou que os fornecedores - incluindo fornecedores de motores pré-selecionados Pratt & Whitney e Rolls-Royce - não conseguiram se comprometer com as metas de desempenho para o possível emparelhamento de aeronaves de 70 e 90 lugares. No entanto, a Embraer disse que continuará a trabalhar em estreita colaboração com potenciais parceiros do programa até 2023.

Falando ao FlightGlobal, Meijer faz questão de enfatizar que o turboélice “não está no gelo” e que a aspiração ainda é revelar a aeronave – o primeiro grande turboélice totalmente novo em décadas – este ano.

“Queremos lançar em 2023, mas precisamos de mais tempo com os fornecedores de sistemas”, afirma. Embora Meijer não confirme isso, é provável que uma decisão importante seja usar uma versão de um mecanismo existente ou esperar por tecnologias mais recentes.

No último show aéreo de Farnborough, em julho, a Embraer disse ter obtido mais de 250 cartas de intenção para o turboélice, que compartilharia uma fuselagem com a família de jatos regionais E-Jet e entraria em serviço antes do final da década. Ela não divulgou nenhum possível comprador, mas Meijer disse em Farnborough que eles representavam uma “difusão global de clientes em quase todos os continentes e um mix muito diversificado de operadoras”.

O hiato ocorre quase três anos depois que a Boeing retirou-se de um acordo de US $ 4,2 bilhões que teria visto a empresa americana absorver os negócios de aviação comercial da Embraer, bem como estabelecer uma parceria de marketing para seu avião militar KC-390, cobrindo os principais mercados de exportação dos EUA. A decisão da Boeing – no início da pandemia e em meio ao caos do aterramento do 737 Max – enfureceu a diretoria da Embraer e pareceu ameaçar a própria sobrevivência da empresa menor.

Desde então, assim como o resto da indústria, a Embraer teve que enfrentar a crise do Covid-19 e as pressões subsequentes nas cadeias de suprimentos. Depois de um 2022 em que “ainda havia alguma incerteza” sobre a recuperação do mercado, diz Meijer, o negócio comercial está melhorando. “As pessoas querem sair e viajar, e as companhias aéreas estão novamente se concentrando em suas frotas e em como voltar à lucratividade, e não apenas em como sobreviver”, diz ele.

Meijer vê os negócios comerciais melhorando à medida que as companhias aéreas saem do modo de sobrevivência pura. (Fonte: BillyPix)

Meijer não pode dizer muito sobre o desempenho de 2022, já que a Embraer divulgará seus números do ano inteiro em 10 de março, mas “estamos perto” das 60 a 70 entregas de aeronaves comerciais previstas para o ano. Até o final do terceiro trimestre, a empresa entregou 27 E-Jets, abaixo dos 32 que havia embarcado no mesmo período de 2021. No entanto, falhas na cadeia de suprimentos e uma breve parada na produção para permitir a reintegração da operação de aviação comercial no negócio mais amplo significava que as entregas eram “back-end”.

Outros negócios da Embraer também superaram a turbulência. A aviação executiva, como o restante desse setor, prosperou durante a pandemia, pois muitos daqueles que podiam pagar se voltaram para voos privados. A Embraer, ainda um player relativamente novo na aviação executiva, possui produtos nos segmentos de jatos médios/supermédios e leves, onde seu Phenom 300 continua sendo o mais vendido. Ao final do terceiro trimestre, havia entregue 33 Phenom 100 e Phenom 300 e 19 de sua dupla Praetor.

A Embraer enfrentou um desafio maior ao entrar em um novo mercado com seu KC-390. O fracasso do acordo com a Boeing não ajudou nas perspectivas de exportação, embora o tipo tenha garantido pedidos de Portugal – que receberá o primeiro de até seis exemplares este ano –, bem como da Hungria (dois) e da Holanda (cinco). Essas vitórias foram parcialmente canceladas pelo cliente doméstico da Embraer em outubro, reduzindo seu compromisso em mais três aeronaves para 19. Brasília havia encomendado originalmente 28.

Embora o turboélice continue sendo o desenvolvimento de maior destaque da Embraer, a empresa continua investindo em novas variantes e projetos de pesquisa em suas divisões. No ano passado, fez parceria com a L3Harris para desenvolver uma versão de reabastecimento do KC-390 que será lançada em um requisito de força conjunta dos EUA. No crescente segmento de mobilidade aérea avançada, a Embraer cindiu sua empresa de decolagem e pouso vertical elétrico (eVTOL) Eve como uma entidade listada independente, mas mantém uma participação majoritária.

Energia, uma iniciativa para desenvolver uma pequena aeronave regional de baixa emissão, potencialmente movida a hidrogênio, será um “ponto de foco” para 2023, diz Meijer. Em dezembro , a empresa apresentou quatro projetos que pretende levar adiante. Outra grande diversificação foi o primeiro programa de passageiros para cargueiros da Embraer para o E-Jet de primeira geração, para o qual a Nordic Aviation Captal tornou-se o cliente-lançador – com um pedido de 10 conversões – em maio do ano passado.

