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12 dezembro, 2020

Câmara Legislativa do DF aprova projeto que garante porte de arma de fogo a atiradores desportivos


*G1 - 10/12/2020

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou em segundo turno, na quarta-feira (9), um projeto de lei que garante porte de arma de fogo a atiradores desportivos na capital. A medida pode dar aos atletas o direito de portar o armamento e munição, mesmo fora de competições.

A proposição foi aprovada com 18 votos favoráveis e duas abstenções, da deputada Arlete Sampaio (PT) e do deputado Fábio Felix (Psol). Para valer, o texto precisa ser sancionado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).

Desde maio do ano passado, um decreto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) permite que atiradores desportivos andem com as armas de casa até o local de prática do esporte. O projeto na CLDF é de autoria do distrital Rodrigo Delmasso (Republicanos). Ele afirma que a medida tem o objetivo de resolver "um grave problema".

"Os atiradores desportivos não tem meio de defesa, no caso de serem atacados, e em tantos outros deslocamentos que se fazem necessários em sua atividade, quando transportam bens de valores, e de grande interesse para criminosos, armas e munições", diz o texto Delmasso.

De acordo com o parlamentar, os atiradores esportivos já preenchem os requisitos legais exigidos para a concessão do porte de arma de fogo. No entanto, para Delmasso, a medida evita insegurança jurídica.

"Não obstante, os atletas do tiro esportivo vêm sendo vítimas do confuso arcabouço jurídico relativo às armas de fogo no Brasil, de modo a serem, até mesmo, submetidos à persecução criminal por conta de divergências interpretativas da legislação pelas autoridades administrativas e judiciárias, situação esta que, aliada a ideologias que pregam o completo banimento das armas de fogo, acaba por criminalizar a prática do esporte", diz o projeto.

O atirador desportivo é a pessoa física com certificado de registro (CR) do Exército, que pratica, habitualmente, o tiro como esporte. A habitualidade é cobrada pelo Exército Brasileiro para a manutenção do CR e demais atividades ligadas a ele, tais como aquisição de armas ou insumos.

Porte e posse de armas no DF
O Distrito Federal é a unidade da federação com mais registros de arma de fogo, conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado no dia 19 de outubro. O estudo revelou que, em 2019, houve um aumento de registros de armas em todos os estados brasileiros, e no caso do DF, de 2017 a 2019, esse número teve um crescimento de 538%, o maior do país.

A capital contabilizou 227,9 mil registros de arma de fogo ativos no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), da Polícia Federal, o que representa aproximadamente uma arma a cada 11 habitantes, de acordo com o anuário.

A pesquisa também mostra que, de janeiro a agosto deste ano, houve um aumento de 120% no registro de armas para caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) no Brasil em comparação com 2019, quando foram 225,3 mil registros. Em 2020, de janeiro a agosto, o número subiu para 496,2 mil.

Aposentados armados
Em julho deste ano, o governo do Distrito Federal regulamentou a lei que dá aos policiais civis, militares e bombeiros a prioridade na compra das armas de fogo usadas ao longo da carreira, após aposentaria ou reserva.

A regra possibilita aos órgãos de Segurança Pública do DF "alienarem, por venda direta a seus integrantes, as armas de fogo de porte por eles utilizadas quando em serviço ativo, por ocasião de sua aposentadoria ou transferência para a inatividade".

A norma era uma reivindicação da categoria, de acordo com Rafael Sampaio, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil.

"A vantagem é que há facilidade para ele adquirir essa arma de fogo. É a arma institucional, a arma que ele está habituado a utilizar, e vai adquirir por um valor de arma usada e possibilitar que a instituição [o governo] renove o material", disse o presidente do sindicato.

Banco Alfa fecha operação de venda de unidade da TSEA para a WEG


*Último Instante - 11/12/2020

Com a aquisição da TSEA Participação, fundo de investimento em participações (private equity) controlado pela Fram Capital, pela WEG, empresa multinacional brasileira de equipamentos eletrônicos, o Banco Alfa conclui mais uma operação de Fusões e Aquisições no segmento de Large Corporate (grandes empresas).

A transação, que consiste na compra pela WEG de uma unidade de negócios da TSEA, inclui a fábrica de Betim-MG, destaque no setor elétrico, uma vez que é considerada a maior e mais moderna fábrica de transformadores de energia da América Latina.

Com a negociação concluída, o Alfa consolida sua participação em Corporate & Investment Banking (CIB) e amplia a sua atuação em operações de fusões e aquisições (M&A) e mercados de capitais, em um ano considerado turbulento para a economia,

Entre as principais intermediações estão a operação estruturada pelo BNDES da Conta Covid para as distribuidoras de energia, além de emissões de destaque, como por exemplo as de Celesc, Via Varejo, GPA e Sabesp. Recentemente, o Alfa coordenou também a emissão do primeiro Certificado de Recebíveis do Agronegócio em título verde (green bond) do Brasil no setor sucroalcooleiro, para a Bioenergética Aroreira, reforçando a atuação com os clientes engajados na causa de contribuir e desenvolver operações com foco sustentável, de acordo com as métricas de governança e sustentabilidade (ESG).

