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Em matéria publicada no seu canal do YouTube, o atirador e expert em armas Samuel Cout apresenta a a pistola microcompacta Taurus GX4 GRAF, produzida no Brasil e contendo grafeno em sua composição.
O detalhe importante é que, apesar de ser composta com o revolucionário grafeno, vir com dois carregadores (11 e 13 tiros) e um excelente coldre kydex, além de já estar preparada para a óptica, a arma custa, segundo Samuel Cout, cerca de R$ 5.000,00, bem mais barata que a importada dos EUA.
A Universidade Rice, nos Estados Unidos, apresentou o resultado de seus estudos na busca pela transformação de lixo automotivo em grafeno. O processo de reciclagem proposto é muito mais sustentável e econômico do que outros utilizados na indústria e ajuda a reduzir o lixo produzido e levado aos aterros. O novo material também poderá servir de base para uso em novos carros e até em baterias.
A equipe de cientistas afirma que os resíduos plásticos, obtidos do lixo, podem ser aquecidos a temperaturas acima de 2.700°C, e então transformados em grafeno. Esse processo de aquecimento é conhecido pelo nome de Flash Joule e precisa de apenas 10 milissegundos para chegar na temperatura desejada.
Segundo os pesquisadores, os carros possuem, em média, entre 200 e 350 quilogramas de resíduos plásticos que são descartados usualmente, após o fim da vida útil. Todavia, com o estudo realizado, a promessa é de que esse material possa ser incorporado novamente na indústria automotiva.
O processo conta com a trituração inicial dos resíduos, até atingir pedaços menores do que 1 mm de diâmetro. Em seguida, essas partículas recebem ação do processo Flash Joule, que converte a matéria em grafeno e libera os demais componentes pelo ar, como oxigênio, cloro, hidrogênio ou sílica.
Os pesquisadores ainda destacam que a pureza do material dependerá da composição dos resíduos plásticos. Por exemplo: a mistura de polietileno de alta densidade possui uma composição aproximada de 86% de carbono em massa, enquanto o cloreto de polivinila, um outro tipo de material, contém um percentual menor, de apenas 38%.
Os experimentos durante a pesquisa foram conduzidos a partir de peças plásticas residuais de picapes modelos Ford F-150, tais como revestimento das portas, assentos, juntas e carpetes. A partir dessas peças, foi realizado o procedimento descrito de trituração e superaquecimento, para então gerar peças mais resistentes em grafeno.
Na terça-feira (5), em São Pedro da Aldeia (RJ), a Marinha do Brasil realizou a Cerimônia de Ativação do 1º Esquadrão de ARP (Aeronaves Remotamente Pilotadas) – EsqdQE-1. Este evento deu início às operações de um novo tipo de meio para a Força.
A nova Organização Militar do setor operativo, subordinada ao Comando da Força Aeronaval, tem o propósito de contribuir com o processo decisório de planejamento e emprego do Poder Naval por meio da utilização de ARP.
A criação do EsqdQE-1 marca a história da Aviação Naval. A expectativa é que traga significativo aumento na capacidade operacional dos navios da força naval durante missões de inteligência, vigilância e reconhecimento.
Uso das aeronaves remotamente pilotadas O Esquadrão conta com seis modelos de aeronave ScanEagle. Além desses, há também lançadores e recolhedores para operação terrestre e embarcada. Os itens poderão operar no período diurno e noturno em atividades de controle naval do tráfego, inspeção naval, prevenção de ilícitos, pirataria, terrorismo, monitoramento de desastres e operação de socorro e salvaguarda da vida humana no mar.
A Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) anuncia a abertura de uma nova etapa de compras do Pro Training Sport CBC, maior programa de treinamento e incentivo ao esporte do tiro no país, em conjunto com confederações brasileiras e entidades do setor.
A segunda e última janela do programa neste ano ocorrerá entre 04 de julho e 31 de agosto de 2022. Assim como no período anterior, realizado em fevereiro de 2022, os pedidos devem totalizar até 15 mil unidades para pessoa física e até 40 mil unidades para pessoa jurídica, havendo quantidades mínimas para aquisição, conforme o tipo de produto e calibre. A sistemática de compras e vantagens para os atletas também permanecem as mesmas.
Conforme regras do programa, a participação do atleta ou instituição (federações e clubes) deverá ser diretamente indicado pela confederação ou entidade no qual está vinculado.
