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07 maio, 2022

Taurus: 3ª edição da campanha “Solidariedade em Dobro” arrecada 8 ton. de alimentos para cozinhas comunitárias

 

*LRCA Defense Consulting - 07/05/2022

A Taurus, Empresa Estratégica de Defesa e uma das principais fabricantes de armas do mundo, realizou a 3ª edição da campanha “Solidariedade em Dobro” e doará mais de 8 toneladas de alimentos.

As doações serão entregues em três etapas para a Secretaria Municipal de Assistência Social de São Leopoldo e destinadas para 24 cozinhas comunitárias do município, auxiliando no trabalho realizado com as famílias da região em situação de vulnerabilidade alimentar.

A primeira entrega aconteceu no dia 27 de abril e as demais acontecerão nos dias 14 e 30 de maio.

As cozinhas comunitárias são iniciativas emergenciais, coordenadas por lideranças locais, organizações sociais e coletivas, de enfrentamento à crescente insegurança alimentar, especialmente a partir da crise acentuada pela pandemia de COVID-19. A iniciativa oferece uma média de 10 mil refeições semanais e 3.680 lanches, servidos no local ou para as famílias levarem em potes ou marmitas.

Os mantimentos doados foram arrecadados de 11 a 25 de abril na campanha promovida pela Taurus com seus colaboradores, que contribuíram com 2.812 kg, e a empresa dobrou o total angariado na ação com mais 5.624 kg, totalizando 8.436 kg de alimentos.

Esta é mais uma iniciativa de responsabilidade social da Taurus que, consciente da importância de seu papel na atividade empresarial e na sociedade, vem ampliando seu trabalho na área social com ações voltadas para atender as demandas das comunidades próximas de sua unidade fabril.


Recentemente, em 1º de abril de 2022, a empresa doou para a Secretaria Municipal de Assistência Social de São Leopoldo 230 cestas básicas que foram destinadas para 24 cozinhas comunitárias do município.

A empresa também realizou no ano de 2020 e 2021 a campanha interna "Solidariedade em Dobro", com a doação de alimentos para instituições e projetos sociais. Ao todo, nas duas edições da campanha, os funcionários doaram cerca de 37 toneladas de alimentos e a Taurus colaborou com o dobro do arrecadado, elevando o total para 111 toneladas de alimentos doados.

A empresa também entregou mais de 1.500 cestas básicas e 260 caixas de bombom para entidades assistenciais da região do Vale dos Sinos em abril de 2021, e doou brinquedos, aves e cestas natalinas para a Prefeitura de São Leopoldo em dezembro de 2021. Os mantimentos foram repassados para cozinhas comunitárias da região voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social e os brinquedos destinados à três entidades assistenciais de São Leopoldo (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais -- APAE de São Leopoldo, Fundação Casa Aberta e Turma do Sopão).

Além disso, a Taurus realizou diversas outras medidas com o intuito de contribuir socialmente e economicamente com o Estado do Rio Grande do Sul  e o Brasil durante o período da pandemia de COVID-19, como doação de equipamentos para aumentar a capacidade dos leitos de UTI da região do Vale do Sinos, doação de 6 mil testes de diagnóstico do COVID-19 para Fundação Hospital Centenário de São Leopoldo e de um tanque de 1,5 mil metros cúbicos de oxigênio, em parceria com outras empresas, produção e doação, em trabalho conjunto com o Exército Brasileiro e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de 500 mil protetores faciais modelo Face Shield para nove estados brasileiros, entre outras. Ao todo, foram mais de R$ 15 milhões em doações realizadas pela Taurus.

Com Nióbio, cientistas criam circuito supercondutor que acreditavam ser impossível


*Canaltech - 04/05/2022

Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Delft (TUD), na Holanda, desenvolveram um material supercondutor unidirecional sem campos magnéticos externos, algo que os cientistas imaginavam ser impossível desde a descoberta da supercondutividade em 1911.

Segundo a equipe envolvida no estudo, o uso de materiais quânticos 2D abre caminho para o desenvolvimentos da chamada “computação supercondutora”, com equipamentos centenas de vezes mais rápidos do que os processadores fabricados atualmente e sem perda de energia.

“Nos supercondutores, uma corrente passa por um fio sem qualquer resistência, o que significa que inibi-la ou até mesmo bloqueá-la é quase impossível — muito menos fazer com que ela flua apenas em um sentido. O que fizemos agora pode ser comparado a inventar um tipo especial de gelo com zero atrito ao patinar de um jeito e muito atrito quando mudamos a direção”, explica o professor de física Mazhar Ali.

Unidirecional

Em sistemas normais de condução de eletricidade, os elétrons emitidos se movimentam continuamente como partículas separadas. Já em dispositivos feitos com materiais supercondutores, eles se movem em pares, o que faz com que não haja perda de energia elétrica.


Para criar um supercondutor sem campo magnético, os pesquisadores substituíram as barreiras que separam os supercondutores convencionais por uma barreira de material quântico 2D feito à base de nióbio. Essa barreira quântica foi colocada entre os dispositivos, permitindo que a energia fluísse em uma única direção.

“Nós conseguimos retirar apenas algumas camadas atômicas desse material, fazendo um sanduíche muito fino para construir um diodo funcional, o que seria impossível com materiais 3D comuns. Com isso, ​​a tecnologia que antes só era possível usando semicondutores agora pode ser feita com supercondutores”, acrescenta Ali.

Supervelocidade
Segundo os cientistas, essa tecnologia poderá ser usada para construir computadores muito mais rápidos, beirando a velocidade dos terahertz — entre 300 a 400 vezes mais velozes do que os processadores fabricados atualmente com transistores feitos de semicondutores de silício.

Longe dos laboratórios, eles esperam que os materiais supercondutores sejam usados não na casa de pessoas comuns, mas sim em fazendas de servidores ou supercomputadores, com sistemas de processamento centralizados e um consumo bastante reduzido de eletricidade.

Para tornar esse processo viável, o primeiro fator que temos que enfrentar para uma provável aplicação comercial é aumentar a temperatura de operação, provando que é possível usar milhões desses diodos em um único chip. Se o século XX foi o século dos semicondutores, o século XXI pode se tornar a era dos supercondutores”, encerra o professor Mazhar Ali.

Motor de imãs permanentes da WEG é sinônimo de economia para Orleplast

 Motor de imãs permanentes da WEG é sinônimo de economia para Orleplast

*LRCA Defense Consulting - 06/05/2022

Uma das maiores indústrias de embalagens e descartáveis plásticos de Santa Catarina, a Orleplast, iniciou suas atividades em 1992, produzindo inicialmente mangueiras plásticas. Porém, em pouco tempo, concentrou sua produção em embalagens como sacolas, sacos, bobinas e outros produtos. A partir dessa mudança, a empresa garantiu certificações de qualidade com o objetivo de oferecer um melhor produto a seus clientes. Hoje, a empresa produz mensalmente cerca de 600 toneladas de produtos.

Buscando aumentar ainda mais sua produtividade, a Orleplast optou por investir em equipamentos mais eficientes para sua produção. Em uma parceria com o Centro de Negócios de Eficiência Energética (CNEE) da WEG, foi especificado à empresa uma tecnologia exclusiva WEG no Brasil, a moderna linha de motores elétricos W22 Magnet, garantindo qualidade, desempenho e economia de energia elétrica à indústria.

W22 Magnet: o melhor índice de rendimento do mercado
O W22 Magnet é uma linha de motores que possui em sua forma construtiva ímãs permanentes. Isto diminui a temperatura do motor, possibilitando a redução do tamanho da sua carcaça quando comparado aos motores de indução tradicionais. Outra importante característica é que o torque permanece constante mesmo em baixas rotações. Além disso, o W22 Magnet proporciona baixo custo de manutenção pois há prolongamento na vida útil dos mancais devido a menor temperatura de operação.

Na Orleplast, além da utilização dos motores W22 Magnet nas potências de 300 e 350 cavalos, o acionamento dos motores foi substituído pelo inversor de frequência CFW11 da WEG, trazendo benefícios como posicionamento e variação de velocidade da máquina, desta forma, aumentando a eficiência energética do processo.

