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09 agosto, 2021

Companhia Brasileira de Cartuchos tem novo escritório administrativo

 

*LRCA Defense Consulting - 09/08/2021

A Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), Empresa Estratégica de Defesa e líder mundial em munições, acaba de inaugurar um novo escritório administrativo dentro da sede da empresa em Ribeirão Pires (SP), com modernos e amplos espaços de trabalho para os colaboradores, acompanhando a expansão da marca no mercado nacional e mundial.

O projeto foi desenvolvido pela PW Construções, empresa do grupo HTB, inspirado no conceito de espaço aberto (Open Space), que tem como vantagens uma maior integração entre os profissionais, eficiência na comunicação entre os membros das equipes e um ambiente mais propicio à inovação.

Algumas das salas de reunião do novo escritório da CBC:

 

Salas de gerentes:



Hall de recepção:

    
De acordo com o presidente da CBC, Fabio Mazzaro, a estratégia adotada foi de migrar todos os funcionários do setor administrativo para um ambiente totalmente novo. A nova estrutura ocupa uma área de 1.400m², em um único andar, com capacidade para até 175 pessoas.

"Ao completar 95 anos de história em 2021, a CBC continua se renovando. Esta mudança é mais uma etapa do processo de inovação da marca. Queremos oferecer um ambiente de trabalho que vai além da mudança estética, que melhore o bem-estar, a qualidade de vida e a produtividade dos nossos colaboradores", afirma Fabio Mazzaro.

Além desta, outras novidades estão previstas na unidade fabril da companhia em Ribeirão Pires (SP), como a reforma de uma área de conveniência utilizada pelos colaboradores e também em atividades com visitantes, e revitalização de um stand de tiro onde ocorrem experimentações e demonstrações dos produtos da marca. Estes projetos têm previsão de início das obras ainda em 2021.

A empresa também irá inaugurar este ano novas linhas, aumentando expressivamente a produção no segmento de munições para armas curtas nos calibres 9 mm, .380 Auto, .40S&W e 10 mm. Com o investimento de mais de R$ 150 milhões, a CBC reforça sua posição de líder mundial em munições e se tornará uma das maiores fabricantes do mundo não apenas de munições no calibre 9mm, mas de calibres de armas curtas em geral.

Sobre a CBC
Solidez, inovação e foco no cliente. Esta tem sido a postura da CBC desde sua fundação, em 1926. Nas plantas produtivas de São Paulo e Rio Grande do Sul é fabricada uma completa gama de produtos voltados à defesa, segurança, esporte e lazer, incluindo uma série de munições inovadoras, desenvolvidas com tecnologia própria. Empresa Estratégica de Defesa, a CBC é pautada pelo compromisso de contribuir com as operações e missões das Forças de Segurança Pública e Forças Armadas brasileiras, atuando como Arsenal Nacional para defesa da soberania nacional. No âmbito internacional, a CBC possui atuação global e é uma das maiores fornecedoras mundiais de munição para países da OTAN. Com unidades produtivas no Brasil, Alemanha e República Tcheca e centros de distribuição no Brasil, Estados Unidos e Europa, o Grupo CBC é líder mundial em munições para armas portáteis. A confiabilidade de seus produtos é atestada por 130 países, nos 5 continentes.

08 agosto, 2021

On Target Magazine destaca o revólver Taurus Raging Hunter .460 S&W


*On Target Magazine - 04/08/2021

A linha Raging Hunter de grande porte continua a se expandir, desta vez aproveitando o desempenho brutal do cartucho .460 S&W. 

Este revólver de caça também está disponível em .454 Casull, .44 Magnum e .357 Magnum / .38 Special + P. 

O Raging Hunter foi criado como um revólver de caça e apresenta uma construção de cano com mangas para manter o peso baixo, e uma câmara de expansão de gás, juntamente com a porta ajustada de fábrica, reduz drasticamente o aumento do cano. 

Um trilho superior Picatinny de comprimento total torna a montagem ótica simples e segura, e resiste a golpes tipicamente encontrados em campos distantes. 

Para completar o pacote, um conjunto de punhos ergonômicos com ranhuras para os dedos com inserções acolchoadas foi adicionado para ajudar a controlar o recuo e garantir um aperto positivo e sem deslizamento.

WEG fornece transformadores a parques eólico e solar no Chile

WEG fornece transformadores a parques eólico e solar no Chile

*LRCA Defense Consulting - 07/08/2021

Com o fechamento das usinas que fazem uso de carvão para geração de energia elétrica, no Chile, a ocorrer até 2040, investimentos em geração de energia pelo uso de fontes renováveis são o grande passo para entregar flexibilidade ao sistema e alcançar o objetivo de obter-se uma matriz energética sustentável até lá.

Para atender a essa demanda crescente de geração de energia através dessa modalidade, a WEG, através de sua unidade fabril localizada em Blumenau-SC, acaba de fornecer dois transformadores de grande porte, um de 300 MVA e, outro, de 260 MVA, ambos em 220 kV, a um grande player que atua no mercado de energia do Chile, os quais serão aplicados em dois parques que, em conjunto, incorporam quatro diferentes tecnologias, totalizando 253 MW em geração por fonte renovável e 112 MW pela aplicação de baterias.

Um dos projetos é de geração de energia por fonte solar, com capacidade de 180 MW, localizado na região de Antofagasta, ao norte do Chile, o qual contará com o maior sistema de armazenamento de energia de baterias de lítio da América Latina, conhecido como BESS - Battery Energy Storage Systems. Dez destes 180 MW fotovoltaicos serão provenientes de uma tecnologia revolucionária, a qual utiliza painéis solares modulares e pré-fabricados que permitem instalação em um terço do tempo e ocupam metade da superfície. Por sua vez, a solução BESS permite armazenar energia durante 5 horas, injetando-se a energia gerada pelos raios solares muito depois do entardecer, resultando em fornecimento de energia mais competitivo e resiliente.

Já o outro projeto, de 73 MW, faz parte de um complexo de geração eólica de 480 MW, localizado na região de Biobio, que contribuirá para fazer o sistema elétrico chileno ainda mais sustentável.

07 agosto, 2021

Taurus mostrará seus números e perspectivas em cinco lives nos dias 11 e 12 (atualização)


*LRCA Defense Consulting - 07/08/2021 (atualizada em 09/08 às 10h20)

A Taurus Armas S.A. divulgará os números e demais informações concernentes ao segundo trimestre de 2021 (2T21) no dia 10 próximo, em momento ainda não especificado.

Para comentá-los e detalhá-los aos investidores, analistas e demais interessados, estão previstas cinco lives para os dias 11 e 12:

BM&C News - dia 11, às 08 horas
– Breve Histórico e resumo da companhia;
– Resultado 2T21;
– Capacidades produtivas
– Novos mercados;
– Fábricas Brasil e Estados Unidos;
– Joint Venture;
– Endividamento;
– Perspectiva para 2021;
– Mercado Brasileiro, Americano e mundo.