Entre as entidades que fazem parte atualmente do escopo do Pro Training Sport CBC estão a Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE), a Confederação Brasileira de Tiro Prático (CBTP), a Confederação Brasileira de Tiro Defensivo (CBTD), a Confederação Brasileira de Caça e Tiro (CBCT), a Liga Nacional de Tiro ao Prato (LNTP), a Federação Gaúcha de Caça e Tiro (FGCT) e a Liga Nacional do Atirador Desportivo (LINADE).
O programa contempla ao todo mais de 7 mil atletas e 210 clubes, visando a aquisição de produtos com condições comerciais exclusivas cedidas pela CBC para utilização única e exclusiva em treinos e competições oficiais nacionais e internacionais.
Esta é mais uma oportunidade para os atletas do tiro brasileiro anteciparem seus pedidos, garantindo suas compras em condições comerciais extremamente vantajosas e principalmente considerando que não estão planejadas novas janelas do programa em 2022, e há previsão de reajuste de preços dos produtos CBC para o 2º semestre, devido a questões macroeconômicas, especialmente aumento de matéria prima das munições e do serviço de transporte credenciado.
Ao todo, são mais de 35 produtos com condições comerciais exclusivas que podem ser adquiridos, seguindo as regras detalhadas do programa, entre modelos do cartucho de competição no calibre 12, calibres como o 9mm e .38SPL nas versões para treinamento, além do cartucho .22LR Target e insumos de munição para atendimento a modalidades específicas.
O benefício para aquisição dos produtos do programa Pro Training é por meio de desconto, sendo o percentual aplicado sobre a tabela de preços vigente para o esporte do tiro. O benefício é válido para apenas um calibre, de escolha do atleta, e não é cumulativo, caso o favorecido seja indicado por mais de uma entidade ou esteja vinculado a outros programas de incentivo da CBC. Caso o atleta seja elegível a compra de insumos, conforme regulamento do programa, deverá optar entre a compra de munições ou de seus componentes com o benefício do desconto.
Os participantes do programa também contam com vantagem na forma de pagamento, podendo a compra ser parcelada em até 10 vezes sem juros.
Os atletas (pessoas físicas) indicados deverão realizar a compra diretamente no portal armasmunicoes.com.br. Já no caso de pessoas jurídicas, a compra será atendida diretamente pela área comercial da CBC.
Os vouchers de desconto da segunda janela de compras para os elegíveis estarão disponíveis com as entidades a partir do dia 4 de julho de 2022.
Investimentos no mercado de tiro esportivo O programa Pro Training é um recente e importante investimento da CBC no mercado nacional, dentro da estratégia da Companhia em intensificar o crescimento do esporte do tiro no Brasil. O projeto resulta no aporte de mais de R$ 80 milhões no setor para atender as diversas frentes do tiro esportivo, dos atletas, que se beneficiarão diretamente ou indiretamente, englobando também as entidades e os clubes de tiro.
A empresa vem se renovando e trabalhando intensamente para viabilizar que os atletas no Brasil sejam de forma meritocrática incentivados a continuarem suas práticas desportistas, e investindo constantemente em sua estrutura e no mercado brasileiro, com o compromisso de oferecer aos clientes produtos de alta performance, empregando tecnologia de última geração.
A CBC oferece em seu portfólio importantes produtos voltados ao esporte, como por exemplo os cartuchos de competição no calibre 12 em diversas configurações para atendimento às modalidades do tiro esportivo. Também possui uma linha exclusiva dedicada a produção do calibre .22, inaugurada em 2020 na planta de Ribeirão Pires, a qual garantiu produtos com desempenho em padrão internacional, além de uma ampliação significativa no mercado, triplicando a capacidade produtiva na época, resultando em mais de 200 milhões de cartuchos/ano atuais.
"O Pro Training Sport CBC é uma das iniciativas que traduz a nossa confiança e compromisso com este segmento de mercado tão importante, do esporte do tiro, e que é parte especial da história da empresa”, afirma Paulo Ricardo Gomes, Diretor Comercial & Marketing da CBC.
Para mais informações sobre o programa Pro Training Sport CBC os interessados devem procurar diretamente a entidade a qual estão vinculados.
Já estão abertas as inscrições para a 4ª turma do Curso EAD de Economia de Defesa, destinado a militares e civis que buscam aprofundar conhecimentos sobre o tema e o seu papel na indústria brasileira. Os interessados podem realizar inscrição até 08 de julho.
O objetivo é promover a capacitação do aluno em Economia de Defesa e tudo o que ela engloba: desde a atuação da Secretaria de Produtos de Defesa até a exportação dos produtos, serviços e tecnologias do setor. As aulas ocorrerão de 11 de julho a 12 de agosto.
