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Pessoal da Taurus e do Exército Filipino quando da finalização dos testes
*LRCA Defense Consulting - 26/09/2021
A empresa Trust Trade Firearms & Ammunition, parceira da Taurus Armas nas Filipinas e encarregada de prestar os serviços de pós-venda nesse país (assistência técnica e reposição de peças) para os fuzis T4 a serem fornecidos para o Exército Filipino, divulgou em uma mídia social ontem que essa arma foi aprovada com sucesso na inspeção de pré-entrega e na bateria de testes realizadas pelos militares filipinos que vieram à sede da Taurus para isso. O fato também foi divulgado hoje pelo jornal The Philippine Star (imagem abaixo).
Realizados entre os dias 13 e 24 de setembro, os testes incluíram: Inspeção de Completude
& Amostragem Aleatória; Inspeção Física, Peso & Inspeção
Dimensional; Teste de Puxamento de Gatilho; Teste Funcional; Taxa cíclica
de Teste de Incêndio; Teste de Direcionamento e Precisão; Teste de Intervalo Máximo Eficaz; Teste de Resistência de Alta Pressão; Teste de Exposição à Poeira; Teste de Imersão em Lama; Teste de Imersão em Água;
Teste de Segurança em Queda; Teste de Intercambiabilidade; Teste de
Endurance e Teste de Aquecimento.
O embarque desse lote de armas para as Filipinas está previsto para acontecer em outubro. Como a Taurus foi a vencedora de uma licitação posterior do Exército Filipino, totalizando mais 1.118 fuzis T4, é provável que aconteça uma nova bateria de testes ainda em 2021.
A Trust Trade é a empresa responsável pela distribuição exclusiva dos produtos das brasileiras Taurus Armas, CBC/Magtech e Condor Tecnologias Não-Letais, além de importadora e distribuidora internacional líder em armas de fogo, munições e acessórios nesse país asiático, atendendo às necessidades da polícia, agentes da lei, militares e civis para transações individuais, no atacado e institucionais.
Simultaneamente, a empresa também informou que o fuzil T4 está disponível para venda a militares e a agentes da polícia das Filipinas.
The Philippine Star - 26/09/2021
Trust Trade recebe fuzis T4 para comercialização nas Filipinas
O Ministro da Defesa, Walter Braga Netto, esteve na quarta-feira, dia 22, na AEL Sistemas, empresa brasileira dedicada ao desenvolvimento, fabricação, manutenção e gestão logística de sistemas eletrônicos para aplicações militares e aeroespaciais.
Durante a visita, o Ministro teve a oportunidade de conhecer os diversos equipamentos desenvolvidos pela empresa, entre eles a mira tática Red Dot GUARÁ, que está sendo entregue ao Exército Brasileiro. Nesta oportunidade, o Ministro Braga Netto recebeu uma unidade da mira GUARÁ.
Mira tática Red Dot GUARÁ
O Ministro também conheceu os laboratórios da AEL, onde são desenvolvidos e testados os produtos que fazem parte dos Programas Estratégicos das Forças Armadas, como é o caso do WAD (display panorâmico inteligente), e o display integrado ao capacete (HMD) que compõem o novo caça da FAB, o F-39 Gripen. Também foi possível conhecer o desenvolvimento e produção de alguns dos sistemas aviônicos destinados à nova aeronave KC-390 da FAB, onde a AEL é fornecedora de cinco diferentes sistemas.
Ao Ministro Braga Netto também foram apresentadas as ações sobre o desenvolvimento do Sistema Link-BR2, um sistema de Data Link tático para tráfego de informações em tempo real entre aeronaves e estações de solo.
Durante a visita, a AEL apresentou as Aeronaves Remotamente Tripuladas (ARPs) Hermes 450 e 900, nas quais a empresa é responsável pelo fornecimento e suporte logístico, que inclui o reparo de componentes, fornecimento de consumíveis e de peças de reposição, além da disposição, em tempo integral, de uma equipe de técnicos e engenheiros altamente qualificados atuando em conjunto com o Esquadrão Hórus, unidade militar sediada em Santa Maria (RS) e responsável pela operação do equipamento na Força Aérea Brasileira.
ARP Hermes 900 da FAB
No que tange o Exército Brasileiro, foram apresentados os equipamentos eletro-ópticos utilizados pelo Programa SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), assim como o programa RDS-Defesa (Rádio Definido por Software), um projeto liderado pelo Centro Tecnológico do Exército – CTEx e de responsabilidade do Ministério da Defesa em que a AEL Sistemas atua como contratada principal em conjunto com seus parceiros Kryptus e CPQD. Outra solução apresentada ao Ministro foi o Sistema Torch-X Dismounted, que foi avaliado recentemente pelo Exército para emprego no projeto COBRA (Combatente Brasileiro).
