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09 setembro, 2021

Mais armas, menos crimes: nº de armas de fogo mais do que dobra e assassinatos caem no 1º Sem 21

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e comida


*LRCA Defense Consulting - 09/09/2021

O Brasil teve uma queda de 8% nos assassinatos no 1º semestre de 2021 na comparação com o mesmo período de 2020. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Nos seis primeiros meses deste ano, foram 21.042 mortes violentas registradas, contra 22.838 no 1º semestre de 2020. Ou seja, 1.796 a menos. Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

Ao mesmo tempo, dados da Polícia Federal mostram que 76.329 armas de fogo foram registradas no 1º semestre de 2021, uma alta de 67% em comparação ao mesmo período de 2020 e a maior taxa de crescimento em 13 anos. Em nove Estados, a quantidade de registros de armas foi mais do que o dobro em relação ao 1º semestre de 2020. São Paulo, por exemplo, registrou um aumento de 113%, e o Acre de 209%.

O cenário evidencia que os cidadãos estão mais protegidos com suas armas e isso pode ter contribuído para inibir a atuação dos criminosos.

Segundo o presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições, Salesio Nuhs, quanto maior o número de armas legalizadas nas mãos da população, menor o índice de criminalidade. "Há anos esclarecemos que a arma na mão do cidadão de bem reduz a criminalidade. Antes, os criminosos tinham a certeza de que a vítima estaria desarmada e que todas as pessoas ao redor dela também. Com as recentes adequações na legislação e o aumento dos registros de armas no país, hoje há um componente de incerteza a quem pretende cometer um crime, deixando os cidadãos de bem em uma situação de vantagem", afirma Nuhs.

Durante mais de duas décadas o Brasil assistiu a resultados contestáveis no que se refere aos efeitos do desarmamento para a segurança pública, chegando a apresentar o nono maior índice de homicídios do mundo de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, nos últimos anos foram promovidas importantes medidas e alterações de normas no Brasil para reestabelecer o direito dos cidadãos a possuírem arma de fogo legalmente, conquistado nas urnas em 2005 no referendo sobre o comércio de arma de fogo no Brasil.

Hoje, para um pedido de registro de posse de arma, é necessário ainda cumprir todos os requisitos previstos na legislação, como ter 25 anos completos, não constar inquérito policial, não ter antecedentes criminais, comprovar capacidade técnica para manuseio, aptidão psicológica, declarar que tem lugar seguro para armazenar, além de declaração de necessidade efetiva, entre outros, sendo uma das legislações mais controladas para o comércio de armas e munições do mundo.

Houve um grande avanço no que se refere ao comércio legal de armas de fogo no país e os resultados positivos já estão aparecendo, sugerindo um caminho que respeite o direito dos cidadãos a legitima defesa, que estimule o registro e contribua para a redução da criminalidade no país. 

08 setembro, 2021

Brasil compra armas portáteis anti-drone da Austrália

Rifle DroneGun Tactical em demosntração na Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea

*LRCA Defense Consulting - 08/09/2021

A DroneShield, empresa autraliana fabricante de sistemas anti Aeronaves Remotamente Pilotadas (C-UAS: Counter-unmanned aircraft system), após receber aprovação formal da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações - responsável por emitir a concessão de novas radiofrequências), vendeu um número não revelado de rifles DroneGun Tactical para o governo brasileiro, informou a empresa.

O CEO da DroneShield, Oleg Vornik, disse que a empresa não poderia comentar sobre quais serviços ou agências utilizarão as novas armas, mas entende que o Exército Brasileiro provavelmente será um deles.

Entre 29 de junho e 1º de julho, a Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea (EsACosAAe) do Exército Brasileiro organizou o II Simpósio de Defesa Anti Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas (II Simpósio de Defesa Anti SARP), evento que reuniu militares das Forças Armadas (Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira), representantes de empresas como a Israel Aerospace Industries, Rafael Advanced Defense Systems, Rheinmetall, Avibras, Pirâmide Tecnologias (representante da DroneShield), bem como de universidades brasileiras que estudam o tema Defesa.

Durante o evento foram debatidos temas sobre a defesa contra os Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP) no âmbito das Forças Armadas, com destaque para a atuação dos meios de apoio ao combate e de coordenação do espaço aéreo, bem como os estudos referentes à proteção, coordenação e controle do espaço aéreo brasileiro, diante da utilização dos SARP.

“O Brasil é um grande e sofisticado mercado de equipamentos militares e de segurança, e temos o prazer de iniciar presença ativa no país, implantando equipamentos para os clientes”, disse Vornik. “Esperamos aumentar nossa presença no Brasil com os requisitos urgentes de contra-drones refletindo o que estamos vendo em outros países.”

Rifle DroneGun Tactical em uso por policiais belgas

DroneGun Tactical
O equipamento é capaz de afastar uma grande variedade de drones a mais de 1 quilômetro de distância, segundo a fabricante australiana DroneShield, bastando apontar e apertar o gatilho para que sinais de radiofrequência sejam disparados e o drone perca a comunicação com o controlador, sendo derrubado ou forçado ao pouso.

Um recurso complementar da DroneGun Tactical bloqueia a função de retorno do drone, caso este busque realizar um pouso seguro ou retornar para um local já sobrevoado, a fim de tentar recuperar o sinal. Entre as funcionalidades da arma também estão o controle da carga útil, para evitar que drones liberem explosivos, e a derrubada de modelos que fazem filmagens não autorizadas, por exemplo.

A arma é leve o suficiente para ser utilizada por apenas um operador, podendo ser utilizada por até duas horas seguidas com apenas uma única carga.

A invenção não é a primeira da empresa australiana, que conta com outros sistemas bloqueadores de drones. Entretanto, essa deverá ser a primeira a arma homologada desse gênero no Brasil.

Só no último trimestre de 2020, a DroneShield obteve um lucro de 700%. Um dos maiores pedidos, com o valor de US$ 900.000, foi feito pela aliança Five Eyes, constituída pelos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido e Nova Zelândia.


Taurus faz nova venda de fuzis e pistolas para país da África Subsaariana


*LRCA Defense Consulting - 08/09/2021

A Taurus Armas confirmou hoje uma nova venda de armamentos para um país da África Subsaariana, cujo nome não pode ser divulgado por questões de contrato, ampliando a atuação da companhia no mercado dessa região.

A nova aquisição pela Força Policial desse país contempla 3.650 unidades do fuzil T4 calibre 5,56 - amplamente empregado pelas forças militares em todo o mundo e principalmente pelos países membros da OTAN, por ser considerada uma arma extremamente confiável, leve, de fácil emprego e manutenção - e 3.500 pistolas 9mm PT 92, produzidas com armação em alumínio e mecanismo de disparo em dupla ação, sendo uma arma adequada para uso em diversos segmentos como militar, policial e também civil e esportivo. A entrega dos armamentos está prevista para o 4º trimestre de 2021.