A economia de defesa engloba diversos elementos para promoção e apoio a uma Base Industrial de Defesa (BID) soberana e competitiva. Para isso, são necessários investimentos em pesquisa, inovação, tecnologia e produção.
Nesse sentido, a comercialização de produtos de defesa está relacionada com itens e equipamentos de proteção bélica e de segurança nacional, como sistemas de comando e controle, e de monitoramento de fronteiras.
A WEG anunciou hoje o lançamento da sua nova plataforma de aerogeradores. Com potência de 7 MW e 172 metros de diâmetro de rotor, o aerogerador se tornará a maior máquina em operação no mercado brasileiro. Mais potente e eficiente, o novo modelo traz melhores rendimentos para os projetos eólicos.
"Tivemos sucesso com nossa plataforma de 2.1 MW, que conta com 650 MW operacionais superando os compromissos de disponibilidade, bem como com a plataforma atual de 4.2 MW, onde já temos comercializado mais de 1.000 MW", explica João Paulo Gualberto da Silva, Diretor Superintendente de Energia da WEG. “De maneira a continuarmos crescendo no negócio de geração de energia eólica, é natural continuarmos expandindo e oferecendo aos nossos clientes soluções ainda mais eficientes e de alta tecnologia”, acrescenta.
Assim como nas demais plataformas, o conceito principal do design do aerogerador de 7 MW é ser um equipamento que alie competitividade com confiabilidade e facilidade de operação e manutenção, o que maximiza a produção de energia e o retorno sobre investimento aos clientes, além de trazer novas oportunidades de negócios para clientes brasileiros e também em outros países.
“Com equipes de engenharia especializada em aerogeradores no Brasil, Estados Unidos e Alemanha, além de capacidade para produzir muitos dos componentes internamente, como geradores, motores, eletrônicos, e até tintas, conseguiremos vantagens importantes de custos e qualidade”, acrescenta João Paulo.
Diferente da plataforma de 4,2 MW fabricada atualmente pela companhia, que se destaca pelo foco nas especificidades de vento e condições climáticos do Brasil, o novo aerogerador tem características adaptadas para também atender outros mercados. Sua tecnologia de acionamento Medium-Speed Geared (MSG), aliada a um conversor de potência plena, permite uma interconexão suave à rede elétrica, bem como flexibilidade para se adaptar e cumprir diferentes códigos de rede de cada país. Outra funcionalidade é a capacidade de fornecer energia reativa mesmo sem vento, que pode viabilizar outras receitas além da produção de energia. O novo projeto contempla ainda modularidade em seus componentes para simplificar a logística, como torre mais alta e um conceito de montagem mais fácil especialmente para relevos acidentados.
A fabricação dos novos aerogeradores acontecerá inicialmente no Brasil, no parque fabril de Jaraguá do Sul/SC, onde a empresa já produz aerogeradores e possui um centro de operações eólico que realiza o controle, monitoramento e análise de sua frota no país. Além disso, a WEG conta com softwares que empregam Inteligência Artificial e análises avançadas capazes de detectar deficiências de desempenho ocasionadas por situações climáticas adversas.
O protótipo do novo aerogerador de 7 MW deve entrar em operação no início de 2024 e o início da produção seriada é esperada para o ano seguinte.
Considerada uma das empresas mais inovadoras e internacionalizadas do Brasil, líder no mercado brasileiro e americano de transformadores para energias renováveis, a Companhia segue inovando permanentemente em todas as áreas e incorporando todos os anos em seu portfólio novos produtos e novos negócios.
A WEG é a responsável pelo fornecimento dos equipamentos de recarga Ultrarrápida instalado no Eletroposto Vibra, inaugurado na última quinta-feira, no Posto Arco-Íris Roseira, na Rodovia Presidente Dutra, KM 82, em Roseira (SP), no sentido Rio de Janeiro.
A estação de recarga WEMOB (WEG Electric Mobility) modelo Station, que está à disposição dos clientes Vibra, é ultrarrápida e possui três pontos de recarga, com plugues dos padrões CCS-2, CHAdeMO e conector Tipo 2, com potência máxima de saída de 150 kW em corrente contínua e 43 kW em corrente alternada, o que proporcionará aos usuários, dependendo da capacidade do veículo, o carregamento de até 80% da bateria em aproximadamente 20 minutos - o que permite, por exemplo, que a maioria dos veículos chegue ao Rio de Janeiro sem a necessidade de uma nova na recarga.