Sistema Torch-X Dismounted
Ao final da visita, o Ministro da Defesa destacou que escolheu visitar a AEL Sistemas porque “trata-se de uma empresa referência nacional e internacional no setor de Defesa”. Ele ainda comentou que seguirá empenhado em fomentar o setor de Defesa. “Trabalhamos pensando no país, especialmente, nas três Forças Armadas e no Ministério da Defesa, que precisam de uma indústria forte”, completou o Ministro.
Durante o encerramento da visita, o Ministro Braga Netto, dirigiu algumas palavras ao time da AEL Sistemas, salientando a relevância da empresa no contexto de Defesa do Brasil, assim como a importância que ele enxerga na necessidade de desenvolvimento e retenção de talentos da indústria de Defesa nacional.
Sobre a AEL Sistemas A AEL Sistemas é uma EED (empresa estratégica de defesa) brasileira que se dedica ao projeto, desenvolvimento, fabricação, manutenção e suporte logístico de sistemas eletrônicos militares e espaciais, para aplicações em plataformas aéreas, marítimas e terrestres. Atualmente, participa do desenvolvimento de diversos Projetos Estratégicos das Forças Armadas do Brasil.
Considerada um centro de excelência em tecnologia de defesa, desde 2001, a AEL Sistemas S.A. faz parte do grupo Elbit Systems, líder mundial no segmento de defesa.
Subsidiária da Taurus Armas S.A., a Taurus Helmets Indústria de Capacetes Ltda., indústria pioneira na fabricação de capacetes no Brasil sediada em Mandirituba (PR), está sempre inovando e diversificando seu portfólio de produtos.
O processo de produção de capacetes é realizado em quatro fases: injeção (a partir do ABS - Acrylonitrile Butadiene Styrene), pintura e acabamento (a partir de peças já injetadas, através de processo de pintura manual e automatizada), costura (a partir de tecidos, espuma e chapas de policarbonatos, utilizando-se máquinas de corte, costura e balancim) e montagem final.
A empresa alia sua experiência a um rígido padrão de qualidade para a fabricação dos capacetes. Agora, com uma nova visão, a companhia traz mais tecnologia, profissionalismo e renovação ao negócio. Para isso foi criado, já no primeiro ano dessa reestruturação, um novo centro de criação, design e estilo focado no desenvolvimento de novos produtos, mantendo a segurança como prioridade.
Novas marcas estão sendo criadas para atender todos os segmentos do universo da motocicleta. Algumas possuem um processo de fabricação quase 100% artesanal. É o caso da Urban Helmets, que oferece peças com desenhos exclusivos e um cuidado aos detalhes que apenas um processo manual poderia alcançar – atendendo sempre a normas de segurança no Brasil e no exterior. A marca também faz roupas e acessórios para quem carrega o estilo de vida Urban mesmo fora da moto. Além disso, novas oportunidades de negócios são criadas a todo momento. A Urban faz parcerias no mundo da moda e no universo da customização, com edições limitadas e linhas exclusivas assinadas por artistas e marcas mundialmente reconhecidos.
Mas a Taurus Helmets também tem a sabedoria de quem já andou por muitas pistas e há mais de 35 anos sobe na moto, vira a chave e segue viagem. Por isso, o capacete mais vendido do Brasil, o San Marino, ganhou uma marca própria, com diversos produtos funcionais e a melhor relação custo-benefício. A qualidade está no DNA desse clássico e é impossível de ser copiada: foi o primeiro capacete do Brasil a ter o selo do Inmetro, o que comprova sua tradição.
Rumo a se tornarem tão tradicionais e adoradas quanto a San Marino, as marcas Bullitz e Wind completam o leque de produtos – a primeira está sempre inovando nos grafismos e na qualidade de acabamento, e a segunda oferece os modelos abertos mais famosos do mercado. Todas as marcas são testadas em laboratórios montados dentro da própria fábrica. Os itens de segurança só saem de lá com o selo de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Mantendo-se na vanguarda, a Taurus é a primeira empresa de capacetes no Brasil a montar uma loja on-line, com mais de 150 produtos e entrega em todo o país. Graças ao excelente padrão de qualidade, as portas se abriram para novos negócios no exterior e a companhia, dentro do seu plano de expansão, está exportando para os Estados Unidos, Coreia do Sul e outros países.
Capacetes com grafeno Em 09 de julho, na abertura da 1ª Feira Brasileira do Grafeno, no estande da Taurus Helmets, o CEO Global da Taurus Armas, Salesio Nuhs, apresentou alguns capacetes fabricados com injeção de grafeno e também presenteou o Presidente Jair Bolsonaro com um exemplar personalizado. A utilização do grafeno representa um marco histórico na indústria brasileira de capacetes.