A Embraer, que fará as conversões em instalações próprias em São José dos Campos, tem ambições modestas, acreditando poder garantir um quinto da demanda do mercado para até 700 aeronaves com capacidade para transportar cerca de 20 toneladas de carga. Meijer diz que as vantagens do E190 e E195 como cargueiros são sua idade relativamente jovem – o E-Jet mais antigo entrou em serviço há 19 anos – e disponibilidade, além de servirem um “segmento que faltava” no mercado entre cargueiros ATR e narrowbodies.

Meijer sugere uma atualização do Paris Air Show sobre o turboélice. Se a Embraer seguir em frente, será um grande voto de confiança em um segmento que viu poucas inovações desde o advento das séries Bombardier Q400 e -600 ATR no início deste século. Na verdade, no auge dos pequenos jatos regionais na década de 1990, quando os preços do combustível, as pegadas de carbono e os baixos custos de entrada no mercado eram menos problemáticos, muitos denegriam os transportes movidos a hélice como tecnologia de ontem.

Assim a Embraer retornará a um mercado de turboélices comerciais que abandonou há 22 anos, quando encerrou a produção do EMB 120 Brasília de 30 assentos e voltou sua atenção para a família ERJ de 37 a 50 assentos, sua primeira aposta no segmento de jatos regionais. “Acreditamos que podemos fazer isso acontecer”, diz Meijer. “Mas só se chegarmos ao lugar certo.”

Casa internacional de análises volta a destacar o potencial da Taurus


*LRCA Defense Consulting - 21/01/2023

Embora o mercado de ações não seja o foco desta consultoria, o desempenho das empresas de Defesa que possuem ações listadas em bolsas de valores nacionais e/ou internacionais é também um dos indicadores do seu fortalecimento perante a Indústria de Defesa do Brasil e do mundo. Além disso, somos constantemente instados a comentar um ou outro fato mais significativo desse mercado envolvendo as empresas que acompanhamos nesse setor, como é o caso da Taurus Armas S.A.

Dentro de tal enfoque, foi verificado que a casa internacional de análises Simply Wall St., com dados atualizados até 20/01 e considerando a excepcional capacidade de geração de caixa que a Taurus vem apresentando, atualizou o valor justo para as suas ações preferenciais, encontrando um preço justo de R$ 42,83, dentro de seu método de análise e tomando por base um horizonte de investimento de três anos, o que significa um potencial de valorização de quase 300%, considerando-se o fechamento do dia 20 de janeiro.

Como curiosidade, há mais de dois anos, no dia 08 de junho de 2020, essa casa de análises estimava um preço justo de R$ 22,00 para as ações preferenciais da companhia (TASA4 - PN), o que representaria um potencial de valorização de 321% para essas ações em relação aos valores de fechamento do dia 05/06/2020 (R$ 5,22).

Apesar da incredulidade de diversos analistas brasileiros para com a projeção feita, a ação PN de emissão da Taurus Armas atingiu a cotação máxima de R$ 22,00 no dia 18 de fevereiro de 2021, alcançando o objetivo projetado pela Simply Wall St. apenas oito meses após, numa grande antecipação em relação ao que era previsto somente para três anos ou mais. Segundo o que se pode deduzir do método de análise empregado, tal fato se deveu à excepcional geração de caixa no período por parte da empresa.

Na relação dos Top Shareholders da empresa (embora esteja incompleta), chamou a atenção a participação de dois dos maiores fundos mundiais de investimentos: o The Vanguard Group com 2,17% das ações (contra 1,31% em Ago/22) e o BlackRock com 0,64% (contra 0,42% em Ago/22).

Comparativo do índice preço/lucro entre a Taurus e outras quatro empresas do setor da América do Norte, inclusive Ruger e Smith & Wesson - suas concorrentes diretas, favorece a multinacional brasileira.

A Simply Wall St.
Desde 2014, a startup australiana se dedica a analisar empresas listadas em 41 bolsas de valores em 27 mercados mundiais. A companhia é sediada na cidade de Sydney (AU) e tem uma base de mais de um milhão de clientes no mundo todo, especialmente nos Estados Unidos.

A proposta da casa de análises é "auxiliar as pessoas a se tornarem melhores investidores, transformando dados financeiros complicados em infográficos fáceis de entender" e "capacitar os investidores de varejo a tomar decisões de investimento lucrativas e não emocionais,  a longo prazo e com base em fundamentos".

A plataforma analisa 75.000 ações a cada seis horas e apresenta os resultados em infográficos. Os usuários podem pesquisar qualquer uma dessas ações por meio de um sistema de filtragem avançado.

Segundo a Simply Wall St, "Tudo se resume a como o cérebro processa as informações. Na verdade, processamos imagens 60.000 vezes mais rápido do que texto e, por isso, quando as informações são apresentadas como um infográfico, é 30 vezes mais provável que sejam lidas do que um artigo de texto puro".