A inauguração do Eletroposto faz parte do início de um projeto robusto de rede de recarga elétrica que a Vibra pretende instalar em Postos Petrobras no país. Com um plano de negócios que prevê a instalação de 70 Eletropostos até o fim de 2023 (50 em rodovias), a Companhia almeja criar o maior corredor elétrico do Brasil, que conectará mais de 7 estados brasileiros, ligando toda a região Sul e Sudeste do país, além de cidades como Brasília. A companhia tem como meta disponibilizar o serviço de recarga de veículos elétricos em 25% da sua rede de postos até 2030. O projeto abraça também soluções de recarga em locais públicos como estacionamentos, pontos comerciais, shoppings e condomínios.
Parceira da Vibra neste projeto a WEG é a responsável pelo fornecimento das estações de recarga ultrarrápida, desenvolvidas especialmente para atender as necessidades de potência, velocidade de recarga e segurança que os usuários de veículos elétricos necessitam. Já a startup EZVolt será a responsável pela operação e manutenção da rede de eletropostos Vibra.
“A rede de distribuição de combustíveis possui uma capilaridade ímpar para fomentar o estabelecimento de postos de recarga de veículos elétricos e, com a disponibilização das estações ultrarrápidas da linha WEMOB Station nestes locais, o usuário passa a ter a comodidade de poder se deslocar entre cidades com seu veículo elétrico. Unindo os esforços da WEG e da Vibra contribuiremos para a aceleração da mobilidade elétrica em nosso país”, diz Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.
Neste momento, o serviço de recarga elétrica no Posto Arco-Íris será uma cortesia para os clientes da Vibra. Os clientes cadastrados no Premmia, que recarregarem seus veículos no Posto acumularão dez vezes mais pontos no programa. No futuro, o app do programa de relacionamento funcionará de forma integrada, permitindo além do pagamento pela recarga, o planejamento de viagens com a programação de paradas para recarga em eletropostos Vibra, com segurança e confiabilidade.
Sobre a Vibra Líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e de lubrificantes, a Vibra proporciona a melhor alternativa energética e de mobilidade a seus clientes, alinhada às melhores práticas de ESG do setor.
No mercado automotivo, a Vibra detém a licença de uso da marca Petrobras, formando uma rede com 8,3 mil postos de combustíveis, em todo o País. As franquias da Vibra Energia para o segmento são as lojas de conveniência BR Mania e os centros de lubrificação automotiva Lubrax+.
Com uma estrutura logística que garante sua presença em todas as regiões do país, a empresa conta com um portfólio de mais de 18 mil grandes clientes corporativos, em segmentos como aviação, transporte, indústrias, mineração, produtos químicos e agronegócio.
Planta industrial da Aeromot será no Distrito Industrial de Guaíba e prevê investimento de R$ 300 milhões.
*LRCA Defense Consulting - 03/07/2022
Com investimentos estimados em R$ 300 milhões, a Aeromot assinou, nesta quarta-feira (29/06), protocolo de intenções com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul para viabilizar um centro tecnológico aeronáutico que terá uma unidade de montagem de aeronaves. O documento, assinado pelo CEO da Aeromot, Guilherme Cunha, e pelo Governador Ranolfo Vieira Jr., estabelece que a unidade será no Distrito Industrial de Guaíba e, somente na primeira fase do projeto, receberá um aporte de cerca de R$ 80 milhões.
“Com o crescimento da Aeromot, a partir do redirecionamento de negócios e contando com parcerias com grandes fabricantes internacionais, a empresa teve um impulsionamento importante. Esse centro de desenvolvimento tecnológico e de montagem de aviões é a concretização de um plano muito bem embasado, planejado e que busca retomar o protagonismo do Rio Grande do Sul no mercado aeronáutico”, destaca o CEO da Aeromot, Guilherme Cunha.
Depois de cumpridas as etapas de licenciamentos ambientais e de aprovações nos órgãos reguladores de aviação civil, as obras do projeto devem ter início já em 2023. Ao todo, cerca de 1,3 mil empregos serão gerados, sendo 500 empregos diretos e 800 indiretos.
Além da montagem de aeronaves e fabricação de componentes e peças Aeronáuticas, o empreendimento também será ambiente propício para o desenvolvimento de programas de offset, transferência de tecnologia e pesquisa e desenvolvimento.