Eleven Financial - dia 11, às 10 horas
- Resultados do 2T21e seus comparativos;
- Desempenho das vendas e momento de mercado no 2T21 e expectativas para o ano de 2021;
- Capacidade produtiva, novos produtos e investimentos;
- Endividamento e posição de caixa;
- Parcerias estratégicas.

Nord Research - dia 11, às 14 horas - no YouTube, exclusivamente para seus assinantes
– Breve histórico e resumo da companhia;
– Resultado 2T21;
– Perspectiva para 2021 e 2022;
– Produção e novos produtos: Estados Unidos e Brasil;
– Joint Venture atuais e futuras;
– Competição no mercado Brasileiro: aprovações, facilidade de acessar esse mercado;
– Vendas para a América Latina.

Necton Investimentos - dia 11, às 17 horas
- Resultados do 2T21 e seus comparativos;
- Desempenho das vendas e momento de mercado no 2T21 e expectativas para o ano de 2021;
- Capacidade produtiva, novos produtos e investimentos;
- Endividamento e posição de caixa;
- Parcerias estratégicas.

Suno Research - dia 12, às 14 horas
- Resultados da Taurus no 2º trimestre de 2021;
- Situação dos mercados internacionais;
- Parceria para a produção de armas com grafeno;
- Lançamento de novos produtos.


 

'RMT 0200 é radar em estado da arte’, afirma assessor do MCTI

“Estamos falando de um radar [nacional] que é estado da arte, podemos contar na mão que tem tecnologia para fabricar um radar deste tipo."


*LRCA Defense Consulting - 07/08/2021

Salvaguardar vidas, dar suporte ao controle do tráfego aéreo, colaborar com a agricultura, e contribuir com a autonomia tecnológica nacional. Assim podemos resumir alguns dos benefícios gerados pelo Radar Meteorológico RMT 0200, fabricado pela IACIT, destacados durante a live realizada na noite desta quinta-feira (29), pelo DAN TV, canal do portal Defesa Aérea & Naval.

Participaram do encontro o diretor de Marketing e Vendas da IACIT, engenheiro Gustavo de Castro Hissi; o Assessor Especial do ministro Marcos Pontes, do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), Major Brigadeiro Ricardo Cesar Mangrich, oficial general da reserva da Força Aérea; o diretor do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), unidade de pesquisa do MCTI, Dr. Osvaldo Moraes, e o coordenador regional de Proteção e Defesa Civil do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte, Wander Vieira, que também é secretário de Segurança Pública e Cidadania da Prefeitura Municipal de Campos do Jordão.

Ao abordarem o tema da live, “A importância do radar meteorológico banda S em estado sólido na prevenção de desastres naturais”, os participantes acabaram revelando as diversas aplicações do Radar Meteorológico RMT 0200, único fabricado no Brasil a empregar esta tecnologia. Eles também traçaram um panorama sobre os trabalhos realizados pelo Cemaden e pela Defesa Civil.

Para Mangrich, a tecnologia desenvolvida pela IACIT é de grande importância para o Brasil.  “Não é uma caixa preta onde só possa acessar o liga e desliga e alguns procedimentos de manutenção. Temos um sistema integrado, é uma solução nacional, é isso que traz a chamada autonomia. Eu conhecendo o sistema, posso desenvolver alternativas logísticas, questões de obsolescência. É um grande ganho de tecnologia e de inovação para o país,  por isso o ministério vê com bons olhos o desenvolvimento desse radar”, disse.

Piloto experiente, com mais de 4.000 horas de voo em aeronaves de caça, o Major Brigadeiro ressaltou ainda a importância do radar meteorológico, como este desenvolvido pela IACIT, para segurança do tráfego aéreo.

“Como piloto de caça da Força Aérea, posso dizer que o radar meteorológico é uma grande ferramenta. Só quem esteve dentro de um caça voando sozinho à noite, em meio a uma tempestade, vai saber o que é um controlador, olhando a tela de um radar meteorológico, desviando a gente de grandes formações pesadas. Os senhores não imaginam a satisfação e o conforto que isso propicia. E eu estou falando de uma pequena fatia da utilização de um equipamento deste porte”, disse Mangrich, que até fevereiro ocupava o cargo de Chefe do Estado Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais.

Ele destacou ainda o efeito cascata do desenvolvimento de tecnologias nacionais.

“Estamos falando de um radar que é estado da arte, podemos contar na mão que tem tecnologia para fabricar um radar deste tipo. Isso acarreta um transbordamento de conhecimento. Durante as pesquisas, durante o desenvolvimento tecnológico, se adquiriram vários outros conhecimentos que estão agora prontos para serem aplicados em outras áreas. É um ciclo virtuoso de desenvolvimento”, disse o assessor do MCTI.


Prevenção de Desastres Naturais
O Dr. Osvaldo Moraes falou sobre os 10 anos de atividades do Cemaden e sobre sua principal missão, que é monitorar os processos que deflagram os desastres naturais com o objetivo de preservar vidas. Ele destacou a tecnologia avançada do Radar RMT 0200 e sua importância para a antecipação dos alertas de risco provocado por fenômenos meteorológicos severos.

“O radar de dupla polarização não apenas é capaz de fazer a previsão da precipitação, mas também da intensidade da precipitação”, ressaltou.

Inaugurado dia 1º de julho, o Radar RMT 0200 foi instalado em São José dos Campos por meio de uma parceria entre a IACIT e o Cemaden, e cobre uma área aproximada de 400 quilômetros de raio. Além da qualidade dos dados meteorológicos, o sistema integra uma plataforma de software que configura, monitora e controla a operação do radar remotamente.

De acordo com o diretor do Cemaden, o território coberto pelo radar da IACIT abriga cerca de 20 milhões de pessoas e possui cerca de 10 mil áreas de risco. “Certamente há cerca de 2 milhões de pessoas vivendo nessas áreas de risco. O radar vai possibilitar que melhoremos as condições da Defesa Civil em proteger a vida dessas pessoas”.

O Coordenador Regional da Defesa Civil, Wander Vieira, acredita que o radar será de fundamental importância para os trabalhos preventivos, principalmente durante o período de chuva.

“O Cemaden ajuda a salvar vidas, essa é a grande realidade. E o radar meteorológico, somado a todos os equipamentos que possuímos, como pluviômetros, estação hidrológica e sensores de umidade de solo, será de fundamental importância”, afirmou.

Característica Plural
O engenheiro Gustavo Hissi deu explicações técnicas sobre o RMT 0200 e destacou a característica plural do radar, que é capaz de apoiar demandas distintas, em diversos segmentos.