Método de análise
Conforme consta em seu portal na Internet, a casa de análises se vale de um método conhecido como "2 Stage Free Cash Flow to Equity", muito utilizado por investidores internacionais por ser, segundo ela, o método mais amplamente aceito para calcular o valor justo de uma empresa. Nele, parte-se da premissa de que este valor justo é o valor total do seu fluxo de caixa de entrada menos suas despesas, tecnicamente denominado Fluxo de Caixa Livre (FCF), descontado ao valor de hoje. O método é explicado pela empresa neste link.  

Um especialista no mercado de ações brasileiro ouvido por esta editoria relatou que esse método de análise, conhecido como "Fluxo de Caixa Descontado", é muito utilizado por investidores internacionais, embora, segundo ele, há que se ter cautela quando do seu emprego para analisar empresas brasileiras.

Segundo o referido especialista, o pico histórico de valorização das ações PN da Taurus (TASA4) aconteceu em 01/10/2007, quando atingiu a cotação de R$ 57,56, equivalente, na época, a 31,79 dólares. Portanto, em virtude dos resultados consistentes que a empresa vem apresentando, especialmente com relação à geração de caixa, afirmou que o valor projetado pela Simply Wall St. pode ser atingido, mas sempre levando-se em consideração que esse é um método estimativo que projeta um valor futuro. Mantidos ou melhorados os resultados da empresa, tal valor é passível de ser alcançado, em uma expectativa de médio prazo.

 
 

20 janeiro, 2023

Taurus vence mais um processo judicial, reestabelecendo a verdade sobre a qualidade de suas armas


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2023

 A Justiça de São Paulo julgou totalmente improcedente a ação de policial militar que alegava supostos defeitos em pistola de fabricação da Taurus. A decisão foi proferida pelo Juiz da Comarca de Campinas (SP).

Na sentença, o juíz concluiu que houve inobservância do dever de cuidado e prevenção de acidentes por parte do autor quando do armazenamento inadequado do equipamento municiado, bem como a falta de regular manutenção do armamento. Além disso, o laudo pericial apresentado nos autos não indicou vícios no equipamento, concluindo pela total aptidão para o uso.

Mais uma vez se restabelece a verdade sobre a qualidade dos produtos Taurus.

Condor Tecnologias Não Letais participa pela primeira vez da SHOT Show, em Las Vegas – EUA

 


*LRCA Defense Consulting - 20/01/2023

Com estande próprio, a Condor Tecnologias Não-Letais, Empresa Estratégica de Defesa 100% brasileira, participa pela primeira vez da SHOT Show, em Las Vegas – EUA, expondo alguns de seus produtos, com destaque para o Condor Drop, o drone não-letal capaz de lançar munições de lacrimogênea de forma precisa e segura nas operações de manutenção da lei e da ordem.

A mais nova tecnologia da Condor é o resultado de anos de pesquisas da empresa que busca formas de evitar ao máximo o contato direto dos agentes da lei com os perturbadores da lei e da ordem, sejam eles presos rebelados no pátio de um presídio ou civis participando de ataques violentos, como saques e depredações do patrimônio público.

O equipamento é capaz de enviar imagens em tempo real da cena do conflito, a uma distância de até um quilômetro. As imagens são geradas em um tablet e dali mesmo é acionado o Condor Drop, de cujas as bandejas são disparadas as munições de uma altura que pode variar entre 30 e 50 metros.


O alvo é atingido com alta precisão, maior do que quando lançados através de lançadores manuais. Com 24 pontos de emissão, com capacidade de liberar cargas individuais ou sequenciais de fumígenas ou lacrimogênea, o Condor Drop pode carregar, ao todo, 48 munições.

Sobre a Condor
A Condor Tecnologias Não-Letais se destaca no cenário internacional como líder global em Tecnologias Não Letais. É uma empresa com capital 100% brasileiro e privado, e desde 1985, desenvolve e produz equipamentos, munições não letais e pirotécnicos de alta tecnologia para emprego em sinalização e salvatagem.

Reconhecida pelo Governo Brasileiro como Empresa Estratégica de Defesa, nos últimos sete anos foi a empresa de seu segmento que mais introduziu novos produtos e a mais inovadora, principal razão pela qual aumentou sua penetração no mercado mundial de forma significativa.

São mais de 37 anos tendo a excelência e a inovação tecnológica como meta, o que garantiu sua posição de líder no ranking mundial e a confiança de órgãos de segurança pública e defesa de diversos países. A Condor está entre as principais empresas exportadoras do setor de defesa do Brasil.

Com mais de 120 produtos no portfólio, todos homologados pelo Exército Brasileiro, Marinha ou Aeronáutica, tem um moderno parque fabril localizado ao lado da reserva biológica do Tinguá, a maior reserva de Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro. Esse compromisso com a qualidade e o meio ambiente lhe rendeu a certificação ISO 9001 e ISO 14001, além de parcerias com fabricantes estrangeiros para o desenvolvimento de novas tecnologias. Assim, a Condor se consolida ainda mais como referência Global no conceito “não letal” e no respeito à vida.