Possibilidade de novas vendas
Em junho de 2021, a Taurus havia realizado a venda de outras 1.850 unidades do fuzil T4 calibre 5,56 e 550 unidades da pistola 9mm PT92 para as Forças Armadas deste mesmo país. Em consequência, o total de armas vendidas para esse país da África Subsaariana é de 5.500 fuzis T4 e de 4.050 pistolas PT92.

As aquisições fazem parte de um projeto de padronização dos armamentos usados pelas corporações do referido país, havendo a possibilidade de novos contratos subsequentes após a finalização das entregas.

"É uma satisfação para a Taurus ser escolhida para fornecer seus produtos às Forças Armadas e Policiais de mais este país. Estes novos contratos estabelecem um cenário promissor e demonstram a estabilidade, confiabilidade e qualidade que os produtos da Taurus têm. Somos uma empresa global, que exporta para mais de 100 países, e como parte de nossa estratégia pretendemos seguir expandindo a participação no mercado internacional, realizando novos e significativos negócios como este", afirma Salesio Nuhs, CEO Global da empresa.

07 setembro, 2021

Avibras poderá receber encomendas superiores a um bilhão de dólares

 

O Sistema de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área da Avibras, Empresa Estratégica de Defesa sediada em São José dos Campos (SP), é referência mundial em sua classe, sendo que o sistema de foguetes terra-terra destaca-se por sua grande mobilidade e capacidade de lançar foguetes e mísseis de vários calibres a distâncias entre 9 e 300 km. Com eficácia comprovada em combate, em três importantes conflitos, o sistema é versátil e pode ser utilizado para artilharia de campanha e/ou operação no litoral.

O lançador de mísseis de cruzeiro e foguetes guiados Astros II é a versão mais moderna desse Sistema, encontrando-se em uso no Brasil e em vários outros países.

Para completar a 3ª Bateria de Mísseis e Foguetes do 16º Grupo de Mísseis e Foguetes (16º GMF), o Centro de Logística de Mísseis e Foguetes realizará a aquisição de três Viaturas Astros MK-6 no valor global de R$ 26.241.329,31, do qual R$ 6.560.332,33, representando 25% da proposta comercial, serão antecipados à empresa Avibras, haja vista que a "antecipação de pagamento representará condição indispensável para obtenção do bem". A autorização oficial para a aquisição e seus termos se encontra no Despacho Decisório - C Ex nº 384, de 19/08/2021, publicada no Boletim do Exército nº 34, de 27/08/2021.  

Em entrevista ao jornal Valor, publicada em 06/09/2021, o Secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, Marcos Degaut, referindo-se às vendas mundiais da Avibras, declarou que "Já temos engatilhadas vendas superiores a US$ 1 bilhão, para alguns parceiros que eu não posso mencionar agora. Mas é questão de detalhes".


Taurus lançará as pistolas G3 e G3c TORO no Brasil em breve


*LRCA Defense Consulting - 07/09/2021

No final deste mês ou no início de outubro, a Taurus Armas estará lançando no Brasil duas pistolas que já são grande sucesso de vendas nos Estados Unidos: a G3 em tamanho full size e sua compacta, a G3c, ambas preparadas para óptica, ou seja, na versão TORO (Taurus Optics-Ready Option).

Lançada em 30 de agosto de 2019 no mercado norte-americano, as inovações incorporadas na G3 vão ao encontro das demandas do consumidor, com novidades em termos de ergonomia de empunhadura e gatilho, capacidade de tiros, entre outras. A edição de dezembro de 2020 da prestigiosa revista especializada americana Guns & Ammo trouxe na capa a Taurus G3, escolhida pela publicação como "Full Size Best Buy".


A pistola Taurus G3c teve seu lançamento no dia 15 de junho de 2020 nos EUA. A combinação explosiva de uma procura recorde por armas curtas com os elogios que a mídia especializada dedicou à arma, fizeram com que seu lançamento superasse as melhores expectativas. Para se ter uma ideia, poucas horas após o lançamento oficial, o estoque já havia esgotado na maioria dos pontos de venda.

Em sintonia com a tendência atual de as pistolas disporem de recursos ópticos para mira, a série TORO nas pistolas G3 e G3c, lançada nos Estados Unidos no início de março deste ano, apresenta um design de ferrolho especial de fábrica para que os consumidores possam adicionar imediatamente miras Red Dot a sua escolha, sem a necessidade do trabalho customizado de um armeiro. A plataforma exclusiva é perfeitamente integrada ao ferrolho de ambas as pistolas, permitindo a aquisição mais rápida de alvos e tiros de acompanhamento.

A demora no lançamento nacional das duas armas se deveu à dificuldade regulatória que a empresa tinha em homologar seus produtos junto ao Exército e liberá-los para a comercialização, obstáculo agora superado com a existência de organismos certificadores privados, que estão possibilitando a certificação de dois produtos por semana.

Com os dois lançamentos no mercado brasileiro, a Taurus, além de oferecer o que há de mais moderno em termos de pistolas e seus recursos nessas duas categorias, também marca um belo gol de marketing, ao aliar o nome-sigla da nova plataforma (TORO) com a sua marca (Taurus), tornando-a ainda mais familiar aos consumidores.

Para melhor ilustrar o lançamento, vamos trazer uma pequena parte do que foi escrito nos EUA sobre a G3 e a G3c e suas versões TORO.

Logo após serem lançadas nos Estados Unidos, as pistolas Taurus G3 e G3c TORO foram destaque na mídia especializada americana.

Em editorial de 09 de março deste ano (veja abaixo), a conceituada publicação Guns & Ammo traçou o histórico das pistolas da Família G, tecendo elogios à evolução dessas armas, culminando na G3 e na G3c TORO.

No mesmo dia, a também conceituada TFB - The Firearm Blog, sob o título"NOVA Taurus G3 TORO pronta para óptica, ainda a arma com o melhor custo/benefício?", divulgou um vídeo destacando o excelente desempenho da G3 nos testes de tiro que realizou e afirmando que "A G3 e a G3c originais já são duas das melhores pistolas em termos de custo / benefício. Então, colocar uma mira Red Dot no topo permite que elas tenham um desempenho superior à sua classe". 

