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12 maio, 2022

WEG e Grupo AIZ firmam acordo de cooperação tecnológica para projetos de mobilidade elétrica

WEG e Grupo AIZ firmam acordo de cooperação tecnológica para projetos de mobilidade elétrica


*LRCA Defense Consulting - 12/05/2022

A WEG anunciou a assinatura de um acordo de cooperação tecnológica para o desenvolvimento de estudos para a viabilização de projetos relacionados ao ecossistema de veículos elétricos off road com o Grupo AIZ, empresa brasileira que, em conjunto com suas afiliadas, dedica-se ao desenvolvimento de equipamentos que vão desde manipuladores, guindastes, máquinas anfíbias, implementos rodoviários, agrícolas, peças, customização de máquinas, além de fazer locação para diversos segmentos.

A parceria entre WEG e Grupo AIZ busca unir conhecimentos e experiências, bem como empregar esforços de cooperação mútua para o desenvolvimento e aprimoramento de projetos de mobilidade elétrica, para aplicação em veículos e implementos de utilização comercial/industrial off-road e operados em sistemas logísticos.

“Ao celebrar esse memorando de cooperação tecnológica com o Grupo AIZ estamos avançando na nossa estratégia de tornar a mobilidade elétrica off road uma realidade no Brasil, atendendo de forma estrutural toda a cadeia necessária para a viabilização também destes segmentos de mercado”, explica Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

O acordo entre as empresas prevê ainda a busca de novas soluções para aprimoramento de estações de recarga de veículos elétricos, captação, fornecimento e armazenamento de energia limpa e renovável. O objetivo é desenvolver para os clientes de produtos elétricos, a possibilidade de obtenção da sua própria energia, de modo a se tornarem autossuficientes.

“Estamos empregando esforços de cooperação mútua, para preservação ambiental e diminuição do consumo de combustíveis fósseis, pela busca do fortalecimento da matriz energética brasileira, para o aumento de segurança no ambiente de trabalho e colaboração para o desenvolvimento e autossuficiência da indústria nacional”, complementa Alberto Iván Zakidalski, CEO do GRUPO AIZ.

Sobre O Grupo AIZ
Com mais de 1.400 colaboradores, o Grupo AIZ desenvolve equipamentos que vão desde manipuladores, guindastes, máquinas anfíbias, implementos rodoviários, agrícolas, peças, customização de máquinas, além de fazer locação para diversos segmentos. A empresa também se destaca por ser pioneira na operação remota não tripulada, novidade no mercado brasileiro.

11 maio, 2022

Índia: com o fuzil T4, Taurus avança mais um passo em licitação de 94 mil armas


*LRCA Defense Consulting - 11/05/2022

Durante as lives de hoje, onde o CEO da Taurus Armas, Salesio Nuhs, e o CFO, Sérgio Sgrillo Filho, comentaram sobre os excelentes resultados do 1T22 e as perspectivas futuras para a empresa, uma informação divulgada é de suma importância: a Taurus já avançou mais um passo na licitação do governo indiano, onde este quer importar, em caráter emergencial, cerca de 94 mil fuzis CQB.

A empresa está concorrendo com o seu consagrado fuzil Taurus T4 calibre 5,56 x 45mm e, em fevereiro passado, a equipe que viajou para a Índia, juntamente com integrantes da Jindal Defence, estiveram  na Escola de Infantaria Mhow, na cidade de Indore, onde realizaram a demonstração do fuzil para as Forças Armadas Indianas, visando essa licitação e outra futura que poderá chegar a cerca de 350 mil fuzis em cinco anos.

Para essa importante atividade, a Taurus levou 15 fuzis T4 automáticos em diferentes variações, como modelos de 14,5”, 11,5” e 7,5” de cano, guarda-mãos de alumínio quad-rail e M-Lok, diferentes miras e carregadores metálicos e de polímero.

Após ter sido aprovado completamente nos testes iniciais, a novidade agora é o novo passo da licitação: o Exército Indiano já definiu as especificações do fuzil que quer. Assim, a Taurus aguarda agora a solicitação para que envie um novo lote de armas para os testes definitivos.

Tomando-se por base outras licitações internacionais já vencidas pela empresa com o fuzil T4, caso a seja a vencedora também nessa, o fato poderá significar o ingresso de cerca de 55 milhões de dólares em seu caixa.

A possibilidade de a escolha do fuzil T4 pelo Exército Indiano estar cada vez mais próxima, entusiasma a empresa brasileira e seus acionistas, haja vista que, além de os frutos financeiros serem totalmente da Taurus Brasil, poderá marcar a entrada, em grande estilo, no maior e mais inexplorado mercado capitalista de armas leves do mundo, abrindo também caminho, já com a joint venture Jindal Taurus, para a grande licitação de mais de 350 mil fuzis planejada pelo Exército Indiano, isso sem contar a possibilidade fornecimento de pistolas e submetralhadoras para substituir as obsoletas armas em uso pelas forças armadas desse país.

Os executivos da Taurus também afirmaram anteriormente que outras quatro licitações menores estão em curso no país, com boas chances de sucesso. Segundo informações já divulgadas, estas são:
- para a Guarda de Segurança Nacional: submetralhadora SMTP9;
- para a polícia de um estado, que poderá adquirir até 4.000 unidades do fuzil T4;
- para polícia da cidade de Aizawl, capital do estado de Mizoram: pistolas TS9 e TH9c;
- para uma outra força que não foi anteriormente divulgada: a empresa não especificou a(s) arma(s).

WEG equipa uma das maiores frotas de veículos comerciais elétricos no país

 WEG equipa uma das maiores frotas de veículos comerciais elétricos no país


*LRCA Defense Consulting - 11/05/2022

A execução de diversas obras de infraestrutura espalhadas pelo país começa a alicerçar a expansão da frota de veículos elétricos no Brasil, fora do eixo Rio-São Paulo. O maior aumento é no last mile (a última etapa logística que chega ao cliente final) nos setores de bebidas, e-commerce, alimentos e farmacêutico.

No mês de fevereiro, entrou em operação a primeira fase do projeto de eletrificação da frota da Ambev, a maior do Brasil. São 250 caminhões elétricos rodando em 18 cidades brasileiras, de Joinville, em Santa Catarina, a Natal, no Rio Grande do Norte. A meta da maior cervejaria brasileira é ter, até 2025, 50% de sua frota composta por caminhões elétricos.