Resultados surpreendentes em economia de energia
Fazendo parte do projeto de modernização da empresa, os motores estão instalados em duas extrusoras de plástico e já trazem impacto positivo para a Orleplast: redução no consumo de energia elétrica e significativa diminuição das paradas para manutenção. Conforme relatório de desempenho energético, a economia foi de 286.416 kWh/ano (suficiente para abastecer 85 residências durante o período de um ano), com retorno do investimento de 2,7 anos. Essa economia resultou em 36,2 toneladas de CO2 que deixam de ser emitidas na atmosfera anualmente.

Além de todos esses ganhos, os motores substituídos foram enviados para WEG como parte do pagamento dos motores novos (através do programa Plano de Troca WEG) sendo reciclados adequadamente conforme critérios de economia circular/logística reversa, sempre observando as questões de sustentabilidade.

Reconhecida pelas soluções em eficiência energética para diversas aplicações industriais, a WEG tem um amplo portfólio de produtos que possibilita ofertar ao mercado soluções eficientes que garantem alta performance, competitividade, lucratividade e sustentabilidade à indústria.

06 maio, 2022

Embraer e Eve avaliam tecnologias de voo autônomo em operação no Rio de Janeiro


*LRCA Defense Consulting - 06/05/2022

 A Embraer S.A. concluiu uma série de voos experimentais voltados para avaliação de novas tecnologias de sistemas autônomos em condições reais de voo. Os ensaios realizados no Rio de Janeiro têm o objetivo de viabilizar operações autônomas seguras em ambientes urbanos complexos.

A coleta de dados e avaliação em tempo real dessas tecnologias em área urbana utilizou um helicóptero pilotado como parte do Projeto de Sistemas Autônomos da Embraer (Project EASy, na sigla em inglês) que utiliza processos ágeis de testes para o desenvolvimento de soluções que possam impulsionar a aviação autônoma do futuro.

A companhia trabalhou com a Eve UAM, LLC, uma empresa da Embraer S.A. dedicada a acelerar o ecossistema da Mobilidade Aérea Urbana, e em colaboração direta com os parceiros Daedalean, Iris Automation e Near Earth Autonomy durante sete dias. Neste período, as empresas exploraram cenários convencionais e extremos para as fases de decolagem, subida, voo de cruzeiro, aproximação e pouso. Os helicópteros da Helisul Aviação, uma empresa que colabora com a Eve no desenvolvimento de UAM no Brasil, foram conduzidos por pilotos profissionais durante todo o percurso enquanto os sistemas capturavam dados e desempenhavam cálculos instantaneamente.   

“Este projeto nos permitiu avaliar tecnologias em tempo real e também coletar informações que posteriormente serão usadas em simulações,” disse Julio Bolzani, head de sistemas autônomos da Embraer. “Importante notar que não estamos nos movendo diretamente para uma operação completamente autônoma. Assim que a Eve iniciar seus voos, pilotos estarão a bordo e se beneficiarão da aplicação dessas tecnologias através de uma operação segura e simplificada do veículo até que a certificação completa de um sistema de voo autônomo para Mobilidade Aérea Urbana seja alcançada.”  

Este processo experimental está conectado com o Conceito de Operações (CONOPS) coordenado pela Eve desde 2021 no Rio de Janeiro, em cooperação estratégica com parceiros e entidades governamentais para converter o conhecimento adquirido em dados de trabalho e estrutura de análise que possam orientar todos os aspectos operacionais do futuro da Mobilidade Aérea Urbana.

“Toda informação e dados levantados neste projeto, bem como as soluções técnicas em desenvolvimento, vão apontar os caminhos para o voo completamente autônomo dos eVTOLs no futuro,” disse Andre Stein, co-CEO da Eve. “Estamos empolgados com todos os aspectos operacionais exercitados e dados adquiridos neste projeto, que está diretamente conectado ao nosso CONOPS. Estes são passos sólidos e seguros para introduzir operações autônomas no futuro, e acelerar a acessibilidade e o crescimento do mercado de UAM.”

Vídeo sobre o projeto:
https://embraer.bynder.com/share/98C76812-240E-4C2A-A8D0CC95E5E15C79/

Embraer seleciona holandesa Fokker Services para fornecimento de componentes de manutenção para os E-Jets


*LRCA Defense Consulting - 06/05/2022

A Embraer escolheu a empresa holandesa Fokker Services para oferecer serviços de manutenção, reparo e revisão (MRO), cobrindo uma série de unidades substituíveis em linha (LRUs, na sigla em inglês) para motores que fazem parte do Programa Pool. O acordo apoiará a primeira geração de E-Jets da Embraer, que incluem os E170, E175, E190 e E195. O acordo de longo prazo abrange mais de 60 peças de unidades substituíveis em linha para motores.

“Estamos orgulhosos em fortalecer nosso relacionamento com a Fokker Services. Na Embraer, estamos sempre em busca de melhorias no Programa Pool a fim de beneficiar nossos clientes. Com sua expertise e excelência, a Fokker Services apresentou as propostas mais abrangentes e atraentes para apoiar a frota de E-Jets. Por isso temos certeza de que a empresa é a melhor escolha para aperfeiçoar ainda mais os nossos serviços”, afirmou Johann Bordais, Presidente e CEO da Embraer Serviços e Suporte.

Este acordo mostra o resultado inicial do compromisso da Embraer e da Fokker Services de explorarem oportunidades de cooperação, como destacado no Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) assinado em outubro de 2021, quando Embraer, Fokker Services e Fokker Techniek concordaram em buscar oportunidades para explorar uma ampla gama de atividades nos mercados de Defesa, Comercial e Serviços e Suporte. Outros projetos conjuntos estão sendo discutidos entre as empresas, fortalecendo uma parceria mais ampla.

“Este acordo destaca nosso compromisso conjunto com o MoU assinado no ano passado. É um grande passo para o desenvolvimento de outras oportunidades, já que acreditamos que as demandas de alta qualidade da frota de E-Jets e a nossa expertise de LRU para motores são uma combinação ideal. À medida que nossa parceria com a Embraer cresce, continuaremos expandindo nosso portfólio de recursos de suporte para as plataformas de aeronaves da empresa”, comentou Menzo van der Beek, CEO da Fokker Services.

Os reparos nas unidades substituíveis em linha de motores serão realizados nas instalações próprias da Fokker Services. Para assegurar uma excelente confiabilidade desses componentes cruciais, a equipe utilizará equipamentos de última geração, como spray de arco elétrico de fio duplo e um dinamômetro de corrente parasita.

A Fokker Services agora oferecerá seu conhecimento especializado para apoiar as LRUs de motores CF34 com base no conhecimento e experiência adquiridos com os motores CFM56 e CFM LEAP. A Fokker Services conta com mais de 30 anos de experiência em gerenciamento de programas integrados e oferece contínuo aperfeiçoamento por meio da expansão de seu portfólio próprio de reparos. 

WEG fornece motores de média tensão para estação de bombeamento na Tunísia

WEG fornece motores de média tensão para estação de bombeamento na Tunísia


*LRCA Defense Consulting - 07/05/2022

Com uma gama completa de produtos para o segmento de água, as soluções WEG se destacam pela eficiência e flexibilidade de seus projetos elétrico e mecânico, adaptando-se aos mais exigentes requisitos do cliente em diversas aplicações.

Projetado para transportar 470 milhões de metros cúbicos de água anualmente proveniente de várias barragens, o canal Majerda - Cap-Bon é um investimento importante para a Tunísia. Este transporte fluvial atende às necessidades de água potável de grandes cidades como Tunis. Além disso, o canal também responde a outros dois objetivos: irrigação das áreas agrícolas de El Mghira, Mornag e Cap-Bon e recarga dos aquíferos Khlidia e Cap-Bon.

A estação de Béjaoua, com potência elétrica total de 4.400 kW, está equipada com várias bombas com vazão de 2 m³/s. A Empresa Operadora do Canal e Águas do Norte, SECADENORD, está trabalhando para melhorar a capacidade de transferência do canal, atendendo assim às crescentes demandas de água.

Para este projeto, a WEG forneceu dois motores verticais de média tensão da linha Master, modelo MAR, carcaça 450, 550 kW, 6.300 V, 50 Hz, 8 polos, IP55. Os motores foram instalados na oitava bomba da estação.

Os motores da linha Master se destacam pela flexibilidade do seu projeto elétrico e mecânico. São motores versáteis que permitem diferentes configurações, podendo ser aplicados em ambientes severos, que demandam alta resistência e durabilidade, adequando-se às diversas aplicações. Oferecem facilidade para implementar modificações em seus projetos, a fim de torná-los intercambiáveis com motores existentes, reduzindo os custos operacionais decorrentes de paradas para troca de motores. Também podem ser projetados para acionamento por inversor de frequência, o que possibilita o preciso controle da velocidade, bem como altos torques durante a partida.