Neste episódio da TFBTV, o conhecido atirador americano Hop filma a nova G3 TORO pronta para óptica com NODs (Night Optic Devices - Dispositivos para Visão Noturna) e emite sua abalizada opinião sobre as novas pistolas da Taurus. Vale conferir! (caso queira, é possível colocar legendas em português)

 


Pistolas 9 mm prontas p/ ótica: Taurus G3 TORO e G3c TORO

*Guns & Ammo - 09/032021

Ao longo dos últimos anos, a Taurus impulsionou uma implementação agressiva de pistolas, ricas em recursos, baseadas na plataforma acionada por atacante com estrutura de polímero. Começando com a introdução da PT111 Millennium G2 em 2013 e passando para o G2c atualizada em 2018, as armas da série Taurus G provaram ser amplamente populares por sua relação custo / benefício líder do setor.

Construindo sobre essa base impressionante, os engenheiros da Taurus começaram a responder às solicitações dos consumidores por uma pistola com estrutura de polímero que oferecesse a mesma ergonomia, desempenho e valor de ponta que a série G2, mas em uma estrutura de tamanho real (full) de 9 mm. Em vez de apenas aumentar o tamanho da G2c, a equipe da Taurus começou do zero com a intenção de tornar a nova arma não apenas maior do que sua antecessora, mas também levar o design e a inovação para o próximo nível.

Entre na Taurus G3 Series
Em setembro de 2019, a Taurus revelou a próxima geração de suas pistolas disparadas por atacante com estrutura de polímero da série G. Anunciada como Taurus G3, esta nova semiautomática de tamanho real manteve-se próxima das sugestões de design e desempenho confiável da venerável G2c, mas representou uma plataforma totalmente nova, da culatra ao focinho, do punho ao ferrolho.

Os engenheiros prestaram muita atenção à ergonomia da G3 para garantir uma arma que, embora fosse em tamanho real, se adaptaria a uma ampla variedade de tamanhos de mão. Por exemplo, a empunhadura apresenta uma proeminência na palma da mão e um espigão profundo para fornecer controle e alinhamento ideal da mão. O contorno do guarda-mato e a extensão da placa do piso do carregador promove ainda mais uma pegada estável e positiva. Adicione os remendos pontilhados agressivos nas costas, nas laterais e na frente da empunhadura com almofadas de memória ambidestras para indexação dos dedos e a G3 oferece uma das armações de polímero mais confortáveis ​​e funcionais já projetadas.

No topo, o ferrolho da G3 tem uma pose mais elegante do que seu antecessor, com um perfil mais afilado e chanfros mais suaves que combinam com a moldura para minimizar o empurrão ao desenhar e colocar no coldre. As serrilhas deslizantes dianteiras e traseiras apresentam uma empunhadura antiderrapante para qualquer técnica de acionamento de ferrolho.

Uma vez que o gatilho é a interface crítica de atirador para arma de fogo, a Taurus refinou seu sistema de ação única para um puxão mais suave, quebra mais nítida, reinicialização mais curta e um peso de tração consistente de cerca de 6 libras, para dar aos atiradores a previsibilidade tão essencial para a precisão. O gatilho da G3 também fornece capacidade de reataque, permitindo que o atirador acompanhe uma condição de falha de disparo, puxando o gatilho uma segunda vez.

Taurus G3c: a G3 torna-se compacta
Com a tremenda resposta do consumidor e da mídia à G3 de tamanho normal, era natural que a plataforma da série G totalmente nova abrisse o caminho para a próxima geração de armas compactas de transporte da Taurus.

Emprestando extensivamente a engenharia de sucesso da G3, a G3c entrou no mercado em meados de 2020, mais curta e mais leve que sua irmã de tamanho normal, mas com suas próprias credenciais como uma pistola EDC (Everyday carry - transporte diário) séria. Um acabamento Tenifer durável foi adicionado à corrediça de aço de liga para suportar melhor o uso diário. Um revestimento semelhante a Teflon foi adicionado a todos os controles operacionais - como a parada deslizante, liberação do carregador e segurança manual - para resistir à corrosão e ferrugem enquanto aumenta a lubrificação para uma operação mais suave.

Outra atualização significativa para a G3c foi a adição de miras dianteiras e traseiras de aço durável com serrilhas ao longo da mira traseira para reduzir o brilho e um alinhamento mais rápido da mira. E em um aceno em direção ao crescente mercado consumidor de visões noturnas, a G3c recebeu um novo corte em cauda de andorinha, tornando-a compatível com os visores de trítio e fibra ótica mais comuns do mercado de reposição.


Apresentando a G3 TORO e a G3c TORO
Dada à tendência crescente dos atiradores de incluir micro pontos vermelhos [miras Red Dot] em suas semiautomáticas - seja para defesa pessoal, tiro recreativo ou competição - a Taurus traz as pistolas da série G3 para a arena óptica em 2021, com o lançamento da full size G3 TORO (Taurus Optic Ready Option) e a compacta G3c TORO.

Tanto a G3 TORO quanto a G3c TORO são semelhantes à G3 e à G3c, respectivamente, exceto por sua configuração de ferrolho. As lâminas para a série TORO apresentam um corte óptico de fábrica para que os consumidores possam adicionar imediatamente sua escolha de mira Red Dot sem a despesa e a necessidade do trabalho de um armeiro personalizado. Além disso, o design do sistema TORO acomoda uma ampla gama de ópticas populares no mercado hoje, graças a um engenhoso sistema de montagem de placa intercambiável.

Quatro placas de montagem diferentes, junto com quatro conjuntos diferentes de parafusos e uma chave L-Key estão incluídos com a G3 TORO e G3c TORO - cada uma com um padrão de montagem diferente, que é específico para a óptica comum de reposição.


Leia mais:
- Revisão da Taurus G3, a pistola com previsão de lançamento no Brasil no 2º semestre

- Pistola Taurus G3c teve estoques esgotados poucas horas após lançamento nos EUA

- G3c TORO - análise da On Target Magazine: "esta pistola é um verdadeiro valor"

- Shooting Illustrated analisa a pistola Taurus G3c TORO com mira óptica e coldre



 

 

06 setembro, 2021

Condor faz palestra e demonstração na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército


*LRCA Defense Consulting - 06/09/2021

No dia 02 de setembro, a Condor Tecnologias Não-Letais, Empresa Estratégica de Defesa 100% brasileira e líder global no segmento das tecnologias não letais, participou da Semana de Logística da ESAO (Escola de Aperfeiçoamento de Oficias) do Exército Brasileiro.

Além de uma palestra sobre a logística envolvida nos processos, a Condor fez demonstrações sobre o correto uso dos seus equipamentos dentro do conceito do Uso Proporcional da Força.

Ao todo, foram 98 os participantes, sendo 62 membros da Intendência do Exército Brasileiro,
32 do setor de Material Bélico, além de quatro convidados especiais: dois argentinos, um guiano e um membro da Marinha do Brasil.

O time da Condor foi constituído pelo Diretor de Relações Institucionais Luiz Monteiro, o Gerente Comercial Beni Iachan, o Coordenador de Treinamento Coronel Ricardo Soares e o Instrutor de Treinamento Rodrigo Lyra.