A compra dos veículos e o projeto e instalação de infraestrutura de recarga da WEG foram executadas pela TB Green, que atua como integradora de soluções de energia limpa. “Investigamos as dores e os desafios do negócio do cliente, de forma a desenvolver uma solução específica. Em parceria com a Mega W, recursos próprios e um conjunto de fornecedores, como WEG, Volkswagen e JAC Motors, dentre outros, realizamos todas as etapas envolvidas e as customizações necessárias nos veículos”, afirma Carlos Augusto Serra Roma, diretor da TB Green.

Os caminhões elétricos da frota da Ambev serão recarregados com as estações de recarga rápida da WEG, homologadas pela VW Caminhões e Ônibus, linha WEMOB Station 60, desenvolvida e fabricada no Brasil. Além de compactas, eficientes e seguras, elas contam com a maior rede de suporte e assistência técnica, sendo a melhor solução para empresas que desejam eletrificar suas frotas.

“A WEG está completamente alinhada em participar ativamente do processo de evolução da mobilidade elétrica no Brasil. Neste projeto especificamente estamos duplamente engajados, primeiro através da parceria com a Volkswagen que resultou no desenvolvimento do e-Delivery equipado com Powertrain WEG, e agora sendo selecionados pela TB Green para fornecer também as estações de recarga rápida WEMOB Station”, explica Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.

Sobre a TB Green
A TB Green detém uma das maiores frotas de veículos elétricos do Brasil e é líder em número de projetos e de obras executadas de infraestrutura civil e elétrica para a instalação de recarregadores de veículos. A empresa atua como integradora de soluções de energia limpa no conceito "do sol para as rodas", atuando nos segmentos de mobilidade, micromobilidade, movimentação de material, geração de energia fotovoltaica e projetos de infraestrutura de recarga para veículos elétricos.

 

10 maio, 2022

Lucro da Taurus quase triplica em relação ao do primeiro trimestre de 2021


*LRCA Defense Consulting - 10/05/2022

A Taurus Armas S.A. divulgou hoje, após o fechamento do mercado, os seus números referentes ao primeiro trimestre de 2022 e, mais uma vez, trouxe boas notícias para seus acionistas.

Lucro líquido quase três maior que o do 1T21
O primeiro grande destaque foi o lucro líquido perído. Com R$ 195,0 milhões no 1T22 e margem sobre a receita operacional líquida de 28,8%, o resultado da Taurus é quase três vezes maior (+ 186,4%) do que o lucro obtido no 1T21. Este é o nono trimestre consecutivo de lucro líquido, o que espelha a solidez da empresa.

O resultado bruto do 1T22, de R$ 334,5 milhões, superou em 31,7% o obtido no 1T21. A evolução é superior ao crescimento da receita no mesmo período de forma que, mesmo com a pressão exercida pela valorização do real em relação ao dólar norte-americano no período, a Taurus obteve aumento da rentabilidade bruta de 3,4 p.p., com a margem atingindo 49,4% no 1T22.

Ebitda superior a R$ 240 milhões pelo terceiro trimestre consecutivo
O Ebitda de R$ 242,2 milhões do 1T22 é outro grande destaque, já que mostra uma evolução de 37,8%, ante os R$ 175,7 obtidos no mesmo período de 2021. Da mesma forma, a rentabilidade operacional, medida pela margem Ebitda, manteve evolução positiva no período, atingindo 35,38%, com alta de 3,9 p.p. no mesmo período de comparação.

A receita operacional líquida consolidada apresentou aumento de 22,8% na comparação entre o 1T22 e igual trimestre do ano anterior, percentual bastante superior aos 3,8% de alta no volume de vendas verificado no mesmo período. Considerando isoladamente o segmento de armas & acessórios, a receita no 1T22 foi de R$ 651,9 milhões, 27,2% superior ao apurado no 1T21. 

No entanto, comparado ao 4T21, a receita líquida consolidada foi pressionada pela redução no volume de vendas de armas (férias coletivas e manutenção), pela desvalorização de 6,4% do dólar médio frente ao real no período e, ainda, pela contração da receita dos demais segmentos de atuação da empresa.

Produção supera em mais de 15% o 1T21
A produção total da Taurus no 1T22, considerando as operações industriais do Brasil e dos EUA, atingiu a média de 9 mil armas por dia, volume 15,4% superior ao registro no mesmo período do ano de 2021. O volume total produzido, de 574 mil unidades, superou em 16,8% o alcançado no 1T21.

Tradicionalmente, a produção no primeiro trimestre do ano é mais baixa do que nos demais e, portanto, foi inferior à realizada no ano de 2021, 9,3 mil unidades/dia. Isso ocorre em razão do processo de ramp up das fábricas após a parada de manutenção e férias coletivas realizada em dezembro, além do fato de não haver a retomada integral em janeiro, uma vez que, durante esse mês, o grupo de funcionários que ficou fazendo inventário em dezembro tem seu período de férias. 

A unidade norte-americana produziu 216 mil armas no 1T22, volume 23,5% superior ao apurado no 1T21, totalizando 909 mil unidades produzidas nos últimos 12 meses. A produção de armas da unidade brasileira no 1T22 foi de 358 mil unidades, o que representa aumento de 13,0% em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior.

Vendas aumentam no Brasil e em outros países. Back order de 770 mil armas
Com relação às vendas, foram 517 mil unidades de armas vendidas pela Taurus no 1T22, volume 3,8% superior ao registrado no 1T21, resultado do aumento de 23,9% no volume de vendas no Brasil e de 22,2% no volume de vendas para outros países além dos EUA. Já no mercado norte-americano, as vendas se mantiveram praticamente estáveis no mesmo período de comparação. Ao final do trimestre, a Taurus registrava back order de 770 mil unidades de armas para entrega nos mercados norte-americano e brasileiro, volume equivalente a 4,5 meses de produção integrada nos dois países.

Relação dívida líquida/Ebitda de apenas 0,2 mostra a saúde financeira da empresa
Ao final de março, a dívida bruta da Companhia era de R$ 535,4 milhões, o que indica redução de 22,8% ou R$ 157,9 milhões em relação à posição registrada no encerramento do exercício de 2021. Houve redução de R$ 238,5 milhões na posição da dívida líquida (dívida bruta menos Caixa e aplicações financeiras) no decorrer dos três primeiros meses de 2022.

A contínua e consistente redução da dívida no decorrer dos últimos anos, acompanhada de aumento da geração de caixa permitiu a plena desalavancagem financeira da Taurus. Ao final de março, considerando o Ebitda gerado nos últimos 12 meses, a relação dívida líquida/Ebitda atingiu 0,2, indicando que 20% da geração de caixa anual medida por esse indicador seria suficiente para quitar a totalidade da dívida, isso sem contar ainda a fábrica de capacetes, o terreno em Porto Alegre e os bônus de subscrição a vencer, que poderão injetar mais R$ 249 milhões na empresa.  