É a parceria WEG e SECADENORD contribuindo para as necessidades hídricas da Tunísia e para o fortalecimento do abastecimento de água no Norte da África através do desenvolvimento do potencial da Estação Elevatória de Béjaoua.

05 maio, 2022

EUA: NICS de abril é o 3º maior da história para o mês e mostra que demanda por armas de fogo é constante e sustentada

O números de abril de 2022 é o terceiro mais forte para o mês já registrados, superado apenas por abril dos anos "fora da curva" de 2021 e de 2020, o que evidencia uma demanda por armas de fogo constante e sustentada nos EUA, maior mercado mundial para armamento leve.


*The Truth about Guns, por Dan Zimmerman - 03/05/2022

Sim, os totais ajustados do NICS de abril, estimando o número de armas de fogo vendidas no mês, estão abaixo dos totais de pico de 2020 e 2021, mas observe o gráfico abaixo e compare a barra de 2022 com os totais de abril dos anos anteriores. O único período anterior que chegou perto foi 2013, durante a onda de compras pós-Sandy Hook. O mês passado superou esse total em cerca de 13%.


Motivos
Esse é um número enorme. Por que os americanos ainda estão abrindo caminho para suas lojas de armas locais em números quase recordes?

Esqueça o ângulo partidário desses resultados. Os números PBS/NPR refletem o humor geral do país para "John e Jane Q" (cidadãos comuns americanos). O público não está impressionado com as atuais abordagens ao crime e armas sendo tomadas pelas pessoas que estão atualmente no comando.

Ninguém acredita que as vendas de armas tenham causado o aumento da criminalidade que vimos nos últimos dois anos, e Putin também não fez isso. Esse é, sim, o resultado de departamentos de polícia sem fundos e desmoralizados, leis de “reforma” de fiança e promotores que não processam.

Enquanto isso, os políticos dizem ao público para você acreditar neles, não em seus próprios e mentirosos olhos. Segundo eles, você não deve prestar atenção às notícias de menos policiais, gangues violentas e mais crimes violentos em suas cidades e bairros. Culpe apenas as armas.

Pesquisa mostra que americanos crêem que os republicanos fazem um trabalho melhor nessas questões

Pessoas comuns querem proteger a si mesmos e a suas famílias
Como os dados de abril do NICS deixam perfeitamente claro, "Johnny e Janey" não estão confiando nas promessas dos políticos ou no tempo de resposta de sua agência local de aplicação da lei. Eles decidiram que, quaisquer que tenham sido suas opiniões sobre armas de fogo no passado, agora querem ter a capacidade de proteger a si mesmos e suas famílias.

NICS ajustado superior a 1 milhão por 33 meses mostra que a demanda é constante e sustentada
Mark Oliva, Diretor Administrativo de Relações Públicas da Fundação Nacional de Esportes de Tiro (NSSF), assim se pronunciou sobre os resultados do NICS de abril:

"Os números NICS ajustados pela NSSF de abril, de 1.359.908, mostram que há um apetite constante e sustentado pela posse legal de armas de fogo nos Estados Unidos. O número de abril continua a sequência de mais de 1 milhão de verificações de antecedentes para a venda de uma arma de fogo por 33 meses e demonstra que a indústria de armas de fogo continua atendendo à forte demanda dos Estados Unidos por posse legal de armas de fogo.

É claro que aqueles que procuram o “novo normal” das vendas de armas de fogo após os dois anos "fora da curva" de 2020 e 2021 podem encontrar todas as evidências necessárias para saber que os cidadãos cumpridores da lei estão saindo aos milhões todos os meses para exercer os direitos da Segunda Emenda".

Comunicado de imprensa da NSSF:
"O  valor de 1.359.908 do National Instant Criminal Background Check System  (NICS),  ajustado pela NSSF  de abril de 2022, é uma redução de 19,7 % em comparação com o  valor do NICS ajustado pela NSSF de abril de 2021, de 1.694.118. Para comparação, o número não ajustado do NICS do FBI de abril de 2022, 2.534.057, reflete uma redução de 27,3% em relação ao número não ajustado do NICS do FBI de 3.485.016, em abril de 2021.   

Os números de abril de 2022 são os terceiros mais fortes para o mês já registrados, superados por abril de 2021 e abril de 2020.

Observação:  atualmente, vinte e cinco estados têm pelo menos uma licença alternativa qualificada, que, de acordo com a Lei Brady, permite que o titular da licença, que tenha passado por uma verificação de antecedentes para obter a licença, compre uma arma de fogo de um revendedor licenciado sem uma autorização adicional separada ou uma verificação de antecedentes para essa transferência. O número de cheques NICS nesses estados não inclui essas transferências legais com base em autorizações qualificadas e o NSSF não ajusta essas transferências.

Os  dados NICS ajustados foram derivados subtraindo as verificações de permissão do código de finalidade NICS e as novas verificações de permissão usadas pelos estados para verificações de solicitação de permissão CCW, bem como verificações em bancos de dados de permissão CCW ativos. A NSSF começou a subtrair as novas verificações de permissão em fevereiro de 2016.

Embora não seja uma correlação direta com as vendas de armas de fogo, os dados NICS ajustados pela NSSF fornecem uma imagem adicional das condições atuais do mercado. Além de outros fins, o NICS é usado para verificar transações de vendas ou transferências de armas de fogo novas ou usadas.

Deve-se notar que essas estatísticas representam o número de verificações de antecedentes de armas de fogo iniciadas por meio do NICS. Eles não representam o número de armas de fogo vendidas ou dólares de vendas. Com base em diversas leis estaduais, condições de mercado locais e cenários de compra, uma correlação direta não pode ser feita entre uma verificação de antecedentes de arma de fogo e uma venda de arma de fogo".

Eve publica Conceito de Operações para Mobilidade Aérea Urbana no Rio de Janeiro


*LRCA Defense Consulting - 05/05/2022

A Eve UAM, LLC, empresa da Embraer SA, publicou hoje o Conceito de Operações (CONOPS) para o futuro mercado de Mobilidade Aérea Urbana (UAM) no Rio de Janeiro. O documento é inédito no Brasil e reúne dados e análises que abrangem a perspectiva, pontos de atenção e necessidades operacionais de veículos eVTOL (decolagem e aterrissagem vertical elétrica), jornada de passageiros, serviços e suporte. 

O CONOPS foi desenvolvido por meio de cooperação inédita com onze parceiros estratégicos e entidades governamentais, incluindo ANAC (Agência de Aviação Civil do Brasil), DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), EDP Brasil, Helisul Aviação, Skyports, Flapper, RIOgaleão, Universal Aviation, ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), além do Beacon, plataforma que conecta o ecossistema de serviços de manutenção de aeronaves,

“Todos os parceiros deste grupo de trabalho desempenham papéis essenciais no desenvolvimento da mobilidade aérea urbana. Portanto, este documento colaborativo foi elaborado para entender melhor as características e desafios enfrentados por esse meio de transporte. Também traz informações sobre o ecossistema UAM que podem não apenas ser adaptados, mas também desenvolvidos com soluções para garantir uma expansão segura e sustentável”, afirma Luiz Mauad, vice-presidente de Serviços e Operações de Frotas da Eve.

O desenho do CONOPS incluiu estudos sobre aspectos que impactam o ecossistema UAM, grupos de discussão envolvendo os principais pilares para seu desenvolvimento e um período de operações de voo realizado em novembro de 2021 entre o bairro da Barra da Tijuca e o Aeroporto Internacional do RIOgaleão que simulou o ecossistema UAM com um helicóptero. A comunidade também pôde participar desta simulação comprando passagens a preços acessíveis em um dos seis voos diários realizados durante o período de simulação de 30 dias. Os dados e informações coletados nesta simulação contribuirão para definir as características e necessidades para o desenvolvimento da mobilidade aérea urbana não só no Rio de Janeiro, mas também em outras localidades, criando um modelo de UAM para qualquer cidade.

O CONOPS estará disponível no site da Eve para que toda a comunidade entenda melhor como o ecossistema UAM possibilitará um novo meio de transporte acessível, seguro e sustentável. Eve espera que o CONOPS incentive todos os responsáveis ​​por esse ecossistema a evoluir juntos para que a indústria, agências reguladoras, entidades civis e governamentais e a comunidade possam continuar investindo, desenvolvendo e integrando esse novo meio de transporte.

