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17 julho, 2022

Grafeno: com tecnologia disruptiva totalmente brasileira, Taurus revoluciona o mercado mundial de armas leves


*LRCA Defense Consulting - 17/07/2022

Entenda, em cinco vídeos, porque a multinacional Taurus Armas S.A. está revolucionando o mercado mundial de armamento leve ao desenvolver, em parceria com a Universidade de Caxias do Sul, uma tecnologia disruptiva totalmente brasileira com base no emprego do grafeno em suas armas.

Salesio Nuhs, CEO Global da TAURUS, mostra porque a GX4 Graphene é revolucionária e chegou trazendo uma nova geração de pistolas.


Diego Piazza, coordenador do projeto UCSGRAPEHENE, apresenta o que é o grafeno e quais são seus diferenciais.


Evaldo Kuiava, ex-reitor da Universidade de Caxias do Sul, fala sobre a tecnologia brasileira do grafeno.


A capitã do time de atletas TAURUS nos Estados Unidos, Jessie Harrison, explica quais são os diferenciais da inovadora GX4 Graphene.


A revolucionária GX4 Graphene, a primeira pistola do mundo com grafeno. Uma inovação brasileira, da TAURUS para o mundo.
 
 



 

WEG reforça parceria com a Stellantis na Argentina


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A WEG, fornecedora oficial de estações de recarga para veículos elétricos das marcas Peugeot, Fiat, Citroën e Jeep no Brasil, ampliou sua parceria com a Stellantis para fornecer os equipamentos para as unidades do Grupo na Argentina.

O acordo entre a WEG Argentina e a Peugeot foi firmado para o lançamento do novo 3008 Híbrido Plug-in e prevê a instalação dos modelos WEMOB PARKING nas diversas Concessionárias da Peugeot no país, além de entregar um modelo WEMOB WALL para cada veículo elétrico vendida.

Ambos os modelos de estação de recarga da WEG apresentam um design moderno, compacto e fácil de instalar, sendo o modelo WALL desenvolvido para uso interno ou externo, com todas as proteções para instalação em garagem ou estacionamento residenciais, entregando ao veículo uma potência de 7,4kW e o modelo PARKING, com 22kW de potência, desenvolvido especialmente para uso compartilhado em estacionamentos públicos e privados, proporciona uma recarga até 3 vezes mais rápida.

A WEG segue focada no desenvolvimento constante de tecnologia para atender esse mercado que cresce cada vez mais em todo o mundo.

SOBRE O NOVO PEUGEOT 3008 HÍBRIDO PLUG-IN
O novo SUV PEUGEOT 3008 HYBRID4 entrega 300HP com seus três motores, um de combustão com 200HP e dois elétricos com 50HP cada um. Com 4 modos de condução, entre híbridos e elétricos onde o motorista pode escolher, dependendo do terreno e das características exigidas em cada o momento. No modo 100% elétrico, o modelo oferece uma autonomia de 58kms aos usuários.

Por que os negócios estão em alta para startups militares de Inteligência Artificial


*MIT Technology Review - 15/07/2022

Exatamente duas semanas depois que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro, Alexander Karp, CEO da empresa de análise de dados Palantir, fez uma proposta para líderes europeus. Com a guerra à porta, os europeus deveriam modernizar seus arsenais com a ajuda do Vale do Silício, argumentou ele em uma carta aberta.

Para que a Europa “permaneça forte o suficiente para derrotar a ameaça de ocupação estrangeira”, escreveu Karp, os países precisam abraçar “a relação entre tecnologia e estado, entre empresas disruptivas que buscam desalojar o controle de empresas entrincheiradas e os ministérios do governo federal com financiamento”.

Os militares estão respondendo ao chamado. A OTAN anunciou em 30 de junho que está criando um fundo de inovação de US$ 1 bilhão que investirá em startups em estágio inicial e fundos de capital de risco que desenvolvem tecnologias “prioritárias”, como Inteligência Artificial (IA), processamento de Big Data e automação.

Desde o início da guerra, o Reino Unido lançou uma nova estratégia de IA especificamente para defesa, e os alemães destinaram pouco menos de meio bilhão para pesquisa e inteligência artificial decorrentes da injeção de capital de US$ 100 bilhões que haviam realizado para suas forças armadas.

“A guerra é um catalisador para a mudança”, diz Kenneth Payne, que lidera a pesquisa de Estudos de Defesa no King’s College London (Reino Unido) e é autor do livro I, Warbot: The Dawn of Artificially Intelligent Conflict.

A guerra na Ucrânia acrescentou urgência ao esforço de usar mais ferramentas de IA no campo de batalha. Quem tem mais a ganhar são startups como Palantir, que esperam lucrar com a corrida dos militares para atualizar seus arsenais com as tecnologias mais recentes. Em contrapartida, as preocupações éticas de longa data sobre o uso da IA na guerra também assumiram um caráter mais urgentes à medida que a tecnologia se torna cada vez mais avançada, em oposição a perspectiva de restrições e regulamentações que regem seu uso, que parece mais remota do que nunca.

A relação entre tecnologia e militares nem sempre foi tão amigável. Em 2018, após protestos e indignação dos funcionários, o Google desistiu do Projeto Maven do Pentágono, uma tentativa de construir sistemas de reconhecimento de imagem para melhorar os ataques de drones. O episódio causou um debate acalorado sobre direitos humanos e a moralidade do desenvolvimento de IA para armas autônomas.

Também levou a pesquisadores de alto nível de IA a prometerem não trabalhar em IA letal, como Yoshua Bengio , vencedor do Prêmio Turing, e Demis Hassabis, Shane Legg e Mustafa Suleyman, fundadores do principal laboratório de IA da DeepMind.

Mas quatro anos depois, o Vale do Silício está mais perto das forças armadas do mundo do que nunca. E não são apenas as grandes empresas — as startups estão finalmente recebendo mais atenção, diz Yll Bajraktari, que anteriormente foi diretor executivo da Comissão de Segurança Nacional dos EUA em IA (NSCAI, pela sigla em inglês) e agora trabalha para o Special Competitive Studies Project, um grupo que fazem pressão por uma maior adoção de IA nos EUA.

Por que IA?
As empresas que vendem IA militar fazem grandes reivindicações sobre o que sua tecnologia pode fazer. Eles dizem que ela pode ajudar com tudo, desde o mundano ao letal, desde a triagem de currículos até o processamento de dados de satélites ou o reconhecimento de padrões em dados para ajudar os soldados a tomar decisões mais rápidas no campo de batalha. O software de reconhecimento de imagem pode ajudar na identificação de alvos. Os drones autônomos podem ser usados para vigilância ou ataques em terra, ar ou água, ou para ajudar os soldados a entregar suprimentos com mais segurança do que é possível por terra.

