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18 agosto, 2021

Taurus G3c TORO - análise da On Target Magazine: "esta pistola é um verdadeiro valor"

A G3c TORO vale a pena ser vista, pois chega com recursos padrão não encontrados em outras pistolas de sua classe, como texturização de punho eficiente, controles utilizáveis ​​e sua prontidão ótica. 

*OnTarget Magazine - 18/08/2021

Uma das melhores coisas sobre o mercado de armas de fogo, como o mercado de automóveis, é que há algo disponível para quase todos os gostos e orçamentos. 
A Taurus continua a fabricar pistolas destinadas a civis ativos, e a série G3 está atingindo seu objetivo. 

A G3c é o que eu consideraria uma pistola compacta aumentada, que parece uma pistola de tamanho médio, mas mais se assemelha às dimensões de uma compacta. 
Um pente de 12 cartuchos com encaixe perfeito oferece capacidade suficiente para esconder a pistola, enquanto pentes de 15 e 17 cartuchos estão disponíveis na Taurus, fazendo com que a G3c fique tão em casa escondido embaixo de seu casaco de celeiro quanto em sua mesa de cabeceira .


A G3c apresenta um belo contorno da palma da mão que preenche a mão e painéis com textura agressiva que eu simplesmente adoro. Eu gosto de uma estrutura com textura agressiva e a G3c não me decepciona. Esses painéis são colocados estrategicamente para garantir que os diferentes pontos de pressão que sua mão contata, uma vez que envolve a estrutura da alça, sejam firmemente pressionados contra os painéis de textura agressiva. Embora o recuo desta compacta seja um tanto forte, a pistola não se move em sua mão, permitindo um disparo seguro e um posicionamento de apoio da mão que permite consistência, tiro após tiro.

A G3c é equipada com o sistema de gatilho de 3ª geração da Taurus, com um gatilho de face plana redesenhado e com aparência moderna. É disparado por atacante e oferece uma capacidade de segundo ataque caso um primer defeituoso não acenda na primeira vez, e você está tentando tirar o máximo proveito de suas rodadas de prática. A reinicialização do gatilho é curta, com um clique tátil e audível, mas a pega do gatilho é terrivelmente longa e quebra no final do seu curso, tornando-o estranho e um tanto antinatural de atirar; e ainda mais difícil de atirar bem. Esta tem sido uma reclamação dos gatilhos da Taurus. Atirar de forma consistente na G3c com precisão à distância requer muita paciência e um suprimento decente de munição.

 

A G3c TORO vem com quatro placas adaptadoras e os comprimentos de parafuso adequados que permitem montar todos os pontos turísticos populares disponíveis hoje, incluindo DeltaPoint Pro da Leupold, RMR da Trijicon (mostrado) e SRO, bem como vários modelos da Holosun, Vortex, Doctor e mais. A textura agressiva e estrategicamente posicionada é um ponto alto da série G2 / G3.

Você notará um corte de painel no ferrolho à frente da mira traseira e logo atrás da porta de ejeção no modelo TORO (Taurus Optic Ready Option). Sim, esta G3c está pronta para a ótica, trazendo esta pistola para o século 21. A G3c TORO vem com quatro placas adaptadoras diferentes e os comprimentos de parafuso adequados que permitem montar uma mira de ponto vermelho (red dot) no ferrolho. Todos os pontos turísticos populares disponíveis hoje são compatíveis com a pistola, incluindo DeltaPoint Pro de Leupold, RMR e SRO de Trijicon, bem como vários modelos de Holosun, Vortex, Doctor e muito mais.

A corrediça de liga de aço apresenta serrilhados dianteiros e traseiros e oferece um nariz com contornos agradáveis ​​que se mistura simetricamente com a tampa protetora contra poeira. Pouco antes do trilho, em frente à alavanca de queda, há uma reentrância oval. Este é um ótimo ponto indicador para descansar o dedo no gatilho com segurança quando não estiver disparando e um lugar ainda melhor para descansar o polegar de apoio quando estiver. Esse recurso, juntamente com a forma de cunha da estrutura, aumentando em largura por baixo do slide, auxilia muito no gerenciamento do recuo, ajudando o atirador a manter uma empunhadura consistente e tornando a pistola mais atirável do que sem.

Taurus não é mesquinha com carregadores, enviando cada TORO G3c com um total de três carregadores de aço de 12 munições com seguidores amarelos brilhantes. Esta pistola também aceita carregadores de 15 e 17 cartuchos de seus irmãos de tamanho normal.

Um botão de liberação de carregador ambidestro ligeiramente inclinado e quadriculado ejeta suavemente o corpo do carregador construído em aço com uma placa de base de polímero. Um seguidor colorido (laranja ou amarelo, dependendo do calibre) dá ao atirador uma indicação visual imediata se o carregador está carregado. Um indicador visual da câmara carregada também está presente, novamente, como uma camada adicional de segurança. A decapagem em campo é direta e tão fácil quanto apertar as duas alavancas de desmontagem para baixo. O ferrolho é então removível da estrutura sem a necessidade de pressionar o gatilho.

Nosso teste da G3c foi aceitavelmente preciso para uma pistola compacta com o melhor grupo vindo do 124 gr de Águila FMJ, imprimindo um grupo de 2,3 polegadas a 25 jardas. Deve-se notar que imprimir este grupo não foi uma tarefa fácil e certamente não foi realizado no início da nossa sessão de alcance. Dado o tamanho compacto da pistola e a quebra do gatilho contorcido, muito ficou a desejar.


Mesmo que o gatilho tenha levado algumas rodadas gastas abaixo do alcance para se sentir, a G3c TORO ainda produziu resultados respeitáveis ​​em 25 jardas, imprimindo um grupo de 5 tiros de 2,3 polegadas melhor do teste usando 124 gr de Águila. Carregamento JHP.

Em síntese, a G3c TORO vale a pena ser vista, pois chega com recursos padrão não encontrados em outras pistolas de sua classe, como texturização de punho eficiente, controles utilizáveis ​​e sua prontidão ótica. Com um preço de varejo sugerido pouquíssimo acima de $ 300 (os preços de rua podem ser encontrados por cerca de $ 100 menos do que durante os tempos normais), esta pistola é um verdadeiro valor. 

Graças em grande parte à excelente ergonomia e à quantidade, agressividade e posicionamento quase perfeitos da texturização do punho, a G3c TORO permanece bem plantada sob o recuo, ajudando a criar uma boa receita para fotos de acompanhamento rápidas. A confiabilidade foi de 100 por cento durante o teste.