 

 

 


Negócios de Defesa geram dólares e críticas

 

 *Valor - 06/09/2021



 

05 setembro, 2021

Taurus prepara o lançamento de novas armas táticas para ocupar nichos mundiais

Fuzis T4 em exposição na Word Combat Conference, que acontece de 04 a 07 de Set na Base Armalite / ITU-SP

*LRCA Defense Consulting - 05/09/2021

Em virtude do sucesso que suas armas táticas da linha TSeries estão alcançando no Brasil e no mundo, a multinacional brasileira Taurus Armas S.A. está preparando o lançamento de uma nova gama de fuzis em vários calibres e tamanhos de cano, de uma submetralhadora compacta e de um rifle de ferrolho para ocupar importantes nichos mercadológicos mundiais, podendo oferecer assim um portfólio capaz de atender as mais diversas necessidades das forças armadas e de segurança do planeta, além dos civis aficionados por esses tipos de armamento.

Fuzil T4 no calibre .300 AAC Blackout
O fuzil T4 no calibre .300 AAC Blackout é uma das grandes novidades que a Taurus traz aos mercados nacional e internacional neste segundo semestre.
 
A arma já está homologada pelo Exército e estará disponível aos mercados civil, militar e de segurança em versões com canos de 7.5, 9, 11.5 e 14 polegadas, sendo que os dois primeiros também estarão disponíveis no calibre 5.56mm, como já ocorre com os dois últimos. No Brasil, a novidade será lançada ainda em 2021, mas a munição só estará disponível a partir de janeiro de 2022, haja vista a escassez mundial deste produto.


Novos T-4 no calibre .300 Blackout com acabamento em Cerakote 


O calibre .300, também conhecido como 7.62 x 35mm, é um cartucho intermediário desenvolvido nos Estados Unidos pela Advanced Armament Corporation (AAC) para uso na carabina M4. Seu objetivo é atingir balística semelhante ao cartucho de 7.62 x 39mm, ou ainda mais similarmente ao cartucho 7,92 x 33mm Kurz em um AR-15. 

O Blackout foi feito para resolver alguns dos problemas da munição OTAN. O principal deles é que o calibre 5,56mm é muito barulhento para a quantidade de energia que carrega.

O .300 tem o tamanho de um 5,56mm e, praticamente, a energia de um 7,62mm, o que traz enorme vantagem em termos de peso e de volume de transporte. Ele funciona com todos os carregadores, ferrolhos e conjuntos de ferrolhos dos AR-15 atuais, e supera o 5.56mm em distâncias curtas e uso em cano curto, ao mesmo tempo em que é muito mais silencioso.

Por esses motivos táticos e técnicos, é o calibre favorito de forças especiais europeias, devido a seus benefícios em situações operacionais, sendo padrão nessas unidades do Reino Unido, Holanda e Alemanha, além dos EUA. 

Sendo assim, a Taurus acredita que os fuzis T4 em calibre .300 AAC Blackout possam vir a ser a opção mais acertada para as forças de segurança (polícias, escolta, etc.), haja vista que estas têm o uso primordial do fuzil em engajamentos à curta distância nos meios urbanos e rurais. Além disso, são mais práticos e mais leves para o transporte em viaturas, por exemplo.

Para as forças militares, além das unidades de operações especiais, o T4 em calibre .300 é ideal para uso no combate aproximado (CQB - close quarter battle) pelas tropas de Infantaria, como no caso das unidades de fronteira da Índia, por exemplo. Em suas versões de cano mais curto, pode ser utilizado também por aviadores e marinheiros militares, dado aos pequenos tamanho e peso, como arma de defesa pessoal ou de grupos menores, além da tradicional pistola.

No entanto, o .300 Blackout não é reservado apenas para uso em combate. Os caçadores também utilizam essa munição com grande efeito, embora não para tiros de longo alcance. Em situações de curta distância, ela pode substituir uma espingarda, devido ao forte impacto que tem.

T4 no calibre .300


Fuzil T4
no calibre 7,62 x 39mm
Visando o mercado da Índia, de países do Leste Europeu (antigo Pacto de Varsóvia) e outros situados na Ásia, Oriente Médio e África que utilizam o calibre 7,62 x 39mm, a Taurus está desenvolvendo um fuzil T4 nesse calibre.

Será produzido com protocolo militar e com cano nos cumprimentos de 20, 16 e 11,5 polegadas, podendo assim, de acordo com o tamanho, ser empregado como fuzil de assalto (16 e 20 polegadas) ou como carabina CQB (11,5 polegadas). 

Dentro do projeto de modernização de suas Forças Armadas, a Índia passará a contar com dois calibres padrão de fuzis de assalto: 7,62 x 51mm (NATO) e 7,62 x 39mm (URSS). O primeiro é usado pelo  fuzil americano SIG Sauer 716 G2 Patrol com cano de 16 polegadas, do qual já foram compradas 144.000 unidades, em caráter emergencial, para ser usadas pelas tropas indianas nas operações de contraterrorismo e nas operações da linha de frente fronteiriça, chamada de Linha de Controle (Line of Control, LoC). O restante das forças armadas indianas será suprido, em princípio, com os fuzis Kalashnikov AK-203 (versão mais moderna do AK-47), no calibre 7,62 x 39mm, os quais têm previsão de ser produzidos em conjunto (joint venture) pela Índia e pela Rússia na fábrica de munições Amethi.

Nesse cenário, é razoável supor que, além dos 350.000/500.000 fuzis CQB (T4, no calibre 5,56 x 45mm) que pretende vender à Índia por meio da JV com Jindal Defense, a Taurus também esteja mirando o imenso mercado indiano de fuzis de assalto nos dois calibres, especialmente por saber que o SIG é importado (e essa não é mais a ideia desse país), que a JV Jindal Taurus começará a produzir já em janeiro de 2022 e que a JV da Índia com a Rússia ainda está "patinando" em questões de preço e burocráticas.  

Fuzil T4 com cano de 7,5 polegadas


Fuzil T4 com guarda-mão M-LOK
Em termos de armas de fogo, o guarda-mão é uma peça especificamente concebida para permitir ao usuário segurar a parte dianteira da arma. Ele fornece uma superfície isolada termicamente para que a mão do utilizador não corra o risco de ser queimada pela temperatura do cano, que pode ficar muito quente durante uma série maior de disparos.

Além de proporcionar também uma empunhadura mais firme e facilitar a precisão do tiro, o guarda-mão pode servir ainda como uma plataforma anexa para armas secundárias (como um lançador de granadas), bem como para acessórios como bipés, luzes táticas, miras a laser, dispositivos de visão noturna e uma variedade de outros.