Augusto Martins, diretor executivo de Corporate & Investment Banking do Banco Alfa, ressalta que a tradição e credibilidade da instituição em operações de crédito têm impulsionado sua atuação em mercado de capitais e fusões e aquisições, “principalmente por conta de uma estrutura com plataforma de atendimento com equipes experientes instaladas nas principais capitais do país, permitindo um atendimento regional customizado às demandas e perfis de cada praça em que atuamos.”

“Executar uma operação complexa de M&A envolvendo empresas globais dessa magnitude e importância, num setor de extrema importância para o país, como o elétrico, em um ano tão desafiador como 2020, fortalece a posição adotada pelo Alfa como um Banco de Investimento completo, que age com discrição agilidade e eficiência para assessorar os seus clientes em qualquer necessidade estratégica”, afirma Martins. A característica do Alfa como um banco de relacionamento de longo prazo faz com que os executivos mais seniores participem do começo ao fim dos processos ao lado de seus clientes.

Diante de um cenário previsto de juros em patamares baixos, a possível continuidade da retomada do crescimento da economia e a liquidez em abundância do mercado, a perspectiva do Alfa para 2021 é por um ano com um volume de operações em Investment Banking ainda maior do que 2020, especialmente nos setores que seguem em constante mutação, como por exemplo Infraestrutura, Saúde e Educação.

A operação de venda foi iniciada no começo do ano de 2019 e concluída neste mês, após aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade.

11 dezembro, 2020

Marinha celebra Dia do Marinheiro em cerimônia que apresenta os avanços do PROSUB

Cerimônia “Dia do Marinheiro - PROSUB 2020”
 
Como parte das comemorações do Dia do Marinheiro, celebrado em 13 de dezembro, a Marinha realizou, hoje (11), a cerimônia “Dia do Marinheiro - PROSUB 2020”, no Complexo Naval de Itaguaí (RJ), com a presença do Presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministro da Defesa, General de Exército Fernando Azevedo, do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, do Presidente da Itaguaí Construções Navais (ICN), André Portalis, e demais autoridades.
 
Durante a solenidade, foram realizados o batismo e o lançamento ao mar do Submarino “Humaitá”; a integração das seções do Submarino “Tonelero”; e a  preparação, para a entrega ao setor operativo da Marinha, do Submarino “Riachuelo”, o primeiro do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), já lançado e atualmente passando por testes finais de mar.
 
Presidente da República aciona o dispositivo que deflaga o momento simbólico da integração final das seções do Submarino “Tonelero”
 
Momento da integração do Submarino “Tonelero”
 
Submarino “Humaitá” é batizado pela esposa do Ministro da
 Defesa, Adelaide Chaves Azevedo e Silva
 
Lançamento ao mar do Submarino “Humaitá”
 
O Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante seu discurso, destacou o aprimoramento da prontidão da Marinha. “Estamos testemunhando esse feito da nossa Força Naval, que, inspirada no legado de Tamandaré, conduz o PROSUB, concebido com o propósito de robustecer o Poder Naval e de contribuir para o fortalecimento da Estrutura Nacional de Defesa. Enalteço o trabalho honrado e ininterrupto de cada um de vocês que servem com destemor e determinação nas organizações militares da nossa Marinha”. O Presidente encerrou suas palavras agradecendo e parabenizando os militares e servidores civis pelo Dia do Marinheiro.
 
O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques, afirmou que, mesmo com as adversidades ocasionadas pela Covid-19, importantes resultados foram alcançados, principalmente no PROSUB. “No ano de 2020, estamos em mar grosso, devido ao novo coronavírus. No entanto, como sempre, as tarefas da Marinha continuaram a ser cumpridas. Os Marinheiros, Fuzileiros Navais e servidores civis permanecem serenos, firmes e perseverantes e, sobretudo, engajados em pleno apoio a nossa sociedade”. Ele destacou, ainda, a presença, pela primeira vez na Base de Submarinos da Ilha da Madeira, do USS “Vermont”, Submarino de Ataque com Propulsão Nuclear da Marinha dos Estados Unidos, que realizou, nos últimos dias, exercício operativo no mar com o Submarino “Tupi”.  “Compartilhar o cais com os nossos meios e prestigiar esta cerimônia demonstra a parceria histórica que desde sempre une nossas Marinhas”, afirmou o Almirante.
 
Comandante da Marinha durante discurso
 
Ao discursar durante a cerimônia, o Presidente da ICN, André Portalis, parabenizou a equipe da ICN, os industriais parceiros do PROSUB, a Marinha do Brasil e a Marinha Francesa, que está apoiando o Programa. “Nada seria possível aqui, hoje, sem a grande criatividade, motivação, capacidade do povo brasileiro. Apesar de todas as dificuldades deste ano, missão cumprida”.