 Especificações do Taurus G3c TORO

  • Ação: ação única com capacidade de rechamada
  • Cartucho: 9mm
  • Comprimento do cano: 3,2 pol.
  • Comprimento total: 6,3 pol.
  • Largura: 1,2 pol.
  • Altura: 5,1 pol.
  • Peso: 22 onças. descarregado c / revista
  • Acabamento: Tennifer preto fosco
  • Vistas: Frente fixa; traseira ajustável de deriva serrilhada
  • Capacidade: 12 + 1 rds.
  • MSRP: $ 305
  • Fabricante: Taurus EUA, (800) 680-6866, www.taurususa.com

Dados de desempenho

Aguila 117 gr. JHP

Grupo médio: 3,8 ”

Melhor Grupo: 3,2 ”

 

Aguila 124 gr. JHP

Grupo Médio: 2,9 ”

Melhor Grupo: 2,3 ”

 

Winchester 115 gr. FMJ

Grupo médio: 3,5 ”

Melhor Grupo: 3,1 ”


Com novos lançamentos, CBC se consolida como importante fabricante de armas longas

*LRCA Defense Consulting - 18/08/2021

Com o compromisso de oferecer aos clientes um completo portfólio de produtos voltados ao esporte, lazer e segurança, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) lançou um novo catálogo contendo todas as armas produzidas e comercializadas pela empresa, incluindo as últimas novidades em armas longas e carabinas de pressão, além de pistolas e revólveres Taurus, que são distribuídos pela empresa ao varejo especializado.

O catálogo contempla os mais de 90 modelos de armas longas comercializadas pela CBC, entre as quais estão mais de 30 lançamentos nacionais e importados, fruto de importantes parcerias internacionais firmadas pela CBC.

No material, são apresentados, inclusive, os aguardados modelos de fabricação nacional que estão em processo de homologação pelos órgãos competentes para a comercialização no mercado brasileiro, como os rifles semiautomáticos CBC 7122M no calibre .22 Magnum e 7022 em calibre .22 LR com conceito tático e carregador para 25 munições. 

Ainda no calibre .22 LR são apresentadas as armas Rio Bravo, com sistema lever action (acionamento por alavanca) e Gallery, com sistema de funcionamento pump action, ambas com capacidade de 15 + 1 disparos. Para as tradicionais Pump Military calibre 12 e Carabinas Puma .357 lever action, são apresentados novos modelos: Pump com cano de 14" e Pumas com significativos diferenciais visuais e funcionais. 


O catálogo apresenta também os novos modelos em importação, como o rifle .22 LR semiautomático Mossberg 715T, rifles por ação de ferrolho ATA nos calibres .243 Win, 6,5 Creed e .308 Win e as semiautomáticas Khan by CBC calibre 12 em vários modelos: táticos, híbridos (sistema semiautomático e pump action), além de versões com funcionamento semiautomático impulsionado por inércia. 


Com mais de 30 lançamentos previstos para os próximos meses, a CBC consolida sua posição como tradicional e importante fabricante de armas longas, oferendo uma extensa gama destes produtos ao mercado.

O material com todas as informações sobre os produtos está disponível para download em:
https://bit.ly/catalogoarmascbc

17 agosto, 2021

Telha solar com grafeno: economia na conta de luz e sustentabilidade

CEO da Telite aposta em parcerias internacionais para impulsionar vendas da telha solar com grafeno | Foto: Telite


*Click Petróleo e Gás, por Júnior Aguiar - 15/08/2021

O Grafeno é um material revolucionário na condução de energia e de dados. A aplicação desse metal em telhados solares, somando outras tecnologias que a empresa carioca Telite vem atuando, são reais potenciais de geração de energia elétrica através da energia solar e sustentabilidade.

De acordo com o CEO da Telite em entrevista exclusiva ao portal CPG, Leonardo Retto, cada pastilha de 3.8 cm de tecnologia da companhia, gera 4.5Kwh mês em sol pleno e 2.8 no tempo nublado ou somente com sensação térmica. Portanto, considerando que a Telha Solar tem 1,90 x 1,10, é possível colocar 50 pastilhas, chegando até 225 KWh de energia solar num mês por telha solar com grafeno.

Ocorre que o grafeno é capaz de se envolver num fenômeno de fricção dos elétrons aplicados na tecnologia, fazendo com que gerem energia também na chuva.

Esse material é 200 vezes mais forte que o diamante, um milhão de vezes mais fino que o fio de cabelo e 100 vezes mais condutor de dados que os atuais dispositivos. Ou seja, superior a qualquer material hoje conhecido no mercado. Portanto, a telha solar com grafeno promove uma combinação perfeita de geração de energia com sustentabilidade através da energia solar, que é renovável e limpa.

Telha solar: um produto tecnológico para um futuro sustentável e de todas as classes sociais
A sustentabilidade através de práticas que não afetam negativamente a natureza também contribui na melhoria social entre todas as classes. É esse o conceito de sustentabilidade que deve ser alcançado pelos países ligados às Nações Unidas até 2030.

Uma das principais ações é erradicar a dependência de combustíveis fósseis e adotar a geração de energia limpa, como a energia solar, que é de graça, limpa e de fácil captação aqui no Brasil.

A telha solar com grafeno vem na mesma linha da telha colonial convencional de plástico. Leonardo Retto é democrático ao dizer a nossa reportagem que a fabricação desse produto é para todas as classes.

“Acreditamos pela procura já antecipada que escalaremos o mercado rapidamente, pois diversas empresas do setor de painéis solares convencionais, também tem nos procurado para revenda de nosso produto, isso já é um indicador do próprio mercado”, conta o empresário.

Equipe Telite que atua no processo de fabricação da telha solar a base de grafeno
Equipe Telite que atua no processo de fabricação da telha solar a base de grafeno

Atualmente, a telha solar com grafeno da Telite está em processo de certificação perante ao Inmetro e Aneel. Em breve, haverá o anúncio de uma multinacional como parceira.

Parcerias internacionais visam acesso à energia solar
Segundo Leonardo Retto, a Telite tem recebido uma na média de 250 e-mails de interessados na compra da telha solar com grafeno. Além disso, ocorreram reuniões com oito países, entre eles Estados Unidos, Japão, Chile e Portugal, além do México onde não é permitido o armazenamento de energia, mas acredita-se que é possível atuar com o sistema de hibrido.

“A Telite já está fabricando a própria telha solar com grafeno no polímero. E no futuro próximo, a telha já será a condutora principal sem precisar de nenhum dispositivo acoplado. Isso já é uma realidade na nossa produção que foi capaz através da parceria com esta grande multinacional Brasileira” destaca Leonardo Retto..

Telha solar com grafeno nos pequenos negócios
A energia solar pode ser uma aliada na retomada da economia. Além da questão da sustentabilidade, a modalidade fotovoltaica traz economia na conta de luz, principalmente no sistema de geração distribuída.

Já desmistificado essa coisa de que energia solar é coisa para gente rica, a telha solar com grafeno é de fácil instalação. O produto de tamanho de 1,90 x 1,10, com apenas 5 KG, tem durabilidade de 80 anos.

“Cerca de 40% com custo menor, muito mais fácil manutenção e instalação, a maior geração por metro quadrado, e um produto altamente sustentável com energia limpa acoplada. É o que o novo consumidor procura”, destaca Leonardo Retto.

Saiba mais
- Telha de energia solar pode gerar mais de R$300 em economia na conta de energia dos brasileiros
- O ramo do petróleo e gás, além de outros combustíveis fósseis, precisam dar lugar para energia solar, eólica e outras renováveis até 2030 antes que seja tarde demais, afirma a ONU

*Júnior Aguiar é jornalista, formado pela Universidade Católica de Pernambuco, produtor de conteúdo web, analista, estrategista e entusiasta em comunicação.