Números robustos A
operação de capacetes é historicamente rentável e lucrativa. No segundo
trimestre de 2021, por exemplo, sua receita líquida cresceu 102,9% em
relação a 2020 e representou 4,3% da receita total da Taurus Armas, com
R$ 28 milhões. Considerando-se todo o primeiro semestre deste ano, houve
um incremento de 90,0%, correspondendo a 5,1% da receita total do
grupo, com o valor de R$ 61,3 milhões.
CEO Carlos de Laurentis
A Revista Dinheiro, em nota de 24/09/2021,divulgou que, de
janeiro a junho deste ano, a venda de motocicletas cresceu 50% no
Brasil em comparação com o mesmo período de 2020, segundo dados da
Fenabrave, a federação nacional das distribuidoras de veículos. A alta
procura tem elevado também a produção de capacetes, item obrigatório
para quem anda de moto.
Dona da linha San Marino, há 40 anos a
mais vendida no País, e de outras quatro marcas, a Taurus Helmets já
ampliou sua produção em mais de 20% este ano, passando a entregar 131
mil capacetes por mês.
Para o CEO Carlos André de Laurentis, o resultado
das vendas irá acompanhar os bons números dos fabricantes de moto:
“Conseguimos prever um aumento de 50% no faturamento até o final deste
ano”, afirmou.
A VMI Security, empresa associada da ABIMDE, foi certificada como EED - Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa. A portaria foi publicada na última terça-feira (21) no Diário Oficial.
A VMI Security é uma das 65 expositoras da 6ª Mostra BIDS, que será realizada entre os dias 7 e 9 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF). O evento, organizado pela ABIMDE, conta ainda com 38 apoiadores institucionais.
Com sede em Minas Gerais e atuação global, a VMI Security desenvolve soluções tecnológicas inovadoras para inspeção por raios-X e scanners, que atendem as exigências dos mais complexos sistemas de controle e segurança.
Os equipamentos detectam ameaças automaticamente e permitem ver através de objetos, pessoas, veículos e cargas, sendo ideais para aeroportos, portos, sistema prisional, rodovias, grandes eventos, organizações públicas e do setor privado.
A VMI Securit faz parte do Grupo Prime Holding, que já acumula mais de 30 anos de experiência no setor de inspeção não intrusiva, sendo a única empresa em toda a América Latina com essa expertise. O grupo exporta para diversos países do mundo e possui colaboradores nos cinco continentes.
O Presidente Jair Bolsonaro editou um Decreto que cria a Escola Superior de Defesa. A instituição será sediada no Distrito Federal. O decreto também altera a estrutura regimental e o quadro de cargos e funções do Ministério de Defesa.
De acordo com o comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa, "a escola realizará estudos, pesquisas, extensão, difusão, ensino e intercâmbio, em temas de interesse de defesa". O foco prioritário são os servidores civis dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e de instituições de interesse, podendo atender também os militares das Forças Armadas e Auxiliares.
O novo braço acadêmico do Ministério da Defesa foi discutido dentro de um estudo de reorganização da pasta, que previa a criação de uma secretaria voltada ao ensino e à cultura. Tanto a Escola Superior de Defesa quanto a Escola Superior de Guerra, que foi fundada em 1949, no Rio de Janeiro, ficam subordinadas a uma nova secretaria da Defesa voltada ao ensino e à cultura. A nova escola vai absorver parte do pessoal da septagenária Escola Superior de Guerra.
À época dos estudos sobre a criação da nova instituição de ensino, o Ministério da Defesa afirmou que não haveria alteração de efetivo de pessoal, apenas remanejamento dos servidores civis e militares ficando em torno da metade dos servidores em cada escola. Ainda segundo o a Defesa, após o término dos remanejamentos, cada escola ficará com aproximadamente 225 servidores entre civis e militares.
Atividades em Brasília Desde 2011, a Escola Superior de Guerra vem desenvolvendo atividades na capital federal. Primeiro foi montado um "núcleo" da ESG em um anexo na Esplanada dos Ministérios, até que a ESG assumiu o campus da antiga Escola Nacional de Administração Fazendária (Esaf). O campus dispõe de 422 mil metros quadrados e conta com auditórios, escritórios administrativos, biblioteca, refeitório, vestiários e alojamentos a um custo estimado de R$ 5,8 milhões ao ano. Em 2020, foram matriculados 370 pessoas nos cursos regulares na ESG campus Rio e 350 em Brasília.
Mesmo com as mudanças na área de educação do Ministério da Defesa, e cursos tradicionais, como o de "Altos Estudos em Política e Estratégia", continuarão no Rio, pela proximidade com outras instituições de ensino, como a Escola de Guerra Naval e a Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Já as disciplinas que requerem mais interação com conhecimentos civis, como o curso de "Diplomacia e Defesa", devem ser em Brasília.
