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03 abril, 2021

Webinar "Oportunidades na Indústria de Defesa Brasil-Índia"

Taurus Armas e CBC já estão no país e foram pioneiras na iniciativa Make in India

*LRCA Defense Consulting - 02/04/2021

Em 23 de março de 2021, o Cônsul-Geral Amit Mishra discursou no webinar "Oportunidades na Indústria de Defesa Brasil-Índia", organizado pelo IBREI - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Relações Empresariais Internacionais e pelo Consulado Geral da Índia em São Paulo, com o suporte da Sociedade dos Fabricantes de Defesa da Índia (Society of Indian Defence Manufacturers), do SIMDE - Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa, e da Confederação da Indústria Indiana (Confederation of Indian Industry).

Em seu discurso, o Cônsul-Geral destacou as recentes reformas políticas sob a iniciativa AatmaNirbharBharat (Índia Autossuficiente), que visam impulsionar as exportações e fabricação do setor de defesa, e sublinhou as oportunidades de colaboração para a indústria de defesa brasileira.

O Presidente do Comitê de Exportações do SIDM, Sr. Rajat Gupta, o Vice-Presidente Executivo do SIMDE, Sr. José Cláudio Manesco, e Assuntos de Política Internacional do SIDM, Sr. Avnish Patnaik, também discursaram no evento. A sessão virtual foi moderada pelo Presidente do IBREI, Sr. Maurício Prazak.

Taurus e CBC já estão na Índia
Em 2019, quando a Taurus Armas e a CBC, empresas do mesmo grupo, buscaram reduzir sua dependência do mercado americano - o maior do mundo para armamento leve e suas munições, fizeram uma escolha estratégica, mirando no país que, de acordo com relatórios do Fundo Monetário Internacional, tem uma perspectiva de crescimento econômico superior a da China, devendo ultrapassá-la nos próximos 10 anos. Assim, a escolha recaiu sobre a Índia, país que é considerado também uma das maiores potências militares do planeta, atrás apenas dos EUA, Rússia e China.

Sob qualquer aspecto em que sejam analisados, os números da Índia são impressionantes:
- com mais de 1,37 bilhão de habitantes, é o país capitalista mais populoso do mundo;
- é considerada a quarta potência militar do planeta, atrás apenas dos EUA, Rússia e China;
- suas forças armadas têm mais de 1,3 milhão de integrantes;
- suas forças de segurança possuem um efetivo de mais de 1,4 milhão de policiais;
- a segurança privada do país conta com mais de 7 milhões de homens e mulheres;
- nos últimos cinco anos, a Índia foi o segundo maior importador mundial de armamentos;
- está entre os cinco principais países do mundo com maiores gastos no setor de defesa;
- tem o 8º PIB do mundo, à frente de países como Itália, Coreia do Sul, Canadá e Rússia. 

Em termos militares e de maneira geral, as forças armadas indianas possuem armamentos atômicos, bem como aviões, navios, artilharia e mísseis modernos, em boa parte importados dos EUA, Rússia e França, pois a indústria nacional é quase toda estatal e só há alguns anos começou a produzir armamentos mais modernos e sofisticados.

Com relação ao armamento leve, à exceção de algumas unidades especiais, a maior parte das forças regulares e a quase totalidade das forças de segurança ainda usa submetralhadoras, pistolas e fuzis antiquados produzidos pelas fábricas estatais. Recentemente, houve uma grande importação de fuzis de assalto americanos e foi firmada uma joint venture com a Rússia para a produção local do fuzil de assalto AK-203. A partir daí, diversas iniciativas semelhantes estão sendo costuradas com empresas de outros países, sempre com transferência de tecnologia.

É esse enorme hiato criado pela obsolescência das armas leves que levou o Jindal Group e a Taurus Armas a firmarem uma joint venture para produzir, na Índia, fuzis CQB (também chamados de carabinas, para uso a curta distância), submetralhadoras, pistolas e revólveres destinados, conforme o caso, às forças armadas, de segurança e ao mercado civil. Motivo semelhante também norteou a decisão da CBC de produzir munições no país.
 
O pioneirismo das duas multinacionais brasileiras, parceiras de primeira hora do Primeiro-ministro indiano Narendra Modi em seu Programa Make in India, foi concretizado por meio das primeiras joint ventures (JV) firmadas dentro desse programa, com a Jindal Defence & Aerospace e com a SSS Defence, respectivamente.

Junto a este fato, está o de que Grupo CBC/Taurus passará a fabricar armas e munições na Índia, criando um ecossistema facilitador completo para o Exército Indiano e para as demais forças militares, paramilitares e de segurança do país.

A poderosa parceria com o Jindal Group, maior fabricante de aço da Índia e um dos dez maiores do mundo, também é um fator muito positivo, pois fornece a segurança política e os respaldos financeiro e de infraestrutura  necessários para as operações da JV da Taurus nesse país.

Em virtude de a pandemia estar sendo um entrave natural ao estabelecimento dos parques fabris e ao início das operações das JV da Taurus e da CBC na Índia, o vídeo abaixo traz uma entrevista do Cônsul-Geral Amit Mishra ao programa JRMundo da Record TV, abordando uma ampla gama de tópicos, incluindo o sucesso que a Índia vem obtendo contra a pandemia da Covid19, a força da sua indústria de vacinas e a colaboração Índia-Brasil em diversos campos.

"Nós estamos falando do país que será a maior população mundial 1,4 bilhões e a maior população de classe média do mundo e provavelmente a única economia que crescerá de 4 a 6 vezes nos próximos 20 a 30 anos . Todas as previsões são bem claras de que a Índia será a segunda maior economia até 2050 . Mas as empresas brasileiras estão ignorando isso.  Nós acreditamos que há uma grande oportunidade para as empresas brasileiras  se internacionalizarem e olharem para a Índia. Um bom começo foi feito durante a visita do presidente Bolsonaro, fazendo várias alianças com a Índia. Desde então, nós vimos bastante interesse em ouvir sobre a Índia e em entender mais o setor.", afirmou o Cônsul-Geral.