"O produto também encontra aplicação no controle e gerenciamento de tráfego aéreo. Ele apoia, por exemplo, o controlador de voo na sugestão de desvio de rota de uma aeronave e no gerenciamento do fluxo. Se tem um sistema em formação em uma determinada área, ele pode redirecionar o fluxo e, portanto, mitigar risco para a aeronave”.

Segundo Gustavo, o Radar pode ainda ser utilizado na agricultura. “Quando se aplica um defensivo, ele precisa de um tempo para agir. Se chove logo em seguida, perde-se um grande investimento, visto que a aplicação de defensivos tem um alto custo. O radar pode ser aplicado em pesquisas também", exemplificou o diretor da IACIT.

Gustavo falou ainda sobre as oportunidades no mercado exterior. “A gente tem uma atuação forte no país, olhando principalmente para os mercados da América Latina, África e Ásia, onde o emprego do radar banda S tem uma aderência muito grande”.


Íntegra da live


05 agosto, 2021

Em parceria com a UNISINOS, Taurus mira Indústria 4.0 e investe em excelência operacional


*LRCA Defense Consulting - 05/08/2021

A Taurus, Empresa Estratégica de Defesa e uma das principais fabricantes de armas leves do mundo, firmou nesta terça-feira (03/08) parceria com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) para realizar o projeto de Excelência Operacional.

Na ocasião, estiveram presentes o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, o diretor Industrial, Ricardo Machado, o diretor de Engenharia e Qualidade, Leonardo Sesti, o coordenador de Desenvolvimento de Processos da Taurus, Gelson Cardoso, a diretora da Unidade Acadêmica de Pesquisa e Pós-Graduação da Unisinos, Profª. Drª Dorotea Frank Kersch, e os coordenadores da Engenharia de Produção da Unisinos, Prof. Dr. Daniel Pacheco Lacerda e Prof. Me. Jayme Peixoto.

O objetivo do projeto é elevar os resultados da Taurus a outro patamar no que se refere a velocidade no atendimento ao cliente, capacidade operacional e avanço tecnológico, junto com outros projetos estratégicos e estruturantes em andamento na empresa.

De acordo com o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, a ideia é ampliar a parceria com os melhores centros de pesquisa e desenvolvimento para avançar em todos os tipos de tecnologias voltadas a produtos e processos, passo fundamental para o avanço da Taurus na Indústria 4.0.

"Neste sentido, celebramos o início de um novo relacionamento junto à Unisinos, universidade em que tive o prazer de estudar durante os anos de 1983 e 1984. Esta parceria tem três principais frentes de atuação: o projeto Taurus Excelência Operacional, o Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia e o desenvolvimento do Programa de Capacitação em Pesquisa e Inovação Taurus para a formação de todos nossos colaboradores que irão, nos próximos anos, passar por todas as transformações e oportunidades que a quarta revolução industrial apresenta", explica Nuhs.

O projeto Taurus Excelência Operacional será desenvolvido com o apoio do GMAP da Unisinos, grupo de pesquisa em Modelagem para Aprendizagem que trabalha com o desenvolvimento de pesquisa aplicada. Por meio da parceria, será desenvolvido o Sistema Taurus de Produção, que integrará todo o sistema de manufatura a um sistema produtivo mais amplo, potencializando o foco no cliente por meio de conexões entre os diferentes players da cadeia de valor. Além dos clientes, os fornecedores, principalmente os integrantes do novo condomínio industrial da Taurus que está em construção, também serão beneficiados pelo projeto.

Taurus 4.0
Toda integração, utilizando novas tecnologias, projetarão a empresa para uma Taurus 4.0. O conceito de indústria 4.0 será a base deste projeto, que visa, ao final de dois anos, construir um centro de Data Science e Smart Factory voltado à inovação de processos por meio de simulação e pesquisa operacional.

Em paralelo ao projeto de Excelência Operacional, o GMAP irá mapear e planejar o Programa de Capacitação Taurus, onde todos os colaboradores da empresa, desde o montador até a diretoria, de alguma forma, serão contemplados com uma etapa de capacitação. Assim se formará uma base conceitual sólida para que a Taurus consiga, colocando as pessoas no centro do processo, aproveitar todos os avanços tecnológicos da indústria 4.0 e tornar isso parte integrante da agregação de valor para o cliente, com uma operação mais sustentável em todos os aspectos, desde os fornecedores até a chegada do produto ao seu destino final, com o máximo de segurança e rastreabilidade.

Também junto à Unisinos, a Taurus está avançando no Programa de Capacitação em Pesquisa e Inovação Taurus e, em setembro, lançará uma turma de pós-graduação em Engenharia e Sistemas de Produção Taurus.

Tais avanços serão fundamentais para que a Taurus possa obter o máximo resultado de suas operações e além das tecnologias habilitadoras, que são resultantes de investimento nas operações, tornar os processos totalmente integrados. Isso, juntamente com o desenvolvimento das pessoas, será o alicerce para o avanço da Taurus na Industria 4.0.

Transformador WEG entra em operação na Subestação de Furnas

Transformador WEG entra em operação na Subestação de Furnas


*LRCA Defense Consulting - 05/08/2021

Entrou em operação no dia 16/07, na Subestação de Ibiúna, localizada no Município de Ibiúna (SP), um novo Transformador Trifásico Reserva da WEG de 345/20kV – 350 MVA. FURNAS investiu R$ 18 milhõesno equipamento, que integra o sistema de transmissão em corrente contínua de Itaipu.

O reforço na subestação vai aumentar a confiabilidade das instalações existentes, permitindo a continuidade do funcionamento de todos os Compensadores Síncronos, com a disponibilização de uma unidade reserva para os transformadores que alimentam essas máquinas. Também foi construída uma via de transferência para agilizar as manobras de substituição de equipamentos que podem chegar a 300 toneladas.

A obra foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da Resolução Autorizativa 7.831, de 14/05/2019, com prazo de implantação de 36 meses, mas as equipes de FURNAS conseguiram antecipar a finalização da obra em 10 meses.

Para a substituição do transformador ainda foram necessárias obras civis para adequações no arruamento, drenagem e sistemas de aterramento e blindagem da subestação, construção de nova base para o equipamento reserva, além dos trabalhos de substituição do transformador, que envolveram desmontagem, remoção e montagem dos equipamentos, gerando cerca de 50 empregos diretos e 100 indiretos, pelo período de um ano.

Os produtos fabricados pela WEG, são reconhecidos no mercado pela segurança, confiabilidade e qualidade que entregam, além de se destacarem pela excelente competitividade. Uma prova disso, é a recorrência e parceria de alguns clientes como no caso de Furnas Centrais Elétricas S/A, que conta com diversos equipamentos e soluções fornecidas pela WEG.