 

A cerimônia incluiu, ainda, registros do estágio atual de montagem do Submarino “Angostura”, o quarto submarino do PROSUB, e dos avanços no desenvolvimento do protótipo da planta de propulsão do Submarino “Álvaro Alberto”, o primeiro convencional brasileiro com propulsão nuclear. Na oportunidade, o Ministério das Comunicações e os Correios lançaram o selo personalizado e o carimbo comemorativo em homenagem à integração do Submarino “Tonelero”.
 
Selo personalizado e carimbo comemorativo em homenagem
 à integração do Submarino “Tonelero”
 
Presidente da República realiza a obliteração, ato que coloca
 o novo selo oficialmente em circulação
 
Em cumprimento aos protocolos de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, a cerimônia teve um número reduzido de convidados, com transmissão ao vivo pela TV Brasil e pelo canal oficial da Marinha no YouTube.
 
Dia do Marinheiro
A partir da cerimônia, em alusão ao Dia do Marinheiro, as palavras do Comandante da Marinha foram retransmitidas, ao vivo, de forma simultânea, para todos os Distritos Navais. “O trabalho patriótico, honesto, silencioso e árduo deve seguir sendo a rotina dos homens e mulheres do mar. O exemplo de Tamandaré, pautado na Rosa das Virtudes, deve ser fonte permanente de inspiração, de modo a continuarmos honrando o seu legado de dedicação no cumprimento do dever. Escolhemos defender uma nação; patrulhar mares, rios e lagos; incentivar a pesquisa científica e o fomento tecnológico; preservar o meio ambiente; contribuir para o desenvolvimento nacional; levar atendimento aos rincões mais distantes; salvar vidas; atuar no mar, em terra, no ar e sob as águas. Nós escolhemos ser Marinheiros!”.

WEG consolida estratégia como importante player no segmento de mineração

WEG consolida estratégia como importante player no segmento de mineração

*LRCA Defense Consulting - 11/12/2020

A estratégia de negócio da WEG ao longo dos seus quase 60 anos de mercado sempre esteve pautada na oferta de produtos e soluções confiáveis, seguras, tecnológicas e de alto desempenho. Em particular para o segmento de mineração a WEG possui um olhar atento para as especificidades e duras condições ambientais da atividade e que ao mesmo tempo possibilite que o cliente tenha segurança operacional e facilidade em futuras expansões. Ainda, para garantir que os clientes tenham suas plantas operando com total eficiência, a WEG tem buscado customizar e otimizar as soluções, buscando flexibilidade, agilidade e suportar os requisitos e aplicações de cada operação minerária.

Para colocar esses princípios em prática, a empresa tem se empenhado em desenvolver produtos e soluções que atendam as empresas independente do país em que o cliente esteja. Essa flexibilidade é suportada internamente por uma política integrada verticalmente. Ou seja, a WEG cuida de todos os componentes necessários para agilizar a entrega do projeto aos clientes de mineração. Para isso, a WEG implantou uma estrutura global com atuação própria (ramo comercial e industrial) em todos os principais mercados de mineração, além de uma rede global de assistências técnicas autorizadas.

O grande êxito em fornecimentos da WEG para o segmento de mineração Brasileiro foi fundamental na conquista de projetos globais com demandas ainda mais desafiadoras, desde grandes altitudes, desertos e ambientes com baixíssimas temperaturas. Muitos recursos provaram ser eficientes para serem aplicados em outros grandes e tradicionais países de mineração, como Chile, Austrália, Canadá e África do Sul. Além disso, todos os padrões internacionais são atendidos, bem como as necessidades específicas dos clientes em diferentes partes do mundo. Isso tudo foi essencial para se firmar como um player mundial.

Hoje a WEG oferece desde soluções de acionamento para bombas, ventiladores, britadores, moinhos, células de flotação até plantas de energia renovável (solar, eólica e hidrelétrica), subestações primarias e secundarias, Eletrocentros (E-houses em inglês). com CCMs, drives de baixa e média tensão, e um conjunto completo de solução para monitoramento remoto de equipamentos, agregando ainda muito mais valor à instalação.

A eficiência e disponilidade dos equipamentos de toda a planta (conhecidamente como a sigla em inglês OEE – Overall Equipment Effectiveness) tem sido fundamental neste cenário considerando os teores atuais do minério e a escassez de recursos de alta relevância como água e energia elétrica. Somente produtos com os mais altos níveis de segurança e eficiência prevalecem neste segmento. É com este olhar que a WEG tem como estratégia a customização e otimização de produtos para mineração, além de adicionarmos constantemente produtos ao portfólio, apontando para o status de  ser “one stop shop”.