Essas tecnologias ainda estão em sua infância no campo de batalha, e os militares estão passando por um período de experimentação, diz Payne, às vezes sem muito sucesso. Existem inúmeros exemplos da tendência das empresas de IA de fazer grandes promessas sobre tecnologias que acabam não funcionando como anunciado, e as zonas de combate talvez estejam entre as áreas tecnicamente mais desafiadoras para implantar a IA porque há poucos dados de treinamento relevantes. Isso pode fazer com que sistemas autônomos falhem de “maneira complexa e imprevisível”, argumentou Arthur Holland Michel, especialista em drones e outras tecnologias de vigilância, em um artigo para o Instituto das Nações Unidas para Investigação sobre Desarmamento.

No entanto, muitos militares estão fazendo pressão. Em 2021, em um comunicado de imprensa redigido em termos vagos, o exército britânico anunciou orgulhosamente que havia usado a IA em uma operação militar pela primeira vez, para fornecer informações sobre o ambiente e o terreno circundante. Os EUA estão trabalhando com startups para desenvolver veículos militares autônomos. No futuro, enxames de centenas ou mesmo milhares de drones autônomos que os militares dos EUA e da Grã-Bretanha estão desenvolvendo podem provar ser armas poderosas e letais.

Muitos especialistas estão preocupados. Meredith Whittaker, consultora sênior de IA da Federal Trade Commission e diretora do corpo docente do AI Now Institute, diz que esse esforço é realmente mais para enriquecer as empresas de tecnologia do que para melhorar as operações militares.

Em um artigo para a revista Prospect escrito em conjunto a Lucy Suchman, professora de sociologia da Lancaster University (Reino Unido), ela argumentou que os impulsionadores da IA estão alimentando a retórica da Guerra Fria e tentando criar uma narrativa que posicione a Big Tech como “infraestrutura nacional crítica”, ou seja, muito grande e importante para desmembrar ou regular. Eles alertam que a adoção da IA pelos militares está sendo apresentada como uma inevitabilidade e não como é realmente: uma escolha ativa que envolve complexidades éticas e compensações.

Baús de guerra de IA
Com a controvérsia em torno do Maven ficando esquecida no passado, as vozes que pedem por mais IA na defesa tornaram-se cada vez mais altas nos últimos dois anos.

Um dos mais barulhentos foi o ex-CEO do Google, Eric Schmidt, que presidiu o NSCAI e pediu que os EUA fossem mais agressivos em suas abordagens de adoção de IA militar.

Em um relatório do ano passado, descrevendo as etapas que os Estados Unidos devem tomar para acelerar a IA até 2025, o NSCAI pediu que os militares dos EUA invistam US$ 8 bilhões por ano nessas tecnologias, caso contrário, correm o risco de ficar atrás da China.

Os militares chineses provavelmente gastam pelo menos US$ 1,6 bilhão por ano em IA, de acordo com um relatório do Centro de Segurança e Tecnologia Emergente (CEST, pela sigla em inglês) da Universidade Georgetown, e nos EUA já há um esforço significativo em andamento para alcançar a paridade, diz Lauren Kahn, pesquisadora no Conselho de Relações Exteriores. O Departamento de Defesa dos EUA solicitou US$ 874 milhões em Inteligência Artificial para 2022, embora esse número não reflita o total dos investimentos em IA do departamento, disse em um relatório de março desse ano.

Não são apenas os militares dos EUA que estão convencidos dessa necessidade. Os países europeus, que tendem a ser mais cautelosos na adoção de novas tecnologias, também estão gastando mais dinheiro em IA, diz Heiko Borchert, codiretor do Defense AI Observatory da Universidade Helmut Schmidt em Hamburgo, Alemanha.

Os franceses e os britânicos identificaram a IA como uma tecnologia de defesa fundamental, e a Comissão Europeia, o braço executivo da União Europeia, destinou US$ 1 bilhão para desenvolver novas tecnologias de defesa.

Obstáculos bons e ruins
Construir demanda por IA é uma coisa. Conseguir que os militares a adotem é outra completamente diferente.

Muitos países estão impulsionando a narrativa da IA, mas estão enfrentando dificuldades para passar do mero conceito à implantação, diz Arnaud Guérin, CEO da Preligens, uma startup francesa que vende vigilância de IA. Isso ocorre em parte porque a indústria de defesa na maioria dos países ainda é geralmente dominada por um punhado de grandes empreiteiros, que tendem a ter mais experiência em hardware militar do que em software de IA, diz ele.

Isso também se deve graças aos processos de habilitação militar desajeitados, que se movem lentamente em comparação com a velocidade vertiginosa que estamos acostumados a ver no desenvolvimento de IA: contratos militares podem durar décadas, mas no ciclo acelerado das startups, as empresas têm apenas um ano ou mais para decolar.

Startups e capitalistas de risco expressaram frustração pelo fato de o processo estar se movendo tão lentamente. O risco é que engenheiros talentosos saiam de seus empregos no Facebook e Google e acabem frustrados à medida que startups vão à falência esperando por contratos de defesa, argumenta Katherine Boyle, sócia geral da empresa de capital de risco, Andreessen Horowitz.  

“Alguns desses obstáculos são totalmente críticos, principalmente neste setor, onde as preocupações com a segurança são muito reais”, diz Mark Warner, que fundou a FacultyAI, uma empresa de análise de dados que trabalha com os militares britânicos. “Mas outros não são… e de certa forma consagraram a posição de titulares”.

As empresas de IA com ambições militares precisam “permanecer no mercado por muito tempo”, diz Ngor Luong, analista de pesquisa que estudou as tendências de investimento em IA no CEST.

Os militares estão em apuros, diz Kahn: vá rápido demais e arrisque implantar sistemas perigosos e falhos, ou vá muito devagar e perca o avanço tecnológico. Os EUA querem ir mais rápido, e por isso o seu Departamento de Defesa recrutou a ajuda de Craig Martell, ex-diretor de IA da empresa de transporte compartilhado, Lyft.

Em junho de 2022, Martell assumiu o comando do novo Escritório de Inteligência Artificial Digital do Pentágono, que visa coordenar os esforços de IA dos militares dos EUA. A missão de Martell, disse ele à Bloomberg, é mudar a cultura do departamento e impulsionar o uso da IA pelos militares apesar da “inércia burocrática”.

Ele pode ter alguma vantagem, já que as empresas de IA já estão começando a fechar contratos militares lucrativos. Em fevereiro, a Anduril, uma startup de cinco anos que desenvolve sistemas de defesa autônomos, como drones submarinos sofisticados, fechou um contrato de defesa de US$ 1 bilhão com os EUA. Em janeiro, a ScaleAI, uma startup que fornece serviços de rotulagem de dados para IA, ganhou um contrato de US$ 250 milhões com o Departamento de Defesa dos EUA.

Cuidado com o entusiasmo
Apesar da marcha constante da IA em direção ao campo de batalha, as preocupações éticas que motivaram os protestos em torno do Projeto Maven não desapareceram.

Houve alguns esforços para atenuar essas preocupações. Consciente de que tem um problema de confiança, o Departamento de Defesa dos EUA lançou diretrizes de “inteligência artificial responsável” para desenvolvedores de IA, e também tem suas próprias diretrizes éticas para o uso da tecnologia. A OTAN tem uma estratégia de IA que estabelece diretrizes éticas voluntárias para seus países membros.