M-LOK (de Modular Lock) é um guarda-mão moderno que permite a fixação direta de acessórios nos pontos de montagem de slot oco. É um padrão concorrente do sistema KeyMod para substituir o onipresente trilho Picatinny em algumas aplicações. Em comparação com este último, o M-LOK  permite que o usuário tenha um guarda-mão mais fino, mais leve, mais suave e com acessórios montados apenas onde for necessário, enquanto um guarda-mão tipo trilho Picatinny normalmente terá ranhuras em todo o seu comprimento, o que o torna mais pesado, mais volumoso e com ventilação inferior do cilindro.
 
O lançamento do T4 com guarda-mão M-LOK deverá acontecer até o final deste ano.
 
AR-15 com um protetor de mão HWK M-LOK Free Float


Fuzil T10

Com foco na Índia e em muitos outros países que também utilizam os calibres NATO para seus fuzis de assalto,
a empresa está desenvolvendo o Taurus T10, um fuzil no calibre 7,62 x 51mm baseado na consagrada plataforma AR-10, o que lhe permite se beneficiar de um eventual intercâmbio de peças e acessórios com outros modelos desenvolvidos na mesma plataforma.

Fabricado com reforçado protocolo militar, o T10 é um típico fuzil de assalto com cano de 20 polegadas, que também poderá ser fabricado com um de 16 polegadas. Esta arma está sendo planejada para disputar os mercados militar e de segurança com outros fuzis similares existentes no mundo.

No caso da Índia, poderá disputar o mercado de fuzis de assalto no calibre 7,62 x 51mm, pois ainda não há nenhuma joint venture estabelecida dentro do Programa Make in Índia que esteja em condições de fabricar um fuzil com esse calibre.

Do ponto de vista logístico, seria bastante interessante a Taurus poder oferecer ao mercado militar, paramilitar e policial indiano fuzis nos mesmos calibres usados pelas forças armadas desse país, ainda mais com possibilidade de exportação para os demais países que também os adotam.

O T10 tem previsão de lançamento em 2022.

Fuzil Taurus T10


Rifle de ferrolho

Armas com ação de ferrolho são muito populares nas atividades civis de caça e tiro ao alvo, bem como para o uso por atiradores de elite militares (sniper), pois oferecem um excelente equilíbrio entre força, robustez, confiabilidade e precisão. Via de regra, são mais leves e têm um custo menor do que as armas de fogo semiautomáticas. Outra vantagem é poderem ser desmontadas e remontadas muito mais rápido, devido ao menor número de peças móveis.

Para ocupar um nicho no qual atualmente não está presente, a Taurus está desenvolvendo um rifle de ferrolho que estará disponível em três calibres, mediante o uso de canos rosqueados intercambiáveis: .308 Winchester, .243 Winchester e 6,5 Creedmoor. A coronha será intercambiável com o rifle Remington, proporcionando maior flexibilidade ao usuário.

No mundo civil, a nova arma terá seu uso primordial na caça de javalis e de outros animais de médio e grande porte. Já nos mercados militar e de segurança, é bastante provável que também vá disputar o segmento mundial de rifles do tipo sniper, haja vista o grande esmero que a Taurus está tendo com o seu desenvolvimento, especialmente no que se refere à precisão.

Sua previsão de lançamento é para 2022.

Protótipo do rifle de ferrolho Taurus


Foto Pack Sniper 1: Rifle Remington 700 VTR-5 .308 + monturas + visor +...  foto 40894
Rifle Remington 700 Target Tactical VTR-5 em calibre .308 Win, com acessórios


Submetralhadora SMG 9mm

Em desenvolvimento já há quase três anos e com previsão de lançamento para este semestre, a nova submetralhadora da Taurus no calibre 9mm (SMG é um nome provisório) promete ser uma outra arma revolucionária, com possibilidades de obter grande sucesso nos mercados militar e de segurança do Brasil e do mundo, haja vista que, conforme a empresa, será a mais compacta e mais leve (2,5Kg) submetralhadora na categoria, já saindo de fábrica dotada de supressor de ruído (silenciador), acessório para o qual a Taurus recebeu a homologação recentemente .

 

Protótipo recente da submetralhadora SMG 9mm

Protótipo da SMG no final de 2019


Protocolos de fabricação civil e militar: principais diferenças

Em virtude do uso completamente diferenciado, há significativas diferenças entre os protocolos de fabricação civil e militar.

No militar, a arma deve ser mais robusta, ou seja, deve suportar um número muito maior de tiros e, também, os estresses causados por um uso nas piores condições possíveis, devidas à poeira, lama, areia, água, temperatura, quedas, etc.

Com relação à resistência do cano, por exemplo, enquanto no protocolo civil a arma é estressada com 10 mil tiros durante seu desenvolvimento, no militar esse estresse é elevado aos 60 mil tiros.

Para se ter uma ideia, o cano de um fuzil Taurus T4, por exemplo, é fabricado para resistir até 12 mil tiros, enquanto o cano de um fuzil AR-15 americano de plataforma semelhante (M4), mas fabricado para uso civil (como a imensa maioria nos EUA), só resiste a cerca de 2/3 mil tiros.

Na Taurus, a submetralhadora SMG, o rifle de ferrolho, as pistolas TS9 e GX4, bem como todos os fuzis, foram e estão sendo desenvolvidos no protocolo militar.

E190-E2 da Embraer restabelece conexão aérea vital entre dois centros financeiros globais


*LRCA Defense Consulting - 05/09/2021

No 2 de setembro de 2021, aconteceu uma importante estreia no Aeroporto London City (LCY). Às 17h45 (horário de Londres), um E190-E2 da Embraer fez seu primeiro voo comercial para o icônico aeroporto no centro da capital política e financeira britânica. Com o registro HB-AZG, a aeronave da Helvetic Airways voou de Zurique a Londres em 1 hora e 20 minutos, restabelecendo um elo essencial para a comunidade financeira global.

Operado pela Helvetic Airways em nome da Swiss International Air Lines, empresa aérea com a qual possui uma parceria, o voo LX 456 foi recebido com um batismo do corpo de bombeiros do Aeroporto London City. A bordo do voo, completamente vendido, estavam 110 passageiros, entre representantes da mídia internacional, viajantes a negócios, além de passageiros em viagem para visitar amigos e familiares.