Ciente das necessidades específicas que cada segmento de mercado exige e avaliando o segmento de mineração em diferentes países, bem como nossa experiência em lidar com diferentes segmentos, o foco da WEG tem sido importante player nas áreas de britagem, transporte e cominuição (moinhos, bombas e flotação). Todos eles precisam de energia confiável de motores elétricos, inversores de frequência e redutores.

A WEG também mantém seu foco na infraestrutura de energia da mina, abrangendo soluções elétricas completas, da rede de alta tensão aos menores motores, passando pelas subestações, transformadores, eletrocentros, painéis de distribuição, CCMs e inversores de frequência para variação e controle de velocidade. A WEG possui larga experiência no fornecimento de Eletrocentros para a indústria de mineração utilizando tecnologia de ponta para construção, montagem e logística. Também oferecemos firmware integrado específico para os inversores de média tensão que é dedicado e personalizado para moinhos de rolos HPGRs, moinhos de bolas e SAG.

Além disso, a tecnologia se tornou uma parte importante das ofertas dos grandes players globais de mineração em termos de produtos e soluções independentes. A indústria hoje exige muito mais do que apenas equipamentos (hardware). Os dados são necessários, a conectividade é necessária, o monitoramento é necessário, os reparos remotos são necessários e é preciso encontrar maneiras de atender a todos esses requisitos.

Recentemente a WEG lançou uma poderosa ferramenta que permite o monitoramento online de motores e inversores de baixa e média Tensão (Variable Speed Drives). Além do monitoramento online, o software WEG também possui módulos especializados que, por meio de IA e Aprendizado de Máquina, determinam as causas mais prováveis de algumas condições anormais de operação do equipamento, bem como fornecem aos clientes informações sobre a previsão de falhas que podem ocorrer.

O software “WEG Motor Fleet Management” também possui modernos recursos de geolocalização que facilitam a localização dos ativos, mesmo em plantas multinível. Apoiando equipes e gerentes de manutenção, a ferramenta WEG ainda possui uma interface para registro e gerenciamento de eventos como alarmes e tarefas de manutenção permitindo aos usuários gerar KPIs e relatórios sobre os ativos monitorados. O WEG Motor Fleet Management também possui módulos de intercâmbio que permitem a integração, via API, das análises dos ativos de acionamento monitorados com outros sistemas de gestão de mina.

Joint Venture da CBC na Índia iniciará produção em agosto de 2021


*Indian Defence News - 11/12/2020 (atualizada às 15:48)

A produção de munições na joint venture entre a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) Brasil, segunda maior fabricante mundial de munições, e a Stumpp Schuele & Somappa India (SSS Defense) decolará em agosto de 2021. Compartilhando essas informações, Fernando Saim, de CBC, disse, “O projeto de munições SSS-CBC India está definido para iniciar as operações em agosto de 2021, em Andhra Pradesh. A joint venture se concentrará não apenas no mercado indiano, mas também atingirá a região ”.

A joint venture entre as duas empresas foi assinada em janeiro deste ano.

Na Índia, nenhuma empresa do setor privado jamais fabricou munição de grau militar para armas pequenas. Como foi relatado anteriormente, a empresa sul-americana planeja fabricar várias munições e para diferentes calibres, que incluem: 9 mm, 7,62 × 39 mm, 7,62 × 51 mm, 0,338 Lapua e 12,7 mm.

As munições que serão fabricadas na Índia estarão abertas à exportação para outros países, uma vez que os requisitos militares e paramilitares indianos sejam atendidos.

Cooperação Índia-Brasil em Defesa
Destacando o `Make in India' como uma oportunidade extraordinária, o embaixador do Brasil na Índia, André Aranha Correa do Lago, afirma "A defesa e a segurança são componentes centrais do Plano de Ação de nossa parceria estratégica com a Índia. Nossos dois países são complementares nesta área".

Ele estava se dirigindo a 150 participantes, incluindo funcionários e representantes da Índia e do Brasil, durante o webinar “Extensão Global da Indústria de Defesa Indiana para Parcerias Colaborativas: Webinar e Expo”.

Este Plano de Ação para a parceria estratégica Brasil-Índia foi assinado no início deste ano, ao final das negociações entre o Primeiro Ministro Narendra Modi e o Presidente Jair Bolsonaro, que foi o Convidado Principal da Parada do Dia da República. Os dois países têm uma relação multifacetada que se baseia em valores e na convergência de pontos de vista sobre muitas questões globais. Ambos os países estão cooperando bilateral e multilateralmente em várias foras, incluindo Nações Unidas, BRICS, IBAS, G20 e ISA.

Apoiado pelas missões do Brasil e da Índia, o webinar foi organizado pela Sociedade dos Fabricantes de Defesa da Índia (SIDM) e pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE).

O foco do embaixador indiano no Brasil, Suresh K Reddy, estava na abordagem “Hélice Tripla”, que é seguida pela nação sul-americana que dá ênfase à inovação e P&D para seu exército, marinha e força aérea.