O Ministério da Defesa afirma que desenvolver atividades acadêmicas na capital federal é preconizado na Estratégia Nacional de Defesa (END). Segundo a pasta, a unidade instalada em Brasília possibilita "atender os civis, assessores de alto nível, lotados nos órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como outras autarquias e instituições".
Uma equipe de engenheiros da Pearson Engineering está agora apoiando os testes de campo de uma variante especializada do Guarani 6x6 no Brasil.
As variantes do protótipo VBE Eng do 6×6 Guarani foram configuradas para permitir que os equipamentos front-end da Pearson Engineering sejam integrados de forma rápida e fácil.
A configuração, baseada na integração do sistema com a alimentação hidráulica e elétrica do veículo, e a adição de um Kit de Integração do Veículo, permitirá que o Guarani 6×6 seja configurado rapidamente no futuro para aceitar diferentes tipos de mobilidade, contra-mobilidade e equipamentos de sobrevivência, sempre que a missão assim o exigir.
A equipe no Brasil está atualmente apoiando a integração de um braço manipulador de escavadeira, um acessório de caçamba da carregadeira e uma lâmina dozer de uso geral.
O projeto, iniciado em 2020, foi interrompido em decorrência da pandemia do COVID-19 com a concordância de todas as partes, e foi retomado em agosto deste ano, passando para testes de campo no Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP).
A gama de equipamentos da Pearson Engineering para veículos leves aumentou nos últimos anos, mantendo sua popularidade em todo o mundo. Veículos como Boxer, Piranha, PARS e Stryker agora podem ser implantados com o seguinte:
Da esquerda para direita: Bruna Lopes, Especialista de Marketing; Regis Jacobsen, Gerente de Vendas Internacionais; Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus; Sheila Bittencourt, Especialista de Exportação; Eduardo Zaccaron, Gerente Geral Industrial.
*LRCA Defense Consulting - 23/09/2021
O CEO Global da Taurus Armas S.A., Salesio Nuhs, recebeu hoje o Prêmio Exportação RS 2021, conferido à empresa que preside por seu expressivo desempenho em exportações no Setor Metalúrgico gaúcho.
Considerado o maior evento do segmento do país, há 49 anos o Prêmio Exportação RS distingue empresas que obtiveram os melhores resultados mercadológicos e desenvolveram estratégias inovadoras para expor e comercializar seus produtos no mercado internacional. Ao todo mais de 600 empresas já foram reconhecidas por obterem resultados de destaque com exportações em diferentes segmentos de mercado.
Em 2021, na sua 49ª edição, o Conselho do Prêmio Exportação RS reconheceu 63 empresas, número recorde na história do mérito. O evento de premiação das organizações gaúchas que obtiveram destaque no cenário exportador aconteceu hoje, na Casa NTX, em Porto Alegre (RS).
Segundo o presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS, Fabrício Forest, as entidades representadas no Conselho do mérito chancelam a credibilidade da iniciativa e são responsáveis pela condução de um processo criterioso para selecionar os vencedores. “O Prêmio Exportação está próximo de completar 50 anos de atuação e esta marca ressalta a relevância de um dos principais movimentos para fortalecimento do setor no Brasil. Além de condecorar, temos como objetivo capacitar empresários e compartilhar conhecimento para que a cultura exportadora seja parte, cada vez mais, da estratégia e do planejamento das organizações”, enfatiza Forest.
O Conselho do Prêmio Exportação RS é formado por lideranças de instituições que possuem relação de suporte ou apoio ao cenário exportador gaúcho. São elas: ADVB/RS, Apex-Brasil, Badesul, Banco do Brasil, Banrisul, BRDE, FARSUL, Fecomércio, Federasul, FIERGS, Lide-RS, Portos RS, Sebrae-RS, Secretaria do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Hub Transforma RS e UFRGS.
A EmbraerX, subsidiária para negócios disruptivos da Embraer, e a companhia americana do Vale do Silício Pyka anunciaram hoje uma parceria para acelerar o futuro da pulverização agrícola autônoma. A colaboração é voltada para tecnologia, certificação, operação e futura comercialização do Pelican, uma aeronave agrícola de asa fixa totalmente elétrica e autônoma, desenvolvida pela Pyka.
Utilizando ágeis processos experimentais, as empresas irão trabalhar juntas para acelerar a chegada da solução autônoma ao mercado de agricultura de precisão. A EmbraerX está comprometida a explorar produtos e serviços disruptivos que possam revolucionar os negócios, incluindo novos segmentos de atuação para a área de aviação agrícola da Embraer.