A mudança para o silêncio: por que o Embraer E2 está ganhando

O Embraer E2 é mais do que apenas uma reiteração do popular E-Jet. É um design simples que pegou cada elemento do E-Jet original e o tornou muito melhor. Além de alcançar uma eficiência de combustível de 17,5% melhor, o E2 superou seus concorrentes em outro campo importante - operação silenciosa.

O avião de corredor único mais silencioso E2
A família Embraer E2 é oficialmente o jato de corredor único mais silencioso do mundo. Foto: Embraer

*Simple Flying, por Joanna Baylei - 02/04/2021

A aeronave de corredor único mais silenciosa do mundo

O desenvolvimento do Embraer E2 veio com algumas atualizações notáveis. A asa totalmente nova, os motores maiores e mais eficientes, a menor queima de combustível ... todos desenvolvimentos excelentes. Mas a Embraer silenciosamente alcançou algo ainda mais especial com este jato regional - ele é agora, oficialmente, o jato de corredor único mais silencioso do mundo.

As regulamentações de ruído, conforme certificadas por reguladores como a EASA e a FAA, são publicadas em capítulos. Na década de 1960, o Capítulo 2 estava em vigor, que foi reduzido ao Capítulo 3 no final dos anos 1970 e exigia uma redução de cerca de 20 EPNdB (ruído percebido efetivo em decibéis). Em 2008, o Capítulo 4 foi introduzido, o que exigia que os níveis de ruído fossem reduzidos em 10 EPNdB em relação ao Capítulo 3.

O avião de corredor único mais silencioso E2
Foto: Embraer

O Embraer E2 sempre foi compatível com os regulamentos do Capítulo 4. Mas, quando o Capítulo 14, o padrão atual para novas aeronaves, foi introduzido, ele exigiu uma redução adicional de 7 EPNdB. Em agosto e outubro de 2020, o E2 foi certificado como compatível com os novos regulamentos do Capítulo 14 pela EASA e pela FAA, respectivamente.

Não foram necessárias alterações ao E2 para atingir esta conformidade. Tão cuidadoso e detalhado foi o design desta aeronave que atendeu imediatamente aos padrões de conformidade. A certificação nada mais era do que um exercício de papel, porque o avião tinha sido preparado para o futuro desde o início.

O avião de corredor único mais silencioso E2
Foto: Embraer

A Embraer sempre se esforçou para preparar seus produtos para o futuro. Na verdade, quando o E-Jet original foi projetado, sua pegada de ruído foi acima e além dos requisitos dos padrões do 'Capítulo 3' que estavam em vigor na época. O E-Jet, apesar de ter sido certificado durante o Capítulo 3 vezes, agora foi recertificado como compatível com os requisitos do Capítulo 4, sem necessidade de alterações físicas.

Quão silencioso está?

Em comparação com outros narrowbodies no mercado, o Embraer E2 supera todos eles com sucesso. Seu concorrente próximo, o Airbus A220-300, é 11% mais barulhento quando medido em EMPdB do que o E195-E2.

Outros exemplos o veem competindo bem com outras aeronaves de nova tecnologia e superando notavelmente os aviões mais antigos. O E190-E2, por exemplo, mede 28% menos percepção de ruído do que o A321neo, e surpreendentemente 50% menos ruído do que o A321ceo original.

O avião de corredor único mais silencioso E2
Foto: Embraer

A poluição sonora é uma das maiores causas de reclamações da comunidade sobre a aviação. À medida que os aeroportos cresceram e se expandiram, os residentes locais tornaram-se mais afetados pelo ruído. Dessa forma, organizações como a ICAO priorizam a limitação do ruído das aeronaves.

O avião de corredor único mais silencioso E2
A Embraer comprovou efetivamente o futuro do E2 com seus recursos de redução de ruído. Foto: Embraer

O E2 é tão silencioso que os passageiros a bordo do E190-E2 da Widerøe solicitaram que a tripulação de cabine mantivesse suas vozes baixas, pois suas conversas podiam ser ouvidas por toda a cabine. Jon Howell, da Aviadev, gravou um podcast a bordo do E2 'Techlion' enquanto sobrevoava a África - algo que seria uma luta na maioria das aeronaves narrowbody.

O que há de tão bom em uma aeronave silenciosa?

Embora haja claramente algumas vantagens para os passageiros a bordo e para as pessoas em terra em ter uma aeronave mais silenciosa, o que há de tão bom nisso do ponto de vista de uma companhia aérea? Bem, existem alguns benefícios importantes, principalmente em termos de eficiência de combustível.

Luís Carlos Affonso é responsável pelo Desenvolvimento de Engenharia e Tecnologia de todas as Unidades de Negócios da Embraer e também pela Estratégia Corporativa. Falando exclusivamente à Simple Flying, ele explicou muito claramente porque operar um avião silencioso é uma coisa boa. Ele disse,

“O ruído é energia. Se você está fazendo barulho, está desperdiçando energia. Um avião silencioso é um avião eficiente. ”

É algo que todos nós podemos entender, mas talvez nunca tenhamos percebido antes. Quando a Embraer buscava tornar o E2 mais silencioso, grande parte do trabalho que realizou também tornou o avião mais econômico em termos de combustível. Por exemplo, o ruído do poço da roda foi eliminado com a adição de uma tampa feita sob medida. Isso melhorou a aerodinâmica do avião e, portanto, ajudou a queimar menos combustível também.