O embaixador Reddy também pediu às indústrias indianas que olhassem para o mercado divisionário do Brasil em busca de parcerias tecnológicas e joint ventures.

Enquanto o Dr. Marcus Degaut, Secretário de Produtos de Defesa, Ministério da Defesa do Brasil anunciou que uma delegação de alto nível do Brasil visitará a Índia em fevereiro de 2021 para a AeroIndia, o Dr. Roberto Gallo, Presidente da ABIMDE, afirmou que “a colaboração entre indústrias indianas e brasileiras têm potencial para alcançar o mundo ”.

Em seu discurso, Anurag Bajpai, secretário-adjunto do Departamento de Produção de Defesa, falou sobre o teto de IED, que foi aumentado para 74% por via automática e até 100% por via governamental no setor de defesa.

“É hora de desenvolver laços mutuamente benéficos no setor de defesa e o escopo para colaboração neste setor deve ser explorado”, disse Rajat Gupta, presidente do Comitê de Exportações Internacionais do SIDM.

Taurus e Jindal Defense é outra joint venture brasileira em Defesa presente na Índia
Além da CBC do Brasil, segunda maior fabricante mundial de munições, e da SSS Defense, existe outra joint venture com a empresa brasileira Taurus Armas SA e a Jindal Defense.

A JV foi assinada no início deste ano paralelamente ao 1º Diálogo Brasil-Índia da Indústria de Defesa do Fórum Empresarial Índia-Brasil (IBBF), organizado pelo Ministério das Relações Exteriores e câmaras da indústria indiana.

Esta JV será constituída em Hisar (Haryana) com participação acionária de ambas na proporção de capital de 51:49. As armas ligeiras serão fabricadas sob Transferência de Tecnologia da Taurus e de acordo com os Procedimentos de Aquisição de Defesa (DPP).

N.R.: Nesta sexta (11), o Diretor de Vendas & Marketing da Taurus, Eduardo Minghelli, e o Gerente de Exportação, Regis Jacobsen, participaram de reunião almoço em Porto Alegre com o Embaixador da Índia no Brasil, Sr. Suresh K. Reddy, e com o Consul Geral Sr. Amit Kumar Mishra. No evento, os executivos atualizaram o embaixador sobre a Joint Venture da Taurus na Índia, que prevê o inicio das operações ainda no primeiro semestre de 2021.


Empresa de Defesa Indiana no Brasil
A única empresa indiana presente no Brasil é a UP MKU Ltda. A empresa está no Brasil há alguns anos e possui contratos de defesa com a Polícia Federal, Polícia Militar e Exército. Eles têm contrato com a Polícia Militar do Estado de São Paulo para 14.500 peças de colete e monóculos de visão noturna.


India Brazil Fintech Webinar: Neo-Banks

Salesio Nuhs: isenção do imposto não prejudica a Taurus


*LRCA Defense Consulting com Investing.com - 11/12/2020

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou o imposto na importação de revólveres e pistolas a partir de 2021, segundo resolução publicada na última quarta-feira (9). Até então, a alíquota sobre estes produtos era de 20%.

A notícia foi apressadamente comemorada por membros do governo e  por muitos brasileiros interessados em adquirir uma arma a preços razoáveis, especialmente aqueles que acreditavam que os produtos nacionais têm preços muito caros.

Ao mesmo tempo, na Bolsa de Valores, as ações da maior fabricante nacional de armas leves despencaram, pelo fato de muitos investidores, especialmente os mais inexperientes, terem julgado que a empresa seria fortemente impactada pela nova resolução.

Passada a euforia inicial, para uns, e a preocupação com seu investimento, para outros, a realidade voltou a se impor.

A redução a zero do imposto de importação não beneficiará 99% dos consumidores, pois estes importam pelo regime simplificado, que continuará mais barato que o formal (foco da isenção e mesmo com ela). Ou seja, só uma elite de alto poder aquisitivo que já tinha acesso a qualquer tipo de arma (1% dos consumidores) será beneficiada. 

Assim, pistolas das principais marcas estrangeiras, como Glock, Ruger ou S&W em tamanho full e no calibre 9mm, custam hoje (grosso modo) entre 13 e 15 mil reais no mercado brasileiro. Mesmo que se deduza os 20% (somente no caso de uma importação pelo regime formal), ainda custarão entre 10,4 e 12 mil. Enquanto isso, uma Taurus full 9mm custa entre R$ 4 e 5 mil, preço em que também deve chegar a G3 quando de seu lançamento no Brasil.

Com relação aos temores dos investidores de que a empresa Taurus Armas fosse impactada negativamente, ainda no mesmo dia 09, a Investing.com Brasil realizou uma oportuna e esclarecedora entrevista com Salesio Nuhs, Presidente e CEO Global da Taurus Armas, onde este deixou claro que isso não acontecerá, pois considera que o mercado brasileiro representa uma fatia relativamente pequena dos negócios da companhia e que as margens dos produtos exportados são maiores. Além disso, as fábricas da Taurus nos Estados Unidos e na Índia permitem que a companhia exporte armas para o Brasil.