Para 2023, a Condor deverá participar de, pelo menos, mais quatro grandes feiras internacionais:

  • IDEX, Abu Dhabi – 20 a 24 de fevereiro
  • LAAD, Rio de Janeiro – 11 a 14 de abril
  • DSEI, Londres – 12 a 15 de setembro
  • Milipol, Paris – 14 a 17 de novembro

19 janeiro, 2023

Taurus é uma das principais patrocinadoras da SHOT Show 2023, principal feira internacional de armas e munições

*LRCA Defense Consulting - 19/01/2023

Coerente com a magnitude e a projeção que passou a ter no mercado de armamento leve dos Estados Unidos - o maior e mais competitivo do mundo, a multinacional brasileira Taurus Armas S.A., como maior vendedora mundial desse tipo de armas, é uma das principais patrocinadoras da SHOT Show 2023, maior e mais importante feira internacional de armas leves, munições e acessórios, que ocorre de 17 a 20 de janeiro em Las Vegas, USA. 

A SHOT Show 2023 reúne mais de 2.500 expositores, em uma área de 800 mil metros quadrados. No ano passado, ainda sob impacto da pandemia da Cobvid-19, a feira recebeu mais de 43.000 visitantes de 114 países. Para este ano, são esperados mais de 60.000 visitantes.

Durante quatro dias, os visitantes têm a oportunidade de conhecer e até mesmo testar os mais recentes lançamentos de pistolas, revólveres, armas longas, munições, ótica e muitos outros produtos. A programação conta também com eventos de networking e educacionais, com palestras e seminários para os visitantes aprofundarem seus conhecimentos sobre temas relacionados ao setor. 

No vídeo abaixo, confira algumas das novidades da Taurus na SHOT Show 2023:


 
CEO da Taurus USA, Bret Vorhees, e o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs


Phenom 300MED da Embraer recebe Certificado de Tipo Suplementar da FAA e EASA


*LRCA Defense Consulting - 19/01/2023

O Phenom 300MED recebeu o Certificado de Tipo Suplementar (STC, na sigla em inglês) da Federal Aviation Administration (FAA), agência reguladora dos Estados Unidos, e da European Aviation Safety Agency, equivalente da União Europeia. O jato é uma versão aeromédica (MEDEVAC) exclusiva para as aeronaves da série Phenom 300, que há dez anos consecutivos é o jato leve mais vendido do mundo. O STC foi implementado pelo Centro de Serviços da Embraer em Fort Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos. A aeronave será operada pela Grandview Aviation, empresa de fretamento de voo.

“É uma satisfação anunciarmos a certificação do Phenom 300MED pela FAA e EASA”, disse Marsha Woelber, Vice-Presidente Global de Suporte ao Cliente da Aviação Executiva e Pós-Venda da Embraer Serviços & Suporte. “A solução MEDEVAC agrega valor a um produto líder de mercado, que é a série Phenom 300, combinando seus recursos exclusivos com uma solução médica abrangente.”

O interior aeromédico do Phenom 300MED foi especificado pela Embraer e desenvolvido e certificado pela umlaut, empresa que faz parte do grupo Accenture, utilizando equipamentos da Aerolite. A Aerolite desenvolveu a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) especificamente para o Phenom 300MED. Além disso, a umlaut realizou um teste de evacuação para garantir que dois pacientes totalmente incapacitados pudessem ser evacuados de acordo com os requisitos de certificação. A solução MEDEVAC, que está disponível para aeronaves novas e em serviço, é instalada exclusivamente pela altamente qualificada rede de Serviços e Suporte da Embraer, assegurando máxima qualidade, confiabilidade e experiência de serviço, diretamente do fabricante.

O Phenom 300MED se beneficia da plataforma líder na categoria de jatos leves, com baixos custos operacionais, alta flexibilidade de missão e aviônica de última geração, além da velocidade e do alcance. Com altitude de cabine de 6.600 pés, passageiros e tripulação desfrutam de mais oxigênio na cabine. Esse recurso equivale a uma experiência de voo mais saudável, essencial para a equipe médica e para o atendimento ao paciente.

A Embraer e a umlaut desenvolveram um conjunto abrangente de alternativas de configuração para o Phenom 300MED. Essas alternativas incluem uma ou duas macas, capacidade de transportar uma incubadora e equipamentos médicos adicionais. A aeronave também possui acabamento de nível hospitalar. Como uma solução MEDEVAC desenvolvida em colaboração com as principais empresas do setor, o Phenom 300MED foi projetado para ser configurado de forma rápida e fácil para atender às diversas necessidades dos profissionais de saúde e dos pacientes. A aeronave é projetada para converter o seu interior de transporte executivo para MEDEVAC em menos de 5 horas.

O jato se diferencia pela integração do equipamento médico da Aerolite, empresa líder em design, engenharia, produção e instalação de interiores aeromédicos. Com mais de 500 interiores MEDEVAC entregues, a Aerolite oferece a combinação ideal de equipamentos para a missão.