Taurus vende 5.000 pistolas TS9 para a Brigada Militar


*LRCA Defense Consulting - 12/08/2021  (atualizado em 17/08)

A Taurus Armas divulgou ontem que a empresa irá fornecer 5.000 pistolas Taurus TS9 à Polícia Militar (Brigada Militar) do Estado do Rio Grande do Sul.

Esta é a primeira leva de um total de 22 mil pistolas que a Brigada Militar pretende substituir. O processo licitatório seguiu todos os trâmites legais.

O contrato estabelecido vai além da aquisição de armas, englobando também treinamento para armeiros da instituição, suporte da equipe de assistência técnica Taurus e um compromisso de entrega em curto prazo, previsto para setembro de 2021. A contratação reflete a credibilidade que a instituição tem nos produtos Taurus e o compromisso da empresa com a qualidade de seus produtos.

Um grupo de policiais militares da cúpula da BM esteve ontem (11) nas instalações da empresa, onde pode conhecer todo o moderno e tecnológico processo produtivo da pistola TS9 e de outras armas, saindo de lá impressionado com alta tecnologia e com a inegável qualidade do armamento fabricado pela multinacional gaúcha, o que trouxe a certeza de a Instituição policial militar estar adquirindo uma arma em estado da arte.

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, pessoas em pé e ao ar livre
Policiais do 9º Batalhão de Polícia Militar (9ª BPM), que hoje comemora 51 anos de criação

Pistola TS9 RA
A pistola Taurus Striker TS9 foi concebida para ser utilizada por forças policiais, de segurança e militares, pois assegura praticidade de pronto emprego, facilidade de manutenção, segurança de manuseio e rusticidade. Com seu projeto e design inovadores, a TS9 reúne os mais modernos e avançados recursos e funcionalidades para uma arma de pronto emprego. Possui sistema de dupla trava do gatilho (DTS - trava de gatilho e trava manual) e eficiente sistema de estancamento contra poeira, areia e lodo que garante seu uso sob as mais extremas condições de operação.

A versão RA da pistola TS9 se difere da tradicional pelo fato de o retém do ferrolho ser ambidestro. Tal acréscimo na segurança da arma foi implementado pelo fato de que algumas instituições nacionais incluíram no edital de licitação a exigência de a arma possuir essa característica, fato este que, na prática, restringia suas licitações a marcas internacionais.



Mac Jee ultima os testes do revolucionário e ágil lançador de foguetes Armadillo

*LRCA Defense Consulting - 17/08/2021

Os preparativos para as verificações funcionais do Armadillo no final de agosto, no Rio de Janeiro, estão acelerados. 

O Grupo Mac Jee, formado por empresas brasileiras do segmento de Defesa e Aeroespacial, criador desse arrojado lançador de foguetes, está cuidando de todos os detalhes para a realização das atividades programadas com o Armadillo entre os dias 23 e 27 deste mês, na área do CAEX (Centro de Avaliações do Exército), em Guaratiba, zona oeste do Rio. O CAEX atuará como colaborador técnico nessa ação de ensaio do produto.

O Armadillo é um dos lançadores de foguetes mais leves, compactos e rápidos do mercado global, projetado e desenvolvido para condições extremas de operação. O veículo tem alto poder de ataque, pode retrair o sistema de lançamento durante a fase não ofensiva, e lança mais de 70 foguetes 70 mm em poucos minutos.

Como primeiro passo para o experimento com o lançador de foguetes no Rio, no dia 28 de julho, foram realizados ensaios de queima, em banco fixo, de oito amostras de motores foguete, em temperatura ambiente, de propriedade da Mac Jee. A ação ocorreu nas instalações da Fábrica Presidente Vargas – FPV, situada em Piquete (SP), filial da Indústria de Material Bélico do Brasil – IMBEL. As atividades foram conduzidas por uma equipe da FPV, e acompanhadas por profissionais de Engenharia e Qualidade da Mac Jee.

Os testes foram demandados pela empresa Mac Jee, exclusivamente, para atender os ensaios de queima à temperatura ambiente. Os resultados obtidos se caracterizam por apresentar as curvas de pressão e empuxo, em banco fixo e na temperatura ambiente, de foguetes SBAT 70 M4, sem levar em consideração outros aspectos de testagem.

A IMBEL, Empresa Estratégica de Defesa e Segurança, foi constituída pela Lei nº 6.227, de 14 de julho de 1975, mas sua origem foi em 1808, como Fábrica de Pólvora da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, acumulando, portanto, mais de 200 anos de experiência.

Foguetes 70 mm


Armadillo – Com tecnologia inovadora, o Armadillo é atualmente um dos grandes investimentos da Mac Jee. Trata-se de um sistema lançador de foguetes montado sobre veículos 4×4, extremamente leve e ágil, preparado para atender os requisitos de várias forças armadas. Pode ter operação independente ou em suporte a tropas.  O Armadillo é rápido em deslocamento e tem elevado poderio ofensivo. Conta com sistemas de geolocalização, identificação de alvo e comunicação integrada com sistemas de defesa.

Sobre a Mac Jee – A Mac Jee é uma das principais empresas da Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil. Com atuação global, possui unidades fabris em São José dos Campos (SP) e Paraibuna (SP), com escritórios também em São Paulo e França.

Há mais de uma década no mercado, atua nos segmentos de Defesa e Aeroespacial.

Atualmente é formada por Mac Jee Defesa, responsável pelo desenvolvimento, fabricação e comercialização de sistemas de defesa; Mac Jee Tecnologia, especializada no aprimoramento ou criação de linhas de produtos energéticos, e Equipaer, responsável pela criação de produtos e serviços do segmento aéreo.

WEG fornece motores de grande porte para cimenteira na Colômbia

 WEG fornece motores de grande porte para cimenteira na Colômbia

*LRCA Defense Consulting - 17/08/2021

Confiabilidade e segurança comprovada em operação. Este é o foco dos produtos e soluções da WEG para todos os segmentos em que atua. Com uma ampla gama de equipamentos para as mais diversas aplicações, a WEG busca atender às necessidades específicas de cada cliente.

Foi por isso que a Cementos Molins, cimenteira localizada na Colômbia, escolheu motores de grande porte da WEG para instalação em sua planta. Os motores fornecidos são responsáveis pelo acionamento de vários equipamentos instalados, incluindo o moinho principal, que é acionado por motor WEG da linha Master, carcaça 800, potência 6.200 HP.

Os motores da linha Master se destacam pela flexibilidade do seu projeto elétrico e mecânico. São motores versáteis que permitem diferentes configurações, podendo ser aplicados em ambientes severos, que demandam alta resistência e durabilidade, adequando-se às diversas aplicações. Oferecem facilidade para implementar modificações em seus projetos, a fim de torná-los intercambiáveis com motores existentes, reduzindo os custos operacionais decorrentes de paradas para troca de motores. Também podem ser projetados para acionamento por inversor de frequência, o que possibilita o preciso controle da velocidade, bem como altos torques durante a partida.

Para a WEG este fornecimento representa o aumento na sua base instalada de motores de média tensão, além de fortalecer sua posição como importante fabricante de equipamentos complexos de alta potência para indústrias pesadas, que exigem máquinas altamente eficientes em todos os aspectos. Com os motores da linha Master instalados o cliente tem a possibilidade de operar diariamente com segurança e confiabilidade, reduzindo os tempos de parada e manutenção da planta. 