Posteriormente, diversas matérias foram publicadas dando conta de que, tanto a medida do governo não tornará as armas importadas mais acessíveis para a maioria dos consumidores, como suas consequências não irão afetar as operações e o desempenho da Taurus, como pode ser visto abaixo:

- Armas: quem perde e quem ganha com a isenção do imposto de importação? Tiro no pé?

- Com 8 meses de pedidos em carteira e preços mais competitivos, Taurus também será beneficiada pela isenção do imposto de importação

- Novo complexo da Taurus no RS está mantido, mas outros R$ 400 milhões irão para EUA e Índia | GZH

- Distribuidores preveem armas importadas caras mesmo após queda de imposto - Folha 

- Armas imposto zero - a análise de um importador e CAC - YouTube

- Consumidor é maior prejudicado com imposto zero de armas, diz Taurus - VEJA 

Ontem, a fabricante brasileira de armas informou aos seus acionistas e ao mercado que após rigorosos testes de validação, iniciou a produção de carregadores de armas leves para o mercado nacional e internacional, por meio da joint venture no parque industrial da Joalmi, estimando que, entre resultados operacionais e redução de custo, o projeto poderá gerar mais de R$ 100 milhões nos próximos 5 anos.

Leia abaixo a entrevista da Investing.com Brasil com o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

Investing.com - Sobre a resolução da Camex: como isso impacta a Taurus?

Salesio Nuhs - O comunicado da Camex isenta de imposto de importação as armas que serão exportadas para o Brasil. Em um primeiro momento, é possível entender que isso prejudica a Taurus. Mas na verdade não, em hipótese alguma. Isso não prejudica a Taurus, mas prejudica o país enquanto geração de emprego, geração de riqueza, arrecadação de impostos. E prejudica os consumidores brasileiros, que vão ter que importar uma arma da Taurus dos Estados Unidos. Já é complicado adquirir uma arma comprada aqui no Brasil. Agora, vai ser preciso fazer um processo de importação para adquirir uma arma da Taurus, porque nós vamos ter que produzir nos Estados Unidos e na Índia para ter o mesmo benefício das empresas concorrentes. Essa resolução é um equívoco sem tamanho.

Tem também a questão da cadeia. O que eu penso é que o maior risco nessa operação toda é para quem vive desse segmento e que não é uma multinacional como a Taurus. E hoje 80% do movimento das lojas brasileiras é de venda de armas Taurus.

Inv.com - Isso não impactaria as vendas da Taurus, na sua visão?

SN - Não, pelo seguinte. Primeiro, porque o mercado brasileiro é menos de 15% do negócio da Taurus. As margens, quando nós vendemos para o Brasil hoje, são inferiores às margens de quando exportamos, porque a carga tributária no Brasil é muito alta. Agora os exportadores ainda têm mais a vantagem do imposto de importação. Segundo, nós temos fábricas nos Estados Unidos e na Índia. Para ter a mesma vantagem dos concorrentes, vamos exportar de lá para o Brasil: ou seja, não vamos perder margem e não vamos perder venda. O resultado da companhia não vai ser abalado. 

Inv.com - Mudando de assunto: como a pandemia impactou os negócios da Taurus? 

SN - Nós somos uma empresa estratégica de defesa, portanto uma atividade essencial. Então, a rigor, a Taurus não foi afetada pelos decretos. 

Porém, não adianta ser uma atividade essencial e não cuidar da saúde dos funcionários. A Taurus investiu mais de R$ 15 milhões. No dia 5 de março criamos um comitê especial para tratar da Covid aqui e adotamos todos os protocolos, até além dos necessários. Além disso, doamos 15 UTIs para São Leopoldo, a nossa cidade, e testes rápidos. Também fabricamos e doamos protetores faciais para as áreas de saúde e segurança pública no Brasil inteiro. Foi uma série de coisas que somou ao todo mais de R$ 15 milhões. 

Na questão do negócio em si, houve aumento de vendas com relação à pandemia nos Estados Unidos. No terceiro trimestre tivemos uma produção recorde de mais de 1,1 milhão de unidades.

Inv.com - Como vocês avaliam o resultado do terceiro trimestre?

SN - Nós tivemos uma produção e um volume de vendas recordes. Crescemos 28% nas vendas em relação ao igual período de 2019. A receita operacional líquida da companhia foi 21% superior, também recorde, e 66% maior do que a registrada nos 9 meses do ano anterior. O resultado bruto também foi recorde, com margem bruta de 46%. Tivemos Ebitda recorde de 31%.

Em outra ponta, nosso modelo de gestão é produzir sempre mais por menos. As nossas despesas líquidas foram 35% inferiores ao mesmo período do ano passado. Isso porque tivemos uma forte geração de caixa, então não precisamos financiar nossas contas a receber.