“A EmbraerX é uma aceleradora de mercado comprometida em desenvolver soluções que possam transformar o mundo e inspirar nossos parceiros por meio de ideias inovadoras, e com determinação e criatividade”, disse Daniel Moczydlower, head da EmbraerX. “A inovação e capacidade tecnológica da Pyka estão alinhadas com a nossa estratégia de acelerar a criação de novos modelos de negócios por meio de parcerias com potencial de crescimento exponencial.”
As companhias buscarão oportunidades de potencializar serviços comerciais autônomos, conforme a operação da aeronave Pelican se desenvolver no Brasil nos próximos anos. O veículo já está sendo utilizado por clientes da Pyka na América Central, com o propósito de aumentar a produtividade, eficiência de custo, segurança e sustentabilidade.
“Estamos extremamente entusiasmados em realizar parceria com uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, para viabilizar a nossa visão de trazer para o uso diário uma aeronave elétrica,” disse Michael Norcia, CEO e co-fundador da Pyka. “Estivemos muito focados na certificação e na entrega de uma espetacular aeronave autônoma e elétrica para servir aos nossos clientes. Agora estamos ao lado de uma líder da indústria, em um dos maiores mercados agrícolas do mundo, para ajudar a escalar o nosso negócio de aviões elétricos. Estamos ansiosos em trabalhar com a Embraer para integrar a aviação agrícola elétrica e autônoma no agronegócio e na economia em geral.”
A parceria está apoiada nos mais de 50 anos de história e experiência da Embraer em desenvolver aeronaves, certificar, fabricar, comercializar e oferecer serviços pós-venda.
Além de trabalhar em projetos na área de sistemas de armas e torres, a Ares tem atuado também em projetos da Elbit Systems Land, divisão responsável pelas tecnologias para emprego na Força Terrestre.
Recentemente, uma comitiva da empresa esteve no Comando de Operações Terrestres (COTER) do Exército Brasileiro apresentando o morteiro de recuo atenuado SPEAR, que poderá ser integrado à viatura 6x6 Guarani.
A Ares é uma Empresa Estratégica de Defesa brasileira com mais de 50 anos de experiência comprovada no País, atendendo com excelência às Forças Armadas Brasileiras no desenvolvimento, na produção, no fornecimento e no suporte logístico de produtos que incrementam suas capacidades operacionais. Desde 2010, a empresa é parte do grupo israelense Elbit Systems - um dos líderes mundiais no fornecimento de sistemas de Defesa.
SPEAR O SPEAR da Ares/Elbit Systems é um sistema de morteiro de recuo atenuado de 120 mm para plataformas de alta mobilidade, sendo totalmente autônomo.
O sistema oferece suporte de fogo eficaz, combinando a flexibilidade e a eficácia do poder de fogo de um morteiro preciso com uma excepcional mobilidade tática. O morteiro é um derivado do sistema de morteiros CARDOM já testados em batalha, com mais de 1.000 sistemas amplamente utilizados pelo Exército dos EUA, OTAN, Forças de Defesa de Israel (IDF) e outros.
Melhor cobertura de área e capacidade de sobrevivência - equipado com um sistema de redução de recuo que reduz o morteiro disparando cargas de 30+ toneladas a tão baixo quanto 12-15 toneladas, o “recuo suave” permite que o SPEAR seja montado em uma variedade de veículos táticos leves de alta mobilidade, como o Guarani, picapes, jipes, etc., bem como sobre plataformas maiores sobre rodas ou lagartas.
Comando e Controle - está equipado com dispositivos computadorizados de mira e navegação, permitindo o sistema de morteiro ser operado de forma autônoma e sem a necessidade de pontos de referência externos. O SPEAR pode ser facilmente integrado com uma variedade de C4 ou Sistemas de gerenciamento de batalha (BMS).
Configuração flexível - o sistema pode operar de forma independente com observadores avançados e / ou forças infiltradas. O sistema também pode ser implantado autônomo ou como parte da configuração da bateria / pelotão.
Precisão aprimorada - as informações de segmentação são retransmitidas para o Sistema de Controle de Fogo (SCF) que calcula os dados balísticos e ordena o sistema de assentamento automático do morteiro para posicionar o cano no azimute e na elevação exatos. O sistema é incorporado com um sistema de navegação inercial (SNI) para fornecer a máxima precisão.
Conscientização situacional aprimorada - o sistema gera um quadro tático abrangente que inclui forças amigas e inimigas junto com elementos adicionais do campo de batalha, permitindo uma análise precisa de ameaças e uma previsão de resultados do ataque.