O avião de corredor único mais silencioso E2
As rodas expostas do E-Jet estavam criando ruído e ineficiência. Foto: Embraer
O avião de corredor único mais silencioso E2
Ao cobri-los, a Embraer conseguiu reduzir o ruído e também fez com que o avião consumisse menos combustível. Foto: Embraer

Mas não é apenas a queima de combustível que reduz as despesas operacionais. As companhias aéreas podem acabar pagando menos impostos ao levar uma aeronave mais silenciosa aos aeroportos. Por exemplo, em London Heathrow, as 'taxas de ruído' cobradas pelo aeroporto foram reduzidas de £ 1.692 ($ 2.339) para £ 484 ($ 669) para o E2 quando ele passou da certificação do Capítulo 4 para o Capítulo 14. É uma redução de 72%.

O avião de corredor único mais silencioso E2
Foto: Embraer
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As aeronaves mais silenciosas também proporcionam às companhias aéreas mais flexibilidade em termos de aeroportos para os quais podem voar. Os aeroportos do centro da cidade são convenientes para os passageiros, mas geralmente possuem um controle de ruído muito restritivo para evitar perturbações à população local. London City é um excelente exemplo disso, que trouxe um Esquema de Categorização de Ruído de Aeronave (ANCS) em 2018 para limitar as aeronaves que voam lá.

Nem é preciso dizer que o E2 (e o E-Jet original) permanecem em conformidade com o ANCS da cidade de Londres. Quem já voou dentro ou fora do aeroporto verá o pátio cheio de Embraers, com seu baixo ruído e certificação de aproximação íngreme garantindo seu lugar no aeroporto.

Embraer no LCY
O Aeroporto London City sempre tem muitos Embraers por perto. Foto: Getty Images

No ponto de desenvolvimento, o E2 tinha como objetivo uma redução de ruído de 14 - 15 EPNdB em relação ao E-Jet original. Na verdade, atingiu uma redução de 19 - 20 EPNdB. Essa superação dos padrões é a marca de um grande fabricante e motivo de orgulho para a Embraer. A empresa continua otimista de que, à medida que novas regulamentações entrarem em vigor para controlar o ruído e a poluição, o E2 continuará em conformidade por muitos anos.

02 abril, 2021

Shooting Illustrated analisa a pistola Taurus G3c TORO com mira óptica e coldre


*Shooting Illustrated - 02/04/2021

A Taurus lançou a pistola G3c há pouco tempo e seguiu, em 2021, com uma versão pronta para ótica que a empresa chama de TORO — Taurus Optics-Ready Option. A pistola em si é a mesma G3c que abordamos anteriormente em “I Carry” e oferece a mesma capacidade de 12 tiros, cano de 3,2 polegadas e peso de 22 onças que possui a versão não compatível com óptica. Os controles são os mesmos, com o gatilho de segurança de lâmina, parada deslizante e segurança de polegar manual, todos localizados no mesmo lugar na TORO que na G3C padrão.

A Taurus pode ser perdoada pela tentativa de um nome inteligente com a peça na Toro, porque o sistema que a empresa implementou é igualmente inteligente. Quatro placas cobrindo a maioria das pegadas de mira red dot junto com parafusos correspondentes estão incluídas, junto com um guia útil no manual. Há uma projeção moldada na parte superior do ferrolho que mantém a placa no lugar, enquanto dois conjuntos de orifícios no ferrolho significam que apenas um par de parafusos é necessário para prender a mira à pistola. Em vez de precisar prender a placa ao ferrolho e, em seguida, a ótica à placa, o sistema TORO permite que dois parafusos prendam a ótica diretamente ao slide. Somos fãs de montagem mais fácil para óptica.

Com uma mira óptica red dot instalada, o cano mais curto da G3C e seu raio de visão menor concomitante não são mais áreas possíveis onde podem ocorrer erros de mira. Contanto que munição específica para cano curto seja usada, a G3C terá um desempenho tão bom quanto sua irmã G3 de tamanho normal. Esta é uma vantagem significativa de ter uma mira red dot em uma pistola, já que o raio de mira mais curto que vem com uma pistola de fácil transporte muitas vezes torna a mira precisa mais difícil.

A Taurus G3C TORO realmente mostra dois pontos relacionados. Em primeiro lugar, as miras red dot tornaram-se muito populares. Para uma empresa como a Taurus, dedicada a produtos acessíveis, investir tempo e P&D na produção de pistolas prontas para ótica, o mercado de pistolas equipadas com miras red dot certamente está maduro. Em segundo lugar, mostra que a Taurus não está apenas acompanhando o mercado de perto, mas também tomando medidas inteligentes para permanecer competitiva nesse mercado. Ambos os pontos são positivos e trazem mais opções, o que é sempre bom.


Coldre: DeSantis Veiled Partner (MSRP: $ 59,99)
O coldre que escolhemos para a Taurus G3C TORO é o DeSantis Veiled Partner, uma opção fora da cintura na linha Pegasus de coldres Kydex da empresa. O Veiled Partner é projetado para envolver o coldre ao redor do corpo para minimizar a impressão e pode ser ajustado para altura e inclinação. Está disponível para atiradores destros ou canhotos para uma ampla variedade de armas de fogo, incluindo aquelas com ótica como o TORO.

Embora os coldres fora da cintura sejam os mais difíceis de esconder, eles tendem a oferecer o maior conforto. Não há necessidade de procurar calças de um tamanho maior do que o necessário para levar em conta o coldre interno, e designs como o Veiled Partner distribuem o peso da arma por uma área maior. Obviamente, as roupas de cobertura precisarão cobrir todo o equipamento, mesmo ao levantar os braços, mas com um pouco de planejamento antecipado não é difícil esconder a roupa fora do cós.

Óptica: Swampfox Kingslayer (MSRP: $ 219,99)
Completando nosso kit de transporte acessível hoje está a óptica red-dot Swampfox Optics Kingslayer. A Kingslayer está disponível como um retículo de ponto de 3-MOA ou um círculo de 65-MOA / retículo de ponto de 3-MOA. A unidade possui uma bandeja de bateria de carregamento lateral, operação simples e usa a pegada RMR para anexar aos ferrolhos de armas de mão. Ela ainda vem com um 1913 Mil-Std discreto; monte se desejar colocá-lo em uma espingarda ou carabina.