Embraer assina contrato de Serviços e Suporte com a Porter Airlines

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*LRCA Defense Consulting - 05/08/2021

Após divulgar seus planos para uma grande expansão na América do Norte com um pedido firme para 30 jatos E195-E2, e direitos de compra para mais 50 aeronaves, a Porter Airlines assinou um importante contrato de suporte e serviços com a Embraer. O contrato para o Programa de Suporte Total (Total Support Program ou TSP, na sigla em inglês), com duração de até 20 anos, inclui verificações de manutenção pesada de fuselagem, soluções técnicas e acesso ao Programa Pool, que abrange troca de componentes e serviços de reparação para centenas de itens ​​para a frota de aeronaves comerciais E2 da Porter Airlines. Atualmente, o Programa Pool atende mais de 50 companhias aéreas em todo o mundo.
 
“Este contrato de serviços com a Embraer é fundamental para o sucesso operacional da Porter Airlines. Nesse momento tão importante da história da companhia aérea, a experiência e o suporte da Embraer são fundamentais para iniciarmos as operações com os E-Jets E2, já que ninguém conhece essas aeronaves melhor do que o próprio fabricante”, disse Michael Deluce, Presidente e CEO da Porter Airlines.
 
Os serviços do Programa Pool serão prestados pela Embraer Aircraft Customer Services (EACS) em Fort Lauderdale, na Flórida, enquanto os serviços de manutenção pesada serão realizados pela Embraer Aircraft Maintenance Services (EAMS) em Nashville, no Tennessee. Nos próximos meses, a Embraer trabalhará com a Porter Airlines para prestar serviços relacionados ao processo de entrada em serviço da aeronave, incluindo treinamentos técnicos, recomendações de peças de reposição e serviços de provisionamento.
 
“Com esse acordo, ampliamos e aprofundamos nosso relacionamento com a Porter Airlines. A Embraer fornecerá todo o suporte necessário muito antes de a companhia aérea iniciar as operações com a aeronave de corredor único mais eficiente do mundo, o E195-E2. Estamos muito orgulhosos pela confiança que a Porter depositou nos serviços da Embraer e esperamos começar em breve nosso trabalho juntos”, disse Johann Bordais, Presidente e CEO da Embraer Serviços & Suporte.
 
A Porter Airlines será a cliente norte-americana de lançamento da família de jatos comerciais E-Jets E2 da Embraer. O investimento da Porter deve movimentar o cenário da aviação canadense, aumentando a concorrência, elevando os níveis de serviço de passageiros e criando até seis mil novos empregos. A Porter pretende introduzir o E195-E2s em destinos populares de negócios e lazer em todo o Canadá, Estados Unidos, México e Caribe a partir de Ottawa, Montreal, Halifax e do Toronto Pearson International Airport.

A primeira entrega do E195-E2 à Porter e a entrada em serviço estão programadas para o segundo semestre de 2022. O E195-E2 acomoda entre 120 e 146 passageiros e os planos de configuração dos jatos E2 da Porter serão anunciados oportunamente.

04 agosto, 2021

WEG é a nova fornecedora oficial de Estações de Recarga para o veículo elétrico 500e da FIAT

WEG é a nova fornecedora oficial de Estações de Recarga para o veículo elétrico 500e da FIAT


*LRCA Defense Consulting - 04/08/2021

A WEG S.A. anunciou a assinatura do acordo de homologação para ser fornecedora oficial das estações de recarga para o novo veículo elétrico 500e da FIAT.

O contrato prevê a inclusão de dois modelos da nova geração WEMOB – WEG Electric Mobility no catálogo de produtos da FIAT, bem como o serviço de instalação dos equipamentos e visita técnica aos clientes.

Desenvolvidas para atender às necessidades de potência, velocidade, conectividade e segurança na recarga dos veículos elétricos da FIAT, as Estações de Recarga WEMOB serão ofertadas para os consumidores FIAT em dois diferentes modelos: WALL, projetada para residências e condomínios e PARKING, desenvolvida especialmente para uso compartilhado em estacionamentos públicos e privados. Ambas funcionam em qualquer tensão das cidades brasileiras e possuem todas as proteções exigidas pelas normas nacionais e internacionais. Com proteção contra raios UV e resistentes a jatos de água e poeira os equipamentos podem ser instalados tanto em ambientes internos quanto externos.

As estações de recarga WEG são desenvolvidas e fabricadas no Brasil, possuem design moderno e possibilitam conexão à internet e a plataformas de gestão para medição e rateio do consumo de cada usuário (serviço via assinatura). Além disso, permite o controle de acesso via cartões de proximidade (tags RFID) ou aplicativos de celular.

“Estamos dando mais um importante passo na nossa estratégia em oferecer soluções eficientes, sustentáveis e inteligentes para o segmento de mobilidade elétrica. Queremos também proporcionar ao cliente FIAT a melhor experiencia para uma recarga rápida e segura”, explica Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

A WEG possui uma ampla rede de assistência técnica do Brasil e manterá as estações de recarga atualizadas via Over-The- Air (conexão pela rede de internet do cliente), bem como garantirá peças de reposição em todo o território nacional.

Novo FIAT 500e
Primeiro modelo 100% elétrico da Fiat, o 500e chega radicalmente renovado em sua terceira geração: desenvolvido sobre a nova plataforma EV, o veículo está maior, mais conectado, com equipamentos inesperados para o segmento e com um novo estilo, reforçando sua inerente vocação de mudar o ambiente à sua volta.

Para um modelo de sua categoria, o 500e apresenta uma autonomia de 320 quilômetros, cobrindo, com folga, o deslocamento médio diário de cerca de 30 quilômetros. Testes realizados pela Fiat no Polo Automotivo de Betim (MG) indicaram que o carro pode chegar a 460 km de autonomia rodando em condições ideais. O motor elétrico entrega 87 kW, o que equivale a 118 cavalos de potência e o torque atinge 220 Nm.. o que faz com que o Fiat 500e necessite de 9 segundos para atingir 100 km/h, e com uma retomada de 60km/h a 100 km/h em 4,8 segundos.

O 500e da FIAT será comercializado no Brasil v em dez concessionárias de nove cidades diferentes: Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Campinas (SP), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Recife (PE).

Sobre as Estações de Recarga WEG

Modelo WEMOB Wall em 220V (monofásico e bifásico) de até 7,4kW de potência, proporciona uma recarga 80% das baterias em aproximadamente 4 horas.
Modelo WEMOB Parking em 380V e 220V (trifásico) de até 11kW, proporciona uma recarga de 80% em aproximadamente 2h40 minutos.