Todas essas diretrizes exigem que os militares usem a IA de maneira legal, responsável, confiável e rastreável e busquem mitigar os preconceitos incorporados nos algoritmos.

Um de seus conceitos básicos é que os humanos devem sempre manter o controle dos sistemas de IA. Mas à medida que a tecnologia se desenvolve, isso não será realmente possível, diz Payne.

“O objetivo de um [sistema] autônomo é permitir que ele tome uma decisão com mais rapidez e precisão do que um humano poderia fazer, e em uma escala que um humano não pode fazer”, diz ele. “Você está efetivamente prejudicando a si mesmo se disser ‘Não, vamos pleitear toda e cada decisão’.”

Ainda assim, os críticos dizem que são necessárias regras mais rigorosas. Existe uma campanha global chamada Stop Killer Robotsucra (em tradução livre, Parem os Robôs Matadores) que busca banir armas autônomas letais, como enxames de drones. Ativistas, funcionários de alto nível, como o chefe da ONU, António Guterres, e governos como o da Nova Zelândia argumentam que as armas autônomas são extremamente antiéticas, porque dão às máquinas controle sobre decisões de vida ou morte e podem prejudicar desproporcionalmente comunidades marginalizadas por meio de vieses algorítmicos.

Enxames de milhares de drones autônomos, por exemplo, podem se tornar essencialmente armas de destruição em massa. Restringir essas tecnologias será uma batalha difícil porque a ideia de uma proibição global enfrentou a oposição de grandes investidores militares, como EUA, França e Reino Unido.

Por fim, a nova era da IA militar levanta uma série de questões éticas difíceis para as quais ainda não temos respostas.

Uma dessas questões é, em primeiro lugar, quão automatizadas queremos que as forças armadas sejam, diz Payne. Por um lado, os sistemas de IA podem reduzir as baixas tornando a guerra mais direcionada, mas, por outro, você está “efetivamente criando uma força robótica mercenária para lutar em seu nome”, diz ele. “Isso distancia sua sociedade das consequências da violência”. 

Permissão para compra de armas no Brasil cresce 1.451% desde 2018


*Jornal O Sul - 17/07/2022

Três anos depois do início da flexibilização da posse de armas no País, o Brasil inflou o potencial de acesso a armamentos por cidadãos comuns, chegando hoje a 46 milhões de permissões de compra concedidas a caçadores e atiradores. Este é o total de armas que, após mudanças recentes na legislação, podem ser adquiridas por membros dessas categorias, que também tiveram crescimento de pessoas registradas. O cenário revela que hoje há 605,3 mil pessoas – se incluídos também os colecionadores –, que têm carteirinhas ativas para acesso a armamento, inclusive pesado, e munição.

Isso é mais do que o total do efetivo de PMs em ação no País, que hoje chega a 406,3 mil agentes, ou de militares em serviço, que somam 357 mil pessoas nas Forças Armadas.

O contingente total de CACs – caçadores, atiradores e colecionadores – triplicou desde 2019. Com isso, hoje já são 1,25 milhão de registros ativos. O número supera o de pessoas autorizadas a ter arma porque cada integrante das três categorias pode ter um registro sobreposto. Ou seja, um caçador também pode ser atirador ou colecionador, por exemplo.

Outro aspecto preocupante é que o total de armas autorizadas para cada registro aumentou desde 2018. Um caçador pode ter até 30 armas e um atirador esportivo, 60, depois que uma série de restrições para compra foram derrubadas.

O total de 46 milhões de permissões para aquisição de armamento é 1.451% maior do que a comercialização consentida em 2018, um ano antes das mudanças legais. Naquele ano, o montante ficava em torno de 3 milhões de armas autorizadas a caçadores e atiradores. Com relação às munições liberadas para aquisição por essas categorias, o salto é ainda maior. A venda permitida atualmente é de 138,5 bilhões de unidades, 1.548% mais do que as 8,4 bilhões autorizadas naquele ano.

Leia a notícia completa (comentários e dados dos Institutos Igarape e Sou da Paz) aqui.

Parceria entre Embraer e Raízen estimula produção de combustível de aviação sustentável (SAF)


*LRCA Defense Consulting - 17/07/2022

A Embraer e a Raízen assinaram hoje uma Carta de Intenções com o compromisso das Companhias de estimularem o desenvolvimento do ecossistema de produção de combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês), reforçando a agenda de sustentabilidade das duas empresas.

Entre as intenções, a Embraer irá se tornar a primeira fabricante de aeronaves a consumir SAF que poderá ser distribuído pela Raízen, empresa referência global em bioenergia. A iniciativa beneficia a indústria de transporte aéreo em todo o mundo e o uso da tecnologia é também parte fundamental da estratégia da Embraer em neutralizar a pegada de carbono de suas operações até 2040, uma vez que mais de 60% das emissões nas operações da empresa (escopo 1) decorrem do uso de querosene de aviação em ensaios e voos de produção.

“O SAF tem um papel fundamental na redução das emissões da aviação no curto e médio prazo. Diante disso, este acordo visa estimular o crescimento e a sustentabilidade da cadeia de valor como um todo”, disse Carlos Alberto Griner, Vice-Presidente de Pessoas, ESG e Comunicação da Embraer. “ESG é um dos pilares do nosso plano estratégico e estamos buscando todas as oportunidades para acelerar a redução das nossas emissões de carbono.”

O movimento também reforça o empenho da Raízen no desenvolvimento e pesquisa em combustíveis sustentáveis para setores que estão se mobilizando para buscar soluções em seus desafios de redução de pegada de carbono.

“Como empresa integrada de energia, a Raízen tem metas desafiadoras ao pretender ampliar em 80% sua oferta de renováveis para o mercado e fazer esse aumento com a maior eficiência possível no nosso processo produtivo e na ajuda da redução do impacto de nossos clientes. Como os maiores produtores de etanol de cana-de-açúcar no mundo, é natural estarmos olhando para uma possível oferta de SAF. Esta parceria com a Embraer, uma referência global, reforça a agenda de sustentabilidade e expansão do portfólio da companhia”, explica Antonio Cardoso, vice-presidente de Marketing e Serviços da Raízen.

A expectativa é que a Raízen contribua para que a Embraer atinja a meta de ter misturas de SAF representando 100% do seu consumo de combustível no Brasil até 2030.

“A parceria com a Raízen demonstra nosso pioneirismo no tema e simboliza as diversas oportunidades de parcerias estratégicas que podem gerar novas possibilidades de negócios na área de combustíveis sustentáveis para a nossa empresa e a indústria de transporte aéreo como um todo”, disse Roberto Chaves, Diretor Global de Suprimentos da Embraer.

Sobre a Embraer 
Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda. 
Desde sua fundação, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros. 

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa. 