Tivemos a chance de testar a Kingslayer para um artigo de arredondamento sobre miras red dot, e ela teve um bom desempenho. Aproximadamente 300 tiros foram disparados através de uma pistola com a Kingslayer acoplada, entre zerar a mira, testar e confirmar o zero na conclusão. Em nenhum momento do teste, a mira perdeu zero ou sofreu qualquer problema relacionado à eletrônica. É um equipamento sólido que você pode comprar por cerca de US $ 200 ou menos.

Em mais um ato solidário, Taurus doa 1,1 mil cestas básicas para entidades assistenciais


*LRCA Defense Consulting - 02/04/2021

A Taurus Armas S.A. realizou ontem (01) a entrega de 1.172 cestas básicas para entidades assistenciais de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, que serão distribuídas para famílias carentes cadastradas na Prefeitura do município.

A iniciativa foi realizada pelo Comitê de Prevenção à Covid-19 da Taurus, que se dedica à proteção dos funcionários, dos familiares e da comunidade da cidade onde está sediada.

Entre as instituições que serão contempladas estão: Associação Arte Cultura Isaura Maia, Associação Meninos e Meninas de Progresso, Associação Nossa Senhora Auxiliadora, CCEI Talitha Kum, Centro Medianeira (núcleo Campina e núcleo Centro), Círculo Operário Leopoldense Casa da Criança (Cohab Feitoria e Paim), Grupo Missionário SOS Criança, Instituto Educacional Espírita, Instituto Lenon Joel Pela Paz, Associação Leopoldense de Deficientes (ALDEF), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e Associação Pandorga.

De acordo com o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, o intuito é contribuir com as entidades sociais da região, ajudando as famílias que mais necessitam e buscando minimizar os impactos sociais e econômicos nesse momento de pandemia. “Além de priorizarmos a proteção de nossos funcionários contra o coronavírus, a Taurus vem realizando diversas ações para contribuir no combate aos efeitos da pandemia na sociedade. Cada ação conta e consideramos importante unirmos forças nesse momento de grandes desafios frente à pandemia de Covid-19 para apoiarmos essas famílias que necessitam de ajuda”, afirmou Nuhs.


Engajamento social em tempos de pandemia
Desde o início da pandemia, a Taurus está engajada em atos de solidariedade em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul e no Brasil. Assim - em parceria com UFRGS, com outras empresas e com o Exército Brasileiro - já fabricou e doou mais de 500 mil protetores faciais tipo face shield, que foram entregues para unidades de saúde, hospitais, entidades sociais, corporações policiais, guardas municipais, além da Secretaria Estadual da Saúde e da Defesa Civil para a distribuição em todo o Rio Grande do Sul e vários outros Estados, como Amazonas, Amapá, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo.

Além dos protetores faciais, diversos outros equipamentos foram adquiridos e doados: 6 mil testes para a Covid-19, cinco conjuntos de respiradores para Unidade de Terapia Intensiva, sete monitores multifuncionais e 20 bombas de infusão. Os três últimos itens possibilitaram a abertura de 10 novos leitos de UTI no Hospital Centenário, em São Leopoldo (RS). O total doado superou o valor de 15 milhões de reais.

Em outra iniciativa de solidariedade, a companhia forneceu refeições para os integrantes da Polícia Militar e para a Guarda Municipal em serviço em São Leopoldo, durante o tempo em que o comércio (restaurantes e lanchonetes) esteve fechado por determinação do decreto de calamidade pública.

A Taurus realizou também a campanha interna "Solidariedade em Dobro", com a doação de alimentos para instituições e projetos sociais. Na campanha, os funcionários doaram 4,77 toneladas de alimentos e a empresa colaborou com o dobro do arrecadado, elevando o total para 14,31 toneladas de alimentos doados.



01 abril, 2021

Montadora chinesa irá fazer oferta formal para compra da Iveco nos próximos meses

*Blog do Caminhoneiro, por Rafael Brusque - 31/03/2021

Reportagem publicada pela agência de notícias Bloomberg destaca que a FAW está mesmo interessada em comprar a Iveco para entrar no mercado de caminhões da Europa.

De acordo com a publicação, a China FAW Group Co. irá fazer uma oferta para compra de 100% do capital da Iveco, nos negócios de caminhões e ônibus. Hoje a Iveco faz parte do Grupo CNH Industrial, que pertence à família Agnelli.

A FAW ainda precisa realizar visitas e estudos para poder fazer a oferta formal. As negociações começaram no final de 2019, e, em 2020, a CNH Industrial rejeitou uma oferta de mais de 3 bilhões de Euros pela Iveco.

Para a montadora chinesa FAW, uma das maiores da China, a compra da Iveco será a porta de entrada para o mercado europeu de caminhões, um dos maiores do mundo.

Os governos da Itália e França veem o negócio com cautela, para evitar que os países fiquem sem as fábricas da Iveco ou que sofram com demissões em massa.

A publicação da Bloomberg ainda destaca que a aprovação do negócio poderá depender de órgãos de regulação de mercado da União Europeia, e não existe absoluta certeza sobre a conclusão do negócio.


Saiba mais:

- CNH da Itália e FAW da China negociam a montadora de caminhões Iveco

- Estatal chinesa FAW Group demonstrou interesse em adquirir a Iveco





Setor de Defesa brasileiro é destaque em reportagem do Jornal da Band


*ABIMDE - 05/03/2021

As indústrias da Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS) foram destaque de reportagem do Jornal da Band, da Rede Bandeirantes. A matéria do repórter Valteno de Oliveira falou do crescimento do setor nos últimos anos e deu amplo enfoque aos investimentos em tecnologia por parte das empresas nacionais.