03 agosto, 2021

Armas e munições: fim do imposto de exportação deverá alavancar vendas para as Américas do Sul e Central

 CBC e Taurus participam da Conferência de Simulação e Tecnologia Militar | Taurus  Armas

 
*LRCA Defense Consulting - 03/08/2021

O fim do imposto de exportação de armas e munições para as Américas do Sul e Central (incluindo o Caribe), está sendo visto pelas fabricantes nacionais desses produtos como uma grande notícia, esperada há cerca de 20 anos.

Manifestando-se a respeito, a Taurus Armas informou ao portal Mercado News que “A medida proporcionará um aumento das vendas da empresa para os países da América do Sul e da América Central, contribuindo com os fortes resultados da companhia”. Com a eliminação das barreiras tarifárias, a Taurus, que é uma multinacional brasileira, também conta com a vantagem do Mercosul, em relação aos seus principais concorrentes internacionais, e diz que esta é uma decisão importante para a indústria de armas e munições, pois era um “absurdo” a alta alíquota de 150% que incidia sobre esses itens no Brasil e que “gerava a perda de competitividade em relação ao resto do mundo”.

Com a eliminação do imposto e a revogação dos demais atos, para além das licitações de órgãos governamentais, agora poderão ser exportadas armas e munições de todos os calibres fabricadas pelas empresas nacionais, podendo estas fornecê-las para empresas privadas (de segurança ou que utilizam segurança armada) e, também, abastecer as incontáveis lojas especializadas existentes na maioria desses cerca de 30 países, o que, por si só, já representa um negócio formidável, haja vista os preços competitivos e a alta qualidade dos produtos brasileiros, que agora também estarão disponíveis aos respectivos consumidores.

A LRCA Defense Consulting entende que essa medida é, por todas as suas consequências positivas, uma grande e inesperada notícia, principalmente para a Taurus e para a CBC (que já exportam para mais de 100 países), capaz de alavancar em muito suas vendas para esses novos mercados.

Histórico
Em 2001, foi publicada pela Câmara do Comércio Exterior (Camex) a Resolução nº 17, dispondo sobre o Imposto de Exportação, com alíquota de 150%, para armas e munições destinadas aos países da América do Sul e América Central, inclusive Caribe, exceto Argentina, Chile e Equador. O referido imposto foi fixado sob o argumento de que as exportações brasileiras ao mercado civil destes países fomentariam o contrabando, pois armas e munições poderiam retornar de maneira ilegal ao Brasil.

Na prática, a Resolução 17 atuou apenas como embargo às empresas brasileiras com relação a mais de 20 países, impedindo-as de competir em todo um continente que, por proximidade geográfica, deveria representar um dos principais mercados de exportação a elas. Como grande parte dos países onde se aplicam a alíquota de importação sequer fazem fronteira com o Brasil, o argumento de prevenção de contrabando tornou-se ainda mais injustificado.

Em 2010 foi expedida a Resolução nº 88, que alterou as disposições até então existentes, permitindo as exportações de produtos de uso permitido ao cidadão civil sem a aplicação da alíquota de 150%. Porém a alteração realizada através da Resolução nº 88 não abordou dois pontos que estavam inibindo o crescimento e qualidade do serviço na região:

    a) Novos calibres: a resolução não inclui em sua lista de exceções ao imposto de exportação, os calibres e armas de fogo que conforme Portaria do COLOG n.º 136 de 08 de novembro de 2019, seção III, são autorizados no Brasil para venda a colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CAC´s). Isso inclui produtos de relevância e potencial comercial como revolveres (NCM 9302.00.00), carabinas (9303.30.00) e, principalmente, rifles semiautomáticos (NCM 9301.90.00) de calibres como, por exemplo, 44 Mag, 454 Casull, .223 Rem e 5,56x45mm. Destacam que esses produtos possuem demanda e mercado potencial na América do Sul e Central para colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, além de empresas privadas de segurança nos países que a lei permite. Tal aplicação de imposto nessa linha de produto criaria uma barreira intransponível para a venda do produto brasileiro nesses países, deixando um espaço livre para competidores internacionais tomarem o mercado.

    b) Peças e acessórios: a resolução tratava apenas do produto acabado, não fazendo referência aos NCMs relativos às peças das armas. Como o envio das peças estava geralmente relacionado ao processo de garantia e assistência técnica para o conserto e/ou manutenção das armas exportadas, o imposto com elevadíssima carga acabava por impactar negativamente na qualidade do serviço pós-venda e, por consequência, na atratividade do produto principal, no caso, as armas de fogo.

Coroando uma luta de muitos anos, em abril deste ano, a Associação Nacional das Indústrias de Armas e Munições (ANIAM) e a Taurus Armas gestionaram novamente junto à Camex pleiteando o fim do imposto, cujo desfecho de sucesso aconteceu agora.

Crones e Desaer firmam parceria para ferramentais e processos de fabricação para as aeronaves ATL100 e ATL300

DESAER revela detalhes da versão militar do ATL-100 - Poder Aéreo - Aviação  Militar, Indústria Aeronáutica e de Defesa


*LRCA Defense Consulting - 03/08/2021

A empresa Crones Industrial, com sede em Jacareí (SP) e 15 anos de história no desenvolvimento de soluções para a indústria automobilística e máquinas especiais, anunciou hoje uma parceria com a Desaer para o desenvolvimento dos estudos de processos de engenharia, fabricação e de ferramentais de montagens em geral para os programas ATL100 e ATL300. Com o avanço nos estudos das aeronaves, onde o desenvolvimento das estruturas primárias já se encontram em fase avançada e em um momento onde fazem-se necessários os aprimoramentos dos processos, a Crones e a Desaer acharam propício neste momento divulgar esta parceria que já acontece desde 2018.

Após muitas horas de reuniões, estudos em Cad e engenharia de processo, a Crones afirma que cerca de 30% dos processos de engenharia e dos grandes Ferramentais para a produção do ATL100 já estão com seus estudos concluídos.

Utilizando uma tecnologia modular no desenvolvimento, onde a experiência adquirida ao longo dos anos no desenvolvimento de soluções para a indústria automobilística e de máquinas especiais e a expertise dos engenheiros da Desaer, todos os processos e ferramentais serão construídos para que seu gerenciamento seja o de melhor custo benefício em manutenção, fabricação e montagem. Isto se dará devido ao grande número de itens padronizados projetados para às linhas de montagens das futuras plantas de manufatura da Desaer.

Crones Industrial

Com essa filosofia, as parceiras calculam uma economia prevista de cerca de 30% no volume em horas de usinagem, montagem e manutenções necessárias ao longo da vida útil dos ferramentais. Com a tecnologia modular desenvolvida, as parceiras afirmam que, já para o futuro Programa ATL300, cerca de 40% dos ferramentais estudados podem ser adaptados para nova Aeronave.