Sobre a Raízen
Com o propósito de redefinir o futuro da energia a partir de um amplo portfólio de soluções renováveis, a Raízen possui um modelo de atuação único e irreplicável, sendo protagonista em todos os setores em que atua e liderando a transição energética do País. Ao promover impacto positivo a todos os seus stakeholders, a empresa tem como compromisso produzir hoje a energia do futuro, por meio do crescimento sustentável lucrativo do negócio, orientada por metas factíveis, sólidas e alinhadas ao seu propósito.

Por meio de tecnologias avançadas e proprietárias, a Raízen tem ampliado seu portfólio de renováveis, como o etanol de segunda geração (E2G), o biogás/biometano e a bioeletricidade de fontes 100% limpas. Desde sua formação, a Raízen já evitou 30 milhões de toneladas de C02 e tem como objetivo ampliar o potencial de descarbonização por meio de seus produtos para mais de 10 milhões de toneladas de CO2 evitados por ano. Ainda, a empesa como um de seus objetivos, ser o melhor parceiro na descarbonização, por isso, assumiu a meta de ter 80% do EBITDA de negócios e fontes renováveis até 2030.

Com um time de mais de 40 mil funcionários, opera 35 parques de bioenergia, com capacidade instalada para moagem de 105 milhões de toneladas de cana com cerca de 1,3 milhão de hectares de áreas agrícolas cultivadas com tecnologia de ponta e colheita totalmente mecanizada. Na safra 21´22, produziu 3,5 bilhões de litros de etanol, 6,2 milhões de toneladas de açúcar e 2,9 TWh de bioenergia produzida a partir da biomassa da cana.

Por meio de uma rede de mais de 7.900 mil postos revendedores que estampam a marca Shell no Brasil, na Argentina e no Paraguai, atende milhões de consumidores diariamente em suas jornadas, oferecendo desde os exclusivos combustíveis da família Shell V-Power até praticidade e benefícios na hora do pagamento com o aplicativo Shell Box. Pelo Grupo Nós (Joint venture com a FEMSA Comercio), atua no varejo de conveniência e proximidade com mais de 1.400 lojas Shell Select e com os mercados OXXO. Na safra 21´22 comercializou 34 bilhões de litros de combustíveis por meio de sua infraestrutura que conta com mais de 70 terminais de distribuição pelo país, com presença em 19 portos e 70 bases de abastecimento em aeroportos.

Está entre as maiores empresas do Brasil. Na safra 21’22, a Raízen apresentou uma receita líquida de R$ 196 bilhões, gerando emprego e renda, dinamizando a economia e promovendo impacto social positivo por meio de inúmeras ações, com destaque para a Fundação Raízen, instituição sem fins lucrativos que há 20 anos atua na educação de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.

16 julho, 2022

Índia está a caminho de se tornar economia que mais cresce no mundo, diz RBI


*Money Times - 16/07/2022

A economia da Índia tem permanecido resiliente diante do cenário negativo global e, com a inflação saindo de seu pico recente, deve permanecer no caminho de se tornar a economia que mais cresce no mundo, disse o Reserve Bank of India (RBI) neste sábado.

O recente ressurgimento da monção no sudoeste e o plantio renovado aumentaram as expectativas de que a demanda rural em breve alcançará os gastos urbanos e consolidará uma recuperação, disse o RBI em boletim.

“Os efeitos indiretos de repercussões geopolíticas são visíveis em vários setores, diminuindo o ritmo da recuperação”, disse o banco central indiano.

“Apesar desse choque avassalador, há faíscas que inflamam a força inata da economia e a colocam no caminho de se tornar a economia que mais cresce no mundo, embora sitiada por medos de recessão.”

O banco não deu um prazo, no entanto.

Embraer está construindo um portfólio diversificado na Área de Defesa

Imagem ilustrativa

*Agência de Notícias Brasil-Árabe - 14/07/2022

O executivo da Embraer, *Rodrigo Pérsico (foto abaixo) escreve matéria sobre as aeronaves de Defesa & Segurança da empresa e o desenvolvimento de um portfólio diversificado para abastecer o setor.

A Embraer é mundialmente conhecida pela qualidade e excelência de suas aeronaves, alcançando notável reconhecimento como líder mundial no segmento de jatos comerciais de até 150 assentos e na linha de jatos executivos. No segmento de defesa, a Embraer é mais conhecida por aeronaves como o A-29 Super Tucano, líder mundial no segmento de ataque leve e treinamento, e pelo C-390 Millennium, uma nova aeronave de transporte multimissão.

Apesar disso, na última década, a Embraer Defesa & Segurança, seu braço com foco militar, investiu fortemente na diversificação de seu portfólio de produtos, oferecendo atualmente soluções abrangentes, que incluem sistemas para domínios aéreo, terrestre, marítimo, espacial e cibernético.

À medida que as necessidades dos clientes evoluem, agora podemos oferecer uma variedade de sistemas de defesa que, combinados com várias plataformas, ajudam comandantes e operadores a coletar dados mais rapidamente, analisar opções com mais precisão e agilizar decisões com mais eficiência.

Por exemplo, em radares, a Embraer está entregando a solução de monitoramento de fronteiras ao governo brasileiro. O Projeto SISFRON é a maior operação de vigilância de fronteiras do mundo e utiliza uma gama de radares próprios da Embraer e comunicações táticas e estratégicas ligadas aos centros de comando e controle.

Como exportador por natureza e com uma base global de clientes, a Embraer tem promovido uma progressiva internacionalização de suas operações, com o objetivo estratégico de conquistar novos negócios e fortalecer a marca em mercados selecionados. Hoje, os produtos e soluções de Defesa e Segurança da Embraer estão operando em mais de 60 países.

Em 2011, por exemplo, a Embraer ampliou sua presença institucional na região do Golfo com a abertura de um escritório de marketing e vendas em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com foco na abertura de novos mercados e na aproximação com clientes importantes em diversos segmentos de mercado.

O Líbano, por exemplo, opera atualmente o A-29 Super Tucano, além de aviões comerciais e executivos que voam em alguns países da região. Hoje, vemos oportunidades muito boas na região para produtos de defesa e segurança. No entanto, não buscamos apenas vendas, mas parcerias estratégicas e novos desenvolvimentos. A Embraer Defesa & Segurança está em uma posição única para construir soluções customizadas, incluindo colaboração real para alcançar resultados em que todos ganham.

Em termos de inovações e futuro, a Embraer anunciou algumas metas ambientais no ano passado. Atualmente, a Embraer tem mais de quatro mil funcionários comprometidos com pesquisa e desenvolvimento e estamos focados em adotar e adaptar técnicas, tecnologia e materiais para entregar soluções sustentáveis ​​e acessíveis para atender aos desafios mundiais de aviação, defesa e segurança. Nossa prioridade é ter parceiros estratégicos e investir em P&D na busca de soluções como eletrificação e aviação sustentável, para que tenhamos as inovações necessárias para esse cenário.