Dividendos
O lucro líquido de R$ 195,0 milhões no primeiro trimestre superou a totalidade do lucro líquido distribuído na forma de dividendos referente ao resultado de 2021, que foi de 194,3 milhões, equivalente a R$ 1,62 por ação. Com a estrutura da empresa plenamente ajustada e a consolidação dos bons indicadores operacionais e financeiros, a Taurus evidenciou o objetivo de seguir remunerando os acionistas de forma diferenciada.

Eve Holding, Inc. começa a negociar hoje na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo “EVEX”



*LRCA Defense Consulting - 10/05/2022

A Eve Holding, Inc.  anunciou hoje que suas ações ordinárias e warrants (bônus de subscrição) começarão a ser negociados na Bolsa de Valores de Nova York hoje sob os códigos “EVEX” e “EVEXW”, respectivamente.

A administração participará de uma cerimônia de abertura na NYSE hoje em comemoração à listagem pública, que segue a conclusão em 9 de maio de 2022, de uma combinação de negócios entre a Zanite e a EVE UAM, LLC, líder no desenvolvimento da próxima geração soluções de Mobilidade Aérea Urbana e uma subsidiária da Embraer S.A..

“Hoje, comemoramos um marco histórico em uma jornada que iniciamos há quase cinco anos na EmbraerX, aceleradora de mercado da Embraer, líder no setor de aviação global”, disse André Stein, Co-CEO da Eve. “Esta transação é um facilitador fundamental de nossa missão de nos tornarmos um player líder em um mercado potencial endereçável de UAM de US$ 760 bilhões, e agradecemos a toda a equipe da Eve e da Embraer por todo o seu trabalho árduo, e aos nossos parceiros da Zanite, bem como aos nossos outros investidores por seu apoio”, disse ele.

A Eve criou uma solução UAM abrangente, prática e eficiente em termos de capital, abrangendo projeto e produção de veículos elétricos de decolagem e aterrissagem vertical (eVTOL), serviço e suporte, operações de frota e gerenciamento de tráfego aéreo urbano (UATM).

“Acreditamos que a Eve está em uma posição única para desenvolver, certificar e comercializar nossas soluções UAM em escala global”, disse Jerry DeMuro, Co-CEO da Eve. “Nosso pipeline de pedidos de lançamento para 1.825 veículos garantidos por meio de cartas de intenção não vinculativas de 19 clientes consiste em líderes do setor que também investiram na Eve, incluindo Azorra Aviation, Falko Regional Aircraft, Republic Airways e SkyWest, e fornece uma validação poderosa de nossos negócios. estratégia e visão”.

“Acreditamos no grande potencial do mercado global de UAM e a Eve está bem posicionada para ser líder global ao entregar um novo modo de transporte urbano eficaz e sustentável”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer. “Estamos totalmente comprometidos com a Eve, que desempenha um papel fundamental em nossa estratégia de crescimento impulsionada pela inovação e eficiência empresarial.”

A parceria estratégica da Eve com a Embraer é uma vantagem competitiva fundamental. A parceria inclui uma licença isenta de royalties para a propriedade intelectual de fundo da Embraer para ser usada no mercado de UAM, bem como acesso a milhares de funcionários qualificados da Embraer em uma base flexível e prioritária e uso da infraestrutura global da Embraer, de acordo com os termos de determinados serviços acordos entre a Embraer e a Eve. O alinhamento estratégico com a Embraer também oferece à Eve importantes vantagens de custo e execução, pois busca escalar sua solução UAM globalmente.

“A equipe da Zanite está animada por fazer parte da impressionante jornada de Eve”, disse Kenn Ricci, diretor da Eve e diretor da Directional Aviation Capital, ex-membro do patrocinador da Zanite. “Estamos ansiosos por nossa parceria contínua com a Eve, onde continuaremos a alavancar nossa ampla experiência no setor de aviação para apoiar a Eve à medida que continua expandindo sua presença no mercado global de eVTOL.”

Embraer e NAC fecham primeiro acordo de conversão de aeronaves cargueiras para até 10 E190F/E195F


*LRCA Defense Consulting - 10/05/2022

A Nordic Aviation Capital (NAC), a maior empresa de leasing de aeronaves regionais do mundo, será uma empresa de leasing de lançamento das conversões de E-Jets das versões de passageiros para cargueiro (P2F, passenger to freight, em inglês) da Embraer. A NAC fechou um acordo para ter até 10 posições de conversão, para E190F/E195F, com as primeiras entregas começando em 2024. As aeronaves para conversão virão da frota já existente de E190/E195 da NAC.
 
Norman C.T. Liu, Presidente e CEO da Nordic Aviation Capital, disse que “estamos entusiasmados em trabalhar com a Embraer no desenvolvimento de uma base de operadores para os cargueiros da família de -E-Jets, pois as conversões de cargueiro são um elemento-chave de nossa estratégia para o portfólio no futuro, tendo em vista o ciclo completo de vida da aeronave.”
 
Para Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, “é ótimo fazer negócios com a NAC, que sempre foi uma forte apoiadora da Embraer e da aviação regional. Tendo lançado o E190F e o E195F muito recentemente, o anúncio de hoje com a NAC é um forte indicador da demanda que estamos vendo para as conversões de E-Jets.”

Johann Bordais, Presidente & CEO da Embraer Services & Suporte afirmou: “há uma demanda por frete aéreo nunca vista antes, especialmente para entregas no mesmo dia e operações descentralizadas, missões ideais para cargueiros do tamanho dos E-Jets. A solução P2F da Embraer oferece à NAC oportunidades ideais de ampliar a receita com nossos modelos anteriores de E-Jet, agora configurados para substituir as aeronaves narrowbodies de cargas mais poluentes que estão se aposentando.”

As conversões para cargueiros dos E-Jets da Embraer oferecem desempenho e economia superiores no segmento - os E-Jets cargueiros terão mais de 50% de capacidade de volume, três vezes mais o alcance que grandes turboélices de carga e custos operacionais até 30% menores do que os narrowbodies.
 
A conversão para cargueiro será realizada nas instalações da Embraer no Brasil e inclui: porta frontal de carga do convés principal; sistema de movimentação de carga; reforço de piso; Barreira de Carga Rígida (BCR) – Barreira 9G com porta de acesso; sistema de detecção de fumaça de carga, incluindo extintores classe “E” no compartimento de carga superior; Alterações no Sistema de Gestão do Ar (arrefecimento, pressurização, etc); remoção interior e provisões para transporte de materiais perigosos. O E190F pode lidar com uma carga útil de 23.600 lb (10.700 kg), enquanto o E195F uma carga útil de 27.100 lb (12.300 kg). 