A ABIMDE ganhou amplo espaço na reportagem para falar dos principais desafios enfrentados pela BIDS. O presidente da entidade, Dr. Roberto Gallo, explicou que o setor tem potencial para crescer ainda mais caso haja mais investimentos do setor privado.

A matéria citou ainda alguns dos principais programas de defesa do Brasil e as empresas da BIDS envolvidas, além de citar números como o recorde de exportações em 2019 (US$ 3,5 bilhões). Veja o vídeo da matéria:


 

Taurus fornece armas à PMSC e à Polícia Civil do Vale do Rio Pardo

Fuzis T4 e Carabinas CTT40 recebidos pela PMSC

*LRCA Defense Consulting - 01/04/2021

O Portal São Miguel noticiou, no dia 31 de março, que a Polícia Militar de Santa Catarina recebeu, nessa data, 69 novas viaturas, novos armamentos, além de equipamentos de proteção individual. Ao todo, o Governo do Estado de Santa Catarina investiu cerca de R$ 11,5 milhões, através de recursos provenientes de indicações de emendas de 23 parlamentares estaduais.

A entrega protocolar foi realizada no hall de entrada da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), contando com a presença da governadora Daniela Reinehr.

Entre o material entregue estão 71 Fuzis Taurus T4 e 22 Carabinas Taurus CTT40, armas semiautomáticas, ideais para a utilização policial e militar em operações urbanas.

Para o comandante-geral da PMSC, coronel Dionei Tonet, as novas aquisições fortalecem o serviço operacional. "Potencializando as ações dos nossos policiais ampliamos a capacidade de trabalho e damos mais segurança ao cidadão catarinense. Hoje é um dia de agradecimento ao Governo do Estado e aos deputados estaduais", pontuou.

Fuzis T4 e Submetralhadoras SMT9 recebidos pela Polícia Civil do Vale do Rio Pardo

Também em 31 de março, o portal GAZ publicou que o arsenal das delegacias de polícia da região do Vale do Rio Pardo (RS) está mais equipado a partir desta mesma data, pois já estão à disposição dos agentes 11 Submetralhadoras Taurus SMT9, calibre 9 milímetros, e dois Fuzis Taurus T4, calibre 5,56 milímetros. As novas armas fazem parte de um lote adquirido pela Delegacia Regional com recursos oriundos do processo da Consulta Popular de 2018.

“Por uma questão burocrática do Estado, com licitações, compras, registro e outros procedimentos, esse investimento de 2018 floresceu agora e será equipado à polícia do Vale do Rio Pardo, distribuído de forma homogênea pelas delegacias. Os fuzis são da mesma patente do AR-15, já as submetralhadoras dão tiro unitário, duplo e de rajada. Essa é uma novidade, pois até então a polícia não recebia armas que dão rajada”, comentou o delegado regional Luciano Menezes.

O experiente agente relembra o caso de outubro de 2017, quando 36 armas da facção Os Manos foram apreendidas no apartamento de um universitário de 26 anos, no Bairro Avenida. “Aquela vez, apreendemos armas similares a essas. Temos agora um armamento de ponta, até para fazermos frente ao equipamento que os faccionados têm”, salientou Menezes. 

“Não somos uma polícia bélica, mas sim de inteligência e resultado. Ainda assim, temos que ter condições de materiais para dar enfrentamento devido à criminalidade.” O delegado ainda agradeceu a comunidade pelos votos obtidos no processo de Consulta Popular, que resultou na aquisição das armas recebidas nesta quarta-feira.


31 março, 2021

Guarda Municipal de Caxias do Sul é a primeira GCM autorizada a adquirir e portar o Fuzil Taurus T4

A autorização pioneira concedida à GCM de Caxias do Sul abre um novo e promissor mercado à Taurus Armas, haja vista a possibilidade de outras GCM também virem a solicitá-la e a adquirir o armamento.


*LRCA Defense Consulting - 31/03/2021

A Guarda Municipal de Caxias do Sul (RS) - primeira corporação desta natureza no Brasil a ter autorização do Exército para aquisição e porte de Fuzis Taurus T4 calibre .5,56 semiautomático - nesta quarta-feira (31) recebeu as armas adquiridas, em cerimônia ocorrida na sede da Taurus, em São Leopoldo (RS).

Na ocasião, estiveram presentes o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, o Secretário de Segurança Pública e Proteção Social de Caxias do Sul (SMSPPS), Paulo Roberto Rosa da Silva, o Diretor da Guarda Municipal de Caxias do Sul, Alex Oliveira Kulman, o Gerente Operacional Alexandre Rodrigues Silveira, o Gerente da Escola de Capacitação e Aperfeiçoamento da Guarda Municipal, Marcelo Enio Haetinger, e o ex-diretor da Guarda Municipal, Jeferson Ricardo Vargas. 

A autorização pioneira concedida à GCM de Caxias do Sul abre um novo e promissor mercado à Taurus Armas, haja vista a possibilidade de outras GCM também virem a solicitá-la e a adquirir o armamento.

Ideal para o uso militar e policial, o Fuzil Taurus T4 é baseado na consagrada plataforma M4/M16, amplamente empregada pelas forças militares em todo o mundo e principalmente pelos países membros da OTAN, por ser considerada uma arma extremamente confiável, leve e de fácil emprego e manutenção. 

Em 2021, o Fuzil Taurus T4 também estará equipando o Exército Nacional das Filipinas, que está importando 12.412 dessas armas, após a multinacional brasileira ter vencido uma disputada licitação internacional onde participaram grandes e conceituadas empresas mundiais.



Parceria entre Helibras e Helisul Aviação terá 5 novos locais de manutenção


*LRCA Defense Consulting - 31/03/2021

A parceria entre a Helibras e a Helisul Aviação, no primeiro momento, terá cinco novas localizações no Brasil onde o cliente poderá contar com os serviços de manutenção: Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC) e Brasília (DF).