16 agosto, 2021

Embraer entrega 81% a mais de aviões em 2021 do que em 2020

Embraer (Divulgação)


*O Vale - 15/08/2021

Depois de entregar apenas 31 aviões no primeiro semestre de 2020, em decorrência da crise econômica provocada pelo novo coronavírus, a Embraer voltou a registrar números mais positivos e entregou 56 aviões em igual período de 2021.

A retomada foi impulsionada principalmente pela aviação comercial, que saiu de nove aviões entregues de janeiro a junho de 2020 para 23 em igual período deste ano, aumento de 156%.

Apenas no segundo trimestre de 2021, a fabricante entregou 14 aeronaves comerciais contra quatro no ano passado, crescimento de 250%.

Um dos principais motivos para o reaquecimento das entregas é que a Embraer, segundo a própria companhia, não teve pedidos cancelados por causa da pandemia, apenas encomendas adiadas.

“Nossos resultados são fortes e mostram que a nossa estratégia foi bem executada. Estamos passando por um bom momento”, disse Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer. “Na aviação comercial, anunciamos novos pedidos recentemente. Esses pedidos e outras atividades mostram o contínuo interesse em nossos jatos comerciais”.

Histórico
O aumento das entregas de aviões em 2021 permite à Embraer voltar aos níveis de antes da pandemia, quando entregou 73 aeronaves no primeiro semestre de 2019 e 2018 e 92 em 2017, com 96 em 2016.

A pandemia derrubou tanto o mercado da aviação que a fabricante encerrou 2020 com 130 aeronaves entregues, o pior resultado desde 2006, quando entregou 125 aviões.

Mas há muito caminho a se percorrer para a companhia retomar o volume de entregas que conseguiu em 2010 e 2009, quando entregou 244 e 237 aeronaves, respectivamente, recordes da série histórica.

“Temos confiança na nossa estratégia e nos motiva a acelerar a melhora de desempenho e o nosso plano estratégico a longo prazo”, disse Gomes Neto.

Para o presidente da Embraer, a empresa está a caminho de atingir todo seu potencial produtivo nos próximos anos.

“2021 é ano de recuperação e, a partir de 2022, pretendemos captar o desempenho pleno da Embrar. Temos capacidade de dobrar o tamanho da Embraer nos próximos anos. Estamos mostrando resultados positivos do trabalho duro que nossa equipe de funcionários fez nos últimos tempos.”

15 agosto, 2021

Taurus pode estar preparando o seu segundo turnaround


*LRCA Defense Consulting - 15/08/2021

Após divulgar um dos melhores resultados da história da Taurus Armas, onde esta quase quintuplicou seu lucro em relação ao mesmo período de 2020, o CEO Global da empresa, Salesio Nuhs, participou de cinco lives com casas de análise e deu diversas entrevistas a jornais e revistas, os quais destacaram os robustos resultados e também as excelentes perspectivas da companhia para o futuro, tanto no curto como no longo prazo. 

No dia 12, durante uma das lives, ao ser questionado pela analista sobre a possibilidade de a empresa abrir capital nos EUA ou emitir ADR, o CEO da Taurus respondeu que "Pode acontecer alguma coisa do gênero aí...". Veja o trecho no vídeo abaixo:


No dia 12, o Valor Investe assim publicou: "Em novembro do ano passado, Salesio Nuhs disse ao Valor Investe que os investidores da empresa devem começar a embolsar dividendos a partir do segundo semestre de 2022. 'A dívida deixou de ser uma preocupação para a Taurus, para os investidores e os analistas. Temos caixa hoje para pagar dividendos e estamos vendo a estruturação para fazer isso', disse o executivo em entrevista na tarde de ontem, avaliando que os proventos podem chegar ainda mais cedo.

Já para o InfoMoney, ainda no dia 12, Salesio afirmou que: "o segundo semestre teria tudo para ser 'o melhor dos mundos' para a companhia.

No dia seguinte (13), falando ao jornal Zero Hora sobre o investimento de R$ 500 milhões que a empresa fará no RS nos próximos cinco anos, o CEO disse:  "E estamos já pensando no pagamento de dividendos (parte do lucro que é distribuída a acionistas) em busca de um investidor com perfil de mais longo prazo. A empresa já tem caixa. Falta um ajuste contábil. Contratamos a consultoria EY [Ernst & Young] para isso".

Um segundo turnaround?
A contratação da conceituada consultoria Ernst & Young visa encontrar a melhor e mais rápida solução para resolver a questão dos prejuízos acumulados em exercícios anteriores no valor de R$ 442,7 milhões, que impedem que a empresa pague dividendos enquanto não for equacionada.

No entanto, no entender desta Consultoria, tal equacionamento poderá representar muito mais que o pagamento de dividendos, como poderá ser visto nos itens a seguir.

- Emissão de ADR nos EUA
Mesmo já sendo tecnicamente possível no atual momento, o equacionamento da dívida citada destrava os procedimentos preliminares que viabilizarão a emissão de ADR, como será visto no próximo item.

Mais conhecido por sua sigla (ADR), o American Depositary Receipt é o certificado de ações que permite a empresas estrangeiras (incluindo as brasileiras) negociarem os seus títulos nas Bolsas de Valores dos Estados Unidos. São emitidos por bancos estadunidenses, a partir dos chamados recibos de ações. Essa é, inclusive, a razão do nome American Depositary Receipt - que, em tradução livre, significa Recibo Depositário Americano.

Os ADRs atuam como facilitadores entre investidores e empresas estrangeiras, possibilitando a comercialização das ações a um preço favorável para ambos.

Para a Taurus, ter ADRs em circulação abre a possibilidade de disponibilizar as suas ações de forma mais barata nos EUA, podendo alcançar um mercado vantajoso no país que é o maior do mundo em volume de transações de renda variável.

Além disso, muitos americanos enxergam a Taurus como uma legítima empresa americana, já que a empresa tem fábrica no país há 40 anos, é a quarta marca de armas mais vendida e a primeira mais importada lá, além de esse país absorver mais de 80% das vendas atuais da unidade brasileira.

Uma das vantagens de emitir um ADR é garantir que a empresa também estará apta a receber investimentos nos Estados Unidos, especialmente na NYSE (New York Stock Exchange), que hoje é a maior bolsa de valores do mundo. 

Ressalta-se que o fato de a Taurus ter, em seus estatutos, a obrigação de pagar um dividendo mínimo de 35% sobre o lucro líquido (LL) anual a seus acionistas (10% acima do mínimo de lei), torna-se um atrativo a mais aos investidores americanos, já que os EUA é o país onde é mais arraigada a cultura de o cidadão formar uma poupança por esse instrumento. Estima-se que cerca de 60% dos americanos possuam ações, boa parte como formação de poupança.

- Recompra de ações
Com tal dívida equacionada, abre-se também a possibilidade de a Taurus ir a mercado e fazer operações de recompra de ações, quer para mantê-las em tesouraria (caso julgue um bom e/ou estratégico investimento), quer para reservá-las para uma emissão de ADR, já que esta requer uma quantidade de ações que ficará depositada em uma instituição brasileira para esse fim.