ABIMDE busca por melhorias e oportunidades para a BIDS na SHOT Show 2023

No primeiro dia, foram feitas reuniões com o National Institute of Justice (NIJ) e com a empresa brasileira Taurus Armas.

Diretor Executivo, Cel Lemos, e Diretor de Operações do Organismo de Certificação, Cel Schiavon, com o presidente da Taurus Armas, Salesio Nuhs


*LRCA Defense Consulting - 19/01/2023

A ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) participa da SHOT Show 2023, que começou nesta terça (17) e segue até sexta-feira (20) em Las Vegas, Estados Unidos. Realizada pela NSSF (The Firearm Industry Trade Association), esta é a maior feira internacional de armas leves, munições e acessórios.

A ABIMDE é representada no evento por seu Diretor Executivo, Coronel Armando Lemos, e pelo Diretor de Operações do Organismo de Certificação da ABIMDE, Coronel Marcio Schiavon.

"Além de conhecermos as inovações e últimos lançamentos no mercado mundial, na SHOT Show temos a oportunidade de conhecer novidades sobre segurança de equipamentos, processos de certificação, normas regulamentadoras e testes de armas e munições em vários países.", afirma Coronel Lemos.

O conhecimento adquirido e os contatos realizados durante a feira geram importantes subsídios que podem ajudar a ABIMDE a avançar ainda mais na busca por melhorias para a Base Industrial da Defesa e Segurança do Brasil (BIDS).

Os dois diretores chegam à feira com uma extensa agenda de reuniões. Já no primeiro dia, participaram de reuniões com o National Institute of Justice (NIJ),  dos Estados Unidos, para tratar de colaboração técnica na certificação de produtos, e com a empresa brasileira Taurus.

Coronel Lemos e Coronel Schiavon na SHOT Show


Na programação, constam ainda encontros com o laboratório NTS Chesapeake sobre ensaios para certificação de produtos, além de encontros com várias empresas.

"Estou com boas expectativas com relação às reuniões agendadas. Espero ter boas notícias para nossas associadas ao final da feira", disse o Diretor Executivo da ABIMDE.

Cel Lemos e Cel Schiavon com representantes da National Institute of Justice (NIJ)

Sobre a feira
A SHOT Show 2023 reunirá mais de 2.500 expositores, em uma área de 800 mil metros quadrados. No ano passado, ainda sob impacto da pandemia da Cobvid-19, a feira recebeu mais de 43.000 visitantes de 114 países.

Durante quatro dias, os visitantes têm a oportunidade de conhecer e até mesmo testar os mais recentes lançamentos de pistolas, armas longas, munições, ótica e muitos outros produtos.

A programação conta também com eventos de networking e educacionais, com palestras e seminários para os visitantes aprofundarem seus conhecimentos sobre temas relacionados ao setor.

18 janeiro, 2023

Na SHOT Show 2023, maior feira de armas e munições do mundo, Taurus e CBC expõem suas novidades


*LRCA Defense Consulting - 18/01/2023

A Taurus e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), através da sua marca no mercado civil internacional Magtech, estão presentes como expositoras na SHOT Show 2023, maior feira de armas e munições do mundo que acontece de 17 a 20 de janeiro em Las Vegas, nos Estados Unidos.

A feira conta com mais de 2.000 expositores, reúne varejistas, atacadistas e distribuidores em uma área total de 74.000 m², e atrai compradores de mais de 100 países. O evento é restrito a membros da indústria de tiro, caça, militar e comércio exterior, incluindo consumidores e comerciantes de produtos militares, policiais e táticos.

Nos estandes da Taurus e da CBC, localizados em uma área de destaque, além do completo portfólio de armas e munições e os produtos de sucesso das marcas voltados aos segmentos de tiro esportivo, caça e defesa, as empresas trazem novidades ao mercado.

Revólver Taurus Judge Executive Grade, pistola TX22 Compact, revólver .460 S&W Magnum 10,5" e revólveres RT 856 e RT 605 T.O.R.O.

A Taurus apresenta, na ocasião, a pistola TX22 Compact, primeira versão compacta em calibre .22 LR de cano curto do mundo, no qual a marca mais uma vez chega na frente da concorrência com um produto inédito atendendo a demanda do mercado. A nova pistola é ideal para pessoas com mãos menores e para o porte velado. O lançamento possui carregador com capacidade de 13 disparos, com suporte no ferrolho pronto para montagem de conjunto óptico de preferência do consumidor. Além disso, possui um cano preparado para receber supressor.

Outra novidade é o revólver Taurus Judge Executive Grade, no qual a marca adicionou toques personalizados à já renomada plataforma Judge, que incluem: cabo de madeira premium, um mecanismo ajustado à mão e aprimoramentos práticos para o transporte diário, além de acabamento Matte Acetinado exclusivo.