09 maio, 2022

Delegação de Defesa e Negócios da Índia visitará o Brasil para explorar oportunidades no setor de Defesa


*Financial Express - 09/05/2022

No final deste mês, uma grande delegação oficial e empresarial está indo para a nação sul-americana Brasil para explorar as possibilidades de produção conjunta, desenvolvimento conjunto de várias armas e plataformas de defesa.

Confirmando isso ao Financial Express Online, um oficial sênior disse: “Uma delegação de altos funcionários liderada por Sanjay Jaju, Secretário Adicional (Produção de Defesa), Ministério da Defesa (MoD) e representantes de várias empresas públicas e privadas da área de defesa viajará sob a égide da FICCI.”

“Haverá cerca de 10 a 12 empresas, incluindo os setores público e privado, bem como start-ups do setor de defesa”, confirmou um alto funcionário do órgão da indústria FICCI (ver *NOTA).

Quais empresas estão indo?
Armoured Vehicles Nigam Limited; Bharat Dynamatics Limited; Bharat Electronics Limited; C2C DB Systems; Centum Electronics; Dhruva Aerospace; GRSE; Larsen & Toubro Limited; Maharashtra Minerals Corporation Limited; Mazagon Dock Shipbuilders; MKU Limited; Ocean Marine Environment Coatings Pvt Ltd; Pushkak Products Pvt Ltd; SMPP Pvt Ltd; SSS Defence e outras.

Qual é a agenda das delegações que vão ao Brasil?
A delegação segue para Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. A delegação oficial, segundo fontes, se reunirá com a alta liderança das forças brasileiras e outros altos funcionários e as apresentações serão feitas pelas empresas indianas antes de viajar para outras localidades.

No dia 2 de junho, todas as empresas do setor público e privado visitarão São José dos Campos, onde estão localizadas todas as Indústrias de Defesa, e também o Parque Tecnológico, onde as empresas indianas farão apresentações.

A delegação também visitará diferentes instalações da Embraer, uma em São José dos Campos e outra localizada em Gavio Peixoto.

América do Sul e Central estão procurando por:
Exército:  Lançadores de Foguetes; Viatura Blindada de Transporte de Pessoal; Coletes Balísticos e Capacetes; Miras Telescópicas e IR; Dispositivos de Visão Noturna; Mísseis superfície a superfície.

Marinha : Helicópteros ASW; Submarinos; Capacidade de Defesa Cibernética; Aeronaves de RM e Vigilância; Navios Anfíbios; Modernização de Fragatas e Navios Patrulha OffShore.

Força Aérea: AWACS; Aeronaves Leves de Combate; Helicópteros de Combate Leve.

Já existe uma política governamental que tem uma nova estratégia de exportação de plataformas de defesa e armas para nações amigas.

Como foi relatado anteriormente pelo Financial Express Online, há muitos países na região, incluindo o Brasil, que estão em processo de modernização de suas forças militares e policiais. E isso abriu oportunidades para as empresas indianas explorarem o mercado e identificarem parceiros para joint ventures.

Quantas empresas indianas de defesa estão presentes no Brasil?
Até agora, apenas uma empresa indiana esteve presente em quase todos os países da região e é a MKU, com sede em Kanpur, líder global em soluções de defesa e segurança interna. Esta empresa executou diversos contratos no Brasil – Polícia Militar, Exército e Polícia Federal.

Eles também ganharam um grande contrato em uma competição para fornecer cerca de 14.500 peças de colete balístico para a Polícia Militar do Estado de São Paulo, e também o monóculo de visão noturna para o Exército Brasileiro.

BrahMos
Ambos os lados estão em discussão para a versão BrahMos-NG (Nova Geração) do míssil de cruzeiro supersônico ramjet de curto alcance.

Em recente interação com o Financial Express Online, Atul Dinkar Rane DG BrahMos DRDO& CEO & MD BrahMos confirmou que vários países da região buscaram mais informações sobre o míssil.

Embora ele não tenha nomeado especificamente os países, o Financial Express Online informou anteriormente que vários países da região manifestaram interesse no Indo-Rússia BrahMos.

Cooperação Índia-Brasil em Defesa
Em 2020, os dois países assinaram o Plano de Ação para a parceria estratégica Brasil-Índia, ao final das conversas entre o primeiro-ministro Narendra Modi e o presidente brasileiro Bolsonaro, que visitou a Índia como principal convidado do desfile do Dia da República.

E neste Plano de Ação, a defesa e a segurança são os principais componentes, pois ambos os países são complementares nesta área.

Interesse em fazer na Índia (Make in India)
Altos diplomatas e altos funcionários do Brasil manifestaram interesse em participar de joint ventures no setor de defesa.

Para as empresas indianas há muito escopo na abordagem “Triple-Helix” do Brasil, que é focada em P&D, Inovação para todos as três Forças – Exército, Força Aérea e Marinha, explicou o embaixador da Índia Suresh K Reddy anteriormente.

Alguma joint venture entre empresas indianas e brasileiras?
Sim. A brasileira Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), segunda maior fabricante de munições do mundo, e a Stumpp Schuele & Somappa India (SSS Defence) estão em uma joint venture para produzir munições para todos os calibres como: 9 mm, 7,62×39 mm,7,62× 51 mm, .338 Lapua e 12,7 mm. E, de acordo com os termos da joint venture, pode exportar para um terceiro país após cumprir os requisitos da Índia.

Outra empresa brasileira, Taurus Armas SA, se associou à Jindal Defense para a fabricação de armas pequenas.

*NOTA da LRCA Defense Consulting: a FICCI é a maior e mais antiga organização empresarial de ponta na Índia. Sua história está intimamente entrelaçada com a luta da Índia pela independência, sua industrialização e seu surgimento como uma das economias globais de mais rápido crescimento.

Caracterizando-se como uma organização não governamental e sem fins lucrativos, a FICCI é a voz dos negócios e da indústria da Índia. De influenciar políticas a incentivar o debate, envolvendo-se com os formuladores de políticas e a sociedade civil, a FICCI articula os pontos de vista e as preocupações da indústria. Atende seus membros dos setores corporativos privados e públicos indianos e empresas multinacionais, extraindo sua força de diversas câmaras regionais de comércio e indústria em todos os estados, alcançando mais de 2.500.000 empresas.

A FICCI fornece uma plataforma para networking e construção de consenso dentro e entre setores e é o primeiro porto de escala para a indústria indiana, formuladores de políticas e a comunidade empresarial internacional.