O nosso lucro líquido foi recorde, em R$ 112 milhões, o que deixa a companhia em uma situação bastante confortável no quesito dívida/lucro líquido. Nossas vendas são muito impactadas pelo dólar e a dívida é dolarizada. Por um lado isso por um lado nos dá um hedge natural, mas, por outro lado, quando o dólar aumenta a dívida aumenta e o lucro líquido fica ameaçado. Mesmo assim tivemos R$ 112 milhões de lucro. 

Por último, o que muda o perfil da companhia é a redução da alavancagem financeira. No fim de 2018, a dívida era 11,2x o Ebitda. Agora, no terceiro trimestre de 2020, essa relação é 3,1x. Nós temos também um terreno em Porto Alegre e uma fábrica de capacetes, dois ativos que estão disponíveis para venda. Nós não vendemos porque tivemos geração de caixa suficiente para quitar as dívidas. O mercado nessa pandemia caiu muito, e não vamos vender o ativo por menos do que achamos que ele vale. Não precisamos vender para fazer frente aos nossos compromissos com a dívida. Hoje, se vendermos os ativos, teríamos dívida/Ebitda de 1,9x. Ou seja, a companhia está resolvida sob todos os aspectos. Agora temos que pensar no futuro.

Inv.com - Nesses meses do quarto trimestre vocês já conseguiram sentir alguma tendência?

SN - Eu não posso antecipar resultados, mas eu posso te dizer uma realidade: temos pedidos que nos dão condição de alcançar um resultado 2,5 vezes maior do que o do último trimestre, considerando que temos mais de 1,2 milhão de armas vendidas para os mercados americano e brasileiro juntos. Eu costumo dizer que a Taurus vive um momento especial.

Inv.com - Quais são as principais avenidas de crescimento?

SN - A primeira é investimento. Anunciamos um condomínio de fornecedores no nosso parque industrial. Ou seja, todas as peças estratégicas para o nosso negócio serão produzidas dentro do nosso complexo industrial, sob a nossa supervisão de engenharia e de processos. 

Um segundo ponto são as duas joint ventures que criamos, que também foram estratégicas. Estamos montando uma fábrica na Índia sem nenhum investimento financeiro, só com investimento de tecnologia. Tudo aquilo que aportamos em tecnologia o parceiro tem que aportar em dinheiro para fazer a empresa funcionar. Essa joint venture vai começar a produzir no primeiro semestre do ano que vem. Tem também a joint venture de carregadores que, além de, daqui a cinco anos, agregar R$ 100 milhões na receita da companhia, acaba com a dependência. 

Anunciamos em novembro o marketplace, ou seja, vamos trabalhar com vários produtos que não são da marca Taurus, seja de empresas de armas, acessórios e tudo o que está relacionado a esse universo. Também anunciamos a abertura de uma loja própria, que no futuro pode se transformar em uma franquia.

Inv.com - A nova resolução muda alguma coisa na estratégia da Taurus?

SN - Muda do ponto de vista da estratégia de investimentos. Nós anunciamos nesta semana um plano de investimento a médio prazo de mais ou menos R$ 500 milhões, e certamente isso vai mudar o destino desse dinheiro. Se estivéssemos pensando em colocar no Brasil, agora colocaríamos nos Estados Unidos ou na Índia, porque diante desse cenário não vale a pena.

Inv.com - Em termos de mercado, como vocês veem a demanda no ano que vem?

SN - O nosso maior mercado é o americano. Esse ano é mágico, porque isso é histórico: sempre que tem eleição nos Estados Unidos, os americanos, na dúvida se os republicanos ou democratas vão ganhar o próximo governo, antecipam suas compras de armas. Além disso, as estatísticas mostram que, sempre que o governo muda de republicano para democrata, a venda aumenta nos quatro anos seguintes, porque os democratas são favoráveis às restrições ao uso de arma, então os americanos se preparam. Poderíamos pensar que isso antecipa um problema de futuro, porque se os próximos quatro anos vão ser de restrição ao mercado, poderíamos perder com isso. Mas eu digo que não, porque o plano de governo do Biden está preocupado com as armas automáticas e com grande capacidade de tiros, enquanto o mercado da Taurus é de armas leves. Então o americano vai buscar outra opção, que pode ser a Taurus. Assim, sob todos os pontos de vista, eu entendo que o futuro da Taurus não vai sofrer nenhum percalço com relação às vendas.

 

10 dezembro, 2020

Embraer: ataque hacker pode ter impactos maiores do que travar sistemas


*MoneyTimes, por Márcio Juliboni - 10/12/20

O ataque cibernético sofrido pela Embraer (EMBR3) no fim de novembro pode ter consequências maiores do que a indisponibilidade temporária de alguns sistemas. A avaliação é da Ágora Investimentos, num curto comentário sobre o caso, divulgado nesta quinta-feira (10).