A Aeromot é tradicional fornecedora de aeronaves de uso múltiplo, conhecidas como aeronaves “multimissão”, tendo fornecido aeronaves com estas capacidades para diversos órgãos públicos, como: Corpos de Bombeiros de MG e RO, Policiais do RS, RN, RJ e Polícia Federal. Além disso, a empresa consolidou-se no mercado como uma das principais vendedoras de aeronaves novas no Brasil, para o setor privado principalmente. Ao todo a empresa entregou 47 unidades nos últimos cinco anos. Outras 32 aeronaves, incluindo aviões e helicópteros para segurança pública e proprietários privados, serão entregues nos próximos três anos.
Sobre a Aeromot A Aeromot – Aeronaves e Motores S/A – é uma empresa de tecnologia aeronáutica com mais de 54 anos de contribuição para a aviação brasileira, sendo fornecedora de soluções customizadas para o mercado aeronáutico militar e de segurança pública, com destaque para o fornecimento de aeronaves e sistemas multimissão, além de atuar no setor privado. A empresa ainda desenvolve projetos de integração de sistemas, fabricação de peças e manutenção aeronáutica. Considerada pelo Ministério da Defesa como uma empresa estratégica de defesa, por deter capacidades e competências de grande interesse estratégico do país. A Aeromot também é responsável exclusiva pela distribuição e pelo centro de serviços autorizados da empresa austro-canadense Diamond Aircraft no Brasil.
Atualmente, a matriz da Aeromot está em Porto Alegre, em um hangar do aeroporto Salgado Filho. Além disso, possui uma sede administrativa e industrial na avenida Sertório, na capital gaúcha, bem como um hangar em Belo Horizonte (MG), no aeroporto da Pampulha.
O presidente Jair Bolsonaro disse, em entrevista ao programa "Tucker Carlson Tonight", apresentado por Tucker Carlson, que pretende implementar uma lei sobre armas semelhante a dos Estados Unidos. Segundo ele, caso reeleito, espera ajuda do Congresso para mudar a política de armas no Brasil.
"Se for reeleito, se tudo correr bem, teremos um apoio substancial no Congresso e poderemos aprovar leis sobre armas de fogo muito parecidas com as dos EUA", disse o presidente. A entrevista para o canal americano Fox News, foi realizada na manhã desta quarta-feira, 30, no Palácio da Alvorada. O programa foi exibido na noite desta quinta, em horário nobre.
Bolsonaro disse ainda que trabalhou da melhor maneira com a legislação atual para permitir o avanço do uso de armas no país e reforçou que há mais pessoas armadas no Brasil por conta de seu trabalho. "Por meio de um decreto presidencial e também por meio de portarias ministeriais, interpretamos da melhor forma possível a legislação existente. Houve um aumento substancial no número de pessoas que possuem armas de fogo de forma legal no Brasil", disse o presidente.
Ele disse ainda que seu governo acredita que a população está mais segura com maior uso de armas. "Acreditamos que, uma vez que as pessoas estejam armadas, os bandidos, os ladrões pensarão duas vezes antes de invadir a propriedade de outras pessoas. Se, é claro, o número tivesse subido, eu seria culpado. Mas exatamente o oposto está acontecendo hoje", destacou.
A companhia brasileira do ramo de armas leves, Taurus Armas, divulgou balanço de 2021 no dia 16 de março e segundo os dados, a empresa obteve um lucro líquido de R$ 635 milhões com a venda de 2,3 milhões de armas ao longo do último ano.
Uma pistola G2C 9mm, conhecida por ser leve e compacta e muito popular ao redor do mundo, é hoje comercializada no Brasil por um preço médio de R$ 4 mil. ===xxx===
"Para contrapor as mentiras que artistas vomitam no exterior, aqui falo da histórica queda de homicídios no Brasil com o governo Bolsonaro, pela flexibilização do acesso a armas, para Tucker Carlson, a maior audiência dos EUA - que ecoa no mundo".
Jovem Pan News: presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que quer repetir no Brasil a legislação sobre armas adotada pelos EUA. Segundo Bolsonaro, caso seja reeleito, ele espera conseguir apoio no Congresso Nacional para mudar a política sobre armas no país.
Jovem Pan News: O comentarista Roberto Motta responde Amanda Klein com números sobre porte de armas no Brasil e analisa a notícia que o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que quer repetir no Brasil a legislação sobre armas adotada pelos EUA. Segundo Bolsonaro, caso seja reeleito, ele espera conseguir apoio no Congresso Nacional para mudar a política sobre armas no país.