“Queremos nos aproximar ainda mais de nossos clientes e operadores e, em um país de dimensões continentais como é o Brasil, a presença local se faz importante. O acordo com a Helisul, empresa parceira a qual temos plena confiança, nos possibilitará uma melhor interação com nossos operadores, que poderão contar com a praticidade e facilidade em ter uma estrutura ampla e regionalizada de atendimento em MRO”, afirma Alessandro Branco, Diretor de Programas, Suporte e Serviços da Helibras.

A partir dessa parceria estratégica, a Helibras reforça sua forte presença no Brasil e reforça seu compromisso com os clientes civis, para-públicos e militares, que operam aeronaves diariamente para as mais diversas missões, com confiança e segurança, pelo Brasil afora.

Embraer: decolando ou ligando o reverso?


*Novo Momento, por Daniel R. Point - 30/03/2021

A crise causada pela propagação da covid-19 disseminou, além do vírus, muitas outras crises.  Entre elas algumas silenciosas, que estão fora das manchetes da mídia. Uma destas crises é a do setor aéreo, um dos segmentos mais duramente atingidos desde o início da pandemia. O risco de contaminação pelo vírus afastou os passageiros das viagens aéreas quase que automaticamente, fazendo cair cerca de 90% a demanda por assentos tanto nos voos nacionais quanto nos internacionais. Esta realidade colocou o setor frente a problemas inéditos e diante da necessidade de rever, com urgência, uma série de ações, como a aquisição de novas aeronaves, seja para reposição ou expansão. Esta situação se apresenta ainda mais grave, quando muitas empresas aéreas pelo mundo não só cancelaram encomendas, como tentam devolver, suspender ou cancelar contratos de fornecimento de novos aviões.

Esse é o cenário que a Embraer enfrentou no início de 2020, vindo já combalida pelo resultado apresentado em seu balanço do exercício de 2019, quando reportou um prejuízo de R$ 1,29 bilhão. Na última semana, a empresa publicou um balanço informando um prejuízo líquido de 3,6 bilhões de reais em 2020. Estes resultados, se lidos apenas com estas cifras, podem ser interpretados como indicativo de que a empresa está em rota de colisão. Porém, se considerarmos que no último trimestre de 2020 o prejuízo – que é sempre um resultado negativo – foi de apenas 70 milhões de reais, valor inferior a um quinto do prejuízo ocorrido no mesmo período em 2019 (383 milhões de reais), pode ser indicador de que os planos de reestruturação estão surtindo efeito. Afinal melhorar em quase cinco vezes o resultado, reduzindo custos e com faturamento menor, é uma clara demonstração de competência gerencial e capacidade de adaptação. Neste momento, você pode estar com a pergunta pronta: ora, se há competência na gestão, por que houve todo este prejuízo nos dois últimos anos?

Para ajudar a responder, abri até um novo parágrafo!  Ao acompanharmos o desempenho da Embraer na década de 2009 a 2018, observamos uma sequência de resultados que orgulharia qualquer investidor, até mesmo o festejado Warren Buffet. Não tenho nenhum vínculo com a Embraer, sequer sou acionista. Mas, na qualidade de cidadão brasileiro, sou um admirador da empresa e do líder que a viabilizou: o comandante Ozires Silva. Quanto ao paradoxo da gestão, não podemos esquecer que a Embraer, a partir do final de 2017, foi exposta a uma desgastante negociação de um projeto de fusão com a Boeing, que a fez entrar em espera. Por exemplo: é como se uma aeronave estivesse na cabeceira da pista, aumentando a rotação das turbinas, mesmo enquanto ainda aguardava a informação de qual seria seu destino e tenha sido obrigada a ligar o reverso.

Fico imaginando o grau de preocupação de seus executivos, pressionados por acionistas, clientes, funcionários, governos e imprensa quando surgiu a notícia de que o acordo com a Boeing não prosperou.  Afinal, a empresa americana enfrentava seus próprios problemas e o governo dos Estados Unidos não iriam socorrer financeiramente sua principal fabricante de aviões com recursos para comprar uma empresa no hemisfério sul. A Boeing tinha lá suas próprias crises como os problemas com a nova versão do 777 e os maus resultados operacionais e mercadológicos dos modelos 737-Max.

Aposto que você está imaginando que ainda não respondi aquela pergunta. Entendo que é necessário antes contextualizar, para uma adequada interpretação da resposta. Sim, a Embraer se mostra vigorosa e competente. Está em um mercado de titãs, no qual compete com empresas sediadas em países com grande influência econômica e política em todo o planeta, conseguiu ser inovadora e oferecer ao mercado o que ele precisava: produtos robustos, adequadamente configurados e com elevado grau de confiabilidade, em quantidades e preços adequados e, ainda, cumprindo exemplarmente os prazos de entrega. Me atrevo afirmar que, certamente, o genial Peter Drucker reconheceria este desempenho empresarial. Afinal, ainda que os riscos devam ser medidos antecipadamente na elaboração dos planos de uma empresa com estas características, as questões que a afetam são externas e de difícil previsibilidade.

Ainda assim a Embraer tem se mostrado capaz de ajustar sua rota. O sistema capitalista não costuma perdoar a falta de resultado financeiro, mas entendo que a agilidade que a Embraer tem demonstrado a faz uma empresa atraente para quem quer ter orgulho de seus investimentos a longo prazo e os casos de sucesso no mundo capitalista globalizado, demonstram exatamente isto. Os resultados construídos com trabalho sério, eficiência tecnológica e agilidade competitiva tem premiado uma jovem geração de empresas que têm pagado generosos dividendos a seus acionistas.

Contudo, para que a Embraer possa continuar sua saga de sucesso, algumas adversidades poderiam ser mitigadas pelas autoridades brasileiras, pois é uma empresa reconhecida mundialmente como líder em seu segmento, atuando em um setor estratégico para o país. Enfrentar o fogo amigo de regulações obsoletas e ou descabidas de órgãos internos, crédito caro e em descompasso com as operações oferecidas ao setor em outros países, resistência das companhias aéreas conterrâneas em reconhecer as virtudes de seus produtos e um infindável rol de exigências, igualmente desalinhadas com as melhores práticas no mercado global, são desafios que uma empresa deste porte só supera com a competência de seus colaboradores.