Victor Mizusaki e Flávia Meireles, que o assinam, saudaram a notícia de que a fabricante de aviões já restabeleceu todos os sistemas atacados, sem pagar o resgate exigido pelos criminosos.

A dupla, contudo, aponta para possíveis consequências que ainda podem se manifestar. “O ciberataque pode ter atrasado as entregas de aeronaves do quarto trimestre de 2020 para o primeiro trimestre de 2021”, declarou a Ágora.

Os analistas acrescentaram que “esse ataque cibernético pode prejudicar a estratégia da Embraer de desenvolver a divisão segurança cibernética após a aquisição da Tempest Security Intelligence”.

A gestora manteve a recomendação neutra para a ação, com preço-alvo de R$ 5,20. O valor embute uma queda potencial de 42% sobre os R$ 8,97 com que a Embraer fechou no pregão de ontem (8).

Em Fato Relevante, Taurus anuncia o início da produção de carregadores


*LRCA Defense Consulting - 10/12/2020

Em Fato Relevante divulgado hoje após o fechamento do pregão da Bolsa de Valores (B3), a multinacional brasileira Taurus Armas S.A. informou aos seus acionistas e ao mercado que após rigorosos testes de validação, iniciou a produção de carregadores de armas leves para o mercado nacional e internacional, por meio da joint venture no parque industrial da Joalmi, em Guarulhos (SP). Em 2021 está prevista a transferência das operações para o complexo industrial da Taurus, em São Leopoldo (RS).

A tecnologia empregada na fabricação dos carregadores, além de ser considerada estratégica pela companhia para assegurar seu plano de expansão da capacidade de produção, é fundamental para o perfeito funcionamento e segurança das armas. 

R$ 100 milhões nos próximos 5 anos
Com o início da produção, a joint venture vai tornar a Taurus autossuficiente na produção de carregadores, mercado atualmente dominado por poucos fornecedores estrangeiros. Além disso, propicia uma forte redução de custo para as operações da companhia, com uma logística integrada e ágil e flexibilidade de volumes que agregará valor ao Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia da Taurus. 

A companhia estima que entre resultados operacionais e redução de custo o projeto poderá gerar mais de R$ 100 milhões nos próximos 5 anos.

Novo e promissor segmento de negócio
A empresa de carregadores está totalmente alinhada com a estratégia global da Taurus de tornar a unidade do Brasil a mais eficiente fábrica de armas no mercado mundial e um hub de distribuição de peças a todas unidades do grupo, para sustentar o eficiente e lucrativo modelo produtivo. Também promove a entrada da Taurus em um novo segmento de negócio, que é o mercado de reposição, atualmente não explorado pela companhia.

A demanda anual da Taurus é de aproximadamente 5 milhões de carregadores, considerando as fábricas do Brasil e dos Estados Unidos, sem contar outras empresas e o enorme e promissor mercado de reposição. 

A joint venture terá uma capacidade instalada de 7,4 milhões por ano até o final de 2022 e sua ampliação poderá ser antecipada, dependendo da atuação da empresa no mercado de reposição.

Agrale exporta utilitário Marruá para as Forças Armadas dos Emirados Árabes

Foto: Jair Knebel

*LRCA Defense Consulting - 10/12/2020

Dez unidades do utilitário Agrale Marruá foram vendidas, inicialmente, aos Emirados Árabes em meados de dezembro. Os modelos AM2 têm como destino o emirado de Abu Dhabi, onde serão empregados pelas Forças Armadas locais.

Trata-se de mais um reconhecimento internacional para os diferenciais do Marruá, que hoje equipa Forças Armadas e de Segurança em vários países, além do Brasil.

No caso das unidades exportadas para a região do Golfo Pérsico, a configuração do veículo sofreu poucas adaptações, sendo que as mais significativas foram o desenvolvimento da uma capota de vinil que possui um compósito especial resistente às intempéries como raios UV + UVB e altas temperaturas (vale lembrar que no verão a temperatura naquela região chega à marca 50C°) e o sistema de ar-condicionado mais potente.

“A Agrale está cada vez mais internacionalizada e busca sempre atender às necessidades específicas dos mais diversos mercados em que atua, comprovando ter competência e qualidade em seus produtos para atuar como um forte player no mercado internacional”, destaca Edson Ares Sixto Martins – Diretor Comercial e Marketing, da Agrale.

Cabe ressaltar que duas unidades do AM2 já são utilizadas pelas Forças Armadas de Abu Dhabi desde 2018.

“A relevância do negócio para a Agrale não se limita à quantidade de unidades exportadas, mas o fato de o mercado ter aprovado a robustez e a performance do Agrale Marruá. Isso nos incentiva a trabalhar na busca constante de novas encomendas, não somente nos Emirados Árabes, mas também em vários outros países”, destaca Martins.


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