O objetivo é descarbonizar as operações diretas e indiretas, focando principalmente na redução das emissões de carbono. Para isso, estamos trabalhando no desenvolvimento de modelos elétricos e híbridos, com o compromisso de alcançar operações neutras em carbono até 2040. Nesse sentido, a Embraer tem algumas iniciativas como o eVTOL, veículo de pouso e decolagem vertical 100% elétrico, que deve chegar ao mercado em 2026. A Embraer também já possui aeronaves executivas que utilizam combustíveis sustentáveis ​​de aviação (SAF) e trabalha para expandir essa solução para aeronaves de aviação comercial e de defesa, como o C-390 Millennium e o A-29 Super Tucano.

*Rodrigo Pérsico é Vice-Presidente de Estratégia de Negócios da Embraer Defesa & Segurança

EmbraerX abre escritório na Holanda


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A Holanda tem sido um parceiro fundamental para os esforços da Embraer no desenvolvimento de tecnologia de aviação inovadora e sustentável. E agora, a EmbraerX, subsidiária de inovação disruptiva do Grupo Embraer, também fortalecerá essa jornada colaborativa ao abrir um escritório no Aerospace Innovation Hub@TUD, da Universidade de Tecnologia de Delft (TU Delft). A cerimônia de assinatura do contrato aconteceu hoje e as operações devem começar até o final deste ano.

“A presença da EmbraerX no Aerospace Innovation Hub@TUD permite, entre outras possibilidades, acelerar novas parcerias para co-explorar a aplicação de tecnologias disruptivas a novos negócios. Estando aqui, poderemos desenvolver projetos conjuntos de educação, pesquisa e inovação que criarão uma visão para um futuro da mobilidade mais verde”, disse Daniel Moczydlower, CEO da EmbraerX.

“O Hub de Inovação Aeroespacial visa acelerar a inovação no setor, facilitando a interação entre ciência e indústria. A presença da EmbraerX agregará valor ao nosso vibrante ecossistema”, afirmou Femke Verdegaal, diretor do Aerospace Innovation Hub@TUD.

A posição estratégica da EmbraerX no Aerospace Innovation Hub@TUD servirá como base para se conectar de forma contínua ao ecossistema empresarial da instituição, que envolve startups, instalações de teste e spin-offs, facilitando a colaboração entre profissionais e pesquisadores de ambas as organizações.

A TU Delft é mundialmente conhecida por seus programas acadêmicos e pesquisas na área de Engenharia Aeroespacial. A universidade tem um longo histórico de colaboração com especialistas brasileiros na área de pesquisa em sustentabilidade, esfera de conhecimento na qual a Embraer tem liderado com seu roteiro de desenvolvimento tecnológico e criação de conceitos.

Sobre a EmbraerX
A EmbraerX é uma aceleradora de mercado comprometida com o desenvolvimento de soluções que transformam as experiências de vida. Esta subsidiária de inovação disruptiva da Embraer S.A. está sediada na Costa Espacial da Flórida em Melbourne, EUA, integrada à equipe de engenharia da empresa no Brasil e dedicada a colaborar com comunidades globais de inovação. A equipe de inovadores, criadores, líderes de pensamento e designers da EmbraerX combina pensamento de design centrado no ser humano com expertise em construção de negócios e engenharia para solucionar alguns dos maiores problemas de mobilidade que a humanidade enfrenta atualmente. Para mais informações, visite EmbraerX.com.

Sobre o Aerospace Innovation Hub@TUD
O Hub de Inovação Aeroespacial tem a missão de acelerar a inovação do setor aeroespacial em um ambiente colaborativo, facilitando o início da jornada empreendedora, conectando inovadores aeroespaciais e oferecendo uma vasta rede de networking de talentos da área. Situado na Faculdade de Engenharia Aeroespacial, no coração do Campus TU Delft, cumpre o papel de entregar aos membros uma comunidade ativa, possibilitando transformar ideias em produtos viáveis e escaláveis. 

Mais informações sobre o Aerospace Innovation Hub@TUD: www.aerospaceinnovationhub.nl. Mais informações sobre o TU Delft: www.tudelftcampus.nl.

15 julho, 2022

Taurus lança edição limitada da pistola G2c em comemoração aos 40 anos de sua fábrica nos EUA


*LRCA Defense Consulting - 15/07/2022

Comemorando 40 anos de sua subsidiária nos Estados Unidos, a Taurus lança a pistola G2c 40 anos TUSA. A edição especial e limitada possui design único e exclusivo, customizada com gravação no ferrolho da bandeira norte-americana e da águia, símbolo nacional e sinônimo de sabedoria, orientação e poder, três valores marcantes dos Estados Unidos.

“Há 40 anos, a Taurus mostrou a coragem e determinação de uma empresa brasileira de produzir em solo norte-americano e competir no maior mercado mundial de armas, o que nos levou a ser hoje a marca de armas leves mais vendida nos Estados Unidos e no mundo. É muito difícil uma outra empresa do Brasil ter esta comemoração de 40 anos nos Estados Unidos. Para celebramos este importante fato da nossa história, decidimos lançar em primeira mão para os clientes brasileiros uma arma comemorativa, uma oportunidade única e que no futuro deverá ter ainda mais valor entre os colecionadores”, afirma Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus.


Há quatro décadas, a fabricante brasileira inaugurou em Miami, no sul da Flórida, a Taurus International Manufacturing, iniciando a história da marca nos Estados Unidos. Logo a Taurus recebeu reconhecimento internacional, se tornando uma das principais fabricantes de armas do mundo.

Ao longo desse caminho, a empresa ganhou 36 prêmios internacionais, entre eles o Golden Bullseye Awards, Gun of the Year, Editor’s Choice, Manufacturer of the Year, Best of the Best e Handgun of the Year, em reconhecimento pelo seu elevado padrão de qualidade e inovação. Se tornou a líder mundial na fabricação de revólveres, uma das maiores produtoras de pistolas e a maior vendedora de armas curtas no mundo, assim como a marca mais importada no exigente e competitivo mercado dos Estados Unidos.

A companhia continuou avançando com ousadia e, em 2019, mudou a sede nos Estados Unidos para um novo centro de fabricação no sul do estado da Geórgia. Esta mudança foi fundamental para a expansão das capacidades de engenharia e manufatura, com intuito de atender à crescente demanda por produtos Taurus.


Com forte investimento em Inovação e P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), a Taurus unificou as suas duas equipes de engenharia e criou o Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos (CITE), que atualmente conta com cerca de 250 engenheiros nas áreas de produtos, processos e qualidade, e que tem proporcionado mais agilidade no desenvolvimento de produtos com inovação e qualidade, sempre com foco nos desejos dos consumidores, a baixo custo e em linha com as mais avançadas soluções tecnológicas do mundo.

A edição comemorativa G2c 40 anos TUSA é uma destas importantes novidades desenvolvidas pelo CITE.

Assim como a versão original da pistola G2c, esta edição especial possui capacidade de 12 tiros, calibre 9mm, cano de 83mm e acabamento em inox fosco.

A G2c faz parte da linha de produtos Taurus com armação de polímero de alta resistência e é líder no seu segmento, sendo considerada uma das armas mais vendidas no competitivo e exigente mercado dos Estados Unidos.