Com o setup de apenas alguns itens como: suportes, pontos de index, sistemas de movimentação e itens de complementação em geral, a linha de montagem pode se adaptar ou até mesmo utilizar os mesmos ferramentais do programa ATL300 para uma produção mais ágil e moderna.

As parceiras pretendem divulgar maiores detalhes à respeito dos avanços dos estudos em breve.

02 agosto, 2021

Taurus segue na disputa pelas bilionárias licitações indianas de fuzis CQB

Apesar de sua importância nas operações de contra-insurgência, o Exército indiano vem operando sem carabinas de combate corpo-a-corpo há décadas.


*LRCA Defense Consulting, com The Wire - 02/08/2021

A matéria do jornal indiano The Wire, com data de hoje, faz uma análise da necessidade de a Índia tomar uma decisão urgente sobre a aquisição de carabinas (fuzis) CQB para dotar suas tropas de Infantaria, haja vista o perigo representado pelo Talibã na Caxemira. A reportagem traz também um histórico completo sobre o problema que se arrasta desde os anos 90.

A última parte da matéria trata das concorrentes atuais mais fortes, sendo que uma é a estatal OFB, duas outras, inclusive a brasileira Taurus Armas, estão dentro das diretrizes do governo indiano, haja vista terem joint ventures com empresas do país, e a terceira é uma empresa turca. Segundo as informações conhecidas até o momento, a "demonstração de tiro" constante no texto, que teria sido disponibilizada às concorrentes, ainda não ocorreu.

Segue a reportagem do The Wire.

Enquanto a Caxemira se prepara para o Talibã, a Índia perde uma arma que vem tentando obter há décadas

Como Kashmir Braces for Taliban, a Índia está perdendo uma arma que vem tentando obter há décadas
Pessoal indiano e do Exército dos EUA em um exercício conjunto. Imagem representativa. Foto: Twitter / @ 1SBCT_Ghost

 

*The Wire - 02/08/2021

A busca de décadas do Exército Indiano por carabinas de combate a curta distância (CQB), essenciais para as operações de contra-insurgência, persiste em um momento em que poderiam ser fundamentais para combater um possível aumento da insurgência da Caxemira, com o advento dos quadros do Taleban do Afeganistão.

Fontes militares e de segurança em Nova Delhi temem que o recente sucesso do Taleban na captura de vastas áreas de território no Afeganistão, após a retirada dos militares dos EUA do país devastado pela guerra no mês passado, possa impactar negativamente a insurgência da Caxemira nos próximos meses.

Eles dizem que o restante da força militar americana no Afeganistão está finalmente programado para partir em 11 de setembro. Ao lado, a maioria das tropas europeias também já havia se desmobilizado, com pouca ou nenhuma cerimônia que contrastava diretamente com sua chegada anunciada há duas décadas como parte do Força liderada pelos EUA para livrar o Afeganistão da Al-Qaeda e torná-lo um estado moderno.

Mas depois de alcançar objetivos limitados ao longo de duas décadas, todos esses militares estão deixando o Afeganistão à beira de uma guerra civil e de uma possível vitória do Taleban, colocando em grande perigo a região, especialmente a Índia.

Um soldado do Exército Nacional Afegão monta guarda no portão da base aérea dos Estados Unidos de Bagram, no dia em que o último soldado americano a deixou, província de Parwan, Afeganistão, 2 de julho de 2021. Foto: Reuters / Mohammad Ismail.

Consequentemente, altos oficiais do Exército indiano e oficiais de segurança preveem a chegada de lutadores endurecidos do Taleban na Caxemira no que poderia ser uma repetição dos eventos cataclísmicos que assolaram o estado por anos, de meados de 1990 em diante.

Relatos recentes da mídia, citando fontes de segurança, também anteciparam que combatentes mercenários do Taleban, ao lado de outros grupos islâmicos, seriam "desviados" para a Caxemira pela diretoria de inteligência interserviços do Paquistão, se os laços normalmente incendiários de Nova Delhi com Islamabad piorassem ainda mais.

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Conseqüentemente, oficiais graduados do Exército indiano disseram que era imperativo que a força fosse "adequadamente" equipada em antecipação a tal eventualidade, o que incluía principalmente a indução de carabinas CQB para as missões de contra-insurgência subsequentes.

“Para a maioria dos militares e forças de segurança implantados em manobras de contra-insurgência, as carabinas são essencialmente sua principal arma de escolha”, diz o Major General AP Singh (aposentado), que serviu com os Rashtriya Rifles, ou RR, no auge da militância da Caxemira, até 2000.

Sua leveza, canos mais curtos, ricochete menor e manobrabilidade geral, diz ele, tornam as carabinas versáteis quando usadas em espaços confinados e para missões de 'busca e destruição'.

O significado das carabinas CQB
Atualmente, o Exército indiano usa rifles de assalto modificados como substitutos das carabinas, que muitos soldados de infantaria e pessoal de Rashtriya Rifles dizem ter reduzido a eficiência em tiroteios de curta distância, de acordo com o general Singh. Disparadas a um alcance relativamente próximo, as carabinas são capazes até de penetrar em armaduras e caácetes de proteção e também são a arma preferida para tripulações de tanques.

No entanto, por enquanto, o Exército indiano tem pouca escolha a não ser continuar empregando essas alternativas, já que as repetidas tentativas do Ministério da Defesa (MoD) de adquirir carabinas CQB 5,56x45 mm ao longo de quase duas décadas falharam.

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O exército indiano está precisando dessas carabinas desde o final dos anos 1990 para substituir suas submetralhadoras 1A1 / 2 de 9 mm - versões locais das armas esterlinas L2A3 que datam da Segunda Guerra Mundial - que estavam sendo fabricadas sob licença pela Ordnance Factory Board, ou OFB, que interrompeu sua fabricação há muito tempo.

Atrasos prolongados
Após prolongada prevaricação, o tortuoso processo para adquirir esses substitutos finalmente começou em 2008, com o MoD lançando uma licitação global para 44.618 carabinas CQB. Mas esse processo foi sumariamente encerrado logo em seguida, devido ao "exagero" do exército indiano na formulação dos requisitos qualitativos ou especificações das carabinas com relação a seus acessórios, como miras a laser designadas termicamente.

Uma licitação subsequente ocorreu em dezembro de 2010 para um número igual de carabinas, pesando menos de 3 kg e disparando 600 tiros por minuto a um alcance mínimo de 200 m. Mas, após longos processos de avaliação e testes que duraram três anos, esta aquisição também foi descartada por um tecnicismo insignificante, beirando o absurdo em 2013, pelo qual ninguém foi responsabilizado, embora a arma pré-selecionada tivesse atendido a todas as outras especificações operacionais.