O novo Taurus Judge Executive Grade é capaz de disparar o potente projétil de espingarda .410, bem como a munição .45 Colt em que a precisão também é aprimorada. Durante os testes, o novo Judge Executive Grade atingiu com sucesso alvos de até 100 jardas, apresentando um longo alcance, sendo uma excelente arma de defesa.

Uma outra arma recente que está sendo exposta é o revólver Taurus 856 Executive Grade, que conquistou o Golden Bullseye, da NRA Publications, um dos prêmios de maior prestígio na indústria de armas de fogo nos Estados Unidos, sendo selecionado como “Handgun Of The Year”.

A empresa também expõe os primeiros revólveres defensivos do mundo prontos para receberem miras ópticas. Os revólveres RT 856 e RT 605, ambos com o inovador sistema T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option), foram projetados para receber a maioria das miras ópticas disponíveis no mercado através de placas intercambiáveis. Os modelos, especialmente desenvolvidos pela Taurus para o mercado de defesa pessoal e lazer, possuem cano de 3 polegadas e obtém o máximo desempenho possível do calibre .38 Special e .357 magnum, respectivamente.

Revólveres RT 856 e RT 605, ambos com o inovador sistema T.O.R.O.

Outra linha de produtos que a Taurus está expandindo no mercado norte-americano é a série Raging Hunter, referência em revólveres voltados para caça e lazer, composta por calibres como o .454 Casull, .44 Magnum, .357 Magnum e o potente .460 S&W Magnum. A companhia mostra aos visitantes da SHOT Show duas novidades: o novo Taurus Raging Hunter 500 Magnum, é a união do revólver de caça de ação dupla mais resistente do mundo com o mais poderoso calibre de arma leve, disponível em uma variedade de comprimentos de cano. Já o novo Taurus Raging Hunter 460 Magnum adiciona o cano de 10,5 polegadas a sua linha, contendo um compensador personalizado.

O Raging Hunter é reconhecido como um revólver com elevado padrão de qualidade e inovação, sendo premiado como o revólver de caça americano do ano em 2019 (American Hunter Handgun of the Year 2019), considerada uma das premiações mais importante da indústria de armas dos Estados Unidos.

Revólver .460 S&W Magnum 10,5"

Taurus Raging Hunter 500 Magnum

Pistola G3 Tactical (Foto: Cheaper Than Dirt!)


Os visitantes também poderão encontrar no estande da Taurus modelos de armas táticas reconhecidas internacionalmente pelas forças militares e policiais, como o fuzil Taurus T4 no calibre 5.56 NATO em variadas versões, assim como o fuzil T4 no calibre .300BLK.

Na sua linha de produtos da marca Rossi, a Taurus apresenta dois lançamentos para o mercado norte-americano: o novo RP63, um revólver em aço inoxidável, no calibre .357 Magnum, perfeito para defesa pessoal ou transporte diário. Com maior capacidade em comparação a revólveres de tamanho semelhante, o RP63 possui um tambor de 6 disparos. E outra novidade é o modelo RM66. Este revólver de 6 tiros tem o mesmo gatilho que o RP63 de 3 polegadas, mas ostenta 6 polegadas de cano e mira ajustável. Perfeito para defesa, competições e práticas de tiro esportivo. O RM66 também extrai a melhor balística possível do cartucho .357 Magnum. Os novos revólveres trazem de volta características atemporais da antiga Rossi, incorporando técnicas de fabricação modernas.

Além da linha de revólveres Heritage, desenvolvidos em uma variedade de configurações clássicas, que misturam o estilo de armas de ação única do Velho Oeste tradicional com um toque de modernidade.

A CBC, por meio da sua marca no mercado civil internacional Magtech, também está expondo seus renomados produtos, incluindo soluções inovadoras e de alto desempenho, com destaque para as munições voltadas ao segmento civil como .22 Magnum e .460 S&W Magnum. Além da linha de munições para treinamento Polymatch, composta por projéteis de chumbo revestidos por uma camada especial de polímero que reduz o desgaste do cano da arma e a emissão de partículas de chumbo no ar.



Empresas Estratégicas de Defesa e estando entre as principais fabricantes de armas e munições do mundo, a Taurus e a CBC seguem investindo fortemente em tecnologia, modernos equipamentos e automação para suportar e aumentar a velocidade do processo de Pesquisa & Desenvolvimento, assegurando suas posições e reconhecimento no mercado mundial.

A participação das empresas brasileiras na SHOT Show, um dos eventos mais importante do mundo do setor de armas, é uma oportunidade para expandir os negócios internacionais e fortalecer ainda mais a reputação das marcas no exterior, principalmente no mercado norte-americano.

Taurus lança a Hunt, uma coleção inovadora de revólveres voltada para a caça nos EUA


*LRCA Defense Consulting - 18/01/2023 (atualizada às 1415)

A Taurus personaliza e inova, de acordo com os desejos e as necessidades de seus clientes, dedicando seu tempo e recursos para desenvolver precisamente os tipos de armas requeridos, com a perfeita noção de que não há uma que sirva para tudo.