O custo-benefício, a potência do calibre e a portabilidade são os pontos de destaque dessa arma. Pesando aproximadamente 600 gramas, é uma pistola compacta, leve, ergonômica e com sistema de percussor lançado, considerada a arma ideal para o porte velado e pronto emprego, sendo também uma excelente alternativa para uso como arma de back up.

A edição comemorativa G2c 40 anos TUSA (Taurus USA) será comercializada no Brasil a partir deste mês nas lojas revendedoras e no portal de vendas, voltado a militares, policiais, CACs e civis que integram categorias autorizadas a adquirir este produto, conforme legislação vigente.

Mac Jee Defesa recebe o Atestado de Projeto Aeronáutico Aprovado de sua Bomba de Fins Gerais BGB-82


*LRCA Defense Consulting - 15/07/2022

O Diretor do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), Cel Av Luiz Marcelo Terdulino de Brito, entregou, no dia 13 de julho, em cerimônia realizada em suas dependências, o Certificado de Projeto Aeronáutico Aprovado para a bomba de fins Gerais BGB-82 ao Presidente do Grupo Mac Jee Simon Jeannot.

Durante o seu discurso o O Cel Av Brito mencionou que a Mac Jee atendeu a todos os critérios exigidos e recomendados de engenharia tendo a certeza que o produto é de excelente qualidade, podendo ser comercializado mundialmente.

O Presidente do Grupo Mac Jee Simon Jeannot agradeceu por todo o trabalho realizado pela equipe do IFI e disse que mesmo com as adversidades enfrentadas durante a pandemia a empresa continuou avançando em seus objetivos de gerar novos empregos e principalmente contribuir com a soberania nacional.

A Bomba BGB-82, fabricada pela Mac Jee Defesa é similar à Bomba MK-82 (Projeto Norte Americano) e à Bomba BAFG-230 (Projeto desenvolvido pela Força Aérea Brasileira).

Sobre a Mac Jee
Com mais de uma década na indústria de defesa, o Grupo Mac Jee é constituído por Mac Jee Defesa, Mac Jee Tecnologia e Equipaer, empresas inovadoras, tecnológicas e 100% brasileiras. Contando com um portfólio diversificado de produtos e serviços para o segmento de defesa e aeroespacial, o grupo destaca-se pela capacidade no desenvolvimento de soluções de alta qualidade e investimentos em inovação, garantido autonomia tecnológica. Sediada em São José dos Campos, a Mac Jee conta com escritórios em São Paulo e na França.

Sky High Aviation assina contrato de serviços com a Embraer para apoiar a frota de E-Jets


*LRCA Defense Consulting - 15/07/2022

A Embraer anunciou hoje a assinatura de contrato de serviços com a Sky High Aviation Services Dominicana S.A., da República Dominicana, para dar suporte aos jatos E190 recém-adquiridos. O contrato oferece à companhia aérea acesso ao Programa Pool, o qual inclui troca de componentes e serviços de reparo para mais de 340 componentes, além de intercâmbio de peças para as aeronaves Embraer da Sky High Aviation.

“O contrato de serviço com a Embraer é importante para o sucesso operacional da Sky High Aviation, já que nos oferece acesso imediato a um estoque de peças que é gerenciado de forma eficiente. Além disso, o contrato reduzirá nossa necessidade de investimento de capital para o fornecimento inicial de peças de reposição”, disse Juan Chamizo, Proprietário e Presidente da Sky High Aviation.

A Sky High Aviation é a primeira companhia aérea caribenha a operar o E190. A companhia aérea opera também uma frota com dois jatos Embraer ERJ 145 de 50 lugares voando para dez destinos insulares no Caribe.

“O Programa Pool fornecerá à Sky High Aviation a solução mais eficiente e confiável. Ter seus dois jatos E190 cobertos pelo nosso Programa Pool mostra a confiança da Sky High Aviation nos produtos e serviços da Embraer. Nosso principal objetivo é apoiar a operação da aeronave e garantir a prontidão da frota”, disse Danielle Vardaro, Vice-Presidente Global de Suporte ao Cliente e Pós-Venda, Aviação Comercial, Embraer Serviços e Suporte.

O Programa Pool da Embraer foi desenvolvido para permitir às companhias aéreas minimizar os investimentos iniciais em estoques e itens reparáveis de alto valor, aproveitando a experiência técnica da Embraer juntamente com a vasta rede de fornecedores de serviços de reparo de componentes. Os resultados são significativas economias nos custos de reparo e manutenção de estoque, redução no espaço de armazenamento necessário e a virtual eliminação da necessidade de recursos necessários para o gerenciamento de reparos, garantindo níveis de desempenho. Atualmente, o Programa Pool apoia mais de 50 companhias aéreas em todo o mundo.

14 julho, 2022

EUA: após 14 meses, intenção real de compra de armas de fogo volta a subir forte


*LRCA Defense Consulting - 14/07/2022

Após 14 meses de sucessivas quedas na comparação mês a mês, o NICS ajustado de junho mostrou uma elevação 8% maior que o número do mesmo período do ano passado, indicando que a intenção real de compra de armas de fogo voltou a subir nos Estados Unidos.

O National Instant Criminal Background System Checks (NICS) - Sistema Nacional de Verificação Instantânea do FBI  ultrapassou a marca de 2,5 milhões no mês passado (junho de 2022), o que parece muito porque é muito. No entanto, esses números caíram um pouco em relação a junho de 2021 (3 milhões) e muito a partir de junho de 2020 (3,9 milhões), o que poderia indicar um arrefecimento significativo das vendas de armas nos últimos dois anos.

No entanto, a National Shooting Sports Foundation (NSSF) analisou todos esses números e isolando apenas as vendas de armas (alguns estados usam o NICS para verificações de antecedentes sobre licenças de armas, por exemplo), verificou que as prováveis ​​vendas de armas de fogo em junho de 2022 foram, na verdade, 8% acima de junho de 2021.

O número de junho (ajustado) chegou à marca de 1.382.287 verificações e continuou a sequência de mais de 1 milhão de verificações de antecedentes para a venda de uma arma de fogo ao longo de 35 meses, o que é um recorde, demonstrando que os consumidores americanos continuam buscando esse produto em níveis elevados. Com essa longa sequência de meses nesse nível, analistas americanos do setor estão confirmando que tal patamar passou a se constituir no "novo normal" para o mercado de armas de fogo dos EUA. 

Segundo melhor mês de junho da história
É relevante também considerar que a intenção de compras de armas medida pelo número NICS ajustado de junho deste ano foi a 2ª maior da história para o mês, o que mostra que a demanda por armas de fogo é constante e sustentada, superando o forte ano de 2021 e ficando abaixo apenas de 2020, um ano totalmente atípico.