Posteriormente, no início de 2018, a necessidade de carabina foi oferecida novamente, mas para um número maior de 93.895 unidades, em que a carabina CAR 816 da Caracal International dos Emirados Árabes Unidos (EAU) foi listada sete meses depois para aquisição via procedimento de rastreamento (FTP). De acordo com o Procedimento de Aquisições de Defesa, todas as compras de FTP devem ser concluídas em até 12 meses após o lançamento da aquisição. Neste caso, o contrato de carabinas CAR 816, no valor de cerca de US $ 110 milhões, estava programado para ser concluído, incluindo entregas, por volta de agosto de 2019.

Nenhum acordo foi assinado, e a aquisição permaneceu no limbo por mais 11 meses, até setembro de 2020, quando oficiais seniores do MoD expressaram reservas não especificadas sobre a confirmação da oferta da carabina e ponderaram abandoná-la inteiramente. Isso ocorreu apesar da conclusão bem-sucedida de vários procedimentos técnicos e de teste de campo e negociações de custos nos quais o CAR816 superou o modelo F90 rival da Thales da Austrália, emergindo como L1 ou o menor lance.

Enquanto isso, fontes oficiais disseram que o Exército indiano, sentindo que a compra da carabina estava mais uma vez encaminhada para o fim, continuou a pressionar por sua compra rápida. O Capability Development-4 ou CD-4 do Exército Indiano Wing de sua diretoria geral de armas e equipamentos, por exemplo, que supervisiona todas as compras de armas e equipamentos de infantaria, supostamente se opôs ao desmantelamento do lançamento de carabina por motivos operacionais urgentes. O Infantry-8, a ala de 'usuário de equipamento' da diretoria geral de infantaria, também citou a necessidade urgente de carabinas para as operações de contra-insurgência do Exército, opondo-se ao desmantelamento da lancha.

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Acredita-se que ambas as alas do Exército indiano tenham argumentado que o início da compra de novas carabinas, mesmo por meio da rota FTP do MoD, levaria 16 a 24 meses adicionais para entrar em vigor, o que, por sua vez, privaria as unidades da linha de frente do Exército Indiano e Rashtriya Rifles de as armas necessárias para combater com eficiência a ameaça de contra-insurgência.

Ainda mais mistificando as questões na saga de aquisição de carabina, fontes da indústria disseram ao The Wire, foi a decisão inexplicável do MoD de prevalecer sobre Caracal - apesar de ter optado por cancelar sua licitação CAR816 em setembro passado - para 'manter' o preço que havia cotado em 2018 para seu carabinas por mais seis meses, até dezembro de 2021. Tais eventualidades são normalmente efetuadas para potencialmente manter a licitação 'viva', enquanto se aguarda uma eventual decisão. No entanto, não está claro se este foi um movimento tático do MoD para manter Caracal em "jogo" por razões insondáveis, no que está emergindo rapidamente como uma "carabina policial", ou foi simplesmente um exemplo de prevaricação burocrática para prosseguir decisivamente em uma compra urgente.

Nesse ínterim, a narrativa da carabina recentemente deu outra reviravolta inesperada.

Em fevereiro de 2021, o Ministério da Defesa emitiu um pedido de informações a cerca de 40 fornecedores nacionais e estrangeiros, incluindo a Caracal, para a aquisição planejada de 93.895 carabinas CQB, mais uma vez, por meio da rota FTP. O problema subjacente neste enigma, no entanto, é que nenhum novo pedido de proposta ou licitação pode ser emitido - o seguimento obrigatório de um pedido de informações - até o anterior para o mesmo sistema de armas - neste caso o CAR816 de Caracal - foi anulado formalmente.

E, se tudo isso não fosse mistificador e confuso o suficiente, o MoD também lançou um programa para fornecer localmente 360.000 carabinas CQB 5,56x45mm. Em sua solicitação de informações de janeiro de 2019 para este suposto projeto, o MoD declarou sua intenção de adquirir essas carabinas de joint ventures entre fornecedores nacionais e fabricantes de equipamentos originais (OEMs) no exterior, como parte de sua iniciativa 'atmanirbhar' de autossuficiência autônoma em equipamento militar.

O pedido de informações afirmava que era necessário que essas carabinas com alcance de 200m fossem o mais 'leves possível' e capazes de 'atingir uma precisão melhor do que cinco minutos de ângulo'. As carabinas projetadas também seriam obrigadas a cumprir os padrões militares ou MIL especificados e seriam capazes de operar nos diversos terrenos e condições climáticas da Índia.

[Taurus Armas está entre as mais fortes concorrentes]
Posteriormente, em busca desse programa, o Exército Indiano facilitou uma 'demonstração de tiro' nos últimos meses para pelo menos três fornecedores de carabinas OEM - além do OFB - na Escola de Infantaria em Mhow em Madhya Pradesh. Isso incluiu a Taurus Armas do Brasil, que tem um acordo de colaboração com a Jindal Defense para fabricar armas leves em Hissar, a Israel Weapon Industries ou IWI que está em joint ventures com base em Gwalior com a Adani Defense and Aerospace e a turca Sarsilmaz.

Por enquanto, porém, oficiais graduados do Exército indiano aguardam o próximo capítulo nas crônicas das carabinas, na esperança de um resultado oportuno e positivo, a tempo de cumprir suas responsabilidades de contra-insurgência.

Registros de armas de fogo dobram e índices de violência caem nos últimos três anos no Brasil


*LRCA Defense Consulting - 02/08/2021

Nos últimos anos foram promovidas importantes medidas e alterações de normas no Brasil para reestabelecer o direito dos cidadãos possuírem arma de fogo legalmente. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2021, o número de armas nas mãos de civis dobrou nos últimos três anos.

Em 2017, o Sistema Nacional de Armas (Sinarm) contabilizava 637.972 registros de armas ativos. Ao final de 2020, o número subiu para 1.279.491, segundo dados da Polícia Federal, um aumento de mais de 100%. Além disso, o número de caçadores, atiradores esportivos e colecionadores (CACs) que solicitaram registros ao Exército Brasileiro aumentou 43,3% em um ano, de 200,1 mil pessoas em 2019, para 286,9 mil em 2020.

Por outro lado, os dados disponíveis comprovam que houve uma redução dos índices de violência no País no mesmo período. Em 2017, dois anos antes da flexibilização das regras para posse de armas de fogo, o Brasil atingiu um recorde de assassinatos e a taxa chegou a 30,9 mortes para cada 100 mil habitantes. Já em 2020, ano em que houve um expressivo aumento das vendas de armas no país, a taxa caiu 23,5% (para 23,6 casos por 100 mil habitantes).

Além disso, no ano passado, houve a diminuição de todos os crimes patrimoniais, com queda de 27% no roubo de veículos e a estabelecimentos comerciais, de 17% no roubo a residências, de 36% no roubo a transeuntes e de 25% no roubo de cargas.