Podendo recomprar suas ações, a Taurus também estará preparada para fazer frente a vendas intempestivas de grandes quantidades de ações, já que poderá vir a adquiri-las no mercado, com vistas a um dos objetivos explicitados no parágrafo acima.

- Interesse de grandes investidores nacionais e internacionais
Por último, mas não menos importante, o equacionamento dessa dívida também tornará a Taurus apta a receber aportes de grandes investidores privados e institucionais, nacionais e estrangeiros, que, por uma questão estatutária ou por vontade de seus dirigentes, não podem ou não querem investir em empresas com tal tipo de dívida pendente.

Nesse escopo, concorrerão fortemente para essa atratividade os fatos de a Taurus vir a pagar um dividendo mínimo de 35% e de ter suas ações listadas em bolsas americanas via ADR.

Sendo assim, o sucesso no equacionamento da pendência relativa a exercícios anteriores realmente poderá elevar a Taurus a um novo patamar.

Ou seja, a mesma empresa que enfrentou uma fase praticamente pré-falimentar em 2014, foi comprada pelo controlador da CBC no final desse ano, realizou uma reengenharia total em seus sistemas e processos a partir do final de 2017 e colocou uma dinâmica e proativa diretoria em 2018, passando a ser muito lucrativa e reconhecida pela alta qualidade de seus produtos desde então, subiria agora para um outro patamar, onde novas e importantes ações geradoras de valor para si e para seus acionistas poderão catapultar seu valor de mercado para níveis antes impensáveis.

Se as etapas anteriores foram consideradas por analistas como um verdadeiro "turnaround de livro", agregando-se agora o pagamento de dividentos, uma possível emissão de ADR, o início das operações na Índia (Jan 22 - quando a empresa ingressará no maior e mais promissor mercado ainda não explorado no mundo capitalista), a ampliação/modernização e o hub mundial em São Leopoldo (também em Jan 22), e ainda a produção de armas com o revolucionário grafeno, esta Consultoria acredita que a Taurus Armas está muito próxima de configurar o seu segundo turnaround, criando um grande valor para seus acionistas e correndo célere para se tornar a maior e melhor fabricante mundial de armamento leve.


Além de fuzis, Taurus poderá vender submetralhadoras e pistolas para a Índia


*LRCA Defense Consulting - 12/08/2021 Atualizada em 15/08)

O Presidente e CEO Global da Taurus Armas, Salesio Nuhs, informou ontem (11), durante as lives em que comentou sobre os resultados do segundo trimestre de 2021 (2T21), que, além de fuzis T4, a empresa poderá fornecer submetralhadoras e pistolas a instituições policiais indianas que demonstraram interesse nas armas brasileiras.

Os novos interesses tiveram origem nas Forças Paramilitares Indianas (algo como a nossa Polícia Federal; veja abaixo), que quer avaliar a submetralhadora SMT9, e em um órgão policial não especificado, que demonstrou interesse na pistola brasileira TS9, mesmo modelo do qual as Filipinas compraram 20 mil unidades.

Licenças para manufatura e venda
O CEO da Taurus informou também que a empresa se tornou a primeira companhia privada (não governamental) a obter as licenças para manufatura e venda (produção e comercialização) de armas na Índia, as quais foram expedidas recentemente.

Início da produção da Jindal Taurus
Com relação ao início das operações da Jindal Taurus Defence Systems Private Ltd. (joint venture com o Jindal Group), Salesio afirmou que estão previstas para janeiro de 2022, haja vista que a vacinação em ambos os países está bastante adiantada, possibilitando o desenvolvimento das operações.

Para tanto, a empresa enviará à Índia, provavelmente em setembro, uma grande  equipe acompanhada de 10 unidades de cada um desses tipos de armas: fuzil T4 em três versões, três tipos de pistola e um de submetralhadora (metralhadora de mão), para serem analisados pelas Forças Armadas, Paramilitares e Policiais indianas visando as licitações e interesses em curso, bem como futuras aquisições. Uma parte dessa equipe terá também a missão de fazer o espelhamento da unidade fabril brasileira na Índia.

Forças Paramilitares Indianas - Forças Policiais Armadas Centrais (Central Armed Police Forces)
Com efetivo total de mais de 880 mil integrantes, entre homens e mulheres, o termo "Forças Policiais Armadas Centrais" (CAPF) refere-se à nomenclatura geral que engloba cinco forças policiais armadas federais da Índia sob a autoridade do Ministério do Interior, também conhecidas como Forças Paramilitares, embora haja uma grande confusão com essa "nomenclatura" nesse país, com algumas fontes afirmando que essas seriam apenas as forças conhecidas como Assam Rifles e a Força Especial de Fronteira. Seu papel é defender o interesse nacional principalmente contra as ameaças internas. São elas:
- Força de Segurança de Fronteira (BSF);
- Força Policial de Reserva Central (CRPF);
- Força de Segurança Industrial Central (CISF):
- Polícia de Fronteira Indo-Tibetana (ITBP);
- Sashastra Seema Bal (SSB).

Além da função principal, todas as CAPFs estão envolvidas no auxílio à Polícia em situações de garantia da Lei e da Ordem e, também, ao Exército em Operações Antiterroristas.  

Polícias Armadas Estaduais
Além dessas, há ainda 14 Polícias Armadas Estaduais, também com um grande efetivo de policiais, igualmente dotadas com fuzis, pistolas e submetralhadoras obsoletas.

Outras forças
Para se ter uma ideia da quantidade de forças militares e policiais, existem ainda na Índia (na maioria, dotadas de armamento importado moderno):
- Guarda de Segurança Nacional;
- Grupo de Proteção Especial;
- Força de Proteção Ferroviária;
- Força Nacional de Resposta a Desastres;
- Guarda Costeira;
- Forças Especiais.

Armamento indiano: submetralhadora
A submetralhadora mais utilizada pelas forças policiais indianas é a JVPC - Joint Venture Protective Carbine, também conhecida como MSMC - Modern Sub Machine Carbine até 2014, uma arma hoje com calibre 9 × 19mm Parabellum (anteriormente 5,56 × 30 mm MINSAS) que está substituindo as submetralhadoras Sten (inglesa) e SAF Carbine 2A1 (indiana).

Trata-se de uma submetralhadora indiana projetada pelo Armament Research and Development Establishment of Defense Research and Development Organization e fabricada pela estatal Ordnance Factory Board na Fábrica de Armas Pequenas, em Kanpur, e na Fábrica de Armas Tiruchirappalli. Foi desenvolvida para o Exército Indiano com base na experiência anterior da família de armas de fogo da estatal INSAS.

Embora com um design aparentemente mais moderno, é uma arma de concepção mais antiga (2006), carecendo dos aperfeiçoamentos tecnológicos presentes nas modernas submetralhadoras, como as SMT9 da Taurus, por exemplo.