O CONOPS evoluirá constantemente, portanto, se os membros da comunidade tiverem sugestões ou comentários, envie um email para Contact@EveAirMobility.com

Leia o Rio CONOPS em: https://bit.ly/3OTL04t  

04 maio, 2022

Índia: Min. da Defesa suspende compra de mais 72.400 fuzis SIG Sauer dos EUA devido a "falhas operacionais"

A aquisição suplementar de fuzis SIG 716 7.62 x 51mm foi abandonada após várias "falhas operacionais" que surgiram logo após as armas serem distribuídas para unidades do Exército Indiano implantadas ao longo da Linha de Controle na Caxemira.


*The Wire, por Rahul Bedi - 04/05/2022

O Ministério da Defesa da Índia (MoD) decidiu não assinar a ordem de repetição de Rs 700 crore que havia aprovado no final de 2020 para 72.400 fuzis de assalto SIG Sauer 716 'Patrol' dos EUA para seus militares, devido a diversos 'problemas' que vieram à tona com importações anteriores de um número igual de armas semelhantes um ano antes.

Fontes oficiais disseram ao The Wire que a aquisição suplementar de fuzis SIG 716 7,62 × 51mm foi abandonada após várias “falhas operacionais” que surgiram logo após as armas serem distribuídas para unidades do Exército Indiano implantadas ao longo da Linha de Controle na Caxemira e em operações de contra-insurgência na região a partir de dezembro de 2019.

Do total de SIG 716 importados, o exército recebeu 66.400 fuzis, a Força Aérea Indiana (IAF) 4.000 unidades e as Forças Especiais Garud da Marinha Indiana os restantes 2.000.

Deficiências operacionais

De acordo com funcionários da indústria, as “deficiências operacionais” nos fuzis SIG 716 incluíam “bloqueio” ao disparar projéteis de 7,62mm produzidos localmente, que não eram tão eficientes quanto as munições importadas, das quais quantidades limitadas foram adquiridas inicialmente, mas desde então foram gastas.

Quando disparadas, essas munições locais supostamente, em muitos casos, tendiam a gerar “protuberâncias de cano” que tornavam muitos fuzis inoperantes. Essas protuberâncias ocorreram depois que um projétil não conseguiu sair do fuzil ao disparar e, em seguida, o projétil seguinte acumulou uma tremenda pressão devido ao ar comprimido dentro do cano, fazendo com que, por sua vez, desenvolvesse uma protuberância, rachaduras ou até levasse a uma explosão.

A munição local também gerou um maior recuo ou retrocesso nos fuzis em comparação com o produzido pelas variantes russas Kalashnikov AK-47 ou os fuzis de assalto de 5,56 × 45mm do Sistema de Armas Pequenas Indianas (INSAS) que as tropas do Exército Indiano empregaram por décadas.

Em uma arma de fogo semiautomática como a SIG 716, o disparo no 'modo de explosão' permitia ao atirador disparar um número predeterminado de tiros - normalmente dois ou três - em um alvo com um único acionamento do gatilho.

Além disso, os fuzis SIG 716 teriam exigido modificações locais, como alterar a empunhadura para permitir um aperto mais firme, adicionando uma 'alça de madeira' sob o cano de 457,2mm de comprimento, um pouco semelhante à inovação que o exército havia executado anteriormente em muitos AK-47. Relatos recentes da mídia também afirmaram que algumas unidades do exército haviam equipado localmente os SIG 71s com esses 'grips', bem como com bipés para fornecer estabilidade ao fuzil contra inclinação. Um erro de cant (ângulo, inclinação) pode afetar a trajetória do projétil.

Mas, acima de tudo, os fuzis não possuíam miras ópticas diurnas, noturnas, holográficas e até mesmo básicas de red dot alimentadas por LED, pois o MoD, sob o conselho do IA, decidiu, por considerações pecuniárias, não adquirir esses complementos auxiliares críticos, essenciais para o alinhamento preciso de alvos em zonas de conflito em distâncias que variam entre 100m e 700m. A última visão operada por bateria, por exemplo, fornecia aos usuários um 'ponto de mira' na forma de um ponto vermelho iluminado, um fenômeno frequentemente visto em filmes de ação; sua ausência torna o usuário total ou pelo menos parcialmente cego em áreas de escaramuça.

Além disso, não ter nenhuma dessas miras para garantir uma imagem virtual da marca pretendida exigia que o atirador fechasse um olho para fazer seu alvo, privando-o da visão periférica que poderia determinar a escolha entre a vida e a morte no campo de batalha. Por outro lado, as vistas diurnas e noturnas, dependendo de suas respectivas ampliações e sofisticação, eram mais avançadas, mas caras para importar, custando mais de Rs 50.000 cada, razão pela qual o MoD havia evitado sua aquisição. Na época, havia raciocinado que os substitutos indígenas eram mais baratos. Nos últimos meses, vários fabricantes locais demonstraram miras variadas no Army War College em Mhow, em Madhya Pradesh, para uma eventual instalação nos SIG 716, alguns dos quais estavam sob avaliação e aguardavam a seleção para tornar os fuzis operacionalmente mais eficazes.

O IA e o MoD não estavam disponíveis para comentários sobre os SIG 716, mas muitos dentro dos serviços ficaram descontentes com a importação de fuzis dos EUA.

“Como essas compras foram processadas por um comitê do MoD capacitado, chefiado por um oficial de serviço sênior, é indesculpável que um novo sistema de armas adquirido por alto custo precise ser modificado localmente antes de ser totalmente empregado”, disse um oficial sênior do IA. Ele não apenas revelou falhas óbvias nas formulações de requisitos qualitativos (QR) do exército para o fuzil, mas também nos procedimentos gerais de aquisição do MoD, declarou ele, recusando-se a ser identificado por falar sobre um assunto tão sensível.

A parte decepcionante, acrescentou outro oficial associado às aquisições, foi que ninguém jamais será responsabilizado por esse lapso. “As aquisições por meio de comitês habilitados pelo MoD geralmente tendiam a curto-circuitar os procedimentos estabelecidos, resultando em falhas de aquisição que, por sua vez, impactavam negativamente a eficiência operacional”, disse ele, também solicitando anonimato.

Ao longo dos anos, os soluços de QR do AI foram criticados por sucessivos comitês de defesa parlamentar e órgãos de vigilância como o Controlador e o Auditor Geral, resultando em inúmeras compras sendo descartadas ou consignadas, como naves espaciais, em movimento atemporal, comprometendo seriamente a modernização da força. No início de 2012, por exemplo, a Defesa Permanente em Defesa do Parlamento havia declarado que 41 das licitações do exército para diversos equipamentos nos 18 meses anteriores haviam sido retiradas ou encerradas principalmente devido a QR 'super ambiciosos'. Para enfatizar ainda mais esse ponto, o falecido ministro da Defesa Manohar Parrikar havia declarado, em uma audiência pública em Nova Délhi em 2015, que alguns dos QR (requisitos) dos militares indianos vinham diretamente dos 'gibis da Marvel' e, portanto, eram irrealistas.

Concorrência
A ex-ministra da Defesa, Nirmala Sitharaman, autorizou a aquisição do fuzil SIG Sauer no final de janeiro de 2019, depois que a oferta da empresa americana surgiu como L1, ou a mais baixa entre três fornecedores concorrentes para a licitação. A SIG Sauer havia oferecido US$ 990 por unidade do SIG 716 - cada um pesando 4,2 kg e tendo um alcance de cerca de 600 m e uma capacidade de 20 cartuchos - enquanto a rival Caracal International, de Abu Dhabi, precificou seu fuzil CAR 817 em US$ 1.200 por peça, e a Israel Weapon Industries (IWI) apresentou um lance de US$ 1.600 para cada um de seus modelos ACE1. De acordo com os procedimentos de FTP, ao abrigo do qual o concurso foi concluído, os SIG 716 foram entregues posteriormente no prazo de 12 meses. A compra subsequente dos 72.400 SIG 716 adicionais recebeu sanção do MoD no final de setembro de 2020.