Restabelecendo a conectividade entre o Reino Unido e a Suíça
Ao comentar sobre a chegada da aeronave, o Diretor de Operaçòes do LCY, Alison FitzGerald disse: "Receber a Swiss/Helvetic de volta ao London City e com a mais nova aeronave certificada para operar no aeroporto, o E190-E2 da Embraer, é um marco significativo para o London City. Isso demonstra como estamos colaborando com fabricantes e companhias aéreas para trazer aeronaves com baixo nível de emissões e baixo ruído ao nosso aeroporto. Além disso, restabelecemos uma conexão comercial vital que acreditamos que irá crescer cada vez mais à medida que o governo do Reino Unido começar a reduzir gradativamente as barreiras às viagens. Nossa ambição é ser um dos aeroportos mais sustentáveis do nosso porte na Europa, e minha expectativa é que recebamos mais dessas aeronaves com mais companhias aéreas conforme a indústria se recupera da Covid-19."

E190-E2 da Embraer: a aeronave perfeita para o London City
Com o comprimento de pista de apenas 1.508 metros do LCY e ângulos de descida de até 5,5 graus, o E2 da Embraer é extermanente adequado para operações no lendário aeroporto localizado ao lado do rio Tâmisa.

“Graças a uma redução de quase 20% no consumo de combustível e a uma redução na emissões de ruído na decolagem 63% menor do que a aeronave da Embraer de geração anterior, o E190-E2 não só oferece reduções significativas nas emissões, mas também proporciona uma experiência muito mais silenciosa para os residentes locais”, destacou Cesar Perreira, Diretor de Vendas e Marketing da Embraer para EMEA, pouco antes de o primeiro voo partir de Zurique para Londres.

É importante ressaltar que as aeronaves da Embraer respondem por quase 90% de todos os pousos e decolagens do aeroporto. Ao mesmo tempo, o E190-E2 quase dobra o alcance disponível a partir do LCY para mais de 4 mil quilômetros, colocando pela primeira vez ao alcance dos viajantes destinos como Istambul, Casablanca e Moscou.

Helvetic Airways: a primeira operadora do E2 no London City
“Com esta estreia mundial, estamos particularmente orgulhosos de poder oferecer um produto do mais alto nível em termos de conforto, silêncio e sustentabilidade. Estamos convencidos de que o E2 da Embraer se adapta perfeitamente às necessidades dos viajantes de negócios que voam entre os centros financeiros de Londres e Zurique”, disse Tobias Pogorevc, CEO da Helvetic Airways, durante o voo inaugural.

Com a pandemia de coronavírus trazendo uma ênfase mais regional para o transporte aéreo, juntamente com uma tendência de utiltização de aeronaves menores, a Helvetic Airways está agora idealmente equipada para fornecer operações confiáveis e econômicas e aproveitar todas as vantagens das novas oportunidades oferecidas atualmente em mercados de todo o mundo. Com uma frota de 12 aeronaves E2 da Embraer, a Helvetic Airways é atualmente a maior operadora de E-Jets da Embraer no mundo, fortalecendo sua posição como uma companhia aérea regional com base na Suíça, Europa e além.

Nova lei do Texas (EUA) permite que a maioria das pessoas carregue armas em público sem permissão ou treinamento

Pesquisa sugere que tais leis tendem a impulsionar as vendas de armas

A maioria dos texanos com 21 anos ou mais que não foram condenados por certos crimes agora podem carregar um ...


*WITN - 05/09/2021

A nova lei do Texas que permite que a maioria das pessoas carregue armas em público sem permissão ou treinamento veio em parte da crença de muitos texanos de que a melhor maneira de prevenir o crime e deter um bandido armado é garantir que ele esteja armado cara bom está por perto.

O governador Greg Abbott e seus aliados republicanos no Legislativo, que neste verão fizeram do Texas o maior estado com a chamada lei de transporte sem permissão, apresentaram-no como uma forma de permitir que as pessoas se defendam mais facilmente sem a interferência do governo.

“Na melhor das hipóteses, a polícia está a minutos de distância. Mas você precisa de proteção imediatamente, se estiver em perigo. Então, isso vai nos deixar seguros ”, disse Bethany Young, diretora legislativa da Texas Gun Rights, que pressionou pela aprovação da lei que entrou em vigor na quarta-feira.

Mas pesquisas sugerem que o crime realmente aumenta depois que essas leis são implementadas. E as autoridades do Texas, incluindo muitos que se manifestaram contra a nova medida, temem que ter mais pessoas andando armadas levará a mais desavenças sendo resolvidas por meio de tiros e mais armas perdidas ou roubadas acabando nas mãos de criminosos.

Com sua nova lei, o Texas se juntou a quase duas dezenas de estados que permitem alguma forma de porte não regulamentado de armas de fogo. O Texas já permitiu que rifles fossem transportados em público sem licença. Mas, alguns dias atrás, a maioria dos texanos com 21 anos ou mais que não foram condenados por certos crimes agora podem portar uma arma no coldre em público sem passar por qualquer treinamento, obter uma licença ou passar por uma verificação de antecedentes administrada pelo governo.

Embora vários dos estados sem permissão tenham aprovado suas leis este ano e os pesquisadores digam que é necessário mais tempo para estudar completamente o impacto de tais medidas, Sven Smith, um professor assistente de sociologia da Universidade Stetson na Flórida que estuda a violência armada, disse que os dados coletados. Até agora, vários estudos sugerem que as taxas de criminalidade em estados com leis de transporte aberto aumentam de 10% a 15%.

“Os Estados Unidos estão seguindo a noção tradicional de combater fogo com fogo. A melhor defesa é um bom ataque, esse tipo de mentalidade ”, disse Smith. “Mas a esmagadora preponderância das estatísticas, embora não sejam certas e não sejam conclusivas ... elas apenas apontam para um caminho”.

A pesquisa também sugere que tais leis tendem a impulsionar as vendas de armas, disse Smith. Um estudo de 2018 feito por um professor da Universidade de Denver descobriu que “a tendência geral de aumento das vendas de armas curtas nos Estados Unidos se deveu em parte à liberalização” dos estatutos de porte oculto de armas, como as leis de porte ilegal.

Leia a íntegra da matéria aqui.

IMBEL realiza entrega de mais um lote de Fuzis de Assalto 5,56 IA2 ao Exército


*LRCA Defense Consulting - 05/09/2021

A IMBEL, por meio da Fábrica de Itajubá, realizou a entrega de mais um lote do Fuzil de Assalto 5,56 IA2, o último referente ao Termo de Execução Descentralizada (TED) nº 01/2020, firmado entre ela e o Comando Logístico do Exército Brasileiro - COLOG.

O objeto desse Termo foi a fabricação e distribuição de 5.308 (cinco mil trezentos e oito) unidades do Fuzil de Assalto 5,56 IA2 e dos respectivos conjuntos de manutenção de 1° escalão (57 unidades), 2° escalão (07 unidades) e 3° escalão (03 unidades).

Fuzil de Assalto IMBEL IA2
O Exército Brasileiro está substituindo de modo gradual o armamento mais utilizado pelos seus efetivos. A fim de atender às necessidades operacionais da Força Terrestre, o Fuzil IA2 sucederá o Fuzil Automático Leve (FAL 7,62) como dotação de suas tropas.