File:MSMC - Modern Sub Machine Carbine.jpg
Submetralhadora MSMC

Armamento indiano: pistola
Com algumas exceções, a pistola padrão das forças armadas e policiais é a Pistol Auto 9mm 1A, uma antiga e obsoleta pistola semiautomática de ação simples, cópia licenciada da pistola Inglis 9mm (Browning Hi-Power), fabricada sob licença na Índia pela empresa estatal Rifle Factory Ishapore desde 1981. A Hi-Power foi descontinuada em 2017 pela Browning Arms, mas permanece em produção sob licença e ainda é utilizada como pistola padrão pelas forças armadas e policiais de diversos países.

Em virtude desse fato, a Jindal Taurus Defence Systems Private Ltd., caso seja escolhida para produzir uma nova pistola padrão para os mercados militar, paramilitar e policial desse país, poderá ter aí um negócio bilionário para a empresa, haja vista os grandes efetivos dessas forças.

File:Pistol Auto 9 mm 1A - Kolkata 2012-01-23 8779.JPG
Pistol Auto 9mm 1A

Com Fuzil T4, Taurus participará de megalicitação de fuzis CQB
No dia 13 de fevereiro, a imprensa indiana informou que o exército desse país emitiu um novo pedido de informações (RFI) para uma aquisição rápida de 93.895 carabinas CQB (a carabina/fuzil Close Quarter Battle é uma arma mais curta que o fuzil de assalto, própria para o combate aproximado). Isso ocorre cinco meses depois que o Ministério da Defesa revogou a licitação para adquirir um número semelhante de carabinas sob o Procedimento Fast-Track (FTP).

Além da licitação urgente e emergencial de 93.895 carabinas/fuzis CQB, recentemente a Índia solicitou 10 unidades do Fuzil T4 para submetê-los a testes, haja vista que pretende fazer, em data ainda não definida, uma megalicitação ainda maior, que poderá variar entre 350.000 e 500.000 fuzis/carabinas CQB para suas unidades de Infantaria, especialmente as que atuam nas regiões de fronteira, onde há a possibilidade de serem travados combates aproximados.

Cluster Aeroespacial recebe Avibras como nova empresa âncora

 


*Parque Tecnológico São José dos Campos - 13/08/2021

O Cluster Aeroespacial Brasileiro tem uma nova empresa âncora: a Avibras Indústria Aeroespacial.

Reconhecida mundialmente pela excelência e qualidade em tecnologias críticas nas áreas aeroespacial, eletrônica, veicular e de defesa, a nova associada representará os setores espacial e de defesa no mercado nacional e segmento espacial no mercado internacional.

“O Cluster Aeroespacial Brasileiro é reconhecido internacionalmente, protagonista no setor aeronáutico. Estamos trabalhando para fortalecer também os segmentos espacial e de defesa. A Avibras é uma das principais empresas mundiais nessas áreas. A chegada deles ao Cluster contribui para que possamos levantar as demandas e assim desenvolver a cadeia produtiva, elevando a competitividade das empresas do Cluster em todas as frentes”, afirma Marcelo Nunes, diretor-geral do PqTec

Com seis décadas de história, a empresa conquistou diferenciais competitivos únicos, excelência em qualidade e inovação, fundamentais para se manter em destaque no mercado mundial. Atualmente está entre as 100 maiores empresas exportadoras do Brasil, atendendo clientes no Oriente Médio, África, Ásia e América Latina.

A empresa é certificada pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa e é considerada a principal integradora privada em lançadores e foguetes do Programa Espacial Brasileiro, com acesso para operação ao Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, e ao Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte.

Para Luiz Alberto Gentil Mendes, Senior Manager – Innovation and Technology da Avibras, a associação reforça a expertise da empresa nos setores aeroespacial e de defesa: “O Cluster Aeroespacial Brasileiro é um importante ambiente para apoiar a consolidação da indústria aeroespacial, buscando sinergia e aumento de competitividade no mercado global, fortalecendo os negócios do setor. Participar do Cluster como empresa âncora vem ao encontro do propósito do Espaço Avibras de Tecnologia e Inovação (EATI), que é atuar como a “embaixada” da Avibras para pesquisa, desenvolvimento e inovação e em ambiente de parcerias e colaboração com universidades e institutos de pesquisa e agências de fomento”.


 

14 agosto, 2021

Embraer revela seu mais recente projeto turboélice de 70-90 assentos

novo turboélice embraer
Inesperadamente, o novo turboélice da Embraer terá motores montados na cauda, ​​em oposição às hélices montadas nas asas convencionais. Foto: Embraer

*Simple Flying - 13/08/2021

Durante uma apresentação hoje, a Embraer nos deu mais detalhes sobre seu próximo projeto de turboélice. Um executivo da empresa forneceu mais informações sobre  o que podemos esperar da nova oferta da Embraer, enquanto o presidente e CEO da empresa ainda compartilhou algumas imagens de como a aeronave ficará quando estiver pronta para voar.

Tornando o turboélice atraente novamente

“Após o surgimento dos jatos regionais, os turboélices perderam seu apelo”, observa Luis Carlos Affonso, vice-presidente sênior de Engenharia, Desenvolvimento de Tecnologia e Estratégia Corporativa da Embraer. O executivo da empresa fez os comentários durante a apresentação da aeronave hoje. Affonso afirma que os passageiros hoje em dia veem os turboélices como “velhos” , "apertados” e “barulhentos”, embora não possuam espaço suficiente no compartimento superior.

Affonso então observou o seguinte sobre a nova aeronave da Embraer:

“Nossa proposta aqui é oferecer um turboélice de alta tecnologia, de 70 a 90 assentos, com a mesma seção transversal dos E-Jets. Muito confortável, sem assentos intermediários e compartimentos superiores espaçosos.”

Também parece que o fabricante de aviões está definido para ir em uma direção diferente quando se trata de posicionamento do motor para sua nova aeronave. Ao contrário das ofertas da ATR e De Havilland Canada, o novo turboélice Embraer terá motores montados na fuselagem traseira. Isso, diz ele, proporcionará uma cabine silenciosa e permitirá a compatibilidade com jetbridge.

Turboélice Embraer
As representações anteriores indicaram motores montados nas asas. Foto: Embraer

Silencioso e eficiente

“Com essas características de mudança de jogo, esta aeronave substituirá perfeitamente os atuais jatos regionais de 50 assentos em mercados muito importantes”, observa Affonso. Além disso, espera-se que a aeronave tenha uma queima de combustível 20% melhor do que a dos jatos, resultando em emissões 20% menores e menores custos operacionais. Essa afirmação parece ser uma das características mais comuns das novas aeronaves, com uma expectativa não declarada de que cada nova geração de aeronaves lançada oferece um aumento de eficiência em torno de 20-25%.

“Mesmo com a tecnologia de propulsão atual, esse design inovador proporcionará ganhos significativos e sustentáveis. Ainda este ano, nossas equipes de aviação comercial fornecerão mais detalhes sobre este conceito inovador.”