Os SIG 716 foram concebidos como substitutos de 'stop gap' para os fuzis INSAS 5.56x45mm que entraram em serviço no Exército Indiano (IA) em meados da década de 1990, mas foram declarados 'operacionalmente inadequados' por ele no início de 2010 por vários motivos. No período intermediário, até que a primeira compra de consignação SIG 716 fosse acordada, o MoD e o IA passaram quase cinco anos infrutíferos perseguindo uma licitação para 66.000 fuzis de assalto multicalibre que, mais uma vez, foram vítimas do excesso de QR (requisitos qualitativos muito preciosistas) da Força.

A Diretoria de Infantaria do IA tinha em sua proposta os fuzis de assalto multicalibre, mas incredulamente exigiu que eles convertessem de 5,56x45mm para 7,62x51mm simplesmente trocando seu cano e carregador. Explicavelmente, todos os quatro fornecedores concorrentes não conseguiram cumprir os QR do IA e o concurso foi descartado em 2015. Depois disso, o MoD tentou a 'Atmanirbhar' ou rota indígena para atender às suas necessidades de fuzil, mas o IA rejeitou sumariamente o fuzil Excalibur 5.56x45mm, que foi pouco melhor do que uma atualização do modelo do INSAS desenvolvido localmente pela então estatal Ordnance Factory Board, deixando o MoD sem outra opção a não ser recorrer às importações.

Joint venture com a Kalashnikov também está em risco
No final de 2021, no entanto, o MoD assinou o acordo de Rs 5.124 crore com a Rússia para licenciar a construção de cerca de 671.000 fuzis de assalto Kalashnikov AK-203 em Korwa, perto de Amethi, em Uttar Pradesh, destinados principalmente para o IA, mas também para a IAF, a IN e os paramilitares, depois de resolver vários obstáculos que assolam o concurso desde 2019.

O contrato, celebrado sob um Acordo Intergovernamental bilateral, também incluía a importação direta de 20.000 fuzis AK-203 com coronhas dobráveis ​​da Rússia para o IA por US$ 1.100 cada. Mas o status do contrato do AK-203, que estava programado para começar a ser produzido em março de 2022, permanece tênue, impactado pelas sanções lideradas pelos EUA impostas à Rússia por sua invasão da Ucrânia há mais de dois meses. Fontes oficiais temem que este acordo possa ser adiado interminavelmente, se não totalmente descartado.

Fuzis de assalto só por produção interna (Make in India) - Taurus é uma opção
Enquanto isso, em um movimento paralelo, o Ministério da Defesa também incluiu fuzis de assalto em sua lista de 310 itens militares que a Índia não importará mais, mas fornecerá internamente. Assim, emitiu licenças para cinco fabricantes locais de produtos de defesa, como Adani Defense (JV com a Israel Weapon Industries - IWI), SSS Defense (com a qual a CBC tem JV, mas só na produção de munições; não tem JV para armas e nem escala de produção), Jindal Defense (Taurus Jindal) e Optic Electronic India para produzir fuzis de assalto, entrando em empreendimentos colaborativos com fabricantes de equipamentos originais no exterior, o que exclui ainda todas as outras importações da SIG Sauer.
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Fuzil Taurus T4


NOTA da LRCA Defense Consulting
Os principais fatos descritos na matéria, ou seja, o Ministério da Defesa ter incluído fuzis de assalto entre os itens militares que a Índia não importará mais; esse país ter desistido do lote restante de 72.400 fuzis SIG 716 (que estavam sendo comprados em condições de grande urgência) e os eventuais problemas para a concretização da joint venture com a russa Kalashnikov, poderão ter grande impacto no futuro na Jindal Taurus, joint venture da Taurus Armas na Índia que começará a produzir no mês que vem.

Para tanto, é necessário lembrar que a Taurus já desenvolveu um fuzil T4 no calibre 7,62 x 39mm (o mesmo dos AK-203), produzido com reforçado protocolo militar e com cano nos cumprimentos de 20, 16 e 11,5 polegadas, e está finalizando o T-10, um fuzil de assalto no calibre 7,62 x 51mm (o mesmo dos SIG 716)  fabricado também com reforçado protocolo militar e canos de 16 e 20 polegadas. As duas armas estarão preparadas para serem equipadas com os mais diversos acessórios, como vários tipos de miras, lunetas, lança-granadas, etc.

Esses fatos são novos e acontecem independentemente da licitação emergencial de 94.000 fuzis CQB no calibre 5,56 x 45mm, que está em curso e na qual a Taurus está participando com o T4, e de uma outra no montante de 350.000 armas da mesma espécie que está em preparação, ambas para suprir as tropas indianas que guarnecem as fronteiras com a China e com o Paquistão.

Índia mudará completamente a perspectiva da Taurus
Se a pandemia prejudicou por um lado, causando demora no processo, por outro ela também impediu que, por enquanto, a concorrência passasse a produzir no país, no âmbito do Programa Make in India.

Em termos do imenso mercado militar e de segurança indiano, é preciso considerar que esse país conta com forças armadas que têm mais de 1,3 milhão de integrantes e forças de segurança (policiais e paramilitares) que possuem um efetivo de mais de 1,4 milhão de pessoas, além de segurança privada com mais de 7 milhões de homens e mulheres. 

A obsolescência e a diversidade de origens de seu armamento leve faz com que a Índia esteja enfrentando graves problemas operacionais e também logísticos, haja vista a dificuldade para suprir, manutenir as armas e repor peças gastas ou defeituosas.

Como seu objetivo é se tornar uma das nações proeminentes no mundo dentro de alguns anos, suas forças armadas e de segurança necessitarão caminhar no sentido de padronizar o respectivo armamento leve, limitando-o a poucos modelos e passando a utilizar armas modernas e de alta qualidade fabricadas no próprio país (Make in India / Atmanirbhar Bharat - Feito na Índia / Índia Autossuficiente). Só assim obterão excelência operacional e logística, com grande economia de tempo e recursos.

Frente a tais fatos, a JV Jindal Taurus Defence Systems Private Ltd. tem um gigantesco mercado potencial, civil e militar, sem parâmetros no mundo capitalista, o que levou o CEO e o CFO da multinacional brasileira a afirmarem, por mais de uma vez, que, no momento em que a Taurus entrar lá, mudará completamente a perspectiva da empresa.
 
Segundo tudo indica, esse fato está bem próximo de se tornar real....

Leia mais sobre o assunto:
- Taurus desenvolve fuzis com foco em mercados da Ásia, do Leste Europeu, da África e do Oriente Médio

Soluções WEG dão mais autonomia e sustentabilidade à expedição Voz dos Oceanos, da Família Schurmann

Soluções WEG dão mais autonomia e sustentabilidade à expedição Voz dos Oceanos, da Família Schurmann


*LRCA Defense Consulting - 04/05/2022

Deixar o veleiro Kat ainda mais eficiente e sustentável foi a grande missão da WEG na expedição Voz dos Oceanos, movimento mundial de sensibilização e combate ao lixo nos mares, principalmente, o plástico de uso único, idealizado e liderado pela Família Schurmann.

A embarcação, que iniciou viagem há sete meses e acaba de chegar em seu primeiro destino internacional (Ilhas Virgens Britânicas), está mais autosuficiente e vai percorrer cerca de 65 destinos no Brasil e no mundo utilizando fontes de energias renováveis, como eólica, hídrica e solar. Toda a tecnologia de gestão, armazenamento em baterias de lítio, distribuição e monitoração remota do sistema de energia foi desenvolvida e instalada pela WEG, bem como as tintas que protegem a embarcação contra bioincrustação.

Construído há sete anos, o veleiro Kat, que já participou de expedições anteriores, recebeu uma central de energia da WEG que ampliou de 75% para 100% a captação de energia limpa do barco. “Essa central de energia sempre foi o sonho de qualquer navegador e, agora no veleiro Kat, nós temos o controle total de energia dentro do barco”, explica Vilfredo Schurmann, capitão da embarcação.

Além de um sistema de pás para recolher energia dos ventos, o veleiro Kat também conta com painéis solares e hidrogeradores da WEG, que reduzem o uso de combustíveis fósseis e a emissão de gases do efeito estufa.

Outra grande preocupação da Família Schumann sempre foi garantir a preservação da vida marinha. Não só na Voz dos Oceanos, mas desde a Expedição Oriente, as Tintas WEG protegem a embarcação. Em 2021, antes da viagem, os técnicos da WEG se reuniram novamente com a tripulação para pensar em soluções que resolvessem desafios comuns na velejada, como incrustação de pequenos elementos marinhos como plantas, algas e animais que se instalam no casco do barco e causam danos nas estruturas abaixo da linha d'água, provocando muitos prejuízos econômicos, e até mesmo aumento no consumo de combustível.