Reforçando sua longa parceria em disponibilizar soluções para a Marinha do Brasil nas mais diversas embarcações de sua frota, a WEG forneceu recentemente dois alternadores da linha G i-Plus com potência nominal de 100 kVA, carcaça 250, 4 polos. Os alternadores são responsáveis pela geração de energia de toda a embarcação do navio de transporte fluvial Almirante Leverger.
Para atender as necessidades de proteção da aplicação, características desse tipo de aplicação, os alternadores foram especialmente desenvolvidos com grau de proteção IP44 e utilizando filtros nas entradas de ar, garantindo assim maior vida útil a solução.
Participando ativamente dessa entrega, a De Paula Engenharia foi responsável por fazer a montagem dos grupos geradores para a Marinha. Instalados no início de 2022, estes grupos geradores fazem parte de um fornecimento para a modernização do sistema atual de energia elétrica do navio e substituição dos grupos geradores existentes.
A embarcação percorre os trechos da bacia hidrográfica no estado do Mato Grosso pronto para receber os comandos da Marinha do Brasil, tais como patrulha fluvial, prestação de suporte às populações ribeirinhas, com apoio de atendimentos médicos, odontológicos e em atividades de defesa civil, assistência cívico social, entre outros. Este navio, além de transportar equipamentos para atendimento médico e odontológico, tem capacidade de transportar até 130 militares para os serviços ao qual é destinado.
Sendo assim, os alternadores são parte essencial na modernização do sistema de alimentação do navio, suprindo com confiabilidade a energia necessária, destacando-se a parceria de longo prazo entre Marinha do Brasil e WEG para os projetos nos barcos de patrulha, apoio, estudo e combate.
A WEG é o grande destaque do Prêmio Broadcast Empresas, elaborado pela Agência Estado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A companhia ficou com a 1ª posição entre as 204 empresas, com ações negociadas na B3, que mais geraram valor aos acionistas. Além disso, a empresa levou os prêmios especiais de Sustentabilidade e Novo Mercado.
Participaram da premiação empresas com ações listadas na Bolsa de Valores e que possuam patrimônio líquido acima de 10 milhões, balanços divulgados no prazo previsto em lei e estão em dia com seus credores no período analisado.
O ranking, que é anual e está na 22ª edição, avaliou sete indicadores que fazem parte do dia a dia dos investidores e profissionais do mercado financeiro: variação da rentabilidade patrimonial; pagamento de dividendos em relação ao patrimônio; índice preço/lucro (PL); preço/valor patrimonial da ação (P/VPA); oscilação da ação; volatilidade da ação; e liquidez.
O resultado do prêmio foi revelado na quinta-feira (30), às 14h, em evento online transmitido ao vivo pelo Youtube e Linkedin da Agência Estado e Portal Estadão. Representando a WEG, o evento contou com a participação especial do CEO da companhia, Harry Schmelzer Jr., que comentou sobre a retomada da economia no pós-pandemia, cadeia de suprimentos, eficiência energética e sustentabilidade.
“Para nós da WEG, é motivo de muita satisfação estarmos novamente nesta lista, e desta vez, alcançando o topo do ranking. Atribuo este resultado ao engajamento de todos os colaboradores WEG em mantermos a companhia na rota do crescimento, avançando cada vez mais no mercado internacional, em novas tecnologias e novos negócios”, declarou Harry.
Os executivos da #Embraer, Francisco Gomes Neto, nosso CEO, e Alexandre Silva, Presidente do Conselho de Administração, foram reconhecidos, na noite de ontem, com o Prêmio Executivo de Valor nas categorias “Veículos e Peças” e “Presidente de Conselho do Prêmio Executivo de Valor, respectivamente.
Na 22ª edição da premiação, organizada pelo jornal Valor Econômico, destacaram-se as lideranças com a capacidade de implementar uma gestão voltada à inovação, à sustentabilidade, à diversidade e à inclusão. Obrigado ao Valor Econômico pelo reconhecimento.
A Embraer anunciou hoje a assinatura de um acordo com a Toyota do Brasil para aplicação de fundamentos e conceitos do Sistema Toyota de Produção (TPS, na sigla em inglês) em suas operações industriais. A iniciativa visa eliminação de desperdícios, ganho de eficiência operacional e maior geração de valor aos stakeholders.
Na primeira fase do trabalho conjunto, uma equipe de especialistas do TPS, da Toyota do Brasil, passará a integrar a rotina da Embraer com o objetivo de avaliar e sugerir melhorias para a área de manufatura da principal fábrica da empresa, a Unidade Ozires Silva, localizada em São José dos Campos, no interior de São Paulo.