Embraer E175
Embora os jatos sejam mais rápidos para rotas mais longas, os turboélices desempenham um papel fundamental no atendimento a aeroportos menores e na operação de rotas mais curtas. Foto: Embraer

O resultado final

Portanto, vamos resumir o que sabemos até agora sobre o novo turboélice da Embraer:

  • Com a alegação de que não haverá assentos intermediários, podemos esperar que os assentos da classe econômica tenham uma configuração de 2 a 2.
  • Os motores serão montados na cauda, ​​levando a uma cabine mais silenciosa.
  • A cabine mais silenciosa também oferecerá compartimentos superiores maiores - uma tendência cada vez mais popular.
  • Com a afirmação de que a aeronave “substituirá os atuais jatos regionais de 50 assentos”, ao mesmo tempo que terá capacidade para 70-90 passageiros, poderíamos ver uma configuração de 50 assentos que inclui uma espaçosa classe premium.
  • E, é claro, podemos esperar um grande salto na eficiência aliado a uma queda nos custos operacionais quando comparados à geração atual de aeronaves da mesma categoria.

Todas as afirmações da Embraer levam a uma oferta bastante empolgante. Na verdade, não vimos um novo turboélice oferecido há algum tempo, com o programa ATR72-600 de 70 a 80 lugares, lançado em 2007. Infelizmente, embora os detalhes sejam revelados nos próximos meses, não esperamos que a nova aeronave esteja disponível até 2027.

‘A Embraer conseguiu fazer a virada’, diz presidente da empresa

Embraer assume compromisso de operações neutras em carbono até 2040


*Dinheiro Rural - 14/08/2021

Depois de um 2020 muito difícil, a Embraer dá sinais de que começa a deixar o pior para trás. Após sofrer com a crise da covid-19 e com a desistência da Boeing de comprar sua divisão de aviões comerciais, a fabricante brasileira conseguiu registrar um lucro líquido ajustado de R$ 212,8 milhões entre abril e junho de 2021 – o primeiro resultado trimestral positivo desde o começo de 2018. “A gente conseguiu fazer a virada e preparar a companhia para um crescimento sustentável”, disse ao Estadão o presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto.

Diante desse resultado, o executivo prometeu dobrar o faturamento da empresa nos próximos anos, algo que considerava improvável em 2020. “(Agora) a visão é um pouco mais otimista do que no ano passado, quando estávamos no meio da crise, sem muita perspectiva. Revisamos o plano e enxergamos esse potencial. É um plano bem robusto e pé no chão.”

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

A Embraer anunciou que pretende dobrar a receita. Em entrevista ao ‘Estadão’ no ano passado, o sr. disse que dobrar o faturamento até 2025 ‘seria muito’. O que mudou?

A vacinação avançou. A visão é um pouco mais otimista do que no ano passado, quando estávamos no meio da crise, sem muita perspectiva. Revisamos o plano e enxergamos esse potencial. É um plano bem robusto e pé no chão. Neste ano, a receita vai ficar entre US$ 4 bilhões e US$ 4,5 bilhões. Estamos falando em entregar entre 45 e 50 aviões comerciais e entre 90 e 95 aviões executivos. Quando se projeta isso para cinco anos, com o crescimento do mercado, imaginamos a aviação comercial voltando a 100 aviões e a executiva passando dos 120 aviões. Também assinamos, em novembro, um contrato de 20 anos de serviços da OGMA (empresa portuguesa de manutenção de aviões em que a Embraer tem 65% de participação) com a Pratt & Whitney (fabricante de motores de aeronaves). Isso permite quase triplicar o faturamento da OGMA, de € 200 milhões para € 600 milhões por ano. Ainda estamos capturando market share na área de serviço da nossa própria frota. Isso do lado da receita. Neste ano, com crescimento de receita modesto, saímos de um caixa negativo de US$ 900 milhões para algo entre US$ 150 milhões e zero. O que está acontecendo é puro ganho de eficiência. Reduzimos os estoques, gerenciamos os investimentos, reduzimos os custos do que compramos. A companhia agora é mais ágil, leve e enxuta. Estamos indo para um cenário de maior receita, e a rentabilidade vai melhorar mais que proporcionalmente.

O sr. implementou um programa de corte de custos que reduziu também investimentos em marketing. A Embraer não participou, por exemplo, da feira de Oshkosh (uma das maiores de aviação). Entrando nessa nova fase do setor, com empresas retomando voos, há perspectiva para voltar os investimentos em marketing e no comercial para alavancar vendas?

Esse controle de gastos é inteligente. Estamos tentando usar mais marketing digital. Mas muitas feiras foram canceladas. Em algumas estaremos presentes. Estamos tentando racionalizar, mas não estamos contendo despesa em marketing. Ao contrário, uma das iniciativas é uma série de atividades para fortalecer vendas de produtos existentes.

No ano passado, a empresa demitiu 2,5 mil funcionários. Mais demissões podem ocorrer ou a crise ficou para trás?

Não estamos falando mais em demissão. Estamos agora discutindo o futuro. A produção vai crescer, isso vai demandar mais gente, a menos que ocorra uma catástrofe. Ainda ficamos preocupados quando escutamos sobre a variante Delta. Mas os números do segundo trimestre mostram que a gente conseguiu fazer a virada e preparar a companhia para um crescimento sustentável.

A reunificação da empresa, após a desistência da Boeing na compra da divisão comercial, foi concluída? Como está o processo de arbitragem e quando isso deve terminar?

A reintegração está concluída, com exceção de processos de TI, que esperamos concluir no começo de 2022. O processo de arbitragem é confidencial, mas esperamos que se encerre até janeiro de 2023.

A Embraer anunciou projetos sustentáveis ambientalmente, apresentou inclusive um avião demonstrador elétrico. Mas a empresa também já afirmou que novos projetos só saem do papel quando houver parcerias para diluir o investimento. Avançar nessas pesquisas de novas soluções tecnológicas vão, então, depender de se conseguir sócios?

A gente está no meio termo. No projeto do turboprop (um novo avião turboélice que competiria com o ATR, da Airbus e da italiana Leonardo), recentemente conversamos com aéreas americanas, que mostraram interesse. Continuamos trabalhando no desenvolvimento do produto. O que queremos é acelerar esse processo e, para isso, estamos buscando parceiros. O eVTOL (nome oficial do ‘carro voador’) segue no mesmo caminho. Estamos negociando com uma Spac (empresa que primeiro abre capital na Bolsa para, depois buscar um projeto para investir) para fechar a estrutura. Continuamos trabalhando no desenvolvimento, mas precisamos de parceiros para acelerá-lo.

Então a possibilidade de não realizar novos projetos sem parceiros continua valendo?

Estamos com boas expectativas boa de fechar parcerias. O eVTOL está mais avançado, mas o turboprop também. Não dá para dizer que não vai acontecer. As coisas são dinâmicas.

A Airbus está trabalhando para desenvolver um avião a hidrogênio. A Boeing aposta em combustíveis sustentáveis. A Embraer apresentou, ontem, várias soluções para ter aeronaves mais sustentáveis. Mas qual seria a grande aposta da empresa?

Nossos aviões já estão preparados para operar com 50% de SAF (combustível de aviação sustentável). Isso só depende de certificação e de ter disponibilidade do combustível. Com relação a outras tecnologias, elas dependem dos fabricantes de motores, até mais do que da Embraer. O SAF é uma opção de curto prazo. O hidrogênio é de mais longo prazo e a eletrificação, neste momento, vemos como uma solução mais difícil para aviões grandes. Nossa abordagem será ampla.

Outras empresas que estão criando eVTOLs prometem entregá-los em 2024. A Embraer poderia antecipar seu prazo, hoje de 2026?