Neste sentido, cabe aplaudir também o papel crucial que exerce o Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA), na formação do corpo técnico e de pesquisadores, que permanentemente buscam inovar e incorporar as inovações nos produtos e processos da Embraer, assegurando, assim, a permanente renovação e flexibilidade que a empresa tem demonstrado em momentos difíceis.

Seria uma lamentável perda para o povo brasileiro acordar um dia e saber que uma das mais emblemáticas empresas do Brasil passou para o controle de alguma corporação de outro país.  Será uma boa compra para o investidor que o fizer.  Entretanto, mais que isso, será também outra vez o reverso ligado para as ambições daqueles que desejam um país autossuficiente, com uma dinâmica e inovadora indústria manufatureira, capaz de se manter protagonista no mercado global.

*Daniel R. Poit é economista, consultor e professor de planejamento, gestão de projetos e estratégia. Mestrado em Tecnologia e mestrando em Governança e Sustentabilidade no ISAE Escola de Negócios.

30 março, 2021

Kryptus participará do projeto da nova Rede Operacional de Defesa do Brasil


*LRCA defense Consulting - 30/03/2021

A Kryptus, uma empresa brasileira especializada em criptografia e segurança cibernética venceu o processo de licitação para o projeto da nova DON (Defense Operational Network), a nova rede operacional de Defesa do Brasil. A nova DON é uma reestruturação e modernização da infraestrutura atual, mantida sob o comando das Operações Conjuntas das Forças Armadas Conjuntas.

Além de fornecer as tecnologias de segurança criptográfica, a empresa, que obteve recentemente a renovação da certificação de Empresa Estratégica de Defesa ( EED ) - concedida pelo Ministério da Defesa (MD) - também ficará encarregada de readequar os ativos de TIC e Expansão física e lógica do DON, bem como o monitoramento e o suporte técnico operacional da rede.  

Espinha dorsal do Sistema Militar de Comando e Controle (SISMC2), o objetivo do DON é fornecer serviços de voz, dados e suporte à decisão de maneira integrada, oportuna, simples, segura, flexível, confiável e contínua para os diversos níveis de tomadores de decisão de a Estrutura Militar de Defesa.   

“Com a mudança de paradigmas de mobilização e combate para a "Guerra Centrada em Rede"¹ e a médio prazo para a "Guerra Mosaico"², é importante que os elementos de Comando e Controle sejam cada vez mais soberanos e interoperáveis”, diz Roberto Gallo, fundador e gerente geral da Kryptus. “Estamos muito honrados com o projeto”, finaliza.

O processo de aquisição foi realizado inicialmente pelo Ministério da Defesa por meio do SBT - Termo de Licitação Especial - contemplado pela lei 12.598 / 2012. Apoiado na decisão do Conselho de Defesa Nacional, o SBT determina que o fornecimento de soluções para a proteção de informações classificadas em qualquer grau de sigilo deve ser feito exclusivamente por Empresas Estratégicas de Defesa (EED) que estejam em desenvolvimento no país. Tecnologias estrangeiras não podem participar do processo. A maior parte do abastecimento será realizada em 2021 ainda. 

NOTAS:
¹O NCW, ou Network-Centric Warfare é uma doutrina de estruturação de Comando e Controle que prevê garantir a superioridade no campo da informação, a fim de melhorar o poder de combate em tempo hábil e aumentar a velocidade de Comando, reduzindo o atraso no tráfego de informações e pedidos.

² Mosaic Warfare: uma estratégia de combate baseada na integração de inúmeros sistemas de tecnologia menores que se encaixam (como os tijolos de Lego), formando uma estrutura capaz de atingir o sistema do oponente e ter um ataque bem-sucedido.

Taurus representa no Tribunal de Contas de SP questionando licitação de pistolas feita pela Polícia Civil

A pistola Taurus TS9 equipa a Polícia Nacional das Filipinas, uma das mais exigentes do mundo.

*LRCA Defense Consulting - 30/03/2021

No dia 27/03, o jornal Diário da Região publicou matéria noticiando a troca das antigas pistolas Taurus, em uso pela Polícia Civil, por outras da marca austríaca Glock, adquiridas pela corporação em 2020.

Em face da reportagem, a Taurus se posicionaou informando que "no final de 2019, a Polícia Civil de São Paulo realizou licitação para a compra de aproximadamente 4.000 pistolas semiautomáticas de calibre .40 e a Taurus foi impedida de participar em razão de exigências excessivas tanto na habilitação jurídica quanto técnica do Edital, que deveria ter sido revisto para permitir a ampliação da disputa entre os interessados". 

"Disso resultou que a Glock America foi a única empresa apta a participar da licitação e chamou atenção que a mesma pistola modelo G22, Geração 5, calibre .40 ofertada à Polícia Civil ao preço de US$ 493,78 foi vendida recentemente à Polícia Militar de São Paulo por US$ 221,48. Outro ponto é que a exportação de armamento da Europa ao território nacional foi intermediada por uma empresa no Uruguai, a Glock America, que não possui atividade de industrialização e comercialização de armas naquele país, nem escritório instalado". 

Diante de todo esse histórico, a Taurus afirmou que "está em andamento uma representação no Tribunal de Contas de São Paulo para apurar possíveis irregularidades na condução desta licitação".

Sobre as alegadas falhas em pistolas antigas da Taurus, a empresa informou "que não existe nenhum registro de perícias técnicas apontando falhas em armas Taurus". 