Primeiro fuzil com tecnologia 100% nacional e produzido pela Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), em Itajubá (MG), o armamento tem diferenciais de qualidade, como o peso inferior ao do FAL, ergonomia do punho, maior capacidade do carregador e possibilidade de fixação de acessórios diversos, como optrônicos. O calibre do novo armamento é o 5,56 mm, sendo que foi também desenvolvida uma nova arma da mesma família  com calibre 7,62 mm. 

O novo fuzil atende aos requisitos estabelecidos pelo Exército para sua adoção como armamento padrão. O IA2 atira nos regimes automático, semiautomático e de repetição, para lançamento de granadas de bocal, com cadência de 600 tiros por minutos.

Em sua fabricação, foram utilizadas novas tecnologias, conceitos e materiais poliméricos, mais leves, ergonômicos e de melhor maneabilidade. Seus trilhos picatinny, dispostos em toda a superfície superior da tampa da caixa da culatra e em todas as faces do guarda-mão, permitem a acoplagem de dispositivos, como lanternas táticas, apontadores laser, lunetas de visada rápida, lunetas de visão noturna ou lunetas de precisão, punhos táticos e lançador de granadas.

O IA2 já está sendo empregado em diversas organizações militares pelo Brasil e foi, inclusive, utilizado pelo Exército na segurança de grandes eventos, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Programas Estratégicos, como o Sistema de Monitoramento Integrado de Fronteiras (SISFRON), também contemplam a utilização do novo fuzil pela tropa. Da mesma forma, o 26º Contingente Brasileiro da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH) empregou esse armamento.





04 setembro, 2021

Taurus e CBC patrocinam e estão presentes no W2C, maior evento sobre combate urbano do mundo


*LRCA Defense Consulting - 04/09/2021

A Taurus Armas e a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), Empresas Estratégicas de Defesa, participam como expositoras e patrocinadoras da 2ª edição do World Combat Conference (W2C), que acontecerá de 4 a 7 de setembro no complexo Base Armalite, em Itu (SP).

Considerado o maior evento sobre combate urbano do mundo, o W2C é voltado a militares do Exército, Marinha e Aeronáutica, policiais civis e militares, Ministério Público e Judiciário, agentes da segurança privada com certificação profissional válida e atiradores esportivos com certificado de registro (CR) em vigor.

Serão quatro dias de atividades, reunindo mais de 20 disciplinas ministradas por renomados instrutores do Brasil, EUA, Reino Unido, Itália e Polônia. No dia 4 de setembro houve o congresso com palestras no palco principal, quando o policial civil do Grupo Especial de Reação (GER/SP) Vicente Ancona fará uma palestra sobre Balística Terminal, abordando o portfólio da CBC com diferenciação técnica, envolvendo ocorrências policiais e as soluções que a empresa apresenta.



No dia seguinte (5), serão realizadas as clínicas teóricas em sala de aula e nos dias 6 e 7 acontecerão as clínicas práticas no estande de tiro, no qual os participantes terão a oportunidade de utilizar a pistola Taurus TS9.

Destaques no cenário nacional e internacional no segmento de armas de fogo e munições, a Taurus Armas e a CBC terão um estande no local onde estarão expondo ao público seus amplos portfólios de produtos e novidades.

Entre os próximos lançamentos da CBC, que aguardam homologação por órgão competente para comercialização no mercado brasileiro, estarão expostas as munições .22 Magnum, 6,5 Creedmoor, as munições para treinamento Polymatch - projéteis revestidos com pintura especial de polímero, sem presença de chumbo e menor teor de fumaça no disparo quando comparado a projéteis de chumbo convencionais, e as munições JHPP, com projétil expansivo de design especialmente desenvolvido para maximizar seu desempenho balístico.

Já entre as novidades em armas da CBC, serão apresentados os novos rifles no calibre .22LR, modelos Lever Action (acionamento por alavanca) Rio Bravo 18" e Pump Action Gallery 18", ambos com capacidade de 15 + 1 disparos e semiautomático Tactical 18" com carregador para 25 munições, e no calibre .22MAG, modelo semiautomático 7122M 21". 

Para a consagrada Pump Military calibre 12, será apresentada versão com cano de 14". Já para as tradicionais Carabinas Puma Lever Action, estarão em exposição novos desenvolvimentos em calibre .357, com significativos diferenciais visuais e funcionais. Estes produtos também aguardam homologação para comercialização no Brasil.

Na ocasião, também serão expostas no estande as munições expansivas Bonded, fabricadas pela CBC, que devido à tecnologia empregada na produção dos projéteis apresentam excelente desempenho comprovado pelo protocolo de testes do FBI, além de munições nos calibres 5,56mm e 7,62mm de alto desempenho para diferentes finalidades de emprego.

Na linha de alta precisão, estará exposta a série SNIPER 1, composta pelos calibres .223 Rem, .308 Win e .50.

Dentre os produtos fabricados pela Taurus Armas, estará exposta a conceituada linha de armas TSeries, especialmente desenvolvida para atender o mercado militar e policial – incluindo os modelos TH40, TH40c, TS9 e SMT40, e a linha da série G, composta por pistolas com armação de polímero de alta resistência e qualidade, que inclui uma das armas mais vendidas no mundo, a Taurus G2c, e a pistola microcompacta GX4, menor pistola da categoria e que marca a entrada da Taurus neste segmento.

Além dessas, estará exposta também a Taurus TX22, considerada a pistola calibre .22 LR mais avançada do mercado e que conquistou o prêmio Handgun of the Year 2019, da revista americana GUNS & AMMO, além do revólver Ranging Hunter 44H, especialmente desenvolvido para o mercado de caça e lazer.

O evento contará ainda com exposição de produtos das principais marcas do mercado bélico, tático e esportivo/outdoor.

Para mais informações sobre a W2C 2021 acesse o site http://w2cbrazil.com

Nauru 1000C é o novo Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) da Aviação do Exército

SARP Nauru 1000C em testes de campo

*LRCA Defense Consulting - 04/09/2021

A revista Defesa Aérea & Naval, em edição de 03/09/2021, divulgou que, ao completar seus 35 anos de recriação, a Aviação do Exército se prepara para receber o seu primeiro Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) Categoria 2, dentro do seu Plano Estratégico, que vai integrar o SIMEM (Sistema e Meios de Emprego Militar).

O modelo escolhido foi o Nauru 1000C, produzido pela empresa XMOBOTS Aeroespacial e Defesa. Ele pesa 10Kg e opera fora do alcance visual, possuindo como características 3m de comprimento, 7m de envergadura, autonomia de 10h de voo e pouso e decolagem VTOL. O Nauru 1000C será dotado de sensores de vigilância e, inicialmente, foi adquirido um sistema com 3 aeronaves.