Temos uma engenharia que consideramos muito competente. Esse é um produto disruptivo, não se trata de um avião comum. Nossa engenharia indicou o prazo de certificação para 2025. É difícil julgar o que as outras estão fazendo. No caso da Embraer, que tem experiência de certificação, esse é o melhor que a gente acha que pode fazer.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com metas ESG, Embraer assume compromisso de operações neutras em carbono até 2040

 Electric Demonstrator


*LRCA Defense Consulting - 14/08/2021

A Embraer, como parte de seu compromisso com a construção de um futuro sustentável, anunciou hoje novas e ambiciosas metas de ESG, incluindo um compromisso com operações neutras em carbono até 2040. A Empresa desenvolveu metas ambientais e de responsabilidade social, as quais incluem a oferta de um ambiente de trabalho inclusivo para todos os colaboradores e o lançamento de um veículo de emissão zero, todos integrados ao plano de sustentabilidade corporativa da Companhia. As metas de ESG têm como objetivo ajudar a levar a Empresa e o setor de aviação adiante.

“Na Embraer, reconhecemos a urgência da crise climática e estamos totalmente comprometidos com um futuro mais sustentável. Estamos intensificando nossos esforços para minimizar nossa pegada de carbono ao permanecermos dedicados a soluções inovadoras que tenham um impacto mais amplo para nossos clientes, comunidades locais e nossas aeronaves”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer. “O ESG está no centro do propósito da Embraer e é por isso que o incluímos como um dos pilares do nosso plano estratégico ‘Fit for Growth’, alinhando a estratégia de negócios com a responsabilidade social e as práticas ambientais.”

Para alcançar a meta da indústria de aviação de emissões líquidas zero de carbono até 2050, a Embraer desenvolverá uma ampla gama de produtos, serviços e tecnologias sustentáveis ​​disruptivas, como eletrificação, híbrida, Combustível Sustentável para a Aviação (SAF) e outras energias inovadoras alternativas. A Empresa também irá compensar quaisquer emissões residuais que não possam ser reduzidas por meio de projetos de eficiência, energias alternativas disponíveis ou tecnologias avançadas.

Alinhada às metas do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global a no máximo 1,5 graus Celsius, a empresa irá:
 
- Neutralidade em carbono nas operações até 2040 (Escopo 1+2):

  •  Redução de 50% das emissões líquidas de carbono até 2040, considerando o ano base de 2018;
  •  100% de energia de fontes renováveis até 2030;
  • Começar a usar combustível de aviação sustentável (SAF) a partir de 2021;
  • Crescimento neutro em carbono a partir de 2022, tendo como base 2021.

 - Aviação zero carbono até 2050 (Escopo 3) a ser alcançadas por meio de: 

  • Desenvolvimento de produtos, serviços e tecnologias sustentáveis disruptivas como eletrificação, híbrida, SAF e outras energias alternativas inovadoras;
  • Trabalho em conjunto com fornecedores para tornar nossas aeronaves atuais compatíveis com o uso de 100% de SAF;
  • Trabalhar ativamente junto à cadeia de suprimentos para expandir a escala global de produção de SAF;
  • Melhoria contínua na eficiência do nosso atual portfólio de produtos;
  • Lançamento de aeronaves eVTOL com emissão zero até 2026.

Na área social, a educação desempenha um papel fundamental na história de sucesso da Embraer. A Empresa promove um ecossistema de geração e disseminação de conhecimento que cria um acesso das comunidades locais por meio de importantes programas sociais e iniciativas educacionais. Isso causa um impacto positivo na sociedade ao mesmo tempo em que atrai talentos locais. Nas últimas duas décadas, a Embraer tem sido referência em responsabilidade social corporativa no Brasil.
 
Nesse sentido, a Embraer tem os seguintes objetivos:
- Ambição de ter 25% de mulheres no programa de mestrado em engenharia aeronáutica da Embraer (PEE) até 2025.
- Manter aprovação superior a 80% dos estudantes de Ensino Médio dos colégios Embraer em universidades públicas.
- Lançamento do ‘Social Tech’, novo programa com foco na qualificação em tecnologia de 1.500 pessoas de grupos minorizados, até 2025, para fornecer treinamento e qualificação para oportunidades de trabalho relacionadas à tecnologia.

“A demanda por profissionais qualificados na área de tecnologia é crescente no mercado de trabalho global, mas que muitas vezes não estão ao alcance de grupos minorizados. Com o Social Tech, esperamos contribuir para eliminar essas barreiras sociais e econômicas”, afirma Carlos Alberto Griner, Vice-Presidente de Pessoas, ESG e Comunicação da Embraer.

Será dada ênfase adicional à promoção da inclusão social dentro da Empresa. A Embraer está se comprometendo a fornecer e aprimorar o treinamento contínuo de diversidade e inclusão para 100% de seus cargos de liderança até 2021 e todos os funcionários até 2022. A Embraer dá continuidade à sua política de recrutamento diversificada e se compromete a realizar 50% de diversidade nas contratações para programas de entrada na companhia até 2025, além de aumentar a representação de mulheres na liderança sênior para 20% até 2025.

Durante o evento virtual para anunciar seus objetivos ESG, a Embraer relatou avanços em suas iniciativas de pesquisa em eletrificação aeronáutica, incluindo o primeiro voo de sua aeronave demonstradora totalmente elétrica. O protótipo utiliza um EMB-203 Ipanema e está realizando testes em voo na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, Brasil, como parte de uma cooperação tecnológica entre a Embraer e duas das maiores provedoras de soluções de mobilidade elétrica do Brasil, WEG e EDP. A parceria aumentou o conhecimento das tecnologias necessárias para incrementar a eficiência energética de uma aeronave e dos dispositivos elétricos que devem ser integrados em um sistema de propulsão inovador.

“Temos o compromisso de buscar as soluções que viabilizam o futuro de uma aviação mais sustentável e a inovação desempenhará um papel fundamental nesta jornada”, disse Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente de Engenharia, Tecnologia e Estratégia Corporativa da Embraer.

A Embraer também anunciou que a Embraer Executive Jets, sediada em Melbourne, na Flórida, é a primeira unidade industrial da Empresa que usará o Combustível Sustentável para a Aviação (SAF) regularmente a partir de 2021, reforçando o forte compromisso da aviação executiva com o meio ambiente. O SAF será usado em voos de demonstração e produção de jatos executivos da Embraer. A Embraer faz parte da Business Aviation Coalition for Sustainable Aviation Fuel (SAF), lançada em 2018, e vem promovendo discussões sobre o caminho a seguir para a continuidade da adoção do SAF na aviação executiva. A coalizão tem como objetivo reduzir as emissões por meio de investimentos e inovação.

Reconhecendo que a crise climática exige uma abordagem global e multisetorial, a Embraer também aderiu recentemente à iniciativa Target True Zero, lançada pelo Fórum Econômico Mundial (WEF), como parte do compromisso de alcançar metas de emissão zero na aviação por meio de novos sistemas de propulsão e tecnologias de combustível. A iniciativa identificará maneiras de acelerar a implantação de emissões zero na aviação, aproveitando as tecnologias elétricas e de hidrogênio.

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