Informou também que, "desde 2015, a multinacional brasileira está sob novo controle e nova gestão e, passados mais de 5 anos, os efeitos positivos se fazem sentir, reposicionando a empresa no cenário nacional e internacional. Essa nova gestão assumiu a empresa em condições desafiadoras e, desde então, empreendeu grandes esforços para sua remodelagem e modernização, bem como para o lançamento de novos produtos, com uma estrita observância das normas do setor e de compliance". É relevante acrescentar que tais esforços se transformaram em ações e realizações de grande sucesso. 

Nesse verdadeiro turnaround, todos os sistemas e processos da empresa, no Brasil e nos EUA, passaram a ser objeto de uma completa reengenharia a partir de 2018. Como uma das consequências, desde 2019 a Taurus se tornou a marca mais importada pelos consumidores dos Estados Unidos - maior e mais exigente mercado mundial para armamento leve, superando a marca austríaca Glock, bem como é hoje, no geral, a quarta mais vendida nesse país. Além de ser a líder mundial na fabricação de revólveres, sua pistola G2c é a mais vendida em sua categoria no mundo, com mais de 2,6 milhões de unidades comercializadas. Seus últimos lançamentos nos EUA - as pistolas G3, G3c e TX22 - tornaram-se sucessos absolutos de venda, tendo merecido importantes premiações e elogios da mídia e de entidades especializadas.

Em complemento ao sucesso de seus produtos nos Estados Unidos, a venda de 20.000 pistolas TS9 para a Polícia Nacional das Filipinas e de 12.412 fuzis T4 para o Exército desse país, comprovam a excelência e a alta tecnologia de seus atuais produtos, haja vista que as instituições militares e de segurança das Filipinas se caracterizam por possuírem normas rígidas e uma bateria extenuante de testes que precedem a seleção dos armamentos a adquirir, estando entre as mais exigentes do mundo. As pistolas TS9, por exemplo, foram submetidas a  testes de resistência de 20.000 disparos, onde as amostras foram plenamente aprovadas sem nenhuma falha. Os testes aplicados superaram em vários requisitos os da Norma NATO AC-225.

O reconhecimento internacional dos produtos da Taurus Armas também pode ser mensurado pelo fato de o Jindal Group ter convidado a empresa para estabelecer uma joint venture para produção de armas leves na Índia (pistolas, revólveres, fuzis, carabinas e submetralhadoras), processo que foi firmado em janeiro de 2020 e está em pleno desenvolvimento, só aguardando uma melhora da pandemia para iniciar sua produção. O Jindal Group é um dos mais poderosos grupos industriais indianos, além de ser o maior fabricante de aço da Índia e um dos dez maiores do mundo, com um faturamento superior a US$ 24 bilhões e com 200 mil funcionários no mundo, sendo 45 mil deles somente na divisão de aço.

No Brasil, a Taurus Armas é classificada e reconhecida oficialmente pelo Ministério da Defesa como uma Empresa Estratégica de Defesa, estando atrelada aos diversos requisitos e exigências impostos pela legislação do País. 

A multinacional brasileira está entre as pouquíssimas empresas que se dispõe a produzir armas de fogo no Brasil, sujeitando-se a todas as regulações, restrições, insegurança jurídica e demais dificuldades enfrentadas por quem produz aqui, haja vista, como já declarou diversas vezes, ter orgulho de ser brasileira e acreditar que investir no País é fundamental, pois assim pode colaborar gerando milhares de empregos (diretos e indiretos) para a população e também milhões de dólares em divisas para o Brasil, o que está fazendo com inegável competência. 

Esta Consultoria acredita que não se trata de pleitear nenhum tipo de privilégio a uma empresa nacional, mas sim que as instituições de segurança do País e de seus entes federativos ofereçam um tratamento isonômico à empresa, abstraindo-se de colocar subterfúgios em editais públicos e lhe permitindo concorrer em igualdade de condições com indústrias estrangeiras que também geram empregos e riqueza, só que unicamente para seus respectivos países. Tais empresas se limitam a apenas exportar para o Brasil, sem que nenhuma delas tenha qualquer compromisso com o bem-estar e com o progresso do nosso povo. Esse fato se reveste ainda de uma característica especial neste momento de grave crise econômica, quando os índices de desemprego e de pobreza, devido à pandemia, estão entre os maiores da história.

Kroll Bond Rating Agency publica relatório otimista para a Embraer


*LRCA Defense Consulting - 30/03/2021

A Agência Kroll Bond Rating acaba de publicar uma excelente avaliação do mercado regional de aeronaves. O relatório, de co-autoria de Marjan Riggi, Diretor Executivo Sênior da KBRA e Chefe Global de Aviação, explica por que aeronaves menores liderarão a recuperação da aviação comercial e por que se sairão melhor do que jatos maiores em curto e médio prazos.

A análise da KBRA identifica tendências semelhantes de frota e demanda apresentadas no Market Outlook 2020 da Embraer. Isso inclui as expectativas dos passageiros, o trabalho em locais remotos e a necessidade de aeronaves com maior eficiência e sustentabilidade. Como uma agência de classificação de títulos, a KBRA enfoca os fatores que determinam os valores das aeronaves e o que está impulsionando os números enquanto a indústria navega na pandemia global.

O relatório da KBRA cita:
. 
crescimento regional liderado pela demanda doméstica devido a restrições de fronteiras internacionais

. o surgimento de uma classe média global
. lazer mais forte versus viagens de negócios
. conversão de aeronaves de passageiros em cargueiros
. a necessidade de redimensionamento da frota
. as implicações da aposentadoria de aeronaves maiores e mais antigas
. o mercado de reposição para aeronaves regionais
. o papel das aeronaves regionais na construção de conectividade em novos mercados

O estudo da KBRA também oferece uma boa visão geral do cenário de concorrentes OEM e o impacto das cláusulas piloto do escopo nos EUA na demanda futura de aeronaves regionais.

Leia o relatório completo aqui: Aeronave regional - Resiliência e desafios de um mercado essencial durante a pandemia


 

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