A violência é um fenômeno complexo, de inúmeras causas, e essa diminuição poderia ser relacionada ao fato dos cidadãos estarem mais protegidos com suas armas ou até mesmo dos criminosos não terem mais a certeza de que a pessoa está desarmada.

Mudanças nas leis sobre armas
Durante mais de duas décadas, ano após ano, governo após governo e muitas restrições, o Brasil assistiu a resultados contestáveis no que se refere aos efeitos do desarmamento para a segurança pública.

Ao contrário do que a representante do Instituto Sou da Paz afirmou em notícia publicada pelo Estadão na edição de 25 de julho de 2021, o decreto de junho de 2019, editado pelo presidente da República Jair Bolsonaro, apenas adequou as normas a Lei nº 10.826, mais conhecida como Estatuto do Desarmamento, que exigia a quem quisesse ter uma arma "declarar" necessidade efetiva. A lei foi por muitos anos distorcida, com o intuito de evitar o direito do cidadão de ter uma arma legalmente. Governos desarmamentistas exigiam a "comprovação" de efetiva necessidade, no qual os cidadãos ficavam sujeitos a uma análise discricionária das autoridades responsáveis. Portanto, não houve um esvaziamento das justificativas e sim uma adequação a lei.

Além disso, a adequação dos procedimentos para a viabilização do registro de arma de fogo estimula a legalidade e a posse responsável, ampliando consecutivamente o controle dos armamentos no país. Se o governo impede o comércio e a posse de armas de fogo, as pessoas têm seu acesso ao armamento dificultado e acabam optando pela clandestinidade.

Hoje, para um pedido de registro de posse de arma, é necessário ainda cumprir todos os requisitos previstos na legislação, como ter 25 anos completos, não constar em inquérito policial, não ter antecedentes criminais, comprovar capacidade técnica para manuseio e aptidão psicológica, declarar que tem lugar seguro para armazenar, além de declaração de necessidade efetiva, entre outros.

Arma de fogo é um direito do cidadão
Ter uma arma de fogo é um direito do cidadão, porém, para que ele exerça este direito, a própria legislação determina para a concessão da autorização que a pessoa comprove capacidade emocional, por meio de um teste psicológico, assim como treinamento. É importante que a pessoa que deseja ter uma arma de fogo frequente um clube de tiro e faça treinamentos constantes para o armazenamento e uso responsável do armamento, de acordo com a lei.

Muitas mulheres estão seguindo este caminho e adquirindo armas para se sentirem mais seguras. É o caso da advogada Thaís Sousa, de 27 anos, que tomou a decisão de comprar uma arma este ano após receber ameaças vinculadas à sua prática profissional. A advogada faz treinos semanais em um clube de tiro, enquanto aguarda o processo de autorização para a posse de arma. A prática do curso de tiro para algumas mulheres, além de garantir a defesa pessoal, acaba virando um esporte e afirmando o empoderamento feminino.

"Essa questão do direito a legitima defesa foi amplamente discutida em 2005, na época do referendo popular, e a população votou pelo direito de ter uma arma de fogo para se proteger. As recentes adequações na lei deixaram o cidadão de bem em uma situação de vantagem, porque, ao contrário, no passado, o cidadão estava refém da violência, já que os criminosos tinham a certeza de que os cidadãos estavam desarmados", afirma o presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições, Salesio Nuhs.

01 agosto, 2021

Taurus: pavilhões do Projeto Estratégico Condomínio já estão cobertos

 


*LRCA Defense Consulting - 01/08/2021

Os seis pavilhões que abrigarão os principais fornecedores da Taurus Armas S.A. acabaram de receber a cobertura e estão com as demais obras adiantadas.

Conhecido como Projeto Estratégico Condomínio, a ampliação faz parte da nova área fabril da unidade brasileira da empresa, localizada na cidade de São Leopoldo (RS).

Prevista para ser concluída no final do último trimestre deste ano, a ampliação total de 22 mil metros quadrados realizada pela Macro Engenharia permitirá que a Taurus incremente em 50% sua produção de armas a partir de janeiro de 2022 e se torne um hub de produção de peças e componentes para serem distribuídos aos EUA e à Índia, onde serão utilizados para a montagem das armas que receberão o Made in USA ou Made in India, conforme o caso.

Possibilitará também a racionalização, otimização e agilização das atividades logísticas, inclusive com o emprego de recursos e ferramentas que a levarão ao conceito de indústria 4.0, além da ampliação do Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia BR/EUA e de outras áreas vitais da companhia, como a Unidade MIM (Metal Injection Molding) e o Laboratório de Tiro Externo.

Aumentando significativamente a produção e a produtividade, reduzindo custos e incrementando ainda mais a qualidade e a diversidade de seus produtos, a Taurus almeja se tornar a maior fabricante de armas leves do mundo, evidenciando toda a disposição necessária para atingir esse objetivo.

Leia mais:
- Projeto Estratégico Condomínio avança e Taurus traz novidades 

 

Pavilhões já completamente cobertos, em vários ângulos

WEG fornece equipamentos para a 3tentos, indústria de processamento de soja

WEG fornece equipamentos para indústria de processamento de soja


*LRCA Defense Consulting - 01/08/2021

Com soluções para os mais diversos segmentos e para as mais variadas aplicações, a WEG forneceu equipamentos à 3tentos, indústria de processamento de soja para produção de biodiesel e ração animal. O turbogerador de 5,5 MW da TGM, empresa do Grupo WEG, proverá vapor ao processo do cliente em dois níveis de pressão e também será responsável por gerar energia elétrica para o consumo da indústria.

Além disso, a WEG também forneceu o pacote elétrico completo da geração, incluindo transformador elevador de 7.000 kVA, 13,8/23,1 kV, gerador ST41 de 7.500 kVA, 13,8 kV, 1.800 rpm e todo o sistema de manobra, proteção e controle da geração, composto de um conjunto de cubículos de média tensão MTW-03, painéis BT, retificadores, regulador de tensão WEG ECW500, garantindo à planta uma operação segura e integrada, projetada pela WEG, fabricante dos principais equipamentos da termelétrica.

Este é um importante passo para a 3tentos, uma vez que esta não possuía produção de energia própria, detendo gastos significativos com energia elétrica. Agora, com esta solução WEG, a energia excedida poderá ser vendida, gerando renda para o cliente. Além disso, a solução garante maior segurança operacional visto que esta indústria não sofrerá com problemas de abastecimento de energia das concessionárias.

“Para o cliente, ter um equipamento de alta eficiência na sua planta é algo que leva sua empresa a ser reconhecida não apenas como uma grande empresa fabricante de biodiesel e ração, mas também uma indústria de geração de energia renovável e sustentável”, comenta Paulo Sinoti, Diretor de Negócios de Energia da WEG.

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