“Precisamos ter uma tinta muito resistente porque nós vamos passar por lugares frios e lugares na linha do Equador muito quentes”, esclarece o capitão. A opção então foi proteger a embarcação com a tinta anti-incrustante da WEG, especialmente desenvolvida para uso em embarcações, que asseguram longa performance, grande economia de combustível e o mais importante: não agridem a vida marinha. Vale acrescentar que, além de todas as inovações e soluções sustentáveis presentes no veleiro Kat, Voz dos Oceanos adota medidas capazes de neutralizar a emissão de carbono. Em parceria com a StarBoard, já estão sendo calculadas as emissões geradas para serem neutralizadas com o plantio de espécies típicas de manguezais que integram o ecossistema costeiro.

03 maio, 2022

EUA: atletas de tiro prático da Taurus têm recordes mundial e de vitórias no Steel Challenge 2022


*LRCA Defense Consulting - 03/05/2022

Os atletas de tiro prático da Taurus USA, KC Eusebio e Jessie Harrison, deram um verdadeiro show de habilidade, técnica e competência no Steel Challenge deste ano!

KC trouxe para casa um bem merecido prêmio com seu recorde de 9ª vitória no World Speed ​​Shooting Match, enquanto Jessie estabeleceu um novo recorde mundial feminino de single stack e se tornou a primeira mulher a ganhar o cobiçado título de Overall Steel Master. 

Stell Challenge - Desafio do Aço
A modalidade Steel Challenge, conhecida como Desafio do Aço, é controlada e regulamentada pela USPSA (United States Practical Shooting Association).

É uma competição interessante para o expectador pelo uso de alvos metálicos reativos e muito simples de ser compreendida – velocidade é tudo. As pistas são padronizadas para o mundo todo, o que incentiva o competidor sempre a quebrar os recordes de tempo das pistas.

A prova é disputada em cinco “strings” ou passadas, onde o competidor deverá atingir os alvos no menor tempo possível. O tempo de string mais alto ou a “pior passada” é descartado, e o resultado da prova é a soma dos tempos dos quatro strings restantes.

O uso de pistas padronizadas também permite o rankeamento universal de competidores entre as diversas Regiões. Um ranking mundial pode ser encontrado no site oficial da modalidade (www.steelchallenge.com).

O Steel Challenge não diferencia fator de potência. Assim, diferentes equipamentos podem ser utilizados para sua prática. Os requisitos para equipamentos utilizados são os mesmos utilizados nas regras da IPSC ou da USPSA, conforme determinação do diretor da prova.



 


02 maio, 2022

Embraer e Aernnova concluem acordo de parceria estratégica em Évora

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*LRCA Defense Consulting - 02/05/2022

A Embraer e a Aernnova concluíram hoje o acordo de parceria estratégica anunciado no início de 2022. Desta forma, a Aernnova passa a deter todas as ações da Embraer Metálicas e Embraer Compósitos, num investimento que totaliza cerca de US$ 174 milhões.

Para a Embraer, esta parceria é mais uma oportunidade para o aumento da capacidade produtiva destas duas unidades, uma vez que além de fornecer componentes para a aviação comercial, executiva e área de defesa da empresa, existe a expetativa de aumento da produção de componentes para outros fabricantes aeronáuticos globais. Isso significa mais empregos nesta região do interior de Portugal, além de um potencial crescimento das exportações. Dessa forma, as fábricas em Évora também contribuem para o aumento da capacidade de produção aeronáutica da região do Alentejo e garantem uma posição de referência no Cluster Aeronáutico de Portugal.

O acordo também está em linha com a estratégia de crescimento da Aernnova, que reforça ainda mais o status da companhia como uma líder global em design e produção de aeroestruturas, e tem como objetivo aumentar a capacidade de produção dos centros de excelência em Évora, cuja operação tem uma importância estratégica para os produtos atuais e futuros da Embraer.

Com 500 colaboradores, as unidades de Évora produzem, entre outros, componentes para asas e estabilizadores verticais e horizontais para programas aeronáuticos da Embraer como os aviões executivos Praetor 500 e Praetor 600, as duas gerações de aviões comerciais da família de E-Jets e a aeronave multimissão KC-390 Millennium. As unidades industriais em Portugal serão os maiores centros produtivos da Aernnova no mundo.

O acordo reforça a posição da Aernnova como fornecedora de primeira linha para aeronaves de corredor único, avançando a posição da companhia nos mercados de aeronaves executivas e de defesa. As atividades nas instalações industriais de Évora adicionarão cerca de US$ 170 milhões (157 milhões de euros) em receitas para a Aernnova. A capacidade dessas unidades industriais também permitirá a assinatura de novos contratos, seja com a Embraer ou com outros fabricantes.

A Embraer mantém o seu compromisso estratégico com Portugal, país onde, fora do Brasil, mais investe em capacidade industrial. Exemplo disso é o investimento anunciado recentemente de 74 milhões de euros na OGMA para trazer para Portugal a manutenção dos motores GTF da Pratt & Whitney, usados pela nova geração de aviões comerciais. Este acordo criará 300 postos de trabalho e poderá triplicar o volume anual de negócios para 600 milhões de euros.

Mas não é só em unidades industriais que a Embraer tem concentrado os seus novos investimentos em Portugal. Em março, foi lançado um projeto de cooperação de desenvolvimento tecnológico com a assinatura de um Memorando de Entendimento com a idD Portugal Defence e a ETI. Esta nova parceria tem como objetivo o desenvolvimento de produtos de Defesa e de dupla utilização em áreas relacionadas com tecnologias de treino e simulação, mais especificamente com Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Realidade Mista e Análise de Dados.

Primeiro aeroporto para carros voadores é inaugurado: saiba detalhes


*Garagem 360 - 02/05/2022

Os carros voadores estão mais próximos do que imaginamos. Várias empresas pretendem lançar seus eVTOLs (veículos elétricos de decolagem e pouso vertical). E estes novos veículos terão aeroportos próprios. Um deles, chamado de Air One, foi inaugurado na Inglaterra e servirá de exemplo para outros que surgirão em breve.

Tais veículos voadores podem ser uma nova forma de se locomover entre duas localidades. E eles já começaram a ganhar novos pontos de decolagem e aterrissagem. O Air One foi aberto na última segunda-feira (25/04). Localizado na cidade de Coventry, ele pode ser usado tanto pelos carros voadores tanto por drones usado em entregas.

Vale ressaltar que um teste foi realizado no dia da inauguração do “vertiporto” na Inglaterra. Na ocasião, foi usado um drone da Malloy Aeronautics para trazer uma caixa de espumantes. O item carregado pelo T150 pesava cerca de 12 kg. Este aeroporto será operado pela Urban-Air Port por um mês.

De acordo com a empresa, a cidade foi escolhida por conta de sua localização. Além disso, ela levou em consideração “sua liderança histórica nas indústrias automobilística e aeroespacial”. A companhia ainda explica que estes aeroportos verticais foram feitos para serem flexíveis e podem se instalados em um curto prazo em casos de emergência.

eVTOL da Eve (Foto: Divulgação/Eve/Embraer)

Em comunicado à imprensa, o fundador e presidente executivo da Urban-Air Port, Ricky Sandhu, disse que este se trata de um momento importante e um ponto de início de uma nova era de transporte, de emissões zero e de viagens sem congestionamento (entre dois locais ou dentro da cidade).

Desde o projeto, passando pela fabricação e agora em operação, a Urban-Air Port entregou o Air-One em apenas 15 meses, definindo o padrão de implantação globalmente e abrindo um mundo de possibilidades para a mobilidade aérea de resposta rápida.

O Air-One é apenas o primeiro modelo em nossa frota de infraestrutura e nossa carteira de pedidos não está apenas aberta, mas já crescendo. O interesse está se transformando em reconhecimento da necessidade de nossa tecnologia e em demanda, disse Sandhu.

Planos para o futuro
E os planos da companhia são bastante ambiciosos. Ela espera que o Air One seja um exemplo para 200 aeroportos assim em todo o mundo. A inauguração deles aconteceria em até cinco anos.