“Trazer a Toyota para a realização desse trabalho reforça o compromisso da Embraer na busca constante pela excelência empresarial e pelo crescimento sustentável”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer. “Será uma excelente oportunidade para troca e aprofundamento de conhecimentos que permitem acelerar ainda mais a aplicação da filosofia Lean nos sistemas produtivos, ao mesmo tempo que fortalece as práticas já disseminadas pelo Programa de Excelência Empresarial Embraer, o P3E.”
“O TPS é uma metodologia que pode contribuir em diferentes cenários e aplicações. Mais que eficiência e produtividade, a utilização do TPS pode proporcionar soluções que permitam à indústria e aos demais setores aprimorarem seus processos continuamente, essa que é um dos pilares da Toyota em todo o mundo. Há ainda uma possibilidade de contribuirmos com a agenda de ESG”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.
Desde 2007, a Embraer adota a filosofia Lean como estratégia empresarial que dissemina fundamentos, conceitos e práticas do P3E. Este programa é responsável por liderar as transformações de forma integrada, provendo meios para que toda a empresa possa dar saltos na melhoria dos seus processos. Este sistema de excelência visa a segurança em primeiro lugar, qualidade sempre, entregas no prazo e no melhor custo.
Referência no conceito de Indústria 4.0, a Embraer avança na vanguarda das tecnologias de manufatura com fábricas digitais, integradas e de baixo impacto ambiental, com melhoria contínua dos processos e adaptação de tecnologia às pessoas e processos. A partir de 2022, a meta da companhia é crescer neutra em carbono e, até 2024, ter 100% da energia das operações no Brasil proveniente de fontes renováveis.
Sobre o Sistema Toyota de Produção Desenvolvido e refinado ao longo de décadas, desde o início do século XXI, o TPS é uma filosofia de gerenciamento que ajuda a otimizar os resultados dos negócios com foco em segurança, logística e gestão de processos, sempre com qualidade e a um baixo custo. É um sistema que busca expor e resolver problemas nos mais diversos ambientes e situações, e que pode ser aplicado, portanto, a qualquer atividade em uma organização. Entre os principais conceitos do TPS que serão trabalhados junto a Embraer estão o just in time – que busca criar um fluxo contínuo de fabricação e maior parceria com fornecedores para o uso eficiente de peças e recursos, evitando o excesso de estoques e desperdícios – e o jidoka – que tem como objetivo melhorar a qualidade e o valor agregados dos trabalhos realizados em uma fábrica.
A empresa brasileira Embraer apresentou uma oferta à Força Aérea Egípcia para a aeronave de transporte militar KC-390 em um acordo que incluiria transferência de tecnologia e que, se bem sucedido, derrubaria a compra de 12 aeronaves C-130J-30 Hercules da Estados Unidos, que foi aprovado em janeiro pelo Departamento de Estado daquele país.
A Embraer apresentou sua oferta após a assinatura de acordos de cooperação e transferência de tecnologia militar entre Brasil e Egito. O KC-390, além de competitivo em custo, possui maior capacidade de carga útil, 26 toneladas, em comparação às 20 toneladas do Hércules. Ele pode realizar operações de reabastecimento aéreo e transportar 34 toneladas de combustível, além de decolar e pousar em pistas curtas e despreparadas.
Uma delegação das indústrias de defesa brasileiras viajou em maio passado para vários países árabes, incluindo Egito e Marrocos, a bordo de um KC-390, para discutir as possibilidades de acordos militares.
O Marrocos também sofre com a obsolescência da frota Hércules operada pela sua Força Aérea, e está de olho, à semelhança da Tunísia, Argélia e Egipto, no Super Hércules para se tornar o 4º país do Norte de África a renovar a sua frota com a última versão do C-130, aeronave com longa história na região.
A Embraer deve apostar bem nesse movimento, com facilidades financeiras e questões relacionadas ao offset, para tornar sua proposta uma oferta suficientemente atrativa em relação à da gigante norte-americana Lockheed Martin. ===xxx===
Interesse egípcio em produtos da Indústria de Defesa do Brasil?
*LRCA Defense Consulting - 30/06/2022
De acordo com o portal Tactical Report, em publicação de 27 de junho, o Egito estaria interessado em adquirir o Sistema de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área (Astros 2020), fabricado pela empresa brasileira de defesa Avibras. O Ministério da Produção Militar do Egito (MoMP) estaria considerando assinar o contrato do acordo, juntamente com a transferência de tecnologias (ToT) e acordos de co-produção.