Eve conclui combinação de negócios com a Zanite e será listada na Bolsa de Valores de Nova York


*LRCA Defense Consulting - 09/05/2022

A Eve Holding, Inc., anteriormente conhecida como Zanite Acquisition Corp. (Nasdaq: ZNTE, ZNTEU, ZNTEW), anunciou hoje que fechou o combinação de negócios anunciada anteriormente com a Eve UAM, LLC, líder no desenvolvimento de soluções de Mobilidade Aérea Urbana de última geração e uma subsidiária da Embraer SA. A transação foi aprovada pelos acionistas da Zanite em 6 de maio de 2022.

Com a transação agora concluída, a Zanite mudou seu nome para “Eve Holding, Inc.” Em conexão com o fechamento da transação, os títulos da Zanite serão voluntariamente retirados do Nasdaq Capital Market após o fechamento do mercado em 9 de maio de 2022, e as ações ordinárias e warrants públicos da Companhia deverão começar a ser negociados na Bolsa de Valores de Nova York em 10 de maio 2022 sob os símbolos “EVEX e “EVEXW”, respectivamente.

“A conclusão bem-sucedida desta transação é um marco importante, fornecendo capital e suporte estratégico para que a Eve desempenhe um papel fundamental na aceleração do ecossistema global de UAM. O financiamento levantado por meio da transação fornece à Eve capital de crescimento e posiciona a Eve bem para executar seus planos de desenvolvimento, auxiliado por nossa parceria estratégica contínua com a Embraer. Pretendemos fortalecer ainda mais nossa posição como líder global em UAM, oferecendo um novo modo de transporte urbano eficaz e sustentável”, disse o Co-CEO da empresa, Andre Stein.

O co-CEO da empresa, Jerry DeMuro, acrescentou: “O fechamento desta transação nos coloca no caminho para desenvolver e comercializar ainda mais nossa solução abrangente de UAM. Acredito que nossa equipe qualificada, diretoria de classe mundial e extensas parcerias globais estratégicas fornecem um posicionamento superior para a Eve executar as principais iniciativas de desenvolvimento nos próximos anos, em nossa busca por oferecer uma forte criação de valor para nossos stakeholders.”

Um PIPE aumentado de US$ 357 milhões ao preço de US$ 10,00 por ação também foi fechado em 6 de maio de 2022, imediatamente antes do fechamento da transação. O PIPE inclui investimentos de US$ 185 milhões da Embraer, US$ 25 milhões do patrocinador da Zanite e US$ 147 milhões de um consórcio dos principais investidores financeiros e estratégicos, incluindo Acciona, Azorra Aviation, BAE Systems, Bradesco BBI, Falko Regional Aircraft, Republic Airways, Rolls-Royce, SkyWest, Inc., Space Florida e Thales USA.

A White & Case LLP atuou como consultora jurídica da Zanite. Jefferies LLC, BTIG, LLC e Cowen and Company LLC atuaram como consultores financeiros e de mercado de capitais da Zanite. Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP e Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados atuaram como consultores jurídicos da Embraer e Embraer Aircraft Holding, Inc. Raymond James & Associates, Inc. atuou como consultor financeiro e mercado de capitais assessor da Eve e do Banco Santander (Brasil) SA, o Banco Bradesco BBI SA e o Banco Itaú International atuaram como assessores financeiros da Eve.
 

Taurus participará de três lives para mostrar seus resultados do 1T22


*LRCA Defense Consulting - 09/05/2022

Amanhã (10), após o fechamento do mercado, a Taurus Armas estará divulgando os seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2022 (1T22).

No dia seguinte (11), o CEO Global da empresa, Salesio Nuhs, e o CFO, Sérgio Sgrillo, participarão de três lives com entidades do mercado a fim de comentar e debater esses resultados.

Lives
- Sara Invest: quarta-feira (dia 11), às 08h00, pelo seu canal no YouTube;

- Eleven Financial Reserach: quarta-feira (dia 11), às 10h00, pelo seu canal no YouTube;

- Nord Research: quarta-feira (dia 11), às 12h10, pelo seu canal no YouTube.



 

Techss é a primeira empresa brasileira especializada em ensaios e avaliação da conformidade de forma independente

 

*LRCA Defense Consulting - 09/05/2022

A Techss Serviços Especializados é uma empresa privada brasileira criada para suprir uma demanda antes inexistente no Brasil: prestar serviços especializados em ensaios e avaliação da conformidade de forma independente (terceira parte).

Sua principal missão é oferecer uma solução ágil e profissional para a realização de ensaios, visando a certificação exigida pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército (DFPC) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), bem como oferecer também soluções para pesquisa e desenvolvimento (P&D) de produtos controlados pelo Exército. Assim, a Techss passa a se constituir em um importante parceiro dos Organismos de Certificação Designados (OCDs) reconhecidos pelas duas instituições.

Dotada de uma infraestrutura especializada e tecnologicamente avançada, a empresa conta com um quadro de profissionais altamente qualificado e é o primeiro laboratório nacional de terceira parte e independente da América Latina especializado em ensaios de armas, munições e proteção balística.

O laboratório Techss - localizado na cidade de Mauá, em São Paulo, estrategicamente próximo ao Rodoanel Mário Covas - colabora de forma direta com o aumento da capacidade de inovação e competitividade da Base Industrial de Defesa e Segurança do Brasil.

Segundo afirmou seu CTO (Diretor de Tecnologia), Fabio Sianga Neto,  “A Techss é uma realidade fortalecendo a infraestrutura da qualidade de nosso país!"



Sala de reunião

Cronógrafo

Trigger Scan para ensaio de armas

Estativa automatizada para ensaio de armas

Trigger Scan para ensaio de armas

 


WEG planeja investimento milionário para ampliar fábrica de Blumenau


*Revista Nossa - 06/05/2022

A WEG vai ampliar a fábrica de equipamentos elétricos mantida em Blumenau. O projeto prevê um acréscimo de mais 22 mil metros quadrados ao parque fabril instalado na Rua Dr. Pedro Zimmermann, na Itoupava Central, que já soma 35,5 mil metros quadrados. Com isso, a planta totalizaria 57,3 mil metros quadrados de área construída. O investimento estimado pela multinacional é de cerca R$ 8 milhões, com prazo de execução previsto em três meses.

As informações constam em um estudo que tramita na Secretaria de Planejamento Urbano e avalia os impactos que a ampliação pode provocar no sistema viário da região. A fábrica da multinacional catarinense em Blumenau produz motores elétricos, transformadores e geradores e emprega cerca de 1,4 mil pessoas em três turnos. Há espaço para crescer nos fundos, já que o terreno é bem amplo – a área total é de 265,4 mil metros quadrados.