Hoje, a Urban-Air Port já está desenvolvendo outros pontos do planeta. Sua carteira de pedidos conta com clientes do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Coreia do Sul, França, Alemanha, Escandinávia e o Sudeste Asiático.

carros voadores
eVTOL da Eve (Foto: Divulgação/Eve/Embraer)

Quando teremos carros voadores?
Os carros voadores são bastante conhecidos por conta de desenhos animados, além de filmes de ficção cientifica. Mas os eVTOLs (veículos elétricos de decolagem e pouso vertical) podem se tornar realidade em breve. Diversas empresas trabalham no desenvolvimento de veículos assim. Uma das mais conhecidas é a Eve, uma subsidiária da Embraer.

Seu modelo será totalmente elétrico. As entregas começarão a ser feitas a partir de 2026. De acordo com dados da empresa, a carteira de pedidos subiu para 1.825 unidades. Elas irão para companhias de todo o mundo. Empresas como Supernal e SkyDrive também estão desenvolvendo veículos voadores.

Brasileira Mac Jee fecha venda de foguetes e bombas aos Emirados Árabes


*LRCA Defense Consulting - 02/05/2022

Em matéria assinada por Robson Bonin, com data de 1º de maio, a revista Veja publicou, em seu portal online, que "em outra operação comercial comandada pelo Ministério da Defesa, o Brasil fechou uma venda de foguetes e bombas MK, da Mac Jee, aos Emirados Árabes. O preço da operação está estimado em 96 milhões de dólares".

O novo negócio pode ser um dos resultados do grande esforço que a empresa está fazendo ao participar das maiores feiras internacionais de sua área.

Em fevereiro de 2021, o Grupo Mac Jee participou da International Defence Exhibition And Conference- IDEX 2021, realizada na cidade de Abu Dhabi (EAU), onde o stand da empresa foi visitado pelo Príncipe Herdeiro de Abu Dhabi e Comandante Supremo Adjunto das Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, além de vários grupos e delegações. Este evento bienal, que está em sua 25ª edição, é estratégico para consolidar negócios na região do Oriente Médio, África e Ásia.

Em novembro do ano passado, a empresa expôs na Dubai Airshow 2021, evento bianual que é considerado uma das mais importantes feiras de defesa do mundo, onde lançou o DAGGER, um sistema inteligente de guiagem de munições aéreas. Além do DAGGER, a Mac Jee apresentou na feira um portfólio diversificado de produtos,entre eles o lançador de foguetes Armadillo, que já está em fase de testes no CAEx (Centro de Avaliações do Exército), no Rio de Janeiro, as munições aéreas BGB, munição anti-bunker BPB 2000 que está em desenvolvimento, e espoletas.

No início de março deste ano, o Grupo Mac Jee participou da  World Defense Show (WDS), uma das maiores feiras globais do setor, que foi realizada em Riad, na Arábia Saudita.

A Mac Jee é uma das principais empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil. Com atuação global, possui unidades fabris em São José dos Campos (SP) e Paraibuna (SP), com escritórios também em São Paulo e França. Há mais de uma década no mercado, atua nos segmentos de Defesa e Aeroespacial.

Atualmente é formada por Mac Jee Defesa, responsável pelo desenvolvimento, fabricação e comercialização de sistemas de defesa; Mac Jee Tecnologia, especializada no aprimoramento ou criação de linhas de produtos energéticos, e Equipaer, responsável pela criação de produtos e serviços do segmento aéreo.

 

01 maio, 2022

Com o fuzil T4 .300 MLOK, Taurus revoluciona o mercado de armas táticas e de caça


*LRCA Defense Consulting - 30/04/2022

A Taurus, Empresa Estratégica de Defesa e uma das principais fabricantes de armas do mundo, realizou nesta quinta-feira (28) uma live especial em seus canais no Yotube, Facebook e Instagram para anunciar o mais novo lançamento da marca no mercado de armas brasileiro: o T4 300 MLOK – Cal. .300 BLK.

A grande novidade foi apresentada pelo CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, em um evento online que contou também com a presença do Diretor de Engenharia da Taurus, Leonardo Sesti, do Diretor Institucional do RS Shooting & Sport Club, Álvaro Mouawad, do Presidente da Associação Brasileira dos Instrutores de Armamento e Tiro Credenciados pela Polícia Federal, Mário Viggiani, e do Youtuber, Instrutor de Tiro e Atirador Desportivo, Eduardo Azeredo.


Live de lançamento


Durante a live, além de todas as informações sobre o lançamento, a Taurus disponibilizou um QR Code no qual, pela primeira vez no segmento, os espectadores puderam conferir com exclusividade o produto em suas casas por meio de realidade aumentada (link para acesso). Além disso, a empresa realizou uma ação de relacionamento com seus consumidores por meio de um voucher que oferecia 10% de desconto no produto T4 300 MLOK – Cal. .300 BLK.

O evento online foi um grande sucesso, batendo recorde de público (de lives do segmento) com a participação simultânea de mais de 5 mil pessoas, superando o lançamento da pistola Taurus GX4. O alto volume de solicitações de vouchers de desconto, mais de 4 mil cadastros em 1 hora, reforça a confiança dos consumidores na marca Taurus e o grande interesse no T4 300 MLOK – Cal. .300 BLK e toda a versatilidade, mobilidade, precisão e alto poder de impacto desta arma que promete revolucionar ações táticas e de caça.

“Queremos nos aproximar cada vez mais dos nossos clientes trazendo ao mercado produtos diferenciados que atendam às suas necessidades. Este novo lançamento reflete o nosso forte investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação, palavra-chave na Taurus, que proporciona produtividade, manutenção de baixos custos (hoje a Taurus tem o menor custo de produção do mundo), maior volume de produção e, também, maiores vendas, já que o consumidor cada vez mais reconhece o valor que tem sido agregado aos produtos entregues no mercado”, afirma o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

O novo fuzil T4 300 MLOK Taurus é uma arma semiautomática, com carregador de 30 munições em polímero ou aço, no calibre .300 BLK. Possui coronha ajustável, empunhadura ergonômica e trilho picantinny prolongado. Entre os principais diferenciais do novo produto, destaque para o versátil calibre e por ser uma arma ergonômica, modular, configurável, com canos de tamanhos distintos para aplicações particulares. Incialmente, a arma estará disponível em duas versões: com cano de 9 ou 16 polegadas.

A versão com cano mais curto (de 9 polegadas), que torna o equipamento compacto, é ideal para operações com incursões proporcionando fácil manuseio e transporte em viaturas e em ambientes fechados, confinados, sobretudo nas cidades as quais exigem um cano compatível com a mobilidade dentro do perímetro urbano, fator indispensável para a eficácia das equipes operacionais. Já a versão com cano maior (de 16 polegadas) é recomendada para ambientes abertos e tiros de precisão, onde apresenta um excelente desempenho com melhor balística terminal em alvos distantes, com alcance efetivo de 250 metros.

Outro diferencial é que o fuzil T4 no calibre .300 Blackout vem de fábrica com o moderno guarda-mão MLOK (Modular Lock) que oferece ao usuário um maior conforto, além de permitir a instalação de kits óticos, lunetas e os mais diversos acessórios disponíveis no mercado. Estas versões trazem também as miras rebatíveis (flip-up) e seletor de tiro ambidestro.

Além disso, a munição calibre .300 Blackout é eficiente, compacta e com alto poder de impacto.  A energia deste calibre é similar a desenvolvida pelo calibre 7,62x39, e traz enorme vantagem em termos de peso e de volume de transporte, sendo ideal para unidades de operações especiais, tiro esportivo e caça. O calibre funciona com todos os carregadores, ferrolhos e conjuntos de ferrolhos dos AR-15/M4 atuais.


Álvaro Mouawad, Diretor Institucional do RS Shooting & Sport Club e Diretor Executivo da Sociedade Brasileira de Conservação da Fauna, que participou do processo de desenvolvimento da nova arma, comentou durante a live sobre o desempenho do fuzil T4 300 MLOK – Cal. .300 BLK para a caça do javali, classificado como uma das 100 piores espécies exóticas invasoras do mundo pela União Internacional de Conservação da Natureza.