O Coronel do Exército e especialista em aviação militar Glício Fonseca, ao noticiar o assunto hoje em seu perfil no Twitter, publicou também as três fotos que ilustram esta matéria.

Leia mais:
- Nauru, um drone brasileiro para missões de Segurança e Defesa

SARP Nauru 1000C em testes de campo

Estação de controle


03 setembro, 2021

Embraer entrega seu 1.500º jato executivo, um Phenom 300E, para operadora de fretamento na Suíça


*LRCA Defense Consulting - 03/09/2021

A Embraer anunciou, hoje, a entrega de seu 1.500º jato executivo, uma impressionante conquista alcançada em apenas duas décadas. A média do setor, para referência, é de 34 anos para atingir essa marca. A aeronave comemorativa é um Phenom 300E, o jato da categoria Leve mais vendido por nove anos consecutivos, que foi entregue à Haute Aviation, uma empresa suíça de fretamento, revenda e gestão de aeronaves.

“É uma grande satisfação anunciar a entrega do 1.500º jato executivo da Embraer. Esta entrega histórica à Haute Aviation reflete nosso compromisso em oferecer a melhor experiência em aviação executiva”, disse Michael Amalfitano, presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. “Com nosso portfólio líder da indústria, sempre buscamos redefinir a experiência do cliente por meio de tecnologia, desempenho e conforto. Estamos animados em oferecer esta experiência para a Haute Aviation e recebê-la como cliente da Embraer”

Procurando diversificar seu portfólio, que inclui um turboélice monomotor e uma aeronave de longo alcance, a Haute Aviation decidiu expandir as operações com o Phenom 300E. A aeronave, com alcance de 2.010 milhas náuticas (3.724 km) sem escala, permitirá que seus clientes possam se deslocar pela Europa sem necessidade de paradas.  A Haute Aviation está sediada no aeroporto de Saanen-Gstaad, localizado na região dos Alpes Suíços, local muitas vezes considerado operacionalmente desafiador. No entanto, com excelentes capacidades de decolagem e subida, o Phenom 300E demonstra desempenho incomparável em toda a região, também pelo fato de contar com tecnologias como Sistema de Visão Sintética (Synthetic Vision System - SVS) para fornecer maior consciência situacional e sistema de alerta  e prevenção de saídas de pista (Runway Overrun Awareness and Alerting System - ROAAS) - a primeira tecnologia desse tipo a ser desenvolvida e certificada na aviação executiva.

A Haute Aviation também destacou a velocidade como fator decisivo para aquisição da aeronave, já que o Phenom 300E é o jato mais rápido e de maior alcance da categoria, capaz de atingir Mach 0,80, permitindo que seus clientes cheguem ao destino com mais rapidez e com muito mais conforto. O Phenom 300E pode alcançar toda a Europa a partir da Suíça, com todos os assentos ocupados, de forma mais rápida do que qualquer outra aeronave do segmento.

“Para a Haute Aviation, o novo Phenom 300E é o melhor produto do mercado para completar a nossa frota. Acreditamos que uma aeronave a jato bimotor irá agradar aos nossos passageiros que preferem não voar em uma aeronave monomotor, oferecendo alto desempenho sem comprometer o alcance e a capacidade de carga útil”, afirmou Catherine Tamagni, chefe de Marketing e Comunicação da Haute Aviation. “Estamos muito confiantes que nossos clientes ficarão impressionados com o fantástico acabamento do interior, com a melhor altitude de cabine, o baixo ruído e extremo conforto. O Phenom 300E também tem um dos melhores banheiros em sua categoria, equipado com porta, duas janelas grandes e com assento certificado para decolagem e pouso. Estamos ansiosos para apresentar o Phenom 300E aos nossos clientes, bem como aumentar nossa parceria com a Embraer”.

Com mais de 950 clientes e 1.500 aeronaves comercializadas, em mais de 80 países, os negócios de aviação executiva da Embraer acumulam uma taxa de crescimento anual de 22% desde 2002, quando o primeiro modelo de jato executivo foi entregue. Em 2020, um em cada quatro jatos de pequeno e médio porte entregues no mundo era da família Phenom ou Praetor.




Daniel Barbosa é o novo CFO da OGMA (Grupo Embraer)

Sede da OGMA em Alverca, Portugal

*ECO - 01/09/2021

Daniel Barbosa é o novo CFO da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, transitando da Siemens Energy onde era até aqui financial manager. Profissional tem mais de 20 anos de carreira na área da energia, em várias funções e geografias.

Assume agora o desafio de liderar a área financeira e de tecnologias da informação da OGMA, empresa de aeronáutica detida, desde 2005, em 65% pela Airholding SGPS (100% EMBRAER) e em 35% pela Empordef (100% Estado Português).

“É com muita motivação que encaro esta oportunidade de integrar uma empresa como a OGMA, que alia a inovação tecnológica e a elevada competência técnica dos seus colaboradores a mais de 100 anos de experiência no setor aeronáutico. Acredito que posso dar o meu contributo para que a OGMA possa superar os desafios atuais e futuros que se colocam a uma indústria tão competitiva como é a aviação”, afirma Daniel Barbosa, citado em nota de imprensa.

OGMA tem um novo CFO. Daniel Barbosa lidera área financeira e de  tecnologias da informação da empresa de aeronáutica – Executive Digest


Licenciado em Gestão pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (Universidade Técnica de Lisboa), com 20 anos de experiência na área de gestão no setor da energia, Daniel Barbosa era até aqui financial manager na Siemens Energy Portugal, empresa onde ocupou diferentes funções em diferentes geografias.

“Entre 2019 e 2020, foi Vice-Presidente Sénior de energy transmission solutions Latin America na Siemens Colômbia, liderando as áreas de vendas, engenharia, execução de projetos, compliance e segurança, que acumulou com a função de CFO que vinha desempenhando desde 2017”, informa nota de imprensa. Foi CFO na área de energy high voltage products Central America na Siemens México, liderando as áreas financeiras da região, assim como controlling, compras e IT (2014-2017).

“Na Siemens Portugal assumiu diferentes posições, nomeadamente CFO da área energy transmission (2011- 2014), liderando a área financeira da área de negócio; CFO da área energy transmission and distribution (2006-2011), tendo a seu cargo a área financeira da área de negócio de projetos, produtos, serviços, análise e implementação de investimentos, e commercial project manager da área Power Generation, tendo a seu cargo o controlo financeiro geral do projeto, de cada especialidade e movimentos financeiros”, informa a mesma nota. A sua entrada no mercado laboral deu-se em 2000 como estagiário na área de Power Service.

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