Segundo o documento, o aumento da planta atenderá a uma reestruturação das áreas de processamento de chapas e fabricação de radiadores. Basicamente será mais do que já existe. Apesar da significativa ampliação física, o investimento não resultará em aumento expressivo de efetivo. A estimativa é de que sejam contratados 10 novos funcionários.

Mapa mostra a área da expansão planejada pela empresa (Foto: Divulgação)

Ainda de acordo com o estudo, o parque fabril manterá a escala atual e a expansão possui “caráter de assistência e suporte à estrutura existente”, sem a criação de impactos significativos.

O empreendimento já tem licença ambiental de operação (LAO) concedida pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). A avaliação da Seplan inclui quais medidas compensatórias serão adotadas pela WEG para tirar o investimento do papel. Somente depois que o estudo tramitar em definitivo é que a empresa terá sinal verde para iniciar as obras.

08 maio, 2022

Armas nos EUA: país tem a maior era de compras de todos os tempos, com mais de 1,25 milhão por 33 meses consecutivos

Pessoas esperam na fila de uma loja de armas em meio a exibições de mercadorias, em Arcadia, Califórnia, em 2020. (Ringo HW Chiu/AP)

*Washington Examiner - 04/05/2022

As vendas de armas de fogo caíram de suas altas recentes, mas continuam em uma sequência de quase três anos de 1,25 milhão de vendas por mês.

Uma nova análise dos dados do Sistema Nacional de Verificação de Antecedentes Criminais Instantâneos do FBI indica que as verificações de antecedentes de vendas de armas ultrapassaram o limite de 1,25 milhão por 33 meses consecutivos, sustentando a maior era de compras de armas de todos os tempos.

"Novo normal" e novo patamar das vendas de armas de fogo

E, de acordo com autoridades do setor, 1,25 milhão pode ser o fundo de um “novo normal” para verificações de antecedentes de pré-venda, de acordo com a National Shooting Sports Foundation.

“Os números NICS ajustados pela NSSF de abril de 1.359.908 mostram que há um apetite constante e sustentado pela posse legal de armas de fogo nos Estados Unidos. O número de abril continua a sequência de mais de 1 milhão de verificações de antecedentes para a venda de uma arma de fogo por 33 meses e demonstra que a indústria de armas de fogo continua atendendo à forte demanda dos Estados Unidos por posse legal de armas de fogo”, disse Mark Oliva, porta-voz do representante da indústria e Centro de Pesquisa.

“Está claro que aqueles que procuram o 'novo normal' das vendas de armas de fogo após os dois anos descomuns de 2020 e 2021 podem encontrar todas as evidências necessárias para saber que os cidadãos cumpridores da lei estão saindo aos milhões todos os meses para exercer sua segunda Direitos de alteração”, acrescentou.

Esses dois anos viram o maior número de verificações de antecedentes do FBI para vendas de armas devido aos violentos protestos do Black Lives Matter, aumento do crime e eleição presidencial. Durante esse período, as vendas de armas aumentaram, especialmente entre mulheres e negros americanos, devido a preocupações de segurança.

E eles permaneceram altos, embora não nos picos de 2020 e 2021, disse a NSSF. Ajudar a impulsionar as vendas tem sido a eliminação das restrições ao porte de armas de fogo em metade dos estados e o constante apelo do presidente Joe Biden pelo controle e proibição de armas.

Cam Edwards, editor do site Bearing Arms, escreveu no blog: “O aumento nas compras de armas que começou em março de 2020 definitivamente diminuiu, mas o 'novo normal' para as vendas de armas parece ser maior do que era antes da pandemia de COVID. Tumultos e distúrbios e um aumento no crime violento fizeram com que milhões de americanos abraçassem seu direito de manter e portar armas pela primeira vez em suas vidas.”

Justin Anderson, diretor de marketing do Hyatt Guns em Charlotte, Carolina do Norte, concordou e disse que os novos proprietários de armas parecem ser como os mais velhos: quanto mais usam uma, mais querem uma.

Anderson nos disse, “NSSF está certo no alvo com o 'novo normal'. Essa mesma tendência ocorreu nas bolhas anteriores, e o que mostra é que uma certa porcentagem de novos compradores de armas pega o 'bug das armas' e se tornam entusiastas de armas. Esses novos entusiastas de armas criaram um patamar novo e sem precedentes na indústria.

Nos EUA, acionistas da Zanite aprovaram a combinação de negócios com a Eve

 EVE - Mobility Reimagined


*Broadcast, por Altamiro Silva Júnior e Aline Bronzati - 06/05/2022

Acionistas da norte-americana Zanite, uma companhia de propósito específico de aquisição (Spac, na sigla em inglês) focada no setor de aviação, aprovaram no começo da tarde de hoje a combinação de negócios com a Eve, startup de "carros voadores" da Embraer, em assembleia virtual acompanhada pelo Broadcast. O movimento é o que faltava para a empresa resultante da combinação de negócios colocar os pés na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse).

Com a fusão, o nome da Zanite passa a ser Eve Holding. A Eve vai ser listada na Nyse com o símbolo "EVEX".

A Embraer e a Eve farão um anúncio na próxima terça-feira, dia 10, em Nova York. No mercado, a agenda disparou a expectativa de que a empresa de carros voadores comunique a listagem de suas ações nos Estados Unidos. O local e o tema do evento não foram comunicados pelas empresas. No entanto, vai reunir a nata de ambas. Estarão presentes na ocasião o CEO da Embraer, Francisco Gomes Neto, e os dois CEOs da Eve: Andre Stein e Jerry DeMuro.

"Cada uma das propostas apresentadas aos acionistas nesta reunião foi aprovada", disse um dos executivos da Zanite no final da reunião de acionistas, que puderam votar de forma antecipada nos últimos dias. Não foi informado o porcentual de aprovação dos acionistas em cada item, o que deve ocorrer em documento a ser enviado aos reguladores americanos na semana que vem, com os resultados finais da votação.

A assembleia extraordinária aconteceu nesta sexta-feira, de forma virtual, com início às 11h pelo horário da costa leste dos EUA. A reunião durou apenas 10 minutos, com a aprovação da combinação dos negócios e de outras pautas, como o aumento do número de ações Classe A da Zanite de 100 milhões para 1 bilhão.