É por isso que foi criada a Taurus Hunt - uma coleção diversificada e habilmente trabalhada de armas de fogo de caça projetadas para maximizar a eficácia, sendo perfeitas para as situações e ambientes em que os caçadores sérios atuam.

É essa atenção rigorosa aos detalhes que inspirou a revista American Hunter a premiar o Taurus Raging HunterTM - um revólver com elevado padrão de qualidade e inovação - como o “Revólver de Caça do Ano” de 2019 (American Hunter Handgun of the Year 2019), considerada uma das premiações mais importantes da poderosa indústria de armas dos Estados Unidos.

E é por isso que a empresa continua a fornecer armas de fogo centradas na caça que mudam o jogo e oferecem o melhor desempenho, confiabilidade e valor em sua classe.

Embora a Taurus Hunt ofereça uma visão ultramoderna da tradicional arma de fogo de caça, o DNA desta coleção remonta aos dias em que a caça não era apenas um estilo de vida, mas sim a força vital que possibilitava a alimentação e a sobrevivência de muitos povos. 

Dentro do espírito da coleção Taurus Hunt, a empresa está expandindo no mercado norte-americano a série Raging Hunter, referência em revólveres voltados para caça e lazer, composta por calibres como o .454 Casull, .44 Magnum, .357 Magnum e o potente .460 S&W Magnum.

Nessa linha, a companhia traz duas grandes novidades: o novo Taurus Raging Hunter 500 Magnum, que é a união do revólver de caça de ação dupla mais resistente do mundo com o mais poderoso calibre de arma leve, disponível em uma variedade de comprimentos de cano. Já o novo Taurus Raging Hunter 460 Magnum adiciona o cano de 10,5 polegadas a sua linha, contendo um compensador personalizado.

Caça com revólver - conceito americano potencializado pela Taurus
Revólveres com óptica tornaram-se comuns entre os praticantes de tiro esportivo e defensivo nos EUA. No campo, a caça com um revólver se tornou popular desde que os esportistas perceberam que carregar um rifle por florestas densas nem sempre era necessário, já que a maioria dos tiros é feita a 50 metros ou menos.

Naturalmente, foi apenas uma questão de tempo até que essas duas noções se fundissem, e a resposta da
Taurus Armas, maior fabricante de revólveres do mundo, foi a linha de revólveres Raging Hunter prontos para inserção de instrumentos óticos. Oferecido inicialmente apenas em .44 Mag., a linha foi expandida em 2019 para incluir vários modelos com câmara .357 Magnum e .454 Casull. O lançamento em .460 S&W Magnum fez com que a Taurus pudesse oferecer aos consumidores americanos a maior diversidade de revólveres em grosso calibre existente no mercado.

Os experts da NRA - National Rifle Association, no artigo "Review: Taurus Raging Hunter", concluíram que a Taurus fez um ótimo trabalho ao fabricar um revólver de caça que é preciso e muito menos pesado do que as armas de tamanho semelhante no mercado. Afirmaram ainda que ficaram impressionados com a leveza do recuo e com o prazer de disparar mais de 300 tiros (na época, com o calibre .357 Magnum) em uma única sessão. "O Taurus Raging Hunter é um revólver excepcional para aqueles caçadores  que procuram caçar veados galheiros a curto alcance, e a agradável ergonomia não deixa desculpas para não praticar o ano todo", afirmou a National Rifle Association.

“A caça com arma de fogo está em alta, já que caçadores experientes procuram expandir suas opções e, francamente, procuram maneiras novas e desafiadoras de desfrutar de sua paixão pela caça ao mesmo tempo em que colocam animais selvagens saudáveis ​​na mesa”, disse o CEO da unidade da Taurus nos EUA, Bret Vorhees.

"O Taurus Raging Hunter é um sucesso entre os caçadores desde o seu lançamento em 2019. O modelo em calibre 460 S&W Magnum chegou para atender a demanda de nossos consumidores por mais opções de grandes calibres de caça", afirmou Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus, na época do lançamento.  


17 janeiro, 2023

ABIMDE participa de simpósio sobre a Indústria Aeroespacial Brasileira na ECEMAR

Evento realizado nesta segunda-feira pela Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica contou também com a participação da Atech e da Visiona, empresas do Grupo Embraer

Da esq., o Coronel Aviador R/1 João Batista Oliveira Xavier, Assessor Estratégico da Atech,
General Aderico Mattioli, Presidente Executivo da ABIMDE, e João Paulo Rodrigues Campos, CEO da Visiona.


*LRCA Defense Consulting - 17/01/2023

A ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), representada por seu Presidente Executivo, General Aderico Mattioli, participou nesta segunda-feira (16) do Simpósio "A Indústria Aeroespacial Brasileira", realizado pela ECEMAR (Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica), no Rio de Janeiro (RJ). O evento foi dirigido aos oficiais-alunos do EPEA (Estágio de Política e Estratégia Aeroespaciais).