Características principais • Geração moderna do morteiro montado em veículos comprovado em combate - o CARDOM • Facilmente integrado com C4I ou BMS e com sistemas de aquisição de alvos. • Para uso com todos os tipos de munição de calibre liso 120 mm qualificadas. • Desenvolvimento rápido; dentro e fora da ação em até 60 segundos. • Alto nível de precisão com GPS e SNI integrados. • Taxa de explosão de fogo - 12-16 RPM. • Taxa de fogo sustentada - 3-4 RPM por 10-20 minutos. • Backup manual completo para estabelecer uma mira (adequado para miras ópticas GFE).
A Eve Urban Air Mobility, uma empresa da Embraer, e a Bristow Group Inc. (NYSE: VTOL), líder mundial em soluções de voo vertical, anunciaram, hoje, um memorando de entendimento (MOU, na sigla em inglês) para atuarem no desenvolvimento de um certificado de operador aéreo (AOC) para a aeronave elétrica de pouso e decolagem vertical (eVTOL) da Eve.
O trabalho conjunto desenvolverá um modelo de operação de Mobilidade Aérea Urbana (UAM) utilizando a experiência da Bristow no transporte seguro de passageiros e cargas em todo o mundo. Além disso, a Bristow anunciou uma encomenda de até 100 eVTOLs com entregas previstas para começar em 2026.
A cooperação se favorece dos pontos fortes de cada parceiro, a Bristow conta com mais de 70 anos de experiência em operações globais de transporte, enquanto a Eve, com sua proposta de valor única, oferece um conjunto abrangente de produtos, serviços e soluções de UAM para diversas regiões.
O ambiente operacional da UAM se concentrará em áreas como: design de veículos, design de vertiportos, desenvolvimento regulatório para o ambiente operacional, certificação eVTOL e operação autônoma.
As empresas planejam desenvolver capacidades baseadas em serviços para apoiar e otimizar o desempenho e a utilização de eVTOLs em operação e sistemas de Gerenciamento de Tráfego Aéreo existentes, bem como novos sistemas de aeronaves não-tripuladas e gerenciamento de tráfego não-tripulado.
“Esse memorando de entendimento estratégico prevê o desenvolvimento contínuo de um modelo abrangente de UAM entre Bristow e Eve para um eVTOL que pode, potencialmente, remodelar o mercado para todos os voos verticais elétricos com emissões de zero carbono e custos operacionais mais baixos. Isso nos permite expandir nossa experiência para fornecer uma opção sustentável, inovadora e eficiente em novos mercados finais potenciais.
Podemos alavancar nossa experiência operacional, por meio da cooperação com a Eve, a fim de projetar e construir a próxima geração de aeronaves que utilizam plenamente as muitas vantagens dos eVTOLs”, disse o presidente e diretor executivo da Bristow, Chris Bradshaw.
“A parceria com a Bristow, combinada ao nosso histórico de trabalhos conjuntos com a Embraer, reúne organizações confiáveis e inovadoras com mais de 125 anos de experiência, unindo aviação e presença em vários países. Estamos honrados pelo fato de a Bristow ter escolhido nossa plataforma eVTOL e, juntas, nossas equipes desenvolverão as estruturas e operações robustas necessárias para criar uma indústria de UAM acessível, escalonável, sustentável e segura”, afirmou Andre Stein, Presidente & CEO da Eve.
A Atech – empresa do Grupo Embraer – e a Saab – companhia sueca de defesa e segurança – participam juntas da primeira edição do Aviatrade. No estande, as empresas apresentam novas tecnologias e soluções para a centralização e digitalização de soluções para controle de tráfego aéreo na aviação regional.
O evento ocorre nos dias 22 e 23 de setembro, no Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí (SP), e reúne interessados em adquirir aeronaves para uso pessoal e para otimizar operações e deslocamentos de suas empresas. O encontro propicia também o fomento de negócios às organizações que trabalham com operadores de EPTAs (Estações Prestadoras de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo), com ênfase à NAVBrasil e as novas concessionárias multiaeroportos.
Entre as soluções apresentadas pela Atech e pela Saab estão a de centralização de torres remotas e digitalização de serviços de informação para múltiplos aeródromos e as que integram plataformas R-TWR e R-AFIS (siglas em inglês para Torre de Controle Remota e Serviços Remotos de Informação de Voo de Aeródromo), dedicadas às necessidades específicas da aviação local.
A Saab desenvolveu diversos projetos de torres remotas, que já operam na Suécia e a Atech, em conjunto com a Ciscea (Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo), está implantando o R-AFIS no Brasil, voltado à operação remota de dez aeródromos a partir dos quatro Cindactas (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo).
“Vamos mostrar a este público interessado em aviação regional as tecnologias que desenvolvemos dedicadas ao controle e segurança do tráfego aéreo. A digitalização dos serviços nessa área oferece mais recursos e informações aos operadores, gerando ganhos econômicos e de segurança para a aviação como um todo”, explica Marcos Resende, diretor de Negócios ATM da Atech.