Na fusão, a Eve foi avaliada em US$ 2,4 bilhões e considerando o "equity value", ou seja, de suas ações no mercado, de US$ 2,9 bilhões, ambos maior do que o da própria fabricante cinquentenária de aeronaves, avaliada nesta sexta-feira em US$ 2,04 bilhões. A empresa de carros voadores foi criada pela Embraer e desenvolveu o veículo elétrico de decolagem e pouso vertical (eVTOL).

07 maio, 2022

EUA: por que a pistola Taurus G2c ainda é uma das mais vendidas do mundo?


*Guns.com, por Paul Peterson - 05/05/2022

No ano passado, notamos uma tendência estranha, mas inegável. De alguma forma, apesar de todas as probabilidades e opções, a pistola semiautomática de 9 mm Taurus G2c mais antiga desembarcou consistentemente como uma das armas mais vendidas no Guns.com em todos os meses. A arma tem quase uma década agora, e há ainda uma versão mais recente – a G3c , que também é econômica – mas a G2c continuou a dominar, e tivemos que entender o porquê.

Felizmente, também sou fã da G2c, então tinha uma na minha coleção pessoal. Mas como uma arma de orçamento econômico, eu nunca mimei minha G2c. Tem sido uma daquelas armas que é limpa por último, disparada com bastante frequência e normalmente é alimentada com munição mais barata para o tempo de alcance.

Embora seja tentador limpar a arma depois de fotografar e antes de fazer a sessão de fotos, também parece mais honesto sujar a arma e dizer como ela funciona. Nesse caso, a Taurus G2c não apenas funcionou a 100% no alcance, mas também mastigou um pouco de munição que deu a algumas outras armas de teste problemas consistentes.

Especificações, função e histórico
Quando digo que atirei nessa arma, quero dizer meses sem limpar e principalmente com as recargas mais acessíveis e outras 9mm baratas que eu poderia colocar em minhas mãos. Não fiquei surpreso que funcionou - e funcionou bem. A linha Taurus de armas de transporte acessíveis tem apresentado desempenho consistente para mim, e seu tamanho sempre as caracterizou por serem armas fáceis de transportar.

A arma é um design de disparo bastante padrão que lembra a Glock 19 por dentro e como é desmontada. Como você pode ver, tem sido um pouco desde que recebeu uma boa limpeza. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)


Estranhamente, porém, acho que a linha G2c – e G3c mais recente – atira muito bem para mim. Eu paguei muito mais dinheiro por uma Glock 19 maior, e estou em dúvida sobre qual eu realmente atiro melhor.

A capacidade padrão para a G2c e G3c é 12+1, e a G2c pesa 20,5 onças descarregadas. Na verdade, a arma é bastante comparável em tamanho à Glock 43X de pilha única, mas com uma capacidade maior e geralmente um custo muito menor. Carregadores vazios também ejetam com algum entusiasmo, mesmo que o ferrolho esteja travado na parte traseira, o que é um recurso interessante que é fácil de não considerar e às vezes falta em armas de fogo muito mais caras.

Eu tenho usado essa arma suja com munição suja, mas ela também "destruiu" com cargas defensivas como Hornady Critical Defense e Sig Sauer Elite Performance. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

No começo, questionei o gatilho, porque as especificações online da Taurus o colocavam entre 5 e 9 libras. A arma é tecnicamente capaz de disparar com um gatilho de ação dupla, mas isso é mais uma opção de segundo ataque para um ataque leve de primeira. Não há decocker, então a arma quase sempre será disparada como uma arma de ação única, mas a opção de segundo ataque está lá e é outro recurso muitas vezes esquecido.

Para o meu tiro, o puxão do gatilho está mais próximo de 4,87 libras para ação única e surpreendentes 5,9 libras para a ação dupla mais longa. O gatilho é um pouco esponjoso com alguma trepidação, mas funciona bem em tiros práticos e reinicia naturalmente enquanto me recupero e aponto após cada tiro. Também aponta mais naturalmente para mim do que uma Glock 19 com seu ângulo de aderência de 22 graus, mas o raio de visão é menor em 5 polegadas, tornando-a quase uma polegada mais curta que a G19. No entanto, de alguma forma, ainda fotografo quase tão bem, se não melhor, do que minha Glock 19 Gen 4. É uma questão de orçamento, com certeza, mas é eficaz e divertido de fotografar.

O que o orçamento econômico traz para você
Portanto, os preços variam um pouco para uma G2c, mas podem ser encontrados consistentemente entre a marca de US $ 200 e US $ 300. Ocasionalmente, você pode até encontrar uma usada que vem com vários extras, como coldres e carregadores sobressalentes, que agora podem se estender para 15 e 17 rodadas.

Este tem sido um agrupamento bastante médio depois de executar quatro carregadores - 48 rodadas - através da arma em um ritmo razoavelmente rápido de cerca de uma rodada por segundo a 15 jardas. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

Esta arma está com mais de 750 tiros desde que a adquiri como uma arma de fogo usada, e aprendi que a sensação do gatilho ao disparar a seco não faz justiça à arma. No alcance, mal noto que este é um gatilho de uma pistola de orçamento econômico, e o estendemos para 30 jardas com batidas consistentes em uma placa de aço de 8 polegadas. Como uma arma usada, esta veio com um pouco de fita Talon, mas eu realmente gosto do pontilhado remendado que vem com as pistolas G2c e G3c, e há covinhas para o dedo indicador e os polegares para ajudá-lo a "sentir" sua posição de aderência enquanto atira.

Ele também possui uma mola de recuo dupla, e o recuo é bastante controlável para disparos subsequentes. Na verdade, não sei ao certo por que isso é verdade, devido ao seu tamanho, mas é uma das pistolas compactas mais controláveis ​​que disparei. A G3c é comparável, com o benefício adicional de serrilhas no frontal do ferrolho que estão faltando no G2c. A arma também quebra quase de forma idêntica a uma Glock 19, e requer um puxão do gatilho para remover o conjunto de ferrolho e cano.

Esta arma usada veio com fita adesiva adicionada, mas eu realmente gosto dos remendos originais de pontilhado. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

É um ponto um pouco menor, mas o trilho frontal pode receber uma pequena luz se você quiser adicionar uma. Para mim, eu consideraria isso uma ótima arma de transporte oculta de nível básico que verifica todas as caixas para quem quer apenas uma arma de transporte acessível, confiável e simples. Atualizá-la ou adicionar "sinos e assobios" quase derrota esse conceito lindamente simples.

Eu suspeito que é por isso que a arma se destaca. É acessível, confiável, previsível e simples.
 