A mesma fonte publicou, em 02 de junho, que o Egito estaria próximo de adquirir mísseis AV-TM 300 junto com sua plataforma de lançamento, o sistema Avibras Astros II MK6, observando ainda que este acordo faria parte de uma série mais ampla de acordos que foram recentemente assinados entre o Egito e empresas de defesa brasileiras.
Já no dia 08 de junho, o Tactical Report publicou que Egito estaria atualmente em negociações com o Brasil para a aquisição do radar de defesa aérea Embraer SABER, sem especificar o modelo (a foto publicada foi a do M60). Negociações seriam muito promissoras e estariam progredindo.
No dia 24 de maio, o portal divulgou que o Egito teria assinado um contrato de licença com a multinacional brasileira Taurus Armas para o estabelecimento de uma filial no país para produção de armamento leve. Consultada, a empresa brasileira negou a afirmação.
“Vidas estão em jogo”, disse o presidente Biden depois que a Suprema Corte considerou inconstitucional o regime restritivo de permissão de armas do estado de Nova York na semana passada. A governadora Kathy Hochul alertou: “Isso pode colocar milhões de nova-iorquinos em perigo”. A experiência do Brasil sugere o contrário.
Em 2018, um ano antes de Jair Bolsonaro se tornar presidente, o Brasil tinha uma das maiores taxas de homicídios entre os países desenvolvidos: 27,8 por 100.000 pessoas, comparado com 5 por 100.000 nos EUA. A solução de Bolsonaro: “Dê armas para pessoas boas. Deixe as pessoas terem armas para que tenham a chance de se defender.”
No Brasil, armas de fogo do mercado negro estão amplamente disponíveis para criminosos, e 70% dos assassinatos em 2019 envolveram armas de fogo. Quando Bolsonaro assumiu o cargo, havia cerca de 330.000 proprietários de armas de fogo licenciados no Brasil. Na época, de acordo com a BBC , “apenas grupos estritamente definidos de pessoas, incluindo policiais e oficiais de segurança, podem obter uma licença de porte de arma”. Em 2019, quando as muitas mudanças de Bolsonaro começaram a entrar em vigor, o Brasil adicionou mais de 400.000 proprietários de armas de fogo licenciados.
Durante sua campanha presidencial, os críticos disseram que ele estava perigosamente errado. Um redator da Bloomberg Opinion zombou : “É difícil comprar as propostas atuais defendidas por lobistas de armas e alguns políticos que visam tornar o Brasil mais seguro afrouxando os controles”. O New York Times escreveu em uma notícia que suas propostas estavam “preocupando alguns especialistas que argumentam que mais armas alimentam mais violência”.
As leis brasileiras anteriores a 2019 pareciam a lista de desejos dos defensores americanos do controle de armas. Possuir uma arma sem licença acarretava uma sentença de quatro anos de prisão. Em comparação, quase nenhum estado nos EUA exige uma licença para possuir uma arma, e 25 estados não exigem uma licença para portar uma arma.
No Brasil, os aspirantes a proprietários de armas precisam ter pelo menos 25 anos, passar por triagem psicológica e de aptidão técnica, apresentar comprovante de emprego e explicar por que desejam uma arma de fogo. O Sr. Bolsonaro eliminou os requisitos de triagem psicológica e outros.
Em novembro de 2021, Bolsonaro fez 32 mudanças para facilitar as leis de armas do Brasil. Os brasileiros foram autorizados a possuir armas cada vez mais poderosas – até seis armas e até .50, o mesmo calibre máximo dos EUA.
Antes de Bolsonaro, os brasileiros tinham que pagar US$ 260 por uma nova licença de arma e US$ 25 a cada três anos para renová-la. Isso colocou a posse legal de armas fora do alcance dos pobres. A taxa de licença inicial caiu para cerca de US$ 18,50 e as licenças são válidas por 10 anos.
Em vez de aumentar, a criminalidade declinou acentuadamente no Brasil. Em três anos sob o governo de Bolsonaro, a taxa de homicídios caiu 34%, para 18,5 por 100.000.
A mídia e os defensores do controle de armas estavam errados sobre o Brasil. O Sr. Biden e a Sra. Hochul devem tomar nota.
*O Sr. Lott é presidente do Crime Prevention Research Center e autor de “More Guns, Less Crime”.