Como o governo federal não controla as vendas de armas, os dados do NICS ajustados pela ISSF são o melhor proxy disponível para o comércio de armas de fogo, sendo utilizados para balizar as políticas e estratégias do setor de armas e munições dos Estados Unidos e de empresas que lá têm o seu maior mercado, como a brasileira Taurus Armas, que exporta cerca de 80% de sua produção para esse país. 


OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, uma empresa da Embraer, recebeu a importante certificação MDOA


*LRCA Defense Consulting - 14/07/2022

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, uma empresa do Grupo Embraer, recebeu a importante certificação internacional MDOA (Military Design Organization Approval) tornando-se o primeiro MDOA em Portugal.

Esta certificação reconhece a capacidade da OGMA para o desenvolvimento de projetos de pequenas e grandes alterações e reparos em aeronaves militares sob supervisão da Autoridade Aeronáutica Nacional (AAN).

A cerimônia ocorreu nas instalações da Autoridade Aeronáutica Nacional e foi presidida pelo Chefe do Estado Maior da Aeronáutica, General João Cartaxo Alves.

A OGMA
Fundada a 29 de junho de 1918, a OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A. assenta a sua atividade em duas áreas de negócio: Manutenção, Reparação e Revisão Geral de Aeronaves e de Motores e Componentes de Aviação Civil e de Defesa, e Fabrico e Montagem de Aeroestruturas para aeronaves civis e militares.

Desde a privatização, concretizada em 2005, a OGMA é detida em 65% pela Airholding SGPS (100% Embraer) e em 35% idD Portugal Defence (100% Estado Português).

A OGMA é uma empresa de referência mundial na manutenção e manufatura aeroespacial. Instalada em Alverca do Ribatejo, colocou Portugal na vanguarda da construção de aeronaves, tendo produzido os primeiros KC-390, aviões de transporte militar e reabastecimento em voo, marcados pela inovação e com um avanço significativo em termos de tecnologia.

Confirmando a sua cada vez maior importância no setor, a empresa, maioritariamente detida pelo grupo brasileiro Embraer, foi recentemente contratada para fazer a manutenção dos motores dos Neo, a nova geração de aviões da Airbus. O compromisso vai obrigar a um investimento de 74 milhões de euros nas instalações de Alverca.

Atualmente, já estão ocorrendo obras de expansão do hangar e sendo instalada a tecnologia necessária. O investimento comporta também um novo banco de ensaios e uma aposta na formação dos profissionais.

Sede da OGMA em Alverca, Portugal

Quanto ao primeiro avião KC-390, com peças feitas em Portugal e montado no Brasil, o então presidente executivo da OGMA, Alexandre Solis, previu que esteja voando nos céus portugueses no decorrer de 2022, existindo já quatro aparelhos no Brasil.

Na OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal é dada assistência a aviões de forças aéreas de vários países do mundo. No caso de Portugal, são os F16 e os helicópteros da Força Aérea, que ali são assistidos.

As perspectivas da empresa, cuja localização geográfica é privilegiada, são reforçar a sua posição na Europa e conseguir mais clientes de outras zonas do globo, como da Ásia, América Central, América do Sul ou Norte de África. A OGMA tem cerca de mil e oitocentos trabalhadores, a maioria dos quais com elevado nível de formação especializada. É reconhecida internacionalmente pela qualidade e inovação.

A OGMA ocupa um espaço de 150 mil metros quadrados na margem direita do Tejo, dispondo de uma pista de aterragem e descolagem com três quilômetros de extensão, que pode funcionar a qualquer hora, e com cais fluvial e acesso aos trilhos de trem.

Colocando como máximas o cumprimento de prazos, a precisão técnica, a segurança, a sustentabilidade ambiental e a flexibilidade, a OGMA está comprometida com os acionistas, clientes, funcionários e parceiros, sob o lema “Voar cada vez mais alto”.

A OGMA Foi destaque da Aerospace & Defense Review como uma das “Top 10 Centros de Serviço na Europa em 2021”.

A Embraer mantém o seu compromisso estratégico com Portugal, país onde, fora do Brasil, mais investe em capacidade industrial. Exemplo disso é o investimento de 74 milhões de euros na OGMA para trazer para Portugal a manutenção dos motores GTF da Pratt & Whitney, usados pela nova geração de aviões comerciais. Este acordo, firmado por meio de um contrato de 20 anos, criará 300 postos de trabalho e permitirá quase triplicar o faturamento da OGMA, de € 200 milhões para € 600 milhões por ano.

Mas não é só em unidades industriais que a Embraer tem concentrado os seus novos investimentos em Portugal. Em março, foi lançado um projeto de cooperação de desenvolvimento tecnológico com a assinatura de um Memorando de Entendimento com a idD Portugal Defence e a ETI. Esta nova parceria tem como objetivo o desenvolvimento de produtos de Defesa e de dupla utilização em áreas relacionadas com tecnologias de treino e simulação, mais especificamente com Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Realidade Mista e Análise de Dados.

No FIA 2022, Embraer apresentará soluções mundiais para aviação comercial, defesa e UAM


*LRCA Defense Consulting - 14/07/2022

A Embraer retorna ao Farnborough International Airshow (FIA) este ano, de 18 a 22 de julho, para apresentar suas soluções para aviação comercial, defesa, sustentabilidade e tecnologia no chalé C105/C106 e na área de produtos E037.

“Estamos entusiasmados por estar de volta ao Farnborough International Airshow e receber nossos clientes para conhecer de perto as aeronaves comerciais e militares da Embraer, bem como a cabine de passageiros do eVTOL da Eve que será exibida pela primeira vez”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer. “As duas aeronaves E2, o KC-390 e o A-29 irão voar na feira com uma mistura de 39,06% de combustível de aviação sustentável, em linha com nosso compromisso com um futuro mais sustentável e nossas metas de energias renováveis.”

As atividades da Embraer no FIA 2022 incluem:

· Apresentação da cabine de passageiros do eVTOL da Eve (domingo, 10h na área de produtos da Embraer – E037)

· Projetos conceituais de aeronaves - de novas fontes de propulsão ao design relacionados à sustentabilidade

· Visitas de aeronaves para a imprensa/fotógrafos: aeronaves E195-E2, E190-E2, KC-390 e A-29 (segunda e terça-feira, às 15h; e quarta e quinta-feira, às 10h e às 15h na área de produtos da Embraer – E037)

· Demonstração em voo do E190-E2 “Tech Shark”

· Coletiva de imprensa: atualização da colaboração Embraer Defesa & Segurança e BAE Systems (terça-feira, 11h15 na área de produtos da Embraer – E037)

· Coletiva de imprensa: vendas e perspectivas do mercado de Aviação Comercial (terça-feira, às 13h, na área de produtos da Embraer – E037)

Aviação Comercial da Embraer

A linha de E-Jets E2 da Embraer, incluindo o E190-E2 e o E195-E2, é composta pelas aeronaves de corredor único com maior eficiência de combustível. Oferecem os menores custos operacionais, maiores rendimentos para as companhias aéreas, mais conforto para os passageiros e espaço para suas bagagens, além de menor nível de ruído e menor impacto no meio ambiente. Todos os voos em Farnborough acontecerão com uma mistura de 39,06% de combustível de aviação sustentável (SAF).