Walter Nogueira Pizzo, gerente de negócios de ATM da Atech, e Sergio Martins, diretor de ATM da Saab Brasil
De acordo com Sergio Martins, diretor de Gestão do Tráfego Aéreo para América Latina na Saab, as plataformas apresentadas na Aviatrade são indicadas, principalmente, para aeroportos regionais, o que representa uma tendência de centralização, digitalização e operações remotas relacionados a esses serviços. “Nossa experiência ao redor do mundo com digitalização e centralização em serviço de tráfego aéreo é de muito êxito. Acreditamos que esse tipo de tecnologia pode contribuir muito com a aviação regional do Brasil e da América Latina”, diz Martins.
A primeira edição do Aviatrade será o hangar 1 do Aeroporto Estadual de Jundiaí. A feira vai ocupar uma área de 11.000m² e seu objetivo é atrair público com grande potencial de entrada na aviação geral. Os visitantes receberão orientações sobre aviônicos, serviços especializados e processos para compra segura de um avião, entre outras. O evento contará com expositores de aeronaves, brokers, seguradoras, empresas de remodelagem de interiores de aeronaves, de hangaragem e representantes da cadeia produtiva do setor.
A Taurus Armas S.A. entregou 54 fuzis T4 automáticos e 26 carabinas CTT40C à Secretaria de Segurança Pública do Estado de Santa Catarina, havendo ainda uma previsão de entrega de mais 220 pistolas modelo 100 e 12 fuzis T4 automáticos para o mês de outubro. Estas aquisições estão acontecendo por meio de projeto da SSP/SC com recursos da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Ainda para o mês de setembro, mas com recursos oriundos de convênios com entidades da iniciativa privada e de órgãos públicos, está prevista a entrega de mais 55 fuzis Taurus T4 automáticos e mais uma carabina Taurus CTT40C, através de compra realizada pela Polícia Militar do Estado.
As aquisições totais compreendem 121 fuzis T4, 220 pistolas modelo 100 e 27 carabinas CTT40C, que serão distribuídas para a Polícia Militar visando o fortalecimento da segurança pública de Santa Catarina, reforçando assim a confiança da instituição catarinense na qualidade e no desempenho dos produtos Taurus.
As armas Ideal para o uso militar e policial, o fuzil Taurus T4 é baseado na consagrada plataforma M4/M16, amplamente empregada pelas forças militares do Brasil e em todo o mundo, principalmente pelos países membros da OTAN, por ser considerada uma arma com alta confiabilidade, leve, de fácil emprego e manutenção.
A carabina CTT40C também é uma arma tática ideal para uso em operações urbanas, tanto policiais quanto militares. Possui capacidade de 30 tiros, calibre .40S&W, cano de 200 mm, com ação simples e semiautomática e com teclas ambidestras. Sua coronha é rebatível, diminuindo o comprimento total da arma, facilitando o transporte em operações táticas.
Já a pistola Taurus modelo 100 é uma pistola semiautomática adotada por diversas instituições policiais dos estados brasileiros para porte pessoal e operacional dos seus agentes. Inspirado em um projeto clássico, esse modelo foi criado para receber munição .40 S&W. A arma também é empregada em outros países, já que é uma pistola em calibre muito solicitado. Possui capacidade de 13 tiros, armação de alumínio, trava manual, desarmador do cão ambidestro e é equipada com trilho picatinny para acoplamento de acessórios. É adequada para a utilização em diversos segmentos, como esportivo, militar, policial e civil.
Neste evento, participarão
empresas, ICT’s e órgãos governamentais envolvidos com o desenvolvimento
dessa nova cadeia produtiva nacional para apresentar e discutir as
ações que estão sendo executadas para alavancar o setor de grafeno.
A Capitão do Exército Clara Luz de Souza Santos, professora do Instituto Militar de Engenharia, participará da atividade com a palestra "Nanocompósitos com Aplicação em Blindagem Eletromagnética para Indústria Militar" no dia 05 de outubro.
A palestra fará parte do painel "Pesquisa & Desenvolvimento na Área de Grafeno", que ocorrerá de 14h40 às 18h, horário de Brasília.
Conquistou o 1º lugar na graduação em Engenharia Metalúrgica e de Materiais pelo Instituto Militar de Engenharia - IME (2012), com ênfase nas áreas de ressonância magnética nuclear, química de coordenação, simulação de sequências de pulsos em RMN, tecnologia de vácuo e filmes finos antirefletores na faixa do infravermelho.