Também participaram do simpósio o Coronel Aviador R/1 João Batista Oliveira Xavier, Assessor Estratégico da Atech, e João Paulo Rodrigues Campos, CEO da Visiona, ambas empresas do Grupo Embraer.

Os três palestraram sobre assuntos relacionados ao desenvolvimento da Indústria Aeroespacial, autonomia tecnológica, infraestrutura científica e tecnológica, recursos disponíveis, e ainda os desafios e as perspectivas para o setor, entre outros temas.

Ao final das apresentações, eles participaram de um debate com participação da audiência, composta por 44 coronéis dos diversos quadros que concorrem ao posto de oficial general na FAB (Força Aérea Brasileira).

Em sua apresentação, o Presidente Executivo da ABIMDE destacou a importância da BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança) no PNAE (Programa Nacional de Atividades Espaciais) e a importância da FAB como fomentadora.

“É notável a relevância da Força Aérea Brasileira para o desenvolvimento científico e industrial do setor aeroespacial, em especial das potencialidades das empresas brasileiras”, disse General Mattioli, citando como exemplo, entre outras, a evolução da Atech e da Visiona.

General Mattioli, Coronel Xavier e o Sr. e João Paulo Campos foram contemplados com um certificado ao final do simpósio.

Ao final do simpósio realizado pela Ecemar, os três palestrantes foram contemplados com certificados


O EPEA
O Estágio de Política e Estratégia Aeroespaciais é um módulo do Curso de Altos Estudos Militares e tem por finalidade proporcionar aos Coronéis, dos Quadros com acesso ao generalato, os conhecimentos necessários para atuar na Alta Administração do COMAER (Comando da Aeronáutica), participando da formulação e da condução da Política Militar da Aeronáutica, bem como do estabelecimento da Estratégia Militar da Aeronáutica.

Esta edição do EPEA conta com a presença de 44 Coronéis que estão aprofundando os seus conhecimentos a respeito do Poder Aeroespacial, agora no nível estratégico, abrangendo a interação do Comando da Aeronáutica com a Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil, além dos desafios Setoriais e Institucionais da FAB.

Após o término do Estágio, previsto para 27 de janeiro de 2023, os Oficiais-Alunos participarão de Cursos de Altos Estudos nas Escolas Congêneres do Ministério da Defesa, da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro.

Taurus divulga nota esclarecendo notícia falsa sobre divulgação de produtos em seu site e redes sociais


*LRCA Defense Consulting - 17/01/2023

Em virtude de notícias veiculadas por alguns órgãos de imprensa sobre uma pretensa vedação da divulgação de seus produtos em seu site e redes sociais, a Taurus Armas S.A. divulgou hoje a seguinte Nota:

"Circulam na imprensa e nas redes sociais notícias e informações sobre ação civil pública promovida pela Comissão Arns, Rede Liberdade, Intervozes e IDEC, sobre a divulgação de produtos pela Taurus em seu site e em suas redes sociais.

A Taurus apresentou defesa nessa ação demonstrando que atende à legislação aplicável na divulgação de seus produtos na internet e nas redes sociais, e que há muitos anos segue as diretrizes do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) sobre a publicidade de armas de fogo

Em decisão liminar, e ainda provisória, a Justiça reconheceu que não há vedação legal ao uso pela Taurus do seu site e de suas redes sociais para divulgação de seus produtos. A decisão determinou ainda que a Taurus siga as diretrizes do CONAR e faça as adequações necessárias de seu site e das redes sociais para tanto.

No curso da ação, a Taurus já havia demonstrado que cumpria as diretrizes do CONAR e as recomendações feitas por seu Conselho de Ética em julgamento de casos específicos.

Sendo assim, são falsas as informações veiculadas na internet de que a Taurus teve propaganda banida das redes sociais da empresa.

A Justiça não determinou a retirada de imagens do site e das redes sociais da empresa; não determinou a retirada de seu site e de suas redes sociais de todas as fotos e vídeos contendo armamento e munições e não vedou o uso desses canais para a divulgação de seus produtos.

Ainda, a decisão liminar apontou que não se verifica na norma 'restrição absoluta à publicidade de armamento fora do estrito âmbito das revistas especializadas (...), de modo a determinar, por via transversa, óbice instransponível à atividade publicitária da ré em meio digital, por exemplo, mediante a manutenção de website institucional ou perfil nas redes sociais, desde que observadas redobradas cautelas, bem sintetizada na sumula n. 4 da jurisprudência do Conselho de Ética CONAR'.

É contínuo o aprimoramento da Taurus de sua comunicação com o mercado e seu público consumidor, em estrito cumprimento à legislação aplicável, princípio que continuará a ser seguido pela empresa.

A Taurus também tomará todas as medidas legais cabíveis contra aqueles que estão divulgando notícias falsas a respeito do uso pela Taurus de seu site e redes sociais.

São Leopoldo, 17 de janeiro de 2023.
Atenciosamente,

Taurus Armas S.A."
 

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