Em junho, o E195-E2 equipado com motor Pratt & Whitney GTF foi testado com sucesso, utilizando 100% SAF, comprovando que a família E-Jets E2 pode voar com ambos os motores com misturas de até 100% SAF, sem comprometer a segurança ou desempenho. Atualmente, o E2 emite 25% menos emissões de CO2 em comparação com as aeronaves da geração anterior, sendo que esta redução pode ser aumentada para 85% com uso de SAF.

Embraer Defesa & Segurança
Os produtos e soluções da Embraer Defesa & Segurança estão presentes em mais de 60 países e incluem a aeronave de transporte militar multimissão C-390 Millennium e a aeronave de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano, que estarão em exibição na FIA.

A aeronave C-390 foi entregue pela primeira vez à Força Aérea Brasileira em 2019 e comprovou sua capacidade, confiabilidade e excelente desempenho em missões domésticas e internacionais, bem como sua capacidade de responder rapidamente a emergências ou situações humanitárias. A aeronave já foi adquirida por Portugal e Hungria. Em 16 de junho, o Ministério da Defesa da Holanda anunciou a seleção de uma frota de C-390 Millennium para atualização de seus atuais C-130 Hercules.

Em relação à aeronave A-29 Super Tucano, a frota mundial alcançou 500 mil horas de voo no início deste ano. Com mais de 260 unidades entregues, a aeronave já foi selecionada por mais de 15 forças aéreas em todo o mundo.

Sobre a Eve
A Eve se dedica a acelerar o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM). Beneficiando-se de uma mentalidade de start-up, apoiada por mais de 50 anos de experiência aeroespacial da Embraer S.A. e com um foco singular, a Eve está adotando uma abordagem holística para o progresso do ecossistema UAM, com um projeto avançado de eVTOL, uma rede global abrangente de serviços e suporte, e uma solução exclusiva de gerenciamento de tráfego aéreo. Desde 10 de maio de 2022, a Eve está listada na Bolsa de Valores de Nova York, onde suas ações ordinárias e bônus públicos são negociados sob os códigos “EVEX” e “EVEXW”.

Sustentabilidade na Embraer

Há mais de 20 anos, a Embraer desenvolve iniciativas a fim de tornar as aeronaves mais limpas e silenciosas para contribuir com a meta da indústria da aviação de atingir zero emissões até 2050. A Embraer pretende ser neutra em carbono até 2040 e alcançar um crescimento neutro em carbono a partir de 2022. A empresa planeja implementar 25% de combustível de aviação sustentável (SAF) em suas operações até 2040 e utilizar 100% de fontes de energia renovável até 2030.

A empresa tem um histórico reconhecido de inovação em combustíveis sustentáveis, que inclui a primeira aeronave movida a etanol certificada no setor em 2004. Trabalhando em estreita colaboração com seus clientes e parceiros, a empresa vem aprimorando continuamente a eficiência e o desempenho de seus atuais e futuros produtos. A família de jatos E2, por exemplo, tem como meta ser compatível com 100% SAF antes de 2030.

13 julho, 2022

Obras da ampliação estratégica da Taurus Armas avançam mais um passo

Ampliação do Centro de Usinagem da Taurus Armas em São Leopoldo

*LRCA Defense Consulting - 13/07/2022

A obra de ampliação industrial do prédio do Centro de Usinagem da Taurus Armas, na cidade de São Leopoldo, sob a responsabilidade da Macro Engenharia, já se encontra em fase adiantada.

A estrutura metálica é galvanizada a fogo e, para um melhor conforto térmico, foram utilizadas telhas tipo "sanduíche". Estas, são telhas trapezoidais formando um "sanduíche" e se caracterizam como telhas metálicas produzidas com chapas de aço galvanizado. Por ser um material pré-fabricado, a sua maior vantagem e grande diferença das telhas metálicas comuns é a camada de isolante térmico entre as chapas galvanizadas, proporcionando conforto térmico e economia de energia com refrigeração. Além disso, têm maior isolamento acústico, são leves e não comprometem a estrutura de sustentação, e são impermeáveis e duráveis, já que eliminam a corrosão e a ferrugem.

Buscando a solução mais adequada para iluminar e ventilar naturalmente o ambiente, foram instalados domus em policarbonato prismático, possibilitando uma melhora significativa na qualidade e quantidade da iluminação e do conforto térmico, permitindo desta forma que a empresa se torne mais sustentável e os colaboradores tenham um ambiente de trabalho mais confortável e saudável.

Investimentos de meio bilhão de reais em direção à Taurus 4.0
O estratégico Plano Diretor Quinquenal da empresa, mediante investimentos da ordem de meio bilhão de reais, irá modernizar completamente a fábrica com a agregação de novas instalações, equipamentos, tecnologias e processos, entre estes a revolucionária fabricação de armas com grafeno, a produção totalmente robotizada da família de pistolas GX4 e o revólver "mais barato do mundo".

A ampliação completa contemplará também as novas instalações do Centro de Distribuição Logístico, do Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia BR/EUA e de outras áreas vitais da companhia, como a Unidade MIM (Metal Injection Molding), o Laboratório de Tiro Externo e um novo Centro Administrativo, entre outras.

O futuro Centro de Distribuição Logístico, que englobará o Complexo Industrial de Fornecedores, contará com o emprego de recursos e ferramentas que levarão a Taurus ao conceito de indústria 4.0 (conceito este que já estará presente no novo Centro de Distribuição Logístico desde o início).

Expansão do Plano Diretor
A aquisição de uma enorme área de cerca de 100 mil metros quadrados, adjacente à unidade fabril da empresa em São Leopoldo, configurou-se como uma iniciativa estratégica, pois abrirá o espaço necessário para a expansão do seu Plano Diretor, ficando este em consonância com as novas perspectivas internacionais da empresa.

O Complexo Industrial de Fornecedores, aliado à essa nova área adquirida, vai possibilitar uma mudança completa no processo de fabricação da Taurus, passando de "processo por operação" para "processo tracionado com fluxo unitário", resultando no estabelecimento de três fábricas dedicadas: Revólveres, Pistolas e Armas Longas/Táticas.

Esse marco na estratégia global de crescimento da unidade brasileira da empresa possibilitará:

  • ampliar em 50% a produção de armas no RS, passando a 9.000 armas/dia ou mais;
  • estabelecer um hub de produção de peças e componentes (kits) com capacidade para 1.500 armas/dia, distribuindo-os às unidades fabris dos EUA e da Índia, onde serão utilizados para a montagem das armas que receberão o Made in USA ou Made in India, conforme o caso;
  • dobrar a capacidade produtiva da fábrica americana, haja vista que esta tem espaço físico para também crescer muito;
  • aumentar a capacidade da fábrica na Índia, na medida em que a empresa for se consolidando no mercado local e/ou haja necessidade em virtude de vitórias em grandes licitações nacionais e/ou internacionais.

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