“Aproximadamente há dois anos e meio atrás, quando eu tive nas minhas mãos pela primeira vez o início do protótipo do T4 .300 Blackout, obviamente havia todo o conceito de uma arma operacional, mas imediatamente me veio à mente o potencial e o impacto que essa plataforma no calibre .300 Blackout teria na caça de controle de espécies exóticas invasoras no Brasil. Passados esses dois anos e meio esse desejo de uma grande comunidade de controladores e caçadores de espécies invasoras se aplica no Brasil. Lançamentos como este, de uma arma, um instrumento de controle de uma espécie invasora, é antes de tudo uma forma de mantermos o nosso meio ambiente saudável, porque as espécies exóticas invasoras não só destroem o meio ambiente, mas também têm um grande impacto negativo na agropecuária e no agronegócio brasileiro”, diz Álvaro Mouawad.

“A realidade brasileira e a própria invasão e disseminação do javali no território brasileiro fez com que houvesse uma mudança até cultural do controle da espécie. Hoje é necessário que haja agilidade e principalmente uma plataforma que possa permitir a consecutividade de disparos e, nesse caso, o T4 .300 Blackout é imbatível. Além de extremamente confortável e com grande poder de parada que é fundamental para que tenhamos em uma arma extremamente portável, que pode ser utilizada em todas as condições de caça, inclusive sobre veículo que é um instrumento de manejo importante, sendo uma arma extremamente acessível ao controlador e caçador brasileiro”, explica.

Mário Viggiani, Presidente da Associação Brasileira dos Instrutores de Armamento e Tiro Credenciados pela Polícia Federal, também parabenizou a Taurus pelo lançamento. “Esse é um momento histórico para nós brasileiros, possibilitado através da Taurus e do nosso governo federal. Parabéns também a todos aqueles funcionários que estão ali na linha de frente, que cuidam de cada detalhe, de cada acabamento, de cada caixa que vai ser embalada, aquela pessoa que faz os despachos, a cada um de vocês da Taurus meus parabéns e meus agradecimentos. Por causa de vocês eu posso ter um equipamento de qualidade na minha mão e os brasileiros também. Se não fosse esse conjunto todo, nós não estaríamos hoje comemorando esse lançamento. E mais uma vez esse momento histórico (assim como foi o lançamento do fuzil T4 5,56). Eu espero daqui há alguns bons anos poder contar isso para os meus netos, para meus bisnetos, que eu estive no lançamento dos fuzis no Brasil, quando foi permitido o uso civil no país eu estava e participei desse momento. E esse momento é agora”, disse Mário Viggiani.

O youtuber, instrutor de tiro e atirador desportivo Eduardo Azeredo também participou da live e relatou sua opinião sobre o lançamento. “Como atirador e como cidadão brasileiro eu quero agradecer e parabenizar a todos os envolvidos. Eu tive o prazer de estar na Taurus recentemente, vi de perto a motivação de cada um desses colaboradores que atuam dentro da fábrica, e é muito gratificante para mim como atirador, como brasileiro, como instrutor, ver tudo que está acontecendo no cenário brasileiro. De alguns anos para cá a Taurus teve uma verdadeira virada que proporcionou uma evolução geral de qualidade muito grande, desde a pistola TS9, a linha TH, toda essa linha nova de armas que revolucionou não só o mercado brasileiro. Muitas dessas armas estão equipando policiais pelo mundo hoje em dia e isso é motivo de orgulho para todo brasileiro”.

“Já tive oportunidade de atirar com todos os calibres praticamente que hoje tem no mercado brasileiro e o .300 Blackout se mostrou muito diferenciado para mim. Confesso que entre os calibres que temos no mercado atualmente ele é o que mais me atrai como atirador desportivo em todas as vertentes, vislumbrando no futuro um cenário de defesa também. O T4 .300 Blackout veio definitivamente para mudar o cenário mais uma vez, como o T4 já fez no 5,56, e agora com um calibre de altíssima versatilidade que vai atender muito bem os atiradores, os CACs e também o segmento operacional, nossas polícias. É um calibre que até pouco tempo era mera curiosidade e extremo desejo de muitos atiradores e agentes de segurança, e a partir de hoje está virando uma realidade. Eu estudo calibre há alguns anos e estava nessa lista, desejando esse calibre no mercado brasileiro por conta de todos os seus atributos, mas principalmente pela balística extremamente apurada em uma arma que pode ser extremamente compacta. Agentes de segurança, policiais que trabalham em viaturas, em carro ou em moto, poderem ter uma arma compacta como essa, com um calibre de alto potencial balístico como esse para os agentes policiais, com certeza muitos no Brasil inteiro estão desejando ter esse armamento na sua instituição. E os CACs então, nem falo, galera deve estar com um frisson, já todos acessando o site e quem pode garantindo o seu”, comenta Eduardo Azeredo.

 O novo fuzil T4 300 MLOK – Cal. .300 BLK faz parte da estratégia e compromisso da Taurus de oferecer aos clientes novos produtos. Por meio do seu Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos (CITE), que conta com mais de 250 engenheiros, a empresa tem se dedicado ao desenvolvimento de novidades e projetos pioneiros. O objetivo da Taurus é estar na vanguarda do mercado de armas, trazendo inovação, identificando necessidades e antecipando demandas. Para isso, a empresa ouve constantemente seus consumidores, usuários dos produtos, o que enriquece muito o desenvolvimento dos produtos.

“Trabalhamos muito forte no desenvolvimento de produtos. No ano passado foram R$ 175 milhões investidos em tecnologia de produto, de processo e em equipamentos para a fabricação de armas no Brasil e nos Estados Unidos. Esse ano a Taurus vai investir R$ 247 milhões nestas áreas. Essa é a característica da nova Taurus. Costumo dizer para quem visita a empresa, aproveita para olhar como está agora, porque daqui há um mês tudo vai estar diferente. Estamos constantemente em transformação, em crescimento. O desenvolvimento do fuzil T4 .300 Blackout foi muito prazeroso para toda a equipe. Trabalhamos mais de dois anos no desenvolvimento desta arma. Temos a felicidade de conviver com o pessoal dos clubes de tiro, conversar com muita gente do segmento, e essa adaptação da plataforma do T4 era algo muito requisitado. Tivemos um grande suporte no desenvolvimento e a felicidade de compartilhar e receber opiniões, trazendo sempre o melhor para que possamos atender aquilo que o cliente está buscando”, afirma Leonardo Sesti, Diretor de Engenharia da Taurus.

Os engenheiros da Taurus no Brasil e nos Estados Unidos trabalham focados nas áreas de engenharia de produto, processo e qualidade. Além disso, captam nos Estados Unidos as tendências de mercado e as exigências dos consumidores para que o Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia no Brasil (CITE) da Taurus desenvolva esses produtos mais atualizados tecnologicamente. Inclusive, a empresa automatizou a linha de produção, tendo assim um menor custo. Com isso, os produtos são lançados no mercado com maior valor agregado e menor custo.


“Conversamos muito com nossos consumidores, entre eles caçadores, atiradores esportivos, colecionadores, policiais, não só do Brasil, mas do mundo inteiro. Além dos nossos 250 engenheiros, temos ainda no Brasil e no mundo várias pessoas que são nossos parceiros e que nos ajudam no desenvolvimento dessas clínicas de produtos, que nos dão dicas. Nossos engenheiros são muito bons na parte técnica, de desenvolvimento, de segurança, de garantia e de eficiência do produto, mas não somos os grandes usuários. Então é muito importante nesse grupo do CITE a participação dos nossos clientes, que é quem vai utilizar o produto. Esse pessoal é muito rico em informações. Agradecemos a todas essas pessoas que participam aqui com a gente constantemente no desenvolvimento de produtos”, diz o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

O CEO também agradeceu a equipe de atiradores esportivos patrocinados pela Taurus e CBC, que inclusive estão se destacando em campeonatos nacionais e internacionais utilizando armamentos como a pistola TS9 na versão standard de fábrica e o fuzil T4, e informou que em breve deverá ter uma equipe atirando com o fuzil T4 300 MLOK – Cal. .300 BLK.

O novo fuzil será comercializado nas lojas revendedoras e no portal de vendas da Taurus, voltado a militares, policiais, CACs e civis que integram categorias autorizadas a adquirir estes produtos, conforme legislação vigente, com entrega imediata, após o recebimento da documentação de autorização necessária.

Os consumidores também podem aguardar diversas novidades em armas longas e armas curtas Taurus previstas até o final do ano. A empresa pretende cada vez mais oferecer ao mercado armas equipadas com acessórios e a equipe de desenvolvimento está bastante focada em outras plataformas.


Para saber mais sobre as possibilidades desta revolucionária arma, leia a matéria:
- Taurus traz mais uma novidade: fuzil T4 no calibre .300 AAC Blackout

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