Após sua formação, foi professora colaboradora do IME nas disciplinas de Metalurgia dos Materiais não Ferrosos e Metalurgia Física dos Materiais não Ferrosos (2013 - 2014). No período de 2013 a 2017 atuou como engenheira do setor de pesquisa e desenvolvimento de equipamentos rádio militares e seus acessórios na Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica - Indústria de Material Bélico do Brasil. No exercício dessa função, adquiriu ampla experiência em projetos de componentes mecânicos e, quando necessário, de suas matrizes para injeção.
De forma a viabilizar a prototipagem em tempo hábil de todos os produtos da filial, foi idealizadora do Laboratório de Prototipagem da Divisão de Engenharia onde concentrou uma linha para fabricação de placas eletrônicas, um mini centro de usinagem de quatro eixos, e duas impressoras 3D. Desenvolveu processo de prototipação de moldes funcionais para microinjeção utilizando peças impressas que permitiu a fabricação em tempo recorde de mais de cinquenta moldes e matrizes, viabilizando diversos produtos. Ainda como engenheira de produtos, atuou na área de seleção de materiais, tratamentos superficiais e pintura de forma a permitir o robustecimento necessário para a aplicação de produtos militares, em conformidade com as regulamentações específicas.
No seu período de atuação da indústria, dedicou-se a incorporar e aperfeiçoar processos de fabricação, montagem e controle de qualidade nas Divisões de Produção. Seus esforços culminaram em sua nomeação como Chefe da Seção de Engenharia de Processos, onde pode propor e implantar fluxos de trabalho nas etapas de desenvolvimento e fabricação dos produtos. Participou ativamente da revisão do sistema de custeio da fábrica, além de trabalhar na implantação do Sistema de Gerenciamento de Chão de Fábrica para controle em tempo real das atividades de fabricação e de sua documentação técnica pertinente. Atuou também na especificação e incorporação de novos processos de fabricação, montagem e qualidade.
Aplicando conceitos da indústria 4.0 e Lean Manufacture, entre 2016 e 2017, liderou a equipe de projeto e planejamento da nova planta da IMBEL/FMCE, de forma a permitir a construção de uma nova fábrica que atendesse as necessidades de fluxo de processo atual e suas perspectivas de crescimento sendo as obras iniciadas em 2018 e com previsão de finalização em 2020.
Devido a sua grande vontade em atuar na área de formação de recursos humanos, retornou ao ambiente acadêmico e iniciou o curso de mestrado em Ciência dos Materiais no IME no início de 2018, sendo o mesmo convertido para o doutorado direto sem defesa de dissertação no final de 2019 (doutorado direto).
Atualmente, faz parte do corpo docente da Seção de Ensino em Engenharia de Materiais (SE8) do IME.
A Embraer anunciou ontem a assinatura de uma extensão e ampliação do acordo para o Programa Pool com a Cobham, na Austrália, para apoiar seus três jatos E190. Essa extensão cobre agora um escopo maior neste programa.
O Programa de Pool da Embraer oferece cobertura total de reparo para componentes e peças, manutenção de estruturas de aeronaves e acesso ilimitado a um grande estoque de componentes nos centros de distribuição da Empresa.
Os operadores se beneficiam de significativa economia nos custos de reparo e estoque, redução no espaço necessário para armazenamento e recursos necessários para o gerenciamento de reparos, ao mesmo tempo em que garante níveis de desempenho. Singapura é a base para o estoque da Embraer na região Ásia-Pacífico.
A maioria dos clientes da Embraer na região Ásia-Pacífico estão inscritos no Programa de Pool e a confiabilidade média de programação de 12 meses da frota de E-Jets na região é de 99,97% de taxa de conclusão de missão e um índice de confiabilidade de 99,59%.
A Taurus Armas, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e a IMBEL estiveram presentes no V Torneio de Tiro das Nações, realizado no dia 9 de setembro, no estande de tiro General Darcy Lázaro, em Brasília (DF).
O evento de integração, anualmente planejado e conduzido pela 5ª Subchefia do Estado-Maior do Exército Brasileiro, contou com a participação de cerca de 50 Adidos Militares das Nações Amigas, incluindo países como Rússia, Canadá, Nigéria, Índia, Peru, Japão, Tailândia, Paquistão, além de militares do Estado-Maior do Exército Brasileiro.
O torneio constituiu uma excelente oportunidade para as fabricantes do setor promoverem suas linhas de produtos táticos e estreitar relações com os representantes militares de vários países estratégicos, assim como com o alto escalão do Exército Brasileiro.
Além de conferir a exposição de produtos e participar do torneio de integração, os adidos e militares brasileiros puderam testar as pistolas TH9 e TS9 e a submetralhadora SMT9, da Taurus, além de armamentos fabricados pela IMBEL.
Durante a competição de tiro, os participantes utilizaram munições 9mm Luger ETOG 124gr da CBC.