Pedras para atirar
Filho, se você quiser atirar pedras em uma arma que vem em torno de duas notas (de 100 dólares) e funciona como uma Glock 19, mas é menor e carrega confortavelmente, acho que começaria com a segurança. Algumas pessoas adoram, outras odeiam, e eu me tornei mais ou menos indiferente a isso na G2c.

Provavelmente, minha maior reclamação é a segurança do polegar. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

A segurança é um design de polegar para baixo, e é positivo e audível em ambas as direções. Também é bastante fino e discreto. Em geral, se você gosta de protetores de polegar, este não é ruim. Se você não fizer isso, eu posso simpatizar, mas também fiquei muito confortável apenas trabalhando com isso.

Dito isto, a arma já possui uma segurança de lâmina de gatilho, por isso é um recurso um tanto redundante, se você preferir. No entanto, para muitos portadores ocultos - particularmente os mais novos ou aqueles acostumados à 1911 - essa segurança do polegar é uma boa adição que traz uma tranquilidade extra. Até o momento, não tem sido um assunto além de um tópico para debates teóricos sobre segurança manual em armas de porte.



O site da Taurus também lista apenas dois carregadores que vêm com a arma, e eu gostaria que fossem três. Mas como uma arma usada, esta já vinha com três carregadores e um coldre. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

Uma preocupação maior pode realmente ser as miras. Uma das duas grandes mudanças entre a G2c mais antiga e a G3c mais nova é a adição de encaixes no estilo Glock para as miras traseiras da G3c. Essa é uma atualização sólida no meu livro, e significa mais do que a adição de serrilhas de ferrolho frontais para mim. É muito mais fácil obter miras de reposição que se encaixem na pegada da Glock. Esta arma tem miras de fósforo de metal, então ainda existem outras opções para as miras G2c mais antigas.

Duas das diferenças mais marcantes com esta G3c mais nova são a adição de serrilhas no frontal do ferrolho e uma cauda de andorinha de visão traseira no estilo Glock. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

Menor que a Glock 19, a G2c difere apenas um pouco da G3c mais recente. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

As miras de fósforo são muito brilhantes se você as carregar com uma lanterna, mas esse brilho desaparece depois de uma hora ou mais. Se, no entanto, você estiver bem com as miras ajustáveis ​​​​que acompanham a arma - que são ajustáveis ​​​​na traseira -, isso provavelmente não é uma grande preocupação. De fato, adicionar belas miras de trítio a uma arma econômica é uma maneira rápida de transformar uma arma econômica em uma opção menos que barata.

Esta arma tem miras de reposição de fósforo, que são brilhantes, mas precisam ser carregadas. (Foto: Paul Peterson/Guns.com)

Considerações finais: eu levaria
Sim, eu carregaria essa arma, e estou em dúvida se atiro ou não melhor do que minhas outras armas de porte, como a Sig P365. Funciona, e eu atiro bem. O mesmo aconteceu com a Taurus G3c. Não tenho 100% de certeza de como a Taurus está fabricando e vendendo essas armas no preço que oferece, mas direi que a linha de transporte Taurus funcionou bem para mim pessoalmente depois de mais de 2.000 rodadas na PT709 Slim, G2c e G3c, que também foram compras pessoais.


As armas se destacaram por serem armas de fogo econômicas e confiáveis ​​para mim e outros atiradores com quem conversei sobre elas. Eu também gosto do perfil bastante pequeno que eles oferecem, que esconde bem, mas ainda parece uma arma de tamanho normal quando você está no alcance.

Imbel tem novo Diretor-Presidente

*LRCA Defense Consulting - 07/05/2022

No dia 04 de maio, em cerimônia presidida pelo Comandante do Exército, General de Exército Marco Antônio Freire Gomes, foi realizada a transmissão do cargo de Diretor-Presidente da Indústria de Material Bélico do Brasil – Imbel - a Primeira Indústria Estratégica do Brasil - do General de Divisão R1 Aderico Visconte Pardi Mattioli para o General de Divisão R1 Ricardo Rodrigues Canhaci.

Antecedendo a cerimônia de transmissão do cargo de Diretor-Presidente, aconteceu nas dependências da Empresa a entrega do Diploma Amigo da Imbel e de uma medalha comemorativa da Empresa a personalidades que prestaram serviços relevantes à Imbel Foram distinguidos com o título honorífico “Amigo da Imbel”, o Presidente do Banco do Brasil, Sr Fausto de Andrade Ribeiro, onze funcionários daquela instituição bancária, e dois Consultores Jurídicos Adjuntos ao Comando do Exército.

A transmissão do cargo ocorreu no Salão Nobre do Gabinete do Comandante do Exército, com a presença do Alto-Comando do Exército, de ex-Presidentes e Conselheiros da Imbel, oficiais-Generais veteranos, Presidentes de instituições públicas, dirigentes de associações que atuam na indústria de defesa e segurança, diversas autoridades e convidados civis e militares e expressiva representação de empregados da Empresa.

Em seu discurso de despedida, o Gen Div Mattioli ressaltou a “grandeza da missão” de conduzir a Empresa por três anos, ressaltando as peculiaridades da Imbel e compartilhando algumas reflexões acerca dos marcos legais e regulatórios que incidem sobre ela. Na ocasião, destacou os elevados indicadores de Governança e Gestão obtidos em certames promovidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Rede Brasil de Governança (RGB) e Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e agradeceu aos antigos e atuais chefes militares que a ele confiaram o desafiador Cargo de Natureza Especial à frente da Empresa. Especial agradecimento foi dirigido aos integrantes da “Família Imbel”, pelo carinho e atenção a ele dispensados em todas as situações.


Ato contínuo foi feita a leitura do curriculum vitae do Gen Div Canhaci, contendo diversas funções relevantes, no Brasil e no exterior, por ele desempenhadas, tais como: instrutor por dois períodos na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN); instrutor da Escola Superior do Exército Libertador Simon Bolivar (Venezuela); observador militar da missão das Nações unidas em Angola; sênior militar da missão de estabilização das nações no Sudão do Sul; Comandante da 11ª Brigada de Infantaria Leve, dentre outras. O Gen Div R1 Canhaci foi agraciado com diversas condecorações nacionais e estrangeiras e antes de assumir o cargo de Diretor-Presidente da Imbel, era o Comandante logístico do Hospital das Forças Armadas (HFA).

Na sequência, o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) e Presidente do Conselho de Administração da Imbel, General de Exército Guido Amin Naves, acompanhado do Gen Canhaci, assinaram o Termo de Posse, oficializando, assim, a assunção do cargo de Diretor-Presidente da Empresa.

Ao final da cerimônia, os Diretores-Presidentes sucedido e sucessor foram cumprimentados por todos os presentes.

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